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Rábulas, gavetas e cêntimos

Nov 01, 202551 min
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Summary

O programa debate as repetidas intervenções de André Ventura com a rábula dos "três Salazares" e os cartazes sobre imigração, analisando a sua estratégia mediática e a dificuldade de a combater. Aborda também a recusa de António Seguro em ser categorizado ideologicamente e a discussão sobre os "não-cortes" no Serviço Nacional de Saúde. O orçamento de 2026 é classificado como "fantasioso", e o episódio termina com a reflexão sobre a paz em Gaza e várias recomendações culturais.

Episode description

A rábula dos três salazares, três vezes repetida, percorreu a semana política. Os cartazes também vieram ajudar na campanha desesperada pela obtenção de tempo de antena por parte do candidato que o tem tido abundantemente. Siga o circo, portanto. Outro candidato (ao contrário do primeiro, que afirmou três vezes) por três vezes negou a sua pertença ideológica; parece que por uma questão de gaveta. Há quem diga que para não correr o risco de ir parar à gaveta onde Mário Soares em tempos, celebremente, disse ter metido o socialismo. Entretanto, o orçamento passou viabilizado pelo PS, enquanto o PSD se entendia com o Chega para definir as regras da arte de ser português. Enquanto se fala de imigrantes e nacionalidade, não se fala tanto de saúde e habitação. E dos 10 cêntimos de aumento no subsídio de refeição. (Calma, não é já: só a partir de 2027.)

 

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Transcript

Intro / Opening

Esta semana João Miguel Tavares confessa-se fantasioso, Pedro Mexia declara-se eterno e Ricardo Araújo Pereira sente-se em modo rock n' roll. Está reunido o programa cujo nome estamos legalmente impedidos de dizer. Declaramos otimistas em relação. Sou um projeto Um Toyota é uma árvore que já plantou mais de 200 mil árvores em florestas portuguesas. Conheça os projetos Toyota que estão a fazer mover o mundo em toyota.pt Para vir, sejam bem-vindos.

Ventura e a Rábula dos Três Salazares

no final De uma semana em que o Parlamento aprovou na generalidade o orçamento para 2026 com a viabilização. E em que aprovou também uma nova lei da nacionalidade com um acordo entre o PSD e o Chega, uma semana dominada pelo fantasma de Santa Comba.

Eu sou um democrata, e sou mesmo, por natureza. Mas há uma expressão que se ouve muito e que de facto faz sentido. De facto não era preciso um salazar, era um preciso três salazares. Porque o país está tão podre de corrupção, de impunidade, de bandidagem, que era preciso três salazares para pôr isto na ordem. É que só é preciso três salazares porque eles deixaram isto tornar-se uma bandalheira completa. Só é preciso três salazares.

Só é preciso três salas áreas porque deixaram isto inundar de corrupção. Só é preciso três alazares porque deixaram entrar toda a gente sem pedir cadastro, sem pedir quem eram, se tinham cometido crimes ou não. Olha, só era preciso ter salazar, porque se bastava um ou dois. Субтитры сделал DimaTorzok Sei que se calhar se tivéssemos um, dois ou três Salazaros, havia menos corrupção. Havia menos corrupção neste país.

Ventura vezes três, com a rábula que leva João Miguel Tavares a crescer ministro dos três salazares, claro, não podia ser de outra maneira. Como é que entende este número, João Miguel Tavares, ainda para mais repetido? Sim, repetido. Plenadíssimo, naquela primeira entrevista que nós vimos com a Clara de Souza, a Clara de Souza estava-lhe a perguntar uma coisa totalmente diferente e ele quase que pediu: peço desculpa, deixe-me.

A transmitir esta mensagem que eu tenho estudada de casa. Em que eu trouxe este número que estava de fazer aqui. Interrompa agora, não é? E aqui vai disto. Então, são três salazares que ele depois repetiu ao longo da semana toda. E eu quis trazer para aqui os três salazares, três vezes três dá nove, portanto, para mim já são nove salazares, no mínimo, e portanto é uma. É, mas se não dá um necessário porque há muita solução.

Esquinas em Portugal. Era um em cada esquina, são só nove, como é que se vão nos dobrar tanto a esquina? E há um lado ali de desmerecimento, porque devia bastar em um ventura, não é? Por os vistos não chega a um Ventura, eu só não preciso de três salazar. Manifestamente André Aventura quer que falem dele. É isso. Não, é exatamente isso. E está toda a gente, nós, inclusive, a fazer-lhe à vontade. Sim, mas estamos a fazer-lhe à vontade. Eu acho que é inevitável fazer-lhe à vontade, porque ele é.

Ela entra nesta mecânica. Não, há uma mecânica mediática que não conseguimos deixar que exista. Mas poderemos falar a este respeito do modelo Trump, porque parece muito próximo daquilo que foi. A ascensão de Trump e a forma como ele, por sucessivas fases e intervenções. escandalosas ou que causaram escândalo, veio a ter espaço público e um espaço público cada vez mais alargado ao ponto de estar hoje na Casa Branca.

Mas acho que não. Ou então é o trampo do primeiro mandato. E era um pouco isso que eu queria também assinalar aqui. De um lado, chamar a atenção, porque isto acho que vai ser o André Aventura que nós vamos ter até ao dia 18 de janeiro. Vai ser um Andreaventura a tentar constantemente estar aos polinhos para ganhar a atenção. para alimentar as redes sociais.

e porque ele precisa de, ele joga muito nestas eleições presidenciais. Não há maneira. Nestas eleições presidenciais só pode acontecer uma duas coisas.

A Extrema-Direita no Poder: Linhas Vermelhas

Ou André Ventura tem uma grande vitória ou tem uma grande derrota. Não dá para ser mais ou menos. Não, estou-me a rir dessa tua previsão. Ou é sim ou é não. Ou é uma coisa, ou é uma peça. Podia ser uma pequena derrota. Não dá para ser uma pequena derrota porque ele ou passa para a segunda. Por uma razão, porque. As presidenciais é as pessoas dizem que o partido é o André Ventura. As presidenciais é a única eleição unipessoal e, portanto,

É um referendo ao André Ventura, por oposição ao Altarca X ou ao candidato. É unipessoal porque ele tem uma fasquia de 23% que é a fatidas legislativas. Ele, se tiver 23%, ele passa de certeza à segunda volta. Para não passar, ele tem que ficar abaixo desse valor. Estava à espera que tu disseste. E é por causa disto que eu mantenho. André Ventura devia estar no Governo, numa cigação estável, com o Senhor dos Três Salazares. Mas eu nunca defendi que o

Que o senhor André Ventura estivesse numa coligação estável com o Governo, até porque é impossível. O que eu defendi é que essa possibilidade deva existir. Onde o senhor da extrema-direita aparentemente vai ser ultrapassado. E vai ser ultrapassado porquê? Porque teve a sua passagem pelo poder. E o que acontece com estes movimentos? Governo que acabou.

Porque os outros partidos se recusaram a apoiar as medidas inaceitáveis que ele propôs em termos de imigração. Mas a questão é que ele esteve a gente. Se contas a história, conta à toda. Não é isso, mas eu não estou a defender este tamanho. É que na Holanda houve de facto um governo com a extrema-direita e dentro do governo houve linhas vermelhas. Vocês desvolvem constantemente.

O facto, a única hipótese, a meu ver, da extrema-direita perder poder quando já têm este nível de votação é dar-lhes o poder, é dar-lhes a possibilidade de meterem as mãos na massa. Que os caem, que os caem. Ficou isso até agora. A única coisa que fez é aumentar o chega até 23%. A partir daí, o que acontece à tua magnífica teoria é que não há, evidentemente, linhas vermelhas.

Sustentem. Ou achas que ainda há linhas vermelhas? Acabaste de ter uma lei de nacionalidade e uma lei de estrangeiros apoiada com o Consega. Como é que estão as linhas vermelhas? Exato, mas estão a fazer a minha magnífica teoria. O que é que nós achamos que devia acontecer ou o que é que acontece na realidade? Eu não tenho dúvida que as linhas vermelhas...

Táticas de Provocação: Salazares e Cartazes

Não vão acontecer em quase lado nenhum terendo na Alemanha. Não, é porque eles são matematicamente impossíveis. Eu não sei que vivas lá está, no tal caminho das borboletas. Mas deixa-me só dizer que não era. Eu que eu queria sublinhar aqui é, em primeiro lugar, que Ventura tem muita coisa em cima da meda, se está muita coisa a ser jogada e, portanto, ele não tem forma ou tem uma grande vitória que é passar à segunda volta, ou tem uma grande derrota.

Mas também eu queria mostrar as limitações da André Aventura, porque eu acho que ele vir constantemente com os salazares e estar constantemente a fazer números. Sim, pode alimentar as redes sociais e muita gente engolir aquilo, mas aquilo é insuficiente, e é por isso que eu te digo que ele é mais parecido com o trampo número um, porque o trampo número dois. É um Trump que tem ideologia, estratégia atrás dele.

Ventura não tem nada, porque literalmente atrás, porque é formulada por outro. Cada vez que lhe pergunta, mas o que é que significa? O que é que são os três salazar? O que é essa coisa de querer uma quarta república? Explique-me no concreto o que é que você quer.

Trump consegue explicar o que é que ele quer. Ventura não consegue explicar o que quer. E isso, ao fim destes anos todos, É verdade que ele vai crescendo, mas ao mesmo tempo eu acho que existem grandes limites dentro do teu próprio chega. O ideólogo foi despedido e nunca mais aparece nenhum. E eu não sei se chega a aparecer. E portanto, enquanto as pessoas todas ficam muito. Mas sabes o que é que fica. Sim, estamos sempre para falar de aventura.

Isto mostra os limites de ventura. Lembras-me o que é que o ideólogo disse, o Mitag Rivera disse uma coisa que é bastante evidente no percurso de André Ventura, que não são as ideias que lhe interessam. Ou seja, nesse sentido é que ele também não é um fascista ou coisa do género, ou seja, não é uma pessoa ideologicamente coerente, sofisticada, é uma pessoa com um fardo político, com talento político, com a capacidade de nos pôr a todos.

A falar sobre uma frase de café, não é? Que não quer dizer nada. E a juntar aos três salazar. Mas tu, mas sabes quando tu dizes isto, tu voltas à miniatoria. É por isso que é tão importante mostrar, mostra-me o teu bluff, pá. Продолжение следует... Há os cartazes sobre o Bangladesh e sobre os ciganos. O que é que se poderá seguir, Pedro Michele? Isso é quase impossível prever, mas eu acho que os cartazes. Os cartazes, sim, mas tu és humorista.

É fazer Gocó em cima da mesa. A Clara de Souza está aqui e lixo. Já agora, ó Clara, isto é tão a baleira, tal qualquer dia aparece uma pessoa a fazer Gocó em cima da mesa. Aliás, quero ver, olha. O Trump já fez aquele vídeo da publicou aquele vídeo com a. regarmi manifestantes, a bombardear os manifestantes com matéria fecal.

Uma palavra que é pouco dita nos debates políticos, mas eu acho que são diferentes as duas coisas, porque os Salazares, além de ser a conversa de Tasca da direita há 50 anos, Uh faz com que E o Chega tem 23%? 23%. Não há 23% de direita radical. Há muitas pessoas que são. Que vieram da abstenção, há muitas pessoas que vieram, como se vê no alentejo, da esquerda, e há muitas pessoas que são antissistema.

E que não são saudosistas para quem a palavra Salazar não traz nenhum apelativa e não me parece que ele ganhe votos com isso, porque é se eles já os têm, é só uma provocação. Os cartazes. Jestem bardzo obręczny na wolność oczekiwania oczekiwania. Oczekiwania oczekiwania oczekiwania oczekiwania oczekiwania oczekiwania oczekiwania oczekiwania oczekiwania oczekiwania oczekiwania. É evidente que o que ele quer dizer é que há demasiadas pessoas do Bangladesh em Portugal.

na porta dos judeus. Era factual. O que é que era factual também é que havia ataques às pessoas que viviam nessas casas. Se amanhã houver um ataque, se amanhã houver um ataque, esses cartazes cartazes houver um ataque. digamos, como fazendo parte da autoria moral.

Como Enfrentar a Estratégia de Ventura

Agora, aquilo é a tática Quim Barreiros ou a música Pimba em geral? Sim, dos textos atuais, é sempre. Porquê que estão a dizer que eu disse no Palavrão? No caso do isto, não é o Bangladesh, a coisa ainda é mais perversa, porque isto nasce de um vídeo. Está explicado no Expresso desta semana. Está explicada a proveniência dessa história. E vale a pena ler. Porque todo o vídeo, todo o texto depois...

Concretiza aquilo que o Pedro Moxia está a dizer que não está no cartaz. Isto, com certeza, mas na canção está lá tudo. Sim, sim, isso com certeza. O que eu quero dizer é que os cartazes são perspicazes o suficientes. Para limitar a mensagem a um. Ou seja, os chiganos têm que cumprir a lei. Ok, é verdade. E toda a gente a suposição é: mas eles não cumprem, e portanto, cuidado com eles, é evidente, mas Não, em termos jurídicos. provavelmente não é matéria jurídica.

Em termos políticos e em termos de decência humana, vá Carlos, isso não há dúvida nenhuma, e não tenho nenhuma discordância contigo, só estou a dizer que Já houve coisas, por exemplo, a dizer os nomes de alunos estrangeiros. A frequentar escola na escola. Lá está. E isso, aí está. É um bom paralelo, por acaso, porque no Parlamento. No parlamento, o Ventura só disse nomes próprios. Mas na NET a Rita Matias disse os nomes completos. Aqui, o que acontece é que no cartaz só está.

O título e a canção depois concretiza. Carlos, a canção originalmente é uma canção crítica do vivo. Não é verdade. Lê o Expresso. Eu lê o Expresso. Não é verdade, lê o expresso. Mas tu achas que é que aquilo é um vídeo original, e o vídeo original tu ficas na dúvida se é satírico.

Eu não tenho dúvidas nenhum que o vídeo é satírico. Não tenho dúvidas que o vídeo é satírico, mas com partes que, evidentemente, retiradas passam a ser o audatório. A história está contada no expresso. Uma coisa que não há dúvida. O cartaz quer dizer. Há agenda mais do Bangladesh termos daqui. Isso é óbvio. Ninguém discute isso. O que eu estou a dizer é que há maneiras de fazer isso de uma forma

Sonsa, naturalmente, mas que não é em si crime, em quando, por exemplo, dizer o nome das crianças é aliás a Rita Matias respondeu em Tribunal por e si e perdeu, não é? Como é que os adversários de Ventura podem fazer frente a este tipo de tática, Ricardo Aros Pereira? Eu acho que é esta tática só. Eu sei, eu sei. É difícil dizer qual é o procedimento. Eu acho que é mais fácil dizer qual não deve ser o procedimento. Porque isto é, como nós já falámos, isto é tão ostensivamente preparado.

para gerar uma resposta emocional. que eu acho que dar uma resposta emocional é cair na esparrela, é concretizar o plano. E, portanto, eu acho que a melhor resposta, sou suspeito, mas acho que a melhor resposta é responder com um discurso do qual a emoção está ausente. Esse tipo de discurso se chama Humorístico. É por isso que eu não sei se vocês repararam na cara do André Ventura quando o deputado do PSD, Gonçalo Capitão,

está a falar no Parlamento. Aquilo realmente gerou-lhe perplexidade, porque o que ele está a dizer é: este tipo não dá satisfação de ficar horrorizado comigo. Kto je o plánu? A minha parte favorita do discurso do deputado Gonçalo Capitão. é quando, no meio da chifrineira feita pelos outros, ele diz assim,

Esteja à vontade, eu adoro barulhos disruptivos, também já fiz parte de uma claque organizada. Há outro exemplo, que é o Andrezito do Exaltino. Sim, sim, mas aqui é tudo ótimo, porque primeiro, senhor deputado, esteja à vontade. O senhor está aí a urrar como um chimpanço. Continuo, isso não me afeta. Esse é o primeiro ponto. Segunda, a palavra também.

Eu também já fiz parte de uma claque organizada que é o que o senhor é. Essa é a melhor punchline. É isso que o senhor aí tem. E portanto, eu acho que isto. O comitê de Salazares e tal, isto, a resposta a isto é a melhor, uma troika de Salazar. Exato. A melhor é essa.

Imigração, PSD e Prioridades Nacionais

A resposta melhor é essa. É uma resposta desprovida, sarcástica, desprovida de emoção. Porque isto reparem, isto aqui há uma coisa importante. Por exemplo, eu também acho. Por exemplo, a iniciativa do Garcia Pará. de apresentar queixa e uma iniciativa tendente à ilegalização dos chegos. Já tinha havido uma da... Exato. Eu não sou favorável.

Acho que o Chega deve ser derrotado e combatido politicamente. Mas teve um único mérito essa proposta: perante isso, o Ventura não disse isto faziam, era aqui falta três salazar, porque realmente. Quando nos querem ilegalizar o partido, se calhar chamar o Salazar, não é uma boa ideia porque o Salazar percebia duas ou três coisas sobre ilegalizar partidos. E depois há aqui uma coisa que é o PSD, na verdade, reparem, o PSD não tem reação nenhuma. Nem que sim, nem que não, não diz nada.

Porque o PSD acho que gosta disto, porque isto significa que os problemas do país o PSD encostou-se à direita à grande com estas conversas, afinal, Portugal está mais português, exatamente. Ou seja, o PSD não diz o quê? Três salazares, o quê? Isto não é o Banglés? O quê? O chigano? Zero. Porquê? Porque isto significa que os problemas do país não são a saúde, a habitação, a educação, são os chiganos e os bangléses.

Ciganos e Bangladesh. Não, mas isso também é um mau argumento. Porquê que a indignação é um problema? Porquê que as rendas são altas? Ciganos e Bangladeshes. Sem cigantes em Bangladesh existe era a Noruega. É evidente. Mas tu não podes desvalorizar a questão da imigração, porque tem uma implicação em tudo isso, na educação, na saúde, na segurança social.

E é preciso discutir o assunto com a profundidade que ele existe. Tem os dois lados. Claro que sim é bom para a segurança social. Claro que é mau para a habitação. Claro que pressiona os serviços de saúde. É mau para a habitação. E claro que é o que é o que é o que é o que habitação é.

Quando chega a um milhão de pessoas, não há uma proteção à habitação. Está bem, a habitação dessas pessoas. Estás a falar dos problemas de habitação, não vêm daí. Não, não vem só daí, mas também pressiona. Ainda da inflação dos preços que estão aí. Mas a inflação dos preços vende porquê?

Não vem dos Bangladesh. Não, não vem só, não. Vem para o Melgapão, pelo contrário, vem também, mas e depois vem de outros problemas. Há vários, há vários, há vários. Mas não vamos fingir que entre um milhão e tal de pessoas e que isso não tem. Elas têm que viver em algum lado, não é? Se não se constam em casa. Eu acho que com jeito a gente consegue justificar que o Benfica está em terceiro por causa dos ciganos e dos Bangladeshes. É possível? Mas esse tipo de conversa é pá, também não é.

António Seguro: Gavetas e Estratégias Presidenciais

Entregamos ao João Miguel Tavares a pasta de ministro dos Três Salazares, quanto ao Pedro Mexia quer ser ministro das Gavetas. Qual é o problema das gavetas, Pedro Mexia? É porque são muitas. E é chato ficar de bagavete. É chato ficar só numa. Isto também é a propósito da entrevista de António José Segura ao público, uma entrevista em que Seguro recusou por três vezes dizer que é de esquerda, perguntando às entrevistadoras porque estavam a querer metê-lo em gavetas.

Como é que compreende esta atitude de um candidato que já foi secretário-geral do PS? Eu acho que é limitativa o facto de ele ter estado na gaveta militante e presidente da JS. militante e secretário-geral do Partido Socialista. Deputado do Partido Socialista. credo che era un eurodeputato anche, non è stato l'autore? Un eurodeputato. Un eurodeputato del Partito Socialista, non lo so perché è che sta nella gaveta del Socialista, non lo so, è una gaveta strana, o cioè, basicamente...

Seguro percebeu é que há muita gente que não é socialista que vai votar. Muita gente. Não sei se é muita gente. Uma coisa é ser candidato suprapartidário. Não, que ele afirma crescer. Já não é só super partidário. Ele quer ser super ideológico. Ele é super partidário e, aliás, recebeu o apoio. Tardio do PS e pouco entusiástico do PS dizendo do género registro e não sei se disse, agradeço, foi e não ficou contentíssimo, porque percebeu que o PS de facto não o queria.

genericamente, talvez carneiro quisesse e outras pessoas quisesse. Mas houve muitas pessoas que. E também percebeu que se calhar ele não quer estar na gaveta. E ele não quer estar na gaveta porque ele quer uma gaveta maior que essa, e de facto, há muitas pessoas da área do PSD que não gostam de Marcos Mendes ou que não acham candidato. Indicado que vão votar António Jésseguro agora ele depois encontrou duas gavetas portanto saiu dessa socialista

O que é muito estranho, mas encontrou duas gavetas. Ele diz: Eu defendo, eu sou, quero o Eleitorado progressista e humanista, ou seja, basicamente traduzindo de esquerda e de direita. Portanto, neste momento é o candidato do centro, sendo que o Gover Emelo também é um candidato do centro. Agora, aparentemente, a fazer pisca-pisca para a esquerda, mas enfim, uma esquerda é um bocadinho.

Vaga, ainda não percebi, em termos de arrumação de gavetas, ainda não percebi da aventura, não percebi muito bem onde é que cada um está. Onde é que nos poderia levar uma analogia entre. Seguro e São Pedro, Ricardo Arojo Pereira, o apóstolo que negou. Também por três vezes ser discípulo de Jesus. Bom, podia levar-nos longe, porque, apesar de negar três vezes, depois foi. É o primeiro Papa. Pedro é o primeiro Papa e portanto.

Se ele é o primeiro Papa do cristianismo, aqui neste caso, depois de negar três vezes ser socialista. António Jéssegoso seria o mas foi crucificado. Pois foi, aliás, toda essa história. Toda essa história que vocês contam, eu e a minha grupeta. Sim, tu e a tua grupeta, tanto São Pedro como Judas, na verdade, estão a desempenhar os papéis. Que tinham que desempenhar, são títeres na mão de.

Se Judas não tivesse, só para quem tem uma má imaginação do que é Deus Nosso Senhor. Isso é o problema dos ateus. Félix com pouca imaginação do Félix. Félix desculpa. Não compro essa tese, mas isso pronto não vamos estar bem em discussões. Mas era preciso isso, não é? Para ele ser as audiências, era muito tempo. Mas eu acho que

Isto ele não quer ser posto em gavetas, o António José Seguro, porque tem medo de ir parar àquela em que o Soares meteu o socialismo e ele: não, nesta não, que eu não sou socialista. Eu acho que vamos esperar um. Um instrumento de alta precisão para nestas eleições descobrirmos quem é que está mesmo no centro geodésico e ideológico. Eu sou mais de centro do que tu. Vila de Rei Político. Exatamente, e portanto, é essa. Eu acho que esta.

António José Seguros está a optar por, se calhar há várias maneiras de ser eleito, não é? Mas uma é, e eu acho que é isso que tem falta. Uh É mobilizar as pessoas, mobilizar as pessoas, para elas saírem de casa e irem votar em nós. Para isso, a gente tem de as entusiasmar, tem de a se persuadir, tem de arranjar maneira de elas sonharem com alguma coisa. A outra é esta queda da exclusão de par.

Que é eu sou mesmo, eu não chatei ninguém, e portanto, quem é de esquerda se calhar vote em mim porque eu contra os outros. Se calhar sou eu o mais bem colocado. Malta de direita também vota em mim, porque, uma vez que eu não chatei, podem avançar sem problemas. E, portanto, eu acho que neste momento há uma goa veia imalização de toda a gente. De repente o ovo é e melhor. Tem mais posições.

Do que vários outros candidatos. Mas olha que esta sexta-feira saiam as primeiras sondagens que o D. Pelo visto não é aconselhável. Não é aconselhável que dê um governo da intercampo. Eu acho que ele faz. Põe o governo Mel em terceiro. O governo Mel em terceiro e o Marcos Mendes em primeiro. A progressão das sondagens. Mas tudo um chamado empate técnico. Tivendo a progressão das sondagens ao longo dos meses, a melhor ideia é o governo Mel não aparecer mais.

Até porque sempre que ele fala percebe-se que isso é uma nova epidemia. Alguém dizia esta semana a todos os candidatos presidenciais que interessa um Venturaforte que possa passar à segunda volta, porque se isso acontecer, é a garantia de que aquele que conseguir. Disputar a segunda volta com Ventura tem assegurado a eleição de Presidente da República.

Subscreva esta tese, João Miguel Tavares. Estamos numa corrida pelo segundo lugar ou pelo outro lugar. É uma taxa de rejeição. Sim, exatamente. É uma taxa de rejeição gigantesca e por boas razões. Portanto, evidentemente, se ele passar à segunda volta é garantido que o outro vai ganhar. Mas deixa-me dizer só uma coisa. Mas aqui a tese é de que os outros vão puxar pela Ventura. Sim, essa lá está.

Essa é aquele tipo de matemática que eu pedi aos candidatos presidenciais para não se porem fazer essas contas de cabeça, simplesmente porque eles não controlam. É como a mão invisível do mercado. É por isso que a mão é invisível. Ninguém controla as forças do mercado. Ninguém controla dessa maneira as forças políticas, ao ponto de achar que podes andar a jogar, bilhar às três tabelas e vais acertar na bola. Isso é ridículo, não é assim que a política funciona.

Donc, chaque candidat a lui donner le meilleur. Et je, par exemple, je disais que je admis que je peux pouvoir voter en António Géseguro. Je, quand je dis que je admis que je peux voter en António Géseguro, c'est pour cause du passé. É por causa do seu passado. E, portanto, o seu passado. implica que ele tenha e faça parte do PS e que seja de esquerda. Aquilo que me incomoda quando ele não tem a coragem ou a vontade de dizer sim.

Sou de esquerda, porque eu posso simplesmente defletir aquela pergunta e dizer: Sim, sou do PS, mas agora se estou aqui como uma candidatura. Pessoal, mas como ele não queres dizer a palavra, e aquilo em vídeo ainda fica muito pior do que na entrevista, escrita em papel. É que ele está a fugir à pergunta e nunca fica bem alguém a quem fugir esta pergunta.

Eu sugiro que, para a próxima vez que lhe fizerem essa pergunta, porque todos os vistos agora vão-lhe a fazer sempre, que ele leve a resposta melhor preparada e diga. Sim, toda a gente sabe que eu sou do PS, mas não sou é do PS dos Sócrates. É uma boa pergunta, porque essa é a razão pela qual eu imagino, é uma boa resposta, essa é a razão pela qual eu imagino.

Cortes e Eufemismos na Saúde Pública

Poder votar nele. O Pedro Mexia fica então ministro das Gavetas. É a vez do Ricardo Araújo Pereira se tornar ministro dos Cortes, que não são cortes. São o quê então? São, Carlos, o senhor Primeiro-Ministro não quer. Se falo de cortes, ficamos a saber esta semana. Há aquilo que não são cortes, são apenas...

O dicionário fornece-nos tantos sinónimos, é nestas alturas que o dicionário é útil, só por uma vontade é que vamos insistir em cortes. Só para contextualizar, ficámos a saber por uma notícia do público que a direção executiva do Serviço Nacional de Saúde deu ordens. aos hospitais para cortarem na despesa. Para. Já será reposto o verbo certo. Para avaliarem a despesa, mesmo que isso implique abrandar consultas e cirurgias. Isto estou a citar. Como é que entende perante isto?

Frase do Prime-Ministro dizer que a palavra corte não é. Qual seria a palavra correta? O que é que o verbo é que vamos usar aqui? Suprimir, iluminar, extinguir, abolir. Há tantas palavras porque ir logo para costa. Muitos eufemismo. E há eufemismo. Racionalizar. Exatamente. Os eufemismos são melhores. Ser mais exigente. Claro. Ser mais exigente.

Redistribuir. Aqui uma coisa que é importante: ao mesmo tempo saiu outra notícia que diz que talvez revele uma das razões pelas quais é preciso ser exigente. Com os gastos em saúde. É porque, de acordo com os jornais, o BPN. Ainda pesa 5 mil milhões no orçamento para 2026, no orçamento do ano que vem.

O BPN ainda pesa 5 mil milhões. O BPN, que recordo, era dirigido por ciganes e bangladeshes. Toda a gente tinha aquele turbante e as camisas pretas, e era assim que se decidiu. Esta semana, o coro de críticas. Ao setor da saúde, ao governo no setor da saúde e à ministra da saúde em particular, sobre o tom, o líder do PS pediu mesmo uma remodelação na pasta da saúde. Como é que entendeu João Miguel Tavares a avaliação?

Do Presidente da República, ontem muito aguardada, durante muitos meses prometida, e que ontem foi concretizada com uma. Uma espécie de avaliação sobre o setor da saúde. Eu comecei para olhar por aquelas notícias e parecia que as pessoas estavam à espera que Marcelo Ribeiro de Souza fosse demitir em direto a Ministra da Saúde. Também não consigo perceber, não é esse o seu papel.

E aqui, se querem realmente falar, é por isso que servem os chamados de pactos de regime. Eram para coisas destas, era para a justiça, era para aqui e deviam levar isso a sério. Porque isto está muito para além do trabalho individual. Quer dizer, podes sempre dizer que vem de lá um génio absoluto e que esta ministra não é o género extraordinário que nós precisávamos naquele lugar.

Mas também o tempo que lá teve, não sei se conseguiu sair do género extraordinário. Eu não faço ideia, eu não conheço as pessoas. Eu tenho ideia que esta ministra não é assim tão incompetente. Mas gostava que todos nós metéssemos na cabeça que isto está lá. Para além da competência ou incompetência do ministro. Aparecia riso.

Não, não é só um pouco. Por eu simular, ela não é assim tão incompleta. A tua generosidade, atenção, que ela não é assim tão incompleta. Porque dá-me ideia que não é mesmo. Poderá a sinistra Paula Martins Padre resistir a esta tempestade? Depois de ter tomado posse a prometer resolver Em três meses, os problemas da saúde havia aquele

Plano que foi noticiado. Claro. Sim. Tem resistido a todas e, portanto, aparentemente há um fica. É verdade, há uma parte que o João Miguel disse que é verdade, que é. Só uma parte. Sim, que é isto não começou agora. E também há a declaração do Governo que isto é cortes, gastos, Ou eliminações, não sei o quê, em bens e serviços, portanto, vamos ver em clipe. uh me De facto, já houve várias coisas, incluindo pessoas que morreram em situações.

Problemáticas e isso, evidentemente, causa um alarme social grande. Não estou a dizer que a culpa é, concretamente, da ministra em cada caso, estou a dizer que tem havido uma sucessão de ministros da saúde. Do PS e do PST, incluindo alguns que chegaram lá. Enfim, o Fernando Arujo não foi ministro da Saúde, mas alguns que iam para lá com uma aura de competência e de conhecimento que não resolveram. mas é há muito tempo que é o L mais fraco do Governo.

O Orçamento 'Fantasioso' de 2026

O Ricardo Araújo Pereira fica então ministro dos cortes, que não são cortes, também entregues as pastas ministriais para esta semana. À altura, para sabermos porque é que o João Miguel Tavares se declara fantasioso. Qual é a sua asceção preferida para esse adjetivo? Fantasioso. Sim, as palavras não são minhas, não é? Exato. Mas por isso é que gostava de saber. Fantasioso no sentido em que está ali, isto é sobre o orçamento, sobre desfarto.

Sim, está armado mais uma vez um orçamento que é apresentado, sabendo toda a gente à partida que aquilo não é bem para cumprir. Estamos a falar do orçamento para 2026, que foi aprovado na generalidade desta semana. O adjetivo fantasioso, de facto, foi a palavra escolhida pelo PS para definir a lei que o próprio PS ajudou a viabilizar. Devemos concluir.

Que também não gosta dele, portanto, que acompanha o PS nas críticas ao orçamento. O que é que mais lhe desagrada nesta lei orçamental? É ele ser muito parecido com os orçamentos do PS. E, portanto, eu acho que Mário Centeno fez escola. Que é eles entregam lá uns papéis, mais ou menos ali entre outubro e novembro. Nesse sentido é fantasioso. Nesse sentido é fantasioso, claro. Eles entregam uns papéis e a gente já sabe à partida.

Que os papéis não servem para grande coisa, porque aquilo não vai ser cumprido, porque o investimento não vai ser o que lá está, porque vão existir cativações. E fantasiou-se também por razões que nós estávamos a falar mesmo agora, como a questão da saúde, em que de repente aparecem cortes de 10% em custos intermédios que ninguém sabe de onde é que eles podem vir ou como é que eles podem. Podem ser efetivamente. A direção executiva do SNS disse aos hospitais que podia ser, que teria de ser.

Mesmo que tivessem de deixar cirurgias e consultas por fazer, que, como se vê, é uma frase ganhadora. Ela é dita e toda a gente aplauda, ah, claro. Isso não pode ser, mas é verdade que a despesa na saúde está totalmente descontrolada. O ministro diz que não há cortes no sentido em que ano para ano a despesa com saúde é cada vez maior e os serviços parecem menos qualidade.

Mas para enfrentar isso são necessárias as tais reformas estruturais, que muita gente acha que não existem, que são gambuzinos. mas que sem elas ninguém se percebe como é que nós efetivamente vamos deixar de ter orçamentos fantasiosos. E essa fantasia não é apenas uma acusação do PS, é também uma acusação do Conselho de Finanças Públicas, que é um organismo muito respeitável, a partidário.

Que olha para ali, que se queixa de falta de informação, de coisas que não estão claras, faz uma longa lista de coisas que não estão sustentadas. Portanto, não é só o PS, são mesmo instituições independentes. E isso é um péssimo sinal, e nesse sentido é que eu digo que o PSD, muita gente diz que este PSD está cada vez mais parecido com o Chega.

Nas questões da imigração é verdade, mas o meu problema é que nas questões substanciais, aquelas que o Ricardo gosta muito, ele continua a estar extremamente parecido com o PS. Tem convicções fortes a respeito do orçamento aprovado com a abstenção socialista Ricardo Aros Pereira.

Manobras Políticas e Detalhes Orçamentais

A abstenção exigente do Partido Socialista. Desculpa. Se não vamos adjetivar, ficamos pelo substantivo. Querias ir para eleições outra vez tu? Não, mas queria. Eu quero sobre este orçamento. O PS até fez um serviço nesse sentido. Porque o Brusega votou contra. Votou contra, exatamente. Esteve muito bem o PS, pagaban. É isso, mas é uma dança, é uma dança que tenho a certeza absoluta que. Se fosse ao contrário, se o líder do PS do tipo que vota contra, o chega e diria.

Vamos ter que ser responsáveis e tal. Bem, há pelo menos um aumento de 10 cêntimos no subsídio de refeição. Isso. Mas ainda não é para este ano. Não é para o próximo ano, ainda é para 2027. Exatamente. Não se ponham já a salivar. É só para o ano que vem. 10 cêntimos por dia. Os direcionistas são bem aumentados. Tens um aumento de 50 euros no salário mínimo, o problema não é esse. Tu estás a desdenhar dos dedos a dos 10 cêntimos por dia no subsídio de refeição. 10 cêntimos por dia.

Ao fim de 10 dias é 1 euro. Isto são, ou seja, dá para um café a mais de 10 em 10 dias. Ele pode dizer dois cafés aqui para o centrico, se faz favor, em vez de um. Eu quer dizer, eu estou a gabar uma medida se as medidas fossem a essas. O problema é que os aumentos não foram 10 cêntimos apenas em monte de sítios, o que faz com que a despesa primária esteja mais uma vez a disparar.

Não foi decente. É tal coisa. O PS teve. Queremos ter funcionários, o Chega votou contra. Não temos dinheiro e deixa vamos atrás. Pedro mexia sobre os papéis das diferentes forças políticas. A abstenção do PS, o voto kontra do Chega. Apressou a entregar o ouro ao bandido numa matéria problemática e emblemática, como foi a nacionalidade e a imigração, mas depois, em termos de apoio parlamentar, preferiu, eu acho que bem, e esteve bem o PS.

por um lado a dizer que faz uma geografia variável de votações que os... Uma geometria. Uma geografia. Já parece ser uma geometria variável de votar o Chego, ora com o PS, mas que apesar de tudo. Não é um partido radical porque foi o PS que foi responsável e tudo isso. Está esclarecido porque é que o João Miguel Tavares se declara fantasioso. O Ricardo Araújo Pereira diz sentir-se

Debates Políticos: Rock and Roll e Contenção

Rock and roll, e o que é que o faz abanar o capacete, Ricardo? Neste caso faz-me abanar o capacete, mas é de um lado para o outro. Estou a fazer que não com a cabeça. Esta semana tivemos na SIC Notícias um intenso momento. É cá esta conversa do Salazar é ridícula que toda a gente percebeu a utilização da frase para ilustrar. Ohem Calce, explique se me deixa falar. Como é que é?

Não consigo, não é? Tenho que me deixar acabar. Eu fui convidado, jogou para a opinião. Então deixa-me dar a minha, mas deu a sua. Poderia estar a mim. Deu a sua vida. Deu a sua. Levanta-me da mesa e sai. É apenas o que eu sou. Deu a sua, eu não entro. Não me manda calar. Nem aqui, nem em lá, você me falou.

Quando estiver a falar, eu lhe cortei a palavra uma vez. Redrique, portanto, seja estar aqui, fala e depois ouve. Agora, eu não estou para aturar, não tem educação, é o melhor que têm a fazer a levantar-se da mesa. Números de circo, eu não dou para palhaço. Eu penso que não há condições para prosseguir com este debate.

Não há condições, não há condições. O momento em que o socialista Prata Roque Rodrigo Tacha do Chega Se desentenderam em direto após a revisão da jogada, na sua qualidade de VAR Ricardo Araújo Pereira. O que é que delibera? Não, não, eu não sou VAR, eu não sou imparcial nisto. Eu quero, eu quero que eu não quero abandonos. Eu acho que abandonar é capitular, eu não quero capitular. Eu acho, aliás, que quem prefere a frase calce num debate. Perto do bar.

Porque é facilim me dizer, olha, isso é o que o senhor quer, o que o senhor e o seu partido querem é de facto calar as pessoas, é mandar os outros calar, porque convive mal com as opiniões dos outros. Mas comigo não conta com isso, porque eu vou estar aqui para lhe explicar assim porque é que invocar três salazares e tal. É uma coisa mesmo estúpida, no sentido em que as pessoas, no tempo do Salazar, não sei se ainda se lembram de quais eram as condições de vida, o facto de.

O facto de haver uma polícia política, por exemplo, que perseguia, torturava e matava, também era aborrecido. Várias outras, havia várias censura, como por exemplo, esta. Calce! Era uma frase muito popular. Alguém tem alguma notação breve ou passamos? Eu queria só dizer que concordo com a tese do Ricardo que quem está na política deve aguentar e quem sai de um debate perde, mas eu.

Na minha vida privada, já sei muitas vezes debates com pessoas do Chega, porque é difícil. Isso é difícil, mas eu não sou político. Religa apenas que se nós temos ideias fortes, convém que estejamos dispostos a lutar por elas.

A Ilusão da Paz Perpétua em Gaza

Pronto, já sabemos porque é que o Ricardo Aros Pereira está dedicado ao rock and roll. Vamos tentar perceber agora, e como é que é, Ricardo? Agora vamos perceber rapidamente. Sim, sim. Vamos agora perceber rapidamente. Vamos perceber porque é que o Pedro Mexia se declara eterno com uma paz em Gaza. Imagino, sim, o canto. Tem um livro sobre a Paz Perpétua. É verdade. Que é um livro que é um texto que eu nunca li por causa do título.

Porque a ficção científica é um género interessante, mas há outros. Professor de Relações Internacionais do Porto, chamado Fim da Paz Perpétua, que aborda justamente essa questão. Mas há dois tipos de paz perpétua. Uma seria um Estado edénico em que Seria banida a guerra de todo o planeta, essa é a parte de ficção científica, e depois há uma guerra, um cessar fogo que cessa. Foi o que acontece. Esta semana, apesar da paz que Trump anunciou como eterna, Israel voltou a bombardear Gaza.

Alegando que tinha havido dois episódios. Também quebraram o sarfogo por parte do Hamas. A morte de um soldado israelita foi uma delas e fazerem de conta que estavam a encontrar um cadáver de um refém. Que já tinha sido encontrado. Eu percebo que esse seja o tipo de coisas que. possa cessar um cessar-fogo, mas isso mostra que não houve nenhum cessar-fogo, quer dizer, um cessar-fogo não se interrompe durante 15 minutos, não é aqueles casamentos em que as pessoas dizem assim

Hvala, tu podes dormir, mas choco a sede nesu ina. É a única pessoa a quem podes dormir. E a pessoa aproveita, não sei se é possível. Hoje em dia deve estar com overbooking, mas não é possível. Um cessar-fogo é um cessar-fogo. Acabou o cessar-fogo. Neste caso podes, isso não é um cessar-fogo. Se isto fosse para ter piada era a garra do Solnado, não é? Porque havia horas.

Com certeza, talvez o melhor seja tirar a palavra fogo da expressão seçar fogo, porque é possível que eles ouçam apenas seçar-fogo e continuem a disparar, continuem a disparar por causa disso. Fogo é um impretivo, é um exemplo, uma vírgula entre cessar e fogo, sim. Ainda acredita que há condições para o cessar fogo não descarrilar por completo, João Miguel Tavares? Dê-nos lá o seu otimismo, sempre refuscando neste sentido, é que toda aquela zona é tão descarrilada que até os saques fogos.

São muito diferentes dos sarfogos de outras outras do planeta e, portanto, eu não sei o que é que vai acontecer. A guerra ainda não voltou propriamente, mas também não é propriamente um sarfogo, é uma coisa em forma de assim.

Recomendações Literárias e Culturais da Semana

E eu trago desta vez uma pequena pérola literária que não é manifestamente para nutricionistas ou para quem estiver a fazer dieta. É um livro onde o pecado da gula está absolvido à partida, chama-se Volúpia. A característica que define um cibarita, alguém com um desejo imoderado de prazeres, neste caso, os prazeres gastronómicos. O que está bem expresso, aliás, logo no subtítulo, a Nona Arte, a Gastronomia, é um livro publicado originalmente há mais de um século, em 1913.

Agora reeditado. O autor Albino Forjas Tampaio foi uma figura marcante da vida literária Lisboeta no princípio do século passado, e em Volúpia, Forjas Tampaio reúne. Informações, observações e reflexões sobre a arte gastronómica em Portugal e pelo mundo fora, mas sempre na convicção firme de que é em Portugal que se come mesmo bem. Ao estrangeiro que se encontra em Portugal, escreve Forjajo Stampaio a certa altura, sobram motivos para se considerar absolutamente feliz.

Claro que não há aqui receitas, há isso sim, a cultura da mesa e a cultura à mesa, por exemplo, na pesquisa das relações entre a gastronomia e a literatura, com capítulos dedicados a essa de Queiroz, fialho de Almeida. E este livro é, portanto, essa pequena iguaria chamada Volúpia, a Nona Arte, a Gastronomia, de Albino Forjacho Sampaio, edição E. Primatur.

O vinho, as drogas, estamos à espera do Kama Sutra para ter toda a tua filosofia de vida esplanada, o seu hedonismo, mas eu então assassinado e lamenta a falta de sexo, que é isso que o Pedro Mexia está a dizer. Para acaso não sei se não trouxe já. Falta-lhe sexo no programa. Mas eu acho que ele no programa, eu acho que ele estranhamente não está interessado. O João Miguel Tavares. Sim.

Traz um livro de fotografias à janela. Sim, mas também é uma pequena iguaria. É um livro do fotógrafo Daniel Blofux, e quem acompanha a obra dele já terá reparado porque já apareceu noutros livros. de uma certa mesa e de uma certa janela e de objetos fotografados em cima dessa mesa à luz daquela janela. E essa janela é a janela da cozinha, da casa.

Onde Daniel Blaufux viveu entre 2009 e 2025, e que ele fotografou obsessivamente. Ele tem, não sei quantas fotografias são, mas centenas, se não milhares, de fotografias fotografadas. daquele ângulo a partir daquela janela, com fotografias a cor, fotografias a partir branco, fotografias em digital, em película, em instantâneo. E a verdade é que esta janela acaba por estar a desaparecer da sua vida, porque, como acontece a muitos lisboetas.

O seu senhorio, porque a casa era arrendada, apresentou-lhe um preço incomportável. Para continuar naquela casa e ele viu-se obrigado a sair. Este livro chama-se Tentativa de Esgotamento, depois do Adeus, é uma edição da Tinta da China, and o título é inspirado num livro bastante famoso de Jorge Perrec, que chamado Tentativa de Desgotamento de um Calo Parisiense. E ele tenta, de certa maneira, esgotar essa sua casa e essa sua janela a partir deste abandono a que ele se vê obrigado.

E, portanto, é um livro muito bonito, até um pouco comovente, que acaba com uma fotografia extraordinária, que, de certa forma, é Daniel Blofux a homenagear uma espécie de Deus da luz. Que é o Deus que inspira todos os bons fotógrafos, como Ele é. O Pedro Messias sugere a leitura do primeiro documento oficial do Papa Leão. Sim, e é para reflexão, no dia de reflexão, porque há muito, há um grande eleitorado.

Cristão nos chega esta encíclica, não é uma encíclica, mas exortação apostólica, que aliás tinha sido começada pelo Papa Francisco e que é continuada pelo Papa Leão XIV e fala muito sobre os pobres. mas também genericamente sobre os doentes, os marginalizados, etc., tem um capítulo especial sobre os imigrantes, lembrando que desde Moisés, a Jesus, até aos católicos atuais, a colher

Proteger, promover e integrar. É só para dar uma lamiré sobre como é que um cristão deve ver um migrante e não como um bandido à partida. Como alguém que quer fazer coisas horrorosas quando a nossa experiência portuguesa é de sermos emigrante. E felizmente na maioria dos sítios não nos trataram mal. Tenho a certeza que vai resultar. Vai, vai. Eu sou um influencer político de gabarito. O Ricardo Aroz Pereira recomenda um romancista estreante. É um romancista estreante, embora.

Um romanista estreante chamado Woody Allen, este livro que se passa com o Baum, conta a história, isso é que é curioso, é que conta a história de um homem de meia-idade. O seu casamento está em crise. Ele tem uma inclinação por uma mulher mais nova do que ele. E portanto é uma personagem, embora o romancista seja estreante, a personagem não necessariamente, mas a personagem. Tem um problema com o enteado.

Exato, mas ou seja, nós já ouvimos, é uma personagem que a gente já conhece, apesar do romancista ser estreante, é uma personagem que a gente já conhece. Não são os textos da New Yorker, não é a autobiografia, é um romance. Tem uma ótima piada, que é o psiquiatra, diz-lhe, o psicoanalógico, não sei, que ele precisa de um cocktail de...

De medicamentos e ele sugere PROZAC com azeitona. Assim se concluiu mais uma reunião semanal, dos a oito dias à mesma hora, os mesmos de sempre, também em podcast: Pedro Mexia, João Miguel Tavares e Ricardo Arospré. Porque sabemos que já os... São projetos com a sua vida. Um Toyota é uma árvore que já plantou mais de 200 mil árvores em florestas portuguesas. Субтитры создавал DimaTorzok que nos mantenham em movimento para chegarmos onde queremos.

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