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Drones perigosos, hambúrgueres burlescos

Sep 13, 202550 min
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Summary

A semana foi marcada por uma série de eventos, incluindo ataques de drones em cenário internacional e a polémica "Burger Fest" de André Ventura, que gerou debate sobre a qualidade do discurso político. Discutiu-se a impunidade do cartel bancário e as falhas legislativas que permitiram a fuga a multas avultadas. O programa abordou ainda a crescente violência política nos EUA, a controversa entrevista de Carlos Moedas sobre o elevador da Glória, e uma aposta caricata em Coimbra que levou a demissões.

Episode description

Os drones foram protagonistas numa semana em que continuaram a cair sobre Ucrânia; em que invadiram o território polaco, numa acção russa cujas intenções ainda não são claras; e em que mesmo a chamada flotilha humanitária a navegar para Gaza denunciou ter sido vítima do ataque de um drone ao largo da Tunísia. O mundo está perigoso e a América viveu mais um momento de tragédia com a morte de um apoiante de Trump. À escala nacional, no rescaldo do desastre do elevador da Glória, Carlos Moedas tem estado debaixo de fogo depois da entrevista que deu à SIC. Protagonista da semana, André Ventura atirou-se ao Presidente da República num momento burlesco: confundiu “cidadãos” com “hambúrgueres” e pôs os 60 deputados a votarem contra um requerimento que não perceberam. Como disse o próprio Ventura, sem se dar conta de que estava a legendar-se a si próprio: “quão estúpido é isto”?

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Transcript

Intro / Opening

De muitos, que pode ouvir no site da CIC Notícias ou na sua plataforma preferida. Os melhores programas da televisão. Entrevistas exclusivas em podcasts originais. E quando quiser, leve no bolso todas as conversas. Fique a par das últimas novidades em signotícias.com. Podcasts e nas nossas Σας ευχαριστώ. Esta semana, João Miguel Tavares declara-se sicário. Ricardo Araujo Pereira confessa-se um apostador e Pedro Mexia sente-se socrático.

Está reunido o programa cujos nomes estamos legalmente impedidos de dizer.

Drones Perigosos e Cenário Político

Ao-viva, sejam bem-vindos no final de uma semana marcada. Pela condenação no Brasil de Jair Bolsonaro, por um incidente grave em território polaco, com as autoridades de Varsória a acusarem a Rússia de ter atacado a Polónia, país da NATO, com 19 drones, todos abatidos pelos sistemas de defesa polacos.

Isto enquanto, noutra escala e numa outra latitude, a chamada Flotilha Humanitária, a navegar para Gaza também se queixa de ter sido atacada por um drone ao largo da Tunícia. Vamos falar destes casos e de outros. E da semana difícil do Presidente da Câmara de Lisboa, na contagem decrescente, para o primeiro debate autárquico, que vai pôr frente a frente na SIC, na próxima segunda-feira, Carlos Moedas e Alexandre Leitão. Mas antes ainda de distribuirmos às habituais,

A Confusão do "Burger Fest"

Pastas ministeriais, vamos à festa dos hambúrgueres. Conhecia o evento, Ricardo Araújo Pereira? Não, eu não conhecia em Berlim, eu não conhecia, e assim chama-se Burger. Festa mesmo a dizer não está exatamente porque lá está, porque em Elão significa.

Aquele que pertence ao burgo, ou seja, o cidadão. Burguesia não significa pessoa que come muitos hambúrgueres. Também não significa que começou. Cuidado com isso, também não significa. Mas atenção, não há mal nenhum em não saber alemão. Não há mal nenhum, não é requisito para um deputado. saber alemão. Talvez seja requisito para um deputado saber...

Contra o que é que está a votar. Isso era acho que é um requisito mínimo. A bancada Luxega no Parlamento votou unanimemente contra a deslocação do Presidente da República à tal Burger Fest, em Berlim. A convite do presidente Alemão e André Ventura indignou-se à grande nas redes sociais com a deslocação de Marcelo à Alemanha.

Hoje eu vou estou contra, como é evidente, isto é uma bandalheira, mas sabem porque é que isto passa, sabem porque é coisas destas passam, porque vocês não sabem disto, vocês não se revoltam com isto porque não sabem. Então eu vou-vos dizer isto. O Parlamento aprovou hoje a ida do nosso Presidente da República. As nossas dispensas, as vossas dispensas, Alemanha a um festival de hambúrgueras. Agora digam-me, digam-me o quão ridículo isto é, o quão estúpido isto é.

Por uma vez podemos parafrasear André Ventura. Diga-me, Ricardo Araújo Pereira, o quão ridículo isto é, o quão estúpido isto é. É realmente bastante. É realmente bastante estúpido o facto dele ter retirado o vídeo. Significa que eu fiquei surpreendido com isso, porque não é a primeira vez que Ventura faz um vídeo indignadíssimo com uma coisa que não corresponde à realidade. Esta, de facto, também é a mentira.

Mas ele tirou. Ou seja, esta mentira foi involuntária. Foi mesmo estupidez. Foi ele a fazer figura de parvo. E depois, enfim, os jornalistas assinalaram isso, o que é o jornalicho? O jornalicho dá com muita atenção à política, que é o que faz o André Aventura. Como avaliar alguém que confunde cidadão com hambúrguer? Mas a questão é a seguinte: é.

Ele próprio diz: chega e votou contra, e é verdade. Aliás, no mesmo solução. E devem ter assessores que também leram a resolução. Não, mas para quê? Para que saber o que é que estamos a votar? Tu está lá escrito, a resolução não está em ele, não. Não, pois exatamente. Isto, eles votaram contra isto. No mesmo dia, na mesma votação, aliás, são votações seguidas, votaram contra esta, porque é para ir comer hambúrguer a um festival do hambúrguer.

E votaram a favor de uma ida a Nova York, do Presidente da República. onde também se comem bons hambúrgueres. É muito provável. Eles depois ele ficou toda irritadinha por os jornalistas estarem a assinalar que realmente era a coisa mais idiota do mundo. Esta indignação com uma coisa inexistente. Só que a questão é a seguinte.

Análise do Erro de Ventura

Aquilo para que os deputados do Chega votaram contra a tal Bürgerfest, em que Portugal é país convidado. Não sei se foram ver a nota que a Embaixada Alemã escreveu sobre isto. Portugal é país convidado. O foco vai ser sobretudo no interior do país, é chamar a atenção dos Alemãs para a nossa paisagem, produtos regionais, vai lá estar vinho, outros produtos regionais, promoção de produtos portugueses. ou chega a votar contra isto.

Toda irritadinha, o Ventura depois dá aquela entrevista. O esteu feminino acho que pode ser classificado como misógino. Achas que é misoginia? Não sei porquê. Mas eu gosto na mesma. Não por ser misoginia. Não. Mas só porque acho que é. É só por sua banha. Sua gigo, sim. Mas Uma pré-adolescente parece uma pré-adolescente que foi apanhada.

Ó Márcia, olha que o que tu disseste não é verdade, não me interessa, e aquilo que ele faz a seguir, confrontado com o facto de ser mentira, que aquilo seja um festival do hambúrguer, ele diz: não, mas não interessa. Porque o que está em causa é que o Presidente da República viaja demais. Ele viajou, ele fez 1550 viagens oficiais, visitas oficiais. Ora bem, mais uma vez, mais uma vez, o mandato presidencial dura 10 anos.

1550 viagens oficiais, 155 viagens por ano. O que dá uma média de viajar de dois em dois dias. Como as visitas oficiais normalmente duram dois ou mais dias? É impossível, para toda a gente percebe que é impossível que estes números sejam verdadeiros. Eu não sei se esta é uma daquelas mentiras também involuntárias, se é fruto também da estupidez e da incapacidade para, ou se desta vez é voluntária, se é uma daquelas em que ele vou mandar 1500 viagens.

Epá, há de haver quem angola isto. Mas não são cerca de 155. Acho que foi mesmo um tipo mais um zero. Ele acrescentou só um zero, qual é o problema? Mas é preocupante para quem trabalhou nos impostos. É um bocadinho essa maneira como mais um zero. Espero que não se tenha enganado alguns, mas sim.

Recrutamento Polémico no Chega

Optou por outra carreira. Vale a pena abrir um parênteses para referir a um outro caso da semana, à notícia de que um candidato chega em Aveiro, um bombeiro. Foi despedido por roubar com combustível do INEM. Já será acaso, Ricardo, para ver a militância nos chega como cadastro? Já tinha havido um outro caso de um. Υπότιτλοι AUTHORWAVE

Há o senhor que fortava malas no aeroporto. Há quem já esteja, são pessoas que têm mais conhecimentos de psicologia do que eu e que têm assinalado que é curioso que os temas. Que são mais caros ao Chega, são precisamente aqueles pelos quais. Vários militantes do Chega vão sendo apanhados. Se vê nos livros, exatamente, e portanto, algo que parece, uma coisa está relacionada com a outra. Vamos voltar à Burger Fest- o argumento de aventura de tudo isto acontecer à conta dos nossos impostos.

Chega: Ridículo vs. Ascensão

Pedro Meschias, os 60 deputados e os assessores, etc. Acho que aquilo foi uma coisa espontânea, aquele vídeo das duas, uma. Para quem é bacalhar basta, e portanto as pessoas não vão saber, não vão dar por isso, ou então ele realmente não leu, fez confusão, não sabia, e isso também é muito esquisito, porque quer dizer. Se ele con se ele confunde bjurger com burger. As palavras são diferentes, há palavras diferentes, há línguas diferentes, coisas que a gente sabe desde pequenino, não é?

Poderemos concluir que entre os 60 deputados do Chega, não há ninguém que fale, que tenha uma noção mínima de alemão. Mas, provavelmente, como ainda por cima que ele vinha em português. I may have to go back Na interpretação da língua portuguesa. Repare, um dos grandes problemas da aventura sempre foi um problema de recrutamento. Sempre foi.

Não, mas aqui ele recrutou-se a si próprio. Não tenho dúvidas. Achas que é ele que está a propagar os guiões dos seus próprios? Mas ele estava com os papéis e diz: Vou ter de olhar melhor para isto. Claro que não, não é? Aquilo tem uma equipa de assessores, pelo que eu percebo, ele inunda as redes sociais com aquele tipo de vídeos e, portanto, a assessoriado lhe entregue aquilo para as mãos, não me cheira que tenha sido Uventura a fazer isso.

Pode ter acontecido. Será o maior partido da oposição, o maior partido da oposição em termos parlamentares imune? Ao ridículo. Quer dizer, há uma triste ironia nisto, que é: este caso acontece por aí 24 horas antes de sair uma sondagem que em Portugal, pela primeira vez na história da nossa democracia. Dá um partido à frente que não é nem um PS nem o PST. Ou seja, esta sexta-feira sai uma sondagem, penso que é da Axiom. E que dá, quer dizer, é evidente que aquilo está dentro da 26, 25.

Sim, 26, 25, 23. 26 para o Chega, 25 para o PSD e 23 para o PS. É evidente que isto são números que estão dentro de uma margem de erro. Mas quer dizer, este simbolismo de ter de repente uma primeira página em que ele aparece em primeiro lugar, quer dizer, eu acho que ninguém estaria à espera disto, eu também não estava, não a esta velocidade.

Isto chega a um ponto tal que eu vi muitos comentadores, não muitos, mas alguns comentadores quase acharem que isto é uma espécie de conspiração, ou seja, que ele sabia perfeitamente que aquilo não era um festival de hambúrgueres, mas não interessa, porque o que interessa é que seja falado. Acho muito duvidoso porque este. Não, eu não compro essa tese. Acho claramente que ele fez a Snape porque aquilo é ridículo, a maneira como ele acaba, aquilo é muito fácil de ridicularizar. Com certeza.

E essa ridicularização, de qualquer forma, a ridicularização para mim é uma das formas mais eficazes de responder ao cheiro. Muito fácil, mas legítimo. Deixa-me só. Sim, sim, perfeitamente legítimo. E eu espero que estas sejam daquelas.

Flotilha de Gaza: Gestos Ilusórios

Que colem. Depois deste introito burlesco, vemos então à distribuição de pastas e a assuntos. como deve ser, com o João Miguel Tavares, a querer ser ministro da Flotilha, da chamada Flotilha. E com que espírito vê a navegação dos ativistas que se dirigem a Gaza, João Miguel? Com ventos de feição ou com risco de enjoo? Eu acho que é mais ventos de ilusão. É mais isso que me impressiona neste caso.

Δεν μπορεί να δημιουργηθεί να δημιουργηθεί να δημιουργηθεί να δημιουργηθεί να δημιουργηθεί να δημιουργηθεί να δημιουργηθεί να δημιουργηθεί να δημιουργηθεί να δημιουργηθεί να δημιουργηθεί να δημιουργηθεί να δημιουργηθεί να δημιουργηθεί. Os próprios promotores. Não, lá está. Eu acho que quem entra na agenda mediática são os promotores, não é Gaza. Gaza não precisava de entrar na agenda mediática porque já está aí.

Também foi uma viagem bastante inútil, que eles chegaram lá, deitaram umas florzinhas para o mar e vieram-se embora. Mas aí poderia-se dizer: bom, eles estão a chamar a atenção para um problema que é muito pouco mediatizado, como agora se eles fizessem uma flotilha em direção.

Ao sudão e iam ter dificuldades em lascar. Foi super mediatizado numa excelente entrevista que o Jorge Sampaio deu à CENI. Exatamente, onde nós percebemos que ele era um grande, grande presidente a falar em inglês. O problema era mesmo quando falava português. E, portanto, eu percebo isso, mas não é esse o caso. E aquilo que me faz, não é que me faz impressão, aquelas pessoas estão evidentemente bem intencionadas e portanto eu também não quero desmerecer isso.

Mas eu acho que há um equívoco grande que é não compreender o tempo que vivemos e já não estamos num tempo de gestos simbólicos. E não é bombardear Israel não é bombardear, mas é perceber que sim, que se chegarmos ao tempo, já não é das flores, mas é um tempo de armamento, não é certamente para Para Israel, mas este é também o tempo em que a Polónia foi invadida pelos drones.

Quer dizer, aqueles drones russos, aquele não pode ter sido por acaso, de repente 20 drones russos irem para o coração da Polónia.

Atenção em Gaza e Drones

As viagens que nós fazemos, seja com flotilhas, seja um barco para Timor, sejam flotilhas para Gaza. É um luxo de tempos de paz, e esse luxo terminou. Os ativistas dizem ter sido atacados por um drone ao largo da Tunísia. Devia a União Europeia Ricardo Aros Pereira ser mais clara. na defesa de uma missão pacífica. Como aquela? Possivelmente, uma vez que a Missão Pacífica é de um país, aliás, é de vários países, sim, exatamente, assim como por exemplo, eu paralelo com o Lositania Express.

Que a propósito não era um bar quando se serviam cafés. Não sei se o André Venturas estiver. É um bom paralelo, eu não tenho a certeza de que... A nossa época, seja pós.

Chamar a atenção sobre coisas, mas achas que havia falta de atenção? Não é isso que eles estão a fazer, não é? Eles não estão a chamar a atenção para nenhuma coisa. O facto de Continuar daquilo continuar, da quantidade de jornalistas que morreram lá, a quantidade de jornalistas que não conseguem entrar para reportar o que se passa.

Indica que toda a atenção que se chame sobre aquilo é bem-vinda. E, portanto, se eu acho que o paralelo com a Lusitania Expresso, se o Lusitania Expresso fosse atacado, isso também. Acho que teria de haver consequências sobre isso. Alguém teria de se pronunciar sobre o assunto, não é? Pensava que vinha aí alguma adversativa. Não, não, não. Em relação a esta coisa do drone na Tunésia, ainda subsistem dúvidas porque as autoridades tunzinas não.

Uh Não corroboram as cadeiras, os drones, pois aquelas imagens que ele também não parece que tenha sido um flare. De tirar do bairro, aquilo lá as imagens são mesmo esquisitas. Como é que entende Pedro Mexia a presença da líder do Bloco de Esquerda?

Ativismo de Mariana Mortágua

Em período pré-eleitoral nesta viagem que pretende chegar a Gaza Pois essa que eu acho que é a pergunta mais interessante a fazer sobre a participação de de Mariana Mortágua porque eu penso que as pessoas que estão a seguir a flotilha Não dizem assim, quem é aquela miúda ao lado da Mariana Mortágua? Porque é a Greta Thunberg, que é evidentemente a estrela da companhia.

Eu já disse isto aqui, acho normal as pessoas fazerem manifestações por terra marear, não exatamente para trazer Gaza para a discussão mediática, porque ela já está, aliás. Nunca Israel perdeu tantos defensores no Ocidente como agora. Acho bizarro que um partido que ficou reduzido a um deputado, a uma deputada no caso. que é presidente do partido e que é a própria Mortágua. Em tempo de pré-campanha para as autárquicas e a seguir vai começar a corrida para as presidenciais.

Ser ativista num tema em que primeiro. Não arrisca nada, quer dizer, aquilo é irrelevante, sobretudo com peixe com Israel que está nas tintas. Quem dissesse que é uma vez que ela é deputada, que dá um peso. Institucional maior. Sim, é uma deputada do parlamento português, quer dizer. Isso é mais ou menos um pouco como a história da When the President of the Republic critics, I don't want to say what the Portuguese do or do in the world has a member of a party with a deputy.

e este deputado se ausentasse para mas que não tem nada a ver diretamente

Escalada no Conflito Médio Oriente

Com os problemas que este ano vão estar em discussão a nível local e depois a nível nacional, é bizarro. Entretanto, só uma frase para a situação no Médio Oriente que se continua a agravar, em que medida é que o ataque israelita a líderes do Hamas no Qatar. Torna um acordo de paz agora ainda mais improvável. Eu, ao contrário de, aliás, como disse, todas as vezes que falámos neste assunto, qualquer

Que propositadamente ou por arrastão, por arrasto, mate civis, é um ataque inaceitável. Qualquer ataque. Que tenha como alvo dirigentes do Hamas ou membros do AMAS, membros ativos na Nas decisões, nomeadamente da ordem tucorista, é legítimo. Mas num país que é até agora do eixo da negociação. una posizione sempre molto ambigua. Acontece, acontece. Atacar num país que tem sido mediador para já atacá-lo noutro país, que é onde eles estão, ok, mas atacar num país que é mediador.

And a possible hipotética resolution, not sort of violent directly international, is de uma incisa tesis and fact why Israel está. De cabeça perdida, já está a tirar embaixadores de todos os agora vai atirou o embaixador da Irlanda, porque por causa das posições da Irlanda sobre. Sobre a Palestina e sobre o Gás, enfim. Entregamos ao João Miguel Tavares a pasta de ministro da Flotilha. Quanto ao Ricardo Araújo Pereira quer ser desta vez ministro do cartelo e quem são?

Escândalo do Cartel Bancário

Os protagonistas do conluio, Ricardo, é um conjunto de bancos de uma multa de mais de 200 milhões de euros, 225 milhões, para ser exato, a que 11 bancos escaparam. Condenados por infringirem as regras da concorrência, terão conseguido demonstrar que estavam a ser injustamente multados? Não, não conseguiram, até porque não estavam a ser injustamente multados. Nós todos concordamos que tem de haver regras, não pode ser uma selvageria.

E portanto, enfim, temos que pandalheiros, temos de cortar as unhas à mão invisível, que é para ela não arranhar. E há, e há regras. O que é que acontece? Há aqui uma cidade. Acho que o Adam Smith não se tinha lembrado disso. Não, não, mas estava lá no capítulo 24. Exatamente. Fazer a manícula da mão invisível. Em princípio, toda a gente concorda com isto.

Mesmo o liberal, quer dizer, há uns que não, que até acham que se deve privatizar o ar pelos rios, mas há uns que até há liberais que dizem que claro, tem de haver um mínimo de regras, depois a diferença é Quantas são mais menos. A questão é a seguinte. Juntam-se aqui um conjunto de bancos. O procedimento é o seguinte: em primeiro lugar, tenta-se, através de influência política, etc., evitar que haja multas.

Para punir coisas que a gente quer fazer e que não devem ser feitas para regular o mercado. Se não conseguimos evitar que haja multas, contestar a multa. Não, eu não devo pagar essa multa. Se já não é possível contestar a multa porque ela é obviamente correta. Contestar o prazo da multa. E foi isso que aconteceu. Portanto, foi esta multa existe, ou seja, a regra que aplica a multa existe. A multa é justa, mas passou demasiado tempo por causa de manobras de enganhar e tal. Eu proponho o seguinte.

São 225 milhões de euros que deixam de entrar nos cofres do Estado e que era justo que entrassem porque eles transgrediram os caras. Durante uma década andaram a conliar-se. Exato. Prejudicando os crianças. Sim, em cartel, curioso nome. Em cartel. Eu propunho ao seguinte: a obrigatoriedade. A obrigatoriedade é a minha proposta, de estas administrações dos bancos. Terem sempre um cigarro.

Não é por questões de diversidade. É só para termos a garantia de que certos partidos falavam disto. Diziam, olha que escândalo! Então não é que os bancos andaram conluiados durante uma década. E foram multados em 225 milhões, e aí diriam: andamos a roubar e só pode ser o cigano- só pode ser o cigano, e portanto era isso que eu exigi. É uma regra nova.

Portanto, estava à administração, tem o CEO, tem o vice-presidente, tem o Vogal e tem o Cigano. Como é que vê estes subterfúgios legais e o facto de No Parlamento, ¿te ha sido dada poca relevancia a este assunto, Pedro Mechia?

Legislador, Bancos e Responsabilidade

Pois, em relação à segunda pergunta, ou não percebo ou não quero perceber, porque acho assustador que se. discuta tanta ninharia no Parlamento e uma coisa tão grave como essa tenha passado. Agora, o que nós sabemos... que houve um conluio para Na questão dos spreads, etc., portanto, uma comunicação entre os bancos para ajustar. Agora, mas não é só a questão da passagem do tempo ou da prescrição, porque a prescrição existe para a maioria dos crimes e BPs também.

O que aparentemente acontece, e isso também tem a ver com a atividade legislativa, é que a transposição da Diretiva Europeia sobre esta matéria. Foi mal feita e teve algumas lacunas that permitiram que, segundo a lei portuguesa, e isso já é uma, portanto, o legislador quer o legislador que faz as leis, quer os deputados que as discutem e as contestam.

Têm uma responsabilidade ainda maior do que os próprios bancos, porque foram eleitos por nós, e não fomos nós que elegemos os banqueiros, mas fomos nós que elegemos os deputados. Estamos perante uma tramóia, João Miguel Tavares, ou perante insuficiências do sistema. Pedro Mexia estava a sugerir. Eu acho que aqui o sistema há uma parte dele que estava interessado em cobrar aquele dinheiro e acho que outra parte do sistema não estava muito interessada.

E o que não é caso único, não relembra-se mesmo da EDP quando se trata de tentar que o emida as barragens. Seja pago, também não tem acontecido e tem sido uma dificuldade em nome. O CS e o PCP é que apresentaram iniciativas parlamentares para. O cigano na EDP. Trazer isto para a ribalte. Mas é que o que é que eu acho que aqui se passa? O que eu acho que se passa é que estes setores desde 2011.

Também são alvo de uma medida que, 15 anos ou 14 anos depois, já me parece altamente injusta, que é o chamado contributo extraordinário do setor bancário. Continuam a ser cobrados e continuam a fazer parte do Orçamento de Estado. E então isso tem um lado que dá-me ideia que os políticos olham para a EDP, para o setor energético ou para o setor bancário, como eles agora estão no coito, que é.

Como na verdade eles todos estão a podem estar no coito. Não, há gente e não tem tempo para ler as diretivas. Há gente que acha que eles estão no coito connosco. E então, vocês continuam-nos a ajudar com este contributo extraordinário ano após ano e esta coisa, esqueçam lá. Eu não vou fazer nada para cobrar aqueles 225 milhões. Dá-me ideia que. Pode ser esse o estado de espírito. Não é um bom método. Não é, não é um bom método. O cartão escreve, fica então ministro do cartel.

Violência Política nos EUA

E é vez do Pedro Mexia se tornar ministro da violência, por causa do assassinato de um apoio de Trump, ou por mais do que isso, Pedro Mexia? Por causa de uma tentativa. Sucessiva, uma série de atentados, uns com vítimas, outros Na forma tentada, houve um senhor que tentou que invadiu a casa da Nancy Pelosi há uns times ando e levou várias marteladas. De uma empresa de seguros, exatamente.

Por causa do caos na saúde nos Estados Unidos. Então porquê é que este caso de Charles Catar. E houve o próprio Trump que levou aquele. Porquê é que este está a levantar maior fervor? Este está a levantar maior fervor por duas razões. Eu devo dizer que não conhecia este senhor. Percebi que ela era uma figura. Não, mas só para as pessoas os meus filhos conheciam, por exemplo, e eles não acompanham assim com uma.

E isso mostra o impacto que tem realmente numa outra faixa. Há, aliás, uma ironia trágica que ele está a responder a perguntas sobre homicídios no momento em que leva o tiro. O facto de ele ter tanto impacto entre a juventude, pelo menos entre a juventude pró-Trump, significa que a ideia de lhe terem respondido, entre aspas, assassinando... Pode começar a ser visto pelos americanos e até pelos americanos jovens como tendo uma atitude normal. Há uma porcentagem de 30 e tal por cento.

De jovens universitários americanos que acham que a violência é aceitável em certas questões. a cidadán, a violência do monopólio policial, até porque, enfim, sabemos que a polícia americana também tem os seus... Os seus esqueletos no armário. E eu acho que passámos, como alguém dizia, passámos das guerras culturais às guerras armadas que foram. Digamos, agravadas pelo facto do Trump ter feito uma declaração. Dizendo, lembrando todos os casos. em que as vítimas foram republicanas.

Que é uma forma de péssima de gerir, a violência é condenável. Sempre não há nenhuma razão que justo para já o homicídio é crime, mas mesmo além disso. Não há nenhuma razão que os teus mortos são melhores, os meus mortos são melhores do que os teus. Tu és um assassino, o outro foi por justa causa. Muitas pessoas disseram que o Manjoni foi por justa causa, porque o sistema e não sei o que mais. O sistema é horrível, mas Se nós passamos para o estário em que matar é uma é uma.

Atitude normal e aceitável, então é a democracia que vai. A polícia já encontrou a arma, mas ainda não encontrou o assassino, pelo menos até à hora que estamos a gravar. O que é que os primeiros indícios revelam-se a entender? João Miguel Tavares.

Ódio e Consequências na Democracia

Os primeiros indícios revelam que a violência política nos Estados Unidos está a recuar 60 anos e estamos outra vez na década de 60 com gente abatida. E repaga, gente daqui da... e há por snipers, ou seja, tudo aquilo exige um planimento, aquilo foi um tiro a quase 200 metros em cima de um telhado, quer dizer, já estamos em Daulas, na década de 60.

Isso, é evidente que é algo brutalmente preocupante e é muito engraçado. Não é muito engraçado, não tem graça nenhuma. Quando nós andávamos aqui a falar e tal formiguinhas chatas, todos nós aqui, especialmente aquele senhor, especialmente dedicada a este tema como a questão da liberdade de expressão e que muitas vezes isso era desvalorizado.

Mas, na verdade, na base disto tudo está a incapacidade que nós passamos a ter de não respeitar as ideias de pessoas que nós achamos que estão a dizer coisas horríveis com as quais nós não concordamos. E é verdade que essas pessoas estão com frequência a dizer coisas horríveis, mas também é verdade que uma democracia tem que ser capaz de suportar as coisas horríveis. Quando não são capazes de suportar, desatam todos ostigos uns com os outros. Not skished way.

アデガイク que até pode ter tido alguma responsabilidade no acréscimo de violência verbal. Mas acontece também muito à esquerda que é verbal. O Capital e não foi só verbal. Sim, o Capital não foi só verbal. Não, não, e houve violências também, então houve já senadores democratas baleados e tudo isso. Não é esse o ponto. Eu estou a falar antes deste tipo de violência de haver um acréscimo de violência verbal.

Que de repente aparece mais à direita, com os trampos, com os Bolsonaros, como se vê em Portugal, com André Ventura. O tom da extrema-esquerda não é igual ao tom da extrema-direita neste momento. Mas as coisas que fazem e o amor à falta da liberdade é igual. E nós não podemos continuar a achar que só porque os senhores estão bem intencionados podem. Andar aqui a silenciar pessoas, e o que acontece é que esse discurso de ódio existe dos dois lados e, como está a haver o sniper.

Estes senhores ninguém sabe se é mais um maluco. Aparentemente aquele que atirou no Trump era mais maluco do que outra coisa. Tinha uma lista de outras pessoas. Nós aqui não sabemos. Agora é um atentado muito específico contra alguém muito específico, é que não é o Trump. Portanto, é muito difícil. Eu acho que só por milagre é que este assassinato não foi um assassinato claramente motivado por razões políticas.

Isso é terrível. Deixa-me só dizer que convém lembrar que a matança no Ruanda começou ou foi muito incentivada por emissões radiofónicas com linguagem de ódio. Portanto, o ódio no discurso. Tem consequência, ou quer dizer, há uma dimensão de dizer de liberdade de expressão e há uma. a dimensão de incentivo à violência. O What about Isam de Ricardo Arujo Pereira, para usar aquela expressão que agora entrou no léxico, recordar neste contexto.

Por exemplo, o assassinato em junho da Presidente da Câmara de Representantes do Minnesota, a Democrata Melissa Hotman, dela do marido e do cão. Exato, sim, essa história do autobautismo é que de repente é, não, o autobautismo é ilegítimo, é imoral até. Nem sempre assinalar que há um duplo critério, que há um duplo padrão. Nem sempre é uma coisa ilegítima, antes pelo contrário. E portanto é óbvio que isto é ainda por cima a este caso concreto.

Toda a gente já viu as imagens. Uma das diferenças deste caso concreto para os outros é que este tem um documento. A circular, mas a gente percebe que há um crescimento de violência política nos Estados Unidos. E chegamos a este ponto em que, num debate numa universidade do Utah, Este tipo leva um tiro disparado a uns 200 metros de distância. Há esses casos. E há vários outros casos de violência política em que o 6 de janeiro, por exemplo, é um.

É uma boa, é um emblema trágico. Eu tenho visto muita gente a propor reflexões. Sobre a utilização da violência em luta relativamente àquilo que nós consideramos correto. Eu compreendo isso quando estamos em ditaduras e tal. Nós nós vivemos em democracia. A utilização da violência em democracias costumava ser condenada por toda a gente.

Não estou a perceber como é que de repente estamos a refletir sobre essas possibilidades. O Pedro Mexia fica assim ministro da Violência e estão a entregues as pastas ministeriais. Por esta semana, a altura para sabermos, e temos de acelerar porque é que o João Miguel Tavares se declara.

Carlos Moedas e Elevador Glória

Sicário, quem é o alvo, João Miguel? Bom, parece-se que o Alvo, neste caso, isto é uma expressão de Carlos Moedas, e o Alvo eram os socialistas. A palavra foi usada por Carlos Moedas numa entrevista à SIC, que deu o que falar. O presidente da Câmara de Lisboa conseguiu explicar-se, não sei o entender, ou tornou-se. A sua situação política mais vulnerável na sequência. daquilo que aconteceu com o elevador da glória. A entrevista de Sic do Carlos Moedas para mim é incompreensível.

Para quem se andava tanto a queixar de aproveitamento político, ele politizou o caso de uma forma que ainda não tinha sido politizado. Talvez ainda viesse a ser, mas até àquele momento não estava daquela forma. E, portanto, ele elevou imensa fasquia e de uma maneira que me pareceu incompreensível. A expressão sicários não tem pés nem cabeça, eu não consigo perceber o que é que ele ganha com aquilo, portanto a conclusão que eu tiro é se calhar que as moedas têm que saber gerir melhor.

Estas situações de pressão, porque parece não saber lidar com ela. Que reflexões é que lhe ocorrem a respeito da ideia de responsabilidade política, Ricardo Aros Pereira, em particular tendo em conta o paralelismo que o próprio Carlos Moedas estabeleceu com o falecido Jorge Coelho?

que se demitiu na sequência da queda do ponto entre os rios. Sim, e resta saber, quando o Carlos Moedas aponta o exemplo de Jorge Coelho como admirável, e é, Mas ele acrescentou ali um pormenor, que era no mínimo, é duvidoso, porque ele diz que o Jorge Coelho sabia. A questão é o que é que isso significa. Ou seja, há documentos que provam que ele sabia que o pavimento daquela ponte estava degradado. Que a estrutura, ou seja, pretender como ao que parece, alguém pretende.

Que o presidente da Câmara Paulo Teixeira, acho que eu, o presidente da Câmara da Altura, sabia que a ponte estava em risco de ruir. informou o Ministério disso. Significa que há variadíssimos, variadíssimos responsáveis, incluindo uma pessoa que seja autárca de um sítio e detecta esta ponte que faz parte do meu.

Da minha autarquia está em risco de ruir. O que é que eu hei de fazer? Nada, continuem, força. A justificação dele na altura, eu lembro-me disso, a justificação foi: bom, reparo, é crime um autarque a fechar uma estrada nacional ou uma ponte nacional. Certo, mas não haverá se nós temos consciência que uma ponte está em risco de ruir. Uh

É isso, pernas e não. Mas a questão é sobre agora, sobre Carlos Moedas, sobre a situação. A questão de agora implica saber o que é que Jorge Coelho sabia na altura, porque o que moedas insinua é que o Jorge Coelho sabia. Que a ponte estava em risco de ruir e é por isso que se demitiu. Neste contexto, com que expectativa antever Pedro Mexia o debate da próxima segunda-feira na SICA entre Carlos Moedas e Alexandra Leitão?

Responsabilidade Política e Debate

Com alguma preocupação, porque, por um lado, acho que este caso vai totalmente inquinar o debate autárquico. há um balanço do Carlos Moedas Os ingleses têm aquela expressão que é o Fairweather Friends, que são os amigos dos tempos bons. Nos tempos normais, o Carlos Moedas é bastante melhor do que nos momentos de crise.

E nos momentos de crise tende um pouco a perder aquela compostura. Sicários é uma palavra que não faz sentido nenhum. A questão de Jorge Coelha, não sei que ele tenha informações concretas. Ele considero sim.

Só tem interesse por uma razão, porque é sobre a responsabilidade objetiva. Isso é uma question. Eu, por exemplo, acho que Jorge Coelho que eu Tanto quanto eu sabia até agora, não tinha informações nenhumas, pelo menos sobre o risco da ponte cair, independentemente se está degradada ou não sei o que mais, eu acho que ele fez mal em admitir-se, no sentido em que foi bonito.

Mas não foi. Mas há teorias da conspiração sobre as razões que ele se demitiu. Não vou agora falar nisso. Mas antes vejo um debate. Agressivo. Estás conhecido porque é que o João Miguel Tavares se declara sicário. O Ricardo Aros Pereira diz sentir-se apostador e o que é que está disposto a apostar, Ricardo?

Aposta Insólita em Coimbra

Não, Carlos, nada. Eu ainda preciso matando em conta o que se passou. Quer falar de um insólito caso em Coimbra? Vou só resumi-lo. Uma vereadora da Câmara de Coimbra, vereadora socialista, admitiu-se. E depois desmitiu-se, na sequência de uma aposta com o presidente da autarquia. O que é que reteve de fundamental?

Neste episódio. Retive que o debate político aqui, porque o gostava em causa era o senhor presidente da Câmara disse isto, e ele disse: Não disse, não, senhor. Aeta, se não disse. Aliás, acho que é ele que propõe. Se eu tiver dito, demite. Se eu não tiver dito, demite-se a senhora, o que é que acha disso? Então está bem, foi apostar a um...

E a senhora perdeu. Era sobre a cobertura de transportes públicos. Exato. Um disse que chegava a todas as fregueszias, a outra dizia que não chegava. Exato. Mas sabes que a aposta foi a segunda hipótese. A primeira era um dólitá. Era um dólitá. Eu proponho o seguinte: na Câmara de Coimbra. Passar a haver uma roleta, dados que é para as decisões serem se sair o 33 vermelho. Vamos fazer isto. Se não sair, sair preto, a vegadora depois voltou atrás. Voltou e entretanto já se desmitiu.

Në në në në në në në në në në në në në në në në në në Porque apostou o seu cargo do ponto de vista da honra do apostador. Não sei, se calhar nunca mais fazem apostas com ele. Já sabemos porque é que o Ricardo Aroz Pereira se apresenta como um apostador. Agora vamos tentar perceber porque é que o Pedro Messi.

Livros: Socratismo e Cultura

Se declara socrático relativamente ao Sócrates de Atenas ou ao Sócrates da Ericeira? Eu não trago muito a filosofia grega para este programa, acho que nem sou competente para isso. Absolutamente desmesurada, negando tudo, atacando tudo, utilizando todo o tipo de linguagem. Então eu comecei a ouvir o que as pessoas ao meu lado diziam sobre.

O Sócrat dizia, está a perder a cabeça, porque é que ele insiste tanto, isto só anda a empatar, porque é que ele não admite. Vamos lá acabar com esta comédia, que é o que os meus amigos dizem sobre a minha vida amorosa. E portanto reconhecendo-me, Socrates. Socrático, Pedro Besia. Está na altura dos livros.

E esta semana eu trago um livro que passou despercebido quando foi publicado originalmente e que viria mais tarde a tornar-se uma peça influente em termos políticos. É um ensaio breve da autoria do norte-americano Henry David Thoreau. Intitulado Desobediência Civil, embora a experiência, embora a expressão desobediência civil nunca seja usada no texto, O autor escreveu na sequência de uma passagem pela prisão em 1846, século XIX ainda.

Por se ter recusado a pagar uma taxa que não aceitava como válida. Desobediência civil influenciou movimentos anarquistas, movimentos ecologistas. e a determinação pacifista de figuras como Mahatma Gandhi ou Martin Luther King. Em certo sentido, como explica no posfácio o tradutor e antigo jornalista João Carlos Silva, estamos perante um brevíssimo ensaio.

Que estabelece os princípios da ideia de que a submissão a uma lei injusta pode ser em si mesma criminosa. Como se lê no pusfácio, torna-se então um dever desobedecer-lhe e mostrar aos outros que isso é um dever. O João Miguel Tavares sugere... O que é que ele te sugere? Ah, não, cruza, cruza, neurociência, consciência política. Exatamente, não só cruzo a esta autora chamada Lior, Lior Zmigrod.

Espero que seja assim que se leia. Ela é Americana andou. Estudou a Harvard, Stanford, Cambridge, passou por Paris, por Berlin, anda das grandes cabeças. Na sua área, que é essa área que realmente cruza as neurociências e depois vai ver. Espera esta coisa da ideologia. Será que tem um reflexo biológico? E ela diz que sim, ou seja, Diz que aquilo em que acreditamos reflete-se na nossa biologia.

E portanto é essa análise, com base também em experiências científicas, essa tese que ela desenvolve neste livro, que não pode ser mais adequado aos tempos que nós vivemos, e a sua tentativa é que nós. Nos aproximamos daquilo que eles chamam um cérebro antiideológico. O António Damasio diz aqui na capa que o livro é obrigatório, portanto deve ser verdade.

O Pedro Mexia traz feminismo do século XIX. Sim, é um feminismo curioso. É um livro da Edith Orton, que acaba de cair. Caiu, mas é um garra Edith que é a autora de um livro que as pessoas. acho que não conhece o livro, conhece certamente o filme A Idade da Inocência.

with this book she was the first woman to win a Pulitzer Prize in 1913 and also has another book called A Casa da Felicidade, also quite known, and a great novel called Ethan Fromm. This book is called Os Costumes do País and it's a book De facto é um livro feminista no sentido em que mostra como, nomeadamente, o casamento e outras convenções.

são de certa forma opressivas, interesseiras, vivem de ocultas aparências, etc. Só que a vítima desse mundo, a protagonista que se chama Undine Sprague, Uh um Não é a grande espingarda. Ou seja, é uma personagem bastante arrevista e bastante negativa. E, portanto, ela faz este paradoxo interessante de denunciar um mundo que é o mundo da alta burguesia e da aristocracia que ela conhecia.

Através de uma personagem com quem nós não simpatizamos todo, e isso é um achado. O Ricardo Aros Pereira propõe Um regresso às origens da língua num livro com um título bastante curioso. Exato, chama-se Latinha em Pó, é de Caetano Galindo, um linguista brasileiro e tradutor. Também traduziu o Joyce, o Lisse. para para português do Brasil e o David Foster Wallace também. Este livro é isso, é uma viagem às origens da língua: saber de que latim somos herdeiros, porque é diferente de ser.

Colonizado pelos romanos num século ou noutro, e por isso o latim que eles falam é diferente, daí algumas Alterações, também de que outras influências tivemos e, por exemplo, coisas fascinantes, como o facto de, a certa altura, o latim, este latim de que nós somos herdeiros, estava, como sabemos. E de repente, ao que parece, há uma influência, isto é só um. موس بوش Há uma influência dos sueves. Aí, ao que parece, os suevos são um povo que tem horror a palavras em que duas vogais iguais.

Com uma consoante no meio, eles não gostam disso, e é por isso que não gostam, porque cada um tem os seus gostos. Há bárbaras muito picuinhas. Provavelmente é por causa destes bárbaros que os espanhóis dizem color. E dolor, e os italianos dizem colora e dolora, e os franceses dizem dolor e couleur, e nós dizemos cor. Tiramos aquela, tiramos, dizemos cor e dizemos dor, embora digamos doloroso e colorido. And provavelmente is por causa des barbaros who disser dolor, tira, tira, fica só dormindo.

Mas com certeza. Não tinha que ser um taganador logo. Esquentador. Aprenda-se muito neste programa. Está concluída mais uma reunião semanal, dois ou oito dias, à mesma hora, os mesmos de sempre. Também em podcast, Pedro Mexia, João Miguel Tavares e Ricardo Rousco. Sicnotícias.pt As notícias na hora e os grandes temas que marcam a atualidade. Informação é em primeiro lugar no site internet. os programas, as reportagens, os espaços de opinião. Sicnotícias.p

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