Esta semana Pedro Mexia sente-se IP, Ricardo Arujo Pereira diz que está a pedi-las e João Miguel Tavares, desta vez à distância, apresenta-se como consultor externo. Está reunido o programa cujos nome estamos legalmente impedidos de dizer. なトヨタ Declaramos otimistas em relação ao ano. Porque sabemos que já o... Są projektos Um Toyota é uma árvore que já plantou mais de 200 mil árvores em florestas portuguesas. Conheça os projetos Toyota que estão a fazer mover o mundo em Toyota.pt.
Ora Viva, sejam bem-vindos no final de uma semana em que o Ministro da Educação se viu envolvido numa polémica por declarações que diz terem sido descontextualizadas, a semana em que o Tribunal Constitucional chumbou a lei da nacionalidade. E a semana em que o Ministério Público deu por encerrado judicialmente o caso Spinum Viva. É por aqui que começamos, ainda antes da distribuição de pastas, e com o Ricardo Araújo Pereira para avaliar o que é que se passou aqui.
A generosidade do Pai Natal para com o Primeiro-Ministro pareceu-lhe. Boa, interessante, eu achei ótima, quer dizer, ótima para o primeiro-ministro. Ele depois fez uma comunicação muito rabugenta. parece-me que é É mal agradecido. O Procurador-Geral da República tinha dito que talvez houvesse uma prenda, daí a expressão que toda a gente tem usado, uma prenda antes do Natal, neste caso, mas o Primeiro-Ministro.
Lá está, não pareceu agradecido ao Ministério Público, bem pelo contrário, parecem justificados os ataques de Luís Montenegro, quer à imprensa, quer à justiça, Ricardo. Carlos, se os ataques de Luís Montenegro à imprensa e à justiça são justificados. Yo estoy ansioso. Pela comunicação ao país de António Costa, quando for arquivado o processo por causa do qual um governo de maioria absoluta acabou e do qual também não sabemos nada até agora. Pode ser que haja uma prenda de.
Do Natal do ano que vem, ou assim. Mas eu gostava muito. Portanto, neste processo, neste caso concreto, este processo que acaba de ser arquivado, valeu ao Primeiro Ministro. Ele conseguir afastar a direção do PS. Anterior, que aliás levou um banho tático. De Luís Montenegro e Hugo Soares, uma coisa relativamente humilhante, uma pessoa levar um banho tático político de Hugo Soares, a direção do PS e os seus conselheiros, os seus sabichões conselheiros. E portanto ele ainda se queixa.
É o que eu digo. E viu reforçada a sua posição. Porque houve eleições. E quer dizer, não foi só ele que viu reforçada a sua posição política. Mas atenção, porque o Chega. Ainda vai, eu lembro-me do chega a dizer, não, nós não ainda vamos fazer aqui uma comissão parlamentar de inquérito isto da Pinum Viva. Como é que avalia a reação de Montenegro nesta declaração à hora dos telejornais? Declaração ao país solene, Pedro Mexia, sem direita a perguntas. Sim.
Well, the essential of the communication of the Prime Minister for me was the fact of having said que se tratou de uma investigação, ele não utilizou esta expressão, sobre um assunto relativamente banal e que foi tratado de uma forma criminal. Bom, sobre essa... Declaração: há duas coisas a dizer. Por um lado, isso é verdade, no sentido em que, o caso, tendo em conta a panóplia de casos que nós conhecemos.
Não é o mais grave do mundo, a não ser que se provasse que ele, enquanto ministro, recebia uma avença, isso sim, naturalmente, mas o resto são aquelas coisas normais. Normais, enfim, não recomendáveis, mas normais do imobiliário, etc., o que aconteceu foi uma coisa de outra natureza, e essa a Luiz Montenegro fugiu sempre, que é porque é que o caso ganhou.
uma amplitude tão grande porque ele não explicou porque ele entregou papéis aos bocadinhos se, quando o caso surgiu ele tivesse sido completa e imediatamente transparente em vez de aparecer com um dossiê supostamente definitivo, que afinal não esclareceu nem metade. Electricity.
Que deixou apenas o prédio rústico? Ou seja, quem deixou volumar o caso e de facto o tornou quase criminal, foi o Prime-Ministro, foi Luís Montenegro. Em segundo lugar, Existiu não no Primeiro-Ministro mas em algumas reações de contentamento com o arquivamento, com o facto de houve algumas pessoas que disseram que os portugueses já tinham decidido isso em eleições. Os portugueses não decidem nada da ordem judicial em eleições. Isso é um erro.
Colossal e perigoso. Compreendeu que Amadeu Guerra, o Procurador-Geral da República, tivesse pedido excusa de participar na decisão? Eu compreendia que ele tivesse pedido excusa de ser PGR, como falámos aqui já na acho que foi na semana passada. Porque ele já estava no gozo de Mercido de descanso e ele não está propriamente. com um entusiasmo vocacional para esta para esta missão e portanto sim, entendi dá sentido
O responsável máximo pela posição pedir excusa porque o criticam. Quer dizer, a explicação é que ele sente-se criticado e, portanto, não quer neste caso. Isso tem que ser criticado. Non, io stavo a dire che è normale non avere che essere il procuratore-gerale della Repubblica a assumire direttamente la investigazione, eccetera.
Ser por ser criticado, isso de facto é um mau argumento, porque todas as figuras públicas são criticadas, e se ele diz não aguento este cargo porque dizem mal de mim, isso é o mesmo que. Pessoas que fazem comentários na televisão, políticos ou estrelas de televisão, ou jogadores de futebol. Se não aguentam que digam mal deles ou delas, então façam outra coisa. O caso Spinum Viva, João Miguel Tavares, pode dar-se por encerrado, ou ainda subsistem pontas soltas e dúvidas por esclarecer?
Não, a Cinum Viva continua viva, não passou a Spinum morta, embora, evidentemente muito peso tenha saído das costas de Luís Montenegro. Agora, convém não misturar desde logo os planos, porque o problema da SPIN não viva, o problema original nunca foi propriamente uma questão criminal. É, sobretudo, uma questão ética, e as questões éticas também não são lavadas porque um Procurador Geral da República mandou arquivar o caso.
A questão ética permanece. É evidente que Luís Montenegro se manteve num escandaloso conflito de interesses enquanto era primeiro-ministro e tinha uma empresa familiar que andava a receber as venças privadas. De empresas que ainda por cima têm interesses diretos em relação ao Estado, como é o caso Bissol Verde. Isso não apaga, não é? Isso não apaga. E por outro lado, realmente Luís Montenegro é pobre e mal agradecido.
Porque esta figura deste inquérito, desta averiguação preventiva, é evidentemente um favor que lhe foi feito. Porque, noutra altura, isto seria um inquérito criminal.
e um encargo criminal tinha um outro peso. Eu, quando lhe estou a dizer que foi um favor que lhe foi feito, não estou até necessariamente a dizer que é um benefício específico deste Primeiro-Ministro que outros não teriam oportunidade. Porque eu acho que isto vem precisamente naquilo... O Ricardo já o referiu naquilo que foi a tragédia do afastamento de António Costa.
Eu acho que António Costa não vai festijar tanto quanto Luís Montenegro, com diretos atrás, cheios de bandeiras nacionais e bandeiras da União Europeia para um caso que, evidentemente, era do foro privado. António Costa não vai fazer isso porque António Costa, na verdade, teve o que queria. Foi pisgar-se daqui para fora e ir para bruxelas e portanto saiu de uma prenda e aquilo deu-lhe jeito.
Agora, para o Partido Socialista certamente não deu jeito, mas depois dessa tragédia, o que se passa é que o Ministério Público ficou com receio que abrisse um novo inquérito criminal que não sabia se tinha pernas para andar e mais um Primeiro-Ministro se fosse. Demitir, não é? Com o preço, tudo isso acarreta. E nesse sentido inventou esta averiguação preventiva que não foi criada para casos como esses, e agora arquivo-a.
E nós todos, enquanto cidadãos, acreditamos genuinamente que o Ministério Público fez o seu trabalho e que Luís Montenegro, embora não se fosse obrigado a isso, apresentou realmente todos os elementos e todas as faturas. Da empresa e porque é que nós todos temos que acreditar com muita fé. Porque nenhum de nós vai ter acesso ao processo, nenhum de nós vai poder saber se aquilo foi bem ou mal feito. Porque há averiguação.
foi arquivada e os jornalistas não vão ter acesso a ela, portanto não existe sequer um escrutínio de uma decisão do Ministério Público. O que também não é a melhor maneira de proceder num caso como este e mais uma vez faz lembrar. Procuradores Gerais da República e Presidentes dos Supremos Tribunais de Justiça, entre eles resolveram arquivar e até tesourar processos, e nós nunca ficámos a saber o que é que realmente aconteceu.
Subsiste então, para quem o entender, a questão ética, a judicial está resolvida. Vamos então à distribuição de pastas. Depois de entrega, prenda. E agora com o Pedro Mexia a querer ser ministro do chumbo e parece-lhe chumbo grosso ou um contratempo para o Governo, Pedro Mexia?
É chumoroso, sim é mais do que um contratempo e é muito bem feito. Estamos a falar da decisão do Tribunal Constitucional, considerando inconstitucionais cinco normas da lei da nacionalidade aprovada à direita pelo Parlamento. Quem é para si o principal derrotado neste processo? Deixa-me fazer um brevíssimo historial para perceber porque é que isto aconteceu. Isto aconteceu porque o Primeiro-Ministro. Um
E podia-se dizer, bom, há muitos pontos em contacto com o Chega, que são pontos de vista de direita conservadora e liberal, em termos de impostos, em termos de outras matérias, em que se podia achar. Não, o Primeiro-Ministro correu. para entender-se com o Chega em matéria de imigração e nacionalidade, ainda por cima ligando-as. E tendo algumas normas de Obviamente inconstitucionais, e nomeadamente a questão da perda de nacionalidade que supõe que.
A nacionalidade que alguém adquire, que um estrangeiro adquire a nacionalidade portuguesa neste caso, ao contrário da nacionalidade portuguesa que nos é adquirida, que nós adquirimos por nascença. Está à condição. Ou seja, nós, como nascemos em Portugal, filhos de pais portugueses, seremos sempre portugueses. Um estrangeiro que se naturalizou será ou não.
Portanto, são literalmente portugues de primeira e de segunda, porque se a nacionalidade, que é um vínculo fundamental de cidadania e de direitos, etc. Depende de ser originário ou não. É verdade que há algumas exceções que, se nós conhecemos a legislação, por exemplo, fala-se muito nisso até nos Estados Unidos. A exceção de não poder ser candidato a presidência. Pronto, exatamente. E essa é uma exceção e há exceções que fazem sentido. Mas exceção a um direito, não é perda.
Faz a exceção a um desse para evitar que alguém se aproveite dessa possibilidade para, enfim, ser uma espécie de candidato da Manchúria, não é? Mas a nacionalidade não é, ao contrário do que chega e não só diz, uma espécie de. Aura metafísica, uma unção do Espírito Santo, é um documento que atesta que nós somos. Cidadãos deste país. Então ficou por responder a minha pergunta. O principal derrotado neste foi. O principal derrotado com isto foi quem foi, com muita pressa, onde era aí ao pote.
Mas justamente onde não devia ir, que foi todos os governo em Montenegro, que foi justamente a todos os temas. Que me justificava uma prudência e um certo afastamento, e, sobretudo, confesso que não consigo perceber, nem neste governo, nem anteriores, como é que se manda para um Tribunal Constitução leis. Com artigos, pelo menos, alguns artigos, obviamente em constitucionais. Houve artigos 5, penso eu.
Ou então sabiam e disseram e dizem ou Chega, nós tentámos, mas infelizmente era inconstitucional. Ou que o Chega responde: Sim, mas quando a ouveitura for presidente muda a Constituição, que não pode, mas pronto. O Chega pareceu mais incomodado com o chumbo do que o PSD. Tem uma explicação para isso, João Miguel Tavares. A explicação acabou de ser dada pelo Pedro Mechia Carlos, ou seja, foi o Chega e não o PSC, que insistiu nesta questão da perda da nacionalidade.
Então quer dizer que o PSD ajudou de forma tática acolhendo a proposta do Chega para poder ter o plástico do Chega e depois se aquilo caísse, caía. Klaro, mas é assim que se faz uma negociação, eu não tenho nada contra isto. Aliás, eu nem sequer tenho nada contra o facto de o PSD ter escolhido o Chega como parceiro principal nesta matéria. Porque aí, quer dizer, convém recordar, foi realmente o Chega que sempre pressionou para esta matéria vir para cima da mesa. E
Abordou a este sempre o tema da imigração de uma maneira que, enfim, a mim de nós agrada. Pareceu sketch do que é que os romanos fizeram por nós ao contrário, mas pronto. Ao contrário, tirando lá aqueles racismos e tal. Vocês esquecem-se que há uma data de matérias e, portanto, ao mesmo tempo que vinha o Monty Python também devia vir a acompanhar alguma memória, alguns arquivos.
Daquilo que se podia dizer e que não se podia dizer em matéria de imigração apenas há dois ou três anos, mas temas diferentes não são o mesmo assunto, João Miguel. Estamos a falar de nacionalidade. Não. Não, estamos a falar de imigração relacionada com a nacionalidade, como é evidente. Aliás, as duas leis depois foram separadas para elas poderem passar mais facilmente no Tribunal Constitucional, mas evidentemente isto é um pacote integrado.
Eu só estou a dar um exemplo, mas eu te guardo que vocês é integrado. Um pacote será, mas é o que é o que é que é o que é. Uma matéria que hoje em dia entrou no domínio comum, como seja de repente haver benefícios para cidadãos dos PALOP e tu fazeste discriminação de imigrantes consoante o seu local de origem. Isto há dois ou três anos, ninguém podia abrir a boca em relação a uma coisa dessas. E hoje em dia eu ouvi, por exemplo, Marcos Jiménez a falar disso abertamente.
Portanto, sim, é verdade que o Chega, com toda a brutalidade que ele tem e que eu não nego e que critico, trouxe para cima da mesa assuntos relevantes que os partidos do centro fingiram que não existiam demasiado. Mas há tempo exatamente para não poderem ser acusados de racismo e de xenofobia. Nesse aspecto foram cobardes, ok? Portanto, eu não.
Ele não me choca que o PSD negocei uma lei com o Chega. É para isso que servem as leis, e é para isso o Chega teve 20 e tal por cento nas últimas eleições. झान बाइ É inevitável que surja aqui e ali como parceiro para negociá-los. Mas tu continuas, desculpa só dizer, tu continuas com a tese. das lesmas e das sangrias que é. Finalmente alguém detecto uma doença e, portanto, vai aplicar estes métodos fraudulentos para curar o doente, que é o que se trata sempre, sempre, sempre.
Esta é a parte em que eu concordo contigo. É exatamente porque fizeram. É exatamente porque colocaram na lei ideias que são manifestamente inconstitucionais que a lei vai ao Tribunal Constitucional e chumba naquele caso que tu disseste e bem. Que é evidentemente inconstitucional que é esta ideia de haver uma cidadania de primeira e de segunda, tu ganhas uma cidadania portuguesa.
Mas e depois, como cometes um crime, tu perdes essa cidadania. Portanto, existiriam os portugueses, podem cometer os portugueses nascidos em território nacional que podem. Cometeu todos os crimes à vontade e quem vinha de fora, apesar de ter cumprido as leis da cidadania e de ter conseguido naturalizar-se. Já não pode, não é? E ficava uma espécie de cidadão de critério. Ficam portugueses à condição para sempre, ficam portugueses à condição para sempre.
O PSD será que ainda pode contar com o Partido de Aventura para aprovar a lei Ricardo Aros Pereira ou vai ter de se virar para o PS desta vez? Não sei, Carlos, porque eu reparei que. Esta lei foi chumbada e por isso o governo ficou aborrecido. E o principal partido da oposição, o maior partido da oposição, ficou ainda mais aborrecido. Portanto, o maior partido da oposição.
Não só sente as dores do Governo, como sente mais ainda. Não é assim tão frequente isso acontecer. A oposicião costuma opor-se. Eu propunho a retirada da nacionalidade a quem fez a proposta. Porque esta gente que vem para cá e não respeita as nossas leis tem de aprender. Eu acho que tem de aprender. E portanto todos os que fizeram a proposta e os que a apoiaram que tenha nascido em Lamegos. Mesmo que tenha nascido em Mãe Martins.
Entregamos ao Pedro Mexia a pasta de ministro do Chumbo. O João Miguel Tavares quer ser desta vez ministro da Discriminação e do Preconceito. E quem é o alvo que pretende tutelar, João Miguel Tavares? Olha, Carlos, é o Pionés. Eu, depois de ter escolhido este ministério, arrependi-me de não ter chamado antes ministro do Pionés.
Eu não sei se vocês tinham também, deve ter acontecido também nas vossas salas de aula, aquela atividade tão divertida, que era colocar um pionés na cadeira, idealmente da professora, às vezes não havia essa coragem, era de um colega. e portanto o colega ou a professora sentavam-se e de repente davam um grande pulo. E nós hoje em dia parece que vivemos e queremos muito viver nessa civilização. Acho que a tua escolaridade esclarece algumas coisas sobre o teu percurso político, amiga.
NUNCA PUSESTE NUNCA PUSESTE UM PIONÉS NA CADE... NÃO NUNCA ESCOUTEI... NUNCA ESCOUTEI... Isto parecendo que não vem a propósito a polémica em torno das declarações do ministro da Educação depois de Fernando Alexandre ter dito, ao falar de residências universitárias, era esse o tema.
Ter dito esta frase, quando metemos pessoas que são basicamente todas de rendimentos mais baixos a beneficiar do serviço público, nós sabemos que esse serviço público se deteriora. Compreendo a controvérsia que esta frase gerou, João Miguel Tavares. Eu comprei, não compreendo, é o Pionés, mas espera aí, antes de irem a essa questão substancial, levantou-se outra que eu agora quero fazer um inquérito em relação aos meus queridos colegas que estão à distância.
O Pedro Mechia claramente nunca praticou esta atividade do Pionez. Vocês também não assistiram a ela nas vossas salas da aula? Eu não disse que não assistiram. Assistia a ela, disse que não pratiquei. Não, não. Ah, mas assistii um bom. E fui proponente de várias operações desse tipo. E então o que é que o Pioneste tem a ver com as declarações e as residências universitárias?
Je, protože o ministro Fernández, Alexandre, vzpůsobem, vzpůsobem, vzpůsobem, vzpůsobem, vzpůsobem, vzpůsobem, vzpůsobem, vzpůsobem, vzpůsobem. kiropo fernando alexandri em tempos foi bolseiro e passou e é alguém que ao longo da vida toda vive o pescado com a questão do elevador social como eu próprio aliás que é uma coisa típica das pessoas que vem às vezes de meios Menos favorecidos e felizmente conseguem que a vida se corra bem, nós somos muito sensíveis à questão do elevador social.
E o Fernando Alxano também é disso. Portanto, seria altamente complicado alguém com o seu currículo e com o seu percurso. Se lembrasse agora de vir diminuir os pobres como se fossem apenas os pequenos selvagens que destroem tudo à sua volta, mas a declaração que as dividências devem ser enchidas por pessoas ricas. Não, tu te presta a um equipo desde que nós tínhamos a devida falta de vontade de compreender aquilo que está a ser dito, e foi manifestamente aquilo que aconteceu ali.
Sobretutto che noi stiamo oggi in dia. A viver num ambiente que qualquer pessoa que tenha uma formulação que saia de uma espécie de normalidade ou daquele tipo de banalidade de boas intenções e daquilo que se chamava politicamente correto, nós nem sequer. Paremos durante 5 segundos para pensar o que é que aquela pessoa está a dizer e partimos imediatamente. Para uma indignação totalmente escabelada nas redes sociais, é o Pedro Nunes Santos, é Alexandre Leitão a dizer.
Coisas que não têm muito sentido. E isso chocou-me muito, muito neste caso. Sim, e és-me perguntar coisas. Não, vou perguntar agora ao outro dos proponentes da substância da conversa. Nós estamos todos um pouco descabelados, mas sem dúvida. Fernando Alexandre Ricardo Arroz Pereira. Explicou-se mal ou foi malentendido? Pode ser as duas coisas. Atenção, pode ser as duas coisas, mas eu ficou bastante claro. Nós tivemos esta conversa no nosso grupo e portanto eu.
Disse imediatamente: Bom, isto que este senhor está a dizer. Temos nós os cinco, não é? Nós os cinco. É um easter egg. O que este senhor está a dizer é evidente. Quem é o fautor dessa questão está a distancia pode defender.
Mas eu disse: Não, mas vocês, os quatro, continuam aí, estudam e muito bem. O que este senhor está a dizer é evidente que é. E, aliás, é um argumento com que a esquerda tem procurado combater uma certa inclinação da direita para criar, por exemplo, um SNS para ricos e para pobres, enfim, serviços públicos para pobres e serviços públicos para ricos. Há estudos sobre isso, aliás, que é quando um serviço público se destina apenas a pessoas de baixos rendimentos.
Ele deteriora-se não porque as pessoas de baixos rendimentos vão para lá as cavacalo, mas porque elas não têm capacidade reivindicativa para exigir que ele se mantenha em boas condições, além de se instalar uma cultura de para quem é bacalhau, basta. E, portanto, isso é uma coisa que eu acho que a principal deve ser combatida pelos responsáveis políticos que têm instrumentos para isso.
E a questão é, é nessa medida que as declarações causam embaraço ao ministro, não é na medida em que ele disse uma coisa que não disse. Que é os pobres escavar com tudo. O embaraço do ministro é esse, e é, mas então, como é que o senhor integra um governo que tem, muitas vezes, uma inclinação para? foi, digamos, namorar com essa ideia de arranjar um serviço público para pobres e outro para ricos. Porque isso é melhor, é uma solução.
Que têm mais futuro e tal. E, portanto, aí sim, quando o Daniel Oliveira comenta aí. Aonde é que o ministro disse isso, ó Ricardo? Isso o quê? Não estou a dizer que o ministro disse que o que é que a conversa tenda em relação às coisas. Tu tens esta conversa toda em relação às escolas privadas, em relação aos hospitais privados e aos hospitais públicos. Há quanto tempo é que nós dizemos que se os hospitais públicos apenas ficarem para os mais pobres e que se os outros arranjarem
Os seguros de saúde, vamos ter um hospitais e um SNS cada vez pior. Supostamente há a conversa do PS e que não fez nada, absolutamente nada. Exato, nunca foi a conversa do PSD, nunca foi a conversa do PSD. A questão é. O Daniel Oliveira, comentador aqui da CIC Notícias, também veio dizer: bom, mas isto é realmente evidente, isto é óbvio.
E depois o Pedro Nuno Santos até o Pedro Santos primeiro exigiu a admissão do Ministro e depois, quando o ministro veio explicar, voltou a exigir ainda com mais força a demissão do Ministro e disse, aí umas pessoas de esquerda.
que ainda por cima estão a desvalorizar estas declarações. Acho que tinham um destinatário. Pedro Santos referia-se às soluções que são implícitas na intervenção do Ministro. No meio disto tudo percebeu Pedro Mechia que propostas... é que o Ministro tem para alterar os dados do problema e a dificuldade de acesso dos estudantes a residências universitárias. I just heard the declaration. The declaration is not very clear, I think, because of the effect of...
De melindra de falar deste assunto, e este assunto é o assunto, aliás, vamos falar disso a seguir, sete foram no próximo tema. É o típico assunto que é fácil dizer uma coisa, tudo o que diga a respeito. A classes sociais, já vimos com a Ministra da Justiça da Saúde é fácil dizer uma coisa que passa por uma enormidade, ou é mesmo? E, portanto, eu prefiro ler por escrito. Salvo a redundância, mas queria só dizer duas coisas muito simples. Primeiro, que nós já fomos, já frequentámos o elevador.
E em segundo lugar, que toda a gente sabe que quem escavaca instalações são os ricos quando têm bandas de. Não há pessoas a serem postas fora de hotéis por escavacar em quarto. Se não bandas de rock, geralmente inglesas e embriagadas. Eu quero señalar o facto.
Eu quero assinalar o facto que Pedro Mexia claramente está a embirrar muito mais comigo hoje, que só pelo facto de eu não estar aí ao lado dele, arroçar a minha coxa pela coxa dele. Cabe dizer que o teu elevador está bem tratado, o que é que queres demais? Muito bem, avancemos. O João Miguel Tavares fica ministro da Discriminação e do Preconceito e do Pionés. E é a vez do Ricardo Aros Pereira se tornar pelo menos um moderador.
Estou habituado a que ele me trate mal. Aí não há diferença nenhuma. Força Cássia, continua. Mimi. O que é que despertou em si, o ministro de coração? O que é que. Despertou esse interesse pela cardiologia, Ricardo Araújo Pereira? Foi o debate entre Catarina Martins e Marcos Mendes, em que Marcos Mendes diz duas vezes a Catarina Martins.
Duas vezes ele diz: não, desculpa, a Catarina Martins não tem melhor coração do que eu. E a seguir diz-me mais uma vez: não, desculpa, a Catarina Martins não tem melhor coração, e ela irritou-se à segunda, demonstrando de facto que sabe ter mau coração e ser até. Tô-se da segunda vez e disse: Eu nunca disse isso, nunca disse que tinha melhor coração que o senhor e tal. Mas de facto é uma discussão interessante esta de olhar para a política, e é isso que o Marcos Mendes explora.
Por esse ponto de vista, que opõem os bons, aqueles que têm o bom coração, aos pérfidos, não é? Isso foi até pretexto para um texto de João Miguel Tavares. Sobre isso. Sobre. E em que ele validava. Isto, esta ideia de que a esquerda agita a sua superioridade moral, porque basicamente as acusações mútuas são a esquerda diz que a direita é má.
Logo, é moralmente superior à esquerda, e a direita, coitada, no dizer de João Miguel Tavares, limita-se a dizer que a esquerda é burra e isso é uma acusação de que não é moral. Mas isso não é verdade. Os portugueses de bem não contêm uma acusação moral. A dicotomia não é a esquerda burra e a direita má. Há uma parte da esquerda e uma parte da direita que se acusam mutuamente de inferioridade moral. Por exemplo, a esquerda é corrupta.
A esquerda é corrupta, essa a tese, quando não é pedófila, é preguiçosa e ladra, quer viver à custa dos outros. Isso é, obviamente, uma queixa moral- é chupista- chopista. A própria Rita Matias há dias identificou também uma superioridade estética. Que eu verifiquei com bastante interesse. E, portanto, eu acho esta ideia realmente haver uma parte para ser justo determinada direita e determinada esquerda acusam-se mutuamente de inferioridade moral.
E isso depois estende-se a vários outros âmbitos e há uma vantagem enorme, deve ser tão fácil ver o mundo assim que é quem não concorda comigo não está apenas enganado ou nem sequer enganado, parte de um ponto de vista diferente e retira outras conclusões que não são as minhas. no no no Quem não concorda comigo é Vil. Portanto, a gente vê isso várias vezes. Determinado artista é crítico.
Do Trump, ou do Ventura, ou de Israel. É um péssimo artista. Se é um músico, compõe alegada música. O Jimmy Kimmel é um alegado humorista, passou a ser, depois, a partir de certa altura. E isso também, enfim, não quero antecipar outro tema que aí vem, mas é isto e esta ideia não se verifica com outras opiniões do artista, porque este artista não gosta de bacalhau, os sonetes dele não prestam para nada.
penetra na qualidade da sua obra. O que é que o seu coração lhe diz a este respeito, Pedro Mechia? Isto é uma discussão que vem de um famoso debate entre o... O Mitterrand e o... Penso que foi o Giscard, em que o Giscard lhe diz, ao traçê do Chirac, não, acho que foi o Giscard, que lhe disse, o senhor não tem o menopólio do coração. para dar a ideia de que a esquerda contém e tem de facto uma tradição de preocupação social.
Isso lhe dá uma superioridade moral e até houve em algumas coisas, em alguns momentos, digamos assim, a teorização da superioridade moral do comunismo, por exemplo, há textos sobre isso, etc. E é verdade que na conversa de café Ou não de café, eu tive inúmeras conversas na vida em que as pessoas me explicaram que a diferença entre ser de direito ou ser de esquerda era ser bom ou ser mau, porque as pessoas de direita criam a miséria e a opressão.
E eu que nunca quise miséria nem a opressão, fiquei com problemas identitários. Gastei uma série de dinheiro em um psicólogo, e pronto. Mas já assisti ao contrário também, não é? Já assistiu ao contrário, claro, isto não é exclusivo de nenhuma das. It's true that Daí há uma extrapulação quando se diz, por exemplo, porque o que este primeiro-ministro, este ou outro qualquer, o que ele quer é que as pessoas vivam na miséria. Eu não sei se há assim muitas pessoas.
Há pessoas que querem viver na opulência, mas não há assim milhões de pessoas que queiram que as outras vivam na miséria. Propriamente, o que há opções diferentes, algumas discutíveis, com resultados discutíveis, e, portanto, essa ideia de que, por exemplo, uma vez uma pessoa que me disse assim, há muitos anos. Como é que um cristão pode ser direto? Isso é realmente uma bota difícil de descalçar. Hia algum contraponto à direita?
Algum contraponto de direita à superioridade moral da esquerda, João Miguel Tavares, alegado à superioridade moral da esquerda? O que é que a direita reivindica como reduto seu de superioridade política? Somos mais inteligentes e temos melhores ideias, mas isso é a normalidade.
Eu celebro o facto de Ricardo Augusto Pereira ter lido o que você tem. Isso foi dito com ironia ou sem? Mas não, não, sem nenhuma ironia. Mas lamento o facto de Ricardo Augusto Pereira só ter lido metade do meu texto claramente com atenção, porque eu, nesse texto. Levantava imediatamente um alerta, que era o seguinte, aquilo que eu estou a dizer, não se aplica aos extremos. E não é por acaso que os exemplos que ele traz para aqui, são exemplos do Chega e da Rita Matias.
Os extremos, até porque historicamente até recorreram a terrorismo e ao assassinato dos seus adversários, evidentemente que isto não se aplica. Eu estou a falar daqueles, era esse o propósito do meu texto. Daqueles que se consideram moderados. E, portanto, estamos a falar de um centro-direito e de um centro-esquerda. Os trens são tratados precisamente.
Por misturarem as categorias morais com as categorias políticas. Só que isso não devia acontecer ao centro. No centro, nós devíamos estar a discutir ideias. Quando se diz que à direita são mais espertos, não é propriamente uma discussão de ideias. Eu para já que pediu categorias ditas no plural.
Quando eu uso da formulação, a direita considera a esquerda burra e a esquerda considera à direita má, evidentemente, que isso é uma forma. Por acaso eu gostei dessa frase, acho que eu vou repetir muitas vezes. Evidentemente, é uma espécie de simplificação, como é evidente. Mas quando estás em debate político, quando estás em debate político, aquilo que tu fazes é as minhas ideias são melhores que as dos outros.
As minhas ideias são melhores que as do Ricardo, ou as minhas ideias são melhores que as do Carlos. As ideias do Pedro. Isso é o normal. É aquilo que nós discutimos aqui. Mas não os sentimentos. Ou seja, tu podes dizer o que tu queres fazer é o mesmo que eu. o progresso do país, etc., etc., mas stasz a fazê-lo de uma reforma que eu acho errada. A discussią política pra mim é isso, não é. Tu és pior pessoa do que eu, eu sou a melhor pessoa do que tu, isso não faz sentido.
Mas isso é o que eu estou a dizer, ó Pedro. Tu até estás a discordar de mim quando nós estamos a dizer a mesma coisa. Esse é o ponto, claro. É da superioridade moral. É isso, deve ser da distância, claro que sim. Vamos debater isto noutra altura com mais tempo. Agora o Ricardo Araújo Pereira fica ministro do Coração.
São entregues as pastas ministeriais por esta semana e já temos relativamente pouco tempo. É a altura para sabermos porque é que o João Miguel Tavares, ele de novo, se declara consultor externo. Quais são as vantagens, João Miguel Tavares? Olha, Carlos, são imensas. É uma profissão de sonho, porque passa-se o seguinte: eu posso. Quero apagar nas dúvidas que surgiram esta semana a partir de uma peça jornalística de sábado.
Sobre a atividade profissional de Marcos Mendes nos últimos anos, o que é que devia ser esclarecido e do seu ponto de vista ainda não foi? E uma entrevista no Observador, na Rádio Observador. E, entretanto, também mais notícias que surgiram a propósito deste caso. O caso de Marcos Mendes. Há já quem diga que tem parcenças com o caso de Luís Montenegro. E as parênças, evidentemente, existem por uma razão muito simples.
A questão duas pessoas que tiveram sucesso na política e que utilizaram os contactos que fizeram na atividade política e a sua popularidade, e no caso Marcos Menos, ainda o facto de ter um espaço documentário muito, muito visto num canal aberto, neste caso a SIC. Para angariarem uma certa quantidade de clientes muito apreciável e que lhes pagavam pelo seu poder de influência.
Isso não é nenhum crime, pode ser algo perfeitamente estimável, mas quando essas pessoas de repente querem regressar à política, como aconteceu com Luís Montenegro quando se candidatou e Que alcançou o cargo de primeiro-ministro ou agora, como Marcos Mendes, quer ser presidente da República, evidem que esse passado conta e tem de ser escrutinado. E esta ideia é a seguinte. Fomos advogados e, portanto, estivemos a exercer a democracia, a advocacia de negócios.
Portanto, como somos advogados, os nossos clientes são privados, estão a obrigo de um cigilo e eu não posso dizer quem eles são. Isto é excelente para os candidatos, mas isto é péssimo para o povo português e para os cidadãos que têm todo o direito- absolutamente todo o direito, de querer saber.
Com quem é que Marcos Mendes andou a fazer negócios nos últimos anos e que tem direito, porquê? Porque ele quer ser Presidente da República. E nós não podemos continuar a que nos aconteça só mesmo o que nos aconteceu com Luís Montenegro. Que tinha uma empresa que não foi escrutinada antes das eleições para se transformar num gigantesco problema depois das eleições. E nós não podemos ter, Luís Marcos Mendes, a ter empresas.
Com os quais trabalha antes das eleições não ser devidamente escrutinado para depois acabar presidente da República e nós descobrimos que ele tem um armário de conflitos de interesses ou de negócios duvidosos. E isso não pode acontecer. Nós não podemos começar. Continuar a cometer estes erros. E deixa-me só terminar com isto. Diz o seguinte: que é: eu vou mostrar quais são os meus clientes.
Ele refere-se, evidentemente, à sua empresa particular, à sua empresa particular, os seus clientes, parece que há um cliente que pode ser construtor civil e que isso pode ser algo embarado. Uma notícia que acabou de surgir. Mas, quer dizer, o outro cliente dele é Siqu e são os comentários. O problema não são tanto os clientes da sua empresa privada, mas exatamente os seus clientes quando ele faz consultoria externa. Para abrir o advogado onde ganha 700 mil euros em dois anos.
My we have the right to know the people with whom Marcus Mendes worked. We have the right to know and we must know. Ficou dito duas frases, uma a cada um, sobre este assunto, porque suponho que vamos voltar a ele, inevitavelmente. Eu acho que a espina um vivo do Marcos Mendes não vai dar, quer dizer, é um advogado de negócios. E os advogados de negócios têm para lá uns negócios, ao que parece. Significa o que é que é ser um advogado de negócios? É facilitar.
Os negócios, digamos, de uma forma que é legal, mas não exatamente a Se calhar dizem, excelente advogado, excelente manobra de advogado, se calhar não tão bom para quem deseja ser Presidente da República. Acabei de imitar Marcos Mendes quando lhe fizeram perguntas difíceis na Rádio Observador e isso inquietou-me.
porque nós vimos demasiadas vezes, eu não tenho a mesma desconfiança genérica sobre advogados de negócios que tem o João Miguel Tavares, ou sobre advogados em geral, só quando são políticos. Não, está bem. Eu percebo as cautelas naturalmente, mas quando eu vi uma coisa que nós vimos imensas vezes em comissões de inquéritos, essa empresa, mas não estou a ver, não me lembro. Eu fiz parte dela. É uma coisa, eu pensei que são muitas, mas nós já ouvimos demasiado isso, e eu não tendo uma.
Suspeição particular em relação a Marcos concreta em relação a Marcos Menos, aquele silêncio. Fez-me um bocadinho de impressão. Está esclarecido porque é que o João Miguel Tavares, declarar, consultor externo. O Pedro Mexia diz sentir-se IP. Mas não é uma infraestrutura de Portugal, não é? É uma infraestrutura de Portugal, que é a justiça. É por causa da identificação do IP, o Internet Protocol.
que permitiu descobrir a atividade criminosa do abusador de menores, que foi adjunto da ex-ministra da Justiça no Governo de António Costa, Catarina Sarmenti e Castro. Aquila ações é a retira deste caso em duas penadas? É o retiro deste caso que percebo que ao fim de tarde de uma sexta-feira Se possa crever um site animado no local trabalho, mas não quando constitui um crime. E portanto estar a ver pornografia infantil.
Come aconteceu ou então não sei qual era o cargo dele, era adjunto independentemente das qualidades profissionais que a ministra levou, etc. É uma coisa realmente enorme e que evidentemente as pessoas que o chamaram não sabiam, não estou a implicar a alguém, mas... o próprio tupete de fazer nunca tinha dito esta palavra de de estar a Participar como espectador ou em atos de pornografia infantil no seu computador do Ministério da Justiça.
que se chegou por via americana e que foram ver esta IPA. Isto é a justiça de Portugal, o que é? Além do mais, prestigiante para a pátria, não é? Bem, nos Estados Unidos, o prestigio de Portugal está a subir em flecha. Agora temos também um criminoso. Que também esteve envolvido no atentado na Brown University. O PAN recreou a presença no Parlamento da ex-ministra da Justiça. Justifica-se ou vilá a este respeito, João Miguel Tavares?
Depende da gravidade das coisas que aconteceram no Ministério da Justiça, lá está. se tiverem acontecido cožas de gravidade, sim. Se não, acho que não. Eu, aliás, tenho visto, mais uma vez, sempre animado as redes sociais. Uma colagem deste senhor ao PS e porque é socialista e porque fez parte de um governo socialista. Epá, quer dizer, vamos ver, eu acho que é necessário ter algum tipo de pudor.
Já sabemos porque é que o Pedro Mexia se declara IP. Agora, em duas frases, vamos tentar perceber porque é que o Ricardo Aragos Pereira disse estar a pedi-las para falar, a propósito do assassinato do cineasta Rob Reiner. Não da tragédia em si, mas das bizarras condolências de Donald Trump. Sim, sim, o Donald Trump tem a ver com o tema de que falámos há pouco, aliás, Donald Trump deu as condolências a esta.
Este senhor que foi assassinado pelo próprio filho, o filho aparentemente matou os dois pais, e o Trump fez o exercício: Ora bem, os filmes deste cineasta são bons ou maus? O que é que ele acha de mim? Não gosta. Então são maus. E foi isso, foi o Ed disse que ele morreu. Por causa da raiva que causou aos outros através da sua Trump Derangement Syndrome, que é uma doença mental inventada pelas pessoas que consideram que.
E, portanto, ele, diz o Trump, ele enlouquecia as pessoas com a sua obsessão, uma paranoia que se agravou com os excelentes resultados da presidência, melhor de sempre, nunca antes, vista, e foi por isso, ou seja, estava a pedi-las. E, portanto, Charlie Kirk defendia o uso de armas e dizia que o facto de às vezes pessoas morrerem vítimas de um atirador era um pequeno preço a pagar por isso.
non so se questo sarebbe abominabile se qualcuno ricasse questo nella morte di lui Isto que não tem nenhuma consistência. É uma coisa decente de se fazer. E o que é que se lhe oferece dizer acerca da surpreendente entrevista em que a chefe de gabinete do presidente americano afirma que ele tem uma personalidade alcoólica? Mas é tal coisa... Que acha que tudo lhe é permitido? Sim, e ele...
Žežké, že jsme díky, protože řežká řežká řežká řežká řežká řežká řežká řežká řežká řežká řežká řežká řežká řežká řežká řežká řežká řežká řežká řežká řežká řežká řežká řežká řežká řežká řežká řežká řežká řežká řežká řežká řežká řežká řež Não é muito surpreendente que a chefe de gabinete na Galeria na Galeria Presidencial, os comentários que ele escreve sobre os presidentes, aquilo é uma coisa.
É um sociopata, lamento. Aliás, vou pôr aqui o relógio na mesa à espera das pessoas que desde 2016 dizem: épá, Sim lá as suas coisas, mas Mas vale a pena defendê-lo quando é que vão dizer epá, este. Esta pessoa não é um ser humano aceitável. O relógio não vai lá, talvez um calendário. Não, pois é isso, mas eu não trouxe o calendário e estava a chover.
Assim se conclui mais uma reunião semanal, de hoje a oito dias, à mesma hora, os mesmos de sempre, também em podcast, Pedro Mexi, João Miguel Tavares e Ricardo Rousco.
