A Responsabilidade individual
Ezequiel foi usado por Deus para esclarecer que o fatalismo não existe, na prática da vida espiritual. Cada um responderá por seus atos.

Ezequiel foi usado por Deus para esclarecer que o fatalismo não existe, na prática da vida espiritual. Cada um responderá por seus atos.
No livro do profeta Ezequiel aprendemos que a responsabilidade pelos pecados é individual.
Ezequiel teve uma visão onde contemplou a retirada da Glória de Deus do templo e da cidade de Jerusalém.
O pecado de idolatria é terrível em qualquer lugar mas quando acontece no próprio Santuário, a ignomínia é muito maior!
Judá vivia o processo de deportação para a Babilônia. O Profeta Ezequiel foi usado para advertir o povo sobre o fim iminente da nação.
Neste episódio falamos sobre o livro, a pessoa e a função de Ezequiel. Falaremos também sobre a responsabilidade pessoal de cada indivíduo perante Deus.
Os muitos ataques do inimigo ao crente precisam ser resistidos. Somente oferecemos resistência suficiente ao inimigo se estivermos submissos a Deus.
Como consequência os pecados do povo Deus permitiu e até mesmo efetivou o cativeiro de Judá na Babilônia. O pecado em qualquer tempo, seja individual ou coletivo trará consequências, sempre negativas
Há uma clara distinção entre os ministérios dos profetas do antigo e do novo testamentos.
A mensagem das Escrituras, para quem Nela crê será sempre a fonte de orientação para a vida espiritual, moral e até social.
Espiritualidade é algo nato no ser humano, mas é preciso direcionar essa capacidade ao Deus verdadeiro!
Uma reflexão sobre a prática do Dízimo bíblico. Também alguns alertas sobre as sutilezas com que os inimigos do dízimo o atacam.
Um alerta sobre o movimento dos desigrejados, os que cham que desprezando a instituição igreja, serão melhores crentes, ilusão!
O inimigo da igreja de Cristo tem agido com sutileza para tentar enfraquecer a sua identidade pentecostal.
Nesta era de tantas ideologias, também encontramos o relativismo que alguns tentam aplicar à Bíblia.
Das muitas sutilezas usadas pelo inimigo, temos as ideologias que se levantam contra a família no padrão bíblico.
Um alerta sobre a ação do inimigo representado pelo materialismo e o ateísmo.
O inimigo da igreja tem inspirado comportamentos relaxados moralmente, os quais permitem entre outras coisas, o divórcio por qualquer motivo. Jesus, porém, fixou como único motivo para se divorciar é o adultério.
Um dos mais fortes instintos no ser humano é o sexual, alguns dizem que só perde para o da sobrevivência. O inimigo sabendo disso tem investido seus ataques contra a moralidade do sexo distorcendo-o.
Os perigos de ceder aos ataques de Satanás contra a Igreja de Cristo. Neste episódio falamos sobre a banalização da Graça.
Terminando o sermão do monte, o Mestre chama a atenção dos seus discípulos sobre ser autênticos seguidores.
No sermão do monte, Jesus alerta sobre a posição de juiz sobre questões espirituais. O Mestre proíbe julgamentos infundados, injustos e hipócrita.
No sermão do monte o Senhor Jesus nos alerta sobre os perigos da avareza. O Mestre orienta sobre ajuntar tesouros no céu e não na terra, simplesmente.
Em seu sermão do monte, o Mestre divino, ensina sobre oração e jejum. Aconselha o crente a não seguir o exemplo feio dos escribas e fariseu que praticavam essas virtude de forma distorcida.
No sermão do monte o Mestre divino, ordena que os súditos do Reino dos céus vivam de forma autêntica, sem hipocrisias.
Jesus nas famosas seis antíteses de Mateus capítulo 5, amplia ou intensifica algumas cláusulas da lei, fazendo a seguinte introdução: "...ouvistes o que foi dito...Eu, porém vos digo...".
Ao orientar seus discípulos, o Mestre Jesus disse a eles: "não jureis...". Estava com isso corrigindo mais um dos abusos praticados pelos escriba e fariseus...
O casamento foi instruído por Deus com propósito tanto de procriação como também de complemento afetivo para o homem.
Quando o Mestre divino ensinava no sermão do Monte, falou sobre os sentimentos humanos e um deles que devem sempre ser evitados é a ira ou ódio.
O Mestre Jesus disse que os súbitos do Reino dos céus devem praticar uma justiça superior a dos religiosos.