Amar o Papa
Na Solenidade de São Pedro e São Paulo lembramos do nosso dever filial de rezar, apoiar e amar o Santo Padre.

Na Solenidade de São Pedro e São Paulo lembramos do nosso dever filial de rezar, apoiar e amar o Santo Padre.
A entrega do Senhor, que tem o seu ápice na Eucaristia nos ensina a doar-nos por Ele e pelos demais.
A Santíssima Trindade é o mistério da essência de Deus e, portanto, do mundo, da nossa vida e existência. Descobrimos com esse mistério que o Amor é o sentido do mundo.
Nunca será suficiente falar, louvar, exaltar a Virgem Maria. A devoção a ela nos leva à pureza de vida.
A Ascensão do Senhor aos Céus nos dá a perspectiva do verdadeiro valor das coisas da terra.
Nossa Senhora pediu em Fátima para rezar e fazer sacrifício pelos pecadores. É assim que o Senhor nos insere em seu povo, chamado a salvar todas as nações. A alma sacerdotal.
O que significa para nós que Cristo seja realmente Caminho, Verdade e Vida.
A imagem do Bom Pastor que Jesus utiliza nos ajuda a entender como nós podemos conduzir as almas a Deus.
A santidade se obtém com formação, sabendo recebê-la com humildade, interesse e colocando em prática o que recebemos.
Cristo aparece aos apóstolos para devolver-lhes a fé. Acreditar que Cristo está conosco, no meio dos meus medos e receios. Cultivar a fé.
A alegria do encontro com Cristo é contagiosa. Fomentar e colocar esses desejos em prática com o apostolado.
O encontro com Cristo ressuscitado nos enche de esperança. Como os discípulos de Emaús, recuperamos a esperança na escuta da sua a Palavra, e na partilha da Eucaristia.
O Mistério Pascal é um chamado a identificar-nos com Jesus, que procura a nossa união com ele. Começamos por aceitar as circunstâncias e buscar o seu amor no Pão e na Palavra.
O Mistério Pascal é o centro da liturgia e da vida da Igreja. Deve ser também o centro e o fundamento da nossa vida cristã
O maior dos paradoxos é a Cruz, pois ela parece ser a pior desgraça quando é a nossa salvação e a maior prova do amor de Deus. Procuremos perder o medo da Cruz.
Quem quiser perder a sua vida encontra-la-á. A força dessas palavras nos ajudam ver a absoluta necessidade da mortificação na vida cristã. O jejum é um pequeno exercício para sermos capazes disso.
São José é modelo da nossa fidelidade, por sua vida oculta, silenciosa, de trabalho e vida interior.
Deus criou tudo com ordem. O pecado introduziu a desordem. Lutar pela virtude da ordem nos coloca ao compasso de Deus.
Jesus, junto ao poço, pede água a mulher. Sua sede porém é a sede de nossa amizade, do nosso amor. Acolher essa amizade e imitar o Senhor para acolher os demais.
Jesus convidou Pedro, Tiago e João para o alto da montanha e se transfigurou diante deles. Subir a montanha é o esforço de recolhimento, atenção que colocamos para falar com Nosso Senhor.
A Quaresma é um tempo de esperança e alegria pois escutamos novamente o convite do Senhor para a nossa conversão. Buscar a purificação dos sobrinhos externos e internos pela mortificação nos ajuda a subir o caminho reto para Deus.
A alegria e o agradecimento pela festa de hoje, 14 de fevereiro, nos ajuda a olhar a Obra com sentido de responsabilidade, que se manifesta na entrega a Deus
Olhar para Cristo e descobrir a Misericórdia do Pai. Fundamento da nossa esperança. Presença de Deus para manter os olhos fixos em Jesus.
A vida contemplativa, que nasce da oração, tem consequências práticas na nossa vida: visão positiva dos acontecimentos e pessoas, amor à liberdade, e a alegria nas coisas ordinárias.
Procurar, encontrar e amar a Cristo se realiza com o esforço da oração em um local, tempo e tema definidos.
Deus nos fala de muitos modos. Ajuda conhecer alguns desses caminhos para não perder esse diálogo que Nosso Senhor quer estabelecer conosco.
O amor a Cristo era tudo para o São Paulo e por isso ele não contabilizava tristezas ou alegrias. Que bom se nós pudéssemos dizer também: sei em quem acreditei!
Todos nós apreciamos a generosidade. Entretanto sempre corremos o risco de colocarmos limites a ela com o nosso egoísmo. Sejamos sempre e em tudo generosos, assim aprenderemos a amar e Deus multiplicara a nossa alegria.
O lema escolhido por Bento XVI, desde sua ordenação episcopal foi a marca do seu serviço a Igreja e é um ótimo exemplo para nós, especialmente nas circunstâncias atuais.
Como um homem de fé, São Josemaria desejava a santidade, o Amor. Viu realizar-se na sua vida obras maiores do que poderia sonhar na sua juventude. Por isso repetia aos mais jovens: Sonhai e ficareis aquém!