FALA COM ELA com Filipa Jardim da Silva
Empatia, escuta e cuidado são os pilares da sua profissão: psicóloga e gestora, fundou o projeto Transformar, que tenta minimizar o ruído dos nossos dias com a promoção da saúde mental.

Empatia, escuta e cuidado são os pilares da sua profissão: psicóloga e gestora, fundou o projeto Transformar, que tenta minimizar o ruído dos nossos dias com a promoção da saúde mental.
Cartoonista e radialista, diz que o humor é o seu meio para chegar às pessoas. E que tantas vezes é a rir que conta coisas sérias. Para breve, promete um programa de TV, uma peça de teatro... e escrever os livros que tem dentro da cabeça.
Artista plástico e visual, vai para onde a arte o leva: da escultura à fotografia, do vídeo ao canto, tantas linguagens que percorre na sua nova exposição, Ritornare, centrada na identidade.
De Beja para Alfama, começou no fado e no teatro musical. No seu percurso, as canções acabariam por se impor e por lhe trazer tantos amigos. Gosta de palcos e mesas cheias, onde junta as pessoas de quem mais gosta.
Ele é gentileza e humor. Estudou jornalismo. A música aconteceu por acaso e foi ficando. Para o palco, leva a sua melancolia e tantas outras coisas, que nascem da interação com os músicos e com a plateia.
A nova presidente do CCB divide-se entre o Porto, a sua cidade berço, e Lisboa, a cidade que agora a acolhe. Diz que nesta multiplicação encontrou o melhor dos dois mundos. Feminista assumida, adora dançar e tem na família o seu pilar.
Gosta do mar, da praia, de viajar, de ler. Mesmo em cargos públicos e na política, é uma mulher discreta, atenta, de causas: os seus focos são os direitos humanos, a inovação, a sustentabilidade e a emergência climática. A este propósito, produz o festival Boil, que acontece no Parque de Serralves, no Porto, de 25 a 29 de setembro, sob o mote “Sem drama, mas com urgência”.
Carrega o peso do nome de família e foi a "rebelde" que só mais tarde se juntou aos negócios. A arte e a estética eram os seus lugares de eleição, que hoje conjuga com o lado de empresária.
Psiquiatra desde 1980, José Gameiro acaba de editar o livro: Manual de Infidelidade. É membro fundador da Sociedade Portuguesa de Terapia Familiar. Ouve casais há décadas. Se os homens traem muito, as mulheres são mais hábeis na hora de trair, mas esta é uma conversa onde também se fala de amor.
Professor da Faculdade de Belas Artes do Porto e um dos designers portugueses mais premiados internacionalmente. Autor da campanha que deu nova identidade visual à cidade do Porto e que assinou também o polémico logotipo da República Portuguesa.
Nem arquiteta nem ilustradora. Ela própria desenhou o seu espaço com relevo e relevância. Uma mulher dos detalhes, da observação, da minúcia. Tem a imaginação na ponta do lápis ou da caneta. São armas que apontam à liberdade.
Co-fundadora da ExperimentaDesign em 1998 ao qual fica para sempre ligada. Entre os mil ofícios: curadora, foi diretora da fundação Casa da Música, administradora da fundação Centro Cultural de Belém. É cronista do Expresso, com uma coluna sobre design arquitetura e cultura contemporânea. Mãe de dois rapazes, avó de duas netas. Gosta de pensar na cidade e admirar as pessoas que a projectam mais além.
Jornalista e crítico gastronómico, vê na comida um prazer e na gula uma alegria. "O homem que comia tudo" gosta de viajar pelo mundo através dos sabores, mas valoriza acima de tudo as pessoas que a gastronomia lhe coloca no caminho.
Vencedor do Prémio Saramago, com o livro "Dor Fantasma", o escritor brasileiro está a viver em Lisboa e a pensar um novo romance. Ironicamente, apaixonou-se por Lisboa também pelos olhos de uma espanhola, Pilar del Río.
É maestro, é da música, mas não se esgota nela. Diretor musical da Orquestra Sem Fronteiras, que ganhou o Prémio Europeu Carlos Magno para a Juventude 2022. É também o diretor artístico do Festival de Sintra, que acontece este mês de junho.
Escritora, fez do seu primeiro livro uma catarse para uma infância difícil. Escapou para o Brasil, e agora, aos 30 anos e com duas filhas, edita "Deriva", o livro de crónicas que a traz para o humor.
Autor do novo livro, “Ninguém disse que iria ser fácil”, o comunicador fala abertamente sobre o défice de atenção com que foi diagnosticado recentemente.
O fado é a sua casa. Aos 6 anos já cantava em público e aos 14 ganhou a Grande Noite do Fado do Porto. Compositor, produtor, cantor, é um homem de vários talentos e dedicado à família. De amigos também, sobretudo os que a música lhe traz.
A rádio foi um acaso feliz na sua vida. A seguir, viria a televisão. Discreto, curioso, é um comunicador nato, que fica mais confortável no papel em que dá palco aos outros.
Uma minhota que canta uma dor que não se sabe onde se aloja, mas que equilibra com uma alegria muito própria. Não abdica do seu mundo dentro da exposição inevitável. Canta o fado com palavras sentidas e isso nota-se.
Nasceu no Porto, passou por Lisboa e regressou à sua cidade. Atriz, encenadora e ativista, é a sua atenção ao mundo que a leva a criar e a levar a palco muitas das suas inquietações.
Um céptico com momentos de fraqueza ou um optimista com reservas? Rui Zink, escritor e professor universitário, vem ao Fala com Ela assinalar os seus 40 anos de livros.
As palavras de Capicua no canto dela, num disco que une duas metades e que reforça a liberdade de tantas mulheres. Um disco de opostos e de tantas coisas novas que não cabiam no fado... até agora.
50 Cravos é o nome da sua nova exposição, no Museu do Aljube. Generoso, otimista, magnético e com um humor particular, é designer de formação, ilustrador e, em 2019, ilustrou o seu primeiro livro, a que somou já outros 12.
É jornalista de formação, tendo passado pelo Blitz ou pela Time Out, por exemplo. É também guionista e autora, mas ultimamente ouvimo-la mais como radialista, função que até lhe proporcionou a experiência de pisar um palco.
Fundou vários jornais, dirigiu a RTP, o Instituto Português de Cinema e foi administrador da EGEAC. Hoje, sonha com a edição de um livro de fotografias suas e é com cultura e boas conversas que passa os seus melhores dias.
Muitos anos de rádio, outros tantos de televisão. A fazer 60 anos, o apresentador diz estar num momento feliz, otimista com a vida. Culto, sensível e com um humor único, é o amigo com quem se pode contar.
É diretora criativa da agência de publicidade que colocou na rua a campanha que mais deu que falar nos últimos tempos. Adora o seu trabalho e entende que todas as mulheres que o queiram devem ter a possibilidade de alcançar lugares preponderantes nas agências. É também presidente do Clube da Criatividade de Portugal e defende que a criatividade vai muito para além das ideias, é um trabalho de equipa que deve ser valorizado em todas as etapas.
Aos 13 anos, venceu a Grande Noite do Fado. Amália é a sua referência maior. Só canta as palavras em que acredita. Orgulha-se do seu bairro, Chelas, e tem o fado na voz, que hoje espalha pelo mundo.
É cantora - não fadista. "Mãe", o seu álbum mais recente, reúne nomes maiores da poesia e tem-na levado pelo mundo para espalhar as palavras que tantos não entendem, mas sentem. Porque é na música que gosta de viver.