FALA COM ELA com Luísa Ferreira Nunes
A sua história confunde-se com a natureza. Gosta de viajar para longe das cidades. A sua paixão são os animais. É uma cientista numa família de artistas. Ensina entomologia. E traz-nos as suas expedições.

A sua história confunde-se com a natureza. Gosta de viajar para longe das cidades. A sua paixão são os animais. É uma cientista numa família de artistas. Ensina entomologia. E traz-nos as suas expedições.
Radialista convicto e apaixonado, é movido pela curiosidade e pela disponibilidade para ser surpreendido. O seu posto de observação privilegiado é o banco de jardim, onde capta a linguagem poética do mundo para depois o transmitir, através da voz.
Foi jornalista, quis ser documentarista e hoje é a cara d'A Vida Portuguesa. Lamenta a gentrificação de Lisboa, o desaparecimento de lugares icónicos e da tradição que faz do país o que ele é.
Aos 11 anos, quis ser poeta. Hoje, é jornalista. Escreve também poemas, contos, argumentos, peças de teatro. Há sempre humor e ironia na sua escrita. Viveu alguns anos em Londres e diz que foi lá que aprendeu a amar melhor.
Aos 25 anos, descobria a paixão pelo futebol. Viria a trocar a vertigem do jornalismo pela adrenalina do desporto, quando se tornou treinadora. Natural de S. Miguel, a leitura e a natureza são os seus lugares de eleição.
A rádio é-lhe desde sempre natural, porque foi lá que cresceu a ver o pai trabalhar. É radialista, curador e DJ. Fundou a rádio online Futura e a música faz parte da sua missão: descobre bandas e divulga-as.
Dirige a Fundação Saramago e vem ao Fala com Ela lembrar a vida com o escritor, os dias em Lanzarote, a decisão de ficar em Lisboa.
Psiquiatra e escritor, traz consigo Luísa e João, o casal do seu novo livro, "Para tão curtos amores, tão longa vida". A infidelidade, o casamento e as relações monogâmicas, que podiam ser as de cada um de nós.
É ator, encenador e alguns até o consideram comediante, por convocar sem esforço o riso nos outros. Descobriu um hobby recente: os catos, a que dedica muito do seu tempo fora do trabalho. E diz que isso o tornou uma pessoa mais aberta e disponível para os outros.
Uma punk em tailleur, uma conservadora em cabedal. Com António Sérgio, juntava as palavras à música, com alguma rebeldia, mudando a forma como se ouvia rádio. E, entre ambos, amor e rock 'n roll como pano de fundo, sempre.
Descobriu que o seu futuro seria a música ainda na adolescência, quando fundou os The Gift. Compõe obsessivamente, num processo altruísta e solitário. Mas tem um lado de humor apurado, presente nos encontros de amigos.
"Piano para Piano" é o novo álbum do músico, em diálogo com a sua filha Rosa. Uma reunião de família e de amigos em formato musical, que descobrimos nesta conversa onde também recordamos o seu percurso.
Mudou inúmeras vidas através da música. Foi um piano que mudou a sua. De espírito livre, mas recatado, fez parte de várias bandas e produz o trabalho de tantos outros músicos. Edita agora Vitral Submerso, o seu novo álbum a solo.
É o novo diretor do Teatro S. Luiz, em Lisboa, também ator e encenador. Gosta da mesa farta de ideias, de conversa e de riso, mas sobretudo de amigos. E sublinha que o humor é essencial à vida.
Dedica a sua vida ao som e ao silêncio, explora-os. É investigadora, curadora e realizadora. Também fundadora e diretora do Festival Lisboa Soa. Mas que lugar ocupam eles, o som e o silêncio, e como influenciam as nossas vidas?
Diplomata, discreta e reservada, é economista e atualmente Coordenadora do Bloco de Esquerda. Uma mulher sem hesitações, atenta aos problemas do país, é sobretudo combativa. Mariana Mortágua, esta semana, no Fala Com Ela.
Esta semana, recebemos a cantora moçambicana, cuja vida mudou em 2010, quando trocou engenharia pela música. Mãe de quatro filhas, mulher de fé e de família, uma força da natureza, é na música que encontra a comunhão entre a paixão e combate pelas suas lutas, o racismo ou a discriminação, por exemplo, através das palavras.
Esteve anos anos em cena, em Lisboa, a dar-nos coisas e momentos maravilhosos. Agora, vai em digressão pelo país para uma última temporada. Mas há novos projetos a caminho, que o levam inclusive até o seu sonho de criança: cantar.
Diretora e gestora de comunicação no meio musical, divide-se entre a família, vida pessoal e profissional. Confessa que o prazer que a música lhe dá a fez muitas vezes misturar os dois mundos. E terão hoje as mulheres uma voz mais audível neste meio?
"A Arte é o veículo que nos transporta na descoberta de lugares que por vezes nem sabemos que temos dentro de nós" palavras do Pensador, Filosofo, Ensaísta e Curador. Comissário do Plano Nacional das Artes desde fev. 2019.
Muitas mulheres portuguesas vivem em Ana: mãe, amante, cuidadora incansável, personagem do filme Légua, Ana é Carla Maciel, nascida no Porto. Actriz aos 20 anos e quase outros 20 continua entre o cinema, a televisão e o teatro.
Estarão as cidades a ser esvaziadas de rotinas e rostos, cedendo ao ócio (e ao negócio) do turismo, afastando o trabalho e os locais? Como é que a arquitetura serve hoje esses lugares que perdem o cariz social e humano?
Onde fica a Fé num mundo em guerra, em urgência climática? Que papel tem a inteligência artificial? Como se olha para esta Igreja Católica em crise? Terá este padre, teólogo, filósofo e professor respostas para dar?
Esta semana, percorremos um mapa diverso, que esteve na origem de tantas canções e encontros. Descobrimos porque é que Havana é tão importante para ele. Fez parte do Trovante. E tem uma carreira a solo com vários duetos memoráveis.
"De sombra a sombra" é o disco de estreia, mas as canções sempre estiveram na sua vida. Faz 22 anos, mas a sua voz faz já adivinhar um mundo. Pisca timidamente o olho ao fado, enquanto procura a verdade e a essência das coisas.
Escritora, romancista, mulher generosa e conciliadora. Passou pela rádio e a imprensa, e criou e dirigiu a revista Egoísta. É a primeira leitora de muitos escritores de renome, e prepara uma biografia muito aguardada.
Um atleta de judo que se tornou bailarino, depois coreógrafo. Acredita no conhecimento e na capacidade que a cultura tem de nos desafiar. Fundou a sua companhia de dança em 1995 e está prestes a estrear um novo espetáculo, a 26 de maio.
Mal Viver e Viver Mal estreiam-se esta semana nos cinemas, um filme sobre a família e os sentimentos nebulosos que por vezes lhe pertencem. É por eles que sai do seu refúgio no Alentejo, onde vive e pensa o cinema.
Nasceu em Maputo e é um dos maiores divulgadores de música portuguesa, na rádio e na televisão. Está também ligado ao novo formato do Festival da Canção, mas é na Antena 3 que o encontramos diariamente.
Militante na Humanidade, circula pelo mundo e tem muitos mundos, para onde transporta a sua obra: da cenografia à escrita, passou pelo Teatro Viriato, em Viseu, onde deixou a sua marca. Atualmente, trabalha num projeto virado para o território e para a comunidade.