Meu chefe pauzudo me comeu no escritório
Sempre prestei atenção no volume da calça social do meu chefe, até o dia em que ele me encoxou na cozinha.

Sempre prestei atenção no volume da calça social do meu chefe, até o dia em que ele me encoxou na cozinha.
Durante uma reunião da igreja, fiquei sozinho com o Gabriel na sala pastoral, que era do pai dele. Entramos e ele já veio pra cima de mim.
Na saída do cinema, no banheiro, um ruivo mijou do meu lado e vi o tamanho do pauzão. Fiquei doido e combinamos pra eu ir na casa dele.
Eu tava com medo de apanhar e pedi ajuda pro valentão da rua. Só não imaginei que ele iria querer me comer.
O vizinho me chamou pra dar uma volta e fomos jantar num restaurante mexicano. Na volta ele me dá um beijo e depois me leva pro motel.
Entrei num grupo de pescaria que só tinha homens casados e marcamos de ir pescar numa ilha deserta. Acabou rolando uma putaria geral.
O vizinho bateu na minha porta um dia e eu estava sozinho. Durante nossa conversa ele jurou manter segredo sobre o que tinha visto, mas eu teria que chupar a rola dele.
Alguns dias depois do acampamento da igreja, descobri que tenho novos vizinhos. Jefferson é um gostoso de 23 anos que acabou me flagrando com o Gabriel.
Todo dia depois da aula eu ia pra casa do Renan pra gente jogar videogame. Quando a mãe dele saía, a gente assistia filme pornô e batia punheta juntos. Um dia resolvemos ir mais longe.
Quando eu tinha 22 anos, conheci um cara no bate-papo da UOL que era feio, mas a piroca... é inesquecível.
Depois de dar para o Gabriel no quartinho da igreja, percebi um irmão me olhando desconfiado. Será que ele tinha visto alguma coisa?
Augusto era o cara mais safado da faculdade e um dia ele me ofereceu carona. Ficamos presos por causa de uma tempestade e foi quando o tesão bateu.
Continuando minhas histórias, agora vou contar a primeira vez que fiz uma suruba, quando eu já tinha 16 anos.
Depois que o Gabriel tirou minha virgindade, nossa amizade ficou meio estranha. Até que um dia durante o culto ele me chamou para uma salinha.
Aos 11 anos vi uma piroca pela primeira vez numa revista pornô. Aos 14 experimentei de verdade com o pai de um amigo meu de 41 anos.
Finalmente o dia do acampamento da igreja chegou e eu já tinha combinado com o Gabriel pra gente dormir na mesma barraca.
Este conto é continuação do Irmão da Igreja tirou meu cabaço. Fazia tempo que não rolava nada com o Gabriel nem com nenhum outro cara. Eu ainda morria de tesão por ele.
A gente costumava brincar de pique-esconde quando eu era moleque e sempre dava um jeito de fazer putaria.
Eu precisava de uma mamada, então entrei no bate-papo e encontrei um moleque que disse que queria chegar, mamar e sair sem falar nada.
Quando o técnico veio instalar a minha TV a cabo, fiquei doido. Um homão da porra, alto e com um pacote enorme entre as pernas marcando o uniforme.
Depois do ménage com a namorada dele, nada foi o mesmo. Brigamos e ficamos muito tempo sem nos falarmos, até que um dia ele apareceu na porta do meu quarto.
Sou amigo do Eduardo há muito tempo, mas desde a primeira vez que o vi pelado, tenho alguns sentimentos que não sei interpretar. Certa vez a namorada dele quis transar com nós dois juntos.
Eu também curtia mulher e um dia emprestei minha mina pra um negão comer na minha frente.
Resolvi ir a pé até o mercado. Na volta passei por um lugar meio escuro e dei de cara com um malandrinho ouvindo funk. Achei que ia ser assaltado, mas...
Marquei um trabalho de escola em casa com dois colegas e quando entrei no quarto, um tava chupando o outro.
Eu sempre mamava o faxineiro negão, mas um dia ele queria algo mais. Disse que eu só queria a gala dele, então tive que tentar minha primeira vez.
Não sou muito próximo do meu primo, mas temos a mesma idade. Uma vez viajamos com a família juntos pra praia e à noite ficamos sozinhos na casa.
Depois daquela primeira vez eu mamava ele sempre, até que um dia o faxineiro do prédio, um negão sarado, disse que tinha visto o que eu andava fazendo.
Eu já estava no final do ensino médio e ainda era virgem. Num churrasco em casa apareceu um amigo do meu pai. Ele usava uma sunga azul e me deixou louco com aquela mala enorme.
Meu primo mais velho me chamou um dia pra brincar de médico. Ele pediu pra eu examinar uma parte íntima dele.