O estagiário safado
No último dia do estágio do Jonas, fizemos um happy hour de despedida e acabei vendo a rola dele no mictório do bar. Fiquei louco e planejando um jeito de mamar aquela piroca.

No último dia do estágio do Jonas, fizemos um happy hour de despedida e acabei vendo a rola dele no mictório do bar. Fiquei louco e planejando um jeito de mamar aquela piroca.
Sempre peço pizza no mesmo lugar e reparei que o entregador não era mais o mesmo. Ele parecia ser muito gostoso, mas nunca tinha visto seu rosto porque ele estava sempre de capacete.
Quando eu era criança, meus melhores amigos eram dois irmãos gêmeos. Nos afastamos, eles se mudaram para outra cidade e depois de muitos anos nos reencontramos. Eles cresceram...
Meu irmão tinha morado fora por dez anos como jogador de futebol e quando voltou ao Brasil, ele me contou algumas coisas que aconteceram por lá.
Fui visitar uma tia no interior e conheci meu priminho de 17 anos. Logo eu saquei que ele era gay e confirmei quando peguei uns vídeos que ele via no computador.
Meu pai se casou novamente e ganhei um irmãozinho novo, Mike de 17 anos. Quando fui passar as férias na casa do meu pai, notei que meu irmãozinho manjava minha rola toda hora...
Tenho 32 anos e sou casado. Um molecão de 25 anos que tinha acabado de sair da cadeia se mudou pro meu bairro. Todo tatuado e marrento, logo fiquei doido por ele.
Dois primos se excitam durante uma brincadeira de pique-esconde e marcam depois no mesmo local pra se descobrirem no sexo.
Tenho 22 anos e conheci o neto de uma vizinha aqui do prédio. Um dia ele estava sem videogame e aceitou o convite pra jogar comigo no meu apartamento.
História real enviada pra nós por e-mail por Raí. Ela se passa em Santarém, no Pará, em 1976 e narra um romance às margens do rio Tapajós.
Eu comecei a me culpar pelo que tinha acontecido. Será que eu era gay? Mas o cheiro da rola do Gabriel não saía do meu pensamento.
Meu melhor amigo era da mesma igreja que eu e depois de ficarmos três anos morando em cidades diferentes, nos reencontramos. Ele estava simplesmente lindo! Um dia ele dormiu lá em casa...
Uns vizinhos se mudaram pra perto de casa, fiz amizade com eles e um dia aconteceu o inesperado. Nunca imaginei que os caras curtiam.
Papaku é um negão com 30cm de pica e louco pra arrombar lekinhos. Dessa vez a vítima foi um missionário evangélico que bateu à sua porta certo dia.
Minha mãe começou a namorar um cara mais novo. Ele sempre tá em casa, fica deitado no sofá coçando o saco... O cara é gostoso pra caralho, barriga lisinha e pernas de jogador de futebol.
Depois de o meu porteiro gostoso me comer, disse que o cunhado dele também era porteiro e tava a fim de comer meu cuzinho junto com ele. Combinamos depois da meia-noite na portaria mesmo.
Fui visitar minha tia e me deparei com um porteiro muito gostoso no prédio dela. Eu percebi que ele mexia muito no pau, fiquei com aquilo na cabeça e resolvi que ia tentar alguma coisa...
Tava bêbado saindo de uma balada, parei pra mijar numa obra e o pedreiro falou que ali não. Disse que tinha um alojamento nos fundos que eu podia usar.
Com a rola enorme do tio Eduardo enfiada na boca, vejo o Thiago com a rola pra fora batendo punheta. Enquanto o tio me comia feito um animal, ele assistia tudo atrás da cortina.
Logo eu iria colocar meu plano em prática e tentar pegar o Tio Eduardo. A única condição do Thiago era que eu deveria deixar a porta da sacada aberta pra ele entrar escondido e ver tudo.
Aconteceu num banheiro em Portugal...
Meu amigo Thiago mora com os tios. O tio dele se chama Eduardo e é um gostosão de 34 anos. Thiago dizia que o tio era hétero e que eu tava viajando, mas comecei a perceber algumas situações...
Em uma festa de final de ano, toda a família se encontrou numa casa perto da praia. Minha prima levou o namorado, que acabou dormindo no mesmo quarto que eu. O cara era muito gostoso, militar, forte, músculos definidos...
Um dia eu tava louco de tesão, entrei no aplicativo e arrumei um cuzinho pra foder.
Meu melhor amigo quebrou os dois braços jogando futebol e fui visitá-lo. Ele comentou que o pau dele ficava duro direto e ele não tinha como bater uma. Tive que dar uma ajudinha...
Meu primo veio do interior passar um tempo em casa. Ele é folgado, funkeiro e maconheiro. Um dia peguei ele jogadão com uma bermuda de tactel no sofá da sala.
Minha boca ainda tava com gosto da sua porra, mas ainda faltava uma coisa: meu cuzinho tava muito curioso pra saber se eu ia aguentar aquela tora no rabo.
Bolei um plano pra ver como era aquela rola dura. Fingi que não acreditava nele e combinamos de ir pra casa depois do bar.
Levei um pé na bunda e acabei decidindo me mudar pro interior de Minas Gerais. Um dia, num bar, conheci o Vicente, um hétero que me confidenciou um problema: o pau dele era grande demais e as meninas nunca queriam dar pra ele.
Após um acidente, meu primo Marcelo ficou com os braços imobilizados por um tempo. Fiquei cuidando dele e o ajudando a fazer coisas básicas como tomar banho e mijar.