Carolina Marçalo | Estados Unidos > Lisboa
Foi criança para New Bedford. Voltou sozinha, ainda com 22 anos, para fazer o Mestrado. Foi aceitando desafios. Quer fique, quer vá de volta para os Estados Unidos, estará em casa.

Foi criança para New Bedford. Voltou sozinha, ainda com 22 anos, para fazer o Mestrado. Foi aceitando desafios. Quer fique, quer vá de volta para os Estados Unidos, estará em casa.
Missionário da Congregação do Verbo Divino, o padre construiu pontes e derrubou muros no Benim e em Montreal. Voltou e é também essa a missão em Portugal, o país que reencontrou diferente.
André foi com 5 anos para Paris, mas sempre quis voltar. Voltou, com a mulher Sandrine e com os dois filhos para abrir um restaurante em Lisboa. Aconteça o que acontecer, já ganhou este desafio da vida.
Voltou do Brasil com o marido brasileiro, para terem cá o filho. Ficaram e estão bem. Mas sentem que um dia vão voltar para lá. Sentimento partilhado, num momento de férias no Brasil.
É uma jovem portuguesa de Macau. Está em Portugal há 8 anos, desde os 18. Gosta muito deste país, onde quer ficar, assim tenha condições. Mas Macau será casa, enquanto for a casa da família.
Cofundador do Fórum Energia e Clima, é apaixonado pela Geologia. Passou por 5 países e acumulou conhecimento em defesa da sustentabilidade. Está a voltar para ajudar Portugal a pensar e fazer diferente.
Trouxe de Jacarta a mulher por quem se apaixonou. A família já cresceu e querem falar as duas línguas. Bem-vindos ou Selamat datang, João e Natasha.
Uma vida lá fora, sempre a pensar na volta. França, primeiro. Depois, a Suiça, já jovem mãe. Aos 44 anos, está de regresso, à aldeia com boa gente. E como a Aldina precisava disso!
Na primeira conversa, há um ano, voltar à Suiça era um cenário. Neste reencontro, a possibilidade é cada vez mais forte. Mas se assim for, não será uma derrota. É a vida a acontecer.
Mãe e filha voltaram da China de coração cheio. Foi difícil partir, mas voltar ainda foi mais. Agora estão no conforto de casa e confiantes no futuro da Carolina como enfermeira.
Nascida e criada em São Paulo até aos 23 anos, voltou há quase 30 e foi mesmo um regresso. Lá era a portuguesa, cá é a brasileira. Sem problema para a Sofia que cá está em casa e adora o Brasil.
Ela investigadora, ele engenheiro eletrotécnico, viveram 7 anos na Alemanha. Foram dois, voltaram quatro. Trazem muito de lá e gostaram. Mas é como se o bilhete de volta estivesse comprado à partida. Estão em casa!
Nascidos e criados em Portugal, fizeram-se adultos em Angola, onde se conheceram. Têm os dois países no coração. Estão cá, mas também lá, até pelo projeto que criaram para mostrar e proteger a arte africana.
Embarcou em aventuras por continentes, países e cidades. Aprofundou conhecimentos profissionais. Abriu os olhos para a vida e foi isso que o fez voltar. Mas o que o levou para longe está, afinal, sempre aqui, à beira.
Dez anos, quatro países. Paraguai, EUA, Indonésia e Brasil. A Joana voltou diferente, com 2 filhos. Estão ainda a encaixar-se. Com calma, porque o puzzle de quem volta tem muitas peças e tudo se vai resolvendo.
Saiu da Eslovénia quando o país entrou na UE. Mas tem ido lá e o encanto não se perdeu. A antropóloga está feliz em Odemira a lutar por justiça e a terminar o doutoramento sobre violência obstétrica.
Escritor e jornalista, tem 3 filhos que falam português e vêm muito cá, mas vivem lá, depois de uma separação difícil. O João tem lá o coração, mas não sente a Estónia como casa, depois do ataque de que foi alvo.
Os ciclos de vida trouxeram a Ana e o Nuno há 8 anos da Irlanda, país onde viveram 8 anos. A volta coincidiu com a chegada do filho, que nasceu cá. Recordam Galway e Dublin com muito carinho e já lá foram, os três.
Voltou de Paris há 20 anos. Mas os 5 que lá passou, foram tão recheados de emoções aos vários níveis da vida, que só o calendário a faz acreditar que já lá vão 2 décadas! Hoje, tem Paris e Lisboa no coração.
Viveu mais de 15 anos em Londres e em Bristol. Ana Jorge é psicóloga. Tem a certeza de que estava na hora de deixar o Reino Unido, mas está ainda a entender o que é isto de voltar.
Foram 33 anos no Luxemburgo. Uma vida dura, mas com muitas conquistas. Fernanda Batalau voltou para realizar o sonho de abrir um restaurante em Penalva e ter uma vida dedicada também à família.
É um reencontro. A Joana esteve sete anos em São Paulo. Na primeira conversa, tinha voltado há um ano e estavam muitas emoções por descodificar. Agora já passou outro ano. O tempo ajudou, mas não resolveu tudo.
Depois do Erasmus e MBA, esteve sete anos em Londres e três nos EUA. Ana quis voltar a pensar que vinha para um novo país, porque ela, tal como Portugal, estava diferente. Veio para inovar, depois de tudo o que aprendeu.
Luciana Leitão sabia que iria voltar, um dia, pela família. Ao fim de 10 anos voltou, com o filho que nasceu lá. A ligação a Macau é para manter. De regresso, a jornalista ensina português a estrangeiros para os ajudar.
Nasceu no Canadá, mas dos 2 aos 14 anos viveu com os pais no Pico. Voltou para o Canadá, até que aos 37 anos regressou à Ilha, onde está a realizar o que mais gosta, a espalhar cultura e saber.
Engenheira e investigadora, Rita Peres surpreendeu-se porque sentiu discriminação de género na Nova Zelândia. Mas o que mais custou foi a reação da filha, que depois não queria voltar. Agora estão felizes, em Portugal.
Marília e o marido trouxeram experiência, conhecimentos e contactos. Abriram uma empresa de criação de modelos de IA a partir de dados. Têm dois filhos. Um nascido lá, outro cá.
Foram 16 anos nos Estados Unidos. Apostaram nas carreiras. São investigadores. Quiseram voltar com os três filhos. O Pedro está a investigar. A Helga está à procura de um lugar, otimista.
Ao todo, foram 10 anos em Inglaterra. Londres é a segunda casa de Paulo Costa. Voltou por causa do Brexit e para se reformar em Portugal. Mantém-se ativo na defesa dos portugueses que vivem fora do país.
Em família. Inglaterra, Espanha, Alemanha, de novo Espanha. Não foi sempre fácil. Mas valeu a pena! O Duarte tem muito orgulho nas filhas e na mulher. São um núcleo duro de volta a casa, mas sem parar no mesmo sítio.