Você está prestes a ouvir mais um delicioso áudio da tela preta. Prepara o seu. Porque o prazer é garantido. A Kelly era uma mulher fogosa. Ela até conseguia ser fiel, mas tinha que gostar muito do cara, fazer um puto esforço. Ela tinha um espírito livre, gostava de novas experiências, sabores diferentes. A coisa ficou ainda mais difícil quando ela e o namorado resolveram inserir um brinquedinho na história.
Sentiu o pau do seu macho na buceta e um vibrador bem grande no rabo levou ela ao delírio. A sensação de ter seus dois buracos preenchidos era tudo o que ela sonhou, ou quase tudo. Um dia, com todo jeitinho do mundo, ela tentou dizer para o namorado que adoraria que aquele outro pau fosse de alguém de verdade. E a reação do cara foi péssima.
Um Dildo, tudo bem, mas outro cara jamais, ele disse. A Kelly ficou frustrada, tentou levar aquela relação adiante o quanto deu, mas ela estava doida para viver aquilo. Daí acabou encontrando seu ex, um tipo bem putão, bem depravado, que ela considerava ter sido o melhor sexo da sua vida. E ela sabia que ele não teria o menor pudor de realizar aquela fantasia gostosa.
Ficaram de combinar um dia a pensar em alguém, mas sempre acontecia algum imprevisto e homenagem à Trua acabava não rolando. Já desesperada de tesão e meio entediada do atual namorado, a Kelly began a sonhar ainda mais alto. Achava que já que ela ia botar um chifre naquele mala, que fosse com tudo que tivesse direito.
Ela começou a reparar que quando ela dava pro cara com o vibrador enfiado na bunda, ela sentia muita vontade de chupar ao mesmo tempo. Ou seja, faltava uma terceira piroca. Sim, ela gostava muito. Quanto maior, melhor. Gostava de sentir a grossura, de pegar no saco, de enfiar tudo na boca, de se lambuzar. Mandou mensagem para o ex dizendo: mudança de planos. O cara ficou sem entender porra nenhuma.
Achou que ela tinha desistido, e esse joguinho também deixava a Kelly com mais tesão ainda. Parecia agora que, quanto mais vontade ela tinha de dar para outros caras, Mais raiva ela pegava do corno, e decidiu que, além do ex, ela daria para o amigo do atual, porque ela tinha um certo fetiche. E que vinha andando em cima dela há um tempão. Começou a retribuir as investidas do cara, mandar mensagenzinha de madrugada, falar sacanagem. Tava tudo certo. Faltava agora escolher o dono da terceira pica.
Entrou nesses aplicativos de encontro, achou um tipo bonitão, com cara de safado, e deu like. Conversou por uns dias com o sujeito, uns papos bem quentes, sondou se ele curtia uma putaria e percebeu logo que ele era o cara certo. Claro que quando a conversa já migrou para o WhatsApp, ela quis ver uns nudes e adorou aquela caceta grande, do jeito que ela queria.
Daí o corno enfim precisou viajar a trabalho, ia passar a semana fora. A Kelly mal esperou o cara sair de casa e já organizou o bacanal. Ia ser na casa dela naquela mesma noite. Ela vestiu a sua roupa mais provocante, que a deixava igualzinho uma puta, pronta pra distribuir. Ela exigiu que cada um dos caras chegasse exatamente às 10 horas. E quando é para fuder, todo mundo é pontual. Às 10 estavam os três lá. Todos meio sem jeito, sem saber o certo como agir.
Mas logo a Kelly foi deixando eles à vontade, deu uma tacinha de vinho para cada um enquanto colocava uma musiquinha que já deixava no ar o clima da noite. Ela era, sem dúvida, a mais ansiosa. Quando viu que os caras estavam prestes a bater papo furado, como se estivessem num bar, tratou de lembrar o que eles foram fazer ali, começou desabutuando a calça do ex, que era, afinal, com quem ela tinha mais intimidade.
Os outros dois, quando viram ela mamando com a rabona para cima, entenderam que era hora de agir. O amigo do corno já foi esfregando a pica naquela bunda enquanto o cara do aplicativo começou a lamber os peitinhos dela. Ela então parou de chupar o primeiro e taiscou um beijo no segundo, bem molhado, de maldade mesmo, para ver se o cara ia ter nojinho de sentir o gosto da pica do outro, ou se a putaria era para valer. E a verdade é que com uma mulher gostosa daquela, ninguém tem nojo de nada.
Daí ela já sentiu confiança e já caiu matando em cima do terceiro. Abriu-lhe o zíper e confirmou que aquelas fotos eram mesmo reais. O cara tinha uma bela tora. A dúvida da Kelly agora era por onde começar. Mas o seu ex, sem dúvida o mais experiente ali, já organizou a parada. Encheu o pau de lubrificante, botou a gostosa no colo e enfiou no cozinho dela, deixando a xochota livre.
O amigo do corno, que já estava doido por aquela buceta há mais tempo, nem hesitou. Meteu-lhe a pica do jeito que deu, um pouco disputando espaço com o putão que socava o rabo dela. Mas foi. Sobrou para o terceiro aquela boquinha gostosa. No fim das contas, saiu tudo como ela queria. O que tinha mais tempo de casa, atrás. O que estava mais afim, na frente. E o que tinha a pica mais vistosa ganhando um belo boquete.
Quando a coisa engatou a Kelly parecia estar sonhando, ela não acreditava como era possível sentir tanto prazer. Ela estava plena, com seus três buracos devidamente preenchidos, com três pirocas que ela realmente escolheu, e toda se saindo muito bem. Nos poucos momentos que ela tirava o pau do terceiro da sua boca para ganhar fôlego, Ela aproveitava para expressar todo o seu prazer. Gemia feito uma louca, sentindo aqueles dois paus dentro e um enorme pulsando na sua mão.
É verdade que a noite estava só começando e ainda ia rolar muito revezamento ali, fazendo aquele transbordar de tesão, gozar por todos os buracos, e se sentir a mulher mais gostosa e desejada do mundo. Mas o melhor ainda estava por vir. Depois de quase duas horas de fudelância frenética, os caras já estavam se segurando, doidos, para esvaziar o saco.
Ela então se ajoelhou no chão. Os três fizeram uma roda em volta dela, que observava incrédula aquelas piroconas na sua frente e esperava o seu merecido banho de porra. E assim, um após o outro, ela levou dezenas de jatos quentes na cara, nos olhos, nos cabelos, nos peitos. O gozo escorreu. Todo o seu corpo e ela tentava juntar com as mãos e tomar o máximo que ela conseguisse para saborear toda a delícia que tinha sido aquela noite.
Tomou um banhozinho gostoso e voltou, doida para que os seus machos retomassem logo fôlego e começassem a meter em todos os seus orifícios de novo, um por um e ao mesmo tempo. Kelly queria fazer jus a tanta porra, embora ninguém ali tenha gozado mais do que ela, de todas as formas possíveis. No dia seguinte, ela ligaria para o namorado e terminaria tudo. Estava muito claro que ela não podia mais viver com um único pau e tão egoísta.
Você ouviu mais um áudio da tela preta? Se quiser conhecer mais desse delicioso trabalho, acesse prazer.telapreta.app ou no Instagram, arroba PrazerTela Preta. Até o próximo áudio.
