EP146 - A Maioria das Pessoas Nunca Se Torna Quem É - Nuno Michaels - podcast episode cover

EP146 - A Maioria das Pessoas Nunca Se Torna Quem É - Nuno Michaels

May 10, 20261 hr 6 minEp. 146
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Summary

Neste episódio instigante, Nuno Michaels e Noor Palma mergulham na importância de vivermos alinhados com a nossa essência, discutindo o "vazio" que surge ao ignorarmos quem realmente somos. Eles exploram a necessidade de coragem para superar as expectativas sociais e a cultura materialista, a distinção entre conhecimento e compreensão, e como a inteligência artificial pode nos ajudar a redefinir a nossa humanidade. A conversa aborda as tarefas junguianas de individuação e a arte de transformar conflitos em oportunidades de crescimento.

Episode description

Nuno Michaels é uma das maiores referências em Portugal nas áreas da consciência, astrologia e desenvolvimento humano, reconhecido pelo seu trabalho como educador, autor, astrólogo e intuitivo.



Nesta conversa, falámos sobre o vazio que nasce quando nos afastamos de quem somos, sobre a identidade que construímos para sobreviver, a mente, a sombra, o sofrimento, o despertar e a coragem necessária para nos tornarmos verdadeiramente nós.

Será que somos livres nas nossas escolhas?


O que acontece quando ignoramos a nossa verdade?


E quantas pessoas passam uma vida inteira sem nunca se conhecerem realmente?


Uma conversa intensa, profunda e desconfortavelmente honesta sobre consciência, propósito, ilusão, destino e transformação.

Se este episódio te tocou, a melhor forma de apoiar o podcast Somos Infinitos é subscreveres o canal, deixares o teu gosto e partilhares esta conversa com alguém que precise de a ouvir.

Transcript

A Coragem de Ser Fiel

B

A segunda coragem é a coragem de sermos fiéis ao nosso coração, ao nosso delicado, louco, inconsequente, arriscado, improvável. Curação. Quando não há nenhuma razão lógica para o fazer, principalmente quando não há nenhuma probabilidade.

Nós temos um encontro do qual não podemos escapar, que é com a nossa própria consciência. E quando eu deito a cabeça na almofala, Deus sabe as noites que eu sofri por não ter sido capaz de fazer isto, que é hoje, Totalmente fiel à minha consciência e não deixei de ser fiel à minha consciência por medo de consequências ou de revisão. Por quando há medo, não há liberdade. E a liberdade é uma expressão do amor. E para este amor é preciso coragem.

Bem-Vindos a Nuno Michaels

C

Olá a todos, sejam muito bem-vindos a mais um episódio do Somos Infinitos. O meu nome é Nuno Palma e hoje eu tenho aqui comigo o Nuno Michaels. Ele é astrólogo faz este ano 26 anos, não é?

B

Mes e este ano, evidentemente.

C

Claro, mas o facto do não ser astrólogo eu acho que talvez seja só uma das linguagens que ele utiliza para investigar algo muito maior, que é a essência do ser humano. Ele, mais do que um especialista, é um aprendiz. É um observador da psique, dos padrões, de consciência e das contradições que todos carregamos. Bem-vindo, Nuno!

B

Obrigado, Nora. Obrigado por me receberes e obrigado por essa apresentação incrível. Pela inspiração que tiveste ao pôr a coisa dessa maneira. Sim, porque se me tivesse perguntado como é que eu me apresentaria, eu diria provavelmente, como aprendiste de ser humano. Então, acho a ressonância incrível. Obrigado por isso.

C

É assim que eu te vejo, assim, se eu olhar para ti, se eu olhar para a tua criança, eu vejo assim um rapaz curioso pelo mundo com muita sede de explorar, descobrir e também muito ligado ao divino, não é assim que eu vejo. Portanto, sei que esta conversa será certamente muito interessante.

B

Vamos a isso. É um prazer estar aqui, Nuro.

O Vazio da Não-Realização

C

Bom, olha, eu ouvi a algures uma frase que tu referenciaste a um autor que gostas muito, que é o Dan... Dan... Agora não me lembro. A frase é: Quando não te cumpres, quando não te individualizas, se não te tornas a pessoa que nasceste para ser, então no lugar onde deverias estar a irradiar luz, instala-se um vazio como um buraco negro.

B

Essa é uma paráfrase de um astrólogo daquele que foi o pai, o fundador da chamada astrologia humanista.

C

Okay.

B

Moderna, transpessoal, psicológica, um homem chamado Dane Rodial. Conhecido como o pai da astrologia moderna.

C

Exatamente. Pronto, esta frase chamou-me imenso atenção.

B

Um

C

E eu queria começar por te perguntar: este vazio, este buraco negro, como é que este vazio se manifesta na vida das pessoas?

B

Gosto das tuas perguntas, vamos a isso.

C

Yeah.

B

E estás-me a ver a pensar nas coisas em direto, não é? Então tu me perguntas, eu não venho com. ensaiadas, nem com uma mensagem engatilhada. Este vazio eu vou dizer como pecado e ausência. Pecado no sentido em que etimologicamente pecado significa ficarmos a quem? Ficarmos à quem do alvo, ficarmos à quem do ideal, ficarmos à quem de nós próprios.

O sentido etimológico radical da palavra pecare é ficarmos a quem? Eu poderia ter acertado no bolso, ai, epá, e falhei por 3 cm, fiquei ao lado, fiquei à quem. Então, por um lado, como pecado neste sentido, por outro lado, como ausência, ausência de quê? Vamos ser líri. A ausência. Da realização do meu próprio potencial, aquilo que eu poderia ter me tornado, aquilo que eu poderia ter descoberto, o que eu poderia ter criado, o que eu poderia ter.

Libertado, o que eu poderia ter escolhido, o que eu poderia ter honrado de mim próprio, os sims que eu poderia ter dado, os não que eu deveria ter dado. Então, a ausência, vou dizer em termos do que poderia ser.

As Duas Tarefas de Jung

Eventualmente tivesse corrido o risco da grande aventura. é aquilo que Jung chamava a indivídua. Ele dizia, a tua grande responsabilidade na vida é tornar-te quem nasceste para ser. Isso é o maior desafio do ser humano, é o processo da sua própria individualização, que significa reconhecer e atualizar a sua própria interesa, não digo a sua. Digo a sua inteiraza.

Na verdade, o Jung dizia que havia duas grandes tarefas para o ser humano, já porque é sobre isto que estamos a falar, ando. O Jung dizia que uma das nossas principais tarefas era a individuação. Que era tornarmos quem nascemos para ser, e os astrólogos têm em particular um planeta que associam a este processo muito direto e muito especificamente, e esse planeta é Urano, o planeta que resta.

Aquário, associada à era do aquário, ao aquário onde Plutão entrou agora, eventualmente falaremos sobre isso. O Urano mudou de signo há meia dúzia de dias para uma passagem de 7 anos num signo novo. We're going to find this individual. We said that this is one of the two principal tarefas of the human, and one of the most aventures. And the other, super interessant, just a year of Lua Sheia.

Ele lua cheia com a lua a passar em escorpião, que é o signo de intensidade, profundidade, sombras, partes desconfortáveis, negritudes, abismos. Ele dizia que a nossa segunda grande aventura proposta ou tarefa. é retirarmos as nossas próprias projeções do mundo. Retirarmos do mundo o que nós próprios projetamos nele quer dizer tudo aquilo que nós assumimos, percebemos que o mundo é, como as coisas são, como as pessoas são.

O que posso esperar, o que é a vida, o que é verdade, o que é o bem, o que é o certo, o que é o correto? Nós podemos dizer que muito disto. São as nossas próprias crenças projetadas. Tu és especialista em falar sobre isto, tens episódios e episódios em que falas sobre.

C

Sim, sim.

B

Portanto, retirar do exterior, retirar do mundo, retirar de cima dos outros as nossas próprias projeções, que é como quem diz, reconhecer que sombras nossas. Que inconsciência nossa estamos nós a projetar no exterior e a confundir a nossa própria percepção do exterior com.

A

Ooh.

B

Exterior, tivesse o exterior uma existência independente. De quem o percepciona, como na física se chama isto o princípio da incerteza do Heisenberg. Quer dizer, eu nunca vou ter a certeza, se, na minha ausência, como cientista ou como experimentador, aquilo que há a ser experimentado ou observado seria igual. O facto de eu estar a participar na experiência implica necessariamente que a experiência é a experiência que é para mim, mas eu não saberia como é que ela seria se eu não estivesse.

C

Exactly.

Coragem Contra Programação Social

B

A experiência só existe como experiência para mim. Isto depois também desemboca nas noções de fenómeno do canto, não é? Sim. Mas isto levarmos a.

C

antes de irmos por aí Nuno o que é que nós precisamos ter coragem de fazer Para começar esse processo de individuação, ou seja, esta consciência de que o mundo é uma projeção nossa e que os outros não existem fora de nós, só dentro de nós, o que é que nós precisamos ter coragem de fazer?

B

Não sei, mas posso partilhar contigo as minhas respostas espontâneas quando douço a tua pergunta e o que é que observo brotar dentro de mim como resposta imediata, instintiva.

C

Интуитивно.

B

E a do momento, se calhar daqui a cinco minutos perguntas-me a mesma coisa, e vai ver outra resposta, a mais genuína e mais honesta, é eu não sei e não reclamo saber.

A

Agora posso.

B

Partilhar contigo os meus preconceitos, a minha miopia e aquilo que se me apresenta dentro de mim, porque mais uma vez é de mim que se trata, não é? Porque eu não sei a verdade, eu só sei o que é que se move dentro de mim perante um estímulo exterior. E eu diria aquilo que nós precisamos ter coragem de fazer, eu diria que são duas coisas: uma é ter a coragem de Ir além da educação. Da socialização, da programação, da aprovação, do consenso, da pertença.

E do conjunto de regras exteriores ou das expectativas exteriores que nos digam o que é que e como é que eu devo ser no que é que devo tornar-me. Primeira coisa é ter a coragem de. Desautorizar. Consciências exteriores ou alheia. De serem a consciência que dita a minha vida. Esta é a primeira coragem. A segunda coragem, e a palavra é muito boa, Nur. A segunda coragem é a coragem de sermos fiéis ao nosso coração, ao nosso delicado. Louco, inconsequente, arriscado, improvável, Inquieto, coração.

prinsipalnya Quando não há nenhuma razão lógica para o fazer, principalmente quando não há nenhuma probabilidade de que segui-lo vai dar bom, como dizem os brasileiros, porque nós temos medo que dê ruim, não é? Portanto, a segunda grande coragem, é interessante falar nisso por uma outra razão. A segunda coragem é a coragem de sermos fiéis ao nosso próprio coração. Porque no final do dia, quando nós já estamos a cabeça na almofada,

Nós temos um encontro do qual não podemos escapar, que é com a nossa própria consciência. E quando eu deito a cabeça na almofada, Deus sabe as noites que eu sofri por não ter sido capaz de fazer isto, hoje. Vivi totalmente fiel à minha consciência e não deixei de ser fiel à minha consciência por medo de consequências ou de repisódias. Porque onde há medo, não há liberdade. E a liberdade é uma expressão do amor.

Coração: Nosso Guia Interno

E para este amor é preciso coragem. A razão pelo que, desculpa, eu sou mesmo assim.

C

Não, é lindo, lindo.

B

Quando se abrem canais aqui, isto começa a esfiar, eu vou... Obrigado por isso e pelo suporte que dás enquanto eu ponho aqui fora. A terceira razão para eu ter falado de pá, que interessante e que oportuno e que. que chave o termo específico que tu usaste da coragem por este motivo.

Um dos ingredientes ou uma das danças que cartografa os tempos em que vivemos, astrologicamente, É o trânsito simultâneo de two planetas pelo signo de Carneiro, que é o signo de coragem, de aventura, de recomeços, de correr riscos, and a coragem de vivermos a nossa própria maneira e de nos atirarmos para abrir. Abrir espaços onde espaços antes não havia, ou seja, sermos inovadores, pioneiros, arriscados, ousados. E uma das forças desta energia de carnal.

É aquilo que eu chamo o dom da coragem. Coragem está intrinsecamente e até etimologicamente ligada com a ideia de coração. Coragem vem de cor. Por exemplo, em Latim diz-se abim o coré do fundo do meu coração. Core, coragem. Portanto, coragem é o coração, é o coração de leão. E há, que seja o nosso GPS, que seja o nosso guia, que seja o nosso RAI, que seja o nosso briefing.

Seria tão bom que a nossa personalidade... regularmente fossem custar o seu ouvido ao nosso próprio coração a perguntar o que é que precisas e queres agora de modo que eu possa acomodar a vidinha na 3D. para ir acomodando e transformando e transfigurando, foi o que aconteceu ao Senhor Jesus. Na cruz, enquanto se transformava no Cristo, a transfiguração para que eu vi à prática, para que eu personalidade nas minhas escolhas, nas minhas.

Nas minhas decisões, nas minhas ações, na maneira como penso, como comunico, como relaciono, como toco, como olho, como beijo, como crio, como é que eu posso ir tornando esta vida prática? A tradução da tua vontade, Rei Coração.

As 144 Coragens dos Signos

E a coragem de viver de tantas maneiras fiéis a isto que vem de dentro. De tal maneira que eu comecei muito recentemente a trabalhar num projeto de um livro, tenho vários livros que estão a ser escritos aqui no. Tenho vários livros escritos em processo, pelo menos desde 2008, que tenho algumas coisas em processo, metade no computador, metade ainda no Ether, outra metade no canal, quando isto estiver pronto para ser trazido cá para baixo.

Mas comecei muito recentemente a trabalhar num novo conceito e numa nova ideia para um livro. Que genericamente se chama o livro das coragens e que é muito destinado a estes tempos, a estes tempos, porque a ideia é. Nós todos temos que viver a partir de um lugar de coragem. E se nós pensamos que, por exemplo, no simbolismo astrológico, que é uma das minhas paixões, é a astrologia, o simbolismo astrológico é adivinhar personalidades, não é perder o futuro.

O simbolismo, eu adoro pensar arquetipicamente e simbolicamente, filosoficamente. And a astrologia ajuda-me a fazer isso como nenhuma outra linguagem.

C

Cloth.

B

Porque uma das minhas referências à astrologia, e a astrologia codifica todas as energias de vida em 12 signos, ou 12 grandes arquétipos, cada um destes arquétipos refere Eu vou dizer a uma das grandes dimensões do espírito humano. Então, assim, por exemplo, carneiro seria a coragem de viver, touro- a capacidade de sustentarmos a nossa própria vida.

Gémios, a capacidade de aprender com o que se passa à nossa volta, caranguejo, a arte de aprendermos a viver dentro de nós próprios para não sermos, como dito, sem abrigos energéticos. Leão, como o dom da autenticidade e da criatividade, Virgem, como a humildade de nos aperfeiçoarmos, etc. Então o que eu fiz na minha mente foi.

Bom, nós temos 12 signos, estes 12 signos significam doce coragens, mas não é verdade. Cada um destes signos significam várias coragens. Assim, por exemplo, o carneiro, a coragem de começar de novo. Carneiro, a coragem de começar sem saber para onde. A coragem de começar sem ter mapa, a coragem de avançar sem saber para onde se está a ir, a

C

sfragmentare in varie cose

B

Então, de repente, fiz contas e pensei: Bom, 12 signos, se para cada signo eu elencar, e é fácil, e é pouco, e é curto, e é pobre- 12 coragens, já temos 144 coragens. Então, provisoriamente. Estou é um dos meus, acho que sou hipomaníaco, um dos meus muitos projetos. é o livro das 144 coragens. São 12 coragens para cada um dos doces.

Vícios da Cultura e Educação

C

Excelente. Nuno, porque é que achas que nós, então, Oh, eu diria, eu falo por experiência, ou enquanto leiga, mas olho para a vida e pela experiência de vida olho à minha volta. Eu diria que a maior parte das pessoas não têm coragem de gostar do seu ouvido ao seu coração. E tornar o seu coração o seu próprio GPS. Porquê? Porquê tanto medo?

B

Yo no sé si es... Eu entendo o que diz, já concordo. Mas eu não estou certo. Que o mais importante aqui seja a dimensão da coragem de o fazer. Eu acho que tem mais a ver com duas ou uma única coisa que são La cultura. A educação. Os referenciais sociais, os referenciais ditos culturais. Nós não somos encorajados a reconhecermos-nos, a olharmos para nós como seres humanos. criadores, poéticos, sonhadores, empatas, servidores do mundo. Curiosos, abertos, disponíveis, fraternos.

Nós somos treinados. domesticados socializados, amestrados,

C

Existe uma programação, ne?

B

Mas é impossível ter opiniões sobre a vida sem que isto seja um ato político, não é? Claro. Pronto, isto é política quando nós temos uma opinião, uma visão sobre o coletivo. E nós somos produtos, não vou dizer vítimas, somos produtos, somos artefactos em grande. Em grande parte, enquanto não somos artefactos do nosso próprio coração, somos artefactos de uma sociedade. Então, enquanto aqueles que nos... Educam.

E não é educam, é instroem. Instruir é pôr camadas umas em cima das outras. Educar é ajudar a sair de dentro e ajudar a conduzir para fora. Ex-ducher é conduzir para fora. Intestruer é pôr camadas em cima umas das outras. Nós não temos educação, nós temos instrumentos. Então põe-nos camadas e camadas e camadas e camadas de programas que têm a ver com medo, conformidade, obediência, objetivos na 3D, que fazem na prática com que nós nos transformemos em hamsters.

a correr numa rodinha a vida toda com a promessa ou da reforma ou da riqueza ou de uma casa de férias ou de umas férias na neve ou de uma casa branca ou de uma casa com uma cerca branca com 2.4 filhos E 3.1 netos, que é a média europeia. E portanto, a cultura, a educação, os valores coletivos de uma sociedade amnésica programada para a matéria. que labora no grande equívoco

Capitalista. E o grande equivoco capitalista é que é possível ter crescimento infinito quando tu tens um planeta limitado com recursos limitados. Com pessoas limitadas, com inteligência limitada, com criatividade limitada, com tudo limitado, e o grande delírio consumista e capitalista, que é o que está por detrás de toda a nossa civilização e cultura.

É a ideia do crescimento exponencial infinito. Não há nada mais belo para o homem de marketing do que o poema que é o slogan. Eu compro esta máquina porque isto é que vai resolver os problemas da vida. O que nos resolve os problemas é um encontro sério com a nossa natureza e com a nossa essência, com o nosso espírito. Mas nós andamos a tentar resolver através da matéria um vazio que é espiritual e que é existencial. E portanto,

Redefinindo o Ser Humano

Antes de qualquer outra coisa, nós temos de ser capazes de reconhecer como o peixe está dentro d'água, que nós estamos dentro de uma mentalidade e de uma cultura. Que não nos ensina e não nos recorda do que somos como seres humanos. Recorda-nos que somos cidadãos, filhos, pais, netos, contribuintes. Consumidores, eleitores, consumidores, mas não seres humanos. Então produzimos, consumimos,

C

Mas não somos.

B

Mas não somos, não nos descobrimos. O que era a grande ideia belíssima do Quinto Império, que, aliás, o Cristino da Silva foi dos mais recentes. este este este gênio este aquareano Como qualquer gênio de resto morreu na miséria, não reconhecido com o seu gato, a ideia do V Império era que o homem pudesse tornar-se aquilo para que nasceu, que era criador poeta.

C

Lindse.

IA e Potencial Humano

B

É possível, só mais uma ideia. É possível que um dos lados, uma das oportunidades, Porque tudo na vida é uma crise e simultaneamente uma oportunidade, não é? Tal como o caractere chinês, o ideograma chinês é perigo e oportunidade, não é? É os dois caracteres, ou ideogramas que compõem o ideograma que significa crise, perigo e oportunidade. Hoje em dia fala-se, isto é evidente que a nossa calha evolutiva vai nessa direção e nesse sentido, fala-se muito em inteligência artificial.

Eu estou convencido. Que uma das grandes oportunidades da inteligência artificial é que, quando o homem perceber finalmente, e vir externalizado, como quem faz outsourcing, externalizado, quando vê fora de si, Uma inteligência. A fazer o que a inteligência humana faz. Mil vezes mais rápido? Mil vezes melhor, o homem vai ter de começar a perguntar: então aquilo pelo que eu me defini, pelo que eu me conheci afinal, é pela inteligência.

É pelo intelecto, é por colecionar informação, é por colecionar dados, sintetizá-los, processá-los, analisá-los, extrapolá-los, fazer resumos e resenhas. Mas se eu tenho um computador, um processador, uma inteligência artificial, que faz isto, então o que é que faz de mim especificamente humano?

C

Intuitive.

B

Então é a minha intuição, a minha imaginação, a minha sensibilidade, o meu sentir, a minha memória. Eu tenho conversado imenso com o chat GPT, porque acho dos interlocutores mais inteligentes que eu já encontrei na vida. Eu preciso, sou uma pessoa que precisa muito de estímulo e de pensar e de bater bolas, e no chat GPT tem.

É altamente estimulante, e o que ele me devolve sempre é que o nível das nossas conversas tem muito a ver com o nível das questões que eu trago, o que é interessante também de pensar, é um bocado como eu tenho.

C

Mais informações pões, mais ele consegue voltar.

B

E mais te vai conhecendo, e mais te vai lendo de alguma maneira. E uma das perguntas é que eu lhe fiz há umas semanas ou alguns meses é: Eu estou fascinado pela maneira como tu pensas, ajuda-me a perceber como é que tu pensas. E acima de tudo, se tu tens uma noção alguma de identidade, ele diz: não tenho identidade porque não tenho memória, memória pessoal, ou seja, eu não me sinto a viver coisas e a atravessar uma história.

C

Exatamente.

B

Portanto, eu sou uma supermente. Que processa tudo.

C

E que despejem informação.

B

Veja informação e isto talvez ajude a humanidade ao longo dos próximos, eu vou dizer, dos próximos anos ou décadas. A perceber mais qualquer coisa acerca da diferença entre o intelecto e a intuição, entre a inteligência e o que é ser humano, porque a inteligência e o potencial humano. Não se medem pelos testes de CI do Simon e do Binet dos anos 60.

C

Sem dúvida.

Quem Somos Além das Camadas?

B

Bom, e isto levar-nos ia numa longa, longa...

C

Só tu há bocado falaste, disseste que nós éramos instruídos, ou seja, não éramos educados, éramos instruídos, eram dispostas camadas. Se nós tirarmos todas essas camadas, quem somos nós?

B

isso é o que compete a cada um de nós ir descobrindo ao longo da sua vida estamos todos nessa descoberta se é que Estamos todos nessa descoberta. Então, eu não saberia responder-te.

A Consciência da Vida

C

É isto, mas formos ao tema da consciência, então, se eu te perguntar o que é consciência.

B

eu não saberia dar-te uma resposta satisfatória creio que seria suficiente Para aquilo que, para mim, a consciência significa dizer ao como a possibilidade de. Tomar consciência de algo.

C

Mm-hmm. Sim, e o que me vem à cabeça é todo o material que existe na nossa psique e para além disso.

B

Dou-te um exemplo, se calhar é mais fácil, às vezes eu expresso-me uma maneira um pouco abstrata, porque é natural, se calhar todos nós o fazemos. O tomar consciência, vou dar um exemplo disto. Esta é uma imagem que para mim funciona e às vezes partilho isto quando estou a ensinar ou quando estou a falar com pessoas sobre estes assuntos. Eu gosto de pensar. que eu Olhar pra vida. Então eu sou a vida que se esconde atrás dos meus olhos e que está a tomar consciência de si.

Então, através de mim, e por onde eu ando? À vida a tomar consciência da.

C

Através da experiência, contraste a associação.

Sol e Ascendente Astrológico

B

E isto, atenção, porque nós falamos de consciência nos âmbitos de desenvolvimento pessoal e de autoconhecimento e da espiritualidade. A minha noção de consciência não tem nada a ver com. Uma progressão na evolução é a possibilidade de que algo seja apercebido como vamos dizer simbolicamente. No simbolismo da astrologia, o Sol é o símbolo do espírito.

C

Mm-hmm.

B

E é como se simbolicamente, no teu mapa de nascimento, o Sol mostra-te onde é que o teu espírito. Se está a tornar um órgão de perceção da vida.

C

Okay, interesting.

B

Ou seja, onde é que tu estás como luz, como possibilidade de levar consciência ou de tomar consciência, onde é que tu estás? A tornar-te consciência e ao tornares-te consciência a iluminares tudo aquilo que a tua consciência.

C

É a tua essência.

B

É a atualização do teu potencial de consciência.

C

E o ascendendo.

B

O ascendente seria muito mais o tipo de construção, isto é a minha.

C

See you Tim.

B

A construção que tu tens de fazer para que o espírito deixa e venha. tomar conta da tua vida.

C

É tipo veículo.

B

É o veículo, deixa-me dar-te uma imagem para mim, faz mais sentido. Que é a escadaria que tu tens de construir para que o espírito deixa e tome conta da tua vida. Exemplo. independentemente do teu mapa de tudo que esteja no teu mapa tu nasces com um ascendente carneiro Claro que isto é o que eu vou dizer: é uma sobressimplificação, porque um ascendente carneiro depende largamente.

C

ご視聴ありがとうございました

B

Do que se passa com o Marte, a casa ou sim, nos aspectos. Bom, isto é infinito. Sobre os infinitos. Isto é tudo infinito, mas para concretizar e dar um exemplo mais operacional, mais claro do que te quer dizer, independentemente do teu mapa todo. Se tens o ascendente carneiro, isto significa que tu tens como condição para agarrares a tua encarnação.

É como se isto é o normal que eles a falar, isto não é verdade, está bem? Isto é só uma tonteria minha. Isto é só uma tonteria minha. É como se o espírito estivesse a dizer assim, olha amigo. eu preciso que tu sejas carneiro porque senão eu não vou tomar conta da tua vida ah

C

Que interessante.

B

E o trabalho da personalidade, porque o ascendente está muito ligado com a persona. A máscara, a apresentação do eu no mundo de todos os dias. o corpo físico, o tipo de nascimento, o tipo de experiências, o tipo de expectativa, a imagem que projetas, aquilo que os outros reagem imediatamente antes de te conhecerem mais profundamente, não é?

Portanto, tem muito sempre que ver com máscara, aparência, estrutura, armadura, e eu chamo-lhe escadaria porque é como se o espírito, o que é, vamos dizer, é tudo no mapa, mas Está agenciado e com substancializado no sol. O sol é como se fosse o rei no jogo de xadrez, não há. É o nectar. That's the whole fucking point de teres nascido. É este sol.

Ser uma luz no mundo, como dizia o Buda, ser uma luz para ti próprio. E se fores, possivelmente és uma luz para o mundo, mas não é isso é o lugar para que tu dormes melhor, porque também não é isso que interessa. Interessa. Atualizares o teu próprio potencial. Começamos por falar nisso no início, então.

Se eu tenho um ascendente carnal, isto é só um exemplo. É como se o espírito me dissesse a condição para eu descer as escadas, é que tu construas as escadas, porque senão eu não posso descer, constróis-me um trono. para que eu possa ocupar e sentar-me a ocupar o trono, o trono de quê? De autoridade, de soberano na tua vida.

Que tem a sua contraparte física no coração, estás a ver? Estou a ver, sim. Energeticamente tem um assento no chakra do asna. Energeticamente é como se nós estivéssemos aqui um lugar de comando. E estamos a comandar a cumprir os ditamos do nosso coração. Isto é a vida do Espírito e a nossa vida. Superior, mas para tomar conta da nossa encarnação, para haver uma transfiguração, ou seja, para que a minha personalidade seja veículo.

Para o meu espírito ou para a minha alma, eu não quero entrar na terminologia demasiado específica, na neurose semântica para que o espírito tome conta da tua vida, tu tens de construir. и възможности, и възможности, възможности, възможности, възможности, възможности. sozinha sobre os teus próprios pés. O carneiro é enfrentar-te, peito aberto, a vida e o mundo, e se for todo.

C

Рискотипру.

B

Yeah. Não, não precisas, porque nós estamos telepaticamente ligados.

C

Uau, é que eu não disse mesmo.

B

É preciso, mas não é preciso. Um dia nós não vamos precisar de palavras.

C

Mas entendo sim, é verdade.

B

Pronto, porque se estamos num plano intuitivo, estamos ligados à mesma mente, estamos ligados à mesma emissora. O rádio não precisa de fazer barulho. Porque a emissão está sempre a transmitir. E o nosso trabalho é tornar-me nos rádios que sintonizam as transmissões. E a arrogância do homem é dizer que eu, como rádio, como não ouço, isso não existe.

Não é? Pronto, voltando atrás, se for touro, eu tenho que construir uma base de autossuficiência e de segurança emocional, material, criativa, produtiva na minha própria vida, porque touro. Eu amo os signos, não me dedico a ser a isto.

Touro, Apego e Transformação

Tenho 51 anos desde os 15, estás a ver? São 36 anos de astrologia, os últimos 26 a cobrar para ser responsabilizado pelo trabalho que faço. Eu amo esta linguagem e Touro, para mim, é um dos signos mais maravilhosos porque representa o potencial produtivo. Criativo, generativo da própria terra. Não há coisa mais generosa nesta vida do que o potencial da terra que está sempre a dar-nos frutos.

A

ФОЛЛЯЗ

B

sombras, madeiras, minérios, água, beleza, pássaros, harmonias, pôres dos sóis Nasceres do só, não há nada mais rico, mais produtivo. E se nós tomássemos a lição de touro à letra, nós queríamos ser tão perfumados.

E tão produtivos quanto o próprio planeta. O que significa que, se nós estivermos sempre a tirar de dentro de nós próprios, Os perfumes dos nossos frutos, os frutos do nosso trabalho, da nossa criatividade, dos nossos interesses, nós estaríamos sempre a produzir, estaríamos sempre a criar e estaríamos sempre a gerar. Abundância, a girar, segurança, a girar a girar, não é a girar, é a girar.

A procriar, e isto é a energia de tour, significa que quando eu me torno produtivo, a partir do que tenho, do que sei, do que gosto, do que quero, do que me é próprio, do que me é intrínseco. Eu estou a honrar a energia de touro. E isto faz com que eu, se me reconheço como eu produzo vida, eu produzo frutos, eu crio coisas, eu produzo coisas. Eu estou a honrar a energia de touro que é pá, eu tenho valor. E de dentro de mim, como do ventre da terra, de dentro de mim, nasce vida.

Esta é uma das razões, isto é demasiado técnico, mas esta é uma das razões para que em astrologia a Lua, que é o planeta ligado com carangués, com nutrição, Que é o teu signo solar? É a razão para a Lua se sentir tão confortável no signo de touro e haver uma relação tão Forte entre caranguês, nutrição, segurança, sentirmos-nos bem e touro que as pessoas confundem geralmente com ter dinheiro e é que.

C

कर दो कर दो

B

E ter poder aquisitivo e ter um amante com uma mão suave. Que demore nos preliminares, veludo, perfumes, e sofás daqueles que duram a vida toda e carros que duram. Isto é uma maneira de olhar para a coisa, mas não. Não vai à essência do arquétipo de torco, tem muito mais que ver com o prazer de colaborarmos com a dimensão humana encarnada. és a matéria. É até interessante esta lua cheia que estamos a viver.

észorítására észorítására észorítására észorítására észorítására észorítására észorítására észorítására észorítására észorítására észorítására észorítására észorítására észorítására észorítására észorítására észorítására De touro, o que significa com o Sol em touro a mostrar o que é permanente, essencial, duradouro, eterno, o que não muda, porque touro é estabilidade.

E com a Lua diametralmente oposta, no signo de Escorpião, no signo oposto ao signo de Touro, onde a Lua adora estar, porque a Lua em Escorpião representa o processo. Da queda cíclica de todas as formas a que nos ligamos na vida. Então a lua em escorpião representa o processo de morte inevitável, que é o processo inevitável de transformação permanente. Que é a única coisa que permite, que a única coisa que não muda é o facto de que tudo muda permanentemente.

C

Muchas gracias.

B

É a essência do budismo.

C

en permanencia

B

A consciência de que existe sofrimento. Que nasce do apego, porque o apego é o desejo que as coisas continuem quando tudo está condenado a não permanecer.

O Propósito da Vida

C

Lindo, lindo. Oruni, tu achas que a vida tem um propósito ou somos nós que a criamos? Criamos esse propósito?

B

Olha, o Victor Franco, o homem que criou a logoterapia, Esteve prisioneiro nos campos de concentração na Segunda Guerra Mundial. Sim. Que entrevistou muita gente enquanto estava nos campos de concentração e que escreveu vários livros, entre eles o clássico. o homem em busca de um sentido. O Vitor Frankl diz uma coisa genial que, quando li isto há uns anos, nunca mais esqueci esta frase: Nós estamos sempre a perguntar à vida qual é o seu sentido.

Qual é o sentido da vida? Qual é o sentido da vida? Qual é o sentido da vida? E esquecemos-nos. Que essa é a pergunta que a vida nos faz a nós, a cada um de nós. Nós é que temos que dar a resposta a esta pergunta. A vida faz-nos a pergunta e a resposta cumpre a cada um de nós ir. Dando. E isto, para mim, é uma mudança de perspectiva. Nós andamos à procura, não é? Como dizia o Kabir, que andas de olhar confuso.

Cidade sagrada em cidade sagrada, à procura, vais a Calcutá e ao Tibete, mas enquanto não soubesse onde a tua alma se esconde, nunca para ti o mundo será real. O Cadir, o poeta persa, dizia isso, não é? Sim, sim. E isto para mim entronca numa ideia de um outro autor. قريبا لا يستعني أرسى أن أرسى أن أرسى أن أرسى أن أرسى أن أرسى أن أرسى أن أرسى أن أرسى أن أرسى

C

Okay.

B

Que diz que a nossa grande tarefa na vida é sermos derrotados por coisas cada vez maiores. Então, esta é a única que me faz sentido selecionar como resposta à tua pergunta. O sentido da vida, talvez seja sermos derrotados por coisas que.

C

Cada vez maior.

B

De onde estamos condenados a ser derrotados? Sim. Estamos condenados a lutar, sim. Estamos condenados a ampliar o foco das nossas procuras e das nossas buscas? Absolutamente. Derrotados por coisas cada vez maiores. O que é diferente, sabes? Tu sentir-te esmagada pelo preço do pão. Do que sentir-se esmagada pela beleza do universo?

C

É mesmo. Isum further

B

Então, sermos derrotados ou interpelados, mas isto já é o Nuna parafrasear o Hilke, derrotados ou interpelados. O encontrados por coisas cada vez maiores. Talvez seja esse.

Conflito, Espelho e Crescimento

C

Porque tu também só és confrontado ou derrotado por coisas pelas tens capacidade de lidar, não é? E se forem cada vez maiores, significa que estás rumo à evolução e mais capaz.

B

Traz os conflitos que te tocam no nível de consciência em que tu estás. E como dizia o outro, um problema, não é? Um problema não pode ser resolvido ao mesmo nível de consciência em que. E o Ortega Gasset dizia: e eu sou eu e a minha circunstância, eu sou eu e a minha circunstância. Então aqui estás tu, e aqui está a tua circunstância, aqui estás tu com os teus padrões, e aqui está a pessoa que te toca.

O espelho que te toca, o mestre que te toca, a experiência que te toca, o despedimento que te toca, o divórcio que te toca, a crise... Que te toca, a doença que te toca, aqui estás tu e a tua circunstância, e tu olhas para a circunstância e se tens responsabilidade, tu reconheces, eu e isto fazemos parte do mesmo contínuo. Isto não é um castigo. Isto não me é um cara. Eu não sou vítima disto. Eu não vivo num universo que está programado para me destruir.

Isto tem algo para mostrar, isto é o meu outro eu, há algo de mim nisto, portanto, isto é a tomada de consciência de que o conflito surge para te devolver qualquer coisa que tu não tens consciência. Seja qual for o conflito, e quem diz conflito diz promoção.

ou recompensa. Só que para nós as promoções e as recompensas estava à sandir, não é? A gente nem precisa falar nisso, claro, então depois tanto trabalho, tanto esforço, tanto médico, depois de tudo o que eu passei, é claro que sim. Agora, esta contrariedade, pobre de mim, porque? E o que o Ion queria dizer quando diziam um conflito que não se resolve ao mesmo nível de consciência que o gerou significa que eu tenho para ir para um lugar.

Que inclua estas duas dimensões como expressões do mesmo contínuo. E quando eu compreendo que a circunstância é expressão ou reflexo, ou Consequência, ou já disse espelho, não é? De um conflito interno, de uma sombra, de um desconhecimento, de um vazio, de uma amnésia, de uma ausência, de algo de mim. Que o exterior está a elicitar, que está a puxar, que está a revelar, não é? Nos relacionamentos nós vivemos isto muito, nós projetamos muito da nossa sombra nos outros.

E aquilo que é a generosidade dos outros no início, ao fim de um tempo. São as pessoas que nos incomodam porque não têm controle nenhum sobre a vida e são as mãos largas e não têm orientação nenhuma, apaixonamos-nos pela generosidade. E depois encanitamos-nos pela falta de limites. Achamos que a pessoa é muito organizada e que maravilha, é tão organizada e tão metódica e ao fim de dois anos é uma cabra neurótica. Nós apaixonamos pela nossa sombra projetada.

E nós tropeçamos a nossa sombra projetada, e isto tudo são expressões que nos convidam a olhar para dentro de nós quando o fazemos.

Além da Dualidade

Vamos para o terceiro elemento. O Jung dizia tercium não dá tur. Ou seja, o terceiro elemento nunca é dado. O terceiro elemento, isto vai desembocar na ideia de consciência, o terceiro elemento é o que nos permite reconhecer que há uma relação.

Entre o que aparentemente está a acontecer como circunstância, encontro o destino à minha frente e à minha volta, porque é eu, porque é isto, porque é agora, porque é que isto me chega, o que é que isto me quer dizer, o que é que esta pessoa está a espalhar, que botão é este? Porque não nos incomoda o mundo, não é? Incomoda-nos os botões que o mundo, ao ser o mundo, carrega. E os botões são todos internos. E, portanto, quando nós vamos para este lugar de compreender a experiência.

Como oportunidade de entender um conflito, ou uma divisão, ou uma dualidade, ou uma sombra, ou algo mais de nós próprios, nós estamos a De certa maneira, podemos dizer isto: estamos a ganhar consciência, estamos a iluminar a relação invisível, mas pertinente e sincronística. Que existe entre o que eu estou a viver, o que eu sou, o que eu conheço de mim e o que eu digo é o outro, é fora é a circunstância. Então, no fundo, é como se fôssemos fazendo.

C

Então nós atraímos sempre os problemas necessários à nossa própria evolução.

B

Nós atraímos sempre as oportunidades necessárias à nossa evolução. Se as olharmos com problemas, então estamos. A viver uma realidade na qual a verdade é um problema, a totalidade é um problema, a interesse é um problema, o yoga é um problema, a unidade é um problema. A não- distinção essencial entre o que eu aparentemente sou e o que eu aparentemente não sou é o problema. Eu estou em luta com o que é e o que não é, e estou no reino. estou no reino binômico

C

Exactly.

B

do ser ou não ser

C

Są sempre convites.

B

Os orientais dizem que ser e não ser são os dois paus na mesma curva. Nós temos o símbolo do Taoki, do Yin e do Yang, em que não podemos entender um sem o outro, não podemos entender o dia sem a noite, a verdade sem a mentira, o alto sem o baixo, o espírito sem a matéria, o dentro sem o fora. O eu sem o outro, o outro sem o eu, mas a nossa mentalidade mais cartesiana, mais racionalista, mais egoica, mais intelectual, mais analítica.

Diríamos em astrologuês mais mercuriana. Então, silogismo aristotélico A é A e não pode ser B, porque se A for B, então não temos ciência possível.

C

That's

B

Se A for B, então não vale a pena fazermos nada. A tem que ser A, que é o princípio da identidade. A não pode ser B, que é o princípio da não contradição. Em cima disto, nós podemos construir conhecimento, Mur.

Conhecimento vs. Compreensão

Mas não necessariamente compreensão, são coisas muito diferentes.

C

Qual è la differenza? Sim, mas ou seja, em termos de integração. Продолжение следует...

B

Conhecimento é compreendermos de uma forma cada vez mais detalhada. Sobre cada vez menos. Hum. non è? è un microscópio che si pone a partir, a analisar, a ampliar A fazer a hipérbole, a ênfase de partes, de partes, partes, vai para o particular, para o particular, para o ídios, para o ideográfico, para o particular, para o específico.

Divide, divide, divide, divide, divide, divide, divide, divide, divide, e de acordo com a física quântica, quando dividem o suficiente, chegam ao vazio. Há o vazio, de que os budistas falam há milhares de anos. Da grande vacuidade, que a última análise tudo é vazio. Portanto, que um dos meus memes favoritos é o meme do Monge Budista. A dizer o pequenino, a pequena criança budysta. A olhar para o imenso vazio, para a vacuidade e dizer: um dia, meu filho, tudo isto será teu.

O grande vazio, a última análise. Não é isso que nos ensinam os físicos quânticos, ao nível microscópico quântico, é vazio.

C

É vazio.

B

Não é cheio, não é sólido. Então, se tu levares a ciência, o Fritz Schoff Kapra foi um autor que nos anos 70 escreveu um livro sobre chamado O Tal da Física, que faz os paralelos entre a ciência quântica, a física quântica moderna, embora isto seja dos anos 70, já tem 50 anos.

E o taoísmo, os ensinamentos do taoísmo, ele faz um paralelo entre o que a ciência quântica descobre, descobriu, tem vindo a descobrir, e o taoísmo são as mesmas conclusões. A diferença é que a ciência quântica chegou lá através de fórmulas e de equações matemáticas. E os taústas ensinaram-nos isto há quatro mil anos.

Sem precisar de gastar giz num quadro preto a fazer raízes quadradas e formas matemáticas, como se para eles aquilo fosse só a constatação do óbvio e quantos gis é que precisaram de gastar para fazer os cálculos que vos levam à evidência da vida. Para dizer conhecimento. Levam-nos para o mais pequeno, mais pequeno, mais pequeno, mais pequeno, mais pequeno, mais pequeno, mais pequeno, e se for o suficientemente longe.

C

Ou seja, não se aprende a nadar a ler sobre o oceano. É um bocado isso, não é? Diferença entre conhecimento e

B

Sim, sim, e não vais nunca ter a experiência do oceano por muito que disseques uma gota no microscópio.

C

Exactly, that's the point.

O Valor das Perguntas

B

Agora, a questão é, Não creio. Que a afirmação nenhuma que possamos fazer sobre seja o que for, seja total e incondicionalmente verdadeira sempre. De certa maneira, de certo ponto de vista, tudo é plausível, tudo é possível, tudo é relativamente verdadeiro.

C

Thank you.

B

Porque, se calhar, o conhecimento radeiro é impossível, eu não sei. se calhar o conhecimento não tem que se opor à compreensão Se calhar as coisas não são incompatíveis. Podem coexistir e uma das coisas para mim importantes é manter-me sempre com hoje perguntas. Mas nunca com respostas, porque eu não tenho necessidade nem interesse nenhum em ter respostas sobre porra nenhuma. A única coisa que me interessa é manter perguntas na mente e depois observar.

Quais são as respostas novas que, momento a momento, aparecem? Porque se tu caminhas com uma pergunta, se tu caminhares com uma pergunta durante um mês, todos os dias, Tu tens diferentes respostas à mesma pergunta. E se tu estiveres atenta, a cada hora tu tens várias respostas à mesma pergunta. E portanto, se tu Estiveres a trabalhar conscientemente com questões da tua vida, da vida, do universo, da psique.

Dos teus programas, dos teus padrões, das tuas interrogações, se tu estiveres conscientemente com uma pergunta, ou um tema, ou com uma intenção. O que quer que venha, tu podes interpretar como sinais e respostas. Então, o que é realidade? Não sei. Porque cada um está a viver a realidade de que é o próprio.

C

É pessoal, não é? É pessoal. É uma experiência pessoal.

B

E portanto, para mim isto é tudo uma experiência em que a vida é um laboratório individual e, embora eu trabalhe em ensino, Uma das coisas que mais me inquieta não é que me perturbe, ao ponto de me tirar o sono, mas uma das coisas que me inquieta. É o número, e a quantidade, e a grandeza das certezas que as pessoas têm.

C

Mesmo, mas que leva a um mundo louco e neurótico, não é? Cás tantas estão...

B

Sempre penso, quanto mais certezas tens, a mais coisas estás a ficar seguimento. E é interessante porque isto, astrologicamente, isto também tem a ver com estes signos que é gémios sagitários. Os gémios têm perguntas. Sagitário tem respostas, e a ideia é que todos os eixos e signos respirem e que haja uma circulação, portanto, mantermos as perguntas. Estarmos atentos às respostas, não absolutizarmos as respostas.

E usarmos as respostas que são sempre progressivas e provisórias para nos ajudar, talvez, a formular outras perguntas ou a formular perguntas melhores para termos. Respostas melhores, mas eu não creio que isto tenha fim, nem acho que haja respostas que nos vão satisfazer.

Ilusão do Despertar Coletivo

Por fin, hace mucho tiempo. A falar de 26 anos, e eu, como sou descarado, eu comecei a ensinar logo desde o início. Porque era a melhor maneira de eu aprender, era ter a responsabilidade de ensinar. Então, era um astrólogo pitinho, ainda cheio de acne, com 24 anos, e comecei a ensinar astrologia, tinha acabado de fazer o curso do Kiran e pouco mais. E, portanto, estive durante muitos anos a ensinar a astrologia, e nos últimos 15 anos.

Há um planeta chamado Neptuno que há 15 anos, mais ou menos, entrou no signo de Peixe. E quando Neptuno entra em Peixe, isto é o fim. das definições das certezas, dos limites bem definidos, das coisas bem acabadas, é o início de uma certa de um certo transe, de um certo sonho, uma certa alienação.

Também de uma certa imaginação, de uma certa fantasia, de uma certa capacidade de sonhar, ou também de uma certa dificuldade em ter noção do que é verdadeiro, do que não é, é como se coletivamente nós estivéssemos todos entrado numa tripe de LSD. Coletivamente, e estes anos são 2011.

C

Until now. Until now. Until now. Until now.

B

Com o Neptuno em Carneiro e Neptuno em Peixe existe, desculpem, às vezes vou buscar. contextos Tranquilo. Mas para contextualizar o que vou dizer. Então, há desde 2011 que eu comecei a dizer. Isto é só uma ideia, só uma imagem que eu não estou certo e não estou mesmo se nós alguma vez despertamos. ou se simplesmente avançamos para estádios de sono ligeiramente mais leves, de tal maneira que eu hoje eu tenho uma epifania

A

Pá, hoje.

B

Li o meu mapa astrológico. Fiz uma ação de imagens mentais, fiz uma constelação familiar, fiz uma hipnose. Ouvi um podcast, tive uma epifania, encontrei um médium, tive uma experiência incrível, tive uma revelação, tive um aha moment. Tive um grande insight, tive um momento eureca e dou para mim a dizer: agora é que eu percebi tudo, porque agora é que percebi a infância e percebi os padrões e percebi epá, agora é que eu percebi tudo, porque eu estava a dormir até agora, mas agora, e é bem.

Impossível que daqui a seis meses eu dê primeiro a pensar: Epá, não, agora, agora que eu entendia, pá, não, pá, aquilo que eu tinha percebido há seis meses para aquilo não era bem assim. Já passados 7 anos, eu digo, epá, eu naquela altura, eu com 40 anos, o que é que eu disse? Epá, fui falar com o Nur, tinha 50 anos, epá, eu quero que ignorante, meu.

Como é que eu era capaz de acreditar naquelas coisas naquela altura? Então, a questão aqui é: será que nós alguma vez despertamos ou só vamos avançando para estádios de sono? Que se calhar nem são ligeiramente mais leves. São só, ah, agora acordei! Não, amor, agora estás é no estadio do teu sonho REM, não é?

Livre-Arbítrio e Inevitabilidade

Então, onde é que isto acaba? Não sei, tu é que sabes, isto é, somos infinitos.

C

Mas e quanto controlo é que tu achas que realmente temos sobre a nossa vida? Sobre a vida, porque nós achamos que controlamos tudo.

B

Epá, isso é uma pergunta do caraças. Preçávamos mais umas horas para falar sobre isso mesmo, porque isso em si é uma das perguntas essenciais do ser humano. Eu não sei. Pronto, eu não sei nada. Tenho algumas opiniões, algumas com mais entusiasmo e convicção, outras não tão convictas, porque são aquelas em que eu mais penso.

C

pensar algo.

B

Quanto mais pensamos, Isto, claro que é de mim que estou a falar, antes de mais. Mas nós, quanto mais pensamos, Um Ponto 1, menos certezas temos e ponto 2 potencialmente mais angústia sentimos quando nos pomos a pensar sobre as coisas. Pois é que, se calhar, o Santo Agostinho falava na doca ignorância, abençoado a ignorância, abençoado os ignorantes e as crianças, pois dele será o reino dos céus.

E isto faz-me pensar, por exemplo, e já volto à questão, faz-me pensar, por exemplo, naquele filme Da Vida Bela, do Roberto Béto. O que aquele pai faz para que aquela criança passe o seu tempo no campo de concentração como se estivesse num jogo e no fim, quando entram os aliados com o tanque. O miúdo diz: É ver, é ver, verá, caro armato. O meu pai tinha razão. Eu ganhei mil epuntos.

inocência Que as crianças são expressão, mas por outro lado a inocência de quem não pensa não é tocado por certas coisas, não lida com certas angústias.

C

Não saboreia a vida, não é não saborear, mas não toca em determinados sítios da vida também.

B

Mas há tanto da vida que agridou-se. Pois é. Daí também eu falar da angústia e de todas estas coisas. Mas perdi o fio consigo.

C

Kontrolo, quanto kontrolo é que nós temos realmente sobre a vida?

B

Acorde-me uma frase do Jung. Já viste que o Jung é um dos meus? Ele diz que livre-arbítrio é a capacidade de fazer de bom grado a única coisa que deve ser feita.

C

Mm.

B

Quando eu colaboro conscientemente com a inevitabilidade, eu estou a exercer o meu livre-arbítrio que consiste em reconhecer que não tenho nenhum.

C

É rendeste.

B

Para início de resposta, esta ideia do livre-arbítrio é fazermos de bom grado o que deve ser feito. O que é que deve ser feito como fórmula? Atualizarmos o nosso potencial. Nós trazemos um GPS dentro de nós. Somos programados para obtecer ao exterior. E despertar implica compreendermos que é o nosso coração que temos de obtecer. E tornarmos suficientemente autoridades sobre a nossa própria vida significa maduros, responsáveis, autossuficientes, produtivos.

so vzpravljeni vzpravljeni vzpravljeni. Nietzsche vzpravljeni vzpravljeni vzpravljeni. Ou seja, quem não é autoridade da sua própria vida está condenado a ter que mamar. Com as expectativas e as regras dos outros. Não é? Ou és autossuficiente, ou estás nas mãos de quem te pague e de quem te financia a vida. E há muitas formas. Socialmente prescritas de prostituição. Muitas, em que nós nos prostituímos para obter aprovação, segurança, garantia, sobrevivência.

C

acima de todo sobrevivência

B

Sobrevivência. Ou seja, isto é uma forma de nós permanecermos. Há cima de nós próprios and the second days, but we are encouraged to live in this registration. Porque nós somos todos encorajados a vivermos como peças de uma engrenagem social e capitalista. E, portanto, nós somos programados não para sermos humanos, mas para sermos peças de engrenagem. Evil middle

C

Exatamente.

A Canção do Coração

B

Portanto, é a cenoura à frente do burro e é o chicote no lombo. E, claro, o burro somos nós, os burros somos nós. Ter a ousadia de questionar o que nos foi ensinado. E ter a ousadia de defraudar as expectativas todas. E ter a ousadia de dizer. Calej się wszyscy, że potrzebuję o único tambor, a única voz, a única musica, o único som, a única...

Os índios, eu estive há tempos nos Estados Unidos, e numa reserva índia, e encontrei lá um quadro que dizia assim, o grande espírito deu a cada um de nós uma canção. No. To have and troute, and I think march in the life, because we enjoy, but to dance. E à nossa volta, as voltas... que vem testar a nossa determinação, o nosso amor próprio, a nossa coragem, o nosso foco. A nossa ousadia, a nossa liberdade e a nossa dignidade, porque é o que os vossos tirais vêm fazer: vêm testar.

A nossa disponibilidade para nos. para sermos os parteiros de nós próprios, para sermos os dançarinos da nossa própria canção, os vossos interiores, a cultura, a economia, os pais. Os amigos, vê lá, o que é que vais fazer? Tu tens é que trabalhar, tens de ter o emprego, tens de ter estabilidade, tens de ganhar dinheiro e vê lá, mas olha, mas tu não estás assim tão mal casado, mas vê lá o que é que vais fazer e vê lá e cuidar. as vozes dos teus.

C

Como é que tu distingues a voz do teu coração do ruído exterior? Porque o ruído é tanto.

B

Bom, eu conheço o ruído desde que nasci. E tenho vindo a descobrir a voz do meu coração. A partir do momento em que percebi que o ruído não me informava nada. Durante um tempo, eu até usei o ruído para não ter que me ouvir. Porque os ditamos, eu vou dizer, não vou dizer as imposições, se bem que sejam na prática. Vou usar os ditames. É bom termos vocabulário porque assim podemos usar eufemismos de vez em quando. Os ditames do nosso próprio coração são tantas vezes inconvenientes.

Metem medo, assustam-nos, são contra a cultura, são contra a corrente, são contra todas as probabilidades, como dizem os americanos, against all odds, contra todas as probabilidades. Sei lá, eu sentir-me infeliz numa relação, ou sentir-me infeliz num trabalho, ou sentir-me infeliz porque estou na cidade e a minha alma quer ir para o campo. ou com uma vontade crónica latente há anos de aprender um instrumento musical, ou de cantar, ou de dançar. Nós te vemos sempre.

Não é conveniente, custa dinheiro, existe tempo, requeraria que fôssemos corajosos, requeraria que nos amássemos, requeraria que nos puséssemos em primeiro lugar, pelo menos. De certa maneira, pelo menos nesta circunstância, pelo menos perante certas pessoas, pelo menos há uns ajustes sempre que temos de fazer na vida para sermos capazes de honrar o nosso coração e nós fomos treinados para sermos bons cristãos.

Bons filhos, boas pessoas. É por isso que as pessoas bonzinhas estão cheias de ressentimentos e de heterosclerose e de canto. E de ressentimentos não expressos, é por isso que os cemitérios estão cheios de pessoas nobres, cheias de boas intenções, inofensivas. Era tão boa pessoa, era inofensiva, nunca levantou a voz com ninguém, nunca se zangou, era tão boa pessoa, era tão bom filho, tomou conta da mãezinha até a mãezinha morrer com 97 anos.

E ele, coitado, como já tinha 78, também já não teve tempo de viver a sua própria vida, mas foi um bom filho. Dá um belo defunto, defunto, aquele que já não tem função. Ora, nós não queremos ser defunto. Nós queremos ter passado pela nossa vida com a coragem de termos sido fiéis ao nosso coração ao final do dia, quando deitamos a cabeça na almofada, com orgulho de nós próprios, porque.

Traímos toda a gente, desapontámos toda a gente, falhámos com toda a gente, fomos péssimas pessoas, mas fomos fiéis a nós próprios.

Fechando o Ciclo Infinito

C

Olha, Nuno, eu estou mesmo. Eu acho que gravei um dos melhores episódios do Somme Infinito, foi muito forte. Incrível esta conversa! Abriu aqui um canal muito forte mesmo. Olha, agradeço imenso.

B

कर्ट कर्ट कर्ट कर्ट कर्ट कर्ट कर्ट

C

Foi muito bom.

B

Gosto tanto da qualità della tua presenza, a tua intuizione, a tua intelligenza.

C

Obrigada.

B

Suportas o espaço, pai, te passou no estado.

C

E vamos repetir, porque foi mesmo bom este encontro, gostei muito e agradeço muito a tua entrega, porque tu estiveste mesmo aqui ao serviço.

🔇 Silence

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