Desperte o mestre que existe dentro de vocĂȘ {parte #2}
Apr 20, 2018âą23 min
Episode description
đ§ < clique aqui para ouvir em podcast />
Como os mestres determinam a sua própria vocação?
Como eles tem certeza do amor e paixĂŁo pelo que fazem, todos os dias?
De onde vem tamanha inspiração e energia para melhorar a sua arte a cada dia?
Esse é o segundo texto de uma série especial sobre maestria no Hack Life.
Ler a esse texto sem antes ler o primeiro é tipo começar a assistir um bom seriado como
Game of Thrones ir direto para a sĂ©tima temporada: perde toda a graça e a experiĂȘncia.
O que era para ser uma experiĂȘncia excelente pode virar sĂł mais um âaaah, legalâ.
Portanto, se vocĂȘ quer tirar total proveito, recomendo que leia o primeiro antes de se aventurar nesse. Faz sentido?
< clique aqui para ler o primeiro texto (se vocĂȘ ainda nĂŁo leu) />
Muito bem, como vocĂȘ deve lembrar, a primeira lição que tive foi com um pote de ghee.
A segunda lição veio com um sushi, ao assistir o documentĂĄrio âJiro Dreams of Sushiâ.
Jiro Ă© um senhorzinho japonĂȘs que tem um restaurante onde sĂł cabem 10 pessoas sentadas.
Com 92 anos, Jiro Ă© um exemplo vivo de autodisciplina, simplicidade, paixĂŁo pelo seu trabalho e em sempre buscar o prĂłximo nĂvel de perfeição em sua arte.
Seu restaurante, o Sukiyabashi Jiro recebeu a avaliação mĂĄxima de 3 estrelas do guia Michelin. Se vocĂȘ quiser se deliciar com seu menu Ășnico de sushi, Ă© bom segurar a ansiedade: o menu degustação, com valor mĂnimo de U$300, tem uma lista de espera de 2 anos.
Assim como o ghee da Ancient Organics, o sucesso de Jiro e sua equipe se encaixa perfeitamente nos 6 princĂpios enumerados em nosso texto anterior sobre maestria:
#1 amor
#2 simplicidade
#3 princĂpios e valores
#4 disciplina, consistĂȘncia
#5 experiĂȘncia
#6 qualidade
Hoje, para irmos alĂ©m desses 6 princĂpios e despertar nosso mestre interior, vai ser preciso fazer uma faxina interna. E aqui, querido(a) leitor(a), as coisas começam a ficar um pouco nebulosas, tanto para mim, quanto para vocĂȘ.
Explico: em meu próprio processo, passado o encantamento inicial ao assistir o documentårio com Jiro, comecei a perceber algumas que me incomodavam bastante.
HĂĄ! AĂ ferrou.
Porque se me incomodou, significa que tenho crenças obsoletas dentro de mim que preciso reprogramar, para poder me expressar em todo meu potencial criativo.
Costumo brincar que estamos todos conectados pelo mesmo âWi-Fiâ global. Portanto, se eu for capaz de identificar as minhas crenças, reprogramĂĄ-las e compartilhar com vocĂȘ, as chances de que as mesmas se apliquem a vocĂȘ tambĂ©m sĂŁo bem grandes.
Preparado(a) para o mergulho?! đšâđ
Vamos a todas as minhas âincomodaçÔesâ, uma a uma:
#1 Diversas pessoas relatam que ficam nervosas ao comer em frente a Jiro, tamanha é sua dedicação à perfeição.
Isso me incomodou muito.
Eu jamais gostaria que qualquer ser humano se sinta nervoso em minha presença, ou ansioso.
Uma parte dentro de mim, o hippie paz e amor ââź (lembra dele?) estava em pĂąnico: nĂŁo aceitava isso de modo algum.
Ao observar melhor, percebi que essa parte é um tanto superficial. NĂŁo quer profundidade. NĂŁo quer desprender a disciplina, consistĂȘncia necessĂĄrias para se desenvolver nesse mundo.
HĂĄ! Peguei vocĂȘ! TĂĄ na hora de instalar o hippie versĂŁo NEO 2.0.
Comecei a conversar com ele para reprogramar esse modo como vĂȘ a vida, que claramente estava me atrapalhando:
consciĂȘncia đđ:Â âFala irmĂŁo, tudo certo?
Como os mestres determinam a sua própria vocação?
Como eles tem certeza do amor e paixĂŁo pelo que fazem, todos os dias?
De onde vem tamanha inspiração e energia para melhorar a sua arte a cada dia?
Esse é o segundo texto de uma série especial sobre maestria no Hack Life.
Ler a esse texto sem antes ler o primeiro é tipo começar a assistir um bom seriado como
Game of Thrones ir direto para a sĂ©tima temporada: perde toda a graça e a experiĂȘncia.
O que era para ser uma experiĂȘncia excelente pode virar sĂł mais um âaaah, legalâ.
Portanto, se vocĂȘ quer tirar total proveito, recomendo que leia o primeiro antes de se aventurar nesse. Faz sentido?
< clique aqui para ler o primeiro texto (se vocĂȘ ainda nĂŁo leu) />
Muito bem, como vocĂȘ deve lembrar, a primeira lição que tive foi com um pote de ghee.
A segunda lição veio com um sushi, ao assistir o documentĂĄrio âJiro Dreams of Sushiâ.
Jiro Ă© um senhorzinho japonĂȘs que tem um restaurante onde sĂł cabem 10 pessoas sentadas.
Com 92 anos, Jiro Ă© um exemplo vivo de autodisciplina, simplicidade, paixĂŁo pelo seu trabalho e em sempre buscar o prĂłximo nĂvel de perfeição em sua arte.
Seu restaurante, o Sukiyabashi Jiro recebeu a avaliação mĂĄxima de 3 estrelas do guia Michelin. Se vocĂȘ quiser se deliciar com seu menu Ășnico de sushi, Ă© bom segurar a ansiedade: o menu degustação, com valor mĂnimo de U$300, tem uma lista de espera de 2 anos.
Assim como o ghee da Ancient Organics, o sucesso de Jiro e sua equipe se encaixa perfeitamente nos 6 princĂpios enumerados em nosso texto anterior sobre maestria:
#1 amor
#2 simplicidade
#3 princĂpios e valores
#4 disciplina, consistĂȘncia
#5 experiĂȘncia
#6 qualidade
Hoje, para irmos alĂ©m desses 6 princĂpios e despertar nosso mestre interior, vai ser preciso fazer uma faxina interna. E aqui, querido(a) leitor(a), as coisas começam a ficar um pouco nebulosas, tanto para mim, quanto para vocĂȘ.
Explico: em meu próprio processo, passado o encantamento inicial ao assistir o documentårio com Jiro, comecei a perceber algumas que me incomodavam bastante.
HĂĄ! AĂ ferrou.
Porque se me incomodou, significa que tenho crenças obsoletas dentro de mim que preciso reprogramar, para poder me expressar em todo meu potencial criativo.
Costumo brincar que estamos todos conectados pelo mesmo âWi-Fiâ global. Portanto, se eu for capaz de identificar as minhas crenças, reprogramĂĄ-las e compartilhar com vocĂȘ, as chances de que as mesmas se apliquem a vocĂȘ tambĂ©m sĂŁo bem grandes.
Preparado(a) para o mergulho?! đšâđ
Vamos a todas as minhas âincomodaçÔesâ, uma a uma:
#1 Diversas pessoas relatam que ficam nervosas ao comer em frente a Jiro, tamanha é sua dedicação à perfeição.
Isso me incomodou muito.
Eu jamais gostaria que qualquer ser humano se sinta nervoso em minha presença, ou ansioso.
Uma parte dentro de mim, o hippie paz e amor ââź (lembra dele?) estava em pĂąnico: nĂŁo aceitava isso de modo algum.
Ao observar melhor, percebi que essa parte é um tanto superficial. NĂŁo quer profundidade. NĂŁo quer desprender a disciplina, consistĂȘncia necessĂĄrias para se desenvolver nesse mundo.
HĂĄ! Peguei vocĂȘ! TĂĄ na hora de instalar o hippie versĂŁo NEO 2.0.
Comecei a conversar com ele para reprogramar esse modo como vĂȘ a vida, que claramente estava me atrapalhando:
consciĂȘncia đđ:Â âFala irmĂŁo, tudo certo?
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