BDSM #002 - Meu corno, minhas regras! - podcast episode cover

BDSM #002 - Meu corno, minhas regras!

Jun 03, 202040 minSeason 1Ep. 6
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Summary

Os anfitriões Roger e sua parceira mergulham na 'cornitude' sob a ótica do BDSM, com foco no 'corno manso' e seu papel em sua dinâmica. Eles compartilham histórias íntimas sobre como essa prática alimenta a paixão e o ciúme, detalhando encontros com dominadores que desafiaram seus limites e fortaleceram sua estrutura relacional única. A conversa também aborda a diferença entre a cornitude consensual e a imposta.

Episode description

Era pra vir mais gente mas não deu certo. Então, para não deixar passar, resolvi que eu e Roger conversaríamos sobre o tema que já havíamos escolhido.

Neste episódio, vocês vão conhecer um pouco sobre cornice dentro do contexto BDSM e alguns causo nossos.

Há muitas formas de sexualidade que exploram a cornice, mas aqui vamos falar do corno mais doce do mundo: o corno manso.

CONVIDADOS
Nós mesmos! ;)

MÚSICAS
Rocket Power - Kevin MacLeod (incompetech.com)
Licensed under Creative Commons: By Attribution 3.0 License
http://creativecommons.org/licenses/by/3.0/

Aces High - Kevin MacLeod (incompetech.com)
Licensed under Creative Commons: By Attribution 3.0 License
http://creativecommons.org/licenses/by/3.0/

VIA LIBIDO SEX SHOP
https://www.vialibido.com.br

Transcript

Intro / Opening

🎵 Music

B

Yeah.

Definindo Corno Manso no BDSM

A

Vamos falar a gente mesmo sobre como é a vida de cornitude. Vamos falar sobre cornitude. Mas primeiro, primeiro precisa definir que tem vários tipos de cor, que? A gente vai estar falando dentro do. Tem corno de todo jeito, né? Tem umas tabelas imensas de corno. Mas a gente vai falar do corno manso. E feliz, né? E submisso. Tem que estar, tem cor no manso também.

B

Dentro do contexto do BDSM, né?

A

Fora dessa estrutura de submissão. Então, você é corno. É, né? E você é feliz, sem de cor?

B

Bye-bye.

A

Por quê? O que tem de legal nesse corno?

B

Não é que eu falava que é a cornitude, aí você curte, né? Faz essas graças comigo, então beleza, ok?

Benefícios do Corno Manso

A

Então, mas eu estava pensando, né? Por que é inteligente ser corno? Vou dizer por que é inteligente ser corno. Por isso que eu amo um homem corno.

B

Fica muito mais quente, quando... Eu percebo isso, quando tu sai com... Tu brinca com outro escravo, brinca com outro cara, depois vem comigo e tu vem cheio de fogo.

A

Primeira coisa, fico mais quente. Com certeza. E outra é uma mulher livre, né? Eu sempre costumo dizer para quem está acompanhando, eu vivo meus amores. me entrego, vivo total, porque eu sou uma pessoa que eu sou muito movida pela paixão. Então, sempre tem uma paixão, sempre tem uma coisa acontecendo que me apaixona, que eu preciso estar ligada assim. E depois acabo, porque eu me jogo mesmo e choro no final.

B

Você sempre entende tudo.

A

Quem fica para recolher os cacos? É o Rogério. E como caraca, não gosta de me ver sofrer, então é ele que ajuda e tal, né? Mimima. Me põe em pé porque toda hora eu me jogo. Ele vai lá, me tira e pronto. Eu tenho essa segurança de me jogar nas aventuras que eu falo muito assim. De amores inventados, que realmente eu não pretendo sair da vida que eu tenho nunca. Eu tenho um companheiro super bacana. Não faço questão de casar, mas quando tenho uma paixão eu tenho que me jogar.

Mesmo que não vai dar em nada, eu já entro sabendo que não vai dar em nada, para falar a verdade. Então aí pronto, sempre eu volto para esse aconchego. Normalidade, mas eu preciso dessa paixão e eu fico mais bonita também, né, amor? Uhum Não fico, eu acho. Oh, lindo. Seu amor. Eu gosto quando me perguntam sobre... Porque o Rogério, não sei se vocês sabem, mas ele ele, a gente, dentro do contexto lá da historinha do BDC e pá.

Eu sou a rainha, ele é o escravo. E ele é submisso, mas eu ia dizer uma outra coisa que eu esqueci. Ai, fugiu.

B

Não, que eu lembro que uma vez você curto. Uma vez eu me lembro que você me deixou preocupado você me contando uma vez que eu resolvi sair com o cara. Isso faz anos, mais muitos anos atrás ainda, acho que a gente está aqui.

A

Isso, pronto, era isso, isso, isso, isso, lembrou, era isso que eu ia contar.

Ciúme como Prazer e Segurança

Porque as pessoas, eu estou falando que você é masoquista, justamente para as pessoas entenderem, e como você já é um cara que tira. O ciúme é uma dor, né? O ciúme é uma dor, então você já já tem o hábito de tirar o prazer da dor. Então, mas foi uma coisa que nós elaboramos, porque eu lembro então as pessoas pensam assim: eu vou entrar numa relação. Com a cara, or a menina, por estar dentro do contexto BDCM, vou dizer para ela que não quero ciúme, que eu faço o que eu quero.

E não é assim. A gente sabe que é elaborado, você sabe, por exemplo, Isso por isso que eu estava falando que eu nunca vou sair desse espaço que eu tenho, dessa vida que eu tenho, não vou trocar por nada. Eu sempre te dei essa segurança, inclusive, mesmo quando a gente estava numa pior, que eu dizia não, mas é você, eu sempre vou voltar para você, eu sempre volto. E você foi entendendo isso, eu fui te dando essa segunda.

B

Sim, é por isso que eu realmente me sinto seguro com você. Eu sei que você gosta. Não, eu ia falar de outra coisa. Eu tava falando de uma vez que você saiu com o cara.

Incidente com Dominador Provocativo

A

Ah, lembro, lembro, não vou falar o nome do dominador, que ele ainda anda por aí.

B

E aí, ele meio que você. Ele ficou te cantando e você fingiu que estava na dele. E aí ele ficou isso e isso. Aí ele te convidou para ele pro. Aí ele disse que ficou puto da vida e praticamente expulsou do guardotel. Aí eu falei, Bete, nunca mais faça isso, Beto. Você ficar se engraçando com alguém, era melhor você ter transado com ele.

A

Nossa, mas eu não lembro, eu lembro, eu lembro. Eu lembro do hotel, não lembro quem era a pessoa isso, eu não lembro, eu pensei que era outra história que você ia contar. But essa daí foi. Eu sempre tenho essa when I follow with people, essay the terceira que eu sonho, que um dia vai viver com a gente. Terceiro cara e tal. Eu sempre falo, mas se o Rogério falar aqui num. Não gosto, porque é... Você tem esse cuidado comigo, né? Não me meter enroubado.

B

É, eu fiquei por causa também.

A

O cara queria me comer de todo jeito. E eu falei, sinto muito. Pensei, ele não entendia porque eu fui no apartamento dele e não queria dar pra ele, sei lá. Mas ele assim.

B

Porque você me arrisca, tá? Só de provocação. Vamos lá, vamos lá, e você, ok, bora, né? E aí, quando chegou na palavra dele, eu, Beth, você não faz isso, senão o cara. No, no, no, no, no, no, no, no, no, no, no, no,

A

Você sabe que é engraçado que eu estou lembrando aqui, teve esse lance, mas eu estou lembrando assim, quando eu era mais menina, mais menina não, já tinha vinte e poucos anos, eu fazia muito isso. Eu às vezes fazia o cara pagar a noite inteira a bebida, quando chegava hora de dar, eu filmava que não ia dar. Eu tive sorte de não pegar doido. Eu peguei esse doido e foi mesmo. Pois é, por isso que eu, quando falo, aí fala assim: Ah, mas ele é escravo e ele vai poder dizer.

Quem vai morrer com você e tal, se ele é escravo, ele tem que obedecer e pronto. Não, não é assim, porque tem uma coisa de eu saber que tem coisas, impulsos meus. tem que ter um controle de qualidade e a gente é parceiro nisso né mesmo é acho que é por isso isso que eu quero falar sobre a questão do do do ciúme tudo isso por onde passa um dos trabalhos que a gente

Parceria e Cenário de Humilhação

Que a gente fez uma das coisas que a gente teve que reconhecer logo é isso: é que a gente é parceiro pra caramba. Teve uma outra história que eu pensei que você ia contar essa história, que eu adoro essa história.

B

De ontem dominador, você foi para São Paulo com ele?

A

Esse foi um que ele. Enfim, eu conheci ele, né? E começamos a bater papo e tal. Eu falei: ah, tenho, tem um. E você lembra do cara que você teve que beijar o sapato dele? Eu lembro. Lembra esse cara muitos anos atrás, muitos anos. Isso aí eu larguei essa vida, né, amor?

B

Eu não sei de qual você está falando, porque não foi só um. Eu acho que eu já beijei uns dois ou três sapatos de dominador.

A

Esse daí foi assim. A gente quis, a gente se conheceu e ele começou a me cantar, queria transar comigo. E aí eu acabei falando, ah, eu tenho tesão em dominação naquela época. Falei tudo, falei, não, tem tesão em dominação, mas se você... Se você se você topar eu vim com meu escravo, ok. Essa altura também eu nunca gostei muito de dar, né? Eu só vivi essa relação as coisas baunilha.

Sei lá, porque na minha época, se eu falasse assim para um cara, ah, não vou dar para você, o cara pirava, né? Não existia namorar com o cara.

B

Você quis dar só para o processo de me fazer corno.

A

Pois é, exatamente. E aí, tem puta tesão nisso, né? Tem puta tesão. Aí. O que aconteceu? Aí o que aconteceu? Nós fomos para esse encontro, eu e você, e eu transei com o cara, acho que foi a última trepada que eu dei na vida, esse cara. Muitos anos atrás. Aí, não, não, depois veio aquele outro de São Paulo. Aí... você ficou assistindo... ele me comeu... aí você põe...

I don't know, but it was a passage interest. After me, and you started in the cena. And then I was in the front of it, the sapato dele, agradece to it for me done prazer. Eu não lembro nem da cara dele, se eu ver o cara, não sei nem quem é. Eu só lembro alguns flashes, mas foi uma história que nunca saiu da minha cabeça. Aí depois desse dia, você estava lá às voltas, acho que com a faculdade, ou estava.

Não deu mais para juntar nós três. E eu não queria sair com o cara, e aí o cara se tocou e o cara falou: Ué, no fim, eu que fui usado. Eu falei, é, porque ele estava certo, não foi meio ocidental, não é do meio nem nada, ele estava certo. De que você foi usado, no caso. Foi sensacional isso, foi sensacional.

Mas o que eu achei interessante foi que é isso, de repente, para mim, naquele caso, se é. Porque assim, tem duas coisas. Uma coisa é ser corno das paixões que eu estava falando, que eu me envolvo e tal. And this envolving with others. And others who are the Do mundo baunilha e tal, que é participar de uma cena onde tem um cara comendo tua esposa. Foi mais ou menos isso, mas para nós tinha aquele contexto de humilhação, tem até hoje, né?

De humilhação e tal. Então, aí tem essa humilhação que é fácil passar. Mas ele o tempo todo ele estava muito. Seguro, pô, eu sou fodão pra caralho, mina. A mina deu para a mida, trouxe o cara dela, fez o cara. Eu tô arrasando, né? E depois de tanto enrolar ele, que eu dizia dele, ah, eu não saí, ah não, porque o Rogério não tá. Ah, não, porque não dá, porque o Rogério eu não queria sair sem o meu parceiro. E aí ele um dia fala, é.

Na verdade, agora, depois de muito tempo, ele falou, é agora eu que fui usar a bio fui, né? Nesse contexto aí foi. No context dele for the comment. I could test these things, I could test those limites.

Ciúme do Orgasmo Alheio

E foi bem interessante. Aí, outra coisa, outro caso que eu me lembro, eu gosto muito também, e eu quero falar justamente. Those two formas que a gente que foi preciso elaborar o filme, porque ele esteve presente in algum momento. Então eu estava numa cena com esse cara, estava fazendo um fist nele.

B

Ah, com esse eu lembro que eu chorei depois.

A

E você olhando, e o cara estava delirando lá de tesão, mas ele pediu palavra de segurança. Aí ele falou: Ah, tá, mas eu aguentava mais. Eu falei, ah, por que você pediu? Eu não aguentei o olhar do Rogério, ele falou para mim, porque você estava passando uma coisa muito forte, muito ciúme, muito.

B

Porque você gostava de fazer ficho? Você tentou fazer fishbook em mim? Eu não gostei. Se conseguiu fácil nele. Eu puta que pariu, ele achou um escalar que faz uma coisa maior, muito maior. E ele também. Mas não foi só isso. Não, mas teve outra vez também, foi outra coisa também que ele fez. Ele te fez gozar pra caramba uma vez. Como nunca tinha feito gozar antes. Aí aquele também, puta, eu fiquei meio mal, porque caramba, ele conseguiu uma coisa assim, um pouco.

Em dois encontros eu achava uma coisa que ele falou, caralho. Eu, caramba, eu fiquei mal, eu fiquei realmente mal, porque o cara é totalmente, completamente, que deu prazer, que eu nunca tinha dado.

A

Aí que eu acho que é o ciúme, que é o medo de perder a pessoa, né? Porque é fácil ela me trocar por esse cara.

B

Não, eu não achei que você ia me trocar por ele, mas assim, eu achei mal por eu não sei tão.

A

Por não ser tão profundo.

B

É, tipo isso.

A

Ha ha ha. O que mais, hein? Que a gente precisa falar de corno, das alegrias. I don't know who it is, but I know who it is. E depois você...

B

Eu estou curioso, exatamente, vamos ver se ele que ainda tem esse e-mail por aí. E depois no fim, você chegou a trazer com ele, acho que sim, né? Ou não?

Encontro Desagradável e Agradecimento Forçado

A

Transe? Foi horrível. Ai, men. Puta, foi uma merda. Só transei, por quê?

B

Não, e pior que você ainda voltou depois, foi o momento, você mandou eu escrever um e-mail agradecendo a ele.

Holy.

B

Eu escrevi, deve estar por aí, vou fazer isso por aí.

A

Puta, mas eu odiei, por isso que eu nem quero falar do cara. Eu fui para um encontro com esse cara que era um dom muito conhecido na época, e uma menina que estava submissiva a ele. E que era, ela era ela Ela era mais minha amiga, eu também era amiga dele Tínhamos simpatia uns pelos outros e tal, então Fala, mas vamos para um hotel. E o cara, bancando, pegou um hotel muito desse, que era no alto de um terraço, nossa, um lugar lindo, cara.

Não, eu só fui para um hotel por causa dele, por causa dela também.

B

Você chegou, é. Ele era a escrava dele?

A

É isso. Não, o que aconteceu? Não, foi muito. Eu só odeio para o cara porque estava um. Que eu já até falei, até no blog, já falei isso: que sexo para mim, como eu nunca gostei de ser penetrada, sempre foi meio instrumental, né? Eu vim com essa e aí levou a gente para um super motel assim. Que abria para. Nossa, um negócio maravilhoso. Nunca mais fui no motel daquele. Foi essa menina, and nós três. Ele fez o pagou almoço, bebida, champanhe, o cara.

E aí ele foi, fez alguma coisinha lá com ela, meteu nela e tal, e eu lá, alegria, alegria, aí ele.

B

Poxa, legal a coisa boa.

A

É, aí ele ficou afim de me comer. Aí eu falei, ah, to aqui mesmo, não to fazendo nada. Aí eu falei, tá. Aí me penetrou, to na bosta, porque eu não tava lubrificada, o cara não tinha nenhum, enfim. E pronto, e trepa no lá, detestei o dinheiro, mas tudo bem, achei barato, porque para mim, sei lá.

Aí passou, depois você escreveu para ele. Aí, um dia, falando para ele, eu falei: é, na próxima vez que eu for para São Paulo, que a gente se encontrar, ele já pensando também na próxima vez que eu ia dar para ele, alô. Você lembra que deu um rolo por causa de OSCAR? E não sei quem vazou, foi parar nas dominadoras aí mais. E fu un'ottretta, perché io ero l'unica putta da fare un negozio. E amei aí também. Aí tudo bem, passou, se escreveu para ele e tal.

I think one hour I was conversation about this, I thought. I fell, ah, but the last time I was for São Paulo, I think I'll leave Rogério. I follow him to me lubrificar, me lambei and E só depois, se eu ficar bem lubrificado, você me penetra porque eu não gostei. Falei que não tinha gostado, aquilo foi seco e detestei e tal e ele precisa lubrificar.

Caralho, isso que eu não gosto dessa raça de dominador, gente. Aí pronto, aí, claro, nunca mais dei pro cara, nunca mais nem sei. Eu sei que ele anda por aí, mas não sei, nunca mais tive em contato, nunca mais conversei. Cara, o cara me perguntasse, precisava ter lubrificado. dominando, sarà che è tutto così.

🎵 Music

B

I'm like isso. Pois é, depois é que a gente começou um relacionamento. Mas quando na época que a gente era dominador, eu percebi que realmente eu acho que você até acessava a sala de bate-papo e participava com outros. Outros escravos, eu não me tornei.

A

Você nunca foi o únicozão.

B

Exactly.

A

Nunca foi o fodão.

B

Én nem tudom, nem tudom, nem tudom, nem tudom, nem tudom, nem tudom, nem tudom, nem tudom, nem tudom, nem tudom, nem tudom, nem tudom, nem tudom, nem tudom.

A

O primeiro orgasmo.

B

Exatamente. Então, pra mim, eu acho que você que estava no controle, então, eu sei, eu não acho que eu não me sentia na moral de chegar. Você era mais você era mais velho que eu. Você tinha uma loja, você você tem uma loja, você tem você no mudeirão.

A

Melhorou. Agora melhorou, aí gostei agora.

B

me sentí como moral para decir, no, no, no, no, no, no, É, eu nunca mexia.

A

Tadinho também não ia. Escuta, mas eu quero saber, e você? Você em relação a você também ter esse direito, entre aspas, se eu posso, um relacionamento aberto. Não é um relacionamento aberto, porque é aberto só de um lado, não é unilateral. O fato da balança não ser justa. Que eu posso ter minhas relações, eu posso tal, porque você não tem moral, não tem tal, e você não pode ter outra mulher. Você não pode ter outra experiência, que você sabe que você não pode mesmo, né?

Eu corto o seu pau fora, lógico, independente de fazer essa ameaça, de você correr risco de vida, dependendo da resposta que você der. Mas eu quero dizer assim: você já teve desejo, como é que você trabalhou isso, ou não, ou nunca rolou desejo mesmo, porque você sempre me adorou?

B

Eu sempre te adorei, eu nunca pensei realmente. Nossa, que outra dura. Não sei, você... Não, eu sempre te admirei. Então você nunca me passou pela cabeça de sair contra dormindo. Hẹn gặp lại các bạn trong những video tiếp theo.

A

Come on. Ai, que lindo, viu, gente? É assim.

B

Yeah.

A

Vocês têm que fazer, tem que ter um desses em casa, viu, Fofas?

B

Não via possibilidade. E sem falar também que você. O que é legal também é que você também me emprestava para outros dominadores também. Me emprestou para outros dominadores, outro dominador também. Mas era sempre presencial. Era divertido também.

A

Mm.

B

But it's not...

A

Eu dava umas distrações para você, né?

B

É, de uma certa maneira, sim.

A

Você lembra a última vez que você penetrou uma mulher? Você sabe quantos anos faz isso?

B

Foi você ou foi a

A

Em mim, em mim acho que faz 20 anos que você não penetrou duas vezes na vida. E aquela outra amiga lá na praia. Ah, teve, teve sim. Mas faz tempo também, hein?

B

Yeah, that's

A

E a alegria foi tanta que gozou rapidinho.

B

Eu acho que foi. Yeah.

A

Pois é. How was that? I think it was a... É possível, tem um monte de caras que têm essa vontade, mas eu acho, por exemplo, engraçado os caras que me abordam e dizem assim: Ai, deixa eu ser seu corno.

Corno de Ocasião vs. Consensual

Ai, eu tenho fantasia de corno. Eu falo, mas como assim corno? curno, gente, para ter um tem que ter um relacionamento Não existe assim um corno de ocasião, né? Um corno de ocasião seria uma homenagem à Tua. Dois caras e uma mulher.

B

E o cara que pede isso, vocês devem ficar atrás da coteca também. Aí já não deixa ser como. Ele quer uma medalha. Ele quer uma medalha.

A

Pode ser que não. Não, muitos sublimissos mesmo falam, eles querem. Eu não entendo, quero ser teu corno, quero ver eu transando com o teu cara. Eu acho que nem nem nem é mais me comer, porque nesse ambiente da submissão e tal. Não tem muito isso, não. É só na milha que os caras têm que comer e tal. Eu nunca senti isso aí, nunca senti um cara querer me forçar a dar dentro do universo do BDSM, né?

É difícil, mas tem isso de dizer. Ah, eu quero ser corno. Sabe assim, tipo o cara queria uma sessão de cornice? Como? Porque o corno tem que ter um relacionamento para. Tem que ter a dor, tem que ter a humilhação, tem que ter.

B

Eu tenho um amigo meu que está por ser seu amante.

A

Isso tem muito, eu na loja, de vez em quando, aparecia assim, tem um cara que durante muitos anos ele ia lá conversar comigo e tal. E... E ele lembra, eu cheguei até a apresentar um amigo meu para ele, porque ele pedia que queria... Ele procurava o cara para a esposa e tal. E aí a gente nem sabe se a esposa está mesmo afim, assim, não sei. Fica uma coisa. Que o cara fica procurando e tal, e põe para a esposa, meio impõe para a esposa.

Tem umas que curtem, eu acho que para ser corno o cara não pode interferir, a não ser que eu diga, escolhe o cara para mim. Olha, vai em tal lugar e tem aquela rainha que até nos visitou há pouco tempo. Ela para cidades, ela não conhece ninguém, anda essa incumbência of the cities that. E aí é diferente, é diferente, é uma ordem que ela está dando. Agora, o cara ficar impondo: eu tenho tesão de ser corno, então isso daí não é ser corno.

Aí é botar a mulher para transar com outro cara. Não tem o contexto, né? Não é assim, nesse contexto.

B

o cara o cara o cara o cara o cara o cara o cara o cara o cara o cara o cara

A

Não é que ela está livre, que ela é uma mulher livre, que ela faz o que ela quer. É o cara que tem tesão e fica instigando, fica instigando, apresenta pessoas, leva para lugar, compra roupas muito decotadas e tal. Que é bacana, se ela gosta e tal, mas em geral. Se ela gosta, ok, né? Mas assim geralmente é meio imposto, assim, se o cara começa a ter tesão nisso, é como também. Talvez. É, mas não vamos julgar, né, Rogério? Porque é outra alçada. É outro mundo, é diferente do nosso universo.

Nosso universo tem a consensualidade, tem o prazer.

B

E o cara continua impondo isso pra ela.

A

Tem abuso, abuso. Mas muitas mulheres no universo baunilha vivem esse abuso, né? E acho que até no nosso universo também, dominadores que não sei se existem, não conheço histórias assim, de dominador botar a escrava para transar com outros caras e expor para outros caras assim, fora do. Não sei, não sei. Aí já prefiro não entrar nessas alçadas aí, porque senão já vai ser trita.

É, mas assim eu acho muito engraçado o cara dizer pra mim dentro dentro desse universo BDCM ele querer ser meu corno aí não funciona. Você tem que arranjar uma menina que gosta, ou vai num baile desses dias, umas festas swing, né? Porque, para mim, corno sem a humilhação, sem a dor, que é a dor de ser corno, não tem valor.

B

Foi graças a ele, graças a esse cara que a gente conheceu.

A

Não, a história foi a seguinte: a gente fazia muita coisa virtual, eu, você e ele. Você naquela época entrava mais virtual, hoje em dia você. E aí tinha todas umas histórias, gente. Tipo, quando eu for, eu vou aí, eu vou fazer acontecer, ele ia te comer.

B

Sim, mas como é que você botou pra ele me...

A

Não, Rogério, na hora. Ele não conseguiu porque o teu pau era muito grande.

B

Yeah, but

A

O pau D, ele não conseguiu ficar de pau duro. Aí ele falou que foi porque...

B

Everything can happen.

A

Acho que você sentou no colo dele, você fez umas coisas assim. Isso, mas ele não te comeu, não. Ela não conseguiu te comer. E a gente queria. E era a única pessoa que eu tinha falado, que era a única pessoa que eu deixaria comer você. Então foi um preparo de meses, trocando ideia virtual. Vamos fazer, vamos acontecer, vamos pá, pá, pá.

B

Yeah.

A

Vocês brincaram bastante, foi bem legal, mas Na hora H não rolou, não. Aí um que eu adorei foi aquele do. Eu gosto de ver homem interagindo com você. Aí tem a. Maravilhosa também, eu adoro, mas não é bem é por vocês dois para brincar, é uma delícia que te chupou pra caramba. Primeiro que te chupou gostoso, que era um escravo.

B

Ah, não, eu não gosto dele não.

A

É, mas você foi o primeiro cara que te...

B

Așa, așa, așa, așa, așa, așa, așa, așa, așa, așa.

A

É, e você ficou assim, o que eu achei um tesão, que eu gosto de contar dessa história, foi porque você não queria ter prazer. Só que o cara chupa muito bem, até eu ele chupa pra caralho.

B

Sure.

A

Aí ele ficou chupando o teu pau e você. E você não queria sentir tesão. Aí você lutando para não ejacular, para não ejacular, e ele doido pra você ejacular na cara dele.

B

Mm-hmm.

A

Aí eu comecei a tocar seus mamilhos, mas você acha que foi o orgasmo mais doloroso que você teve, foi aquele lá, porque você não queria, você não queria ter prazer, não queria ficar de pau duro, porque você não gostava do cara. Yeah. O que mais que a gente fala sobre cornice? Isso.

B

Sem ideia, a gente começou a falar da história, mas falar de curto em si.

Entendendo o Prazer da Cornitude

Por que tem gente que curte isso? Yeah, por quê?

A

Por causa do masoquismo, né?

B

Mas será que todo, mesmo o pessoal do que é do mundo balnídio, será que também é o prazer?

A

Não, não, não, não, acho que não, são contextos diferentes. Eu acho, eu acho que o corno, alguns eu acho que tem vários tipos de corno. Tem aquele que também morre e não sabe o que é corno, né, Rogério? Sí, sí, vamos a hablar.

B

Eu estou falando desse: tem um pessoal do mundo bom dia que curte, né? Vai atrás de um homem para uma mulher. Pois é, e por quê? Será que é um prazerzinho BDCM também? Não percebe?

A

Talvez, talvez. Talvez. Eu já tive um amigo que evoluiu. A relação evoluiu para a submissão. Começou só. E foi evoluindo e evoluiu para a submissão. Começou ele gostando de. E quando a mulher se a mulher assume o poder assim da coisa... Pode acontecer, entendeu? Quando ela falar isso aqui é legal, então eu quero isso, mas eu quero assim, assim, assim. Aí vai modificando a relação até ela se estruturar dentro de uma relação BDSM. Mas tem outros que é aleatório também, né? Que só só gostam.

Tem tesão de ver, dizem que é que é gay, enrustido, que gosta de que gostaria na verdade que projeta que projeta como fosse. Ele sendo comido, não sei. Aí teria que ver cada caso. Que é gay enrostido e tal. Eu acho que é tudo. Tem casos, tem casos, sim. Tanto dentro da feminização, como dentro do. E realmente a resposta é essa, mas não todos. Por isso que a gente que trabalha com sexualidade. Que eu vivo sexualidade e trabalho sexualidade desde 20 anos atrás. A gente sabe que é.

É difícil julgar, a expressão da sexualidade é muito louca. Ela não tem essa. Imagina explicar nós dois. Como que explica nós dois? Não se explica. Trouxe um casal banilha falando da gente, ia falar: ele é um cara barriga verde. Não sei, que fica sempre na beira da louça, lava a louça, é homem que lava a louça. Porque aí vem dentro desse contexto, vai modificando, né?

Vai modificando, eu vou. É lógico que eu vou dentro da submissão, quando a partir do momento que eu assumo o poder mesmo, que eu sou uma mulher empoderada e que eu percebo empoderada, eu tô falando, gente, não é político. É empoderada dentro da história BDCM, tá? Porque, enfim, vamos realmente restringir a conversa para o BDCM, senão dá confusão.

A partir do momento que eu estou empoderada, não, porque senão vamos pensar que toda mulher que fala que é empoderada, que é o marido corno manso, então precisa separar, né? Sem parar que quando eu falo em ter poder sobre o outro, eu estou falando dentro desse contexto. E é um contexto repetindo: consensual, são, seguro. E não é uma revanche fazer com os homens, coisas, não. É dentro desse contexto, nós temos todo um conjunto de regras e tal.

B

Uma curiosidade rápida aqui, pesquisei rapidinho. Barriga branca é uma expressão cearense, de origem cearense. É o homem que apanha calado, é o homem que é mandado pela mulher, ou o homem que apanha da mulher. A barriga é um canto.

A

É como a sociedade vê, né? Ai, barriga branca esse aí. Mas na rua ninguém diz que tu é barriga branca. Tu é barriga branca. Mas ninguém diz, a gente tem um comportamento totalmente tranquilo na frente dos outros, dentro da sociedade, do que se chama sociedade. Porque é o de ficar, de ficar lavando louça, é. Eu sei que vem daí, de ficar com a barriga encostada no tanque. You don't have a barricade. You don't have a barricade. Eu já vem tal lindo. Eu amo te ver de calcinha, amor. Amo, amo. É.

Fantasias de Cornitude e Role-Playing

Vem cá. E outra coisa pra gente falar sobre cono, que eu gosto muito, uma vez até gravei. E passei por uns amigos que ficaram malucos. Qualquer dia a gente bota no podcast. E é, por exemplo, hoje em dia... Eu não saio mais com homens. Até. De escrava, eu estou bem mais sossegada e tal. Então, assim, se a gente não está mais tendo, então.

A gente faz a fantasia, então quando eu estou, quando você, eu peço para você me fazer gozar, Eu fico falando, essa é corno, e não sei o que, aí eu conto história, é isso, me dá um tesão louco falar vocês.

B

Yeah, I don't know.

A

Eu te obrigar a falar que você é corno mesmo, que você...

B

Eu sou no mesmo e foda-se.

A

É, e que aí eu falo que você não pode usar seu pau, você só pode me bulinar com a mão, com o dedo, né? Ou com a língua. Mas não pode me penetrar, eu gosto de fazer fazer sumilhação de cor, mesmo a gente sabendo que é uma fantasia naquele momento, mas é muito gostoso. É uma fantasia baseada em fatos reais, eu digo. Okay.

B

Exatamente. É uma fantasia baseada em fodas reais.

A

Não precisa também a mulher sair por aí caçando homem só pra... De repente, dentro de uma brincadeira dá para você curtir como se tivesse uma terceira pessoa. Criar um personagem, sei lá, também dá isso. Mas com a gente, eu quando tô ali, que eu quero gozar.

B

Você finge que tem terceiras pessoas. Não tem uma terceira pessoa, tem terceiras pessoas.

A

Terceiras, quartas, quintas. That's it.

🎵 Music

A

Espero que vocês tenham gostado aqui do nosso bate-papo. Quem quiser mandar pergunta, fica à vontade, a gente responde nesse podcast mesmo. Foi chegar a pergunta. A gente faz uns anexos aqui, né, amor? Pode ser? A gente vai dando a conta gota. Então, beijo pra todo mundo que tá que tá aqui assistindo, que assistiu até agora. Boa noite pra boa noite, não sei se a pessoa.

B

Hi.

A

Buenas noches, amor. Boa tarde, boa noite, amor.

🎵 Music

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