¶ Bem-vindos ao Sexo Entre Amigos
Olá, você está no podcast Sexo Entre Amigos. Eu sou Beth, a Rainha Frágia. O tópico de hoje é Relaxa quem caixa. com a pérola, que algumas pessoas já chamam de rainha do anal. E a gente vai falar muito sobre todos os prazeres e delícias do prazer anal. muito boa a conversa. E só pra lembrar, o podcast Sexo Entre Amigos é um patrocínio da Via Libido Sex Shop. Passa lá. Pérola, obrigado por ter aceitado o convite. Se apresenta, por favor.
¶ A Trajetória e Prazer Anal
Boa tarde, eu que agradeço a oportunidade de estar aqui conversando com vocês. Eu sou Bottom, sou sugemista, então eu gosto de de dominação, excubrição, tem um leve I've been doing a trajectory of the BTSM, for nine years I descobed an amante of sex analysis. And I was in my trajetória, appending and convincing. Vez mais desse lado, explorando cada vez mais.
O prazer dessa coisa do anal, ele vem da humilhação que eu vi lá arrombada e tal. Nossa, adorei aquilo. Onde está o prazer anal? Você goza pelo anal? Oh no. É, embora muitos possam dizer que não, não existe isso, eu tenho uma sensação, um prazer que é muito grande, que é físico mesmo, eu acho que é da própria prática, né?
É óbvio que ela vai levando por essa subjetividade que a gente fala. Então, assim, sempre que eu falo, eu falo da minha experiência, da minha trajetória, ela não é uma regra para todo mundo, mas é o que acontece e funciona comigo. Começou basicamente com o meu primeiro dominador há nove anos atrás. Ele falou: Eu quero, eu gosto de sexo anal e eu quero explorar isso com você. Então naquele momento.
Era muito intenso, né? Era toda uma descoberta, então um simples toque né ali. Só o fato de estar acontecendo alguma coisa ali naquela região era muito sensível e muito prazeroso. E aí, depois, foi agregando essa coisa da humilhação, né? Do tabu mesmo desses nomes arrombada, puta, né, vadia, essas coisas todas do área. Mas que, na verdade, eles agregam, né? Um prazer ali a mais subjetivo, mas a prática em si fisicamente ali, né? A estimulação na região é que é o maior prazer.
Isso tudo faz parte do clima, do jogo erótico, enfim, da dominação, missão do do próprio sadomasoquismo ali de ser né humilhada, mas na verdade não me humilha, me dá prazer, entendeu? Quanto mais. Mais tesão eu tenho, entendeu? Então é isso.
¶ Bissexualidade e Prazer Independente
Você é hétera? Ou a questão do ser mais anão? Poderia ser com qualquer pessoa, com qualquer mulher, qualquer pessoa, ou não? Sim. Yes, yes, I was. eu me me considerava heterossexual até o momento em que eu me realmente eu tive um sentimento por uma uma outra mulher. A gente viveu uma história, foi breve, mas a gente é amiga até hoje, e a partir desse momento eu não tive mais como não me definir bissexual.
Então, é como eu falei, meu prazer está na estimulação ali, na manipulação, na prática, né, no jogo. Então, isso independe do sexo. Uma mão não tem sexo, né? Entendeu? O fistinho é o introdução do punho, é a mão e não tem, não tem, né? Não importa ali de quem é, né? Óbvio que eu preciso de outras características, como confiança, né? Essa coisa da amizade, da intimidade, não é qualquer pessoa. Mas desde que sejam pessoas da minha confiança, eu tenho prazer, sim, com mulheres.
Enfim, com quem quer que seja... Eu estava dizendo, estava comentando com. おかん Pero yo no puedo, si fuera una mujer, ¿sabes? No puedo hacer esto como una mujer, solo puedo hacer... Com homem, eu sou muito hétero, eu acho. É cu, cu, cu, devia ser qualquer cu, né? Mas não, eu sou muito hétera, porque não dá pra mim, é engraçado.
¶ Explorando o Fist e Prazer Alheio
Engraçado. Mas normal, senhora, eu nesse processo eu acabei descobrindo também esse prazer de fazer nas outras pessoas, né? E aí, por conta de estar nesse momento de exploração e cada vez mostrando minhas fotos, mostrando meus registros, meus vídeos. Sempre se aproxima muita gente. E eu tive a felicidade de conhecer um rapaz. Que ele nem é de São Paulo, ele é de outro estado do Nordeste, longe, né? E a gente se encontrou.
A gente se encontrou, ele veio a São Paulo e foi a primeira vez que eu pratiquei o fist em uma pessoa e foi muito prazeroso. Então, hoje eu falo que cu, para mim, é isso, cu é. É tudo, entendeu? Ali, o meu, dos outros, né? E de quem, né? Eu acho que assim, eu virei uma. Eu virei uma, eu passei a idolatrar com os. Isso também, meu parceiro, também tem. Essa mesma questão, então acho que tudo casou ali na relação. Né, fala muito disso o tempo todo, faz.
observa muito a nossa volta e aí depois também com as minhas amigas elas acabaram né tendo essa liberdade e já fistei algumas delas não apenas anal mas vaginal também Yeah. De brincadeira de colocar coisas, então assim vira realmente uma coisa que eu gosto, entendeu? Independente se em mim ou não, me dá prazer da mesma forma quando alguém confia e a gente pode brincar.
O prazer para mim na penetração anal é muito psicológico, mas é um prazer louco. É uma coisa bem louca, viu? A gente não é normal.
¶ Desmistificando o Prolapso Anal
Agora, eu queria falar com você sobre o prolapso. Você sabe que depois que a gente conversou, foi a primeira vez, em 60 anos, olha só, que eu ouvi aquela palavra. Nunca, nunca tinha ouvido falar disso. Depois, assim, que eu fui olhar direito as fotos, caraca, olha o que essa menina faz. Fiquei assim, sabe? Porque eu falei, cara, é muito louco. Aí, eu queria te perguntar, como foi essa coisa do prolapse, como é que ela aconteceu?
Então, eu lembro que também algum dia acho que foi um amigo que falou disso, e eu também fui surpreendida. Eu entrei no BDSM com 40 anos, né? Então já não era tão nova, mas era. Praticamente virgem também desses fetiches, desses nomes todos. Fistin, por exemplo, também nunca tinha ouvido falar, fui aprender, a hora que eu comecei a praticar.
E o prolapso, a primeira sensação que eu tive quando eu vi uma foto, um vídeo, eu também me Que por desconhecer é que causasse problema, que desse dor, que fosse alguma coisa muito surreal. E aí, eu fiz também pesquisar, estudar, ler. A gente pode assim é complicado porque tudo que se pesquisa na internet é tudo voltado à doença, né? Então, lá na internet, como se vá pesquisar. Todo mundo vai achar que é uma, né, uma.
Como se fosse, como na mulher, quando tem a questão de uma certa idade, ou tem muitos partos que cai a bexiga, né? Que tem que fazer o períneo. Então ele fala que é uma doença.
¶ Prolapso: Treino Muscular e Sensações
Que o músculo anal sai, que o intestino, sei lá, né? E, na verdade, é o contrário, como eu falei na outra vez que a gente conversou, todo esse processo, na verdade, ele é uma musculação para o asfalho-pel. Então é importante também quem faça, né? Quem pratique, faça também uma atividade física para sempre, ou sempre faça contração, relaxa, contração e relaxa, né? O prolapso, na verdade, é colocar esse músculo que está sendo, vai, digamos, treinado, né?
Porque à medida que a gente faz a dilatação, a gente também faz a força de segurar ali o plugue, o objeto, relaxa para soltar. Então né faz um movimento de suga e solta e expulsa então todo esse movimento é se você ao final dessa dilatação Faz a força, como é que quem tem dificuldade para o banheiro faz essa força, né? Então, essa força sendo feita regularmente em algum momento começa a formar esse botão, porque o músculo vai crescendo.
É como se realmente o músculo fosse crescendo e você conseguisse desenvolver essa flexibilidade, né? De recolhe, empurra, recolhe, empurra. E aí isso é o prolapso, né? É óbvio que tem diversos níveis, né? Tem mulheres, a Dirt Garden é uma delas, que coloca aquele negócio imenso pra fora, né? E fica, né? E aquele é um assim, eu nem tenho uma meta na verdade, né? E já tive, inclusive, no proactologista conversando, e óbvio para ele foi meio assustador no momento, né? No começo da conversa.
Eu falei, é o meu prazer, doutor. Ele falou: bom, em tese, agora você não tem nada, né? Em tese. Futuramente, né? Mas assim é a mesma coisa que uma mulher que não faz, né? Chega lá na meia-diedade e ou teve muitos partos ou não pratica tanto sexo vaginal. Enfim, a maioria, quer dizer, há uma estatística aí de que as mulheres têm aquela. A bexiga caída que eles falam no popular. Então, assim, uma coisa é, uma coisa não necessariamente levaria a outra, né? Talvez sim, exceder o limite, né?
Se naturalmente a pessoa já tem problemas de né, de no intestino que é mais preso, ela nem precisa ter praticado nunca nada na vida. E pode ter isso, entendeu? Então, assim, o que é preciso respeitar são os limites, né? Ter a consciência do que se está praticando e sempre agregar exercício físico, ter uma boa alimentação, todo mundo que vai praticar. O anal, qualquer prática de dilatação anal, né? Tem que mudar a alimentação, tem que ter uma alimentação equilibrada, tem que estar bem, entendeu?
Enfim, né? Para ser uma coisa que é saudável e não traga problemas lá, mas lá no futuro.
¶ Sensações do Prolapso para o Parceiro
Entendi. E para quem está penetrando, no caso para o pênis, é uma sensação diferente? Penetra primeiro, penetra. Oh no, yeah. Penetra. Porque é assim, ele forma como se fosse a parede. O buraco é o mesmo, digamos, no popular, o buraco é o mesmo, só que a parede ela forma aquela rosa. Então, no meio é, continua sendo o canal, né? Do reto, entendeu? E ele só sai a parede para fora e no meio é o canal, então penetra. Ele é uma não dói, entendeu? Não é não é dolorido, não é uma coisa que.
Doa, não tem nada assim, e ele é muito sensível, é muito macio, ele é molhado, né? Ele é lubrificado ali, de certa forma, né? Ele é úmido, então ele é muito macio, e por isso que tem até vídeos que o pessoal, né? Faz oral, manipula, penetra, porque, para a pessoa que está fazendo isso, pelo menos eu que ouço do meu parceiro, é que é. Incrível, né? É um prazer maluco mesmo, né? De sentir, é quente, é a pele ali, né? A mucosa interna é diferente de só penetrar o com o normal, entendeu?
Anos não tem lubrificação, né? Só encontrar alguma parte lubrificadinha já é uma coisa bem diferente. Isso, é, é, é. É, porque a senhora falou, tem razão, o ânus ele não é lubrificado, mas assim O que eu lembrei agora? Quando a gente também faz essa prática, é importante eu tomar muita água, muita água, muita água. Então, assim, eu sou uma pessoa que tomo, me obrigo quase hoje a tomar dois a três litros de água por dia. Porque isso facilita, não é uma lubrificação, mas é que a área fique
Umedecida, entendeu? Não seja uma área ressecada. Então, isso é importante. E lógico, a gente só faz isso com lubrificante, né? Os lubrificantes certos. Então, quando realmente o prolapso sai, ele está úmido, né? Ele está. Ali é o mais suculento, né? Não é lubrificado, mas é suculento, não é uma coisa que tenha uma que ofereça uma resistência, sabe? Para penetrar, não, ele penetra fácil porque ele é.
Entendi, entendi. É ali, dá pelas imagens, dá para ver que é mais úmido do que normalmente seria o ânus, né?
¶ Objetos Favoritos para Prazer Anal
E agora vamos enfiar coisas que eu amo. Qual a coisa que você enfiou já, assim? Você é mais doida, mais, sei lá. Olha, eu vejo assim que eu tenho um Twitter, né? E às vezes eu faço umas enquetes lá e o pessoal gosta muito, né? Garrafa, mas garrafa pet, né? Porque eu já até coloquei garrafa de vidro, mas eu não recomendo, porque é super perigoso, obviamente. अपरी गुजुजुुुुुुुुुुुुुुु
Mas para quem tem o treino da dilatação, né? Então não faz tanta pressão, né? Um cuvirgem é que vai apertar ali, garrotear o negócio e pode até quebrar uma garrafa, de fato. Porque o músculo anal é um músculo muito forte, né? Ele não é um músculo em tese que relaxe tão fácil, então por isso que é difícil às vezes a penetração.
Né, é do pênis, né? Que para quem não tem nenhum treino, porque ele é um músculo forte. Então, esse também a prática é para dar essa flexibilidade no músculo de abrir e voltar. Eu gosto muito de berinjela, porque é o que me dá. Nossa, eu gosto. Com a berinjela, eu gosto sozinha, não preciso de mais nada. Claro que eu sei o tamanho certo, é por causa do formato. Ela tem aquela casca dela, é tão deslizante mesmo, né? E ela é a molda, sabe? Ela é igual se fosse uma espuminha. Ela molda, ela não...
Por exemplo, a abobrinha já é rígida, né? Uma outra coisa já é mais rígida, mas a berinjela ela praticamente ela se amolda ali, então. Mas assim é um negócio que me leva à loucura. Tem os meus plugs, obviamente, de vários tipos, tamanhos, e o próprio punho, né? O phishing também é o meu prazer. Digamos que eu sinto mais prazer, né? Mas já coloquei fruta também, já coloquei uma manga também, que foi bem grande assim. Eu vi, eu vi, eu vi.
Acho que basicamente é isso assim que eu me lembro demais, diferente que eu já coloquei. E doce, né? O meu parceiro gosta de doces, mas aí são coisas delicadas, aí é mais a parte lúdica e colorida da coisa, mas coisa grande mesmo, eu acho que é a berinjela.
¶ BDSM, Confiança e Entrega
Aí você estava dizendo, então, precisa de treino, né? Muito treino, né? Consulta ao médico, tudo isso, tudo isso está no pacote, né? E assim, isso do BDSM é também importante se sentir usada, se sentir assim, manipulada naquela hora, ficar à deriva, né? Essa sensação de deriva, não é? E de entrega, isso, de entrega, porque veja, se é o maior prazer do meu parceiro, vai ser o meu maior prazer também, entendeu?
E a sensação, por exemplo, de ser fistado ou ser plugado ou estar ali realmente, como a senhora falou, a deriva é muito significativo para a dominação. Isso, né? É muito intenso, é a confiança tem que ser extrema. E nós chegamos num ponto que ele conhece já o limite do meu corpo, né? Eu não Nessa prática, acho que raramente eu nunca tive que pedir uma safe word, entendeu? Porque ele sabe o ponto, né? Acho que pela coloração.
Porque sabe, vai ficando mais quente, vai ficando mais realmente usado ali, né? Então, ele já conhece o meu corpo. Então, essa confiança, esse nível de confiança entre os praticantes é que é muito interessante. Então, perpassa ali, ultrapassa só também a coisa da humilhação. Não, é do cuidado também, né? Da entrega, de saber que o outro vai cuidar daquilo, né? Porque é o brinquedo dele, né? ご視聴ありがとうございました Yikes.
Sim, porque é ali que ele é né que ele se diverte também e se realiza e a gente discute muito, a gente conversa muito, a gente troca muita. A gente aprende com outras pessoas, com outras. Ontem eu estava tendo uma conversa com outro especialista também no Fat Life e que me deu umas dicas para brinquedos mais profundos. Então assim é muito legal, entendeu? Só que são poucos, é difícil achar quem, né, no meio para ti que tenha essa experiência assim.
Basta para poder descobrir coisas, entendeu? Entre erros e acertos, criar um conhecimento ali. Mas a gente se reconhece. Minha página está lá. Me procurando, porque sabe que eu pratico, então sempre tem pessoas, né? Muita, a maioria são os curiosos que querem aprender, mas também vem pessoas que já também praticam e me ajudam ensinando outras coisas. Isso é muito legal.
¶ Prazer Solo e Exposição
Pérola, diz uma coisa: o teu prazer nas práticas ele depende da interação do BDCM, de ter um dono, obedecer e tal? Ou é uma coisa que você já curte sozinha? E você começar a amar, adorar pela prática anal, te fez perder o interesse pelo sexo vaginal? Oi, vou responder. Não, então, é assim. Quando eu falei que comecei lá com 40 anos, eu tinha tesão normal, baunilha, né? Vontade de dar o cu, entendeu? No português, claro.
Eu vinha de um casamento com o pai dos meus filhos em que não existiu essa prática, né? Fiquei oito, nove anos morando junto e nunca foi nem cogitada a hipótese, nunca nem uma brincadeira. E eu achava aquilo muito estranho, porque, né? Brasileiro, né? É o tab é a preferência nacional, enfim. Então eu tinha muita curiosidade. E aí foi depois separada mesmo que eu fui praticar sexo na baunilha, normal, entendeu?
Com a vinda do BDSM na minha vida, isso se potencializou e realmente se tornou ali um primeiro momento uma coisa que era um desejo do meu parceiro. Só que aquela relação terminou, né? Aquela relação acabou logo, quer dizer, logo não, né? A gente teve uns quatro, cinco meses intensamente, depois a gente ficou afastado por um tempo e eu continuei fazendo meus exercícios, comprando meus plugs. E aí sim, aí eu tive uma autonomia. Então, quando o atual parceiro me viu no Fatlife,
Ele viu já com, por exemplo, um plug na mão, e aí e aí ele veio conversar como que era isso. Eu falei: olha, e eu tinha assim um mês e um mês e pouco antes conhecido também um amigo que depois eu descobri era incomum dele também. Que me estimulou a voltar a treinar com mais regularidade, começou a me dar dicas, me mostrou alguns vídeos, algumas coisas.
Então já era alguma coisa que eu já fazia, né? Independente de relação com alguém, né? E aí com ele foi isso, foi. Eu brinco, né? Falo que ele é o jardineiro que cultiva a rosa. É independente, porque 90%, sei lá, podemos dizer, vai, 80% do tempo eu pratico sozinha, treinando sozinha com os meus plugs, e o meu prazer é comigo mesma, entendeu? Óbvio que quando eu comecei a
A fazer filmes, né? A fazer registros disso, abrir o X vídeo, que foi também um incentivo, uma vontade mútua dele, mas depois passou a ser minha. Aí eu tenho prazer também na exposição, mas eu tinha vergonha no começo, não foi uma coisa assim, veio depois de alguns anos, entendeu? Tanto que no começo minhas fotos eram bem tímidas, eu fotografava com o plug, mas por exemplo eu tinha vergonha de mostrar.
O gape lá, o buraco que fica, né? O resultado depois, mas assim foi tudo um processo construído, mas sempre com a minha. Anuência, assim, com a minha consensualidade e com o meu prazer, né? Eu desenvolvi em mim esse prazer e eu tenho orgulho de, e hoje eu falo até, às vezes eu estou brava quando eu falo, não precisa do senhor, mas não.
Mas, na verdade, não é isso, eu tenho prazer de fazer porque ele também gosta, porque eu gosto. Mas assim, realmente não é mais hoje uma dependência dele exclusiva, entendeu? Nunca foi, né? E hoje muito menos, né? É óbvio que a minha maior confiança e a maior intimidade é com ele. Engraçado, é diferente, né? Eu posso estar fazendo a mesma prática com outra pessoa, mas não é igual.
Porque com ele, claro, é a pessoa que eu amo, que eu escolhi servir, enfim, né? É o meu dono, né? Então é outro nível de prática. De entrega ali, mas Para dizer que eu tenho prazer, não, é o que eu acabei de falar com a Birinchella, eu gosto, não preciso mais de um pênis ou de um punho externo, né? Eu tenho um brinquedo também que ele me deu, que é um punho de borracha, que ele também é como se eu tivesse partido um vídeo.
É, lógico que sozinha, então, é que assim, a sozinha o prazer com a gente mesmo também é diferente, né? Mesmo numa masturbação, né? Se eu estiver me masturbando, é diferente do que eu gozar com outra pessoa ou com ele, entendeu? Mas não deixa de ser prazeroso, né? E não tenho essa tão assim, eu faço só porque ele quer que eu faça. Não, muito pelo contrário, eu faço porque eu gosto.
¶ Vagina vs. Ânus: Experiências e Dor
E a segunda questão é na verdade assim eu gosto de viajar na aula, eu não tenho nenhum, né? Não perdi o interesse. É que, como eu tive, mas isso também foi muito recente que eu cheguei a essa conclusão. Eu tenho três filhos, os três foram partos normais. O meu segundo parto foi bem difícil, foi um parto bem complicado, porque embora não fosse o primeiro, minha filha nasceu muito grande, então eu tive que fazer umas várias manobras que hoje são consideradas até...
Violência obstétrica, né? Então eles tiveram que encaixar meu bebê, me dar aquele soro para adiantar. A contração ela era muito grande, então ela deveria talvez ter nascido até de cesárea, mas eu estava no hospital universitário e vamos que vamos, né? Fui. Tive normal, então eu tive que tomar muitos pontos depois para fazer a reconstrução.
E o que isso aconteceu? Isso deve ter ficado alguma saliência de algum ponto, então, na verdade, eu tenho mais dor na vagina do que no ânus, entendeu? Esse medo, essa dor que todo mundo relata no anal, para mim, é na vagina. Então, para eu ter prazer vaginal, eu tenho que estar muito, mas muito relaxada, muito, muito lubrificada.
E eu tenho que estar muito louca, assim, excitada com a pessoa no momento, a minha cabeça não pode, sabe, desviar um minuto para um assunto racional, né? Sabe aquela coisa que a gente está transando e fica pensando, sei lá, né? Porque eu tenho esse problema também. Então, de ficar, né? E aí, com isso, no anal, não, porque eu não é uma outra, eu não tenho dor, né? Depois de claro, desse treino todo, eu não tenho dor mais no.
Pelo contrário, eu só tenho prazer. E também não. Uma outra pergunta que me fazem é se por ser dilatado eu perdi o tesão também, né? Na penetração com o pênis normal. Não, completamente diferente, quer dizer, outra coisa, entendeu? Você está tendo uma relação sexual com alguém do que está com a berinjela? São prazeres diferentes, uma coisa não interfere na outra. Thank you. Estar como o dono, né? Óbvio que eu prefiro estar transando com o dono, entendeu? Fazendo sexo anal com o dono.
Não tem nenhum problema nisso. Porque é relaxada, não tem mais prazer na penetração, só coisa grande. Não. E na vagina eu tenho, ontem mesmo, fiz graça, né? Ainda bem, tô bem, maravilha. Estou lá e estou zen, não, a gente precisa disso. Não é que eu preciso menos disso do que do sexo anal, mas também faz parte, claro.
¶ Masturbação Clitoriana e Orgasmos
Não perdi, não tem, nunca perdi o interesse. Não é que eu falo que a minha vagina, por exemplo, masturbação é meu clitóris, ele é muito sensível, então realmente gozar na masturbação eu gosto sozinha, comigo mesma, entendeu? Eu prefiro. Mas é por dor, por sensibilidade, eu fico até meio com medo, eu fico mais tenso, eu trava, entendeu? É mais difícil alcançar o orgasmo.
Se alguém vier e vibrador, então, pelo amor de Deus, quer acabar comigo assim, no mau sentido, quer me fazer levantar embora e botar aquele negócio duro no meu clitório, aquilo tremendo. Eu sinto dor, aí eu não faço o efeito contrário, me tira o prazer e não me dá pra. mais uma vez, já fui sozinha, com amigas. Quando está tendo penetração anal, é bom, porque a maioria das meninas falam isso, né? que fica gostoso estar estimulando o clitóris junto.
Ou não, você acha que não é por aí que passa a ter prazer, não faz diferença.
¶ Foco no Prazer do Outro
Não, para mim é assim, eu tenho que estar muito focada, né? Porque se eu tenho muito estímulo, eu me perco. 69, por exemplo, que a maioria das pessoas ama, né? 69 eu não consigo usar, porque ou eu faço. É, porque ou eu me concentro no oral que eu estou fazendo, ou eu me concentro no meu prazer, entendeu? Então, como eu sou submissiva, eu prefiro me concentrar no prazer do outro. Sessão para mim é isso, é estar concentrada, né?
voltada ao prazer do outro, e isso me traz prazer, eu tenho prazer, eu tenho prazer, mas não é o foco, então você porque numa estimulação também clitoriana, né? O dono já tentou, né? Eu deixo. Ele é o único que põe a mão, entendeu? Assim, sem eu ter medo. Mas chega um momento que começa a me incomodar, doer. Uma vez também ele quis colocar o vibrador dentro do meu cu, pôs a camisinha e pôs. E ele lá vibrando, ele tava vibrando igual o vibrador. E eu, tipo assim, não tô sentindo nada.
Não estou sentindo nada, mas eu estou. Então tá bom o senhor. Então o senhor está, mas assim, porque é de cada um, é o que a gente falou no começo, é muito subjetivo, né? O que é bom para um, às vezes não é para o outro. E está tudo certo, né? 今は、私の手の手の手の手の手の手の手の手の手の手の手の手の手の手の手の手 Sabe que eu tive um escravo que se tocava com ele mesmo fazia fist nele? Ai, meu sonho, mas meu braço é curto, senhora. Eu tento me contorno. Mas ele fazia numa boa, viu?
Não, a minha mão vai quase toda, mas não passa o punho assim, né, inteira. Porque eu acho que é uma coisa de flexibilidade. Da do ombro tem que ter o punho a coluna virar assim, é né? Às vezes o braço é um pouco se tivesse um centímetro a mais de braço. Porque eu também fico louca quando eu vejo outras mulheres fazendo atrizes e tal, e eu fico, meu Deus, eu preciso, mas já quase quebrei a coluna aqui, não vai de jeito nenhum, não alcança.
¶ Homens e o Prolapso Anal
Sabe o que eu achei estranho assim? Eu te falei, né? Que a primeira vez que eu ouvi falar do tal do prolapso foi com você. Falando dessa, tentando, por exemplo, acho que eu me seduziria por isso. O cara fala: Ah, eu ia pesquisar, eu acho que eu ia curtir um cara dizer para mim que faz isso. É uma forma de eu curtir o cara fazer nele mesmo. Você acha que. E olha, que eu converso com muito nisso, né? Você acha que tem mais mulheres ou não? Você não percebe assim?
che è il metiere della storia, come funziona, che ci sono le persone... Homens, muito mais homens. Nesses nove anos, o que já me procurou. Inclusive, teve um que acho que foi mais espertinho, que ele veio na macia, veio na bozinha, veio só conversando, conversando, conversando. Já faz mais de ano que a gente conversa e ele vai me mostrando e ele está comprando.
Ele está fazendo e ele quer prolapsar. E eu estou acompanhando, mas assim, sem quase perceber, ele não veio e me pediu. Porque acontece, a maioria dos homens que me procuram, eles querem uma coisa que é rápida, senhora, e não é. Para fazer esse prolapso, esse botãozinho de espontar, eu levei acho que quase um ano, porque tem que fazer o movimento regularmente.
Então tinha que treinar duas a três vezes por semana, deixava assim o sábado para fazer a penetração, usar mais objetos, fazer meus vídeos, sempre foi no sábado à noite. É que a minha vida pessoal acabou mudando, meus horários, meus filhos, agora eu tenho até uma neta, então isso tudo ficou mais difícil. Eu tenho que achar, encaixar um dia um lugar com privacidade aqui para poder treinar.
Meio a pandemia, é porque a pandemia também botou todo mundo para dentro de casa, né? Antes ninguém parava em casa, eu ficava muito mais sozinha do que com gente aqui. Mas a pandemia levou as pessoas para dentro de casa, né? Permanentemente, agora que estão saindo. Então, mas são homens, entendeu? A maioria deles, e a maioria é uma coisa que não está voltada. Assim, metade está voltada ao fetiche da feminização. Eles querem também se vestir de mulher, eles já gostam de usar calcinha.
E eles veem muitos, nossa, eu vi você, fiquei maluco, quero fazer igual, rainha do Anal, me chamam de Rainha do Anal. E eles ficam encantados. É, eu acho muito bacana. Eu não imagino, coitada de novo. Tem muitas outras rainhas por aí que fazem, né? Tão ou mais, mas assim eu acho que por causa disso eu sou muito assertiva, eu.
Eles vêm me perguntar, e eu estou sempre disposta a ensinar, acompanhar, e é legal quando um realmente tem esse interesse e fica, e vai até o fim, né? Porque a maioria quer uma coisa muito rápida, mesmo as mulheres. Mulheres, principalmente, elas querem praticar uma dilatação que não vi não Não continua por quê? Por dois motivos, ou porque elas têm muita pressa e querem fazer o anal para que o dono quer, ou porque é o interesse do cara e não delas, né?
Então, ali elas querem agradar no momento, então até começa, compra um plugue, faz. Mas aí, porque, claro, você tem todo um preparo antes, você tem que lavar, fazer a lavagem, fazer o enema, né? Está depilada, às vezes, para um vídeo, a maioria das mulheres quer estar depilada. Aí você tem que ficar lá plugada e fotografia, né? E aí elas realmente às vezes as mulheres não têm paciência.
E, por exemplo, esse eu acho que ele mora sozinho, então ele todo dia ele quer treinar e eu tenho que freá-lo. Entendeu? Eu falo, calma, não é todo dia, senão você vai se machucar. E eles têm esse desespero de chegar, não, eu quero, eu quero também colocar um clube gigante, e vão comprando, às vezes, até mais do que. Calma, você não aguenta esse ainda, compram menor.
E com esse rapaz está assim, eu não sei nem o nome dele, mas a gente fala para o WhatsApp e eu estou acompanhando. Sem querer, estou acompanhando, e um dia, um belo dia, vai acabar saindo uma rosa, e eu vou falar que, né, vou me sentir um pouco parte disso e vou ficar feliz. Mas é assim, a maioria são rapazes, alguns cícias, alguns. Eu tô louco, nunca ninguém teve falado sobre isso, nunca, nunca, nunca. E faz o que? Faz uns 25 anos que eu estou no meio do BDSM.
Ah, mas é velado, não é não é explícito isso, isso é muito às vezes psicologicamente difícil, até para eles aceitarem. Essa pessoa com que eu acabei de falar, se não me engano, ele é trabalha com segurança, com né. Ele não na vida normal ninguém diria jamais isso, mas é o fetiche que ele tem com ele mesmo, né? Dentro da casa dele, da privacidade dele, e vai-se e foi se soltando. Daqui a pouco eu até penso que ele possa até criar um. Um perfil.
Uma personagem ali viver esse prazer, entendeu? Mas, na maioria das vezes, na vida baunilha, eles são acima de qualquer. Porque não tem a ver com orientação sexual, tem a ver com o prazer anal. Voltando lá ao começo. Don't be surprised, man. É o tesão ali no ânus. O ânus é uma área muito sensível e cheia de estímulos. E para o homem, ainda mais, ainda mais por causa da próstata, né? Nós mulheres temos todo o conjunto ali de né da vagina, tudo é tudo interligado.
Para o homem, é também, né? É o asólio pélvico ali, tem a próstata, que é um prazer indescritível. Então, por que negar esse prazer, né? Que todos os homens são capazes de ter, mas alguns por tabu, por medo, por aquela. Às vezes a né aprenderam assim aquela virilidade. Fictícia que está ali, tem que não pode nem relar ali no cu dele, então, mas né, quem se permite é muito feliz, eu acho que é mais feliz do que quem não se permite.
¶ Quebrando Preconceitos Sexuais
É muito louco isso, sabe que as clientes elas falam pra mim, ai meu namorado quer que eu use um pog nele e tal, será que ele é gay? Eu acho tão louco a pessoa pensar isso, porque... Não é possível se resumir, nem é bacana que o universo gay seja resumido em prática anal, né? Ah, não. Então faz anal e é uma besteira. Também dentro do nas práticas achar que vai ter esse medo, como se a pessoa virasse gay do dia para a noite, é de um. Mas esse acho que é o pior. Acho que essa é a face mais
presente do que a gente chama de preconceito, né? É o desconhecimento, né? As pessoas falam sem conhecer, sem entender que o que é o gay é o homem, né? Cisgênero, que a gente fala que nasceu no corpo masculino, mas que a orientação sexual dele é voltada para o mesmo sexo. Então, ele tem sentimentos, ele tem afetividade, ele quer namorar o outro homem. Isso, o homem que
Que quer beijar na boca do outro homem, certo? O homem que simplesmente coloca um plugue ou tem um prazer analogo, ou mesmo que ele até faça sexo com outro homem, mas isso não faça querer namorar aquele cara. Gente, não é, a orientação sexual é outra coisa, né? E aí as pessoas. Thank you. A mesma coisa também, às vezes, né, achar que uma mulher outro outro tipo de preconceito comum, que eu acho que também, isso também.
Absurdo, né? Achar porque uma mulher faz anal, ela não é puta, ela não vale nada, ela dá para todo mundo, não tem nada a ver, né? Às vezes a pessoa nem Nem faz sexo, ela só penetra com o objeto e, né? E nem tem um parceiro sexual, né? Porque é muito. De colocar rota e rotular as pessoas, né? Okay. Pelo preconceito ou pela régua delas, pela insegurança delas. Eu acho que isso é uma pena, porque muitas relações acabam até.
Mas assim não é uma coisa fácil, porque eu não vou dizer há 20 anos atrás ou há que seja 15 anos atrás que eu também não tivesse o mesmo tipo de preconceito. Eu acho que a gente precisa brasileiro tem que aprender muito, tem que abrir muito a mente ainda. Eu acho que lá fora, na Europa, já é muito mais avançado isso. Nós ainda somos muito conservadores. Um brasileiro ainda é muito conservador, embora. e machista, né? Patriarcado. Então, assim. É muito julgamento.
E como a gente é criado, né? E como a gente é criado ou levado a crer. É que isso é a orientação da pessoa, né? Que isso é a sexualidade da pessoa, né? E não é, né? E o que me abriu a cabeça foi ter trabalhado com essa questão, né? No meu trabalho mesmo. Eu fui tutora de um curso para essa comunidade, entendeu? E isso abriu muito, porque eu fui entender o que era cada coisa, cada letrinha daquela sigla, né? E o que leva a pessoa a isso. E aí, isso foi desmistificando uma série de coisas.
¶ Fetiche no BDSM e Autonomia
Do meio BDSM, você já sente alguém dizer, porque o povo tem essa mania, né? Dizer assim: ah, essa prática não é BDSM, isso aí não. Have you seen this or not? Já, já, nossa, no começo as pessoas vinham me perguntar isso mesmo, se eu estava fazendo porque eu queria, por que eu estava fazendo isso, se era só para agradar o. O meu parceiro, é uma prática fetista. Na verdade, todas as práticas. BDSM ele é necessariamente fetista. Ou fetista é que não é necessariamente BDSM, né?
Se está no BDSM, se está dentro da coisa, provavelmente há uma prática fetista. Tirando as práticas, por exemplo, o espanto, um Vax, mas assim... O pet play eu acho que é uma prática fetista, porque se o cara gosta de ver a mulher montada ali com uma orelhinha de cachorrinho, imitando um cachorrinho, para mim é um fetiche. A mulher imontada, ou assim, a domenica no couro, no espartilho, na bota, no salto, na meia, é o fetiche dentro do BDSM.
Então a prática anal ela é uma prática, porém a adoração pelo cu é o fetiche, entendeu? É praticar normalmente o sexo anal, não, mas assim, quando você quer pôr coisas, quando você quer manipular, quando cuvra o foco do prazer ali, aí é o fetiche. E é assim, nenhum problema com isso. Eu nunca me claro, no começo, quando eu era mais iniciante, eu às vezes me
Me dispunha a explicar e também talvez ficasse até em dúvida. Hoje não, hoje podem falar o que quiser, a minha prática é a prática que eu curto. Que o dono está feliz, que está todo mundo feliz, e assim, sinto muito, é o meu BDSM. Não é que assim, não está fora do BDSM, é o meu fetiche e é o meu prazer. Então, aí eu não discuto mais, entendeu? por causa do BDFM é se divertir, é ter prazer. Okay. É para isso que a gente chegou aqui, afinal. Exatamente.
¶ Submissão x Masoquismo
Agora você estava falando uma coisa do. que é uma coisa que eu observo muitas vezes, por exemplo, as pessoas acham que o masoquista, que o submisto, Não aguenta spunk, torturas físicas tanto quanto um masoquista, mas ele aguenta muito mais até porque ele Porque ele vai fazendo em função da submissão. Então, se ele pode permitir até um absurdo tal, tal, tal. Por que submisso, né? E acho que não estou percebendo de você isso também.
Que tem muito mais submissão do que masoquismo, né? Mas quem olha de fora faz, ah, é masoquismo, pode não ser, depende se você olhar mesmo como é que está se desenrolando, é submissão. E a pessoa cria mesmo, a pessoa pode ir muito fundo. Exatamente. É, essa também é uma outra discussão clássica aí, né?
Pra mim, o SM é um jogo mais sensorial mesmo, ele é um jogo mais, quer dizer, sensorial físico, né? É realmente da dor, ali, da sensação. Mas, O quanto eu vou longe numa prática não está ligado a essa coisa física, está ligado à submissão, de fato.
¶ Superando Medos e Higiene Anal
Então, a prática anal ainda traz essa humilhação, essa sensação de degradação, ou como você já tem muita prática, você e teu dono. já não não acontece mais essa emoção entre aspas.
isso olha então com o dono com o dono já passou dessa fase né acho que nenhuma quase nada a não ser que ele né brinque comigo com fair play alguma coisa que ainda me deu medo quando ele chega um pouco mais Assim, padecendo apressado, quando a gente tem pouco tempo, então ainda rola o fear play, mas a humilhação e degradação não mais. Okay. É o que eu estava falando: a maioria das pessoas que praticam ou querem praticar o anal, 99% dos medos do medo das pessoas é alguma coisa relacionada a
acontecer algum acidente, né? Porque... E aí, claro... Sim, sim, que é a maior parte mesmo. É, porque assim, tirando as pessoas que realmente têm uma dor muito intensa, que não suporta, outras que tiveram algum tipo, sofreram algum tipo de violência, algum trauma, alguma coisa, então elas nem cogitam a possibilidade. A maioria tem muita vontade e trava por medo de sujar, entendeu? E aí eu explico que tem todo um processo do enema, da lavagem, da alimentação, que você, né?
Tem que mudar antes, enfim, e aí as pessoas até vão se permitindo. No meu caso, como eu já passei dessa fase, entendeu? Se isso já não é mais um problema, pelo contrário, agora já é uma excitação a mais, entendeu? A gente já está num nível tão avançado da coisa toda que uma coisa que poderia ser diferente, interessante, é se não fosse, por exemplo, Uma prática sexual, né? Fosse uma Uma exploração como se fosse um exame, entendeu? Uma sonda. Eu nunca fiz também aquele enema.
Com a bolsa, mesmo com a sonda, isso seria diferente, mas não seria talvez uma humilhação. Agora, a primeira vez que eu fui fazer o enema e que tive que fazer na frente na época do dono. É, nossa, mas também foi engraçado que ao mesmo tempo que foi humilhante, degradante, quase perder. Então, agora eu perdi a dignidade mesmo total. Eu pensava na minha cabeça, eu chamo. E ele em pé na porta do banheiro olhando foi assim a coisa mais íntima, entendeu? Foi a coisa.
o momento mais íntimo e eu tinha 40 anos em né desde os 20 praticando sexo enfim né tendo vida sexual ativa foi gente foram os minutos em que eu falei gente eu nunca estive tão Exposta e tão íntima de uma pessoa quanto isso. Então, a lavar. Sim, é isso. É você o né? O qual é o único momento? Sei lá, acho que a pessoa pode ter toda a exposição do mundo, mas a privacidade do banheiro é. Né, indiscutível, né? E quando você perde essa privacidade aí de nem o seu, né?
A sua Lava Janal você ter que compartilhar, porque ele tem a prerrogativa de ordenar isso, aí pronto, não tem mais o que, né? Não tem mais amarra, né? Aí você é escrava mesmo, né? Então isso foi muito simbólico, isso foi muito louco, assim, entendeu? Então aí a partir, claro que aí depois passou essa relação, e aí com o atual dono também a primeira vez, as primeiras vezes ele queria olhar, ele queria filmar, ele queria enema de lei.
Aí ainda tem essas, né? Mas já passou também, isso já foi, entendeu?
¶ Dilatação ou Flexibilidade Anal
Não, uma dúvida que eu fiquei é você fala em dilatar. Eu sempre falo para os clientes: acho que eu estou errada, você vai me esclarecer agora. Eu falo que não é que dilata, é que a pessoa vai aprendendo a relaxar a musculatura. Então não é que vai dilatando, abrindo, né? Eu acho que a palavra dilatar cabe, porque você está falando dilatar também, né?
Mas é dilatar ali, né? E no momento que está plugado, no momento que está com o objeto. Isso também as pessoas perguntam, ah, e aí no dia seguinte, como que é para você? Ué, normal, uma hora depois, normal, né? Então, é isso, é a capacidade de flexibilidade, de aumentar, é quase que de um reconhecimento do seu próprio corpo. É uma percepção ativar um conhecimento que as pessoas não têm de si próprio.
Porque ninguém para, presta atenção quando está evacuando, quando está fazendo número dois, de como é que é o movimento. E até isso mudou para mim, entendeu? Eu presto atenção agora no meu movimento quando eu estou, né? No número dois, lá porque é o corpo, né? É como é que você contrai, como que você faz força, sem perceber, né? Então, de fato, não é não é dilatar para ficar dilatado você. É você você aumenta a capacidade de flexibilizar esse.
Né? A flexibilidade desse músculo, o esfíncter é um negócio que abre e fecha, abre e fecha. né prende e solta prende e solta isso e essa percepção do prende e solta é que é que o plugue faz você ter a dimensão de quanto está aberto Do quanto está aberto, porque as pessoas também, quando faz o número 2, não percebem que quanto expande. E volta. Então, o plugue tem isso. Ele dilata, mas na verdade depois tirou, já volta normal, porque é um músculo.
Ele fecha de novo, não tem isso de ficar realmente, não tem isso de ficar dilatado. Eu falo assim, gente, tu vai dilatar, a pessoa vai ficar furada, não fica, ela volta. 감사합니다. É, as pessoas viajam, não. Ele vai te proporcionar uma então. Ele na verdade dilata porque ele vai expandir. Só que a hora que o plugue sai, ele volta, né? A flexibilidade, o músculo volta. Então, por isso que a gente fala dilatar, porque, né? Mas na verdade é flexibilizar: abrir e fechar, abrir e fechar, expandir.
Acho que é flexibilizar, acho que fica mais correto, né? Fica mais bem colocado.
¶ Criatividade e Visual no Prazer
Eu estou adorando te conhecer, Pérola. Parece um. Assim, que é o muito legal do BDSM, é que ele está aberto a tantas coisas, né? Que dia a dia você descobre uma prática nova, uma nova fonte de prazer, uma. E eu achei, para mim foi, nossa, existe isso, que legal, foi muito legal saber disso. Eu adorava enfiar, por exemplo, rosas, enfiava buquê de rosas no ano do Roger, fazia umas coisas, depois foi perdendo. É aquele negócio, depois de anos vai mudando, não é mais.
la humillation n'est pas la même façon. Mas eu gosto muito dessas coisas anal. O meu prazer é invadir, enfiando coisas. Nossa, fico muito. Para a pessoa que está penetrando, eu acredito que para os homens também. É uma sensação de poder que é muito legal. é então é isso né para quem para quem tá na né né passivamente ali entregando a né o corpo para outra pessoa praticar é essa coisa da entrega e quem também está fazendo a prática né no
O dominador, né? Adome, a pessoa, ou o né, ou o sádico, que também pode ser uma prática só sado masuquis. É isso, né? É dali de proporcionar aquele momento de posse, de controle, ou de uma, até para o sádico, de uma humilhação, de uma dor, talvez. que reside muitas coisas. Na verdade, para o anal dor não é bem recomendado, né? Na verdade, a gente treina para não sentir dor. Quando sente alguma dor tem que parar, mas assim é isso, é a entrega, e aí existe ele, abre um campo de possibilidade.
É muito visual também, muito bonito. Rosas eu nunca tinha visto, interessante. Mas eu já vi lápis coloridos, canetinhas, né? O pessoal faz aquele feixe de canetinhas e lápis. cosas coloridas. Coloca um feixe ali de cenouras, por exemplo. Então, visualmente, também ele possibilita N coisas, né? Eu vi outro dia, o dono me mostrou uma pessoa fazendo.
A enfim, é no abacaxi, mas escascado, né? Obviamente, e aí fica a coroa, né? Aquela coroa do abacaxi fica para fora também. É visualmente muito bacana. Usar a garrafa quando com água morna e ela na luz, assim, com né reluz assim também fica muito legal. Tem uma foto muito bacana nossa, que é do fundo da garrafa, sabe? Dava para ver pelo fundo da garrafa pet, como se fosse um.
Um dilatador ali dava para ver o fundo do ânus. Tá assim, o plug-oco eu comprei agora, ganhei na verdade uma coroa que abre, então explora também lá dentro, essa exploração visual. Né, do ano aberto de coisas ali, eu acho bárbaro também, eu gosto, entendeu? E o próprio, né? Quando faz aquele gape também, acho lindo, enfim, tem muitas possibilidades, tem muitas. Tem muitas coisas assim, tem muitas nuances do prazer e vai de cada um explorar e.
Achar o que mais dá pra dizer. São inúmeras possibilidades aí.
¶ Segurança e Limites no Anal
O que, na sua opinião, não deve ser usado de jeito nenhum. And I like what I saw now. É, então eu vejo assim, rapazes que começam a praticar e não, né, não tem muito conhecimento, vão muito afoitos, porque eles são muito afoitos, eles querem sentir esse prazer e quando descobrem que é cada vez maior, maior, maior, maior. São objetos, por exemplo, como garrafas de vidro, objetos que possam fazer pressão, fazer sucção, entendeu? Objetos cilíndricos sem uma base.
Então, nada que tenha o pessoal que é enfiar o negócio de shampoo aí se perde lá dentro, não tem força para expulsar porque. Né existe um limite para quem não tem o treino de força, aí pode causar alguma, né? Algum acidente mesmo. Ah, olha, eu conheço a história de uma amiga nossa que dormiu também com um plugue, sem a camisinha.
ou com a camisinha, agora não vou me lembrar, e aquilo ressecou. Então, e aí aderiu, e quando ela foi puxar, se puxou de uma vez, nas palavras, ela foi saindo pele com tudo. Então, assim é né não dormir com o objeto, não ficar muitas horas com aquele objeto. Ah, porque eu fiquei duas horas com o objeto? Eu vou dilatar mais do que fazer 20 minutos três vezes a semana. Não, pelo contrário. Não, não é melhor.
É melhor um menor tempo, mas mais regularidade do que num dia só ficar três horas e depois o resto da semana não faz nada. Não vai acontecer nada nunca, né? Então não é o exagero, não é a quantidade, é a regularidade do treino. Né, que vai te dando essa flexibilidade porque é um movimento. Você vai fazendo a um movimento, você vai fazendo, então às vezes eles fazem isso, machuca, mas porque não fez nada de errado, mas ficou um tempo além da sua capacidade.
Aí, no outro dia, tá machucado, tá sensível, entendeu? É um efeito contrário do esperado, né? É isso. E lógico, objetos que vão além da capacidade, né? A pessoa começou a treinar agora e já que acha que vai entrar um plugue de 8 centímetros. Não, começa com de 3. De dois aí, aumentando para um de quatro, aí consegue o de cinco, já pega um de dez, não vai né? E aí, se forçar, pode rasgar mesmo, fazer uma fístola, né? Fazer uma fissura, sangrar, enfim, e aí.
Enfim, essas questões de não respeitar os próprios limites e de achar que o negócio é numa vez, entendeu? Não, não dá. É se vai, tá, você quer chegar a um limite, quer alcançar um nível maior, um centímetro a mais, então começa pelo menor, vai fazendo, né? Flexibilizando ali, vai abrindo, vai abrindo. Aí pode até chegar depois de uma hora treinando com os pequenos, aí você consegue até um pouco maior.
Depois de amanhã dá um intervalo para o descanso. Também sempre falo isso. Então, um dia, dois, depende da pessoa. Entendi. Porque tem gente que começa e quer todo dia, três vezes por dia, gente. Não, porque daí ele vai afinar a mucosa, ele não pode fazer toda hora enema, não pode fazer toda hora.
¶ Frequência do Enema e Cuidados
Isso, o enema, qual é a regularização? Qual é a frequência do enema que você acha? Olha, eu fazia, quando eu fazia direto, eu fazia, eu faço, né? Na verdade, eu uso água morna hoje em dia, porque, como eu falei, meu intestino é super regulado, então eu sei os horários que já normalmente esvaziam e aí eu... Certo is. É, de manhã geralmente é um melhor horário, porque eu já, né? Vai naturalmente já me desvazio, e aí eu só faço uma lavagem com água morna.
E aí, mas assim, uma vez por semana, entendeu? Duas vezes é assim, excepcionalmente, porque isso de fato afina a mucosa. Quando eu tive um episódio de me machucar, foi por isso. Foi de querer limpar, lavar no chuveiro mesmo a mucosa ali, porque eu precisava. Teve uma época que eu estava fotografando prolapso quase todo dia, então no chuveiro mesmo eu me lavava, me lavava, mas foi afinando aquela.
Aquela mucosa ali, né? Foi ficando mais sensível, e aí um dia eu fui colocar um plugue pequeno, até um plugue normal de treino, e aí eu senti ardei e sangrou, e aí, né? Depois eu tive que dar um bom tempo para me recuperar, fiquei quase dois.
¶ Técnicas de Inserção Profunda
Então, assim a gente vai devagar, né? A mesma coisa com a inserção dos brinquedos mais profundos, tem uma posição certa. Acabei aprendendo agora com essa pessoa que eu estava conversando essa semana. Que tem que ficar no lado esquerdo, de cúbito, né? Lateral, do lado esquerdo, para poder fazer a curva certa do corpo humano, né? O Tem uma curva, tem um lugar onde vai, entendeu? E tudo isso é.
Não é uma reta, exatamente. Aí o pessoal vê essas atrizes aí que fazem essa. Eu mesma falo, não, eu não vou conseguir. Aí fui querer. Comprei, ganhei um brinquedo de 40 centímetros, entrou, mas 40 centímetros ainda não chega no anel mais interno. Aí eu queria um de 60, o dono falou: não, compra um de 1 metro, né? Afoito, né? Vamos lá, compramos o de 1 metro, e aí realmente tem uma dificuldade, não é assim tão simples.
Tem que ter todo um relaxamento, tem que estar muito tranquilo, porque o esfíncter externo a gente controla esse movimento de aprende e solta. Os internos não, você tem que estar muito relaxada. Lubrificada e tem que ter essa curvatura, tem que saber é o lado do corpo que faz a curva, né? Então é do lado esquerdo, tem que estar de lado. E tem que ser muito devagar, tem que ser muito, ter muita paciência. Sempre tem que ser devagar o ânus, né?
Sim, e nunca jamais, hipótese alguma, usar analgésico, né? Porque aí você perde a capacidade de tanto de sentir prazer, né? Ou as sensações ali, o que você está sentindo, quanto a percepção da dor, né? A percepção do que está machucando e o que não está machucando. Acho que tem que estar para a sinalização para o parceiro, né? Eu acho também. Sim.
E ele vai fazendo a festa. Eu digo aqui para as meninas, no dia seguinte a menina não quer nem olhar para a cara do cara. Nunca mais ele come o cu dela, porque ela deixou na hora, mas depois... Thank you. Pois é, não, fica supersensível, não, sangra, é horrível. Então a gente não eu não recomendo não usar. Se a pessoa tem muita, muita, muita, muita dor, então vai um dedo, mas assim, porque o prazo não está no tamanho da coisa, entendeu? Está na questão da entrega.
Então, é dois dedos que ela aguenta, é com dois dedos que ela vai ser feliz e vai fazer o outro feliz, e assim vamos. Não consegue uma berinjela, uma abobrinha, mas uma cenoura. Então, assim, não tem. Essa coisa do tamanho, né? De cada vez maiores, isso é um fetiche, mas assim, eu preciso. Eu tô há cinco anos, seis anos, treinando, né? Mais de seis anos, entendeu?
¶ A Jornada do Prazer Sem Metas
Você tem uma meta assim, alguma coisa onde você quer chegar, uma meta de alguma coisa que você ainda não fez? Não, não tenho. Então, acho que agora a minha meta é esse brinquedo de um metro, mas assim, estou dando um tempo, estou descansando, depois que a gente tentou e teve realmente, sentiu uma cólica, aí a gente está dando um tempo para voltar e tentar de novo. Talvez isso, um pouco mais da profundidade, não tanto da abertura.
Mas não tem meta, não tem meta. Eu estou bem tranquila, como eu falei, a pandemia mudou muito o meu ritmo de treino, porque botou as pessoas dentro de casa. Então eu estou bem tranquila, estou bem light, eu faço vídeo uma vez por semana. Né, para postar, então, e é quando consigo. Mas assim que as coisas forem melhorando, né? A vida retomando o ritmo normal, eu volto a treinar pelo menos duas vezes por semana, porque eu gosto, eu preciso. Talvez seja.
Não, talvez apareçam outras descobertas também, né? É, volta de novo. Aí volta a ser prazeroso um brinquedo de 5 centímetros. E é legal também, entendeu? Isso também é uma coisa desde o começo que o Dona Dempre me deixou muito à vontade, né? Ele não tem objetivo, não é a meta, não é onde a gente vai chegar, é o percurso.
Né, e ele gosta da sensação, né? Tanto do cu sem nenhum treino, então mais fechado, do que aberto, então assim, né? Do que depois do treino, né? Para ele o prazer é igual, entendeu? Então né? não tem essa coisa de que ah eu só tenho prazer quando está de lá né quando está aberta né quando está arrombada não Então a gente pode ficar com e pode ficar sem, sem arrombada, arrombada. Então, isso é muito importante, entendeu? O prazer é do percurso ali, né? É, não tem assim uma média.
Amen. É o caminho, isso.
¶ Desmistificando o Sexo e o Corpo
Adorei esse papo, viu? Eu gosto de saber essas coisas. A gente vai. Nossa, tem tanta coisa que a gente precisa descobrir. E eu achei legal trazer aqui para o sexo entre amigos, porque ele também entra pessoal baunilha para conhecer. Então, eu acho que é. Uma coisa bacana para falar uma gestão. Tem isso, isso, e isso também, né? Que acontece e tal, que é possível. Isso é muito legal, porque. ouvir outras ideias. Porque as pessoas pensam sexo muito pequeno.
Um espaço pequeno e, na verdade, é muito amplo, tem muita coisa que podes fazer. Eu gostei muito, acho que é isso. Uma das coisas também que eu no começo... O meu atual parceiro foi colocado, é isso. Se você puder contribuir. Com desmistificar, e por ser mulher, vai ser mais fácil do que um homem falando para outra, para outras mulheres ou para outras pessoas. Então, eu acho que isso também é uma coisa que me trouxe muita alegria, muita.
Coisa boa, sabe? De poder ajudar pessoas a entenderem melhor a própria vontade, o próprio desejo. a se permitirem mais, é como a senhora falou, saírem dessa coisa comum, dessa coisa óbvia do sexo, né? O sexo não é só a penetração, pênis, vagina, pênis. Tem outras possibilidades, tem toda a gente a exploração ali do só da área externa. Nossa, eu lembro que no começo.
Tinha uns exercícios, umas coisas para fazer que ele me pedia para fazer, que nossa, era um prazer, era um tesão tão grande, e era só contrair, soltar, sabe, sentir. Eu lembro que eu fazia uma esfoliaçãozinha com mel e açúcar. Óleo de amenda e açúcar para ficar lisinho. Ah, é muito legal. Olha, tem N possibilidade.
de coisas super tranquilas que todo mundo pode fazer né que todo mundo pode ter prazer e sem levar para estigmas é isso é aquilo é y é x ou é z. É explorar a própria sexualidade, o próprio prazer, o próprio. E ser mais feliz, né? Porque gozando todo mundo é mais feliz.
¶ Consentimento, Odores e Prazer Mútuo
Isso que eu sempre falo com as clientes, sabe? Diz ah, fazer anão porque meu parceiro quer. Não, tem que ser, e você coloca muito bem toda hora, você fala. Tem que ser eu quero, eu aceito, eu concedo, eu permito. Nunca é o outro que vai chegar e vai comer a força ou fazer. Tem que ser parceiro. Eu falo muito aqui que o anal precisa de cumplicidade para ser gostoso. Quanto mais cúmplice, mais gostoso fica.
Sim, e tem que ser um desejo, eu falo que tem que partir da mulher, eu acho, tem que partir da mulher. Porque ali é uma prática, ela gosta da. Ela não tem tesão pela bunda dela, ela não tem tesão pelo, né, sentir ali alguma coisa. Ela nunca se tocou. Tem mulher que nunca se tocou, nunca viu, nunca olhou no espelho. Nem a vagina, gente. Isso é assustador, Beth. Desculpa, chamo de Beth.
A pessoa não sabe nem onde é o clitóris, onde é a entrada da vagina, o que é a uretra, né? Isso tem programa aí, né, na TV aberta aí, né? A pessoa achar que é o mesmo lugar tudo. Não, gente. Coisas ali para aprender de cada uma do seu próprio corpo, né? E explorar primeiro com ela mesma. Muitas vezes. Quando eu estou fazendo, eu faço muito chá de lingerie, do palestra sobre pompoarismo, muitas vezes, não poucas vezes, muitas vezes, meninas. Agora é pouco mesmo, a mina advogada, uma mina
Falando do clitóris, ela fez, falando com uma turma, ela fez. Nossa, sabe? Ela tinha acabado de descobrir o clitóris. Uma coisa do outro mundo, assim, ah, entendi. Foi entender um monte de coisa que estava acontecendo com ela que tinha a ver com ela saber onde é o Cretóris. A gente não foi que o anal, por exemplo, o negócio dos odores. Ora, quem vai para o anal já tem que saber que algum odor é possível, né?
É a mulher se morre de medo, do tem nojo dos próprios odores, né? Que dirá deixar que um parceiro conheça esses odores de jeito nenhum. É, então, não, mas assim o cheiro do corpo ele é o ele é a maior excitante, a maior Aquela... Ai, só fugiu a palavra... Isso, óbvio que a pessoa tem que estar bem, né? Limpa, higienizada, e com a saúde em dia também, uma alimentação também em dia, né?
A pessoa sabe que há alimentos que mudam, sim, até a característica do próprio urina, enfim, de todos os seus fluidos. Então, se a pessoa está ali e quer fazer a prática, então vamos pensar, né? O que eu preciso fazer? E se ela se Prepara direito para isso.
Tudo isso fica em segundo plano, fica, né? Porque a pessoa que está ali com tesão na hora e quem realmente gosta da prática não está preocupada com isso, muito pelo contrário, o cheiro que tiver é excitante, mas precisa as duas pessoas estarem realmente, como a senhora falou, com Tendo o mesmo prazer, porque não pode ser só de um lado, aí realmente passa a ser uma coisa violenta com a outra.
And it would be featured for agradar or só porque o outro quer. Porque aí dá muito ruim, traz muita coisa ruim para quem. Se violentou essa, porque acaba sendo uma violência. Mas quando está junto, está na parceria, está no envolvimento, está ali no tesão do momento, Nossa, tudo é válido. Todos os odores, cheiros, fluidos, tudo é válido. Desde que saiba fazer, desde que faça com cuidado, desde que esteja com a saúde em dia, né?
A maioria das mulheres que eu atendo não gostam que o parceiro faça oral nelas, nem vaginal. Porque elas não. Eu às vezes brinco aqui com as meninas e falo: olha, todo mundo passou pela vagina. Então, é um cheiro que todo mundo conhece. Thank you. Grazie. Porque a gente foi educada assim, né? De que é uma coisa suja, de que tem que lavar.
Não fica com dinheiro. Gente, muito pelo contrário. É que assim, tem uma coisa que eu acho que é importante falar. A maioria das mulheres também não vão e ao médico. Então, assim, qualquer disfuncionalidade ali, qualquer irregularidade, qualquer infecçãozinha realmente causa dores que não são normais. Ainda tem essa.
Isso, exatamente, é aquela coisa que eu falei, conhece o próprio corpo e ali você sabe se você está bem ou não está bem, exatamente, eu conheço exatamente qual é o cheiro da minha vagina saudável. Agora eu tomo pílula porque depois de uma certa idade aparecia um micromiome, então eu tomo pílula, mas quando eu menstruava também absolutamente.
O sangue, ele, se você tá, né, tomou banho, tá ali. Óbvio que o comecinho, o finalzinho, ele é mais forte, mais intenso o cheiro. Mas para quem tem tesão, para o homem que não liga para isso, porque tem homem também que é criado com nojo, tem traumas, enfim. Then it's difficult to construct this, nobody will force to go the night to the day. But when the cara is preoccupied with this, has tes with
Ele até é um lubrificante natural maravilhoso, dá mais tesão transam menstruada do que não. Mas é assim, é assustador mesmo, né? Que as pessoas não tenham nem prazer e nem conheçam o próprio corpo, né? E... E como o Valmon falou, é isso, o parceiro tem que deixar a mulher se sentir segura.
¶ O Mistério do Squirt Feminino
Independente de como ela, né? Do que seja, tem outra coisa também. Não sei se a gente ainda tem tempo que as que as mulheres passam e que morrem de vergonha que é molhar, que é o skirt, né? Que é aquele já. Que muitos falam que é urina, mas, gente, não é urina porque eu vou ao banheiro esvazio a homem-urina e aí eu pratico e eu lavo a cama, entendeu? Então é de uma outra glândula, é um outro negócio que é bom pesquisar.
και η δημόσια δημόσια δημόσια δημόσια δημόσια δημόσια δημόσια δημόσια δημόσια δημόσια Enfim, e assim é uma tal desconhecimento, né, de tudo que acontece que envolve ali tanto o corpo nessas órgãos aí, estimulantes, e né. De erotismo, que desconhece o seu corpo e que às vezes faz uma coisa ficar que é tão boa ficar tão ruim, né? Então, assim, é preciso conhecer. A menina que às vezes você fica. A menina às vezes se sente mal, mas. Cool looking scene.
É, é legal para os dois, né? É como se realmente. Tipo, é uma, é um, pra mim foi uma coisa que ativou em mim e que agora eu sei, eu sei como conseguir chegar, né? Mas depende do outro também, né? Tá ali junto nessa, nessa, nesse conhecimento. E é muito bom, gente. É muito prazeroso. É isso mesmo, é um troféu. Molhar a cama é assinar embaixo que o negócio foi bom, entendeu? Não tem como esconder isso, né?
Homem não esconde tanto, porque a ejaculação é muito visível. A mulher já é mais difícil, mas quando você molha a cama, não tem como, o cara tem que ficar orgulhoso mesmo, porque o negócio foi bom ali entre os dois. Yeah, mũiutu bom, mũiutu bom Eu nunca tive esse orgasmo, sabe? Esse super orgasmo. Que dá Squirt, que é um super orgasmo, nunca tive, tenho curiosidade, mas enfim. Eu queria saber, você acha que o prazer que resulta nesse esquí? Vem mais da estação anal ou é vaginal?
Na verdade, eu já tinha acontecido comigo uma vez, mas eu tava, mas também era uma situação muito louca, né? Que eu tava com um amigo, nem era do BDSM, e a gente tava num. Um driving e eu tava praticamente em pé, mas ele enfiou a mão na minha vagina e aí escorria, escorria, escorria, eu não sabia. Ali eu achei que tinha tomado uma cerveja, tava mais altinha, né?
Que o BDCM, né? Não tem aí essa coisa também, mas no baunilha, né, a gente não pensa muito, não tinha nem o BDSM, então eu tinha tomado uma cerveja, e aquilo desceu, aquela enxurrada, eu achando que era a cerveja que estava sendo drenada ali. Mas não dei muita conta. E aí, uma vez que eu estava com esse amigo e o dono, né? Tava o dono, o amigo e a mulher do dono, ele falou assim: ah, deixa eu ver se a pérola ativa aqui um negócio.
Eu nem sabia o que era, ele veio com dois dedos, é uma manobra que ele fez em dois dedos na vagina, chegou no ponto, né, G, lá o tão famoso ponto G, né? E estimulou rapidinho e eu comecei a chatear, esguichar, esguichar, esguichar. E pior que nessa sessão o dono tinha mandado eu não olhar para eles, olha que loucura fazer uma sessão de olhos baixos, olhando para o chão o tempo inteiro.
E eu deitada, toda ali exposta, e não podia olhar e agradecer. E assim, e eu falo que ativou porque realmente se tornou uma coisa. Que eu consigo identificar, né? Que antes era não conseguir identificar, mas aí agora depois vai pelo anal mesmo. Ontem, por exemplo, foi no anal sexo anal, normal. Mesmo. É, molhou ali um pouco e também pode ser com essa estimulação na vagina, pode ser com brinquedo, sozinha eu nunca consegui, não, né? Mas com o dono agora é quase sempre.
Que legal. Ai, é muito legal isso. Eu nunca tive essa experiência, sabia? Então, esse meu amigo praticamente é um especialista. Ele é um pesquisador nessa rara, ele é realmente da ciência, pesquisador, escreve livro e tal. e faz várias pesquisas e tal, experiencia um monte de coisas, e ele ele falou que nem toda mulher é capaz. Algumas já tentou e não conseguiu, e outras. Só chega ali e já é.
Então, talvez seja a mesma coisa fisiológica, né? Ou mais ou menos. Na verdade, acho que a glândula todas têm, mas que produz uma quantidade assim, né? A mesma coisa da ejaculação, acho que nenhuma ejaculação de um homem para o outro, ninguém goza igual, ninguém tem a mesma quantidade, muda, né? Variável, né? É.
Mas é muito legal, é muito legal e é claro, ele não tem gosto, ele não tem cheiro, já experimentei, não é? Ele é Ele está ali, pode até estar misturado com um pouquinho assim da urina, porque no esforço ali na coisa pode sair um pouquinho, mas é outra coisa, é um jato mesmo. Guicho que vem de outro lugar e sai pela vagina, mas de outro, de outra, né? De algum lugar que eu falo que eu não sei aonde eu estava e veio, porque é uma loucura mesmo, é um prazer que.
Ai, parece que você vai entrar até no subspace lá, que você fica maluco. Eu te agradeço imenso, Pérola. Por essas pérolas, por se disponibilizar tanto a falar, explicar, porque é muito importante mesmo conversar sobre sexo, que é sexo. E sim, muito obrigada, amor. Ah, é sempre um prazer. Eu que agradeço a oportunidade e espero poder ajudar as pessoas que ouvirem a entender um pouco mais, a despertar a curiosidade, a se interessarem.
Ao menos, pelo menos, para conhecer o próprio corpo, enfim, para explorar seu próprio prazer. E contem comigo, eu estou sempre à disposição. E um grande abraço aí. Foi uma tarde de carnaval muito gostosa. Obrigadão. Muito bom. Obrigado, amor. Obrigado mesmo, viu? Beijo. Pode crer. Sexo Entre Amigos é um patrocínio da VLB.
