Trauma pode passar de pais para filhos! | O que fazer de acordo com Ayurveda? - podcast episode cover

Trauma pode passar de pais para filhos! | O que fazer de acordo com Ayurveda?

Apr 21, 202532 minEp. 989
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Trauma pode passar de pais para filhos! | O que fazer de acordo com Ayurveda?

Transcript

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Desconhecido

Será que trauma passa de pai para filho? Eu li uma matéria recentemente no show de Geografia que uma revista gigantesca, numa das mais vezes maior circulação no mundo inteiro e ele, estavam revisando algumas matérias que saíram, alguns estudos científicos que saíram recentemente, sugerindo que trauma pode ser herdado geneticamente. Se entende o que isso quer dizer. Quer dizer que de repente teu avô lutou numa guerra?

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Desconhecido

Ele pega trauma por causa da guerra e ele passa esse trauma pro seu pai na genética. Quer dizer, teu pai nunca passou o perrengue da guerra, mas ele tá trauma ativado e você também pode estar. É sobre isso que a gente vai conversar no projeto de hoje Perspectivas, inclusive do Ayurveda, a respeito disso tudo. Então, salve, salve família, vida do projeto zero oito Anos no ar.

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Desconhecido

Hoje o nosso projeto era 800 episódios 988. Deixa eu começar com alguns avisos importantes. Deve estar com o eco porque eu estou numa casa nova. Eu acabei de me mudar de novo para a Índia. Eu estou morando aqui em Diogo Nagar, na mesma cidade onde eu me formei em Medicina e eu vim para cá agora fazer meu mestrado e residência clínica, então vou ficar mais três anos aqui em Diamond Nagar.

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Desconhecido

Sim, acabei de começar já tem duas semanas, mais ou menos, porque eu fiquei meio sumido das redes sociais e eu estou efetivamente morando na Índia e espero trazer para você aqui no YouTube as coisas que eu fui aprendendo aos pouquinhos no meu mestrado em Ayurveda. Quem sabe mais para frente. Eu não venho para fazer o PhD, também não o doutorado, mas enfim, cenas dos próximos quatro cinco anos de capítulos aí então beleza.

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Desconhecido

Agora, antes da gente entrar efetivamente no tema do vídeo, deixa eu te falar sobre nossos dois patrocinador de hoje, que são sempre o próprio Vida da vida. A gente está começando dois cursos novos no fim da vida, no dia 11 de janeiro de 2025. É a sua oportunidade para entrar de cabeça aqui no conhecimento do Ayurveda. O primeiro deles vai ser uma aula especial comigo dentro da nossa comunidade.

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Desconhecido

Eu estou chamando ela assim a virada de chave que está faltando na sua alimentação. Se você está num nível intermediário de estudo do Ayurveda, está começando, você já está se aprofundando. Essa aula vai ser uma aula comigo de duas horas no dia 11 de janeiro, 15h01 sábado na 15h00 e eu vou te dar dicas práticas para você ajustar a sua alimentação em 2025.

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Desconhecido

De repente, tudo o que você estava precisando, os detalhes hoje, as técnicas que estão faltando para você efetivamente melhorar a sua alimentação no ano que vem é o primeiro link da descrição desse vídeo aqui para você se inscrever na nossa comunidade. O Saulo vai ser exclusiva para nossa comunidade, porque é uma aula dentro do nosso curso de que o nosso curso de Pilar da Alimentação está no primeiro link da descrição.

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Desconhecido

Então entra lá, se inscreve! No dia 11 de janeiro a gente tem uma aula. Se você está num nível um pouco mais avançado de Ayurveda e você quer se dedicar de maneira um pouco mais profunda, no dia 11 de janeiro mesmo, está começando um módulo novo na nossa formação em Ayurveda e Saúde Integrativa. O módulo de A rara virginiana Nutrição na perspectiva do Ayurveda.

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Desconhecido

Esse módulo são seis aulas de 04h00 cada um, então 24 horas de estudos aí para você, Se você não é tão avançada, a aula comigo de duas horas é perfeita na medida para você. Se você já é mais avançada a aula, esse módulo inteiro são 24 horas de aprofundamento em nutrição, de acordo com o segundo link da nossa descrição.

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Desconhecido

Leva você para a nossa formação. Todos esses cursos são a sua maneira de apoiar também o trabalho de edição do Vida Venda. Então, se você se beneficia com esse tipo de conteúdo, considere entrar para a nossa comunidade, para a nossa formação, que você ajuda a gente a continuar entregando esse conteúdo aqui para você. Então, sem mais delongas, vamos entrar no tema do vídeo de hoje, dia 20.

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Desconhecido

Meteu eu estou numa posição meio esquisito que eu tô com o mouse aqui do lado do sentado, como se fosse no chão. Nesse momento, nessa transição aqui de casa para uma casa nova, num quarto que eu montei meio que um estúdio improvisado com a minha plaquinha do YouTube, que foi o que trouxe com ela de viagem. Tá toda zuada, dá para você ver aí talvez ela está toda chumbada.

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Desconhecido

A coitada tomou porrada nessa viagem para a Índia. Ela está viva, está viva, passa bem. Então vamos lá. Primeiro de tudo, na matéria de New York Times, aqui, um dos jornais, nossa população do mundo também hoje em dia perguntam quer o Yuri in Harry? Toma? Será que a gente pode mesmo herdar o trauma? E a matéria que eu falei para você da National Geographic que agora ela está bloqueada aqui para assinantes?

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Desconhecido

Não sei se eu to na Índia que ela está falando, está falando exatamente sobre isso. Genes podem herdar trauma por meio do processo de metilação epigenética. Não precisa se importar com nada disso com essas duas matérias, porque a gente vai, como sempre, novidade na fonte original do rolê. Então eu abri aqui dois estudos para você. Esse primeiro estudo é uma análise dessa questão da EU de herdeiro da possibilidade de você herdar de maneira transgeracional, por meio da epigenética, traumas.

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Desconhecido

Vou explicar o que cada uma dessas coisas significa para você. E um outro estudo, a World Sakai. Eu to falando exatamente essa mesma questão na perspectiva de trauma e a possível transmissão de trauma de forma epigenética está beleza? Então vamos lá. Eu acho que você está vendo minha tela direitinho. Deixa eu ver se está tudo bonitinho para você.

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Desconhecido

Acho que está. Então o que eu vou fazer agora? Nada mais nada menos do que traduzir essa página para você, para o português, porque aí você consegue acompanhar sem precisar saber inglês. Olha que maravilha! Deixa eu ver se você tá conseguindo enxergar direitinho. Vou ver se eu dou um choque com esse teclado aqui. Se eu fizer isso aqui, eu dou um zoom do Caraca!

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Desconhecido

Genial! Estou me acostumando com teclado, com mouse, com tudo novo aqui, beleza? Então vamos lá. Herança epigenética transgeracional de experiências traumáticas em mamíferos. A editora Xun se há de anunciar. E resumindo, eu quero bater esse estudo com você e vou comentar ele bonitinho. Então, óbvio que a nossa aula de hoje do projeto é um pouquinho mais nerd, mas segura na mão learning e larga mão de ninguém.

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Desconhecido

Vamo que vamo! Então! Nos últimos anos temos visto uma quantidade crescente de evidências apontando para existência de uma hereditariedade não genética dos efeitos de eventos, como por exemplo, divórcio dos pais e risco de vida e outras experiências traumatizantes, como por exemplo, pessoas que passam fome. Essa hereditariedade é frequentemente medida por regulações epigenéticas da expressão genética e pode ser transferida por várias gerações.

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Desconhecido

Então, o primeiro conceito que é importante você entender aqui é que o conceito de genética. Ele já é muito mais conhecido por vocês. A ideia de que você tem os seus genes que são individuais, só existem os seus e que na hora que você tem filhos, os seus filhos, eles herdam a sua genética e metade do seu material genético e forma.

00:07:48:25 - 00:08:08:27

Desconhecido

Por exemplo, um espermatozoide. No caso do homem, é metade do material genético de uma mulher, Então a forma lá o óvulo é junto ao óvulo. O espermatozóide se junta metade do pai com metade da mãe. Basicamente formam um ser humano completamente único, mas que tem características do pai, características da mãe. É por isso que você é parecida potencialmente com a sua mãe.

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Desconhecido

Com seu pai. Você não é completamente diferente dos seus pais, via de regra. Pois bem. Genética Você entende a ideia de que seu pai tem o cabelo de uma cor e você tem o cabelo da mesma cor? É uma representação de características genéticas. Agora tem um outro elemento que é muito importante, que as pessoas não conhecem, tanto que chama epigenética, que é a ativação da sua genética e por parte através ou por meio de interferências do meio.

00:08:39:24 - 00:09:04:02

Desconhecido

Então, por exemplo, sua alimentação, por exemplo, o seu estilo de vida, por exemplo, o lugar onde você mora, podem ativar ou desativar os seus genes. Você sabia desse negócio? Então isso é muito importante, porque os seus genes, eles são como se fossem uma base de potencial para tua existência e manifestação. Mas é a epigenética que vai ativar ou desativar esse, gente.

00:09:04:09 - 00:09:24:18

Desconhecido

Deixa eu te dar um exemplo bonitinho do me botar na tela aqui, grandão. Então, para você me ver direitinho, então te dou um exemplo que é muito clássico desses estudos de epigenética Tem um mamífero zinho lá na Rússia, sei lá, num lugar desses que é muito frio, que é um exemplo que é muito bom para você não esquecer a mamífera zinha quando ela está grávida.

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Desconhecido

É um bichinho desses pequeninos como a chinchila quando ela tá grávida, se tá quente do lado de fora, quer testar verão. E o bebezinho? Ele nasce peladinho. Ele nasce sem os pêlos. Se tem inverno do lado de fora, está frio. Do lado de fora, o bebezinho nasce peludinho. Olha que interessante! Então ele tem o potencial de fazer pêlos ou de não fazer pêlos.

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Desconhecido

E esse potencial é ativado ou desativado, dependendo das condições externas. É isso que a gente chama de epigenética. Está traduzindo isso agora para os seres humanos. A gente sabe, por exemplo, que tem um gene que é conhecido como o gene do Alzheimer. O baby ou forte apeou quatro, né? E esse gene? Ele tem uma relação muito importante com o desenvolvimento da doença de Alzheimer.

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Desconhecido

Você provavelmente conhece uma das duas que mais mata no mundo mata mais de 1 milhão de brasileiros por ano. Pois bem, temos o gene do ovário a lá Deus. Então se tem o gene do Alzheimer, a pessoa que tem esse gene significa que ela vai ter Alzheimer necessariamente. E não a gente percebe, por exemplo, que lugares que têm uma prevalência muito grande do gene.

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Desconhecido

Acho que na Nigéria, por exemplo, tem uma prevalência muito grande do gene. Não tem tanto Alzheimer quanto, por exemplo, lugares como Estados Unidos, que tem uma prevalência menor do gene, mas tem muito mais Alzheimer. Como explica isso? Então a gente explica isso porque a genética, ela é um dos elementos só. Eu fiz uma live há muito tempo atrás com o oncologista e ele estava falando Matheus, A genética é responsável mais ou menos por 20% só dos câncer.

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Desconhecido

As pessoas têm mania de achar que é tudo genética, mas não é nem 20% do câncer. É genética. 80% dizia ir lá naquela live. E a alimentação, o estilo de vida, são fatores que a gente chama de epigenéticos. Você pegou o termo vamos voltar aqui para o nosso, para a nossa nerdice, tá? Então, nessa revisão aqui que a gente está lendo, eles focaram em estudos que envolvem herança epigenética transgeracional.

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Desconhecido

Então o pai, por exemplo, ele passou por situação de frio, de fome, de perrengue, de guerra e ele ativou o genes dele para lidar com esse troço. E ele passa essa herança epigenética para os filhos trans geracional, quer dizer, de uma geração para outra. E ele chamou isso de T e tem uma sigla para isso. Tá ao contrário Trans Generation ou EPE.

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Desconhecido

Generic in Harry tem o nome desse negócio da herança epigenética transgeracional D e tem com um pequeno desvio para os estudos intergeracionais focados na herança de traumas ou experiências estressantes. Os estudos realizados mostram uma infinidade de mudanças universais que a exposição ao estresse inicia em vários níveis de organização, variando da produção de hormônios, da modulação do eixo hipotálamo, hipófise adrenal até a cognição, comportamento ou propensão a transtornos psiquiátricos e metabólicos.

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Desconhecido

Olha que interessante, isso aqui vai ser ecoado num outro estudo. Vou botar os dois para você Na descrição desse vídeo aqui no YouTube. Você pode lá traduzir e ler eles de cabo a rabo, se você quiser. Eu não vou ler isso aqui de cabo a rabo, senão a gente ia ficar aqui uma semana estudando esses dois estudos. Mas eu quero te dar a essência do troço para você levar isso aqui para casa, para você entender como é que você pode aplicar isso na tua vida.

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Desconhecido

Tá? Então, olha que interessante, se os seus pais, os seus avós, seus bisavós passaram perrengue, eles provavelmente passaram bem e se traumatizaram por conta desse perrengue. Isso pode afetar a tua produção adequada de hormônios, o teu comportamento, a tua cognição e até a tua propensão a transtornos psiquiátricos e metabólicos. Depressão, ansiedade, síndrome do pânico, essas coisas todas tem fatores que são herdados potencialmente de trauma.

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Desconhecido

Isso foi muito chocante para você. Até um pouco desesperado para ficar na cama do meu bisavô passou perrengue na Europa no século XIX, Então eu tô aqui sofrendo de ansiedade por causa disso. E parece que essa revisão também fornecerá uma visão geral da metodologia relevante das dificuldades vinculadas à implementação dos estudos epigenéticos. Essa ciência motriz que está engatinhando ainda.

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Desconhecido

Esse é o caviar, e a consideração é a flexibilização disso aqui que eles fazem na matéria do New York Times, que eu vou botar também na descrição para você aqui desse vídeo. Essa pode lá ver. Você pode traduzir ele para o português ou para qualquer outra língua facilmente. Hoje em dia, graças a Deus, a internet e a tecnologia estão aí para isso.

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Desconhecido

Uma melhor compreensão desses processos pode nos ajudar a elucidar os caminhos evolutivos que estão em ação no caso do surgimento de doenças e distúrbios associados, a exposição ao trauma caso a caso seja direto ou em uma geração anterior. Muito interessante. Então ele te dá uma introdução aqui falando sobre epigenética. Eu já dei uma explicação bem leve para você.

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Desconhecido

Se quiser você vai aqui, você pode ler e estudar isso bonitinho. Quais são possíveis processos epigenéticos? O que que a metilação do DNA? Eu já expliquei isso numa live anterior. Aqui no canal também falamos sobre esses processos incríveis que podem acontecer modificações no estoma e reuni esse som e inclusive falei sobre tudo isso anteriormente. Eu vou parar lá para baixo porque ele fala da metodologia dos estudos que falam sobre essa herança transgeracional que tem essa base epigenética.

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Desconhecido

E olha que interessante. Primeiro de tudo, é preciso estabelecer que o traço fenotípica observado, se desejo, não é influenciado por uma mudança na informação do DNA, então o que ele está querendo dizer? Estão tentando excluir o fato de que a genética tem um papel a desempenhar aqui, Porque se você não fizer isso, o fenômeno estudado não é um caso de herança.

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Desconhecido

Epigenética é um caso de herança genética mesmo. Outra coisa, transmissão social também precisa e precisa excluir transmissão social. Um indivíduo estressado pode influenciar indivíduos ingênuos por meio de seu próprio comportamento alterado. Então, olha que interessante, a gente já sabe, cientificamente comprovado cientificamente, que se você está estressado e você tem, sei lá, 15 funcionários que trabalham embaixo, você vai ser chefe de um monte de gente.

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Desconhecido

Você pode interferir na saúde mental dessas pessoas. Quem nunca? Quem não sabe disso? Se você está numa família que o pai ou a mãe são muito estressados, eles interferem na saúde mental dos filhos também. E aí eles falam de excluir só aí, porque senão a pessoa podia está estressada. No caso um, por causa da própria genética dela. Ela podia estar interessada no caso de hoje, que ela está num ambiente estressante e eles estão tentando entender se você rodou esse estresse do teu pai e esse é o objetivo disso aqui, tá?

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Desconhecido

Eles excluíram interferências pré natais, então olha que interessante, né? Influência ambiental aumentou, influencia, Por exemplo, a mulher fumar durante a gravidez Third Generation F2 germe causa first generation. Então problemas de primeira geração de segunda geração de terceira geração. E aí, no caso do corpo do homem, também há problemas de primeira geração, interferências de segunda geração, e eles explicam os tipos de processos epigenéticos, teste comportamentais.

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Desconhecido

Então botaram aqui algumas ideias sobre como você faz essas experiências e como você testa esse negócio. Você pode ver que é gigantesco ainda. Por exemplo, um exemplo bem conhecido de herança epigenética em humanos é o rango e o enter, ou seja, a fome holandesa no inverno de 1944 45 na Segunda Guerra Mundial, uma amostra dessa população foi incluída em um estudo de longo prazo Em várias gerações.

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Desconhecido

Ele mostrou que pessoas expostas a fome no útero durante a janela sensível no início da gestação tiveram uma maior ocorrência de doenças cardiovasculares. Você pegou isso, aquilo que está escrito para você. Mas eu vou repetir está. Olha que loucura, né? Uma criança que estava sendo formada estava no útero sendo gestada e a mãe ou o pai estavam expostos a fome tava passando fome.

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Desconhecido

Tem o risco maior de ter doença cardiovascular, de ter pressão arterial mais alta em idade jovem, tem o risco aumentado de esquizo frame ia. Além disso, mulheres que foram expostas a fome no útero relatam relataram com mais frequência que a sua progênie F2 teve problemas de saúde mais tarde na vida e teve tendência também a obesidade. O que não está claro é até que ponto esses efeitos são apenas intergeracionais, ou seja, não são um caso de epigenética e intergeracional, aquela coisa toda.

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Desconhecido

E alguns estudos realmente relatam como o efeito transgeracional. Então, olha que interessante, eles estão tentando entender o efeito dos perrengues que os seus pais passaram basicamente na tua saúde. É uma loucura isso, você pensar que tem fatores genéticos, isso a gente já sabe, tem fatores epigenéticos que você está fazendo. Se você está fumando, você está comendo mal. Isso afeta a sua saúde também.

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Desconhecido

Mas tem fatores que são herdados, epigenéticos também geracionais. Quer dizer, o seu pai, a sua mãe, o que eles viveram passam para você, não de forma genética, mas de forma epigenética. Isso aqui é um salto muito interessante de perspectiva. E aí eles elaboram mais a questão principal mente dos sobrevivente, netos de sobrevivente, Holocausto. Olha que loucura, né? Estudos de Israel relatam que as gerações subsequentes de sobreviventes do Holocausto demonstram resiliência, não sofrem de uma maior incidência de psicopatologia e alguns indivíduos relatam, de fato, uma maior satisfação com a vida.

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Desconhecido

Um padrão semelhante foi encontrado especificamente em netos de sobreviventes do Holocausto. Então não só o que seus pais passaram de perrengue podem aumentar a chance de você ter doenças, como podem aumentar inclusive sua situação de bem estar e de resiliência. Porque teu pai passou perrengue, você nasce uma pessoa mais resiliente sem ter feito nada para isso. Eles falam de experiências assustadoras também, por exemplo, trauma de separação, por exemplo, quando os pais se divorciam, que é muito estudado, diga se de passagem.

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Desconhecido

E aí eles continuou falam da dificuldade de estudar essa matéria. Você tem que excluir uma série de fatores e elaboram aqui a discussão efetiva que eles estão querendo proporcionar com esse estudo, tá? E aí eu vou pulando aqui já para o finalzinho dessa brincadeira. Eu vou levar a conclusão junto com vocês então. Exemplos de herança epigenética transgeracional mostram que mudanças na regulação genética, que podem ser herdadas ao longo de várias gerações, respondem plasticamente a sinais ambientais e, portanto, podem ser consideradas altas adaptações adquiridas do Plasticidade significa a habilidade de você se adaptar a situações diferentes.

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Desconhecido

Então parece que a gente efetivamente herda potenciais traumas ou características dos nossos pais por causa das situações que eles viveram. Não podemos falar de características adquiridas, mas sim de estados adquiridos de regulação genética. Além disso, não se deve extrapolar e concluir que todo comportamento ou experiências são herdados geneticamente. Então não é tudo, mas tem elementos sim. Nosso conhecimento sobre esse tópico ainda está focado principalmente em experiências como o contato com toxinas, preparação para déficit de energia e outras possíveis situações de estresse.

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Desconhecido

E ainda não se sabe até que ponto essa variação epigenética tem impacto na aptidão adaptativa ou se a EPI variação é apenas ruído. Como muitos outros pesquisadores afirmam. Tá? Então a gente está ainda questionando isso aqui, tá? Se é uma. Realmente os estudos deles são sólidos o suficiente para demonstrar que você potencialmente herda ou não. Agora vou passar para o segundo estudo.

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Desconhecido

Vou fazer a mesma coisa que eu fiz antes. Vou traduzir translate to português e vamo aumentar também. Tá muito grande, Acho que tá bom. Você consegue ler um pouquinho melhor assim então. Segundo artigo que também está na descrição para você, ele analisa as evidências de pesquisas sobre a transmissão intergeracional de efeito de trauma e o possível papel dos mecanismos epigenéticos.

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Desconhecido

Mesma coisa eles escolhem. É um recorte para o estudo. E aí vão colocando você a par do que eles usaram de metodologia e do impacto. Principalmente aqui. Eles estão falando de saúde mental e saúde psiquiátrica. Então, de novo, não vou ler tudo gigantesco como estou passando aqui para baixo para você, porque eu quero ir direto para conclusão, para a gente dá uma olhada no que eles concluíram dos estudos.

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Desconhecido

O estudo científico, então, identificando rapidamente mecanismos epigenéticos para explicar como uma exposição ambiental pode levar a uma mudança duradoura na função do DNA que pode ser passada para as gerações futuras. Isso é muito louco você pensar que porque a visão toda. Não sei se você lembra dessa perspectiva na escola da visão da evolução do Darwin versos do Lamarck, a ideia de que você não lembra de na escola uma girafa, ela fica com o pescoço grande porque aos poucos ela vai tentando esticar o pescoço para pegar o negócio para algum galho mais alto, e aí o pescoço ela vai alongando com o tempo.

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Desconhecido

Na perspectiva do Lamarck, o Darwin dizer que não, ou pelo menos a leitura moderna, dizer que não. É que na verdade o que acontece é que uma girafa nasce com o pescoço um pouquinho mais longo por causa de uma um acidente genético e aí ela é selecionada a questão da seleção natural, porque ela alcança a fruta, ela mais alta e a girafa com o pescoço mais curto não alcança.

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Então, com um pescoço mais longo, porque ela alcançava, sobrevive porque ela sobrevive. Ela passou a genética dela para frente. Os filhos dela nascem com um pescoço um pouquinho maior, Eventualmente algum passa por alguma mutação genética e bem no pescoço, um pouquinho maior, ele é melhor adaptado ainda. Então ele passa o gene dele para frente. Então a visão do David parecia sugerir que vão acontecendo acidentes genéticos aí no percurso, que vão formando seres melhor adaptados.

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E aí a seleção natural, que é o termo cunhado, determina quem sobrevive e quem não. O Lamarck, de uma perspectiva que é considerada equivocada. Se aprendeu na escola que o Lamarck estava errado, de que a gente vai mudando ao longo da vida e passando essas modificações ao longo da vida para os nossos filhos. O que a gente está vendo agora é que parece que tem alguns elementos aí do Lamarck que estão corretos, que podem passar efetivamente a experiência que o pai e a mãe viveram.

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Desconhecido

Podem efetivamente carimbar o material genético deles de forma epigenética e entregar essas alterações para a geração superveniente. Isso aqui é muito louco. Se você perde de saúde, você tem que estar e coçando a cabeça. Pensando nisso, aqui está essa revisão que a gente está lendo agora, enfatizou. Duas grandes categorias de efeitos e a primeira envolve acomodações feitas pela prole em resposta a suas próprias disposições ambientais.

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Desconhecido

No início da vida, quer dizer, no próprio útero. A gente já falou sobre isso. O bebezinho está no útero da mãe e a mãe está passando, por exemplo, alguma situação bizarra e isso caiba o bebê. Eu dei o exemplo da chinchila lá russa, que nasce com pelinho ou sem pelinho. Essas mudanças provavelmente são mediadas principalmente por sintomas relacionados ao trauma materno, mas podem ser afetadas por múltiplas entradas, incluindo o efeitos relacionados ao trauma paterno também.

00:25:58:02 - 00:26:24:02

Desconhecido

O segundo grupo pesquisado são efeitos de um trauma parental pré concepcional. Quer dizer, a mãe e o pai passaram algum perrengue ou passaram algum trauma antes de conceber e isso permanece na célula germinativa e após a concepção afeta o desenvolvimento da prole no útero e o fenótipo pós natal subsequente. Quer dizer, quando a criança nasce, ela carrega essa característica.

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Desconhecido

Em ambos os casos, a transmissão resultado de efeitos da exposição dos pais. E aí eles elaboram um pouquinho mais nessa conclusão aqui sobre as complexidades envolvidas em fazer inferências sobre esses mecanismos. A dificuldade de você excluir efetivamente os fatores é, obviamente, eles sabem que você precisa continuar pesquisando. A gente ainda não entendeu isso completamente. A gente não sabe 100% o que está rolando, mas é muito interessante pensar que isso aqui existe e que isso aqui é possível.

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Desconhecido

Como é que a gente vê esses elementos dentro do Ayurveda? Primeiro que a ideia de que os seus pais, o hábito deles, o estilo de vida dos seus pais afeta a qualidade do tecido reprodutivo é completamente pacífica dentro do loiro Veda, a gente chama o tecido reprodutivo de xucra, de rato xucra, de rato. É formado pela tua alimentação, o estilo de vida e a maneira como você se cuida ou vive afeta o seu tecido reprodutivo.

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Desconhecido

Então, no meio vida, a gente sabe que a maneira como a saúde dos pais, por causa do estilo de vida epigenética basicamente deles, vai passar assim potencialmente para os filhos. Não é à toa que no Ayurveda a gente indica os nossos pacientes. As pessoas estão querendo se reproduzir seis meses antes. Eles têm que passar por processos de purificação dos tecidos que a gente chama de pancha karma.

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Desconhecido

Então a gente fica seis meses tratando o pai e a mãe, os dois. O casal tem que passar pelo processo todo para dar uma purificada nos tecidos. Como a gente sabe que a qualidade dos tecidos dos pais vai afetar sim a qualidade dos tecidos dos filhos, então não tem nenhuma dúvida quando o assunto é Ayurveda de que existem fatores sim de transmissão epigenética podem ser dados.

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A gente já fala sobre isso há milhares de milhares de anos. A gente chama isso muitas vezes de carma, mas não carma no sentido que você pensa que é aquela coisa tipo ah, porque três vidas atrás eu fiz alguma coisa, então agora o meu fardo não é causa e consequência. Incha mesmo. A tua mãe e o teu pai tem hábitos horríveis de saúde e esses hábitos de saúde, eles podem ser traduzidos, herdados para a criança.

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Óbvio que tem elementos genéticos que também são elaborados dentro do Ayurveda, tá? Mateus E aí, o que é que eu faço com isso? Eu estou sentenciada para o resto da minha vida porque meu pai realmente é sobrevivente de guerra. Minha mãe efetivamente passou muito perrengue. Aí eu estou ferrado. Já era. Não tem nada que eu possa fazer e não como é epigenética ou você teve a ativação ou desativação desse e dessas estruturas de base que você já tem, né?

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A gente chama isso de prakriti na sua base. É como se fosse a genética e vê as alterações que vêm supervenientes. A genética é isso aqui houve. É o que vem depois. A epigenética. O que aconteceu pode ser sim, trabalhado, tem que ser trabalhado num plano físico, tem que ser trabalhado num plano mental, tem que ser trabalhado no plano espiritual.

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Na perspectiva do Ayurveda. Então talvez você precise melhorar os quatro pilares da sua saúde alimentação, sono, movimento e silêncio. Num plano físico, melhorar os pilares da sua saúde mental, muitas vezes por meio de meditação ou terapia, e melhorar também os seus pilares de saúde espiritual. Talvez por meio de práticas de devoção. Gratidão. Você não precisa ser hinduísta ou budista para você se dedicar a uma prática espiritual é muito importante na visão do Ayurveda, inclusive, que você realmente se dedique sim a uma prática espiritual, mesmo que você não acredite em Deus e efetivamente que você precisa saber, você precisa acreditar que você é um grãozinho de areia dentro do tamanho desse cosmos e aí vislumbrar o

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tamanho da realidade, mesmo do ponto de vista científico ou astral, o nome já é, de certa forma, colocar a sua perspectiva, sua percepção no lugar adequado. Se você se expressa religiosamente no candomblé ou se você é evangélica, não faz muita diferença. Mas essa expressão religiosa espiritual, ela precisa existir na bem vinda também. Então é cuidando do seu corpo, da sua mente e da sua espiritualidade que você consegue polir esses traumas que você potencialmente herdou de forma epigenética das gerações anteriores.

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Se você quiser aprender como fazer isso melhor, começando pela sua nutrição, Se você quer começar o ano de 2025 melhorando a sua nutrição, entra para a nossa comunidade que no dia 11 de janeiro, às 15h00, no sábado, eu vou dar uma aula de duas horas sobre como virar a chave da sua nutrição. O link para entrar na nossa comunidade é o primeiro link da descrição desse vídeo aqui no YouTube.

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Se você já está num nível um pouquinho mais intermediário avançado de Ayurveda e você quer se dedicar mais no sábado, também está começando um módulo novo da nossa formação Dinheiro Verde Saúde Integrativa, nosso querido Vidya Laya. E esse módulo leva 24 horas de estudo introdutório de alimentação, de acordo com a bio. Vendo os dois link que estão na descrição desse vídeo, assim como todos os links que eu usei nessa live.

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Se você curte esse tipo de conteúdo, deixa o seu like no vídeo. Agora também já se inscreve no canal que eu venho aqui três vezes por semana, terças, quintas e sábados. Entregar conteúdos para você de maneira totalmente gratuita para melhorar a sua saúde e a saúde da sua família. Um grande beijo para você e a gente no nosso próximo projeto zero oito sete.

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Até lá!

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