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Desconhecido
Você sabe como você pode envelhecer de forma saudável, principalmente de acordo com o Ayurveda e a Naturologia. É sobre isso que a gente vai falar no projeto 800 de hoje. Eu vou falar sobre isso sozinho. Não vou falar disso com a Nanda. Então vamo que vamo. Somos uma família vida. Venda projeto Nosso Projeto zero oito Santos Episódio 993 aqui para você.
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Desconhecido
08h08 e 10h00 do horário de Brasília e vamo que vamo! Eu vou botar a Nanda pra dentro e começar antes de eu puxar a Nanda pra dentro. Deixa eu te fazer um aviso importante hoje é dia 9 de janeiro, quinta feira, quando eu tô vindo aqui ao vivo para você no Instagram, no YouTube e no dia 11 depois de amanhã é importante você saber.
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Desconhecido
Tem uma aula especial do nosso curso Agni do Pilar da Alimentação. A gente tem um curso inteiro de digestão na nossa plataforma que fala sobre alimentação, digestão e eu vou dar uma aula especial no dia 11, no sábado, 15h00 do horário de Brasília. Vai ser uma aula sobre como virar a chave da sua alimentação. Se você quiser participar e depois de amanhã o link para essa para você se inscrever na comunidade, participar da aula é o primeiro link que vocês vão encontrar aqui na descrição desse vídeo no YouTube, tá?
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Desconhecido
No Instagram basta você escrever a palavra comunidade aí nos comentários que eu mando o link para você por DM, tá bom? Sem mais delongas, então a Nanda vem para a Live. Seja muito bem vindo! Ao projetar 800 e por favor, já começa meio que se apresentando para as pessoas e fala para as pessoas a Nanda na tua, na tua abertura.
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Desconhecido
O que que é esse negócio de natura logia? A última live que eu fiz sobre Naturologia faz muito tempo e boas de refrescar a cabeça das pessoas um pouquinho, é claro. Eu queria dizer primeiro obrigado pelo convite. Vamos trocar e compartilhar com profissionais como você. A gente sempre busca profissionais que realmente têm capacitação e competência para estar conversando com a gente e para a gente tá indicando, né?
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Desconhecido
Bom, eu sou Ananda, eu sou formada em Naturologia, que essa graduação que você está ouvindo, que eu até já falou um pouquinho é a Naturologia. Ela se propõe a estudar diferentes medicinas tradicionais. Na época que eu busquei Naturologia, eu antes de conhecer pensava em fazer psicologia e me especializar em medicina chinesa, Shiatsu, Ayurveda e não sabia que existia uma graduação sobre isso.
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Desconhecido
Então eu fiquei impressionada com a possibilidade de existência do curso de graduação na Psicologia, justamente por estudar medicina. Só que eu não imaginava que seria tão complexo. Seria muito mais práticas integrativas Descubra por 20 sistemas de medicina. Que surpresa que isso é complexo! É claro que esses aí se ver o número de medicinas existentes e a medicina germânica tem muito mais do que a gente estuda.
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Desconhecido
Possui graduação em Naturologia, mas a gente estuda três pilares, principalmente a medicina chinesa, a medicina ayurvédica e a medicina antroposófica, que eu também não fazia ideia da existência que existia e que é mais moderna, inclusive que a medicina biomédica, que foi uma das mais atuais. Então, a medicina antroposófica, ela é hoje a mais atual E o que a gente tem, se a gente parar para ver quanto ela foi desenvolvida por Rudolf Steiner, apesar de pegar coisas bem interessantes, bem antigas e bem milenares.
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Desconhecido
Então o curso de Naturologia para mim caiu como uma luva no sentido de entender que eu não não ia ser uma aplicadora de técnicas, mas sim uma profissional que poderia estudar e identificar as queixas trazidas de consultório pela raiz, pela origem e essa origem. Ela pode ser vista tanto pelo olhar da medicina chinesa quanto da vida, quanto por Sofia e também independente de visão dessas medicinas, como a terapia floral, aromaterapia e você não precisa necessariamente adentrar em um sistema e adotar uma visão de saúde, né?
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Desconhecido
Então, foi muito interessante nesse sentido. Mas vamos, vamos papear sobre isso. Matheus, você fala Eu acho legal, eu acho muito lindo, porque a sensação que eu fico. Eu te comentei que eu fui banca de um TCC na EMB Morumbi de Naturologia e ela e eu estava passando pelo Brasil, não morava aqui na Índia na época, aí eu fui embora da Índia e agora voltei e eu estava em passagem pelo Brasil e aí as alunas fui lá em Trancoso me mandar um e-mail assim vai ter uma banca no dia tal.
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Desconhecido
Se você estiver no Brasil, só não participa. Eu falei uma com uma banca e elas falaram a gente está escrevendo uma um trabalho de conclusão de curso sobre Ayurveda e medicina Tradicional chinesa e a junção delas é dar, era dar, era, Eu falei cês não me querem na banca? Eu vou azucrinar a vida de vocês nesse TCC. Tipo assim, por que eu vou cobrar que seja Ayurveda?
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Desconhecido
De acordo com os textos? E elas queriam exatamente isso. Aí eu fui lá e aí estava lá com o Caio, com a Heloísa na banca e foi muito massa. E eu fiquei com essa sensação de que vocês da Naturologia são como se assim os diplomatas da medicina, sabe porque vocês meio que estão conversando com vários sistemas diferentes e aplicando esse troço e você não fica cinco anos forte?
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Desconhecido
São mais ou menos cinco anos, só estão na MTC, mas você tem uma capacidade de dialogar com esses sistemas muito melhor do que eu tenho por exemplo, me dedicando ao Ayurveda e a nossa tendência não é por mal, mas é assim. Todo mundo que é apaixonado fica focado, estudando aquele troço que mais ama. Então eu, por exemplo, tô na Índia, aqui agora, fazendo residência e mestrado.
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Desconhecido
O mestrado afunila mais ainda minha área de conhecimento, então estou me especializando. Inshallah, que é tantra, que é a cabeça meio verde. Depois vou fazer um doutorado. O doutorado vai me especializar em uma técnica específica dentro do Choque Tantra. Então a nossa tendência afunilar. E é muito lindo ter profissionais que lembram a gente sempre de uma visão global, digamos assim.
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Desconhecido
Então eu acho lindo isso de vocês em três eu acho insano. Eu não sei como cabe na cabeça de um ser humano. É muita coisa. Eu fico estudando uma área só do Ayurveda e não cabe na minha cabeça. E são oito, imagina tipo só três coisas desse tamanho. Mas eu fiquei animado da gente vir aqui falar e vir hoje e trocar uma ideia sobre longevidade dessas perspectivas todas.
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Desconhecido
Eu botei Ayurveda e Naturologia. Eu acho que você fez um comentário muito bom. Colocar o nome e o redundante falar e o Veda é Naturologia. Eu falei para mim não, porque tipo, eu sou especialista em Ayurveda, não sei nada de Naturologia e você é especialista em Naturologia? Então sei lá como é que a gente dialoga nisso especificamente. E aí eu quero meio que cavucar sua mente aqui, porque você fala muito no teu perfil de coluna e de geração etologia.
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Desconhecido
E aí? Aí vamos ter que abrir uma cachoeira aqui, que é tipo assim que parada é essa de coluna, sabe? Tipo, por que você no teu perfil, na tua bio do insta você bota lá tipo coluna, como se sabe. Tipo, a coluna é importante. Eu acho que ninguém pára para pensar muito na coluna. Queria te ouvir para começar sobre por que a coluna é importante para a longevidade, se é equiparada.
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Desconhecido
Essa de gerontologia que eu acho que ninguém nunca ouviu falar. Muitas perguntas, muita coerência. Bom, até eu coloco sobre coluna, porque eu nunca pensei que eu fosse mexer nos lacinhos da coluna na minha vida, né? Eu via o pessoal da graduação anterior, para ser sincero comigo, a gente se trocava e atendimento até para treinar, justamente para entrar nos estudos já um pouco mais preparados de focar no ser humano.
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Desconhecido
E eu ficava morrendo de medo, principalmente daquele sala que não é, que aquilo tem que ser da nossa sala. Eu ficava.
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Desconhecido
E ainda leva estudante, Então pode ser mais claro. Aí eu fui conhecer um professor que desenvolveu uma técnica chamada Alinhamento corporal. O nome dele é Wilson Moreira Lima. Ele faleceu tem dois anos e eu achei interessante porque parecia que era para ti, mas não era Quiropraxia. Parecia simpatia, mas não era sutil. Era uma outra técnica manipulativa lá para os ossos.
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Desconhecido
Mas a minha curiosidade busca foi porque ele disse que poderia manipular as vísceras e o meu órgão de estudo é só instrumento. A gente toda atenção isso no TCC. Já que você falou, o TCC foi sobre quanto que os ritmos biológicos, não melódicos, energéticos. Se você for ver pela visão da medicina chinesa, eu vou falar bem biológico, vai ser energético legal, Eu vou falar pela esquerda também, vou falar planta.
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Desconhecido
Filosofia também já que tal? E aí eu vi que eu fui pressão por conta que eu trabalhei com suor desde os 13 anos e eu fui trabalhar com o Reiki inicialmente e aí eu tocava as pessoas para passar essa energia do Reiki, que é uma energia do universo que você pode canalizar nas suas mãos. E aí eu sentia que ao tocar nos órgãos das pessoas que ela mudava a pulsação, ou seja, as vezes parece que a pessoa tava morta, não tinha pulsação nenhuma e de repente essa pulsação vinha ou de repente essa possessão estava muito acelerada, como uma pessoa muito ansiosa.
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Desconhecido
E aí essa a pulsação e acalmando. Aí eu pensei caramba, que interessante isso! Eu quero pesquisar sobre isso e entender o que é que acontece, o que o Reiki faz, gerar isso. E aí foi o meu trabalho. TCC. Então quando eu conheci o Wilson eu pensei caramba, que legal, né? Alguém que movimenta o órgão de repente pode mudar o ritmo do órgão por meio da manipulação.
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Desconhecido
Vou estudar isso. E ele falava Não, mas tudo está lá na coluna. Aí eu não quero estudar, colocar, estudar órgãos. Aí até que eu entendi que Matheus não adianta fugir de coluna, porque até os órgãos estão conectados a coluna pelos nervos. Então você manipula uma vértebra. Você vai influenciar na função de um órgão. E eu vi assim que quando eu estava com muita busca no meu TCC, muita dificuldade de buscar alguém da antroposofia, aí eu não encontrei.
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Desconhecido
Da medicina chinesa, encontrei mais nossa filosofia. Eu não estava encontrando. E aí eu pensei caramba, vou desistir dessa medicina, ter que falar só da visão que eu medicamentos chinesa e isso acabou. E aí eu encontrei o médico que era o editor chefe da revista e até hoje da arte médica ampliada, que é uma revista. Nossa filosofia. E aí eu decidi então falar sobre esse tema.
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Desconhecido
E aí ele me questionou assim Caramba, parece que você já tem câncer há muito tempo, porque tudo o que a gente fala é com história. Envolve ritmo, toda, todos os desequilíbrios energéticos. Nossa, esse cara fala minha língua, né? Claro, era o médico oncologista. Atendia muitos idosos, mas principalmente uma visão integrativa da medicina antroposófica. E aí eu já vi desde aí que eu gostava de idosos.
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Desconhecido
Desde desde antes. Daí vamos lá desde os três anos, quando descobri que eu gostava de cuidar de pessoas, eu gostava mais de atender sozinhas, mas conforme vai passando, usando, você vai tomando maior consciência daquilo que você realmente sente que você é útil, que você realmente consegue solucionar o algum problema. E aí eu comecei a atender pessoas depois de me especializar no alinhamento corporal e já avançando a minha história, eu vi que eu conseguia resolver muitas questões, eu acho que articulares, de artrite, osteoporose, inflamações, idosos principalmente, que são o público que mais tem.
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Desconhecido
Entra num processo degenerativo grande. Então tem hérnia de disco. Você não precisa ser idoso, ele diz que você precisa uma postura péssima e que acaba desenvolvendo algum fato degenerativo seríssimo também. E aí eu vi o que eu vou fazer da minha vida. Eu me especializei em alinhamento corporal, atendo muitos idosos, mas não entendo tanto sobre essa parte medicamentosa da medicina biomédica.
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Desconhecido
Porque eu estava falando agora da Naturologia? Eu fiquei pensando um pouco na visão biomédica também, né? Veja a medicina biomédica. Ela é muito moderna. Não estou dando as costas para você, mas tem um pouco mais de um século de existência. Ela existiu e foi criada basicamente pacientes, né? O que se chama assim tempo suficiente. E quando a gente fala das pesquisas científicas, a gente fala de algo muito recente.
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Desconhecido
Aí questiona mas as medicinas pessoais são e são científicas e tem evidências. E a gente vê o movimento de pesquisadores que trabalham com essas práticas de justamente trazer essas evidências a fora. Só que a visão biomédica, ela foi desenvolvida numa ciência que considera muito o corpo mecânico. Então você não vê muito nas pesquisas da metodologia. Ainda há uma carência muito grande deles.
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Desconhecido
E sobre incorporar o entendimento do corpo junto com a mente essas necessidades emocionais. Falou sobre o espírito, que seria o espírito, que seria o emocional, seria o social e ambiental e o quanto essa pessoa pode ser influenciada. Então não adianta eu fazer a pesquisa e o caminho também tá muito raso. Sobre dor no joelho, é só considerar a estrutura biomecânica de movimento, a qualidade de movimento do joelho.
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Desconhecido
Eu não considero o ambiente que a pessoa vive, não considera se ela sabe que cada fala desses cada célula mora na comunidade, ela tem que subir o morro. Se ela tem uma boa relação familiar, tudo isso a gente entende. Nessa mesma situação, acho que vai influenciar a qualidade de vida dela. E aí, como a medicina biomédica entra de uma forma que acabou até sendo reducionista demais?
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Desconhecido
A gente viu, por exemplo, outro anos atrás, fazer essa cirurgia pra retirar a amígdala. Ela não tinha função. Entendia se ser. Aí você vê vários erros que a medicina biomédica vai tendo, né? Então questiono bastante isso trago para as pessoas pensarem, refletirem sobre isso. Olhe a medicina que vocês estão usando aí. Foi a medicina que eu adotei lá atrás, porque é a medicina vigente, a medicina que a gente acaba conhecendo e estudando.
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Desconhecido
Mas essas outras coisas não podem nos ajudar e as 14 anos Matheus estava com vários nódulos e eu acreditava que é preciso de uma cirurgia. Numa visão mais médica, era esse o caminho, porque tinha muitos novos e aí o procedimento seria isso. E a tendência da cronologia era que eu também tomasse medicação controlada por conta de uma tendência ao hipotireoidismo, ou seja, uma alteração hormonal onde eu estava desenvolvendo sintomas de cansaço, fadiga de de queda de cabelo, pele seca já estava preso, isso já há muitos anos e veja, eu tinha 14 anos.
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Desconhecido
É doideira, imagina tirar da tireóide aos 14 anos, tomar medicação controlada a vida toda, muito séria muitos anos e tomar medicação controlada. Se fosse mãe idosa até entendia. Acho que já tem idade, Talvez precise de saber buscar outras medicinas e aí eu me senti vítima da sociedade. Então por isso que eu alerto sobre isso Será que a gente precisa quando receber um diagnóstico ou quando te proporem, por exemplo, retirar a amígdala, que foi o que recomendava há um tempo atrás?
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Desconhecido
Mais um pouquinho. Será que tem alguma outra possibilidade em saúde que possa ter até responder melhor TI que você procura? Então vejo que a Naturologia eu vi das medicinas, elas estão aí para responder isso total. E aí eu pensei Bom, então eu vou me especializar nessa parte medicamentosa já aqui nos estudos, tomando muitas vezes dez medicamentos para mais e eu preciso entender melhor como eles funcionam.
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Desconhecido
E aí eu fui buscar a gerontologia, Então a geriatria e gerontologia. Tem um nome complicadinho também. Às vezes as pessoas falam que significa Então eu me especializei na saúde do idoso, Fui. Se a gente for pensar também na doença, Quando eu fui estudar gerontologia, eu não sabia. Doente, doente, doente. A gente fala das medicinas tradicionais. A gente fala sobre reequilíbrio do corpo, sobre saúde, sobre promover a saúde muito mais do que recuperar uma doença.
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Desconhecido
E às vezes estão as pessoas chega lá, anda e você trata artrite reumatóide. Aí por vezes eu falo não acho, eu não estou nada com isso, mas sim, eu trato por meio do equilíbrio, da homeostase do corpo, da reequilíbrio também da energia das pessoas. Nesse devocional, porque eu trabalho, mas acredito muito que a nossa postura de vida, que começa uma postura física, ela influencia no nosso não só o nosso comportamento perante ao outro.
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Desconhecido
Por exemplo, eu queria colocar no meu chefe, então como é que eu vou colocar Com os ombros fechados, a tendência é me fechar e deixar que ele decida tudo. Ou eu vou ser protagonista da minha vida. Ele vai dizer como eu penso também, sem agredir o outro. E eu acho isso muito interessante. Você vê acompanhar seus resultados em consultório?
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Desconhecido
A pessoa, Às vezes ela não tem tanta consciência do próprio corpo. Ela vai tomando consciência como chegou ali. E isso não é medicina hermética. Ela não fala tanto desse lugar de auto observação. Autoconhecimento Quantas vezes você saiu com uma pílula mágica e às vezes não, Não indicou um floral, uma terapia, uma planta medicinal, uma tintura fitoterápico? As pessoas ficam até as vezes tendo essa equacionada, essa meditação que tem eu.
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Desconhecido
E o intuito é você mergulhar em si mesmo para você poder de fato entender o que te aconteceu. Então essa proposta que a gente viu se perdendo ao longo desse processo de tecnológico, de ciência, de evidências, de saber médico que foi se consolidando como a gente precisa, Nem acredito que a gente está aqui hoje para resgatar. Eu vejo você, Matheus Eu porque eu tenho te conhecido e acompanhado como esse ponto.
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Desconhecido
Assim, posso até dizer que de luz e de resgate dessas para que possa levar essa informação às pessoas que eu vejo muita dificuldade de quem trabalha com essas pessoas para falar, de conseguir se colocar como você se coloca. Então assim, parabéns, tem muito mais dia que eu sofro, eu só sou abusado mesmo e eu gosto dessa definição que eu acho que foi um rapper que me deu lá no passado, que falou Mas isso aí é bom senso, Esse não é o BEDA.
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Desconhecido
E eu falei eu adoro isso. Eu sou um facilitador de bom senso, porque eu acho que tem uma série de fatores que levam a gente a ficar doente, levam a gente a ter saúde, que são absolutamente bons. Então aí a gente boa eu faço as vezes uns vídeos, uns risos. Agora a pessoa fala mas aí é o VEDA, eu falo mas e aí?
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Desconhecido
Eu verde? Eu só não tô citando o texto clássico em sânscrito, mas tava escrito por que a gente tem uma base de equilíbrio dentro da qual a gente fica saudável e tem uma base de desequilíbrio que desenrola todos os nossos problemas ou grande parte de nossos problemas. Então, quando você fala da coluna, eu acho muito interessante. Eu volto num professor meu e um israelense que chamei do portal.
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Desconhecido
Ele estudou muito Fielding, Chris, esses caras todos. E ele falava você é tão jovem quanto a sua coluna jovem ou você é tão velho quanto a sua coluna é velha. Então, se você quer ter um corpo jovem, você tem que cuidar da juventude. Cuide da sua coluna. Era o argumento dele e ele ensinava um troço que eu faço todo dia, que são ondas vertebrais.
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Desconhecido
E eu fico tipo uma meia hora fazendo exercício. Logo de manhã, depois que eu acordo para movimentar as minhas vértebras, entender a musculatura da coluna, ver como é que ela está e tal e tal, porque realmente é de uma complexidade se você comparar. Tipo assim, a mecânica do cotovelo de um joelho e com a mecânica da coluna é um negócio que talvez seja das coisas mais complexas que tem em termos de mecânicos no corpo humano.
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Desconhecido
Como você falou, é cada entradinha que tem ali, saiam os nervos e conectam com o funcionamento do teu estômago, tá ligado? Então a pessoa não tem noção de que às vezes ela está com o pensamento que está dando problema no estômago dela, sabe? E aí, quando a galera da osteopatia, a galera daquilo para você começam a falar porque o nervo vago, aí o pessoal fica de olho esbugalhado.
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Desconhecido
Como assim? Tem um nervo que começa meu cérebro e que conecta com a parada toda, basicamente. Então é muito interessante trazer um pouco e dar dois passos pra trás e trazer uma dose de bom senso, porque acho que a gente não sabe dizer. Você passa 08h00 por dia sentado na frente do computador, num algo que o quadril num ângulo de 90 graus, o joelho num ângulo de 90 graus, tipo assim, pescoço virado para frente.
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Desconhecido
Se não acha que isso aí vai dar problema alguma hora, sabe? Então eu queria te perguntar assim juntando essas duas, esses dois temas de especialidade que você tem e os teus estudos, eu provoquei nessa live pra gente ir numa direção de tipo assim Ananda, eu quero criar um manual para que todo mundo que veja essa live consiga chegar saudável até os 100 anos de idade, sabe?
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Desconhecido
Do tipo assim, quais são as dicas básicas que a gente deveria dar? Ou se você quiser, quais são as maiores cagadas que você vê? As pessoas fazendo? Porque você estuda galera com mais idade e eu acho que eu vou fazer mais esse comentário porque eu acho que pode ser interessante para quem está ouvindo. Você fez um comentário que eu acho muito importante sobre as amídalas.
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Desconhecido
Eu trabalho num hospital público no interior da Índia. Eu tô fazendo minha residência clínica aqui e vou ficar aqui uns três anos e eu estou me especializando. Inshallah, que é tantra, que é tudo o que está acima das clavículas. Então tudo o que tem na cabeça é pra gente que vem. E as amídalas? A adenóide. Como o pessoal fala muito.
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Desconhecido
E os sisos são dois assuntos que têm aparecido muito no meu campo, porque como a gente estuda a cabeça, eu me especializei em três áreas insanas da medicina moderna também, que é a otorrinolaringologia, que é um mundo infinito, Oftalmologia, que é um mundo infinito e odonto, que é uma faculdade inteira também. A gente foca nessas três coisas, se especializa nas três, na visão do ouvido, na visão moderna.
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Desconhecido
Então eu faço ambulatório de odonto e faço ambulatório de otorrino na garganta e dentes e tudo mais. E aí eu tomo o hospital dia sim, dia também. E eu vejo que quase ninguém aqui na Índia tira um sisos e eu não tenho os meus quatro sisos, porque quando eu fiz lá 18 anos, sei lá, me arrancaram os quatro.
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Desconhecido
Eu não tive nenhum problema que me sugeriram para arrancar os quatro, não tive nenhuma inflamação, não tive nenhum problema que hoje eu vejo nos manuais. E disse você não tem isso aqui, deixa o dente lá. E acho que os meus professores e todos os meus colegas, todos os residente, tem os sisos. E eles me perguntam e eu falo eu tenho 28 dentes só.
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Desconhecido
E por que você não tem? E eles olham pra mim com uma cara de choque Sim, por que você não tem os sisos? Eu falei Por que tiraram ou por que tiraram? Porque me convenceram a tirar os quatro meses. Eu tenho todos os exames também. Então já a Liv, que veio para a Índia, não vem para Índia. Aqui ninguém vai te tentar te convencer a tirar os fios aqui na Índia, porque eles deixam os sisos, as pessoas na Índia e as pessoas crescem com esse os envelhecem com os seus e têm os filhos.
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Desconhecido
Então eu vejo paciente de 70 anos na clínica e o paciente tem os sinais de sabe e eu? E aí eu paro para pensar, perceber, até eu. Eu nunca tinha parado para pensar nos sisos até fazer ambulatório de odonto aqui no interior da Índia. E eu pensei eu fico olhando pra esse troço e pensando cara, é óbvio que a gente não tira os sisos, Tipo assim, os seres humanos.
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Desconhecido
A gente é um bicho que está evoluindo há 3 milhões de anos, o homo sapiens sapiens, o bicho que a gente é. Tem uns 300.000 anos. A gente nunca tirou os sisos dos seres humanos até muito pouco tempo atrás. Agora, a gente, na nossa cultura, a gente tira, corta a questão da adenóide, né? Eu, quando era criança, lá pelos oito anos, nove anos mais ou menos, e eu tinha esse problema das amígdalas e tal, e a minha mãe tratou com homeopatia e elas diminuíram e voltaram ao normal.
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Desconhecido
Minha irmãzinha não teve a mesma sorte que eu, tratou, não teve resultado e aí tiraram fora. Eu estou com uma paciente no ambulatório de otorrino, oito aninhos, muito fofa que ela está exatamente passando por esse problema hipertrofia do turbinado inferior. Eu não sei como é que se fala isso em português e aí a tal da adenóide e a gente faz um tratamento ayurvédico pra reduzir essas coisas.
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Desconhecido
A gente não pensa tipo assim arranca o reflexo aqui na Índia, não é? Tira pra nada. Na prática é tudo assim. Sim, isso aí está dando algum problema, Vamos tratar, não é? Tipo, vamos arrancar fora. Então, um parêntese que eu estou fechando agora só porque de novo, bom senso, né? Tem umas coisas na nossa cultura que a gente não questiona.
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Desconhecido
E aí eu venho aqui para pra Índia e mostro para as pessoas um pouco sobre como é a Índia, como é que eles comem e tal e tal. Fica todo mundo de cabelo em pé criticando porque a cultura e higiene, porque são somos selvagens e a gente não olha para o que a gente é, também é esquisito e selvagem.
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Desconhecido
Tem coisa que eu conto da minha cultura para os indianos, que eles ficam de cabelo em pé e eles falam mas aí vocês comem com tipo garfo, toda refeição eu falo e todo mais garfo. Garfo é muito nojento. Garfo é nojento porque na minha cultura, quando eles veem vocês comendo com a mão, eles acham nojo, Eles falam o garfo.
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Desconhecido
Como é que você limpa entre o garfo? Aí eu falo Puta, nunca pensei nisso. A gente passa o negócio do Bombril, mas isso limpa direito entre o dente zinho do garfo. Eu falei porque eu acho que não limpa direito. Eu nunca pensei que o que eu tinha que limpar entre passar um fio dental no garfo, porque eu fui criado achando que garfo com as mãos limpa no mundo, eles acham que mão é a coisa mais limpa do mundo.
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Desconhecido
Que mão você lava? Ela depois lava, passa o sabão em cada cantinho e ela caiu muito. Quer dizer, tem muita coisa que eu conto da Índia para os brasileiros e eles acham que isso aqui é uma selvageria. E tem muita coisa que eu conto para os indianos e deles no Brasil. Mas eu valeria No final das contas, somos todos seres humanos tentando viver vidas felizes, né?
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Desconhecido
Amar as nossas famílias e curtir o momento curto que a gente tem aqui no planeta Terra. Aí eu falei isso tudo e agora eu vou calar a boca, porque eu quero te perguntar, eu quero dar uma dica ou três ou dez para quem está assistindo a gente. As pessoas querem chegar aos 100 anos livres de doenças. Deve ter um caminho para fazer esse negócio acontecer.
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Desconhecido
Eu sei que é um pedido grande, mas assim, conta um pouquinho sobre quais são as maiores cagadas que você vê. Talvez no início, no meio ou no final da vida mesmo, que leva a pessoa a sofrer, ter uma velhice mais sofrida. E o que a gente poderia daqui de ideias para as nossas alunas e alunos que estão ouvindo a gente sobre o que eles já poderiam começar a aplicar hoje?
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Desconhecido
Se eles têm 15 anos, ou 35 ou 59 ou 70, não faz diferença que eles podem começar a fazer hoje para terem vidas melhores de acordo com esses sistemas todos aí que você tenha aprendido, claro. Olha uma tese consultório, eu vejo que doenças crônicas é o que mais pega. Então eu estou falando de hipertensão, diabetes, que são assim as que mais temos, né?
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Desconhecido
Então, medicação para pressão alta. Às vezes a pessoa toma três, quatro e aí tem uma série de efeitos colaterais. E eu estou dizendo que é importante manter as medicações para cortar não mais esses efeitos colaterais, que são as heterogêneas, que acabam tendo que tomar outros medicamentos para diminuir os efeitos colaterais ocasionados por conta dessa medicação voltada para uma questão de saúde.
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Desconhecido
Se você toma três, quatro medicamentos para uma questão, é muito sério. Então a minha dica aqui é que você já busque práticas antes mesmo de vir a ter uma doença crônica de meditação, uma alimentação saudável. Eu adoro fazer um suco verde.
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Desconhecido
Agora eu tenho feito até minha granola, que é uma. Como assim você compra granola pronta? É tão fácil fazer. Eu fiquei você mesmo. Caramba, eu vou fazer bolacha e dois tapa na tua cara para você acordar também. Sempre. Eu estou aprendendo, sabe, Eu sei que quanto menos embalado e mais descascado, melhor. Então assim, caramba, até a granola, por mais que pareça natural, eu vou tentar fazer a minha, sabe?
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Desconhecido
Para ter menos aditivos, menos industrializados e eu sou vegetariana desde que eu nasci, né? Mas eu acho que você não questiona muito sobre isso sem o seu tipo de alimentação. Será que vai influenciar na sua longevidade? Eu acredito que sim, que a nossa alimentação influencia, mas não necessariamente por você não comer carne, porque tudo vai depender da sua filosofia de vida, do seu estilo de vida.
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Desconhecido
Eu vejo a medicina antroposófica falando da importância da carne também para aterrar o ser humano, que às vezes é muito aéreo, que é, pensa em 1000 coisas. Eu não sinto falta, mas eu nunca comi e as pessoas até questionam. Eu acho que você ser vegetariano, vegetariana não tem nenhuma carência nutricional. Bom, sou a prova viva e tal, mas antes de eu sobreviver é possível, não é possível, não deve ter algo.
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Desconhecido
Isso é fake news. Eu sou vegano há dez anos, também não tenho nenhuma deficiência nutricional. Eu tenho um metro e 86 para os 96 quilos agora, então, tipo assim, não tem. Enfim, a Organização Mundial da Saúde reconhece que o vegetarianismo é uma forma saudável de existir. Assim, é um tipo. Eu me relacionei, eu morei junto com o vegano, Pensei ah, deve ser super saudável.
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Desconhecido
Aí eu vi que não, não me sofrimento. Então assim não quer dizer que por você ser vegano, que você alimentação saudável, que você tem alimentação rica em todos os nutrientes, não tem muita gente que não gosta de legumes, verdura, de coisas saudáveis, mas quer virar vegano. E aí a gente acaba com a saúde. Então o importante mesmo é você ter essa consciência do quanto esses alimentos, a couve no prato na vida fala muito disso.
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Desconhecido
Você pode falar melhor disso. As cores do prato, vamos dizer sobre os nutrientes. Daí quando a gente compara com a nutrição convencional da medicina biomédica, a gente vê que a proteína carboidrato, a vitamina A, vitamina D, vitamina C, olha que legal a vitamina C está nos cítricos. Aí você vê que a cor de sempre, que são essas. Aí você vê que a cenoura tem betacaroteno e ela tem essa cor que também tem o outro alimento, também tem betacaroteno, também tem uma cor forte.
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Desconhecido
E aí você vai fazendo algumas associações. Então, como eu acabo estudando várias medicinas, eu vejo assim quanto mais colorido melhor. Não precisa entender de tudo isso. Como eu tive que buscar. E além da alimentação que a gente está falando, além da meditação, fazer exercícios e uma outra coisa muito importante porque como a tela, muito casos de complicações não só na coluna, mas de mobilidade de uma forma geral, as vezes a pessoa não procura por uma dor no joelho, por um tornozelo, o calcanhar dois cabeça, sei lá, um ombro que ela caiu, ela acabou tendo, sei lá, uma luxação.
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Desconhecido
Quanto mais exercícios você faz no intuito de fortalecer o seu corpo sem claro, competir demais com o outro e como com você mesmo, né? Porque a ideia é colaborar com você. E eu vejo muito a indústria do esporte também nas pessoas da indústria, esportes, indústrias, de medicamentos. Temos a indústria de medicamentos, a indústria do esporte e a indústria de órteses, próteses e veja como a indústria do esporte ela está conectada com a de órteses, de próteses.
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Desconhecido
Você vai lá, faz uma competição, ganha sua medalhinha e aí você fica competindo com o outro. Às vezes o seu corpo está falando aqui está doendo. Parei. Você não para até precisar de marcas de próteses, Ou seja, o ponto que essas indústrias elas estão uma ligada a outra. Então, quando eu falo de exercício de esporte, eu falo de um outro lugar, eu falo de você observar o seu corpo.
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Desconhecido
A educação somática fala muito sobre você, observar a qualidade do seu movimento, de você estar presente no seu movimento e aí eu vejo a meditação também falando da importância de você observar não só sua respiração, mas observar o meio da própria recepção. Como é que está sentindo o seu corpo, como é que está expandindo a sua caixa torácica?
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Desconhecido
Como é que você está sentindo o seu pé, o dedão do pé tem uma meditação que você vai subindo e descendo o seu dedão do pé, o seu calcanhar. Ai você fica Ai meu Deus, que saco vai ser esse seu corpo inteiro? Foi quando você entendeu o seu corpo inteiro como presença. Você vê as vezes Caramba, olha como eu estou me sentando totalmente.
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Desconhecido
Que bom que agora eu tomei consciência disso. Então eu falo você se exercitar com essa consciência não dá para fazer uma musculação, Tudo bem, tudo bem, no entanto, que você esteja presente no seu corpo durante a realização do movimento. O que eu mais vejo? Você vai pegar que a batata que você está aqui está lá, toda torta. Trate assim de lá você está pegando peso achando que eu tô trabalhando essa musculatura aqui, beleza?
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Desconhecido
Só que não. Só trabalhando seu peitoral, trabalhando seu core. Então esteja com seu corpo alinhado, sente pelas leis, estar pelas iscas, gente muda tudo. Então, uma das coisas assim fundamentais e eu posso dizer para vocês é coloque as mãos embaixo dos seus glúteos e sinta esses atributos, esses que esse é o lugar certo para você se sentar, para você trabalhar, pra você se exercitar, para qualquer coisa que você venha fazer.
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Desconhecido
Nunca sente pelos os pelo corpo e pelos quadris de uma forma geral. Às vezes eu vejo pessoas até pela lombar. E aí, o que acontece se a gente está falando de longe daqui? A tendência é que você diminua a sua vitalidade, a sua energia, porque você não está com a sua coluna fluindo como deveria. Você vai diminuir. Certamente a mobilidade das suas pernas por conta disso, vai um tanto da compressão dos nervos, principalmente das posteriores e funcionamento dos órgãos relacionados à pelve.
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Desconhecido
E aproveitando até hoje eu tenho atendido muito casos de próstata aumentada em consultório. Eu atendo tanto sobre o corpo feminino quanto masculino. E muitas vezes que a gente fala de Naturologia, a gente vem falando de saúde da mulher e como foi para idosos. Eu atendo muito mais, às vezes homens do que mulheres. Uau! Mas por conta dessa questão de homens saúde que ajuda quando já está no limite lá no consultório e muitas vezes está na coluna, travou, não tem mais o que fazer.
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Desconhecido
Aí me busca. É assim, deveria ser diferente, poderia ser diferente, mas muitas vezes a gente está acostumado e educado a buscar por saúde. Quando a gente já tá muito doente. Então vamos falar de longevidade, vamos cuidar antes de a gente travar, né? Só que o que acontece quando a gente fala de próstata aumentada? Eu tenho estudado mais sobre o assunto e visto que a nossa sociedade moderna fala muito da ejaculação associada à comentada, então eu ejaculo menos.
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Desconhecido
Será que a minha mente menos? E aí eu vejo tanto que é um conhecimento aí que há três anos eu tive a oportunidade de entrar em contato e fala da importância de você preservar o seu corpo de um orgasmo seco. Porque antes eu pensava assim, não tanto. Eu também está viajando porque as pessoas às vezes vão o saco.
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Desconhecido
Então se você entendeu no saco não ejacular, então não, Mas já tá, né? Está tudo errado. Só que agora eu entendi que não. Verdade, não é isso que acontece. Você conversar como eu gosto, conversar com você, como você. Olha o que eu descobri conversando com um urologista cirurgião. Fala, Nanda! Na verdade a dor no saco não vem por falta de ejaculação.
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Desconhecido
Ela vem porque com o tempo o ser humano por acaso foi atrofiando saco, ou seja, não foi acidente, ficando mais perto do corpo. Então a temperatura corporal que aquece o saco gera danos e não a falta de acumulação. Então não se preocupe quanto a isso. Você pode recomendar que as pessoas deixem de ejacular e se tiver um saco é por conta dessa alteração da temperatura corporal.
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Desconhecido
Então acho isso fantástico, porque quando a gente fala disso, sexualidade, a gente fala de energia, de vitalidade, de algo assim, muito fundamental. Você vê no envelhecimento as pessoas as vezes deprimindo. E quando você fala de depressão, o que isso tem a ver com sexualidade? Então tudo você tem tesão por viver, viver. Não tô falando de uma relação afetiva, amorosa não, Também pode ser.
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Desconhecido
Mas não viver é que é algo assim, mais amplo. Você perdeu essa tesão, Então é tendência. Você é adoecendo por uma série de outras questões que vão vindo como consequência disso. Mas a origem da perda da tesão está onde? Então como é que eu vou investigar isso? Dá uma dor de cabeça e uma preocupação. É porque esse alimento não é um alimento que de repente tem alergia ou é porque não dormiu bem?
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Desconhecido
Então, no caso aí, será que a pessoa entrou em depressão por conta do que é uma questão de crença? A gente não tem uma religião. É isso que está gerando um adoecimento. Será que não é que ela tem uma religião e ela deixa de acreditar naquilo? Então, todo esse trabalho ela é independente de religião. Para cada pessoa existe uma resposta diferente.
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Desconhecido
E aí você vai ver de repente a depressão vindo por essa moral, eu sei. Mas da onde vem essa interação hormonal? Eu vou tratar estritamente o físico, uma medicina biomédica. Muitas vezes a gente vê em médicos que tem uma visão integrativa e que vão abordar muito além disso. Vão ver justamente será que essa pessoa ou ela está com uma carência que está deprimindo por conta da alimentação estagnada, saudável?
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Desconhecido
Muito. Será que é porque ela tá de repente desanimada com a sua família? Você vê médicos de comunidade, família e comunidade falar um pouco já de olhar também integrativo de você ver. Será que a família dessa pessoa tem influenciando na depressão? Será que a sociedade de alguma forma está cobrando algo dela? Um trabalho que ela executa? Será que ela está sentindo que não dá conta e é isso que a deprime?
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Desconhecido
Então é justamente isso que a gente observa lá na psicologia a origem daquilo que me acomete pode ser uma depressão, pode ser uma outra doença crônica. Como eu já falei da pressão alta da diabetes e também dessas questões inflamatórias voltadas para a artrite, artrose e osteopenia. Eu sei. O problema é que, como você falou muito bem e muitas dessas doenças, elas têm um fundamento crônico e eu não sei se as pessoas apreciam devidamente o quanto, quanto tempo.
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Desconhecido
As vezes as coisas demoram para dar. Ruim, né? A gente fala, por exemplo, que o Alzheimer às vezes leva 30 anos para vir a Alzheimer. A pessoa ela começa aos 30 anos de idade a desenvolver a doença que vai pegar ela com 60 anos de idade, com 70 anos de idade. Só que se você trocar essa ideia com a pessoa que tem 30 anos, fala para 30.
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Desconhecido
Você está começando a nutrir esse Alzheimer. A pessoa fala aqui, mas eu não tem nada. Não estou me sentindo mal, não sinto, não tenho um declínio cognitivo tão maravilhoso. E aos 40 anos de idade a pessoa ainda está se sentindo maravilhosa. Mas ela está desenvolvendo a doença aos 50 anos. De repente ela está um pouco mais esquecida, mas ela não está pensando Ah, eu já estou.
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Desconhecido
E aí, quando ela chega na clínica com o problema, ela está carregando 30 anos de maus hábitos nas costas, 40 anos de maus hábitos nas costas. Isso é verdade para Câncer. Isso é verdade para muitos tipos de câncer. Isso é verdade para doença cardiovascular, que a pessoa às vezes leva 30 anos para fazer uma placa, ter esclerótica, fechar numa artéria dela.
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Desconhecido
Ela começou a fazer a placa quando ela tinha 15 anos de idade e aí quando ela tem 60, ela vai ter um infarto do miocárdio. Então, como as doenças crônicas, que são as doenças que mais matam hoje em dia, elas têm, por definição, esse arco longo de evolução. E a gente tem muita dificuldade de se relacionar com com essa cronicidade, você virar uma pessoa de 40 anos de idade e falar assim eu eu fiz 40, vou fazer 41 daqui a dez dias.
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Desconhecido
Falou assim você precisa tratar a doença cardiovascular que você vai ter e você precisa tratar o Alzheimer que você está começando, que você não está sentindo nada ainda, mas ele está aí. É tipo um castelinho que está sendo montado. É muito difícil para a pessoa que tem 40 anos se relacionar com esse convite, do tipo assim mas eu, eu tenho boleto para pagar, eu tenho um monte de problemas.
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Desconhecido
Então sabe que o governo tem a Amazônia, Tem tanta coisa para me preocupar que está tocando, pegando fogo. Agora eu me preocupo com esse troço. Se ele aparecer e quando ele aparecer. E às vezes a gente meio que deixa para lá. E aí, quando chega para você o paciente que está com a doença manifesta. Eu vejo isso muito na saúde feminina.
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Desconhecido
No caso da menopausa, eu falo para as minhas pacientes a menopausa. Quando você tem um problema na menopausa, ele não é por causa da menopausa. Ele muitas vezes Por que você está há 30 anos dando uma surra no seu corpo e aí, quando a menopausa vem, restabelece um novo equilíbrio. Aí vem tudo à tona. Aí é difícil você dizer para sua mulher a senhora primeiro, que não tem como voltar no tempo para fazer aquilo ali melhor.
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Desconhecido
Tem muita coisa que eu não vou conseguir te enlaçar assim, na marra da noite para o dia. E aí a mulher se sente com a solução fácil, muitas vezes de fazer uma reposição, tomar um remédio. E aí eu acho que a medicina moderna ela entra. Não é à toa que eles estão no topo da hierarquia nesse momento na nossa sociedade.
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Desconhecido
Porque ele falou assim toma essa cápsula aqui, entendeu? Tipo, a Merck fica bile multibilionária, você para de sentir a dor que você quer sentir tudo. Não precisa mudar nada da tua vida mesmo, então parece que todo mundo ganha. Então, se a gente não do lado do natural, tem um trabalho íngreme para realizar, né? Que é do tipo assim e aí eu estou falando tudo isso para te perguntar como é que você faz, como é que você faz quando você pega uma pessoa que já tem 70 anos, 60 anos, que está sofrendo de consequências, de décadas, de hábitos que não são muito bons?
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Desconhecido
E aí, como é que a gente não sai de lá? Toma essa cápsula aqui ou essas 15 cápsulas aqui que vai ficar tudo bem? E ontem para casa passamos para o interagente, já que até há muitos anos ela não chama de clientes nem pacientes a que chama de interagente, porque a pessoa precisa reconhecer que ela é ativa no seu processo de auto cuidado, de cura, que ela é o responsável pelos hábitos que ela adotou.
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Desconhecido
Nessa Então, já te respondendo um pouco, né? A gente caminha preciso. Estão. E aí ele falou assim Nossa, eu estou lidando com uma senhora de 97 anos, tem 97 anos, quantidade. E é isso que a gente tem vivido, sabe? Então assim você fala a vamos preocupar com isso aqui? Daqui a pouco não vai durar tanto assim, espero. Gente, as pessoas estão chegando aos 100 anos, as pessoas estão chegando a 120.
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Desconhecido
Quantos anos você acha que você vai durar? Então, sim, vamos pensar sobre a longevidade agora, aos 30, aos 20, aos 15. É o que tem uma reportagem também de meninas de nove anos que tinha artrite em gente, artrite, jovens que estão a tomar refrigerante e adora salgadinho. Agora, hoje tem dor. Então tem gente onde a gente quer ir.
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Desconhecido
O quiabo que a gente está adotando hoje vai influenciar a forma como a gente para de menstruar daqui a um tempo. Como você falou da menopausa, tendo pessoas 50 a mais que que estão sofrendo com muitos calores na menopausa, mais o que fizeram com um período que estavam menstruando, tomavam medicação para hormonal, tomavam para evitar gravidez, não anticoncepcional muito comum, é uma medicação que pode gerar trombose, pode gerar uma série de problemas circulatórios e também vai influenciar, claro, nessa menopausa dessas cólicas que a pessoa pode sentir.
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Desconhecido
E hoje eu tenho o cuidado com o meu corpo e o risco, mas que você também não vai ter. Mas eu busco ser o meu próprio exemplo, então eu não posso falar tudo, mas eu viva hoje em mim explicitamente. Vai ver em você. E eu vejo que assim eu não tomo hoje nenhuma medicação. Na época da graduação foi engraçado e a gente chegou no quarto, quinto semestre.
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Desconhecido
Vai ter sei. O professor falou tão mal das doenças que você acha que todos da turma pararam de tomar. Só que assim mesmo, metade da turma engravidou. Ainda assim. Ai meu Deus, Ele só. Ele só falou para a mãe, não falou que faz. Zero. Não sei o que ela pensava que era tão natural. Eu não vou usar. Quero dizer, agora usar outro método, né?
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Desconhecido
Não sei, só sei que metade do outro engravidar, então cuidado da gente para dentro para selecionar o mais com cuidado. E hoje eu tenho o olhar para o meu ciclo muito diferente do que eu tinha ali quando tomava anticoncepcional. Hoje eu observo meu ciclo menstrual como um lugar sagrado de disputa de Caramba, eu estou com cólica, Mas como é que foi o momento?
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Desconhecido
Será que eu me cobrei muito? Será que eu fiz muita atividade? Que tipo de atividade foi mais mental, mais física? Como é que eu estou agora? Será que eu tô fértil quando eu estou fértil? Como é que eu me comporto? Porque os nossos ritmos eles estão em tudo, inclusive no nosso mental, principalmente. Então eu percebo que eu produzo muito mais quando estou muito mais tesão para fazer as coisas, não só para estar com o meu parceiro afetivo.
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Desconhecido
Às vezes até ela influi e tanto no parceiro, mas depois do trabalho eu sou muito apaixonada pela Naturologia. Eu vejo esse reflexo na minha vida. Então, claro que a sexualidade tem a ver com a depressão, como falei para vocês anteriormente, mas também tem a ver com esses ritmos. Então, como é que eu estou lidando com os meus próprios ritmos?
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Desconhecido
O homem tem um ritmo mais constante dessa alteração moral que a mulher tem. Ele precisa estar mais atento também a como ele usa dos ritmos, porque a tendência a procrastinar muito também é por conta de ter um ritmo constante. Enquanto a mulher oscila mais emocionalmente, inclusive observa o seu emocional. Como é que está? Ao longo do mês, será que muda?
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Desconhecido
Ai então quando eu chego perto da menstruação eu começo a chorar mais, a me irritar mais porque será? As nossas células, elas refletem o nosso emocional. Muitas vezes eu falo disso porque pensa nas doenças autoimunes. Como é que eu desenvolvi ir lá aos 14 anos de idade, ter Hashimoto com o lado de lá e hoje é uma tendência Ir para hipotireoidismo?
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Desconhecido
A minha célula não estava reconhecendo a mim mesma, então ela estava atacando a si mesma e isso estava gerando nódulos. E será que a Ananda Ananda estava se reconhecendo lá? Naquela época? Eu estava sendo uma adolescente super confusa. Não saber quem eu era, que eu estava me tornando, eu não saber se eu era o que os outros diziam que eu era, se ela era o que eu achava que eu era, Então sim, essa confusão inicialmente de um quadro de saúde mental estava influenciando o meu físico.
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Desconhecido
E foi aí que eu entendi a origem do meu adoecimento. Mas no momento que eu entendi quem era a Ananda, essas células pararam de se defender de si mesmas e começaram a se comportar normal novamente. Então você vê aí células cancerosas? Tem. Então, tentando te entregar algo nesse sentido, o corpo fala e o corpo fala muito com a gente o tempo inteiro.
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Desconhecido
E observar esses sinais, como a medicina chinesa vai olhar para o sol, vai olhar a lua. Então o sol é a expansão e o Yang Lin é a ação, o momento de recolhimento, que é o momento da Lua e que ele faz essa associação entre a natureza, o ser humano. A gente não está desconectado dessa natureza. A gente faz parte dela e a gente observa que está tudo mudando.
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Desconhecido
Então, agora aqui tem o sol entrando na minha janela. Daqui a pouco não vai ter mais dessa intensidade. Vai mudar e aí a vida também é a minha vida. Eu tenho emoções mais densas, mais tranquilas e isso tudo faz parte da natureza. O problema é que eu tenho visto na nossa sociedade a fugir dessa natureza. Como fugir de o cagar de cócoras, que é algo que choca a sociedade?
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Desconhecido
Gente, nós adotamos hábitos que hoje você vê idosos sofrendo quedas, quebra o ferro, mas espera por que a gente quer agora? E antes a gente não tinha esse relatar, porque antes não tinha tempo, A gente não tinha tanta tecnologia pra porque a gente antes a gente cagava de foco. Então a gente usava essa musculatura da femural e fortalecia essa estrutura muscular da região, do fêmur.
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Desconhecido
Conseguia ficar de cócoras pra início de tudo e conseguia ficar de cócoras. Que a maioria das pessoas que eu vejo hoje nos nossos retiros não conseguem mais ficar e parar de cócoras. Aqui na Índia, na China, eles esperam o ônibus no ponto de ônibus, de cócoras. É uma posição de repouso natural do ser humano, do tipo eu tenho que esperar alguma coisa, eu a kokoro, porque aí você não precisa encostar a bunda em lugar nenhum.
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Desconhecido
Você não se suja em nada se o lugar não está muito higienizado. Você acocorou em espera, tá ligado? A gente hoje em dia não consegue nem ficar, muito menos fazer cocô no vaso. Então assim é o problema que eu vejo na nossa sociedade moderna. Nossos hábitos tecnológicos geram uma série de outros adoecimentos. A gente antes talvez sem noção daqui, onde selvagens a gente caçava na natureza, caçava nosso alimento, a gente se exercitava e agora?
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Desconhecido
Então não precisa mais disso, não vão pra musculação, vão lá, tem interesse, busca lugares fechados para se exercitar e a gente vê isso também. Um do vaso sanitário, você senta ali e você leva tudo para o esgoto. Será que isso é sustentável para a natureza? Não, Eu estou falando, gente. É que antes a gente arrumava o solo, a gente tinha uma conexão com a natureza, mas presente, pra que esses hábitos são só a natureza?
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Desconhecido
Ou será que toda essa gente eu entendo que está tudo relacionado? Então, esse quadro de female de quadril, onde a gente acaba vendo idosos, se reabilitam com o uso de óculos de prótese e acabam deprimindo porque demora meses, não anos para se reabilitar, voltar a se movimentar e doenças crônicas que já tenham proveniente, de repente, de alguma outra questão anterior de saúde, acaba se agravando muito, aponta a pessoa até morrer por conta disso.
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Desconhecido
Então eu tô falando de algo muito sério, então se exercitar e você praticar exercícios que fortaleçam tanto os músculos de uma forma geral, mas não só os específicos, como a Ah, o músculo femural é muito importante e total. Eu acho que esse olhar que você está trazendo global pra atitude mental da pessoa. Você falou muito do tesão, da vontade de viver sexual ou não, e da questão física, do básico, digamos assim, de como é que você consegue ser um ser humano que consegue fazer o básico que um ser humano faz?
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Desconhecido
E aí eu acho que eu queria que você fechasse um pouco. A gente já tá indo pra quase 01h00 de live e falasse um pouquinho sobre a questão da espiritualidade, porque a longevidade é um assunto que é muito interessante. Mais mortalidade é um assunto que as pessoas odeiam e a gente pensa de longevidade, de com a ilusão de que a gente está se treinando pra viver para sempre.
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Desconhecido
E não é, né? E tem algum momento que você vai ter que parar de ser isso que você é? E a morte é um grande tabu. E eu queria ouvir você falar um pouquinho sobre. E dentro dessa jornada de preparação para a longevidade, exis te algum tipo de preparação para a finitude. Sabe, para a morte. A espiritualidade tem um papel a desempenhar nisso tudo.
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Desconhecido
Enfim, queria terminar nossa live te ouvindo um pouquinho sobre sobre esse assunto. Perfeito! Que bom que você lembra disso até hoje, porque realmente a gente não está preparado para falar sobre a morte. A gente sabia um pouco sobre o quanto que se a gente soubesse que ocorrer, a gente não faria nada. Vou morrer mesmo. Vou fazer então que eu vou, Já que eu vou deitar pra dormir de noite, eu não vou arrumar minha cama, já que eu vou sujar o meu prato de novo, Não vou lavar o prato, mas eu então a vezes acaba esquecendo disso como se fosse um instinto de sobrevivência.
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Desconhecido
Só que o importante é elaborar o luto, o falecimento de alguém. Então, muitas vezes em consultório como eu atendo muitos idosos e pessoas que estão aí. E quanto mais a gente está começando a ter um declínio um pouco mais acentuado, né? Você faz exercício aos 30 e agora essa experiência já está efetiva. Velhinha, Eu não ganho mais massa muscular como antes, porém a melhor que realmente o corpo, ele vai responder cada vez menos.
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Então faz parte. Você vir a ter um declínio cognitivo, não tem como evitar isso. Tem como você evitar que esse daqui seja bem rápido? Venha muito cedo na sua vida, leve de acordo com os hábitos que você adota. Eu vejo pessoas, médicos, vocês muito bem conceituados usando e aí você não quer dizer nada. Não é porque você tem um nível escolar bom que você não vai ter Alzheimer e.
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Desconhecido
As vezes o burnout gera e às vezes o burnout. Ele vem no intuito de te avisar que olha a forma como você está usando seu sistema nervoso, o seu corpo, o trabalho. Ele emite te esgotando de uma forma que você precisa parar um pouco. Então você não consegue mais no seu nível de estresse de cortisol vai ter um nível tão alto que o seu corpo te obriga a parar.
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E esse chão precisa chegar nesse nível para entender que o nosso corpo e a nossa mente estão conectados e que a gente usa o nosso corpo para estar aqui. Eu estou aqui falando que vocês estão aqui, ouvindo, ouvindo. Matheus E como é que você está usando do seu corpo agora, se você vai continuar usando ele por muito tempo, é morte e morte é nada mais nada menos do que tudo que a gente pode vir a perder na vida.
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Desconhecido
Eu posso perder uma relação afetiva e gerar muita estima, por isso eu posso perder um objeto e sofrer por eles e lembrar poxa, onde eu tinha aquele objeto tão feliz? Por que ele não está mais aqui? Pode ser. Notem, e como que a gente faz muito outra vez eu terminei uma relação que eu não exista. Quem fala assim também não faz luta.
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E aí que você vê esse comportamento. Muitas vezes a relação termina, mas a pessoa segue achando que você ainda vai dar uma chance pra ela. Então, por ela não ter feito o luto, ela fica convivendo com aquela hipótese mental dela de que não é o momento. Ela vai voltar comigo. Então pensa você fala a sua música favorita porque você já tem 80 anos e aí você vai ficar convivendo com aquilo?
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Não, ela vai aparecer de novo, Não precisa ser chata em processo. Poxa, perdi uma pessoa. A morte faz parte da vida, assim como dar a vida dá ruins. Alguém aí alguém comentou aqui que você não faria mais como antes da Copa? Você vai negar esse contato? Assim como dar luz a vida ao nascer é algo cíclico, não é algo natural, é algo tão bonito.
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A morte também não precisa estar vinculada a um lugar de peso tão grande. O apego excessivo e a meditação fala bastante disso. Você é sensível? Desidentificar tanto com questões emocionais de você sair um pouco da defensiva, quanto também às perdas de você entender que o amor não precisa ter um apego, uma paixão. Fica aqui que seria isso. Então, a forma como a gente lida com as nossas emoções, facilmente relacionada com a forma como a gente vem, pode vir a sofrer por conta daquilo.
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Então todos vamos morrer. Não sabemos como nós vamos sofrer muito pouco, mas vai falar com a gente. Lidem com as nossas emoções para ajudar a sofrer menos. É a forma como a gente lida com a nossa longevidade. Ela vem também nessa observação emocional, desse mapeamento. Então você vai pesquisar senso de auto regulação emocional. Gente, é fantástico o quanto a meditação ela ajuda nesse processo de auto regulação.
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E às vezes as pessoas me falam na meditação. Parece tão fácil. É só que elas não pensam que meditar não é eu ficar no vazio necessariamente. Eu pensei nada. Não. Meditar mesmo é quando você percebe que a sua mente saiu e você percebe. Opa! É distrair quando você percebe que você se distraiu e você consegue voltar de fato, Parabéns, porque esse é o processo legislativo.
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É quando você, principalmente, está distraído e você começa Opa a tomar ciência disso e volta. E muitas vezes a pessoa se cobra, se martirizar. Que droga! Eu tô tão distraído, cara, que bom que você está percebendo isso. Sabe quantas vezes eu estava distraído? Não tinha essa consciência? Que bom que agora você tem essa noção. Então essa consciência é uma palavra importante quando a gente fala de morte.
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Tomar consciência de temer a morte, ela está em tudo. Na medicina chinesa a gente vê o yin yang entrando em extremos, né? Onde você vai muito para a lua, é muito para um salto. Seja muito padrão inflamatório que vai se agravando, se agravando, se agravando, vai te aquecendo muito mais, gerando mais calor e mais yang. E aí você vê o quanto que essa racionalidade médica ela tem uma visão de saúde diferente da visão biomédica, muitas vezes tem ou não tem essa noção do que eu estou falando.
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Aqueles da medicina chinesa pensando será que ela tá doida? Não, gente, é uma visão de saúde ayurveda que ter fala que também é uma visão tudo diferente. Fala de pitta, kapha, vata, de prana, de hojes. E aí escrever assim para você tem que você ver com longevidade, que tem a ver com energia, com vitalidade, com vida e com morte.
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Também tem tudo a ver. Então. 26 Série Eu acho que são ferramentas, não? Eu acho que essa resposta é filosófica. Ela não existe uma resposta que a gente vai botar um ponto final e encerrar essa conversa de expor de uma vez por todas na Fernando Pessoa começou a conversa e a gente vai acabar com ela hoje. Mas a gente legal.
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E no final, o legal é você se perguntar se eu fosse morrer amanhã, tem algo que ainda tem hoje e a gente às vezes, isso. Em cuidados paliativos, por exemplo, você recebe um diagnóstico de câncer, você fala olha os 33 meses de vida, Pode ser que você olhe o outro. Às vezes a pessoa acha que vai ter realmente três meses e de repente estaria seis anos careca.
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Olha, eu deram três meses de vida. Pode acontecer, mas lá você receber diagnóstico três meses de vida e aí vem entra uma pessoa e fala assim olha, então a gente tá entrando agora com cuidados paliativos e a gente quer saber se eu tenho algum sonho que você quer realizar. Então alguma de repente pedir desculpas para alguém que tenha magoado para ir mais leve embora.
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Então eu estou no centro. A pessoa que trata de cuidados paliativos para a pessoa, Ela está em negação. Ela fica e não mostra aqui, não quer saber de final ainda vai viver. E ela morre muitas vezes com a respiração ofegante, uma respiração de medo com o emocional abalado. É bom? Será que é bom? O que acontece depois da morte?
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A gente também não sabe. A gente tem aí vários assuntos filosóficos nesse sentido, mas eu gostaria de dizer para vocês como eu gostaria de morrer para mim. Respiração bem tranquila, bem consciente e entendendo que o emocional não precisa me afetar a ponto de eu gerar um sofrimento porque eu estou morrendo. Eu posso aceitar como algo natural, como viver, afinal, se eu hoje tenho vida?
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Porque alguém me deu essa vida? Mais eu sei que essa pessoa que a minha mãe que hoje está viva ela também o momento ela vai partir e preciso aceitar que aquele momento eu também vou partir meu pai também vai partir. São as principais figuras pai, mãe. E acho que tem isso sim. Então se pergunte o que você faria se você fosse morrer amanhã, daqui a uma semana, daqui a um mês?
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Às vezes a pessoa muda de carreira, fala não foi feliz com essa carreira, ela se sente muito mais realizada. Isso e tem um equilíbrio que é muito bonito. Assim é a vida. É um violino, um instrumento que é ruim de afinar e desafina muito rápido. Então você precisa viver como se você fosse, fosse hoje, fosse o último dia e também como se você fosse viver mais 100 anos.
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Tipo, não dá para escolher um dos dois. Eu acho que é muitas vezes limitado esse clichê do tipo Viva! Hoje vamos seu último dia. Você gasta todo o seu dinheiro hoje e amanhã está devendo. Não viva como se você vai viver 120 anos. Aí você junta toda sua grana e morre semana que vem, tipo com dinheiro no banco.
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E tem o meio do caminho, O difícil é que a gente hoje em dia está meio surdo para a Nuance e a vida lá é muito rica de nuances. Você precisa cuidar da sua saúde para você viver 120 anos e, ao mesmo tempo, aproveitar o que você tem agora. Se você for só comer tudo o que é muito delicioso para aproveitar ao máximo agora, amanhã você está com dor de barriga pagando seus pecados.
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Se você for ficar, se restringir de tudo para viver 200 anos, de repente você morre no acidente de avião e nunca comeu, sei lá, um, sei lá, um donut de doce de leite, um sonho de doce de leite gostoso, sei lá. Então tem um equilíbrio que não é o caminho do meio perfeito de Buda, porque ninguém só o Buda que era assim, a gente aqui e está tudo lascado.
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Desconhecido
Buda não fica vendo live no YouTube, então ninguém está iluminado. Se você está com a ilusão de que você é iluminado, basta você entender que você está assistindo a live no YouTube. Buda não fica vendo live no YouTube, então você precisa entender que tem um leque lindo da vida. Aí você tem que viver o hoje com toda a intensidade possível, considerando também que você quer ter longevidade saudável.
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Desconhecido
E é essa que é a brincadeira. Se não fosse divertido, se não fosse complexo, não ia ter nada pra gente fazer aqui. A resposta já estava dada. Então as pessoas às vezes também. Só para complementar, aproveitando que você trouxe isso, às vezes vão para um extremo que ela precisa cuidar tanto da longevidade que ela acaba largando todos os setores da vida dela.
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Desconhecido
E não é isso. Isso não é de fato essa longevidade é você ter uma. Eu compro tudo orgânico, eu lavo muito bem os alimentos. Mas tá, pera aí. E como estão os setores da sua vida? Olha pra sua roda da vida, sabe? Tenta equilibrar isso, porque tudo bem, de vez em quando comer um alimento embalado, comer um biscoitinho favorito.
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Desconhecido
Às vezes eu faço você comer um chocolatinho que eu adoro. Não deixo de viver por causa disso, sabe? A questão é quantidade é o que eu mais como normalmente levo do que eu mais me alimento sobre isso. Não é para você deixar de ter prazeres também. Às vezes eu vejo pessoas que se tocam tanto que elas deixam de ter prazer com o alimento, com a qualidade de vida.
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Desconhecido
Às vezes ela vai fazer as coisas que ela não gosta. Gente, tem tanto esporte aí, legal. Eu estava jogando tênis, um tênis estava perdendo para a bolinha, que é difícil não vez de jogar tênis, acertava a política, raquetes, mas decorar o básico já é difícil. Aí eu vejo minha irmã que tem que caminhar, que saco! Como ela vai fazer um tênis, sabe alguma coisa que você gosta e sabe?
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Desconhecido
Então você vai ficar caminhando como uma tortura. Não vamos agora ter que fazer atividade física, Não, nada. A caminhada a gente já busca o objetivo, tem que caminhar para tal lugar, para comprar uma coisa, prover. Aproveita para caminhar, não vai de ônibus, não vai de Uber, não vai de carro, não vai caminhar. E deixa também para se exercitar em outros momentos com esportes que você de fato sente vontade de fazer e não precisa ser academia, musculação, talvez não tiver.
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Desconhecido
A vida não precisa ser chata. Se você é uma pessoa muito chata, você tem que mudar alguma coisa na sua vida. E não é você que sabe que você é uma pessoa chata, então pergunta pra alguém em volta Tipo assim cara, eu sou muito chata e essa pessoa fala cara, você é meio chata, aí muda alguma coisa na sua vida?
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Desconhecido
Porque não vale a pena você ser chato porque nunca pode com menos almoço ser chato, porque você só aplicou Ayurveda e naturologia. Você ser chato porque você tem que fazer academia. Não sei se você é chato, se a gente pode encerrar livro nesse tema assim, se você acha que você é chato ou se alguém acha que você é chato, de repente muda alguma coisa na sua vida.
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Desconhecido
A Nanda tá no Instagram arroba A Nanda nutróloga. Botei o link para o Instagram Natural Lugar natural. Naturologia não é nutróloga, nutróloga. E aí a Nanda nutrólogo. O link tá aqui na descrição desse vídeo no YouTube. A Nanda mais alguma coisa? Tipo assim a gente pode ficar falando aqui o dia inteiro, eu acho. Mas como é isso? Então, isso.
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Desconhecido
Já que você falou da Nutrologia e Naturologia e a gente. Nutrologia é uma especialidade médica que atua com a alimentação, principalmente com base de suplementos. Naturologia Essa graduação que eu fiz é uma graduação da saúde também. Eu sou profissional de saúde e é uma graduação independente e Naturologia. Ela vai estudar essa medicina tradicionais, como eu falei para você está?
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Desconhecido
Então cuidado para não se gerar confusão mesmo entre Nutrologia e Naturologia. São coisas diferentes, não é isso? Agradeço a pelo convite e pela confiança. Eu trabalho também porque é muito bom seu trabalho e vai descansar. A galera tá aqui agora para não aquela carinha de cansada, muito zelo. São 05h47. As pessoas tem mania de achar que eu tô pálido, que eu estou cansado, que às vezes eu faço umas light 08h00.
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Desconhecido
Eu estou no pico da minha energia pessoal. Você está com uma cara, mas é porque a gente é muito lindão, a comunidade, todo mundo se preocupam uns com os outros, tem carinho pelas pessoas. Então é isso, esse meu projeto dar 800 episódios. 993. Um beijo para vocês. Obrigado a Nanda. Obrigado todo mundo e a gente se vê de novo no sábado da próxima.
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Desconhecido
Tchau, tchau.
