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3 aprendizados do Ayurveda para médicos e profissionais de saúde

Jul 18, 20241 hr 48 minEp. 923
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3 aprendizados do Ayurveda para médicos e profissionais de saúde

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Desconhecido

Tem três aprendizados que a gente vai trazer nessa live aqui para você, principalmente você que é profissional de saúde, que é médico e eu não vou fazer isso sozinho. Eu vou fazer isso com o Dr. Luiz Guilherme, que é uma figura que eu estou querendo aqui entrevistar e trazer pra um papo. Já tem, sei lá, alguns anos pelo menos, que eu ouvi falar dele pela primeira vez.

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Desconhecido

Então hoje a gente vai ter uma conversa sobre Ayurveda e principalmente Ayurveda aplicada para profissionais de saúde, para médicos que se especializaram na medicina moderna, nos campos diversos da medicina moderna, que para você. Salve, salve família vida Venda para jantar. Oito anos no ar e hoje é o nosso projeto 800 episódios 932. Tá? E eu vou ter a honra e o prazer de trazer o Luiz Guilherme aqui para eu falar.

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Desconhecido

E então vamo que vamo. Luiz Guilherme, seja muito bem vindo ao Projeto 800. Eu acho que se você puder começar se apresentando um pouco para quem não te conhece, eu não sei se você sabe, mas eu estou há anos ouvindo falar de você e sempre de maneira muito querida. Ser a primeira pessoa que ele comentou de você foi a Laura Pires, que é uma amigona minha e ela falava tem um médico em São Paulo, ele não aparece muito, ele é mais assim na dele e tal e tal.

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Desconhecido

E quando eu falei cara, eu vou chamar o Gus Lee para fazer uma live e a resposta que eu tive de quase todo mundo foi ele não vai fazer Tipo, ele não faz live, ele não faz essas coisas. Mas no final das contas foi super. Você foi super aberto, disponível, você está fazendo mais livros também, Então eu quero entrar nesses detalhes todos da tua jornada, Mas se você puder, começa só se apresentando para as pessoas, para a gente tá na origem.

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Desconhecido

E esse processo aqui. Bom, bom dia a todos. Muito obrigado Mateus pelo convite, pela oportunidade. É um prazer conhecê lo também, Como você mencionou, tomado pelas atividades do trabalho, a gente nem sempre tem oportunidade de acompanhar e conversar com outras pessoas, então para mim é uma excelente oportunidade e bem, me apresentar é algo que talvez eu tomasse tempo demais, não por outra razão, não fosse a minha idade.

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Desconhecido

Apesar de viver só de medicina, provavelmente eu tenho mais do que você tem de vida. Eu não vou perguntar sua idade, mas olhando para o seu Vasconcelos, eu fico imaginando que quando você nasceu já era médico. Então eu sou médico há 42 anos. Eu me formei aqui na Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo e. Fiz residência em medicina preventiva, mas logo resolvi seguir outros caminhos.

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Desconhecido

Eu sempre fui bastante inquieto em relação às dificuldades que a medicina moderna apresentava. Eu sempre fui, estou. Acabei estudando outras coisas.

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Desconhecido

Comecei aos 26 anos estudando Medicina tradicional chinesa. Não sem o intuito de atuar como nessa área, mas por uma curiosidade, enquanto eu fazia outra faculdade de Filosofia também e estudava fazer a formação em psicanálise naquela época, Então me tornei psiquiatra por ter exercido quase 20 anos. Em algum momento desse percurso eu percebi que a psiquiatria estava se encaminhando para uma direção não desejável.

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Desconhecido

Estava se tornando muito organicista e aquilo estava me limitando o meu interesse na prática da psiquiatria. Eu voltei para a clínica médica e fui morar numa cidadezinha pequena do interior aqui de São Paulo, na Serra da Mantiqueira, para ser médico, numa cidade que tinha 4000 habitantes para adquirir experiência no cotidiano daquilo que era o médico de família, posto que eu estava envolvido com essa questão da implantação do Programa de Saúde da Família na época.

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Desconhecido

E lá eu continuei estudando para as coisas. Fiz minha formação em homeopatia aqui na Associação Paulista de Homeopatia. Trabalhei como homeopata há alguns anos, mas sempre parecia faltar alguma coisa. Eu sentia que eu ia ter que inventar algum tipo de método de caminho pessoal para poder. Satisfazer as minhas inquietações em relação àquilo que a medicina me mostrava. Foi quando já no ano, no final, no final dos anos 90, começo do ano 2000, eu recebi o convite para fazer e falar que tinha um curso de medicina tradicional em Jundiaí de verdade, sendo dado aqui em São Paulo.

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Desconhecido

E eu tinha o livro de venda que eu ganhei de uma amiga enfermeira.

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Desconhecido

Há muitos anos, há muitos, muitos anos atrás, o livro do Vai ter a Vaga. Mandaste muito famoso na Índia, seu tempo e eu li aquilo lá, não entendi nada, Achei meio atrapalhado para o meu gosto. Não sei se era a minha incapacidade de entender. Eu que estava escrito, mas aquilo pareceu um pouco difuso, mas arquivado, guardado ali como possibilidade.

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Desconhecido

E no ano, já no começo dos anos 2000.

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Desconhecido

O livro fala de um médico dando um curso de medicina indígena. Se não quer fazer, eu falei não tem interesse, Já começou, já começou. Falei Bom, então vou conversar com ele lá para ver se eu posso entrar. E era uma. Era dado aqui no bairro da Pompeia, no espaço que se chamava. Era para a primeira turma de vereda dada por esse, um médico conhecidíssimo de Minas Gerais, o doutor José Roger, que a convite da família de um outro menino que trabalha com o governo aqui de São Paulo, ele achou que era amigo.

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Desconhecido

Resolveram dar o primeiro curso de venda. Então eu entrei na metade dessa turma e o contato com a verdade despertou então em mim a certeza que eu tinha encontrado aquilo que eu vinha buscando construir ao longo de 20 anos de profissão. E a partir dessa experiência, dessa curso. Então aí eu fui para ele estudar no ano de 2004, eu fui para cá para lá estudar e fui para a Universidade Gujarati estudar.

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Desconhecido

Então lá eu fui participar de uns seminários no Instituto de pós graduação. Você estudou lá, me disseram Eu sou formado lá, o fez o mesmo eu fiz lá. Você é um homem corajoso, de amargar, uma cidade difícil de aguentar. Eu morei lá quase sete anos. Luiz Guilherme Então, isso é quase uma insanidade. Eu não sei exatamente quando e quem eram os professores do seu tempo, mas naquela época.

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Desconhecido

Quem me recepcionou foi o Dr. Miguel, que eu sei que se aposentou há muito tempo, Mas desde que eu conheci o Dr. Miguel eu tive a oportunidade de conhecer o Bagão Miguel, gente finíssima. E aí eu tive aula com alguns professores que certamente você teve o Dr. Acharya, Doutor Lula, Dr. Shukla Vários médicos sob diferentes departamentos e desde aquela época.

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Desconhecido

Então eu comecei por alguns anos. Eu comecei a ir para Índia sistematicamente para estudar, visitando diferentes instituições mais, mas afiliado mesmo a Universidade de Gujarat no início e principalmente algumas instituições de Kerala, no norte de Kerala e foi Mathura também também orador.

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Desconhecido

Depois que eu algum tempo sentindo que eu tinha aprendido alguma coisa, eu resolvi iniciar a prática. Claro que o fato de eu ter de ter formação em medicina dá uma certa garantia, uma certa segurança, porque para poder começar um pouco mais fácil, a inserção é de dogma. Nós montamos, abrimos uma clínica que agora tem 21 anos, aqui de São Paulo.

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Desconhecido

Chama se Clínica da Umbanda. Para você, o nome é familiar, não precisa explicar, mas para o seu público eu só vou lembrar que também entrei o nome do deus hindu no avatar de Vishnu, que representa a divindade da medicina. Não é? Então Avatar emprestou o nome, abençoou e não cobrou royalties. Melhor ainda, ou talvez também por isso que eu seja mais low profile, porque eu boto na frente que às vezes o pessoal liga lá para a clínica e diz assim eu gostaria de marcar uma consulta com o doutor da van, ok, aqui ou que morra.

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Desconhecido

Só que ele não está lá assim, fisicamente. Atendendo na fala do avatar que no momento não está disponível, pode ser Dr. Luiz, o assistente de Doutor da Umbanda. Ele está falando de você assistir O Aprendiz. Eu fui então e de lá para cá eu passei, Eu fui deixando minhas outras atividades como médico, me mantive apenas como professor de medicina na Faculdade de Medicina do Estado de São Paulo.

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Desconhecido

Por alguns anos eu ensinava na disciplina de Saúde da Família, da Comunidade, que era uma disciplina nova. No ano, currículo de graduação e não tinha professores. Aí me chamaram em função da minha experiência prática nessa área e só fiquei dando aula até me aposentar antes da pandemia. Mas dedicação exclusiva e total full time a E isso eu devo ser muito grato, porque realmente foi extraordinário, me fez um médico feliz como eu costumo brincar, porque ser médico não é muito fácil.

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Desconhecido

A gente tem que lidar muito tempo com a frustração, com o desapontamento, com a ineficiência dos tratamentos, com a falta de conhecimento que explique muitas situações, o que torna a prática um pouco às vezes frustrante. E ao mesmo tempo que você pressionado para saber das coisas, então o médico muitas vezes ele acredita que sabe muito, precisa saber mais do que ele sabe ou sabe mais do que ele sabe.

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Desconhecido

Isso torna a prática um pouco penosa, porque às vezes eu não tenho resposta para uma situação baseado na medicina moderna e mesmo assim eu tento dar uma conduta. Por isso que às vezes nós médicos prescrevemos coisas que não tem necessidade, que não faz o menor sentido e que não vão ajudar o paciente, mas é que a gente se sente pressionado a poder ajudar.

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Desconhecido

E o que a falta de recurso da medicina moderna às vezes nos coloca nessas situações? Em contrapartida, o Alfredo é o sistema de medicina cuja racionalidade é tão extraordinária que você sempre encontra um caminho para ajudar o seu paciente e, de fato, esse caminho, às vezes ele é. Muito, muito, muito eficiente do ponto de vista clínico. E essa é uma questão que eu até gostaria de abordar, porque existe uma visão da vida no mundo ocidental como uma medicina complementar alternativa, mas voltada para o bem estar, mas voltada para promoção da saúde.

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Desconhecido

O que é verdade, mas as pessoas não têm ideia de como a vida pode ser poderoso no tratamento também das enfermidades, como a medicina também é voltada para esse aspecto melhor de ajudar as pessoas a se curarem. Então foi assim e agora já, já idoso, como se costuma dizer. Já perto dos 70 anos. Então é. Eu sou muito grato a essa oportunidade que a vida me deu e me tornou um médico feliz, porque todo o médico quer ver o seu paciente melhorar e com as ferramentas, os recursos para o venda, a gente consegue resultados que muitas vezes surpreendem a medicina moderna, não conseguem dar esse mesmo resultado.

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Desconhecido

Então, isso é uma questão que precisaria ser esclarecida para trazer a vida para o lugar que de fato ela merece. E onde ela pode contribuir também na prática clínica como uma ferramenta muito, muito eficaz. Uau, que bom! Primeiro de tudo, eu tenho 40 anos e então acertei só eu sou médico e o mais velho, quando você nasceu já era médico.

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Desconhecido

Exato. Quando você nasceu já era médico, você já era médico e é. Eu me coloco no lugar de muita. Para mim é uma honra poder trocar essa ideia que a gente está trocando aqui agora. E aí você tocou em alguns nomes que foram transformadores para a minha experiência de vida. Então, doutora Chiara, e até hoje é um dos meus professores mais importante e uma das.

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Um dos motivos pelos quais eu sobrevivi a Joana d'Arc foi graças ao acharya. Eu ia para casa dele de manhã, às 06h00. Eu e um grupo bem pequeno de pessoas. A gente fazia 01h00 de meditação. Depois, às 07h00, ele abria o chora caça assamita e lia em sânscrito no original, e traduzia. E eu, no primeiro ano da medicina, eu falo de cara estou na casa de um guru.

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Desconhecido

O cara tá lendo um troço que eu nunca vou entender na vida. E meio que explicando com a prática clínica dele, ele já tinha saído do carma da água de na da pós graduação e ele só atendia assim uns doido em casa mesmo. Aí eu comecei a viajar à Índia com ele. Ele me levava para os lugares. Agora ele está em Delhi dando aula no High e eu tô indo atrás dele também, que é um dos professores mais importantes que eu tive.

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Desconhecido

Assim que conseguiram me levar para um lugar de questionamento como você está trazendo? Porque eu acho que assim ouvi a tua trajetória. Luiz Guilherme É muito impactante porque você foi para a psiquiatria, você foi para medicina da família, quer dizer, você deu aula disso tudo na USP, de todos os lugares, que é uma faculdade super renomada. Então eu acho que a sua crítica, ela acaba vindo de um lugar muito ponderado e é um acho que um alívio para muitos profissionais de saúde escutarem o que você está falando agora, Porque eu acho que se cria mesmo um véu de invencibilidade.

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Desconhecido

E na internet hoje em dia, mais ainda. Há uma pressão por verdade, está. E eu acho que foi um Voltaire ou um desses de antigamente que falou que deveria tomar muito cuidado com a pessoa que tem muitas respostas, tipo a pessoa que tem muitas perguntas, ok, mas a pessoa tem muitas respostas, toma cuidado com ela porque ela é um perigo, potencialmente um perigo.

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Desconhecido

Eu acho que na saúde, na nutrição a gente vê muito isso hoje em dia são brigas de verdades. Quando eu acho que o seu comentário é um alívio de pensar calma, imagina, a gente nem sabe, a gente nem tem como ter tantas certezas assim. Eu acho que o Ayurveda também traz muitos questionamentos a um nível de profundidade e muito bem finito assim, de estudo.

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Desconhecido

Eu brinco com os meus alunos e alunas que você consegue conhecer o Ayurveda muito rápido. Mas diferente de algumas ciências que são muito longas, você cada hora aprende uma coisa nova, cada ano aprende uma coisa nova, matemática no colégio e a cada ano se aprende uma camada nova da matemática. No Ayurveda, a sensação que eu tenho é que no primeiro ano você ouve falar do ouvido inteiro e aí você passa a vida aprofundando.

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Desconhecido

Você não vai muito pros lados, você só vai para as que infinitamente profundo. Você acha que você entendeu que são os doshas? Aí botam mais uma camada de guna. Como assim? Tem uns gunas aí? Você entendeu os gunas, aí tem a relação dos datos, aí o ama, aí o negócio vai afundando e você fala pô, eu achei que eu tinha entendido.

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Desconhecido

E aí eu estou sempre sendo surpreendido pelo meu, pelo tamanho da minha ignorância. Aí eu vou afundando esse conhecimento. Então é muito lindo te ouvir falar e principalmente um dos motivos, além da admiração que eu tenho pelo teu trabalho, do tanto que eu já ouvi falar de você e eu tenho. Eu queria muito ouvir esse lugar assim, da pessoa que tem 42 anos de experiência com a medicina moderna, que teve uma investigação filosófica até nem tanto.

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Desconhecido

Tradição chinesa e outros sistemas de medicina. E é como você está falando, o Ayurveda não é um sistema completo como a medicina chinesa, um sistema completo. Seria meio difícil um médico moderno fazer uma pós graduação em Ayurveda e ser um médico ayurvédico como um vai de Ah, é como a gente que só estudou Ayurveda desde o início, porque são sistemas que que são.

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Desconhecido

E isso tem início, meio e fim em si. Mas você meio que foi estudar todos eles para poder de certa forma ganhar mais sentido sobre a prática médica ou sobre a vida na. É uma coisa também que a gente que eu tento explicar para os meus alunos e alunas é que na Núbia MS, a gente no primeiro ano tem filosofia, tem um ano de filosofia.

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Desconhecido

Você não consegue avançar no nível do sentido da palavra caminhada, tipo e aí a gente fala de escolas filosóficas, de o que que é a vida, A morte, se tem vida depois da morte, Umas investigações que são do campo da filosofia ou da teologia para a nossa visão mais moderna, a gente tem linguística, por exemplo, obrigatoriamente. E estudar línguas estrangeiras também mexe com.

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Desconhecido

Eu acho que percepções diferentes da realidade, né? A gente acessa lugares de compreensão porque a língua ela acaba interferindo na sua maneira de entender também a realidade. E a gente vai lá e tem que estudar sânscrito e tal. Então a visão vai ouvindo. Eu acho que ela puxa a pessoa para um lugar necessariamente filosófico a respeito da vida, da medicina, da saúde, do bem estar.

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Desconhecido

Aí eu queria te ouvir sobre isso. Assim, primeiro de tudo, como foi para você? Se você conseguir rebobinar lá atrás quando entrou em contato com o VEDA como médico, essa base de medicina. E foi muito bizarro, esquisito. É como se fosse o primeiro livro que se lê. Você não entendeu muito bem como foi fazer sentido do Ayurveda, porque eu estou me colocando no lugar dos profissionais de saúde que estão vindo aqui agora e que nunca ouviram falar de Ayurveda, por exemplo, e estão vendo um médico como você falar que aprendeu com essa ciência.

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Desconhecido

Eu queria tentar colocar gente nos sapatos. Essa pessoa que está começando no Ayurveda, como foi para você começar a ver? Bem, eu. Cada indivíduo é único na sua manifestação e todo mundo tem suas peculiaridades de ter. Eu não sei se a minha vivência vai servir muito como um exemplo para alguém, porque na verdade, essa inquietação eu acho que vem de outras vidas.

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Desconhecido

Então, só pra você ter uma ideia, quando eu fui. Quando eu fui fazer minha inscrição para o vestibular, na época não existia Fuvest ainda. Só você ter uma ideia do que eu estou falando, quase pré história, mas fazer fazia 60. Eu posso me inscrever para fazer o vestibular sem. Eu fui com a intenção de me inscrever no curso de Agronomia, porque eu tinha uma fantasia meio neoclássica.

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Desconhecido

Sim, de morar no campo. Eu realizei essa fantasia. Eu morei oito anos na Serra da Mantiqueira, mas eu tinha uma ideia de viver junto da natureza. Só que por alguma razão, não me pergunte bem, porque eu também não sei. Na hora de colocar lá a opção da carreira, eu pus medicina. Tudo a ver, tudo a ver Agronomia com medicina.

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Desconhecido

E voltei para casa. Se eu falava por que eu fiz isso? O fato é que eu acabei entrando na faculdade, cursei e foi pra lá. E sempre foi uma coisa um pouco conflitiva. Eu cheguei a trancar a matrícula um ano. Você não tinha dúvidas a respeito da medicina e sempre fui um aluno um pouco diferentão. Atraía os professores de certa forma, porque eu acho que todo mundo se interessa um pouco por aquilo que é um pouco diferente, que quebra um pouco a mesmice, né?

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Então, trazer questionamentos um pouco estranhos e é tanto que quando eu fui, me formo, me formei, tinha gente que me convidou olha, vem fazer isso e fazer aquilo. Havia uma certa disputa em relação às possibilidades de especialização. Aí eu fui fazer medicina preventiva. Eu fui fazer por um num campo, achei que ninguém ia fazer isso da política de saúde.

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Eu me lembro que quando eu fui feito de vista as provas e depois as entrevistas e na entrevista perguntaram por que para fazer aquilo lá, eu falei que eu queria ser ministro da Saúde. Eu só acho ótimo. Foi esse cara que nós temos precisando. Aí eu comecei a residência médica. Era um programa especial patrocinado pela Organização Panamericana de Saúde e pela OMS e tinha uma pós com mestrado na Getúlio Vargas.

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A noite de administração do sistema de saúde. Durante o dia eu ficava no Hospital das Clínicas estudando política de saúde, administração de hospitais. O meu preceptor, na época residente de segundo ano, foi o fundador da Anvisa. Era o Gonçalves. Esse eu era é um. Xícara de água. Vou falar de três. Era o preceptor. Acontece que, depois de alguns meses, quando eu estava no estágio de lavanderia, eu falei Caramba, eu estudei seis anos de medicina, Agora eu tô na aprendendo como se lava a roupa.

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E no hospital eu falei Eu acho que eu entrei numa barca furada. Um agrônomo, um quadro, praticamente um agrônomo de arte, foi formado, nascido agrônomo, virou lavada, lavada, lavadeira. Aí falei Não, não é isso que eu vou fazer. Eu larguei mão e falei Vou pedir minha transferência para psiquiatria. Cheguei lá, pedi dá para me transferiu a psiquiatria, falou Não dá.

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Tem que fazer tudo de novo. Tal exame para entrada na residência é uma prova muito concorrida. Você vai ter que fazer a prova de novo. Aí eu falei ah, então tá, não vou fazer tal. Aí eu resolvi fazer outra faculdade, eu prestei vestibular de novo, fui estudar filosofia para só aluno. Eu fui aluno da famosa Celeste aqui em São Paulo, conheci e e nessa estudar filosofia acabei fazendo formação em psicanálise.

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Então, você vê, não é um percurso muito comum, é meio atrapalhado, meio confuso. Portanto, quando Até que um dia eu estava na vendo televisão, aí eu vi um senhor chinês fazendo Tai chi chi chuan. Na época era um menino de seis anos de idade. Eu olhei para aquele sujeito para isso que eu quero fazer e foi atrás dele.

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E ele era uma pessoa. Ficou muito famoso em São Paulo naquela época e até hoje o filho dele é um futurista. A família dele era trabalho e ele foi assim, a primeira pessoa que realmente foi um farol de inspiração. O nome dele é conhecido talvez no Rio, não sei se é para o conhecido mestre Helio é o pai de O.

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Eu fui ter aula com ele e fiquei muito feliz. Fala isso que eu quero ser, eu quero, eu quero fazer isso que esse cara faz, eu quero tratar da saúde, porque o que ele falava e o que ele nos ensinava aos seus alunos era um caminho para uma vida longa, para a longevidade. É isso que eu quero. E ele, na verdade era um exemplo vivo.

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Desconhecido

Ele falava da medicina nesse viés, na ideia de que a medicina, aquele aparelho deu na China. A medicina taoísta podia proporcionar para o indivíduo uma experiência de longevidade saudável. E ele era um exemplo vivo disso. Era um cara muito especial, uma pessoa muito, muito especial. Eu fiquei assim, muito interessado no que ele fazia e estudando com ele por alguns anos e não com a intenção de exercer exercer a medicina chinesa.

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Ele me ensinava exatamente medicina, ensinava taoísmo, as artes marciais, ensinava chinês. Essa nova filosofia talvez seja o que me interessava, mas ele serviu como um exemplo paradigma da possibilidade de você envelhecer com saúde. Então, conhecendo o mestre Liu, eu passei a querer inventar, entre aspas, uma medicina que permitisse chegar como ele na idade avançada que ele tinha, sem doença.

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Então ele viveu o mestre. Ele é um tipo muito curioso. Ele viveu até os 93 anos e o nome dele, Bailey, não é o nome. Ele é um codinome que ele se auto aplicou. Vai Li significa 100, 100, numeral anos e ele contou para a GM. Contou que esse nome ele adotou porque era um projeto da vida dele viver até os 100 anos, posto que a família dele todos morreu muito cedo, por volta de 60, 60 anos.

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Ninguém passava, ninguém chegava aos 70 anos. O nome dele era Liu. A família, o sobrenome. Na China, o sobrenome vem primeiro, então sobre Liu e o pai, Ling. Ele adotou como uma espécie de codinome, e eu convivi com ele alguns anos e realmente eu nunca vi ele doente, nem ele morreu enxergando perfeitamente com todos os dentes naturais trabalhando.

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Desconhecido

E o mais espetacular é que ele morreu meditando. Ele foi encontrado no banquinho de meditação dele, com a cabeça prendida para o lado, assim olha que interessante, eu faço para cá. Parece lógico lá, né? O espelho.

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Desconhecido

E tal. Ele apareceu.

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Desconhecido

Acordou. Foi cortado pela esposa com a cabeça perdida do lado do dia. Eu estava relembrando essa história. É uma paciente que tinha sido aluna dele. Uma senhora falou Senhor doutor, doutor, ele morreu sentado. Ele foi encontrado morto, sentado. É uma coisa histórica participar. Deveria morrer sentado. Eu sentado, com a cabeça pendendo firme, enfim. Então, assim eu. Ele me mostrou essa possibilidade.

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A partir dessa convivência com o Mestre, eu fui atrás disso e foi buscar outras medicinas por uma questão de necessidade. Quando eu deixei a psiquiatria, me tornei clínico, Eu precisava de outras ferramentas. Aí eu fui estudar homeopatia e essas coisas todas e quando encontrei a verdade e logo aprendendo que a vida é uma ciência que nos oferece a possibilidade da longevidade, sendo essa uma idade saudável para ir por aí e começando a estudar os princípios, aquilo fez muito sentido, mas o sentido imediato é você se vendo e você sabe que esse efeito é muito fácil, não é?

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Desconhecido

Porque as pessoas que escutam rapidamente percebem que atrás daquilo que você está dizendo existe verdade. Então, então não é difícil ensinar. Eu digo, não digo que classificar é uma moleza, porque você está falando a verdade, então as pessoas entendem que aquilo é verdade. Sendo assim, fica fácil, não é difícil. E para mim esse impacto foi exatamente esse. Ouvindo as primeiras aulas de Oliveira, falei É um pacto de verdade.

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Desconhecido

E é por isso que eu não sei se vai servir de exemplo para todas as pessoas. Esse meu começo, porque não começou muito louco. É de se convir que é bem original. Eu a vida inteira eu tive essa pecha de ser o sujeito meio. Faz um caminho meio estranho, meio diferentão, mas depois que eu encontrei a vida, aí eu me casei e não tem chance de divórcio.

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É o verdadeiro casamento até que a morte nos separe, porque, de fato, do ponto de vista da realização pessoal, boa vida profissional, inclusive fazendo, foi para mim assim um grande encontro, como toda disciplina da tradição védica, onde o vida não se resume, como você disse, a prática da medicina. Ele abriu, vai, abre um caminho para outros entendimentos, para uma visão filosófica da existência, para o entendimento de como a natureza está organizada.

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Desconhecido

A vida não é exatamente medicina, é muito mais uma ciência da natureza. Então a gente vai aprendendo com e estudando a vida muitíssimo e. E foi assim. Eu acho que para para todo mundo ver. Bom, dando aula de vida nesses 20 anos, o que eu sinto, a maior dificuldade são realmente com as pessoas que trabalham na área de saúde.

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Desconhecido

A razão principal é que você para você renunciar a todas as racionalidades que você aprendeu e fazer uma transposição para uma outra racionalidade nem sempre é fácil. Então, dada essa minha natureza meio largada, eu não tive problema nenhum em largar a medicina moderna. Faz 20 anos que não prescrevo nenhum remédio da medicina moderna. Eu só prescrevo remédios azedos, aqueles nomes estranhíssimos que quando chega às receitas, se porventura chega na mão de algum médico.

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Desconhecido

Cara, fala meu, que você está tomando para o paciente ficar espantado, Coisa pior com aqueles nomes todos? Então, isso para mim é um exemplo pouco útil, porque eu observo, dei muita aula para médico e a dificuldade é ter muitos pacientes médicos e a dificuldade nossa dos médicos é fazer essa transposição e fazer essa mudança e assumir essa, essa, nesse lugar mesmo.

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Desconhecido

Hoje em dia eu é como se eu tivesse renunciado à medicina, eu virei um curandeiro. Sou profissão, eu sou curandeiro. Não é porque o pessoal não. Você não é o médico. Na visão ocidental, você é o médico. Na Índia. Aqui você é um curandeiro. E eu, ao assumir a vida como prática, eu de certa forma renunciei ao meu título de médico ocidental para ser um curandeiro.

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Desconhecido

É óbvio que a experiência com o médico ocidental ajuda muito e permite escutar e permite dialogar, principalmente permite dialogar com a medicina moderna. Conversar a respeito das dos casos, etc. E é também pelo fato da coisa estar a caminho profissional. Eu tive uma vantagem por ser médico e dentro seu médico, que trabalhou a vida toda dentro da instituição como diretor do hospital, professor universitário, etc.

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Isso me ajudou também, facilitou meu caminho. O pessoal acha que eu sou esquisito, mas tudo bem, porque ele é esquisito. Mas deu aula. Vamos para o esquisito professor Duarte, por exemplo. Mas o professor ser libanês é estranho. Não vai dar aula na faculdade de Medicina do ABC. Está tudo certo. Até então isso me ajudou muito mais. Mas também ajuda a escutar a história do paciente, confrontar o.

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Desconhecido

A visão hermética da medicina moderna, de modo a poder dialogar e acalmar o paciente e ajudá lo também. Eu não tenho dúvida quanto a bem que poderia ter nesses 20 anos foi demonstrado por Oliveira. É realmente clinicamente extraordinário a medicina incrível é que produz efeitos clínicos que a medicina moderna é incapaz de produzir, porque ela não entendeu o problema.

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A grande questão da medicina moderna, que ela ainda não entendeu como as coisas funcionam e o modelo perfeito nos apresenta, é o modelo muito mais moderno do que eu. A medicina contemporânea nos apresenta. Nós estamos chegando na ciência moderna, há ideias, há modelos para ver. Já nos apresentou as há muitos milênios. Então é essa é a vantagem. A gente está na frente em termos de racionalidade, compreende muito melhor os processos, fisiopatologia os entende muito melhor.

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Desconhecido

Porque é que a gente fica doente? Por que a gente pode ser saudável e compreendendo essas bases? Aquilo que enferma é aquilo que preserva. A saúde torna se uma metodologia admirável, capaz de proporcionar saúde para as pessoas no nível que a maioria das pessoas não não consegue alcançar. Só para dar um exemplo, as pessoas da minha idade no Brasil, elas estão doentes.

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A maioria das pessoas da minha idade também sim, mas a doença da sua idade é um pouquinho diferente. Na minha idade, as pessoas têm, em média, quatro diagnósticos estabelecidos de doenças, cinco Elas tomam em média 4,5 medicamentos de uso diário e elas fazem seis consultas médicas por ano. Quer dizer, esses dados são dados estatísticos, são dados do nosso IBGE e.

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Ou seja, você chega na média do depois dos 60 anos. No meu caso, depois de 65 e já perto dos 70, você vai viver doente. Esse número é a porcentagem das pessoas que tem esse score é acima de 85%, ou seja, a maioria dos idosos não. Tem problema algum, tem que toma todos remédios, tem todos os diagnósticos, etc.

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Com certeza tem algum que está com nove remédios, que tem oito diagnósticos, faz 12 consultas ao ano, porque eu no caso eu sou pouco. O lado oposto eu faço do zero. Eu não tenho doença, não tomo remédio, não sinto nenhuma dor. E ainda só para chatear mais ainda, eu acho que por inspiração do mestre eu enxergo de perto, de longe, sem óculos, eu leio bula de remédio sem óculos, o que é um pouco chocante.

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Aos 68 anos, se lê bula de remédio sem óculos. Isso não é um exemplo fortuito? Organizar. Mas, doutor, pela genética, não. Provavelmente a genética tem a sua influência, sem dúvida, mas muito além, muito além da genética, que eu acho que me trouxesse à época da vida. Nessas condições clínicas. Foram justamente esses aprendizados, inicialmente lá com o mestre Eliseu, depois com outros professores, depois as vivências na Índia, aqui a gente acaba tendo, acabou tendo e a adoção desses ensinamentos na vida prática.

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Então você propôs a esse tema me falar não é que o tema da livro três coisas que os médicos não sabem mesmo. E sabe, eu também precisava, porque eu não preparei três coisas para falar, mas na hora que eu vi o título eu falei Bom, vou ter que pensar alguma coisa, né? Então, a primeira coisa que eu queria avisar para as pessoas que saúde é algo que se conquista e precisa de manutenção, precisa de cuidado.

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Desconhecido

Saúde é como você ter um canteiro de plantas que você precisa regar todo dia, tirar as ervas daninhas. Podar não é aguar, só cuidar. Então não adianta você ter um plano de saúde, porque o ponto não vai te dá saúde. O plano de saúde vai te oferecer recursos para quando você ficar doente. Então, acho que chamar plano de saúde é o uso impróprio da palavra saúde.

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É mais no sentido de atrair as pessoas, induzir as pessoas ao erro de imaginar que comprando o melhor plano de saúde elas vão ter saúde. Não, elas não vão ter saúde. É. Eu, por exemplo, eu não tenho plano de saúde, a gente casa lá. Resolveu parar de pagar porque era dinheiro jogado na lata de lixo. Na nossa opinião, não servia para nada.

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Desconhecido

Então, quando eu resolvi não pagar mais plano, causou um frisson. Você está louco, não é? Eu falei Não, fica tranquilo, eu avisei. O fiz para vocês. Fiquem tranquilos desse dinheiro do plano. Vou fazer uma aplicação. Então, se alguém ficar doente, a gente usa a aplicação. Aplicação Ele ajudou meu filho estudar nos Estados Unidos, já fez um monte de coisa muito útil, porque a partir do momento que o HIV entra na nossa vida, ele vai criando e a gente adota.

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Não adianta só viver na teoria, tem que ter um pouco de prática e aí a prática dói. O Veda não é muito exigente, era muito tranquila. As pessoas têm medo de mudar demais, quebrar hábitos, construir novos hábitos, imaginando perdas e restrições. A gente é muito liberal, mas já deu. Os ensinamentos do Olivetto, quando bem entendidos, permitem que você tenha uma vida tranquila, sem restrições, sem excessivas limitações.

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Desconhecido

Então eu resolvi parar de pagar por isso. Não recomendo isso para as pessoas, não dizendo que isso é alguma coisa sensata de fazer, mas lá em casa funcionou e ninguém fica doente, ninguém ficou doente até hoje, nesses anos todos, Só aí eu fiz isso. No ano de 2012 já são 12 anos sem pagar plano de saúde. Hoje Guilherme mais parece que isso é um plano de saúde.

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Desconhecido

Na verdade exatamente isso aconteceu foi que eu fui dar uma aula na Unicamp aqui. São Paulo a Unicamp fica a uma cidade de Campinas, fica a uns 100 quilômetros de São Paulo no. A convite do professor Nelson Elite, o Departamento de Saúde da Família da comunidade lá da Unicamp. E no meio da aula. Foi justamente isso que eu falei que você acabou de dizer.

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Desconhecido

Eu falei Eu soltei essa frase assim Olha, o meu plano de saúde é cuidar da minha saúde. Depois essa frase não sei se alguém teve a mesma ideia, usou para vender plano de saúde. O nosso plano é cuidar da sua saúde. Aliás, isso de planos de saúde então. Eu voltei de lá dirigindo pela Rodovia dos Bandeirantes. Pensando nisso, falei Bom, se o meu plano cuidar da minha saúde, eu tenho confiança que as ferramentas necessárias para isso eu já aprendi ao longo da vida.

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Eu posso. Vamos assim correr esse risco. Eu posso ir. Eu cheguei em casa, fiz esse tipo de conversa e se por enquanto deu certo, está todo mundo bem, com todos bem. Então, assim, a ideia que eu gostaria de transmitir. A primeira é essa área de saúde. Alguma coisa que você cuida, certo? Olha, pensa na tua saúde como algo você vai cuidar no cotidiano.

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Desconhecido

Não dá para eu bagunço a semana inteira e no final de semana eu me cuido. Ou ao contrário, eu passo. Tem gente que passa a semana inteira fazendo dieta e no final de semana mete o pé na jaca. Isso não é bom. Isso cria uma sobrecarga, um excesso, uma instabilidade no sistema biológico. E o que o nosso organismo precisa é buscar qual o termo, essa palavra sacro, buscar um estado de equilíbrio, uma certa regularidade, um certo ritmo.

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Desconhecido

Então, toda forma de vida agradece isso. Viver sem grandes sobressaltos, alguns dos quais nós não podemos escapar, mas aqueles que dizem respeito a nossa responsabilidade, a gente deve procurar evitar não precisa se submeter a sobrecargas e estresses, além daqueles que são inevitáveis. Então, essa é a primeira recomendação. Saúde é algo que se cuida no cotidiano e eu acho que a gente não é treinado assim.

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Desconhecido

Na faculdade de medicina eu vejo que eu fiz medicina na Índia, na Uber. MS É um curso que você deveria aprender a fazer Ayurveda da melhor forma possível. E eu percebo como BMS também é um curso muito falho, porque em todos esses cursos eles formam uma pessoa dentro de um sistema no final das contas. E eu acho que você teve esse impulso.

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É interessante porque estava falando como a tua história talvez não se aplique a outras pessoas por ter muitas particularidades, mas é eu. Meus alunos estavam comentando nos comentários falando é tipo você, né? Porque você a sua história é tipo a minha história, só que eu ainda estou no Passos antes dela. Mas bem, eu vou te chamar de Júnior Júnior.

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Estou. Eu estou. Eu sou chamado de sênior. Eu sou 100% seu discípulo Luiz Guilherme por fazer. Eu acho que nossa diferença só de idade eu tive uma. Eu tive uma experiência de estudar como foi medicina chinesa em Pequim e me formei em Direito primeiro e depois medicina. Você fez a filosofia depois, porque eu acho que eu fui para pra Índia, para fazer psiquiatria ayurvédica e aí saí meio querendo estudar políticas de saúde pública, porque depois da pandemia, foi para mim uma decepção muito grande assim com o sistema de saúde pública.

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Desconhecido

Então acho que eu tenho certeza que se a tua história me impacta, ela com certeza ressoa com outras pessoas que estão aqui, que estão fazendo medicina e vão lá. Exato, eu também queria estudar e é interessante que você, o teu primeiro e a tua primeira dica, o primeiro aprendizado do Ayurveda, como eu coloquei para médicos, não é saúde, ele é uma dica de agrônomo também, né, Que você é um exemplo No jardim, então tem.

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Nunca tinha pensado nisso, é verdade. E tem um médico americano muito, muito interessante perto de Nova Iorque. Doutor, vai ser ele. Tem uma clínica lá que ele cultiva um jardim de orgânicos e como parte do tratamento, as pessoas vêm e ficam na clínica dele como parte do tratamento. Elas vão cuidar do solo e colher e plantar. E ele fala que todo profissional de saúde tem que entender de permacultura, de agrofloresta e de cultivo.

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Porque eu acho que o exemplo que você deu também do jardim eu falo, é a lógica e essa lógica. E eu acho que a gente uma das coisas que a gente ainda não entendeu e eu acho que o ayurveda moderno se contamina, digamos assim, dessa incompreensão da medicina moderna. De certa forma, porque a Índia tem um histórico de centenas de anos de abuso e de dominação, eles acabam tendo muito essa visão e louvam muito o que é moderno e ocidental de certa forma.

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Então, mas eu acho que a gente tem uma visão equivocada de alteridade em relação à doença, e eu acho que isso é muito derivado da metade do século XIX, início do século XX. Quando você me ouvir e falou de profilaxia, quando o pastor falou de microrganismos, quando a gente descobriu a penicilina, eu acho que se criou, de certa forma, uma visão.

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A gente tem que matar a natureza que está querendo matar a gente de volta, né? Então a bactéria, o problema, o vírus, o problema, o fungo, o problema, o parasita e o glúten é o problema. O teu problema é o açúcar. Agora, o problema. Exatamente. Exatamente. Tem sempre alguma coisa do lado de fora que eu estou tentando matar.

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E essa seja uma segunda dica maravilhosa. Eu vou para de procurar fora aquilo que está dentro, então vou investigar um pouquinho. Luiz Guilherme Sobre sobre essa perspectiva. Então, do fora e dentro, Tá, Então você, a medicina moderna, Esse que você disse é muito interessante, porque de fato é assim. Nós não. A medicina moderna tem um sério problema com o conceito de cura, porque ela se torna incapaz de curar na medida que ela não conhece a causa da enfermidade.

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E como eu posso curar uma doença sem conhecer a sua causa? Para se curar uma doença é necessário identificar a causa e afastar o indivíduo da causa. Se eu não sei a causa, como eu posso pôr a doença? Assim fica difícil. Então, o maior problema da medicina moderna que ela, de certa forma ela tem, é uma ciência que está no seu tempo e no seu lugar.

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Então, no mínimo, o viés da medicina é existir no tempo e no lugar. Existindo no tempo lugar, Ela é influenciada por essas questões relacionadas à cultura moderna, né? Ou seja, a cultura moderna. Aqui o culpado é o outro. O problema está sempre fora de você. Então, ah, não deu certo por causa dele, não deu certo por causa dela, não deu certo por causa daquilo que está fora de você.

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Então a gente vê certas condutas que refletem isso, não é? Então, Alfredo, tá brincando? Mas, na verdade, quantas pessoas renunciam a comer um bom e velho pão em nome de evitar o glúten e. A gente ensina fazer chapati, por exemplo. Que não tem fermentação. É feito com farinha integral, que ajuda bastante, mas ainda assim as pessoas têm muito receio.

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Mas elas acham que o glúten faz mal, que a lactose faz mal. Como uma proteína pode fazer mal, como um açúcar pode fazer mal, não pode. O problema é que o nosso corpo não consegue processar essas substâncias a partir de uma disfunção metabólica que pode ser inata e mais geralmente adquirida ao longo do tempo. Como o nosso comportamento alimentar costuma ser muito errático, não é?

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Todo mundo já tomou coisas incríveis como fanta uva, xixi, baconzitos, baconzitos. Eu comi muito quando era moleque, salsicha, salsicha não é salsicha, daquelas que vem no plástico enroladinho. Então, como se isso não tivesse problema. O problema do glúten eu não. Acontece que esse tipo de alimentação errática conduz a uma disfunção metabólica que vai tornar você incapacitado de processar alimentos que são um pouquinho mais difíceis de serem processados.

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São chamados de alimentos pesados. Então o trigo é pesado para o alimento complexo. O leite é pesado, suave, muito complexo, mas eles não são nem digeríveis nem causam necessariamente idiossincrasia ou resposta alérgica. Mas. Mas as pessoas acreditam nisso. As pessoas acreditam em cada coisa que a gente fica perplexo. Eu estava uma vez no voltando para o Brasil. Eu estava na Inglaterra, no Brasil e no aeroporto.

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Comprei uma revista pela capa. A capa era comida pura, era capa da revista, estava lá. Comprei. Eu fiquei lendo enquanto esperava o chamada para o voo e os dados são impressionantes. Esse mercado de sem lactose, sem glúten, comida pura vende na Inglaterra por ano, algo da ordem de 12 bilhões £. Um terço dos ingleses comem sem glúten. 40% dos americanos consomem produtos sem glúten.

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2% da população mundial é celíaca, ou seja, tem 38%, perdendo o seu tempo porque o problema não é o glúten. O problema é a capacidade digestiva do paciente. Vai ver e você sabe, também é conhecido como a medicina da digestão, com Magnetic é um outro nome. Com a venda, recebe isso porque o que é melhor fazer é ajudar você a processar aquilo que recebe.

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Desconhecido

O que você recebe do mundo externo. Então, a saúde depende de uma boa capacidade de processamento. Quando você tem algum fenômeno alérgico doce, cravo tem relação com o alimento. Ao invés de ficar largando, parando de consumir o alimento, deve procurar o seu médico para tratar o seu acne, sua capacidade digestiva. Então a gente poderia comparar mais ou menos essa questão do glúten, lactose e afins com aquela situação do marido que chega em casa e encontra a esposa com o amante no sofá e com a medida terapêutica tira o sofá lá é mais ou menos isso que a medicina faz.

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Desconhecido

Aí os pacientes chegam para mim. Quanto a ser. A doutora eu fui no médico, ele pediu parar de comer glúten. Eu parei e melhorou. Melhorou, mas parou. Não, não sabe. Melhorou? Claro que melhorou. Você parou de sobrecarregar um sistema ineficiente. Se o teu organismo é incapaz de processar alimentos pesados, se você para de alimentos pesados, ele para de sobrecarregar o teu organismo.

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Desconhecido

Então essa e esse é o resultado. Mas resolve. Não resolve porque não corrigiu a causa primária, que é um desequilíbrio no seu metabolismo digestivo. Então. Essa é a essa questão de que o problema está dentro, não está fora. Portanto, a gente não deve. Isso serve para o oposto. Também serve para a mania de suplementação e vitaminas. Isso é sensacional.

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Haja dinheiro para ser jogado na lata de lixo. É impressionante. Aí eu acho que você que pratica medicina há 42 anos, deve ter visto muitas ondas e muitas verdades temporárias assim. Isso o tomate já foi cancerígeno, já foi anti câncer, o ovo já fez bem, já fez mal, a pessoa muda de acordo com o sabor do vento. Isso tudo bem.

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Desconhecido

Eu entendo que a ciência não é algo definitivo, não é uma verdade dogmática, não está apresentada como verdade revelada. A ciência é algo que se constrói e que se atualiza constantemente. Então isso faz parte. Mas complementos Eu acho que tem um vento nas velas dos suplementos de verão, sem dúvida. Eu dou muita risada porque eu fico imaginando quanto foi o pó e a cor do xixi do paciente, o que acontece com aquele monte de coisa que ele toma na cor do xixi?

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Desconhecido

Ele vai falando coenzima Q10, magnésio para preparar. Eu imaginando a cor do xixi. Eu não tomo suplemento nenhum porque o ar já me ensinou que o suplemento está na natureza, não está na farmácia. Então a gente procura se alimentar direito, comer bem e comer bem significa ter uma alimentação variada. É com alimentos com bastante vitalidade, frescos. Hoje em dia, necessariamente orgânicos não é necessariamente orgânicos, porque a toxicidade.

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Desconhecido

Que acaba sendo. Produzida pelo uso desses defensivos todos, principalmente no Brasil, A gente tem problemas sérios nesse sentido. Agora mesmo estava vendo de manhã, enquanto tomava banho, a notícia que o presidente vetou. O uso de 26 agrotóxicos, o que eu achei muito bom. Mas o Congresso foi lá, derrubou o veto do presidente. Então existe hoje um movimento pela insustentabilidade.

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Desconhecido

O Brasil hoje vive de claro, não só o Brasil. Em outros lugares do mundo também existe essa tendência, a busca pela autodestruição. O Tânatos está muito presente. Isso desperta o instinto de morte. Assim, o pessoal quer acabar com tudo. Basicamente, a ameaça de guerra nuclear é só um detalhe. Mas no cotidiano, essas políticas de negação dos fenômenos climáticos e essas coisas todas que conduzem à insustentabilidade são de fato contemporâneo.

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Então a gente tem que lidar com isso. É uma alimentação de ter que ser um pouco estrito. Ir atrás de alimentos livres de toxicidade. É. Eu já encontrei a Laura Pires, a sua amiga, na feira orgânica aqui do Ibirapuera. Sei bem. Eu não sei se ela me conhece, mas é uma coisa eu sei como ela é. Então porque ela levava os alunos para passear na feira orgânica?

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Desconhecido

Se eu vi ela ali está uma moça pequenininha, magrinha, tal, ensinando ali, muito simpática, ensinando os alunos na feira orgânica do Parque do Ibirapuera. Eu já encontrei ela, mas eu não sei se ela te reconhece, mas ela com certeza te conhece porque ela fala bobagem. Eu não fico feliz com isso, mas acho que não sei se ela iria me reconhecer.

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Desconhecido

Isso eu também não sei, mas aí então acho que a segunda coisa que os médicos precisam saber é que.

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Desconhecido

Para você ter saúde por muito tempo, os médicos, os profissionais de saúde, é necessário incorporar na sua prática esse conceito de sustentabilidade, né? O que é sustentabilidade na visão ayurvédica? Sustentabilidade a máxima eficiência com o menor custo energético. Então a gente precisa viver de uma forma inteligente, que permita que você realize as mesmas coisas, as coisas que você precisa realizar com a máxima eficiência, com menor custo energético.

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Isso se traduz num excedente de vitalidade que vai permitir que você chegue numa idade mais avançada, com função.

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Você não se desgasta vivendo de forma inteligente. A palavra inteligência em sânscrito, você sabe, a sattva é um fato. A palavra tem vários significados. Um deles, a inteligência. Então a gente, quando a gente fala, a gente precisa promover. Ou Já o modo satânico de existir significa usar a inteligência. A inteligência é uma ferramenta decisiva para você alcançar eficiência e economia vital.

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Isso se traduz em saúde, longevidade. Então, essa é a segunda coisa que nós precisamos ser inteligentes no uso das nossas capacidades, no atendimento de nossas necessidades. Então, sabe, Sattva não é só a pessoa não comer alho e cebola, então na luz não. Não comer cebola tem a ver com tem a ver com teologia. A teologia ainda quer ver na vem na mesma raiz a vida.

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Ele não usa recursos da teologia, a não ser que você queira interpretar dessa maneira. Mas em Vamos tratar do jogo Vida, não se menciona isso como questão. Não se discute a natureza de Brahman. Isso não existe e se trata da ciência da natureza. E aí sim a gente usa princípios de todas as escolas filosóficas, mas desde as escolas teológicas reconhece a sua relevância, mas não tem aplicabilidade no nosso cotidiano.

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Então o Sattva, na visão da vida, tem a ver o comportamento com determinado comportamento que envolve sim a alimentação, porque a alimentação precisa ser nutritiva, precisa ser fácil de ser processada, o que é o grande desafio? Você encontrar alimentos que sejam simultaneamente nutritivos e fáceis de serem digeridos. Esse é o princípio da alimentação. Você precisa ter um comportamento estático nos outros campos da existência, nos seus relacionamentos.

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Desconhecido

A maneira como você usa os seus recursos na forma como você comunica, o que você pensa, a forma como você cuida de você mesmo, das outras pessoas, do ambiente que você vive. E é claro, em última análise, na sua relação com a Fonte criadora do universo tal. Tudo isso envolve harmonia, envolve uma necessidade de equilíbrio. E é isso que eu gostaria que os professores soubessem que saúde depende de comportamento e de comportamento inteligente.

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Desconhecido

Uma vez o meu chefe na USP me chamou de cara, muito embora eu aposentasse. Mas era um cara muito especial. Só para você ter uma ideia, ele foi paraninfo da minha turma aos 26 anos de idade, caso único na história da faculdade. Sendo paraninfo de uma turma, tinha 26 anos. Ele era assistente do Departamento de Clínica geral. Depois ele foi nos Estados Unidos.

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Desconhecido

Foi provavelmente quando ele voltou, ele assumiu a cadeira da clínica geral. Era um cara que tinha uma mente mais aberta. E aí ele resolveu.

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Desconhecido

Fazer uma experiência. Ele propôs um ambulatório no departamento Ambulatório de Clínica geral do Hospital das Clínicas. Ele propôs que os médicos fizessem um programa de orientação voltada para a saúde de promoção à saúde. A ideia era que o paciente fosse ao ambulatório, fizesse a sua consulta e, ao terminar a consulta, ele receberia uma orientação de como se cuidar melhor.

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Desconhecido

Aí um dia ele me liga. Pode até ser engraçado porque nesse dia eu tive buscar um médico indiano no aeroporto. O voo dele atrasou, eu tive que levar o médico indiano para o HC junto comigo. Vamos lá, não dá tempo de deixar você em casa e então fomos nós e o Doutor para ir lá para conhecer o serviço.

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Desconhecido

A pedido do Dr. Milton, para saber o que estava acontecendo lá, Por que não estava rodando? Por que não dava certo? Aí eu fui recebido pelo responsável executivo do projeto, Dr. Mário, uma pessoa muito legal, muito simpático, que falou olha, vai lá E o que está acontecendo, Como é que funciona o ambulatório? Entra lá, você apresenta boa, vai assistir às consultas?

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Desconhecido

É o que está funcionando. Eu fui fazer isso. Logo eu percebi qual era o problema, porque era o seguinte o médico atendia o paciente na consulta padrão da medicina moderna. Eu via os exames, fazia a prescrição, fazia um exame físico, mediu a pressão e tal, 15 minutos de consulta, encerrou aquilo que ele precisava fazer. Aí ele ia se dedicar a ideia da promoção da saúde.

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Desconhecido

Aí ele chegava para o médico e dizia para o paciente dizer Olha, tio, o senhor precisa comer melhor, O senhor precisa se exercitar, o senhor precisa parar de fumar. O cara olha ouvir aquilo lá, falou Bom, isso tudo eu sei. E daí eu entendeu? Qual o problema? Então? O problema é que nós, médicos, em primeiro lugar, não valorizamos a saúde.

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Desconhecido

Nós somos fetichistas da doença. A medicina moderna não deveria ser chamada de ciência da saúde porque não aborda o tema da saúde. Ela só cuida da doença. Ela tem um fetiche mórbido pela doença. Eu falo isso, como vou dizer, de cátedra, porque quando eu dei aula, eu dava aula para alunos de medicina na graduação. Nenhum aluno na minha e na minha vida perguntou nada sobre saúde.

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Ele só perguntava Professor, como é que trata isso? Professor, como é que trata aquilo? Professor Como só obsessão pela doença. E aí, de vez em quando eu saio com esse papo. Eu falei olha, é a saúde. Eu olhei aquela cara de espanto. Foi até que esse professor está querendo falar que ele está tratando de papéis de saúde. Então, o problema que os médicos não tinha o que ensinar sobre promoção saúde, a não ser platitudes, coisas óbvias, sem nenhum detalhe a menos, sem nenhuma orientação.

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É óbvio que isso não mudava nada a realidade. Você dizer pra uma pessoa que ela precisa parar de fumar, que ela precisa se exercitar e que ela precisa comer bem, né? Como diria? Tá de brincadeira, Todo mundo sabe disso. Então é importante que nós, profissionais de saúde, médicos e outros profissionais, busquemos orientação e entendimento de como se promove saúde a partir do comportamento, né?

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Existe hoje um negócio que eu não sei o que é, mas eu sei que existe, porque um dia eu estava dando aula na faculdade de Medicina do ABC e depois de mim estava escalado um colega para dar uma aula sobre a medicina do estilo de vida. Já deve ter ouvido falar? Deve, claro. Eu não sei o que é isso.

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Sei que o título já fala por si mesmo e infelizmente não podia ficar para assistir aula porque eu tinha que, embora. E eu peguei o cartãozinho do colega para um dia conversar com ele, saber o que é isso aí. E felizmente eu perdi o cartão, perdi o contato. O fato é que o estilo de vida importa mais. Não precisa de uma nova medicina, do estilo de vida, mas eles são assim.

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Eu fiz muitas livros com médicos de medicina do estilo de vida e muitos me dizem que até os Ayurveda, tipo, a gente está meio que ensinando Ayurveda para as pessoas, porque de certa forma é uma leitura como você falou, em vez de falar come melhor, faz atividade física e toda a base científica de comprovação científica dos duplos cegos randomizados, estudos populacionais tal e tal que comprovam, digamos assim, o que a gente já está há milhares de anos falando tal.

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Pois então, então é isso. E se tem essa isso que você falou, essa comprovação, mais de fato falta nos meus colegas da medicina, do estilo de vida, o conhecimento do que justifica esse tipo de comportamento e as bases filosóficas e mesmo da ciência biológica que justifique isso. Falta estudar Vedanta. Basicamente é isso. Enfim, é a terceira dica que a gente nunca pode perder de perspectiva, que eu considero aquilo que é mais importante para a vida, traz para a medicina moderna ciência, saúde moderna e não renunciar à cura e acreditar que doença tem causa.

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Uau! Isso é muito transformador para a perspectiva médica, mesmo modernos, porque a gente precisa atrás da causa a maioria das doenças hoje, elas são tratadas sem o conhecimento da causa. São todas doenças essenciais idiopática, sem essa de causa desconhecida. Então as pessoas não sabem porque as pessoas de medicina não sabem por que as doenças acontecem e muitas dizem que isso é da idade.

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Eu vejo muitos pacientes que dizem Ah, eu estou com hipertensão, mas o médico me diz que é da idade ou forma. Você tem 45 anos e não uma 45 anos. O negócio já começa a quebrar. Começa se não souber cuidar, começa mesmo. Na verdade, essas meia verdades. Elas são meia verdades. Elas têm um tanto de verdade, mas está faltando um pedaço.

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Então, tudo isso é verdade. O envelhecimento humano começa muito cedo. É começa a partir do momento em que Vata se torna partícipe da nossa vida de forma mais notável. E Estudos de genética comparada mostra que isso acontece a partir dos 37 anos de idade. Então a gente começa a envelhecer cedo, mas só vai envelhecer depois dos 70. Eu não tenho 70, então eu ainda não estou velho.

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Só pode me chamar mais velho. A cada dois anos. Por enquanto ainda sou maduro, mas não estou velho. Enfim. Então, assim, o que falta é um entendimento do funcionamento das coisas. Existe um médico muito importante que você estudou também no tratado dele. Com certeza que é inclusive muito reconhecido na história da medicina moderna. É considerado o pai da cirurgia plástica.

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O que ele fez na antiguidade a gente faz até hoje. Na faculdade de medicina. A gente aprende nas aulas de técnica cirúrgica, o famoso retalho indiano, que foi. Desenvolvido no período dos tratados 500 anos antes de Cristo por um médico, um grupo de médicos chamado chamados, cujo principal expoente era o sujeito, ele que é o pai da cirurgia plástica.

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O sujeito, além de ter criado a cirurgia plástica e ter desenvolvido uma série de instrumentos cirúrgicos incríveis, muito parecidos com os modernos, ele Ainda por cima, ele deu uma grande contribuição no entendimento da ética patogenia, ou seja, o entendimento das causas das doenças. Ele usando da filosofia. Por isso que a filosofia é importante. Ele disse o seguinte Olha, nós vivemos num universo causal.

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Tudo o que se manifesta na natureza, na realidade do mundo, é precedido por algo que o antecede e com o qual estabelece uma relação lógica, ou seja, se hoje está. O céu está nublado aqui em São Paulo, eu posso tentar entender por que o céu está nublado. Certamente haverá uma causa e uma frente fria que chegou ao encontro de certas nuvens.

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Aquelas coisas todas da climatologia que justifica o céu nublado. Para tudo existe causa no universo só existem poucas coisas que não são causadas. A maioria absoluta ou quase todas as manifestações das infinitas manifestações do universo são precedidas por uma causa. Isso vale para a saúde. Tanto que eu falei que se você quer ter saúde, você tem que causar a saúde.

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E você causa cuidando. E vale também para a doença. A doença não é fortuita, não é randômica, não é um acidente, não é uma maldição, não é uma sobredeterminação unicamente hereditária. A doença é provocada pela. Então é muito importante conhecer as causas das doenças, porque se você quer curar alguém, você precisa afastar essa pessoa da causa. Então sua luta e forma isso a gente diz assim.

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Na realidade, só existem cinco doenças naturais das quais nós não podemos escapar a fome, a sede, o sono, o envelhecimento e a morte. As 3/1 basta comer, beber água e dormir. E pronto, sarou. A morte não tem cura, então deixa ela para quando acontecer você não se preocupar. A única doença que traz para a gente com a quantidade de sofrer realmente é o envelhecimento.

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Por isso que a gente tem que cuidar para envelhecer numa velocidade menor e com menos déficit. E de resto, não há motivo para ter doença, porque toda e qualquer doença tem causa. Conhecendo a causa, você evita a doença. A primeira doença de Kali-Yuga foi a diarréia e a diarréia. A tara é uma doença causada por uma mudança de comportamento.

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Os brâmanes da passagem da última Era para essa era começaram a adotar alguns rituais não autorizados e sacrificar animais que não eram usados ou indicados para sacrifício, inclusive matar os animais em rituais litúrgicos e não coisa que não se fazia até então. O animal fazia parte do ritual e era libertado. Como eles começaram a matar, acabou o estoque de carneirinho, começaram a usar para matar a vaca.

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Imagina isso? E nos rituais védicos, sempre os aquilo que é sacrificado depois é consumido como alimento consagrado, como praxados. Cara, começar a comer carne. E foi assim que começou a diarréia. Essa história mitológica da diarréia até então não chega a diarréia. A primeira diarréia foi produto desse tipo de comportamento. Isso é só para ilustrar a importância de entender que não é as doenças tem causa e se você conhece a causa, você evita a doença.

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Se você pega um livro de medicina ayurvédica, o livro de vida que trate de temas da clínica psiquiátrica, vocês vão ver que toda doença é descrita e estudada de acordo com o roteiro, e esse roteiro inclui, em primeiro lugar, as causas da enfermidade. Sempre assim, você tem que conhecer as causas para poder tratar. Então, esse é o grande problema.

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Desconhecido

A medicina moderna não liga para as causas. A medicina moderna só trata os efeitos. Isso. Tem um lado conveniente para a medicina moderna, porque a cura nunca acontece. Se a cura não acontece, você tem que pagar pela saúde. Você tem que ir na Droga Raia, você tem que fazer consulta, você tem, enfim, que entrar nesse universo, nesse pequeno aprisionamento que faz de você um doente crônico ou o indivíduo que está para se tornar um doente crônico é um doente crônico.

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Ele é um excelente consumidor. Ele a veja fidelizado, fidelizado e com o subscription fora do subscription, você tem o azar. Exatamente. Você torna se um cliente fidelizado. É o grande interesse da medicina? Claro que não é. Não estou falando isso do médico individualmente. Ele está inserido dentro dessa máquina e ele nem sempre consegue se dar conta disso, não reflete sobre isso.

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Mas o papel da medicina hoje é manter o doente vivo. Eu me lembro como é ter um colega meu de turma. Foi um ecologista bem conhecido aqui em São Paulo, famoso a uns anos atrás, uns dez, 15 anos atrás, ele deu uma entrevista na imprensa e falando sobre câncer, as perspectivas e o que ele disse. Ele disse o seguinte que.

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Em poucos anos o câncer não vai mais matar as pessoas vão viver o câncer. Não é que ele estava dizendo que o câncer tem cura? Não, O câncer não mata o câncer dele. Uma torna se uma doença crônica e o paciente convive com aquilo. Então, é evidente que para a medicina, o doente morrer é terrível, não só por questões humanitárias, mas também porque cliente morto não paga isso.

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Esse é o grande problema. Então a medicina preocupada em manter o doente vivo, não se preocupa como deveria. Na minha opinião, em curá lo, porque ele tem que se curar, deixa de ser doente. Não é um indivíduo como eu que não toma remédio, que não tem doença, que não vai ao médico. É um problema para o sistema de saúde, porque eu não dou nenhuma lucratividade, eu não dou você pra nada.

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Desconhecido

Você é inútil para o sistema. É verdade. Isso é muito profundo. Isso é um problema. Só pra você ter uma ideia, eu nunca tinha feito exame de sangue. Fui fazer agora o ano passado, porque eu falei não é muita cara de pau, né? Eu confesso que um certo medo de descobrir o laboratório, que toda essa experiência de saúde é ilusão.

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Aí eu criei coragem e fiz. Em fevereiro de 2023 fiz uma bateria básica de exames de laboratório, os seguidos das 48 horas depois da coleta do sangue, até chegar os resultados. Eu fiquei um pouco tenso, sei lá. Imaginou que tudo isso que eu imagino que eu estou sentindo não é verdade? Mas dessa sensação, a sensação, só uma ilusão, não é que o fato de eu ter disposição, entusiasmo, força física, capacidade funcional, acuidade sensorial, dormir bem elimina bem no sentir dor ou corpo, está tudo ótimo, não é tudo isso ser só uma ilusão e o laboratório me contar a terrível verdade.

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Eu toco meio pé na cova UFO. Foram 48 horas de tensão, mas o resultado ao fim e ao cabo, foram. Tava tudo certo. Que milagre, Quase um milagre. O laboratório confirmou e me deu um alívio. Eu vou contar tudo, porque é um pouco angustiante. Você ser saudável. Você imagina pessoas da minha idade que se encontram, A gente se encontra.

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Então, encontro de colegas de turma para os almoços e para fazer. O pessoal chega nessa idade, qual é o papo? Qual é o tema? O assunto é a sua doença de estimação? É o meu stent, o meu câncer, a minha depressão, a minha prótese. E esse é o papo. Não dá pra escapar. Aí eu fico sem assunto. Se volto, está excluído.

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Ingresso excluído. O cara não tem papo. Isso é muito louco de pensar, porque o output do sistema ele é muito importante para você entender o que o sistema é na verdade. Então, se você pensar que os profissionais de saúde, os médicos formados na melhor faculdade do país deveriam ser as pessoas mais saudáveis do país, porque nós somos os guardiões, digamos assim, de todo o conhecimento que existe a respeito da saúde.

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Então é como você pegar um guru que tem uma escola de iluminação e não tem um iluminado. Ali você fala Como eu disse, o objetivo dessa ciência ou dessa escola é formar pessoas que entendem de saúde e os primeiros a carregar essa informação. É como sair numa, num num centro de preparo de atletas e não tem nenhum atleta.

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Quer dizer, nenhum atleta consegue jogar a bolinha longe. Ninguém consegue jogar uma bola dentro da cesta, ninguém consegue dar um chute, chegar no gol. Só isso. Aqui é um centro de treinamento de jogadores de futebol. Aí você bota a bola no pé deles. Eles não conseguem fazer nada, não sabem jogar bola. Aí você fala como é que a faculdade de medicina lá não forma pessoas saudáveis, minimamente saudáveis ou não, Sei lá.

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Alguns dados para ilustrar isso que você acabou de dizer. Os médicos no mundo inteiro, de modo geral, têm uma expectativa de vida menor que a população em geral. O médico vive menos. Pra começar, o que explica é a exposição ao stress, ao estilo de vida, plantões, vigília noturna, todas essas má alimentação, essas coisas todas. A segunda coisa é só pra ilustrar é uma historinha.

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Um dia, num desses almoços, eu estava comentando pra gente a gente precisa lugar pra escolher um lugar bom para morar quando fosse aposentar. Agora que estamos nos aposentando, porque São Paulo é uma cidade hostil para o velhinho. Eu gosto de caminhar. O meu bairro aqui se chama Brooklin. Parou de andar por aqui, no Campo Belo, no Brooklin. E não há dia em que quase eu não sou atropelado porque a faixa nem liga a mínima, porque não sei porque alguém gosta de digitador.

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Então é sempre um risco, né? A existência caminhar em São Paulo, fora a chance de Tropicana, um buraco e ter uma fratura. Então é complicado. Fora a atenção que as pessoas ficam. Como você vai andar daquele lado a Roberto Marinho? Você não tem medo de levar o celular, não é? Quando eu vou andar, não levo celular. Eu vou andar lá.

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Paquetá Então, é perigoso por várias razões. Tudo é hostil. E aí eu estava comentando nesse encontro que a gente sabe, procurar um lugar que o velhinho precisa de três coisas nós precisamos de lugar seguro, quentinho e barato. Por causa da aposentadoria. Então, o melhor lugar para o velhinho viver é que eu conheça Portugal. Porque Portugal é barato, é ótimo, é seguro.

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Aí. Aí um colega cirurgião, qual não é o melhor lugar para se viver? Não é Portugal aqui em São Paulo, porque tem o Sírio Libanês sem essa opção e vendo que o velhinho precisa de um hospital e tem que ter um hospital perto. Eu escuto muito isso. Eu quero morar em São Paulo, porque aqui o SAMU chega rápido.

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É isso Samuel, É rapidinho. O que faz com que as pessoas acreditem que não é que a velhice é o lugar da enfermidade. É quando elas acreditam nisso. Elas não só não estão pirando porque os dados, a estatística aponta nessa direção. Você sabe que isso é tão relevante para mim, talvez justamente por pertencer a esse grupo etário que esse ano vou montei um programa que está indo muito bem, está sendo super legal.

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Chama se Vida Longa sem Saúde e sem saúde não sai doença. Você sabe o que leva Vida longa sem doença? Esse grupo de conversa uma vez por semana, 01h00 pelos um. E a gente vai discutindo esses temas. Como melhorar a nossa saúde. A ideia é essa é um programa de promoção da saúde que envolve pessoas de qualquer idade, mas não por acaso.

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A maioria dos participantes do programa são pessoas mais velhas porque estão realmente preocupadas com isso. Elas se sentem pressionadas por isso, sem. E já existe a angústia natural do fim da existência, porque todo mundo sabe que isso não vai durar para sempre. E por mais que você não fique pensando nisso o tempo inteiro, eu observo nos pacientes a presença desse medo, digamos assim, dessa imagem que está logo ali à frente, como algo presente no cotidiano, interferindo na vida das pessoas.

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Então já tem isso que é inevitável. E aí, fora as outras coisas que conduzem a isso, a doença conduz à morte. É. Então eu achei de bom, de bom alvitre, como se costuma dizer, já que foi de Portugal. De bom alvitre bolar um programinha para ajudar as pessoas a se manterem saudáveis na idade mais avançada. Eu quero fazer parte desse programa.

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E hoje, como é que eu me inscrevo? Então, esse você seria hoje o aluno júnior da turma dos mais novos. Eu quero. Tem até uma moça de 26 anos, mas é uma só, tem alguns de 40. Então esse é esse programa. Como ele é muito barato, não tem custo. Praticamente. Eu resolveu para permitir que as pessoas tenham acesso a esse trabalho.

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Ele é basicamente sem custos. É mais barato que uma pizza ou Parati. Então, o que aconteceu? Como é muito baratinho, lotou, usou. E aí esse programa não tem mais lugar na plataforma, não tem mais lugar no nesse programa, Mais o sucesso foi tão grande que a gente vai obviamente fazer um segundo grupo a partir de agosto. Você já está inscrito e já ganhou uma bolsa de uma bolsa de estudos essa semana foi.

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Que legal que volta 18 zero vai convidar porque a gente distribui esse mesmo estado ridículo. O preço do programa é muito, é quase simbólico. É mais para ajudar o pessoal que trabalha no programa, que tem que tabular. Dado, tem que vir a material, tem que solicitar os exames, tem um custo, tem um pequeno custo. Então o dinheiro que as pessoas pagam, que é 80 R$ por mês a seu derivado para bancar as pessoas que estão cuidando da parte administrativa e responder perguntas e tudo mais.

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Então, a ideia é criar um modelo de atenção à saúde, de promoção à saúde, que se der certo, ele pode ser ampliado e aplicado em qualquer espaço institucional, seja público ou privado, empresa ou não. SUS não importa. É um modelo muito simples, não é? É que se você se mostrar efetivo, ele com certeza não posso, porque eu tenho que apresentar dados científicos, tem que tabular os dados, mostrar, mas eu sei que vai dar certo, que está dando certo.

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Então, quando tudo isso dá certo, significa tirar as pessoas da medicação, tirar as pessoas da das consultas, exames necessários, melhorar a qualidade de vida das pessoas, recuperar a função, fazer o posto, se sintam melhor. Conseguindo isso, a gente vai ter um modelo que pode jogar no mundo. Aí as pessoas aplicam esse modelo. Ok, vou mudar, levanta. Ele nunca me cobrou royalties.

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Eu também não vou cobrar a morte de ninguém, então pode usar, porque isso é para o bem das pessoas. Não é para você que vai funcionar. Você já está convidado a participar. Você tem muita. Você tem muita audiência. Então, é claro que eu estou te dando uma bolsa, pensando nos milhares de pessoas que você vai trazer comigo. Eu vou até ampliar o espaço do Zoom, vou comprar o plano máximo e eu vou propor o máximo 12, porque assim um plano de saúde 80 R$ por mês eu não sei se tem ainda não há nem existe plano de doença, sempre mais caro que isso.

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Eu acho que é o plano. É um verdadeiro plano de saúde. É um preço. Realmente. O Luiz eu é. Como é que as pessoas ficam sabendo sobre Está no seu Instagram? Tem um link em algum lugar fácil? Então a gente. Eu sou um senhor de idade como você paga? Então que acontece? Eu e os computadores temos um problema geracional.

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Só para você ter uma ideia, o primeiro computador que eu tive eu tinha era um Pentium três. Eu tinha 35 anos, então os meus filhos nasceram já nesse universo. Vetorizar eu acho uma graça, porque eles já sabem tudo, sempre souberam. Eu não consigo nem digitar com os dois. Me diga, vou poder dizer só assim, digitando na tela do celular.

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Então, eu sou muito lento nessas coisas. Aí veio a pandemia. Aí eu falei Bom, agora como nós vamos fazer? E aí eu descobri que existia Instagram, essas coisas do Facebook, essas coisas sem zoom, e começou a transferir tudo para o Plus ou para o online, claro. Terminou a pandemia. Não houve uma Não, As coisas não voltaram a ser como antes.

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As pessoas se adaptaram a esse tipo de comportamento. Então, hoje essas, essas coisas são fazem parte do nosso cotidiano. Então eu tenho até o Instagram, que não é meu, é institucional da Clínica da Uva, tem aqui chefe, negócio, aqui tem, tem mais. Eu já botei o link do Instagram de vocês na descrição do YouTube, então isso já está feito.

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Eu resolvi criar e no E no link da bio do instagram tem o Dom Vander e ponto com.br e se não me engano que é o insight é. E então acompanhar o instagram e entrar no site. Vocês tem todas as informações sobre as atividades, inclusive sobre esse programa que vai haver. A segunda turma vai começar em agosto. A minha expectativa é que a gente ultrapasse o número de participantes na segunda turma.

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Então, de fato, eu vou ter que ampliar o tamanho da sala do zoom. Você vai ter um negócio muito legal, Está sendo muito bom. Dá um trabalho desgraçado, porque você sabe muita gente, muitas perguntas, muitas dúvidas, muita. Sempre tem um conflito. Tenho uma entrarmos, levo o microfone aí Fulana é sempre aquela coisa, fica brava, fica. Tem gente que mais tá mais ligado.

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Japona, se irrita com Faleiros, tem maneiras de gerir isso também. Eu posso te ajudar. A gente faz bastante desse negócio aí também. Tudo bem, então eu vou aprender. Eu aceito de muito bom grado orientações, porque assim eu tenho um amigo meu que é professor, joga aqui na escola em frente a minha clínica. Ele é um cara muito conhecido, deve ter ouvido falar dele.

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Ele chama se Marcos Rojo. Lá o Marquinhos vem aqui em casa sempre, tipo a gente vai fazer festival de ioga aqui em Paraty. O Marquinhos já. Então entrou o Marquinhos, o Marcos, a Deise e a Carol. Então em frente. A gente é muito amigo, mora no mesmo bairro e é diferente um do outro. Então fala O Marcos não sabe a inveja que eu tenho de você?

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Você tem. Os seus filhos seguiram o seu caminho. Os meus nenhum. Eu só tenho a filha artista. Não tenho nenhum filho médico. Ele Parece que eles seguiram o seu caminho sem hoje eu não sei. Não é outro tipo de atividade também. Ninguém quer saber de me ajudar. Todos eles estão envolvidos nas suas artes, na sua música, nas suas artes visuais, nos seus designers, etc.

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E eu falo com o Marcos, poxa, eu vejo aí o Marquinhos, a Carol, todo mundo te ajudando e não tem ninguém para me ajudar. Então você está dotado e vai ser uma boa aluna. E agora vai, Já está dotado para me ajudar. Esse departamento aí, além de usar a mesma afiliação, você teve muito mais coragem do que eu de ficar cinco anos e meio em jejum de sete anos e as estratégia por que eu tinha ficado tanto tempo lá?

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Porque existe a teoria e a prática. Na prática, a teoria é bastante diferente. Luiz Guilherme No papel, eles dizem que leva cinco anos e meio, mas na prática não leva, não leva um pouco, é quebrado. Não é só, enfim. Então a gente tem essa mesma afiliação. Eu não estudei lá, eu não fiz graduação lá porque eu já não tinha mais idade e paciência e para poder passar por esse processo, minha vida já não permitia, né?

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Desconhecido

E ficar cinco anos e meio na deixa, sabe o que adianta? Cara, esta ideia existe na prática, muito poucas pessoas tem ideia, mas eu já vou contar, eu vou contar. Essa mostrou, vou contar melhor. Quando eu cheguei, já peguei um trenzinho errado de prótese, sim. E aí fui de táxi, de vários cortes até chegar no jornal e me largaram lá.

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Agora você pega aqui o veículo dentro para poder seguir quando eu ver que ali é. O táxi era puxada por dromedário, a carroceria puxada por camelo e em Gujarat tem três carrocinha puxada por camelo. Foi Jesus! Onde é que eu vim parar? Mas não tem o Fábio sagrado. É, Luiz, eu queria falar assim para a reta final, para a gente encerrar.

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E você fez um comentário no início da Live que o que ficou guardado aqui na minha cabeça, doutor, eu quero ser ministro da Saúde lá na aplicação para medicina e para medicina pública e tal. E eu queria te perguntar isso assim eu te pedi três aprendizados do governo e você entregou mais do que três. Na verdade, muito mais do que três.

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Mas eu queria te perguntar assim se eu fosse eleito presidente da República, eu te botasse de ministro da Saúde? E o que uma coisa que você acha que você faria? Para que a gente precisa fazer dentro da saúde pública brasileira para ir numa direção melhor? Pergunta simples, rápida, fácil. Agora, nem simples, nem rápida e muito menos fácil, porque nós temos.

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Uma conquista. Vamos. A gente conquista um negócio que as pessoas não avaliam o valor disso, exatamente o valor disso. Nós temos um negócio chamado Sistema Único de Saúde, que é uma preciosidade. E desde que ele foi implantado, eu me lembro quando ele foi implantado, ele tem sido sustentado a duras penas pelo esforço de muitas pessoas, mas também tem os seus boicotes do SUS sobre as suas.

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Desconhecido

Oposições em função de outros interesses. Sim, o Brasil. Ele vive um problema meio esquizofrênico. Não é ele. Eu fico imaginando uma parcela da população. Fico imaginando um país sem Estado e outra parcela fica imaginando um Estado sem país. Então é meio complicado isso. Agora você está vendo que aconteceu no Rio Grande do Sul. É um debate completamente absurdo sobre quem está habilitado a lidar com essa situação.

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Desconhecido

É claro que todos precisam lidar com essa situação. O indivíduo, o cidadão e o Estado. Sem os recursos do Estado, não. A sociedade civil não dá conta de um problema como esse sem a participação dos cidadãos, O Estado também isoladamente, está contra Mim está uma coisa que eu poderia gostaria que de fazer a fortalecer o Sistema Único de Saúde e torná lo mais.

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Desconhecido

Eficiente no atendimento das pessoas, Mais para que ele se torne mais eficiente, ele precisa parar de ser cachorro correndo atrás do próprio rabo, porque qual é o problema hoje do Sistema Único de Saúde? É o reflexo da ordem do avanço, entre aspas, da medicina, o SUS. Ele se sente instado a oferecer os melhores recursos tecnológicos para a população, tratamentos que são absolutamente onerosos custam uma fortuna.

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Desconhecido

Recursos de exames, etc. Que são muito caros. Então, se eu pudesse fazer e implantar no SUS, como política pública, o meu programa não vem sendo essa. Talvez ficar na prática pronto e a significar na prática, uma economia extraordinária de recursos, porque não vai precisar de tanta ressonância, não vai precisar de tanto medicamento de alto custo. Se você é saudável, você enxuga os custos do sistema.

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Desconhecido

Agora, para enxugar os custos do sistema, a SUS precisaria implantar a medicina preventiva. Agora, para implantar a medicina preventiva. Os profissionais de saúde vão ter que buscar ferramentas, métodos, conhecimento fora daquilo que se faz nas universidades. Hoje vai ter que buscar conhecimento em outros lugares, por que infelizmente, o que nós chamamos de medicina preventiva hoje está distante do que a medicina preventiva de fato é.

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Desconhecido

Vacina não é medicina preventiva. Você tanto que as pessoas tomaram vacina, dá convite, pegaram convite, porque a proposta da vacina não é prevenir a doença, é atenuar os impactos da doença. Reduzir, reduzir a transmissão. Fazer mamografia não é prevenção do câncer de mama. Se bobear, até o contrário, porque é tanta radiação que é capaz só até ter alguma mutação causada por esse tipo de exame.

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Desconhecido

Não é o que a mamografia faz. Ela faz um diagnóstico precoce, não é? Então, tudo que nós chamamos de prevenção na medicina moderna, na verdade não é exatamente prevenção, mas confunde se diagnóstico precoce com prevenção. O diagnóstico precoce é muito bem vindo. Toda doença, quanto mais precocemente o diagnosticado e você sabe disso por conta da vida, é mais fácil tratar essa saia do que ir para a Copa, do que é para achar que está na raia do tempo, da arte ou do crime.

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Desconhecido

BEDA quando chega no BEDA é a morte. Você acolhe sincronicidade. Eu estou falando aqui, pois aqui é o papo particular a bom entendedor das internas, entendeu, né? É um papo interno de uma coisa aqui, de quem diz está. Estou falando de como a doença é vista, a evolução da doença, a vista não é. É. Então eu ensina isso.

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Desconhecido

Quanto mais cedo você tratar, mais fácil Se você identifica precocemente um desequilíbrio e tratá lo e nem doença vira, né? Então é isso que eu gostaria de fazer. É implantar no SUS uma política realmente de promoção da saúde, de prevenção das enfermidades. Mas como isso não vai acontecer, eu deixo pra próxima geração. Apoio você no seu pleito jogando a sua batata quente aqui bem no meu colo.

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Desconhecido

O governo pode pegar a abóbora aqui que é grande. Batata! É por eu assim eu tenho a sensação. Eu tenho um filho de que esse seu plano ele funcionaria, mas bateria de frente com alguns interesses de corporações, Com certeza. Às vezes eu temo pela minha vida, digamos assim. Eu falo tem que ficar um pouco. É bom não falar muito isso que eu não falo pensando, mas não falo aqui.

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Desconhecido

Eu estou falando uma barbaridade. Não estou falando pelos últimos dez, 15 anos para não falei aqui, mas às vezes eu penso nisso. Falei Eu acho que tem gente que não vai gostar desse. Certamente tem gente que não larga isso, vai ficar bem chateada, porque, você sabe, você deve ter estudado a mitologia do sofrimento humano. Existe uma história por que nós sofremos É um mito a respeito do mito védico a respeito disso, que inclusive está descrito no próprio chacra.

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Desconhecido

A história diz o seguinte Olha, houve um tempo que a gente não sofria, mas quando a gente começou a ficar ambicioso, ganancioso e preguiçoso, o sofrimento começou. Então a gente começou a acumular para não ter que trabalhar. Criou se essa fantasia de aposentadoria aos 40 anos. Tem muita gente que sonha com isso. Eu sou o contrário. Eu quero, nunca quero poder nunca precisar me aposentar.

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Desconhecido

Mas faz parte do nosso modo de pensar. A fantasia de se aposentar, ir para Polinésia, ficar na praia fumando um baseado, tá tudo certo. Isso é parte do sonho juvenil. Então, para poder realizar isso, as pessoas acumulam, acumulam e acumulam e acumula. E por acumular, começa a ficar com medo de perder. Sabe? Começa a ter insegurança e começa a invejar que o outro tem mais do que você.

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Desconhecido

Esse o sofrimento humano começa a partir desse momento em que a gente ambiciona demasiado, tem muita ganância, é demais. E aí começa uma problema para a cabeça. Não? Então é óbvio que, como existe esse tipo de coisa, quando você começa a propor, não é?

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Desconhecido

Algo que quebra essa lógica, você se torna uma pessoa assim Opa, esse cara está fazendo aí terrorista, não é? Essa ideia de revolucionários estarem, mas pelo óbvio, não é uma revolução pelo óbvio. Então, esse é o meu sonho. Se um dia a gente conseguir, se eu conseguir realizar isso, vou ficar feliz. E a gente lançou essa pequena semente desse programa Vida longa sequência, cuja ideia é ensinar as pessoas a terem uma vida longa sem doença.

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Desconhecido

O que significa economia, qualidade, várias coisas positivas. Se eu pudesse levar isso para o SUS, o serviço público seria demais. Já imaginou se você imaginou, já que ninguém está todo mundo de boa? Eu Eu penso nisso demais. Eu vou pegar essa abóbora quente da sua mão com todo o prazer dos grãos. Mas segura a onda aí. A gente ainda tem muita coisa para fazer e tem.

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Desconhecido

Que bom, Que maravilha, que honra! Obrigado pela tua presença, pela generosidade do conteúdo e estou ansioso sim para o início dessas aulas. Acho que vai ser bem legal. Já estava aqui do tipo vou te mandar um WhatsApp depois para alinhar melhor e aí quando for começar, já para a galera ficar apaziguada. Aqui também a gente divulga isso novamente, porque de agora até lá, eu vou organizar direitinho, ver o dia da semana que é mais conveniente e tô muito entusiasmado porque a primeira turma tá indo muito bem, né?

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Desconhecido

Que legal! O pessoal está ser bem presente, essas coisas muito grandes. A gente sempre tem jeito de falar. Não é isso que eu queria fazer. Aí larga então o número de desistências do programa é muito pequeno. Se liga agora tem mais de 100 participantes e um número grande de pessoas. Até agora, duas pessoas desistiram por motivos pessoais, que pode romper com o programa em si.

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Desconhecido

O programa é leve e ilustrativo, é interessante e não dói no bolso. Enfim, é tudo ótimo. Então vamos fazer uma segunda turma. Eu conto com a sua ajuda para divulgar e fazer esse grupo ainda, que vai ser uma honra para mim poder te ajudar. Matheus, tamo junto! Obrigado pela presença de todo mundo aqui nessa nossa live super de quase duas horas e muito em breve eu dou.

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Desconhecido

Eu divulgo aí os próximos passos para esse, para essa nova com mais duas. Guilherme Os Guilherme, obrigado por tudo e vamos continuar falando. Eu vou te mandar mensagens aqui para a gente continuar desenvolvendo coisinhas. Fiquem todos muito bem, até uma ótima semana, pessoal da próxima. Bom, tchau, tchau, tchau.

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Desconhecido

O.

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Desconhecido

Celular. Tudo O.

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