PDC #191 - O Preço da Vaidade
A vaidade é um dos pecados capitais e quando se trata de negócios, fica ainda mais complicado. Muitos projetos, carreiras e empresas foram devastados por rompantes de vaidade e ego inflados.

A vaidade é um dos pecados capitais e quando se trata de negócios, fica ainda mais complicado. Muitos projetos, carreiras e empresas foram devastados por rompantes de vaidade e ego inflados.
A dificuldade para estabelecer limites na gestão e/ou relação com clientes e equipe, pode trazer desconfortos futuros. Você precisa estar presente, ser próximo, mas não tem a necessidade de ser íntimo.
A falta de uma boa e assertiva gestão pode gerar inúmeros e desnecessários desafios para empresas e equipes. Uma liderança atenta, humilde e com um olhar apurado para equipe e mercado, minimiza e muito estes riscos.
Será que os obstáculos ou processos burocráticos interferem no fechamento de negócios? Cuidado com processos morosos e rotinas que se repetem para não prejudicar as suas vendas e até mesmo desenvolver rejeições para o seu produto e/ou serviço.
Ter muito talento, habilidades e facilidade para aprender é algo fenomenal e que todos adoraríamos. Entretanto, muitas vezes o resultado e reconhecimento não vem na mesma intensidade. O que falta? Por que isto acontece?
Demandas que se acumulam, compromissos e mais compromissos... Necessidade de mais tempo e nem sempre temos o tempo para analisar, avaliar, contemplar e viver.
Nosso país e população gosta e muito de ser influenciada por terceiros. Nem sempre o cuidado na escolha destes influenciadores é o adequado e acabamos errando na mão. Vale o alerta para construir uma carreira consistente e fundamentada e situações relevantes.
As alianças estratégicas são fundamentais para empresas e profissionais, seja na área de produto e/ou serviço. As alianças aceleram, complementam e proporcionam novos olhares para os negócios e futuro. Aproveite para acompanhar o Canal do Youtube - O NOVO HUNTER, faça a inscrição no link. https://bit.ly/podcast-onovohunter
Todos os meses pretendo analisar e opinar sobre um assunto que julgo relevante e que ganhou destaque na imprensa. Neste Reflexões 01, falo dos quase 6,2 milhões de pedidos de demissão acumulados nos últimos 12 meses aqui no Brasil.
A falta de paciência e sonhos com olhar para o futuro, nos deixam vulneráveis. Abdicamos do futuro por conta de benefícios ou recompensas temporárias.
Vivemos um momento muito peculiar quando falamos de empregos. O nível de escassez de talentos para ocuparem posições dentro das organizações aumenta em todo o mundo. Faltam pessoas qualificadas e disponíveis para aprender e/ou ocupar os cargos. O que pode ser feito?
Empresas familiares costumam sofrer na hora de planejar a sucessão. O processo é complexo, envolve muita emoção e gera insegurança para o mercado e muitas vezes comunidade. Um plano de sucessão bem elaborado e com a devida atenção elimina boa parte deste atrito.
Com o tempo, tudo que conhecemos, precerá. Inovar pasou de uma alternativa para necessidade. A sobrevivência de empresas, negócios e profissionais passa diretamente pela sua capacidade de gerar inovações radicais, disruptivas e que tragam novos mercados e oportunidades.
Propor mudanças para uma equipe experiente e que já experimentou uma série de dissabores, não é simples. Existe resistência, conflito e por vezes boicote. Mas, podemos mudar este cenário?
A perfeição exige energia, muito esforço e dedicação. Esta perfeição nem sempre é percebida e valorizada conforme as nossas expectativas. Vivemos um momento de ansiedade, velocidade e praticidade, portanto a entrega no tempo certo é fundamental.
A demanda por feedback cresce nas empresas e a liderança se desdobra para suprir as expectativas da equipe. Muitos líderes desenvolveram estratégias para ganhar escala no ambiente digital e assim potencializar o relacionamento com o time. Vale ficar atento para a importância de manter os momentos OFF, presenciais e individuais com os integrantes do time.
Clarificar as informações, compartilhar os movimentos, estratégias e alguns resultados é primordial para manter a equipe engajada. Para obtermos o esforço adicional de todos, precisamos confiar, compartilhar e aprimorar.
Cuidado para não perder o controle da situação, exceder limites sem ter a segurança e garantias mínimas de sucesso. Nosso ego muitas vezes potencializa erros e deixa marcas desnecessárias em nossa biografia.
Criticar é muito simples, prático e inclusive libertador. Traz uma sensação confortante de "fiz a minha parte", mas... Onde estão as idéias, sugestões, engajamento, participação e atitude? Bater e correr, esta é a proposta?
Precisamos controlar a nossa ansiedade, minimizar erros, aumentar a performance e não perder tempo. O direcionamento claro e efetivo passou a ter um nível elevado de importância em nossa rotina. Buscamos respostas, caminhos e atalhos para atingir os nossos objetivos.
Nosso país é próspero e apresenta muitas oportunidades para aqueles que desejam evoluir, mas também é sensível aos oportunistas de plantão. Vivemos em um ambiente onde o perfil 171 ainda faz sucesso e tem muita força. Precisamos extinguir isto de nossa cultura.
Gatilhos emocionais despertam reações das mais variadas em todos nós. A emoção movimenta, potencializa, acelera!
Precsiamos rever a postura e a qualidade da nossa comunicação. Geramos muitos conflitos pela falta de bom senso e cuidado no momento de nos comunicarmos.
Liderar é primordial para o crescimento de fámilias e empresas. Quem lidera tem muitas responsabilidades e precisa estar preparado para o nível do desafio, que não é simples. Neste podcast falo do tema e correlaciono com a falta de lideranças preparadas para o mercado.
Como estou empregando o meu tempo? Será que estou de fato usando este ativo tão importante e finito de forma inteligente ou apenas consumindo?
Impressionante a capacidade do mercado e das pessoas de consumir e potencializar polêmica, notícias negativas e fakes. Parece que temos atração pela falta de verdade, simplicidade e objetividade.
Saber o momento oportuno para rever a trajetória e entender que já fizemos o suficiente e devemos sair do jogo, não é simples. Muitos permanecem ocupando espaço e arranhando suas histórias de sucesso por falta de atitude.
É claro que a vida seria bem melhor se recebessemos apenas SIM pelo caminho, mas a realidade é diferente. Considero que o NÃO é muito importante, pois faz pensar, rever cenários e otimizar o tempo.
A resistência para aceitar os novos tempos, hábitos e comportamentos, persiste e atrapalha a evolução das organizações. Esta batalha de resistir e impor uma posição conquistada no passado, sem aceitar os novos rumos do mercado é sempre perigosa.
Vivemos uma fase de transição onde observamos muitas oportunidades profissionais disponíveis e poucos candidatos dispostos a trabalhar. O que ocorre? Onde estão estes profissionais? Confere neste episódio a minha análise.