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Vibe Coding: Revolução Dev ou só mais uma Modinha?

Apr 16, 202550 min
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Neste episódio do Product Guru's, nos aprofundamos no universo do Vibe coding — uma nova abordagem de desenvolvimento de software que tem ganhado força nas redes sociais e na bolha tech. A conversa gira em torno do conceito criado por Andrej Karpathy, um dos fundadores da OpenAI, onde programar passa a ser algo mais fluido, intuitivo e baseado na interação com ferramentas de inteligência artificial, como LLMs e plataformas no-code/low-code. O bate-papo traz reflexões sobre o papel da comunidade dev, a relação entre senioridade e uso de ferramentas como o vibe coding, e até onde essa tendência pode realmente substituir (ou não) o programador tradicional. Com um olhar realista e crítico, o episódio mostra como o vibe coding pode ser útil para MVPs, pequenos projetos e validações rápidas, mas continua longe de ser a bala de prata para sistemas robustos e escaláveis. Uma conversa essencial para quem quer entender o futuro da programação de forma descomplicada e sincera./// Os melhores profissionais estão sempre um passo à frente. Seja PM3!Neste mês, a PM3 completa 7 anos! Para comemorar, eles liberaram uma Lista VIP exclusiva, disponível até 11 de março. Ao entrar, você garante acesso a uma oferta, além de surpresas exclusivas - antes de todo mundo - para se tornar aluno PM3 e dar um passo à frente na sua carreira. E o melhor de tudo: economizando.Não perca essa oportunidade! Escaneie o QR code na tela ou acesse o link na bio e garanta seu lugar!https://go.pm3.com.br/Lista-Vip-PG/// Onde encontrar o convidado:Site → http://lincolixavier.comMinha Comunidade → http://gonomadz.comMeus Quadros → http://horizontesquadros.comYoutube → http://youtube.com/@lincoli.xavier Instagram → http://instagram.com/lincoli.xavierSubstack → http://lincolixavier.substack.comDev.tohttp://dev.to/lincolixavierLinkedin → http://linkedin.com/in/lincoli-xavierTikTok → http://tiktok.com/@aprendaalgotododia/// Nesse episódio abordamos:Vibe coding é uma abordagem fluida e intuitiva de programar com IA.O termo surgiu recentemente no Twitter por um fundador da Hopping.É útil para MVPs, protótipos rápidos e projetos regionais.Ferramentas como Lobe e Cursor estão no centro dessa prática.Pode ser uma armadilha para iniciantes sem base em programação.Programadores experientes usam para automatizar tarefas repetitivas.Sistemas complexos ainda dependem de desenvolvimento tradicional.A comunidade dev brasileira está dividida entre ceticismo e hype.Previsões de substituição total do dev são exageradas e marqueteiras.Dominar os fundamentos continua sendo essencial para o futuro./// Capítulos:00:00 Introdução ao conceito de Vibe Coding00:59 Contextualização do tema - Vibe Coding02:00 O surgimento do termo e suas origens no Twitter04:09 Apresentação do patrocinador PM305:01 A dificuldade de acompanhar o hype do vibe coding06:22 Vibe coding e LLMs: o que são e como funcionam08:05 É uma evolução real ou só modinha de coach?09:29 A história das abstrações no desenvolvimento11:27 Democratização da programação e suas consequências13:21 Onde vibe coding funciona e onde não funciona15:10 Limitações técnicas e altos custos17:32 Casos de uso realistas: sistemas regionais e MVPs20:06 Polêmicas nas redes: manutenção e segurança23:31 A ilusão de independência do programador25:21 A relação entre senioridade e uso de IA no dev27:15 Júnior vs. Sênior: como tirar melhor proveito da ferramenta30:33 A IA vai substituir o dev? Visões do Altman e da Antropic32:02 A bolha tech e o impacto da realidade nas previsões34:01 Diversidade no mercado de software e uso de tecnologias antigas36:04 Críticas aos discursos exagerados das big techs39:20 O que realmente importa: fundamentos e prática constante41:01 O papel da comunidade dev diante de novas tendências45:12 Criatividade, produtividade e paixão por construir47:06 Considerações finais e recado do convidado48:15 Contato, mentoria e comunidade para devs nômades

Transcript

Então, né, é um é uma coisa meio abstrata assim, né, que tá meio ainda é sendo sendo lapidada, porque é literalmente uma coisa que nasceu há 2 meses atrás, pra ser mais exato, né? O um dos fundadores da open AI cunhou esse termo há há uns 2 meses atrás no Twitter. Inclusive foi um Twitter dele que ele escreveu o Andrej e ele falou, não sei se fala assim, o

nome dele. É, e ele falou sobre essa onda aí do esse tal de uma nova forma de programar, que era o Vibe code, que ele chamou de Vibe code, que nada mais é, como o nome sugere, é você seguir a Vibe programando, né? É bem uma coisa assim, bem fluida, uma coisa que você tem que sentir AAA, energia das ideias fluindo pela sua cabeça e você deixando não pensando em código.

Oi, tudo bem com você? Meu nome é Paulo shioge e sejam bem vindos ao proi tiguruz, o podcast que a voz por trás de 2 produtos, mas que também aborda negócios, tecnologia e carreira de peito aberto, hoje, mais uma vez me adentro a bolha deve por quê? Porque na última vez eu conversei com qual produto, né? É sobre, porque porque deve não gosta. De do pessoal de produtos. Porque o pessoal de produtos gosta dos deves, né? É, isso daí vem muito mais da bolha de deve do que da pessoal

de produtos. É e ele que o Pedro é, conversou com a gente. O link desse episódio com o Pedro tá na descrição aqui. Caso você queira ver hoje, eu adentro a bolha deve com um pouco mais de cuidado, porque hoje a gente vai falar sobre algo, sobre o futuro dos deves. Que é o Vibe code? O Vibe codin é. E pra falar sobre isso eu trouxe alguém que no Twitter defende com unhas residentes. O Vibe code aqui é o Nico. Você tá bem? Eu.

Tô bem, tô bem, Paulo, obrigado. Unhas e dentes é um pouco demais também, né? Ixi que isso o é é hoje o episódio vai ser a favor do Vibe code ou a gente vai meter o pau só pra gente entender? Não, a gente vai fazer os 2, na verdade. Isso ótimo, foi perfeito. É você que está assistindo e ouvindo a gente pelo Spotify e Apple podcast. Clique no botão seguir, deixe

suas 5 estrelas, por favor. Isso nos ajuda bastante você que está assistindo pelo YouTube. Por favor, deixe o seu joinha, se inscreva no canal e comente sobre o vive code. É aqui que a gente vai conversar, é bastante sobre isso, eu não sei nada sobre isso, pra mim é só mais uma modinha criada pelo por algum gringo do vale do Silício e que está sendo financiada. Deveríamos abrir uma CPI para ver isso, porque é OA financiamento do iclobenator.

Por trás disso é com certeza existe, mas antes recado pra você que tá deu play, recado na nossa patrocinadora, que é APM 3 APM 3 é referência a informações na área de produtos grouph e analytics, como ensino on demand e instrutores de peso do mercado um exemplo de instrutores de peso. Joaquim Torres, né? Da faria? Diretora global da do Zé delivery e da Ambev.

Agora o lançamento é PM 3 e membership, que é a assinatura da PM 3. Com ela você tem acesso a todas as formações e aos novos bootcamps, que são turmas ao vivo cheias de conteúdos práticos. Além disso, quem é membro participa da mentoria individual, workshops exclusivos e dos eventos presenciais e da escola. De forma ilimitada, use o cupom proit gurus tudo junto, proit gurus e garanta 10% de desconto.

Vira e membro. Hoje mesmo o link tá na descrição, o QR Code tá aparecendo aqui na lateral. Você que tá assistindo pelo YouTube, não perca essa oportunidade. Vamos entrar agora sobre o tema do episódio porque eu quero é aprender hoje bastante olico. Pode chamar de li, pode chamar de li. Fica à vontade, meu nome não é muito fácil também. É meu sobrenome também? Não. Então eu me simpatizo o porque eu vejo.

Eu vou ser bem sincero aqui, tá? Porque eu acompanho as redes sociais e eu me acho muito burro, porque todo mundo que eu vejo consegue fazer um aplicativo no lovabo eu não consigo. É, e aí eu fui ver, é por causa do vibecode é o que que é o que que é o vibecode só pra gente é partir disso o que que é isso? EE, como que você definiria é essas práticas? É na sua própria experiência. EEE lendo sobre isso. Então, né, é um. É uma coisa meio abstrata assim, né, que tá meio ainda.

É sendo sendo lapidada, porque é literalmente uma coisa que nasceu há 2 meses atrás, para ser mais exato, né? O um dos fundadores da open EI cunhou esse termo há há uns 2 meses atrás no Twitter. Inclusive, foi um Twitter dele que ele escreveu o Andrej. E ele falou, não sei se fala

assim, o nome dele. É, e ele falou sobre essa onda aí do desse tal de uma nova forma de programar, que era o Vibe code, que ele chamou de Vibe code, que nada mais é, como o nome sugere, é você seguir a Vibe programando, né? É bem uma coisa assim, bem fluida, uma coisa que você tem que sentir AAA energia das ideias fluindo pela sua cabeça e você deixando não pensando em código, por mais que o nome

tenha Vibe code. Mas a ideia, no geral, é você usar AEA ferramentas de geração é de código com LLMS, et cetera e agents pra você gerar código apenas dando comandos pra inteligência artificial, né? Que é os famosos prompts, né? Pra quem não tá é acostumado com essas terminologias desse mundo maluco aí que a gente começou AA entrar nos últimos anos.

E é basicamente isso, você começa a digitar apenas texto normal, como você estivesse conversando com a pessoa e você está lá conversando com a máquina, e a máquina gera o código para você. Aí você pede, Ah, eu quero uma página de bem-vindo para o meu site, ele vai lá, ele vai programar isso para você. É na hora ali, gerando em tempo real um código que executa exatamente o que você está pedindo agora. Esse exatamente é que é o problema, na verdade, né? Porque ele vai, ele vai te

entregar algo que. Talvez atenda essa expectativa e talvez não. Qual que? Como que você definiria essa prática? É, é, é, é, é uma evolução do do, do deve? É ou é apenas algo meio que tipo 111 coisa criada por alguém só pra poder vender a solução de a? É porque você você explicando a definição do tipo de chavibe, tá, não sei o que me parece muito discursinho é de coach de Instagram, né? Destrave somente é faz OV de Vibe code é, então é faz OV, faz OVC. Não não pode fazer fazer CV não,

não pode. O é então. Como que você definiria essa prática? Porque hoje todo mundo fala sobre Vibe code, hoje todo mundo tá falando sobre lovabo, hoje todo mundo tá falando que é muito fácil você criar um aplicativo do zero sem sem saber programar e tal, não sei o que. Claro que existe consequências disso, né? É, mas como que você definiria essa prática? É uma evolução ou não é apenas algo momentâneo, um Buzz ali que não vai causar nada?

Assim é como eu disse lá No No começo da na introdução, eu, eu, eu quero, eu vou falar mal e bem, porque tem, tem, tem os 2 lados, né? A gente precisa, eu sou eu. Tento ser um pouco mais pragmático com relação a isso, né? Eu não sou fã de absolutamente nenhuma tecnologia. É as enxergam como ferramentas que podem ser boas ou ruins a depender do seu uso, né?

Então, sendo tendo essa visão. É, eu vejo sim como uma evolução em alguns aspectos e sendo sendo mais, eu vou dizer um pouco Exagerado é na minha concepção, o web code hoje, ele, ele, ele é o primeiro passo pra gente chegar na eu diria que na penúltima camada de abstração da de de alto nível que a gente tem com relação a gerar software. Porque porque que eu digo isso? É, a gente tinha é nos anos 60, o os programadores, no nos

primórdios da da era digital. Eles é programavam praticamente como se eles estivessem escrevendo ali No No, no fio elétrico, onde passa energia, dos cabos, no computador, et cetera, dos sinais elétricos, né? E aí a gente foi construindo maneira de facilitar essa comunicação com a máquina, né? E essas camadas de abstração, essas essas maneiras mais fáceis de se comunicar com o computador. Elas foram evoluindo com o

passar dos anos, né? Aí você teve a internet com com acesso à informação, a gente teve todas as plataformas digitais nascendo, a gente teve é todos os tipos de mídia sendo transformados em em formatos digitais e et cetera, né? E dentro da própria indústria de programação. De desenvolvimento de software. Isso aconteceu também, né?

É, os prêmio works de linguagem acontecem isso, né, que você tem uma linguagem de programação, você tem uma ferramenta que facilita o uso dessa linguagem de programação. Isso são níveis, né, camadas que são que existem para facilitar o nosso trabalho. E hoje a gente chegou no eu chamo de penúltimo passo, porque para mim o último passo é você. É você pensar e a coisa acontecer, né?

Para mim, esse vai ser o último passo, quando a humanidade conseguir pensar em alguma coisa e essa coisa é se tornar realidade. É vídeo que a neuralin que está fazendo, né? Coisas nesse sentido.

E hoje a gente consegue dizer, é usar texto, usar voz com a linguagem do dia a dia para gerar, gerar código, gerar resultados de. De sistemas que isso há muitos, há alguns anos atrás, era absolutamente impensável para quem não acompanha muito a academia de inteligência artificial como tópico acadêmico, né? E quando a gente pensa nisso, eu vejo hoje o webcode como uma porta de entrada para muita gente que quer realmente sentir a Vibe do o que quer que seja. Isso, né?

Com relação anão AAA, trazer ideias para o mundo real de uma maneira mais mais prática, né? Uma como que é uma democratização é da programação em, em, em, em, em pequeno nível, né? E obviamente isso tem consequências, né? Com relação, porque programação ele é uma. É uma série de fatores. É uma série de conjuntos de práticas e técnicas pensadas há décadas pra se construir algo bem feito.

Então você não tem alguma pessoa que não estudou isso entregando algo bem feito, é porque ele está usando o webcode, né? Até porque, se a gente pensar é em como essas essas linguagens de de de modelo funcionam, elas são baseadas em códigos que nós criamos no decorrer dos anos. E muitos desses códigos são ruins, né? Então você imagina que ela não, ela não sabe o que é. 11 como como conectar os pontos de um

projeto? É de uma maneira eficiente, de uma maneira que que consiga escalar, que a gente costuma falar, né, para atender mais pessoas de uma maneira segura e et cetera, porque são várias nuances ali onde a existem várias áreas diferentes para se cuidar de cada coisa, de um sistema robusto e de um sistema completo, et cetera.

Então eu vejo, sim como uma evolução nesse mais alto grau que eu mencionei, mas ao mesmo tempo é é é uma forma de democratizar e também 111 gargalo que vai se criar. Porque as pessoas vão achar que elas estão fazendo algo bem feito e na verdade elas não estão, porque elas não entendem o que que a ferramenta está fazendo, que esse é o maior gargalo que eu enxergo. Na verdade, o maior, a maior brecha dessa ferramenta são os não programadores ou

programadores iniciantes. É abusarem dessa ferramenta para construir algo para trazer para o mundo real, como um produto, algo mais tangível para as pessoas que que vão usar no, no dia a dia algum produto de fato, né? Na Na sua visão, quais então os tipos de projetos que realmente se beneficiam? É desses desse estilo de de desenvolver é e quais precisam ainda de vou colocar aqui

codificação? De uma codificação tradicional, me parece que o web code é mais pra um site Project do que pra um pra algo de uma empresa com um modelo de negócio bem estruturado, não? Ah, sim, com certeza. Porque é uma vez que você tem, é as pessoas ali habilitadas. Estou falando agora do público. É de programadores experientes que usam essas ferramentas? É, eles podem construir projetos inteiros. Projetos inteiros de uma, eu diria até de uma complexidade média.

Que foi que foi um pouco do meu caso. É com com esse tipo de ferramenta, é com as suas limitações, claro. Mas eu diria que o sistema de complexidade média ali, empresas medianas, eu diria que você consegue entregar algo aceitável se a pessoa que tá comandando AO web coding, sei lá o que isso. Como disse, né? É um, é um termo meio abstrato. Assim é estiver fazendo agora, ao mesmo tempo, sistemas onde você tem, onde você tem necessidade de times inteiros para manter, né?

Sistemas mais complexos, sistemas distribuídos, sistemas de missão crítica. É, enfim, coisa, infraestrutura de baixo nível, coisa nesse sentido. Porque se a gente pensar hoje no que o lova Bolt. O Creator fazem hoje eles pra eles tem um conjunto limitado de tipos de linguagem, de programação, tipos de de ferramental que eles conseguem produzir. Com certeza essa limitação é vai acabar num futuro não tão distante, talvez, mas você, por exemplo, não consegue construir.

É um API completa usando usando essas ferramentas, né? Você só consegue até um limite ali de. De conexão, por exemplo, com banco de dados, com autenticação e et cetera, né? Porque hoje AA. Se você pegar o lova, por exemplo, e quiser construir um sistema de ponta a ponta, você vai gastar não só o plano do lova, você vai ter que pagar o plano do suprabase e de outros serviços também. Que se de fato o seu produto é for for necessário pra sei lá, mais de 10000 pessoas, é o seu

custo pra manter isso. É usando essas ferramentas. Ele vai ser muito alto, muito, muito alto. Por conta que AA facilidade de abstração que eles te dão, eles cobram é justamente pelas por essa facilidade que você vai ter, né? Eles te dão todo o controle do código também via GitHub, via repositório, que você pode modificar não só dentro do ambiente deles, mas você consegue ali é fazer alguma coisa no sentido de é. Controlar acessos, controlar a quantidade de usuários que você

tem e coisas nesse sentido. Só que isso vai ficar tão caro que é muito mais barato você ir para uma infraestrutura tradicional, né? Você pegar, pagar um outro tipo de provider, outro tipo de servidor e manter isso é de uma maneira mais escalável e mais é correta. Vamos colocar dessa maneira, né? Porque o essas ferramentas, eles têm Oo conceito de contexto, né? Janela de contexto.

Então, à medida que você usa, vai, vai dando os comandos lá e começa a ficar meio maluco fazendo as coisas, né? Então você precisa ter um pouco mais de controle nesse sentido e você vai vai gastando o os créditos que a ferramenta te dá. Isso pode escalar infinitamente, então vai ficar muito mais caro. É EOO preço de procurar os defeitos quando tiver algum problema. Vai ser muito mais caro do que

se você tivesse. É contratado uma pessoa dedicada, um time dedicado para resolver aquele problema. Então eu diria que se você tem um produto pequeno, um produto que você não tem, é que é mais regional. Vamos colocar assim, né? E problemas mais comuns é de serem resolvidos. Quando eu digo comuns é, por exemplo, pessoas. Hoje em dia virou muito comum ter vários e vários sistemas de gestão, né? Gerais, sistema de gestão de Pet Shop, sistema de gestão de.

É de supermercado, sistema de gestão, de é corretor imobiliário. Essas coisas um pouco mais genéricas. EE regionais eu acho que atende bem, tá? Essas essas empresas que têm esses serviços é que que cobram x valor e um cara é 23 pessoas que usem o web coding para fazer um produto desse para atender uma região. Esses caras vão ser obliterados pelo custo. Eles vão ser completamente destruídos se esses caras souberem fazer.

Né? Porque é um é, ele realmente entrega coisas impressionantes com alguma, com alguns comandos, se você direcionar bem, então é é bem interessante esse aspecto. Por outro lado, se você tem um produto que você tem uma infraestrutura que você quer é alcançar mais pessoas, você quer ter algo, você quer ter um projeto robusto de fato, né?

Seguro e et cetera. Aí esqueça, não, não nem nem sonha em em em fazer isso, porque vai bicoding ele necessariamente significa que você não vai tocar no código, né? Você vai literalmente só é ir ali dando os comandoszinhos e tal. É o falando das ferramentas do Bolt e do lovabo, né? Porque tem o tem OA, tem o as ideias agora, né? Os programas que os programadores usam pra pra, pra programar, eles também têm, é essas, esse ferramental de

gerar. É os códigos através da, da, da conversa, só que é direto no editor de texto deles, né? Então isso, isso aí, ele traz 11 pouco menos de de, de interação só na mensagem, e o cara, ele vai mexendo mais direto no código ali dentro da ferramenta. É diferente do novo, por exemplo, que você não consegue editar o código lá na No No ambiente deles, né? Você só digita e aí tem essa tem essa diferença também um pouco, né?

Ou. Tem. Tem um. Tem um ponto do de de polêmica sobre sobre o vivecode que sobre no code também sobre essas essas novas coisas. Que é que eu que eu vejo a galera atacando o level é no Twitter, que é tipo o level é o cara que faz as coisas e vende muito bem. Não é o cara dos dos arrs, é ali. O tem alguma? Teve um dia que pegaram ele, não

pegaram no pé dele. Sobre a questão de manutenção, questão de segurança da do, dos produtos criados por por, verb, code EE, afins e até foi para o LinkedIn. Essa discussão também, que eu que eu que eu vi ali também é a galera falando, pô, é, me dá aí acesso a isso daí. Que em 5 minutos eu derrubo não sei o que uns comentários meio ofensivos eu acho é mas com certeza um deve brasileiro em 1 minuto derrubaria todos os produtos do level, mas é tem

essa parte também, né? AA galera, ela ela tá vendendo algo como crie seu produto sem precisar de um deve, mas quando dá problema tem que chamar o deve, né? Eu vou ser bem, quem sou eu? Eu estou na bolha deve, quem sou eu pra? É, mas é meio que faz o trabalho do fronte, não só. Em grande parte, majoritariamente. Beck ele não sabe fazer. Só que você consegue fazer o back end com com ferramentas. As ferramentas que eu mencionei anteriormente, né? É do é que são as ideias, né? O curso.

E tem tem agora o tray também, que ele é, ele é de graça por enquanto, né? E aí você consegue conectar as as, os modelos de linguagem, o Jardim, PTO cloud, et cetera, e você consegue criar PI, se consegue criar back end também, só que aí vai ser ele. É um aí já é num formato completamente independente, né? Mas ao mesmo tempo já é um programador de fato que deveria fazer isso. É o grande problema dessa questão.

É, aí entra o outro aspecto, né? Que eu falei antes, né, que a pessoa não deve fazendo isso e aí é só vai dar merda, só vai dar merda 100% das vezes, sem erro isso assim, sem medo de errar, né, porque o cara é o eu vi um post esses dias no LinkedIn, eu é eu até, eu até eu até citei no Twitter que o sonho do sítio e a galera de produto é não depender mais dos deve, né? E aí é ele ter a ideia, não, porque vocês têm as ideias ali toda hora, não, eu quero trazer isso para o mundo real, não sei

o que eu quero. Colocar essa fitness o usuário vai amar e tal. A gente fez 11 pesquisa de mercado que vai funcionar tudo perfeitamente, e aí tem todo o processo, não, aí tem que passar pelo deve droga, é, vai vir Oz, vai vir OQA, vai vir não sei o quê, né? Tem todo esse processo, até minha ideia, a ideia que a cara de produto teve, minha ideia é chegar No No mundo do cliente. É um parto, né? Literalmente não, economicamente é até mais que um parto ou 2 ou 3.

Mas é, eu vi isso, eu achei interessante. É muito real, né? AA ideia a é, quanto menos passos você, você você tiver para da sua ideia da conceção até o mundo real, melhor é isso, é isso é indiscutível. Agora, o ponto é o como, o quão tangível vai fazer isso de uma maneira satisfatória, né? É fazer isso de uma maneira OK. Porque você pode pegar um exemplo desse cara do LinkedIn lá que ele postou ele e outros, né?

Que fez. Ah, estou desligando aqui meu produto porque deu muito problema e tal. É, você vai ver, vai ver muito caso disso, com certeza, porque abriu essa porta, já é, já tá. É muito, muito disseminada essa questão de que a pessoa pode entrar no lobo da vida, no Bolt e fazer um aplicativo só dando os comandos. Mas no momento que é igual o tutorial, né? No momento que você sai do estepe ali do tutorial, vai dar ruim. Você não vai saber o que fazer. É. Então, esse é o grande problema,

né? E aí a ideia é que Oo cara de produto que quer construir algo. Aí é o meu conselho pro pro pessoal de produto, ou alguém independente quer fazer um produto, cara, chega no DFE, fala assim, ó, eu sei que essa ferramenta existe, eu sei que você pode fazer 10 vezes mais rápido e mais barato do que você faria no dia normal, e eu te pago XE tal. E aí o cara, ele pode criar um nicho de mercado, só disso inclusive, né?

Eu acho interessante essa proposta, inclusive eu tenho um colega, é que eu falei para ele isso, ele já está com 5 clientes nessa mesma, nessa mesma pegada, não são pessoas grandes, são caras que têm um trocado ali. Que eles querem investir numa ideia que eles têm, mas eles não têm dinheiro para pagar um programador que hoje, sei lá em São Paulo, cobra 18000 BRL como

sênior numa startup, entendeu? Então por mês, então esse cara tem esse dinheiro ali e ele quer botar testar uma ideia, e é para isso que Oo acho que o web code vai servir muito ainda, né? Que é para validar AMVPE, colocar projetos que tem uma fitness no ar, isso isso ele funciona perfeitamente, né? Porque você consegue. É aquela ideia de microssas, né, de você ter apenas uma funcionalidade, cor, et cetera.

Eu acho que pra isso funciona, funciona, funciona bem legal, mas a questão da segurança é é muito, muito complicado mesmo porque se você não não tiver o mínimo de noção do que é um ataque xxs, do que é que é injetion, essas coisas que podem acontecer é no front end, por exemplo, é, vai ser terrível. Você vai colocar no ar um produto que é. Qualquer hacker da Rússia, aqueles caras que ficam rodando os robozinho pra bater em um RL novas, eles vão, eles vão é

destruir seus produtos? É, vai. Vai ser isso que vai acontecer. Se a gente fosse definir o vibecode, seria um bom um bom auxiliar para os Juniors, mas é o sênior, não usaria? Seria, é isso Oo lance. 11 questão. Ou quanto mais sênior você é, mais você vai usar o Vibe code só para poder fazer OA parte chata e a parte mais estratégica EE de pensamento crítico sobre o código, o sênior teria mais como que seria essa relação entre senioridade e essa nova forma de de desenvolver Oo li?

É. Então eu vejo. A primeira parte é, eu acho que é que é OK, é verdade. O Júnior vai usar ele como? É um auxiliar. Eu sempre comento com o pessoal que você precisa saber o que a ferramenta está te entregando. Se você pediu um código, é é a mesma ideia que a gente tenha anos de críticas do Stack Overflow, que a galera copia código do Stack Overflow e jogava no simplesmente funcionava e a pessoa OK, funcionou, rodou, já era esse jogo. É vida que segue, né? Jogo que segue.

E muitos problemas vieram disso, né? Muitos problemas de débito técnico vem disso, é, e isso dentro do do webcode é uma escala muito maior, né? Do próprio ChatGPT, tá até antes do do, do do próprio ChatGPT gera uma ferramenta, é nociva pelos iniciantes a partir do momento que eles não são orientados por uma pessoa é que tem mais experiência anão usar essa ferramenta como uma muleta.

Ou como algo que ele acha que ele vai conseguir entregar mais rápido, porque ele ele sabe o que a ferramenta, ele sabe que a ferramenta vai entregar o que ele tá pedindo, mas ele não sabe o que que tá acontecendo por debaixo, ele não sabe porque que ele usou a função daquele jeito, ele não sabe. Por exemplo, você pede para o cara fazer a função, ele não sabe o que que é. 111 early heter, né? Algo nesse sentido para ser mais básico assim, né?

Falando falando em em em linguagem de código, então. Eu vejo que os júniors, eles devem pensar nessas ferramentas como como meio que tutores assim é, no sentido de é tirar dúvida, perguntar e ao mesmo tempo, sempre consultando a medida do possível, é documentação, documentações oficiais, perguntando para as pessoas que têm mais experiência, vem cá, isso aqui, isso aqui faz sentido e tal.

É porque o que é legal para os Júnior, na minha visão, é uma das coisas que o Fábio aqui tá, fala no nos vídeos dele que é. São muito, muito interessantes para quem tá começando. É no conteúdo técnico que ele fala sobre a quando você começa a programar, o que você tem que fazer é escrever código máximo que você o máximo que você conseguir, né? Você tem que você tem que programar. Não não estudar tanta teoria, mas colocar a mão na massa, né?

Pegar um código No No, no, no, no GitHub, ali EE copiar o código da mão mesmo que você não entenda o que tá acontecendo, né? Ele fala isso no vídeo e você consegue usar ferramentas como ChatGPT e esses outros. Com um direcionamento muito melhor para o seu problema que você está enfrentando, por exemplo, o Júnior. E ele consegue, ao invés de você pegar esse vídeo de copiar a solução, você pega aquela solução lá e tenta escrever ela,

né? Você mesmo não copiando e colando, é, é memória muscular mesmo, né? De você escrever aquilo ali. Eu acho que pra se os júniors usarem essas ferramentas dessa maneira, o crescimento deles vai ser muito, muito grande, porque a programação é uma, é uma. É uma profissão de prática, né? Quanto mais você fizer, melhor você vai ficar. É. Então eles eles deveriam fazer isso e não o sênior. Ele ele vai usar sim, justamente pela questão de que tem muitas

tarefas repetitivas. Por exemplo, escrever teste, talvez mocar algumas coisas, criar alguns dados falsos é organizar funções. É tarefas de refactory, por exemplo, que são técnicas estruturadas para melhorar o código que o cara sabe. Por exemplo, ó, eu peço para o cara faz um strect funk pra mim, você não tem que fazer isso na mão, ele ele faz direitinho, porque ele é um contexto muito limitado, você sabe exatamente o que ele vai fazer.

EE fica muito bem feito, né? Se você der as premissas corretas, é pra pra ferramenta, ele vai te entregar um resultado interessante, né? Isso para os sêniores eles, ele aumenta muito a produtividade. Sem dúvida nenhuma. De quem, de quem sabe o que está fazendo, de quem entende o que, AO que a essas ferramentas estão estão entregando.

É vai fazer muita diferença. Quem não está usando isso hoje, por qualquer tipo de receio, qualquer tipo de de preconceito ou desconhecimento vai ficar para trás, sem dúvida nenhuma. O como que você vê é esse entusiasmo demasiado? E o que te preocupa sobre o futuro do desenvolvimento de software? É porque Oo, fundador do do antrópico, fala que 100% do do trabalho, do dos deves vão vão ser automatizados até o final do ano. É, o sautman falava isso, mas é. Há 2 dias atrás fez uma

entrevista. É no YouTube que está viralizando hoje até no Twitter, em que ele fala que não, não é bem assim, é o objetivo dele. Não é automatizar 100% o trabalho do deve, mas sim deixar eles +10 vezes mais produtivos. É, me parece que existe um sonho que não coincide com a realidade é da iae. Então parece que o aquele papinho lá do início. De que AIA vai substituir os deves? Porque tem o lovabo, tem o

cursor, tem o não sei o quê. Conforme o tempo foi passando, a galera foi entendendo que então, gente, é, acho que a gente vai continuar precisando de deve, né? Assim não sei. É, você vê isso também. O que não é num futuro próximo que isso vai acontecer. É então pra minha visão, pra explicar minha visão sobre isso, eu vou dar um exemplo do. Do do FTP, né? Que eram é um protocolo de transferência de servidores de

arquivos, né? Você tinha 11 sisteminha de arquivos que você transfere os dados da sua máquina numa rede específica pra um servidor específico, e era assim que os sites iam pro a é nos anos 2010 e um pouco antes disso, né? É só que qual que é o detalhe é nasceu o Git, nasceu as ferramentas que automatizam esse processo. Né, onde já virou a norma você fazer do jeito mais automatizado, né? Poucas pessoas hoje é não sabem disso. Então o que que acontece?

Só que nos dias de hoje até hoje se usa FTP, em alguns, em algum lugar. A gente está falando de uma tecnologia, a gente está falando de uma tecnologia que deveria ter morrido há pelo menos 20 anos atrás, entendeu? EE assim a gente tem é porque aí outro contexto interessante, desenvolvedor de software, falando da bolha do Twitter, falando dos da galera de startup. Acha que o desenvolvimento de software é só startup, né?

Eles acham que todo mundo. Por exemplo, teste automatizado fazer teste no seu código é uma prática que é cobrada em algumas empresas e em em várias empresas de startup. Mas a imensa maioria das empresas que entregam o software em algum nível não fazem teste, né? Então a gente vive numa bolha, numa bolha. A gente vive na bolha da bolha. Né, do que é a indústria inteira

de desenvolvimento de software? Porque a galera esquece que existe a agência digital, a galera esquece que existe o mundo de embarcado, a galera esquece que existe a galera que que entrega a landing page, a galera esquece a galera que que faz sites para competição de design, por exemplo. A galera esquece que que existem diversos setores da indústria, setores de tecnologia dentro de empresas que não tem nada a ver com tecnologia. Que ainda usam os servidores

locais, né, e não são poucas. Vou dar um exemplo de uma empresa gigantesca no Brasil, que é o sesi, né? O sesi, a infraestrutura do sesi, ela não tá na nuvem, boa parte da estrutura do sesi não tá na nuvem, tá nos servidores locais do sesi e é uma é uma burocracia muito grande pra fazer qualquer tipo de alteração. Isso falando de uma empresa que é meio pública, privada, né, é que ainda tem um pouco de de Liberdade, vamos colocar assim.

Mas, cara, OAA conclusão desses exemplos é que definitivamente a ela não vai substituir o trabalho do Dev em momento nenhum próximo no futuro. Talvez em algumas startups super inchadas, em algum momento isso aconteça, mas para se tornar uma regra de mercado generalizada, nem isso não vai acontecer tão cedo, é? Obviamente, eu estou falando isso dadas as informações atuais, né?

É, a gente pode ter alguma revolução de algum paper que eles descobriram, alguma coisa mais incrível ainda que os Transformers, que é a tecnologia, é a é a ideia por trás das das LMS. Então dado que a gente conhece hoje existe alguns caras é até Oo Castilho, né?

Qual o produto você conversou que é amigo meu também, inclusive ele comentou esses dias sobre é as previsões de os de o dos pesquisadores até 2027. Mas tudo aquilo lá que eles falam sobre Ah, vai, a iaa vai conseguir ser retroalimentar e et cetera, é tudo isso vai acontecer dentro dessa bolha.

Quando isso chegar No No programa do médio, que que faz sistemas é sei lá em Mumbai, na Índia, ou que faz sistemas na no interior da Romênia, lá em Bucareste ou sei lá na capital em Bucareste. Isso não vai acontecer tão cedo, né? Isso não vai acontecer tão cedo, a gente vai ver. É muitas, muitas, muitas, muitas promessas de desses CEOs aí que falam do futuro, et cetera, mas obviamente eles vão falar disso porque é o contexto, né?

Eles vendem isso, eles precisam fazer esse discurso, não é? Definitivamente não é um argumento lógico, é simplesmente um argumento de marketing. EE, quando você entende um pouco disso, você começa a ignorar o que esses caras falam na verdade, né? Interessante você ler, é o que os pesquisadores estão fazendo. Que é um exemplo que o Castilho trouxe, né? Da das, das pesquisas e tal. Mas esquece, cara, que se eu falo que esses caras ali só

querem vender, eles têm. Eles têm uma empresa baseada nisso. É óbvio que ele vai falar que a empresa dele é o futuro, é óbvio que ele vai falar que é ele. Ele é o revolucionário, que vai ser o próximo, o próximo Steve Jobs, da da era, da da, da informação e tal. Então, assim é, tem que ter muito pé no chão. É EEE. Outra coisa aí também, né? Pra dar uma cutucada na maioria dos programadores, né?

A gente é a maioria da gente não tá no nível da, da, do dos caras que estão programando essas coisas, né? É nenhum dos caras que estão nessas empresas gigantescas. Então, meu amigo, não se preocupe que esses caras não estão pensando que você vai perder sua vaga. É por conta de uma tecnologia que nem eles, nem eles. Falam de fato que isso vai acontecer, né? Lá dentro, né? Porque é, se eu não me engano, teve até 11, eu não lembro quem foi.

Foi um dos caras da open a que comentou sobre isso. Se eu se eu lembrar do do do link do Twitch, eu eu mando pra você colocar aqui. É que era justamente sobre OOA. Cláusula que eles têm sobre falar dessas coisas é dentro da da da própria empresa. Justamente para para não quebrar esse sentimento de bolha. Esse sentimento que eles têm de você é estar vendendo um produto deles para acabar com toda uma

classe de de de profissionais. É. E aí eu posso dar vários outros exemplos, como o wix não acabou com as agências, o framer não acabou com as agências. É um Monte de outros produtos que nasceram para automatizar processo de desenvolvimento. Não, claro que várias pessoas que ficaram estagnadas perderam o mercado, né? Caras que faziam um freelancer de wordpress que cobrava 5000 BRL, isso acabou, isso não existe mais. Aí em em, em lugares pequenos, né?

Ainda tem muita gente ganhando dinheiro com o wordpress, tá, inclusive até hoje e a galera acha que não, a galera acha que o wordpress é, é, é coisa do passado, et cetera. Mas definitivamente, as bases da internet, elas são muito maiores do que as pessoas. Elas costumam enxergar, né? Quando a gente está nessa bolha de ver, Ah, não, que eu quero ver o último framework JavaScript que saiu, eu quero

ver o último livro. É que AAA editora lá dos bichinhos, lançou a orley é e a última palestra que saiu na coldcom ou na nas nas conferências que tem, que é os próprios CEO dessas empresas que fazem na Europa, et cetera. Então assim é, é, tem esse pé no chão. É saber que essas coisas mesmo, se isso fosse verdade, mesmo se isso fosse verdade, tudo que eles estão falando é aquilo que eu falei da FTP, é, tem gente que não usa até hoje, né?

Então assim, vai ter muito espaço, vai ter muito chão ainda, vai ter uma transição muito longa para o que o que a gente chame de de de substituição é nesse sentido do que esses caras falam. Então não se preocupe, mas ao mesmo tempo. Não fica ali nada também, né? Não é pra ficar achando que não vai ser Ah, não estou imune que eu vou, vou continuar, vou continuar programando em em JavaScript, fazendo, fazendo tela simples, é que eu vou estar com emprego garantido pelos próximos 2020 anos.

Isso definitivamente não é verdade. É estudar os fundamentos da programação, estudar os os fundamentos da computação vai ser a ferramenta mais poderosa de qualquer programador nos próximos anos, como sempre tem sido. Né? Então acho que esse é é Oo caminho que eu enxergo. E aí pra pra gente, acho que a gente conseguiu cobrir. É bem o Vibe code. É entender o que é que é uma Vibe. Uma Vibe é a mesma, é a bola,

deve estar numa rave. E tomaram balinha, é isso, essa é essa é a definição do Vibe code, estão na Vibe, estão sentindo o vento, né, o vento, AI nossa, o vento está muito forte, uau, olha pra mochila e fala, nossa, um jacaré, então essas coisas. Então esse é o Vibe code, é, pelo que eu entendi, a gente acha que a gente é mapeou bem as fragilidades do Vibe code, que é a questão de segurança, escalabilidade. É qual? Quais são os projetos é que faz sentido e quais não fazem

sentido? É, eu queria saber de você, qual que é o papel é da comunidade, é da bolhadev nessa questão de dessas tendências, né? Porque muitas pessoas acham que a comunidade é um lugar em que ela deve funcionar como algo meio que tipo. Calma. Pé no chão, gente, que é isso? A comunidade meio que tipo ajuda a galera meio meu Deus, vamos morrer. É meio sede da era do gelo, sabe?

Ih, vamos morrer, é como que você vê AA bolhadeve, é nesse momento em que que nem tem o Pedro lá falando calma, não é assim, vamos com calma. Tem outras pessoas também falando dentro da bolhadeve, mas você acha que. A comunidade é técnica aqui de deves. Aqui no Brasil ela é mais pé no chão ou ela está meio vislumbrada? E pelo que eu acompanho no Twitter, a bolha deve está mais na zoeira, né? Está mais no tipo, Ah, quero ver. É fazer aqui o que o tarto faz, não sei o quê.

Eu acho que é. Tem muito pouco de pé no chão? É, mas eu acho que o. O só que eu acho que eles estão indo pelo Oo caminho mais equivocado possível, né, que o pessoal eles estão é descrentes, né? Eles falam, vou falar, você falou na zoeira, né? Mas é na zoeira de de debochar disso, é na é na zoeira de de de falar de maneira pejorativa sobre isso, né? Então, e aí tem. Aí entra numa questão. É meio política, filosófica também, né?

Porque o pessoal fala muito, só porque isso te dá uma capacidade de você criar coisas. Aí fala de produto, aí fala de empreendedorismo, aí vai começar a falar de CLT, vai começar a falar, vai falar de PJ, vai começar a falar de Ah, você vai ser CO de may, aí entra num papo de não, Ah, você vai, é só, vai, sei lá, encher os bolsos dos capitalistas. Aí entra nessas discussões assim, meio sem pé, sem cabeça.

E mas no fim, eles estão na zoeira de falar de uma maneira mais pejorativa, não levando em conta de fato o poder que isso tem sem testar. E aí a gente entra num mal, num mal que é generalizado sobre qualquer tema, né? As pessoas, as pessoas, no geral, é falam as coisas sem sem nem ter testado antes. É muito normal ter ter esse tipo de preconceito sobre qualquer coisa. E aí no hype, você tem sempre você, você tem sempre 3 grupos,

né? Você tem um grupo que está lá igual são CEOs, tem o grupo dos CEOs que estão falando não, isso aqui é o futuro, sua profissão vai acabar amanhã. Tem os caras que falam não, você está maluco? Isso daí não serve nem para escrever uma ling in page do site da minha tia que vende bolo e tem os caras que tem o Pedro que fala Ah, não, isso aqui ó, dá para fazer isso, mas tem que ver o que que está acontecendo de fato. Tem a galera mais pé no chão, é os 2 primeiros grupos, os 2

primeiros grupos são os maiores. Né, que são os que fica se degladiando nas redes sociais, né? Ah, o cara fica Ah, não, mas isso é o que aconteceu, eu fiz isso aí. Enfim, aí tem a tem evidência anedótica de um lado, aí tem evidência anedótica do outro.

Eles acham que vão argumentando de uma maneira genial e na verdade é é só falta mesmo, é OOO pé no chão que você mencionou, mas eu acho que a bolha deve especialmente do Twitter. A gente está indo num num num caminho ruim no sentido de pessoal, é. Poucos estão falando disso de uma maneira mais, mais séria e testando e fazendo as coisas acontecer. É, mas a maioria é descrente, porque eles estão naquela de Ah,

isso aí, vai tirar meu emprego? Então eu não vou, não vou na mural, porque eu não quero, eu não quero. É como é dar dar uma arma pra ajudar no meu próprio assassinato, né? Coisa nesse sentido. Então eu diria que deveria ir pra um caminho mais pé no chão. E pensar nas partes boas também, né? Porque muita gente que eu tô conversando vem falar comigo no me pedindo algumas algumas sugestões na DM.

Teve um cara que chegou falando, Ah, eu vi o que você falou lá das startups, dos sites, é, eu comecei, eu comecei a crescer projeto aqui, ele saiu do papel e tal. Isso é muito isso, é a parte legal, sabe? É do pessoal chegar da comunidade e falar, nossa, olha o que eu estou construindo, porque na verdade. É, tem também 2 grupos de programadores, né? Tem aqueles que gostam de programar e tem aqueles que só querem fazer o seu, o seu horário, das 9 às 18, das 9 às

17 e fechar o computador. Os 2 grupos estão certos, né? Mas o primeiro grupo que gosta adorou essa questão de de webcode, né? Porque você está literalmente tirando tudo que você queria fazer de uma maneira mais rápida e de os projetivos menores assim que dá para fazer. É com com isso. Então é muito legal ver essa parte criativa. Aí entra a pessoa que falava que programação é arte e não sei o que tem.

Toda essa discussão também, filosófica é de dessa desse papel da programação, do que é. E o web code vem com isso que ele ele floresce muito. Essa parte criativa que eu acho super positiva é para todo mundo, é especialmente para quem é programador, trazer essas ideias que ele tem, nossa. Eu tinha uma ideia aqui de fazer isso daqui, você consegue fazer literalmente em 10 segundos, 111 protótipo daquilo e ver aquilo funcionando. Isso é uma sensação mágica.

Isso é uma sensação muito legal, porque você você vê é as coisas funcionando, é o que, pelo menos para mim é o que mais me motivou e mais me motiva é que é construir coisas. Então é você ver as coisas funcionando, é de uma é de uma satisfação, de uma realização pessoal muito grande. Então, para aqueles que gostam de fazer isso, para aqueles que gostam de programar, que gostam de construir, só tem coisa positiva, né? É. Então eu acho que vale a pena muito explorar isso.

E pelo caminho do meio termo ali, né? De não achar que que É o Fim do mundo. Mas também é não deixar AA onda passar, né? E aí as pessoas ficarem ficarem desinformadas, desatualizadas e et cetera. Isso é um recado claro para tarto. Né? O tato ele é, ele é um ele é contra o Vibe code, assim como é contra o Globoplay, assim como é contra várias outras coisas. É ali que ele posta no Twitter, é o li, muito obrigado pelo seu

tempo. Acho que a gente conseguiu compartilhar aqui alguns pensamentos e alguma visão, acho que realista, bem perto do chão, que nem você falou lá no começo sobre Vibe code, a gente não deu, usou, é isso, mas também a gente não. É foi pessimista que nem você mencionou agora, boa parte da bolha é, é muito obrigado. É você que está, você que ouviu, assistiu esse episódio, por favor, se conecte com com Lincoln Xavier. É, ele é um nômade, certo, Lincoln? Isso. Isso é o nome ele já conheceu,

quantas? Quantos países já? 42. 42 países? Olha só, e você que é PM todo o Pimpão achando? É que trabalha lá para o pessoal da da Inglaterra, dos Estados Unidos, é top. O Lincoln conheceu 42 é países. Ko, dando certo, é isso, é então com certeza um sistema que você usa, que você está ouvindo aqui, um produto que você usa, com certeza deve ter algum código do Lincoln ali. Então qualquer bug que você pegar é pode ser que foi o Lincoln que fez, é. O então se conecte com ele no LinkedIn.

Vou deixar aqui o Twitter dele para você também seguir ele no Twitter, o Nicole muito obrigado. Tem algum recado, alguma coisa? Você quer vender algo? Você tem alguma mentoria de seja nômade em 30 dias? Não em 30 dias, não, mas desde o ano passado eu comecei minha comunidade, né? Para ajudar o pessoal a fazer isso, né, a conhecer esse mundo. É, posso deixar o link aqui, né? É a nômetros e é, eu falo bastante disso no Twitter também falo sobre programação, é mentoria de programação.

Se você tiver qualquer dúvida que você vai falar é comigo, pode, me pode me chamar No No no Twitter, que eu não cobro não, tá? Se quiser trocar ideia é, fiquem à vontade, eu sou bem acessível ao pessoal, aí é, eu gosto muito de falar desse assunto, então posso deixar aqui, é. Meu meu contato, né? Além do do Twitter e-mail qualquer coisa, se vocês quiserem conversar, trocar ideia, tô sempre falando disso no Twitter e vamos viajar e programar. E vive coding.

Que isso é? Então, mentoria de graça na faixa ó com Lincoln, você quer de produto? Quer saber mais sobre tech? É quer entender como que um deve, pensa, além de sentir a Vibe? É, então chame Lincoln. É no LinkedIn, no Twitter ou até mesmo no e-mail. A gente vai deixar tudo os contatos dele aqui No No na descrição do episódio. Tá bom? Beijos, tchau, fui.

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