Hoje tem café ? Quer café? PodCafé da TI, Podcast de Tecnologia e Cafeína.
Muito bem, muito bem, muito bem! Estamos começando mais um PodCafé da TI, Podcast de tecnologia e cafeína. Meu nome é Anderson Fonseca, cafeínado nessa nova temporada, vamo que vamo junto com Vox e Alura!!!
Aqui é Guilherme Gomes, da AC Software e como de estudar!
Isso aí. Aqui é Dyogo Junqueira, VP da AC Software, pra nós é um prazer receber essa dupla hoje
um é meu xará e a outra está em Portugal. Vou deixar eles mesmo se apresentarem.
Olá pessoal, sou Diogo Pires, lidero a área demais bater um papo sobre estudos, programação, tecnologia e afins, hoje.
Oi, aqui é Dora Faggin, direto de Portugal, conversar sobre um assunto que é muito mais de vocês do que da minha área, mas é encantador.
Sensacional! Pessoal, até para o nosso a gente- o Mr. Anderson começou ali falando Alura e Vox-, queria que vocês falassem um pouquinho o que é esse projeto, o que é a Vox, qual é essa ideia que surgiu por trás dessa parceria aí que está, que está surgindo, que a gente achou extremamente interessante?
Legal então, contar um pouquinho da história Então, acho que a Alura começou dentro de uma comunidade. Eu não sei se essas pessoas conhecem essa história. .. O Guilherme e o Paulo Silveira, eles tocavam um fórum, era uma comunidade de usuários Java, isso há 20 anos atrás, talvez um pouco mais aí, acho que a galera das antigas lembra bem desse momento.
Com certeza tem bastante mosca branca aqui que conhece a Alura da da época das comunidades. E vamos dizer, o MR. Anderson Antes tava lá, não é Mr. Anderson?
Eu presenciei alguns nascimentos.
Exatamente! Talvez o Mr. Anderson acompanhou mas acho passa um pouco por isso a história. Acho que desde aulas lá no IME da USP, que tanto o Paulo como o Gui puxavam, passou pelo Gauge e a empresa foi tomando forma ali. Com o tempo, criaram a Caelum pra ser uma escola de programação ao vivo ali, trocando com alunos, uma escola num formato tradicional, e lá em 2013 começou a ideia da
Alura. Acho que desde lá tinha essa visão de que o futuro seria esse ensino mais digital, que as pessoas pudessem estudar de onde quisessem, enfim. E a Alura surge ali. E desde então a gente tem formado esse ecossistema que vai muito além da plataforma Alura. Hoje a gente está criando esse ecossistema que plugou ali outras empresas recentemente, como a FIAP, que é uma das grandes faculdades aí referência no setor de tecnologia.
No Brasil inteiro, cara, a FIAP, pô, é voltada pra tecnologia. Então o pessoal que sai da FIAP, ele normalmente já sai com o emprego certo, quase 100% das vezes, só aquele que decide montar sua própria empresa. A gente costuma falar assim.
Ou vira um baita empreendedor ou sai
Exatamente. Foi um negócio que balançou o Várias, várias notícias. Vale até um podcast depois sobre esse tema aí que foi, foi, foi muito interessante isso aí.
"Como assim aluno e FIAP juntos?"
É isso aí. E além da FIAP, a gente já - até um movimento um pouco mais antigo aí de trazer a PM3, que também era referência em produtos aqui no mercado brasileiro, além de outras iniciativas que o próprio grupo já vinha trabalhando, como a Casa do Código, pra galera que curte mais livros e se aprofundar com esse meio, iniciativa de lá...
Enfim, acho que a gente de fato está criando esse grande ecossistema de educação, de tecnologia para de alguma forma a gente ajudar na transformação da vida de toda essa galera que está querendo migrar, está querendo evoluir dentro do setor. E de novo, quando a gente fala, tecnologia não é só programação. Acho que apesar de ser o nosso foco ali no nosso coração, hoje a gente olha todo esse entorno também, tudo o que está orbitando em volta.
Então a gente está falando de UX Design, está falando de agilidade, de produto e tudo o que está aqui no entorno de programação e tecnologia. Então, essa é, resumidamente, a história da Alura até agora e planos futuros eu ainda não posso. O cara que dá spoilers é o Paulo Silveira, então se vocês querem saber os próximos passos, vão lá no LinkedIn. Mas acho que deixar a Dora contar um pouquinho história da Vox.
A Vox que tem um manifesto muito bonito aqui, olha eu li o manifesto aqui no website de vocês, vale a pena! O link vai estar na descrição do episódio, pessoal, e eu vou deixar a Dora falar um pouco por que fiquei bem interessado. Como é que essa história de "nós estudamos pessoas", né? Como é que essa-esse manifesto, como é que é a Vox? Conta pra gente, Dora.
Então, a Vox - a gente teve essa ideia em pesquisa, já naquela época muito voltado para dados e com pouco-pouca substância nesses dados, o que a gente sentia era que faltava enxergar por trás da estatística quem são essas pessoas, por que elas fazem o que elas fazem, por que elas se comportam da maneira que se comportam, decidem, compram, vão estudar? Quais são os interesses, quais são os valores?
Que isso, na verdade, complementa esses dados de uma forma que é super importante, a gente entender as razões das pessoas, o que, o que motiva de fato. Então, a ideia era essa inicialmente, isso, na verdade, só se acentuou porque as empresas começaram a ter...
todas as empresas têm acesso a uma série de dados e isso fez com que o papel da Vox ainda caminhasse mais nessa direção. Por trás desses dados existem pessoas e a gente, se a gente olha só para o que acontece a partir do click, a gente não está entendendo o contexto, a gente não está entendendo a cultura, a gente não está entendendo o entorno dessa pessoa, como pode influenciar determinadas decisões e assim por diante.
é dar elementos mais humanos para os dados que a gente enxerga hoje com muita frequência, porque, no fundo, não interessa, pode ser o dado que for por trás daquilo ainda tem uma pessoa, pode ter robôs - a gente pode até entrar nessa discussão.
Hoje em dia nunca se sabe, mas tá cada vez Mas vai ter pessoas.
Tem uma pessoa quase sempre agora.
A gente precisa olhar para quem são os alunos nosso projeto em conjunto, né? Então, tudo o que envolve pessoas e uma produção de dados a gente consegue inserir esse olhar, que é um olhar que eu acho que a gente não pode perder de vista nunca.
É, sensacional. E aí até o tema - juntando pessoal aqui de pesquisa e outro de educação. .. Como é que é essa história? Tem uma pesquisa que um estudo que vocês fizeram juntos, que é a questão de entender o objetivo e o público de estudante de tecnologia como estão inserido no mercado de trabalho, fala um pouco mais desse projeto. Como é que foi esse estudo? Como é que ele surgiu e o que que vocês observaram dele, assim como pontos mais relevantes?
Legal, eu vou contar um pouquinho da que a Dora trouxe um pouco da história da criação da Vox, que foi justamente o que nos chamou a atenção quando a gente conheceu a Dora e o Fran ali, nessa primeira interação que a gente teve, trazendo até um chapéu de produto, trabalhar com o público B2C, é muita gente diferente, muito perfil, diferente.
E difícil da gente identificar e mensurar - gente mensurar e definir personas como B2C é muito mais difícil que B2B, é algo assim que define realmente o trabalho da Vox, eu acho que tem que - pode te auxiliar bastante nesse sentido. É mais ou menos por aí, Diogo ? Essa era, era isso que estava precisando, essa era a demanda que vocês tinham?
Era exatamente isso. E acho que é, esse... Não só entender os dados em si que a gente acompanha, mas é o que a Dora trouxe assim: O que está por trás desses dados? Quem são essas pessoas? Como é que elas, onde elas vivem? A gente chegou nesse nível na pesquisa de entender aonde elas trabalham, o que elas fazem no dia delas.
Acho que foi um trabalho super profundo, que depois acho que a Dora compartilha algumas, alguns grandes números e depois a gente pode trabalhar nos insights, mas a nossa intenção ali era essa a gente quer conhecer mais essa galera que está, que está aqui com a gente. Acho que até porque a gente teve ali na Alura também uma mudança de público pós pandemia, acho que tinha, tinha uma galera ali que estava inserida na tecnologia e conhecia bastante a gente antes.
E acho que com o evento da pandemia trouxe muito mais gente, seja por necessidade ou oportunidade, né? Dado o que aconteceu, bagunçou mais ainda. Quem é essa turma que está aqui com a gente? Então a gente precisa ter mais essa sensibilidade de quem são essas pessoas e como elas estudam, o que elas estão buscando agora. .. Então acho que foi muito nesse sentido a motivação da gente buscar a Vox como parceira e começar a construir essa história junto com eles de...
Vamos tentar apontar quem são e essas histórias, necessidades, demandas dessa turma. Eu acho que teve uma coisa agora que você mencionou essa mudança de público de fato, gente, no estudo, bom, a gente tinha determinadas características das pessoas que a gente precisava para convocar para o nosso estudo. Então, uma espécie de filtro, sei lá, gênero, faixas etárias, regiões do país, pra garantir que a gente tinha uma amostra diversificada.
Mas a gente acabou como um achado do estudo, vendo que tinha muita gente na Alura em transição de carreira. E isso tem muito a ver com a pandemia, porque tem a ver com a pandemia, tem a ver com esse movimento do crescimento da tecnologia, da importância disso, do aumento da demanda de profissionais nessas áreas relacionadas à tecnologia.
E aí a gente percebeu que essas pessoas que estão em transição de carreira, elas compõem um segmento muito específico, porque elas não são, apesar de elas serem júnior na carreira de TI, elas não são júnior na carreira profissional. São pessoas que têm todo um background profissional de outras áreas e que talvez a demanda delas em relação àquilo que elas pretendem estudar. Quer dizer, talvez numa velocidade mais acelerada, talvez tenha informações que elas já tenham, elas podem cortar caminho.
E, por um outro lado, é a mesma coisa quando a gente pensa nessas pessoas enquanto profissionais, porque são pessoas que chegam já com uma bagagem e uma bagagem que pode ser muito interessante, porque ela traz eventualmente um olhar que vem de uma outra área, então traz criatividade, traz provocações diferentes. Então, entender isso, por exemplo, eu acho que é bastante importante. E esse esse movimento tem muito a ver com a pandemia, né?
Acho que muitas pessoas também começaram a questionar o que elas faziam. E já que eu posso trabalhar em casa, então eventualmente posso trabalhar com uma coisa que me interessa ou que vai me dar uma possibilidade, horizonte profissional mais ampla.
Ou até abrir o olho das pessoas para esse Porque, por exemplo, eu hoje eu moro no interior de Goiás, então assim, trabalhos com tecnologia aqui não era algo comum. Então três ou quatro empresas que você vai ter mercado e o resto você não conseguiria trabalhar ou você vai ser o técnico ali de dar manutenção em computador.
Com essa possibilidade do homeoffice muito latente, eu vi gente, por exemplo, como o meu corretor de imóveis aqui, vindo conversar comigo sobre tecnologia, sobre mudança de carreira, que eu achava que uma mudança de corretor pra programador e o cara realmente começou uma faculdade, um curso, porque ele viu a possibilidade de mudança de carreira mesmo morando no interior, então assim, popularizou a tecnologia para muita gente facilitou a essa mudança, essa transição de
carreira está muito mais fácil. E a gente está dia a dia lidando com profissionais em geral,no último ano a gente começou com histórias muito loucas, tipo assim, de cara que era carteiro e virou e tá lá trabalhando numa área de segurança, mas o cara tá lá, teve uma mudança total de vida. São histórias que cada dia estão mais comuns para a gente que está lidando diretamente no dia a dia com os profissionais assim.
Inclusive, esse é um dos motivos pelos quais Os caras estão estudando e fazendo cursinho da Alura, no app...(risadas)O cara tá no celular ali, aprendendo a codar em Java ao invés de entregar meu pacote.
A Alura tinha aulas presenciais. Depois deixou de ter e passou a ter tudo, tudo virtual. Então, isso que o Gomes estava falando da acessibilidade... A pandemia mudou completamente e trouxe novas novas possibilidades, mesmo, para pessoas que não alcançavam aqui.
E você falou uma coisa muito interessante que próprios profissionais, às vezes pensam que eles estão começando do zero. E você falou algo que o que eu vi, primeiro é uma coisa que é um fato: pós pandemia, a gente voltamos aí a vários eventos ano passado, mais de 80 eventos presenciais, etc. E eu vi o público novo, pessoas diferentes, pessoas que estavam chegando lá, a gente acostumada a fazer vários e vários anos... Pô, essa galera que é nova, né?
Então eu estou conhecendo gente nova, então a gente viu, realmente a gente não tinha dados nenhum, era só uma constatação ali que estava tendo a galera vindo de várias partes do Brasil para esse tipo de evento, de encontro de comunidade, aí pode se citar tipo de pronto Segue Frontin, uma série de comunidades onde o pessoal da Alura também estava e etc. E aí, sim, outra coisa que eu achei interessante, um caso bem real eu conheci num desses eventos um profissional
de educação física que já era há bastante tempo, um profissional de educação física e que durante a pandemia, com todo problema ele foi aprender, desenvolvimento, etc e tal e estava sendo contratado, foi contratado por uma grande empresa, uma grande rede de academias aqui do Brasil e estava lá desenvolvendo e ele, ele chegou e falou assim "Não, eu não tenho conhecimento nenhum no negócio", só que ele conhecia tanto do negócio academia, tanto do background dele
que ele conseguiu escalar de uma maneira maior, então ele era, igual você falou, um júnior como desenvolvedor, ok, mas ele tinha um background ali de academia muito grande do ambiente e às vezes o profissional que está fazendo essa migração, ele mesmo se subvaloriza, vai falar "Pô, eu estou
começando do zero." E essa transição muitas vezes a gente pode utilizar aquele background dele de carreira para utilizar em outras áreas e aproveitar isso nessa transição que realmente foi uma explosão extraordinária em todas as áreas de TI, porque eu acho que muita demanda, muita gente buscando oportunidades e abrindo o leque. Eu acho que isso aí foi um fato que todo mundo viu.
Sem dúvida. A gente tem N exemplos aqui nossos aqui. Eu lembro de cabeça que foi a Vanessa. Ela é bióloga de formação, estava fazendo um mestrado em análise de DNA e RNA, enfim, e ela veio fazer um bootcamp nosso de Data Science, não manjava nada de Python, nada, nada foi do zeraço assim.
Durante o curso ela foi se apaixonando tanto por aquilo e começando a aplicar dentro daquela realidade da biologia que ela saiu desse bootcamp gravando, foi gravar um podcast com o Gui Silveira, gravou o vídeo para o YouTube e ela acabou sendo contratada pela Fiocruz durante aquele momento mais crítico da pandemia para justamente estudar fármacos e outras, outros tipos de vacina.
É, mas ela, ela escolheu a linguagem certa. Ela, sendo bióloga, estudou Python... a linguagem tá certa.
Faz sentido, já fazia sentido da origem...
Só talvez essa piadinha se ela tivesse se
A pergunta real é: ela foi pro Bootcamp pelo
De Python eu entendo!
Eu preciso perguntar para a Vanessa agora
Vanessa, se você tá ouvindo aí, desculpa a
Mas isso é uma coisa legal. Essa transição de conhecimento.. Tem um termo que a Dora usou, que eu fiquei viajando no tempo, que é justamente a formação do profissional, e um profissional, ele é formado por muito mais do que uma skill né... Entra pro cara um curso, isso não é formar um profissional, né? Vem alguém perguntar assim "Ah, por que... Que linguagem a ter que aprender? Qual código que eu tenho que aprender? Ah, vamos começar pelo código de ética. (risadas) Né?
"Vou pro Java, vou..." Pô, não vamos pra valores aqui... E muitas vezes o que faz diferença são os soft skills, são people skills, como a gente gosta de chamar aqui, são conhecimentos prévios que você carrega e por que não, sobre o próprio negócio. Isso é uma coisa muito bacana que abre a cabeça. Ah, legal, quero fazer uma transição de carreira, mas de repente você vai continuar no mesmo segmento? Talvez, mas numa carreira diferente. Isso é muito legal, entendeu? Você assumir novos papéis.
Isso realmente é uma perspectiva muito revolucionária.
Eu acho que todos ganham, sabe? Porque, na verdade, ganha, ganha, os empregadores, ganham as instituições de ensino, ganham os alunos, ganham os profissionais, porque é isso: acaba ficando muito mais diversificado. E eu acho também - ia complementar um negócio que o Diogo disse no início sobre essa necessidade de entender um pouco melhor os alunos da Alura -. Acho que também a medida nas últimas, sei lá, última década, década e meia, esse público se diversificou muito.
Era um público mais homogêneo, porque era muito mais nichado. Era uma coisa muito específica, pouco conhecida do público geral, da sociedade como um todo, muito direcionado a partir de um interesse pessoal, e isso passou a despertar o interesse de muito mais gente. E aí é isso que o Dyogo estava falando, o Dyogo Junqueira, de que quando você vai num evento, hoje em dia você vê pessoas que você nunca imaginou que estariam ali, né?
E essa diversidade eu acho que também significou um desafio para a Alura de começar a entender um pouco melhor. Então, como é que- Quem são essas pessoas? E se elas são diversas, como é que elas se agrupam? Como é que a gente lida com as necessidades específicas de cada grupo? E assim por diante, me corrija se eu estiver errada, Diogo.
É exatamente isso, exatamente isso Dora. E, só fazendo um gancho com o que o Mr Anderson aqui falou, na Alura a gente fala muito desse profissional em T, dessa DEV em T, que é ok, é importante você se especializar nessa área que você está trabalhando, seja na linguagem que você começou a estudar...
"Cara, eu preciso entender do que o que eu estou vendendo do meu produto, as técnicas de venda. Eu preciso me aprofundar aqui., mas ao mesmo tempo eu carrego um monte de conhecimentos laterais que vão me ajudar a solucionar problemas". E isso vai muito além da tua área de especialização e de estudo. Então, até recentemente a gente inspirado num guia que tem no GitHub que é o Roadmap SH, acho que muitas e muitas aí já devem ter
te visto, A gente criou o TechGuide.SH com o nosso olhar como Alura de como essa pessoa que está estudando programação pode construir esse pensamento um pouco mais generalista que a gente vê N vantagens de ter esse profissional com esse pensamento, um pouco mais a gente chama de Gem Especialista né, que é a pessoa que consegue navegar por vários temas ao mesmo tempo que ela, super profunda e conhece aquilo que ela está fazendo. E quando a gente está partindo para o mundo, para o mundo.
E aí tem N definições né, de VUCA, Bunny, mas no final ali é esse contexto que a Dora trás, que é cada vez mais incerto, mais volátil, onde as coisas são pouco previsíveis. Esse tipo de perfil de profissional começa a fazer muita diferença. É uma pessoa que se adapta muito rápido às mudanças, consegue ter uma cabeça de solução de problemas mais acurada. Então, a gente tem trabalhado muito isso e eu acho que isso também posiciona um pouco a Alura da nossa oferta.
Como a gente tem um catálogo muito grande de cursos ali, a gente até estimula e cutuca nossos alunos e alunas a, beleza vai, vai na sua área, se aprofunda principalmente no início, se aprofunda e foca aqui, mas aproveita o tempo que você está aqui com a gente e seja curiosa, seja curioso, vai lá pegar algum tema de gestão, deixa estudar só um pouquinho de agilidade, deixa estudar um pouquinho de FIGMA, se eu estou trabalhando com front end para entender como é que é
esse handoff e como que acontece. .. Então acho que conecta um pouco com o que o Anderson falou. E aí nossa vontade era entender isso. Tipo, as pessoas estão construindo isso? Elas estão com essa intenção? E acho que o relatório trouxe bastante dessa diversidade também para a gente, como, como realmente tem- é bastante heterogêneo hoje esse público e a gente consegue inclusive ver aonde essa turma tá pesquisando assuntos fora da plataforma, o que eles fazem e valorizam ali dentro.
Então acho que foi, foi super importante.
Você jovem, que deseja uma carreira de carreira ou parar de se sentir inútil, você foi convocado para se unir ao exército da TI. Não é necessário experiência, não é necessário sanidade. Paciência poderá ser requerida e conexão com a internet será indispensável. Aliste-se hoje mesmo para o exército da TI. Se matricule na Alura.
É muito bacana Diogo, esse tipo de informação essência, do que é ser profissional, você tá falando de resolver problemas e é isso que
resolver problemas. As pessoas te pagam para resolver problemas, a não ser que seja o consultor que aí você pode inventar o problema e depois resolvê lo.
Quando a pessoa entende a função do que é um profissional, você percebe aonde essas pessoas se encaixam na sociedade e começam A participar dessa transformação, você consegue entender qual o papel de cada pecinha dessa nova construção que está acontecendo. O que a Alura está fazendo faz parte dessa nova sociedade que está em plena construção. Isso é muito, muito, muito especial.
Outra coisa que é importante falar - até o Diogo falou - que sim, era muito nichado lá atrás e o mercado automaticamente tinha profissionais nichados produzindo produtos para um publico diverso. Então eu acho que o mercado só tem a ganhar hoje com um público heterogêneo, diversificado. Eu sou extremamente a favor da diversificação da área de tecnologia em geral, porque você vai ter soluções e atender o público em geral, porque nós não somos um público nichado. Ninguém é de um jeito só.
O povo brasileiro, o povo em geral é extremamente heterogêneo, então a gente- tem gente, com a diversidade geral dentro de uma empresa e da área de TI, na de DEV, etc, só tende a trazer bons frutos aí para as empresas e para o mercado e para o resultado em geral. Então, isso aí eu acho que o mercado está vendo com muito bons olhos o que está chegando, porque ela consegue atender e atingir aquele, aquele público que às vezes alguém com uma visão nichada não conseguia.
E a gente ouviu muito nas conversas, porque a Uma foi a qualitativa, onde a gente sentou para conversar com um monte de alunos e ouvir mesmo assim tudo que eles tinham para contar para nós. E depois a gente pegou os pontos chaves que a gente levantou com esses alunos e quantificou para ter ideia do tamanho daquilo dentro de uma amostra maior, né?
Mas nas conversas a gente viu que o que a Alura oferece, que o Diogo estava comentando, né, de estimular essa curiosidade de assim "Ah, tá bom, eu só estudo programação, mas como a Alura me oferece a possibilidade de eventualmente olhar para uma outra coisa, desde que eu tenha curiosidade porque está
lá disponível para mim." Isso eles elogiam super, porque eles percebem que primeiro eles começam a ter uma noção muito mais clara do todo, então começa a ter uma visão que ela é mais 360 de como funciona tudo isso e depois elas, algumas a gente conversou e elas falaram "Bom, quando eu fiz isso, eu descobri que o que eu gosto mais não era o que eu estava estudando, é outra coisa."
Isso acontece muito, né, cara?
É muito interessante, porque essa comportada pelo que a Alura oferece, que é uma diversidade de interesse de fato.
Certeza. Até porque, até vale um comentário entende o que é o que a gente faz. Nunca, né?
se a esposa não é da área" (Gomes: tem umas pessoas de TI que nem a gente que é de TI sabe o que eles fazem, né cara?)
Esse ponto apareceu na pesquisa, tá, de não poderem compartilhar o que elas estão estudando né, Dora? Acho que teve, algumas pessoas trouxeram isso na entrevista (Dora: várias, foram várias). E isso é um dos fatores também de o por que as comunidades de tecnologia são tão
Fundamental.) Porque como não tem ninguém próximo para trocar, ela vai
temos que achar a tribo né?) É isso. Esse, na verdade é um propulsor dela se conectar a essas comunidades, seja no Discord, sejam Meetups, sejam eventos, que ela começa a conhecer e trocar com pessoas que falam a mesma língua dela. É quase isso. É uma outra linguagem de fato, que quem está inserido tem muita dificuldade de transpor isso para inclusive pessoas próximas.
Não e, assim, a gente tinha pessoas que né? Então eu estou aqui. Aí me dá uma dúvida, eu vou virar para minha esposa, para o meu marido e fala 'olha, escuta... Quer dizer, eu falo outra língua, né? São problemas que não correspondem ao repertório que as pessoas comuns têm." Então, essa é a importância da comunidade.
Uma coisa interessante que a gente viu no estar em comunidade é que a medida em que aquela pessoa vai evoluindo a sofisticação do seu conhecimento e a complexidade dos problemas que eles precisam resolver no dia a dia, eles também procuram evoluir nas comunidades que frequentam. Então, de repente, aquela comunidade lá que eu fiquei um tempão, ela já não serve mais, porque as pessoas que estão ali estão num determinado nível e eu já alcancei um
próximo. Então ele precisa buscar uma nova comunidade, onde ele compartilha não só a linguagem de quem é de TI, mas o nível de complexidade dos problemas que ele tem que lidar. Teve uma - que eu acho que foi a pessoa mais super expert que a gente conversou, aluno da Laura, já num cargo super sofisticadíssimo, complexo, era uma coisa bem avançada mesmo que ele fazia - Ele falou: "Eu estou ficando sozinho de novo, porque eu já estou com dificuldade de encontrar pessoas que enfrentam o mesmo tipo
de problema que eu." Então é isso. A evolução da comunidade é importante também, né?
E isso é uma tendência, porque é difícil às E quanto mais você se aprofunda, mais técnico você está, mais, mais sênior você está, realmente... Você acaba se tornando referência para ajudar aos anteriores, mas vai se tornando cada vez
mais difícil. É uma realidade de todos os profissionais de qualquer área, seja na segurança, no desenvolvimento, que realmente vai chegar um momento que você vai falar "Cara..." Vão ter poucos ali que vão se reunir aqui, vão comer uma pizza, porque basicamente vai chegar o momento que isso vai ser você.
Nem pizza talvez, né cara, porque é muita lá em cima, tão em alto nível.
Vamos hackear uma pizzaria e pedir para
Talvez dê problema, mas pode funcionar por um Mas isso, isso apareceu também na pesquisa. Essa história das pessoas que estão mais avançadas, de alguma forma ele tem uma senioridade maior. Esses espaços que a Dora falou, às vezes são grupos específicos de Slack que comentam e trabalham em cima, pesquisam algum tema específico, algum framework específico ou um grupo de WhatsApp com pessoas pares ali que também enfrentam os mesmos tipos de problema.
E aí são problemas, desde problemas de liderança, porque isso, isso também é um outro contexto quando se fala de senioridade em tecnologia, você pegar uma pessoa bastante técnica que de repente ela escolhe ir por um caminho de pessoas, de gestão de pessoas. Eu acho que tem um desafio bastante específico aqui e tem que escolhe o caminho técnico de se aprofundar tecnicamente. Aí você vai nichando cada vez mais esses espaços e essas trocas.
E são caminhos diferentes ali, trilhas aí. Uma decisão que em algum momento o profissional vai ter que tomar e que vai mudar completamente a forma que ele vai desenhar a carreira dele. Então assim, não dá para seguir de uma forma e de outra, paralelamente, que não vai funcionar normalmente, não vai funcionar.
E ainda tem um outro nicho que eu vou fazer existem vários, na verdade nichos paralelos da TI, mas vou fazer um highlight para o nicho de comercial na área de TI aqui quem vende produtos da área de TI? Inclusive eu estou contratando, mande seus currículos para podcast@podcafe... Pronto, já fiz uma propaganda agora podem seguir... Quer fazer a sua carreira? Me procure.
Mas eu acho que eu insisto num ponto que é Eu acho que essa é uma tendência. De fato, as pessoas acabam escolhendo mesmo porque, estar na área de TI, atuando como um profissional da área requer muito estudo, requer muita atualização. É uma coisa que demanda muito. Não só as horas de escritório, não são só as horas dedicadas ao trabalho em si, mas tem muitas horas que você precisa dedicar à manutenção dos conhecimentos que você tem sobre aquilo.
Ah, Dora, deixa eu te interromper e falar um
não tem uma regulação da profissão de profissional de TI. Se você não virou um profissional de TI e você recebe um carimbo de "Está aqui seu CRM, meu querido, agora você é um profissional ..." Não, você vai ter que estudar pra caramba para o resto da vida, meu irmão, você tem que se manter atualizado, se não você não fica" Se não você não está" Não existe um status de "agora eu sou" não, você NUNCA é. Você sempre está se tornando. Isso é uma coisa fantástica, uma coisa mágica sobre TI.
E está falando Mr.Anderson que é mestre em Que hoje não serve pra quase nada, tirando alguns legados aí, então assim basicamente.
Serve para fazer boas piadas também. Sempre rola alguma.
Mas o ponto é exatamente esse! Você passou anos dominando uma determinada tecnologia que de repente entrou em desuso, e aí você tem que começar tudo de novo, quer dizer, você não pode começar tudo de novo, você tem que estar acompanhando esse movimento permanentemente. Então, esse também é um desafio.
Então estamos falando de pessoas que estão no dia a dia, uma rotina que tem muitas atividades e muitas responsabilidades, e ainda uma pressão que a gente viu que muitas pessoas põem em si mesmas, que assim, se eu não me atualizar o tempo inteiro, eu estou fora. A gente sabe, é assim, mas não é tão assim também não é uma coisa que você precisa fica fazendo...
Não, não é. Não foi terrorismo.
A gente tem essa sensação que eu não posso Eu tenho que manter esse ritmo pra sempre. Então, por isso que eu acho que é natural que as pessoas escolham um caminho e sigam aquele caminho. Porque também não dá pra você ficar pulando de caminho em caminho, tendo esse contexto pra operar.
Mas eu acho que é super importante estimular que, mesmo que você tenha escolhido determinada direção técnica ou de gestão e tal, que a cada tanto você tem um pouquinho, acrescente um pouquinho de conhecimento das outras trilhas que não são as que você seguiu, que é para ter essa visão mais holística, que é pra entender o funcionamento como um todo, para você não virar um apertador de botão. No fim das contas.
Sim, saber aonde você se encaixa no quebra Você é só uma peça, tudo bem, mas em que lugar eu estou posicionado nesse contexto? Até porque a tendência é trabalhar com o time, né?
Exatamente.) A empatia vai fazer diferença.
E aí, dentro dessa questão que a gente falar um pouco do modelo de negócio da Alura, né? Aonde a gente acabou de falar aqui, cara, aqui, ok, vamos supor, aprendi aqui COBOL, tô em 1900 e bolinha, COBOL, legal lá na Alura... E aí, de repente, agora eu aprendi Python. Daqui três, quatro ano o Python já já era, já vai ser, sei lá, qualquer outra linguagem e daí por diante. E assim vai. E o modelo de negócio da Alura é um modelo aonde o profissional, o aluno, quando você fala de si de B2C, né, xará?
Basicamente você matriculado, você tem acesso a todos os cursos, e aí a próxima pergunta é: como é que você consegue ficar tão alinhado ao mercado e tão atento ao que está acontecendo? Porque assim, estou falando isso como, como o cliente, tá? Como quem usa e quem aqui a gente usa, etc. Então assim cara tá lá, o negócio ainda tá fomentando ali, ele já lança e coloca lá e você consegue se desenvolver.
Então o profissional de TI hoje, mesmo que você esteja aí já bem remunerado, fez sua transição de carreira, já está saindo de júnior já para, para quem sabe ali pleno, etc. Já está numa fase legal. Cara, dedique um tempo a estudar também, porque o seu conhecimento ali vai ficar
ultrapassado. Você vai ficar igual a Dora falou, ali apertador de botão, ou você vai, você vai, às vezes você pode ter um skill ou outro que te mantém ali algum tempo, mas na hora que tem um layoff, a hora que tiver uma necessidade aí de gente nova, porque as linguagens mudaram e daqui um pouco está falando de AI qualquer coisa e etc, vão precisar de profissionais que têm esse conhecimento. É inevitável. É uma questão de mercado.
É o modelo de negócio que Alura inventou e trouxe aqui pro Brasil, que eu acho que é sensacional, né?
É sensacional, realmente é sensacional. Uma coisa que eu acho muito bacana que é que te permite estar sintonizado não apenas com outras linhas, mas com que é tendência. Porque não importa qual linha que você está, por exemplo, API, irmão, não importa se você está fazendo, tem que aprender mais, tem de entender sobre isso, ponto. Você vai precisar em algum momento e é isso. Então, assim como ali tem um universo de conhecimento ao teu alcance...
Tem uma coisa que o sysadmin paciente falou com a gente aqui que foi sensacional, me arrepia de lembrar, foi na nossa season finale e ele virou e falou "Cara, abriu uma sucursal em países latinos..." Enfim, Argentina, não lembro onde foi... Ele falou "Em algum momento vai tocar o telefone com alguém falando espanhol." Então ele começou a estudar espanhol. Assim você não tem que esperar acontecer. E a Alura torna isso muito fácil, muito simples. Ali é um clique, o cara tem acesso a informação.
É exatamente isso, gente. Acho que a gente acredita muito no lifelong learning, que acho que conecta de novo com o que a Dora trouxe, assim... Tecnologia é difícil você parar de estudar. É óbvio que você vai ter momentos de se aprofundar mais ou de entregar mais, resolver um pouco mais de problema. Mas a ideia é que ao longo da sua carreira, você vá se atualizando, você vá...
Muitas vezes o que acontece é que as pessoas que estão começando não conseguem visualizar, mas às vezes vai ter que aprender uma linguagem diferente, porque a empresa enfim decidiu trocar a stack que está usando ou caiu num projeto específico que vai usar uma linguagem nova, você vai ter que se adaptar.
Eu acho que esse é o nosso, uma das nossas crenças ali, e a gente tenta construir de fato esse ecossistema, desde trabalhar o Alura para escolas e depois as pessoas que querem começar, seja com livros, com cursos livres, agora com FIAP vem graduação, pós graduação, MBA... Então a gente tenta construir toda essa oferta para quem de fato quer mergulhar na carreira de tecnologia de ponta a ponta.
E acho que o xará perguntou de como vocês fazem para manter tudo atualizado, ter esse olhar sempre para o mercado? Eu acho que tem alguns alguns pontos importantes aqui. Uma delas a gente faz questão de estar na comunidade.
A gente está em evento, a gente está no Discord e a gente está em grupos de WhatsApp, a gente está no Twitter, então a gente está ouvindo, a gente tenta pelo menos estar no máximo de lugares possíveis, ouvindo o que as pessoas estão trazendo, o que elas estão trazendo de demanda, estão trazendo de uso. Estamos conectado com pesquisa, a gente tem um time dentro da Alura que são pessoas de produtos só focadas em conteúdo.
Cada escola que a gente tem dentro da plataforma, que são, a gente, enfim, tem essas grandes áreas que a gente chama escola de front end, de escola de backend, de programação, escola de UX, Design, Data Science, UX Design, Inovação, gestão e mobile, para cada escola dessa, a gente tem uma pessoa que está conectada com tudo o que está acontecendo aí fora, acompanhando pesquisas dentro das comunidades, acompanhando outros profissionais e empresas.
Então a gente também tem o braço de Alura pra empresas no grupo, que a gente também fica recebendo a demanda das empresas, que são clientes nossas. Então a gente faz um grande catadão de todas essas informações que a gente recebe e está presente ali no dia a dia, para escolher de fato o que a gente vai gravar ou regravar especialmente. E confesso para vocês que esse é um dos nossos grandes desafios hoje.
Como que a gente mantém os nossos cursos atualizados, os cursos core ali das principais linguagens também, que demandam muito, que tem o maior volume. A gente também tem uma frequência de atualização muito maior para acompanhar todas as mudanças. Então é um trabalho bastante árduo desse time, com toda a estrutura que a gente tem de instrutores instrutoras. Hoje a gente tem um time grande também pensando na edição, transcrição, acessibilidade desses vídeos.
Eu acho que tem um time bastante grande que foca nisso e esse é um dos motivos. A gente está acompanhando o pulso do mercado e tentando entregar sempre na medida que a gente consegue. E esse up to date ali, essas atualizações bastante frequentes dos nossos cursos.
Sensacional. Uma coisa que me chama a cliente no Brasil, bastante... E eu entrei no website de vocês aqui, cara, é assim, são nomes gigantes, vale a pena conferir ali, desde Coca-Cola, Danone, Globo e assim por diante. Então assim é um portfólio de extremo respeito, pessoal, se vocês entrar aqui, vocês vão ficar encabulados porque eu tô curiosíssimo com os insights dessa pesquisa.
Então Dora, falando um pouco da pesquisa, o que que - a hora que você pegou esse resultado, você como ali de B2C, abriu a mente, assim, você conseguiu enxergar, ter essa visão realmente ali, do que o seu aluno lá na ponta tá lá, conseguiu fazer uma magnificação de personas? Como é que foi isso pra você, como resultado?
Foi transformador entender justamente essa chegou a nível de persona, mas a gente entendeu várias, várias coisas aí no meio. Acho que entre elas, um pouco sobre o momento de cada uma dessas pessoas a partir do histórico que cada uma carrega. Uma das coisas que a gente viu que pra pessoas que são muito iniciantes hoje é super confuso entender qual é o caminho para começar, então era quase assustador entrar na luta e ver lá 1400 cursos que assim.
Ela não sabia nem por onde começar. A não ser que falasse "Não, Python, eu entendo, deixa eu ir de Python aqui" Igual a Vanessa fez, alguma coisa assim?
Exatamente. Tinha essa dificuldade no começo, pesquisas prévias pra entender ou conversado com pessoas próximas, amigos que já conhecessem, quando ela entra ali de fato, tem tanta coisa que gera até uma ansiedade de putz, mas qual é o melhor?
Qual é o melhor caminho ou o caminho mais rápido? Acho que ali já trouxe alguns insights pra gente, como por exemplo, melhorar o nosso onboarding, já chegar com alguma recomendação pra pessoa já a partir de algumas perguntinhas que ela responde até enfim revisar a estrutura de arquitetura de informação da plataforma para descoberta de conteúdo, enfim, que a gente está trabalhando em cima.
Ela virou e falou: "Vocês tem que contratar o que o cara chega aqui...
"Você é da galera do Java, você vai pra lá. Você é UX, você vem pra cá."
Não só isso,mas também entender em que nível matriculou hoje na Alura que ele é beginner. Ele pode já ser super sênior.
E às vezes até ele acha que ele é beginner e Eu vejo demais isso.
E esse foi outro insight pra gente nessa adquirido, ela quer ir direto ao ponto. Ela não quer ficar navegando, ela quer... "Eu sei o que eu quero estudar aqui, então deixa eu me achar rápido aqui dentro, fazer o que eu preciso e resolver meus problemas lá no dia a dia." Então eu acho...
Até porque vocês tem tanta informação ali, é você deve ter até famosos ali, gente já consolidada no ramo, tá, está simplesmente ali porque tá fácil, a informação tá organizada, estruturada. Não vou ficar googlando nada, aqui na Alura, vou ali e pego.
Você sabe, Anderson, que isso foi um também essa galera que já está em cargos executivos mesmo, CTO e ou pessoas que foram pra área técnica, elas continuam assinando a Alura para ter lá no cinto de ferramentas dela, porque é exatamente isso que você falou. Eu sei que na Alura eu vou jogar lá e vou entender rapidamente sobre o que eu preciso, e aí eu sei orientar meu time, eu sei o caminho que precisa seguir. Então eles também enxergam um valor justamente nessa hierarquia de pesquisa deles
no dia a dia. Então a Alura, ela está presente dentro dessa hierarquia de consulta, de entender exatamente o que está pegando. Quais são as tecnologias que eu preciso estar de olho, que está todo mundo acompanhando? Isso também foi um insight dessa turma que já chega mais sênior, já chega com mais bagagem e até o próprio uso da ferramenta é muito diferente por esses perfis. Quem está mais no começo, quem está mais avançado.
Tem experiência diferente. A experiência de uso é outra experiência mesmo.
Eu imagino.
E outras necessidades, né? E eu acho que a gente não fez uma segmentação pra encontrar personas, mas essa divisão entre o cara que é iniciante, mesmo assim, o cara que tem um conhecimento intermediário, ou seja, ele não só já conhece a área, como ele também já conhece a plataforma da Alura, sabe mais ou menos o caminho que ele quer, e o sênior, essa divisão é superimportante, porque como a Alura funciona em formato de plataforma, não é uma escola física, onde você vê as pessoas
e troca essa ideia pessoalmente, você precisa entender que a demanda de cada um desses perfis é completamente diferente na mesma plataforma. Então você precisa, o cara que ele é sênior e ele usa Alura dentro desse leque de opções que ele tem pra resolver problemas do dia a dia e ter contato com o conhecimento, são informações que ele precisa ali. Esse cara ele não quer perder tempo.
Ele não vai, não quer fazer o básico, não Ele tem que responder... É realmente faz total sentido.
Nada, ele quer ir direto e se ele tiver que informação que ele quer, aquilo lá não está sendo útil pra ele. Agora, como é que você acomoda na mesma plataforma essa necessidade e necessidade do cara que abre aquilo ali a primeira vez e fala "Gente, eu vou embora porque eu não sei por onde começo?
O que é pra mim, o que eu gosto mais, qual a minha vocação dentro dessas oito, nove opções que eu tenho, só pra começar?" Então precisa ter esse olhar, conseguir dividir o público dessa maneira e triar esse público é super importante, porque eu acho que a experiência de cada um, a expectativa e a experiência que cada um quer ali são completamente diferentes. E a plataforma tem que servir os dois, os três.
Né? E aí? Aí, pensando na experiência, a Então a gente criou, por exemplo, uma comunidade no Discord. Isso a gente já tinha iniciado antes da pesquisa, mas acho que a pesquisa trouxe vários sites de como movimentar mais essa comunidade, além dos nossos alunos e alunas. Então, por exemplo, as pessoas que estão mais no início, elas precisam de mais proximidade e acho que isso até é uma tendência de cursos on line.
Enfim, de alguma forma as pessoas instrutoras ali mais próximas do dia a dia desse aluno, dessa aluna que está começando. Então a gente começou com uma série de mentorias e tratar temas específicos, grupos de estudo ali no Discord que estão estourando e foram alguns insights legais de fato de de gerar justamente essa sensação de olha, eu estou estudando com essas pessoas, as pessoas conhecerem quem são as carinhas que estão estudando ao mesmo tempo que elas ali. E o Paulo fala muito isso.
A gente gostaria que as pessoas fizessem amizade enquanto estão estudando aqui na lua e que pudessem carregar isso pra carreira, porque era isso que a gente fazia presencial. A gente ia fazer um curso. Conhecia pessoas, mantinha o contato e depois essa pessoa vai te indicar para uma vaga ou você vai fazer essa troca quando for mais sênior com essa pessoa que também vai te acompanhar nessa trajetória.
Então a gente tem falado duas palavras que são muito nossas, norteadoras aqui na Lura, que é engajamento e pertencimento. Então a gente gostaria que as pessoas se sentissem pertencentes ali da luta, saíssem com esse carinho de tipo puxa, hoje eu estou aqui numa posição super sênior e executiva em tecnologia. Lembra lá da época que eu comecei na luta? As pessoas que eu conheci ali e já carrega de alguma forma lá dos tempos de Caelum e do
Google? Hoje o grupo já carrega isso, acho que principalmente o Paulo Jie, que estavam desde o início. Mas de alguma forma a gente quer manter essa proximidade com os alunos, de estar ali trocando no dia a dia, pegando na mão quando preciso.
Óbvio que com escala isso se torna extremamente complexo, mas acho que justamente a pesquisa trouxe alguns insights de como a gente pode tratar pequenas ações do dia a dia para melhorar nesse sentido de acompanhar essas diferentes experiências para cada grupo.
Por favor, com licença.
Desculpe pelo incômodo, mas estamos fazendo Essa pesquisa contou com o preparo e o trabalho de 400 pesquisadores que trabalharam.
Por três anos inteiros para elaborar 20
Além disso, é fruto de um investimento de 5 pela iniciativa privada e conta com a credibilidade de diversos órgãos e instituições. A pesquisa dura apenas três minutos. O senhor gostaria de participar? Assim como quase 2000 pessoas já participaram? Não. Zoeira, zoeira. Vamos lá. Vamos fazer assim.
Olha, existe uma fama não, não injusta sobre E eu já trabalhei com o instituto de pesquisa também.
E.
Só acho que o Diogo nem sabe. Mas já já trabalhei com o pessoal aqui. O cara já fez de tudo na vida de outras coisas. Ele é igual vampiro, tem muitas vidas, a gente vai e volta, ele continua com a mesma cara e desse jeito vai.
Ou não de ti.
Eu vou te falar cara. Mas então, uma coisa importante no instituto de pesquisa sempre é a metodologia, porque as pessoas são tendenciosas. Por exemplo, a pesquisa de rua tem. Olha, uma curiosidade de pesquisa de rua é que você coloca as perguntas em disco, num disco redondo, porque não pode estar em lista, Porque se estiver em lista, as pessoas são tendenciosas a escolher as informações conforme a ordem da lista. Então você coloca num disco.
Olha que loucura, fica ali tudo redondo para a pessoa ter as opções dessa forma. E você só um instituto de pesquisa três, quatro, 5,0. Vocês estão em outro nível. Como é que? Como é que é isso? Como é que é essa metodologia? Como é que vocês puxam essa informação?
Então, a gente aqui eu acho que tem a ver um discutindo, de segmentação e tudo mais. Eu acho que nossa ideia junto com a Alura para esse estudo era um pouco sair do escuro, era era jogar luz e falar beleza jogando luz. O que a gente enxerga né? Quem são essas pessoas? Mas assim, essa diversidade composta como essas demandas específicas de cada um desses grupos, desses subgrupos e tudo mais. Pra isso a gente.
Nossa recomendação foi vamos conversar individualmente com as pessoas, porque o que acontece quando você faz um grupo de discussão? Primeiro, as pessoas estão tentando atender às suas expectativas de você. Entrevistador Isso sempre acontece. Então, quando você vai fazer uma entrevista, você sabe que a pessoa que está do lado de lá, ela está tentando ler o que você quer ouvir pra poder te dar a resposta que você considera correta.
Como se tivesse a resposta correta né, desse
É, porque as pessoas querem acertar.
É exata a natureza humana, né, cara?
Isso em si é uma loucura, mas é total, real Inclusive pesquisa sobre política, as pessoas querem responder qual candidato vai ganhar. Tipo assim, é o qual o time vai ganhar. É a loucura. Um negócio que não faz sentido nenhum, mas é comportamento humano.
Antecipar, porque aí você vai ter mais Então a gente tem na entrevista em grupo isso tem ainda uma tendência que se intensifica, que acaba acontecendo uma competitividade entre as pessoas. Que, dependendo do caso, isso é muito útil. Então imagina que você está discutindo, Sei lá, vamos supor que a gente está fazendo um trabalho com a Alura para discutir uma peça de comunicação que a Alura vai fazer.
O grupo é ótimo porque as pessoas, a discussão vai escalando e a gente consegue chegar em pontos que com uma pessoa só a gente, a gente não chegaria porque esgota muito rápido. Então depende muito do caso. Como o nosso caso era esse, a gente precisava realmente assim, jogar luz numa coisa que a gente ainda não enxergava a entrevista individual, ela acaba funcionando melhor porque a pessoa fica mais à vontade.
A gente tem um monte de métodos dentro da entrevista para fazer com que a pessoa se solte, se tranquilize, não tem resposta certa ou errada e tudo mais. Isso não é só no discurso que a gente faz antes da entrevista. Então, por exemplo, eu pergunto pra pessoa "Por que você gosta mais de vermelho do que de preto?" E a pessoa fica, ela falar "Eu gosto mais porque o vermelho vibra mais." E aí a gente fica em silêncio.
E a gente não fala nada, a gente não faz a próxima pergunta porque a tendência das pessoas é preencher esse silêncio é falar mais. Daí ela começa a dar uma série de explicações: "Não, mas veja bem, que vibração pra mim quer dizer isso, aquilo, aquilo lá." E é isso que interessa para nós, é chegar nesse ponto. Então a gente tem uma série de técnicas que ajudam a gente a fazer com que a entrevista renda e chegue nos pontos que a gente quer.
Por isso que, a gente na Vox, não tem muita preocupação se a pessoa está mentindo ou não está mentindo, uma hora a gente vai conseguir chegar onde a gente quer e a gente vai, vai pegar.
Inclusive, esse método do silêncio é faz a pergunta, aí você fica esperando a resposta. A pessoa responde. Você continua em silêncio. Aí ela desespera.
Não é a mentira da pessoa, é sempre uma Você não mente sobre uma coisa que você desconhece, uma coisa que está fora da tua cultura, uma coisa que está fora do teu repertório. É impossível. Então é também uma informação. Mas aí a gente fez essas entrevistas individuais, que foram muitas. E aí, como eu falei, a gente mapeou essas entrevistas, entendeu?
Por exemplo, essa divisão que o Diogo estava falando dos mais iniciantes, dos que estão num nível intermediário, depois dessas pessoas mais sênior e tal. E a gente foi para quantificar porque, está bom: dos alunos da Allura, qual é o percentual que a gente tem de iniciantes aqui? Como é que a gente vai definir quantitativamente quem é o iniciante?
Ele acabou de entrar na plataforma, a gente já sabia que esse não era um bom critério porque acabou de entrar na plataforma, um cara pode ser um sênior que estava numa escola concorrente ou que estava, por exemplo, num curso de graduação, e aí migrou para a Alura num outro momento, ou então, um profissional que tem muitos anos de carreira estava super habituado a consultar livros, por exemplo, para se informar e tal, e de repente ele entra na Alura e fala Bom, tá
bom que eu tenho um caminho muito mais fácil. Enfim, a gente precisava saber que critérios que iam definir para nós quem é iniciante, que é intermediário, quem é mais avançado ou vários outros aspectos. Isso é mais para explicar a metodologia, para poder quantificar e aí a gente poder desenhar, fazer as recomendações estratégicas, que é o que vem no final. Se a gente descobrisse que não, iniciante na plataforma da Alura, é 3% bom, então
desencana. Podemos até pensar um pouco neles, mas não é tão relevante do ponto de vista estatístico que isso ajuda a gente também a fazer essas recomendações, né?
Muito bom. E aí abre a caixa exatamente para daí, Diogo, assim caiu na sua mesa lá, cara, como é que foi isso? O que que veio a partir dali? Porque se eu estava sem serviço, não está mais até 2053
Profissional de TI sem serviço, Anderson? Isso não existe, cara.
Ele já estava ocupado, aí chega pra ele um É a loucura.
O roadmap de produto foi desenhado pela Não, gente, Foi, foi, acho que assim,né, eu citei alguns alguns exemplos aqui: Acho que esse da experiência para cada perfil de público foi um ponto super importante que apareceu e a gente tentou atacar isso com o olhar de cada um deles ali, inclusive com cabeça de produto - vVocê bota uma primeira versão no ar, a gente já está botando duas versão dois, três em cima do que do que a gente foi aprendendo, então, desde melhorar o
onboarding, redesenhar a estrutura de informação da plataforma, melhorar, busca, enfim - tiveram vários pontos ali que a gente foi, foi trabalhando nesse meio do caminho... Lembro de um outro ponto que surgiu muito forte sobre essa necessidade de suporte pelas pessoas que estão principalmente no início. A gente trabalhou desde caminhos dentro da plataforma, como Discord, como mencionei.
Então o time de conteúdo hoje está se organizando para fazer esses acompanhamentos de grupos de estudo, de mentorias que vão desde assuntos técnicos mesmo, então de pegar lá toda semana para trabalhar Java, então grupo de estudos de Java que fica debatendo as pessoas levam problemas para serem discutidos até temas mais, eu não gosto muito de soft skills, mas de habilidades pessoais.
Nós gostamos chamar de people skills.
People skills maravilhoso, que é uma boa
De soft skills, que é meio é...
Deixa pra lá e talvez seja mais importante ou
Depende da área que você for. Realmente é.
Importante. Exatamente. Então a gente fala um pouquinho de soft skills de people skills, fala de portfólio, mercado de trabalho, como construir um bom portfólio.
Acho que essa foi uma outra iniciativa que veio na sequência da pesquisa, que foi a Vitrine.dev, que a gente está começando a rodar essa essa iniciativa, que é um espaço para as pessoas irem compartilhando os projetos que elas desenvolvem a partir dos cursos e formações que elas fazem na Alura, para de alguma forma ter isso documentado para daqui um tempo elas poderem.
Voltar e se depararem com aquele código horroroso que ela escreveu no início, mas que foi perfeito para o aprendizado dela e ver o quanto ela evoluiu em três meses, em seis meses. E de alguma forma ela vai, vai fazer esse acompanhamento e depois poder expor isso para recrutadores e recrutadores do mercado.
Acho que também foi um outro ponto que surgiu da pesquisa da Oracle, justamente a questão dessa ponte entre eu me formar ali e de alguma forma passar por esse período de estudos e me conectar com o mercado.
É um segundo momento em que as pessoas ficam Porque tudo bem, agora eu conheço tudo. Agora eu entendi. Eu sei fazer as coisas que eu pretendia aprender, mas eu não conheço como entrar no mercado, por exemplo. Não tenho contatos, eu não conheço nenhuma pessoa. .." Enfim, tinha essa demanda. Agora quero saber como é que a Alura encaminhou?
Então, acho que a vitrine foi o nosso A gente está desenhando outras iniciativas agora. Não posso dar muitos spoilers aqui.
Spoiler, spoiler.
Se Paulo Silveira estivesse aqui, eu tenho poder. Eu acho, acho que esses eram os três principais grandes pontos. Óbvio que surgiram, surgiram outros pontos que a gente já foi matando muito rápido, pontos menores... Tinham alguns pontos que também surgem, que não conversam com estratégia, enfim, aí a gente ok, a gente escuta, absorve isso e toma a decisão de não
seguir. Até comentei isso com a Dora depois que a gente encerrou o trabalho, que foi muito importante a gente ter feito essa leitura pra trazer um pouco dessa mudança que aconteceu de fato. Enfim, esse mundo diferente de pessoas que entrou ali, trouxe um reflexo da nossa forma de construir também a plataforma de pensar nos conteúdos de uma forma diferente. E acho que é isso. A gente também tá inserido no mundo de tecnologia, então a gente tem que estar acompanhando, tem que estar monitorando.
Acho que a nossa vida de produto aqui, especialmente, é essa, medindo e monitorando pra onde a gente precisa ir pra gerar a melhor experiência pra turma que tá lá estudando com a gente. Eu acho que tem um ponto, só que o Diogo não mencionou e que é um ponto que a gente ouviu de uma forma um pouco menos frequente, eu diria até na quanti isso apareceu, mas como uma coisa assim, uma demanda intermediária vai. Não era uma prioridade, mas também não estava no fundo da lista.
Quer dizer, diversificar ainda mais, né?
Não acho que essa seja uma tarefa da Alura, eEu acho que essa é uma tarefa como um todo, mas a gente ouviu, por exemplo, numa das entrevistas de uma mulher e ela falava "Olha, eu gostaria de ver pessoas muito diferentes de mim trabalhando aqui, porque eu acho que eu entendo o universo do meu ponto de vista, mas eu gostaria que tivessem pessoas que entendessem o ponto de vista completamente diferente do meu com muito mais frequência eu queria ver essas pessoas, né?" E isso eu
acho que é uma coisa que a gente até discutiu quando a gente estava finalizando a pesquisa e tal. Lógico, as pessoas falam isso quando elas estão falando do universo de ti, né? Então eu acho que isso é um grande desafio, que esse universo como um todo tem de ser cada vez mais uma amostra do universo como um todo, né? Poder ser uma representação do que existe no mundo.
E esse eu acho que é um grande desafio, porque os profissionais que estão envolvidos nessa área, de uma certa forma criam um mundo onde todos nós vivemos.
E isso aí. É super importante. Precisa demais disso. Diversidade aí, nesse caso eu não tenho, não tenho dúvidas nenhuma.
Era um mercado muito fechado, muito Então a gente era aquele padrão de pessoas que está aqui pra tecnologia. Acho que cada vez mais a gente vê o mercado, o mercado se abrindo.
O estereótipo caiu, né? É isso que a Dora falou tem uma carga filosófica, uma carga poética até muito bonita do que é isso. Mas é que hoje vivemos numa empresa com ponto de vista diferente, eu, Gomes e Diogo tivemos uma sinergia ali, com pontos de vista absolutamente diferentes. E eu me lembro do nosso primeiro "nós" quando eu estava a falar assim "Olha, nós decidimos..". Aí me deu até um arrepio, eu falei cara, são três pessoas com pontos de vista completamente diferentes...
Quando você deixa de ser, quando deixa de ser a sua decisão ou seu ponto de vista e você tem a capacidade dessa construção do "nós vemos desse jeito", você tem uma construção muito poderosa, quando você tem a tecnologia não como um caminho, mas como uma conexão entre diferentes pontos de vistas e capacidades e pessoas, porque o que a tecnologia tem feito repetidamente é conectar.
conecta ponta a ponta, conecta pessoa com pessoa. Você vê também essa essa conexão ser uma conexão realmente que está ali criando uma sinergia e sinergia muito poderosa. Isso é uma coisa muito bacana, muito bonita de se ver.
Acho que ainda é um desafio do mercado. A gente está longe quando fala de diversidade, de chegar a patamares ideais aqui.
Nada. Eu chuto aí uns 200 anos e está
Tem muito trabalho do nosso lado. Mas como empresa, eu acho que é o que a Dora trouxe assim, a gente começa a - começa não, a gente já se entende com o papel nesse sentido, nesse caminho, tem trabalhado com iniciativas. A gente gosta de fazer mais do que falar: essas ações que a gente tem de parcerias com organizações que apoiam grupos de minorias militarizados, enfim, mas acho que é um papel privado também.
Apoiar esse mundo que a gente quer construir pra dar mais acesso, para dar mais oportunidades, de fato, transformar a vida de mais gente. Então acho que é um ponto importante que está na pauta de qualquer empresa hoje. E a gente sabe que o desafio é grande. Temos um longo caminho pra seguir.
Com certeza. E antes de me chamar nessas parabéns aí pra vocês da Alura ter ter buscado a Vox pra essa pesquisa porque cara, a pandemia mudou tudo, né? Em todas as áreas, mas eu acho que na área de tecnologia a transformação digital foi acelerada de uma maneira extraordinária e impressionante.
Então, a gente que vive isso aqui há muitos anos, olhou para o lado, olhou para o outro e de repente a gente estava fazendo tudo de um jeito completamente diferente, com pessoas novas, gente nova e entender esse contexto e chamar o pessoal especialista como o pessoal da Vox para entregar isso pra vocês como plataforma, eu acho que foi fundamental e é fundamental para o sucesso contínuo da plataforma de vocês, que só tem a agregar para todos nós da comunidade.
Então deixo aqui meu parabéns aí pela parceria que vocês fizeram por esse lindo trabalho que com certeza trouxe frutos para toda a comunidade, pra todos nós que participamos e precisamos desses treinamentos, cursos e graduações com a FIAP agora e etc.
Obrigado xará! Acho que essa essa foi nossa Foi um baita projeto incrível pra nós. Acho que pra Vox também foi e foi uma parceria incrível, Incrível. Só só elogios aqui ao time da Dora ali também, que esteve no dia a dia com a gente. E acho que a gente evoluiu muito. E é isso. Se a gente conseguir contribuir com a comunidade, com o mercado nesse sentido, vamos continuar nesse caminho, como que a gente de novo consegue focar em mudar a vida de mais gente?
Trazer pra cá, pro nosso mundo também, que tem seus desafios, mas é bastante recompensador.
Sensacional, Sensacional! Parabéns para a Vox, para vós (risadas)! Sensacional o trabalho de vocês.
Assim, fica até... É muito bacana divulgar isso também e abrir o ponto de vista para que outras empresas e outras, vocês já estão com um portfólio gigante ali, mas é assim, a visão, a abordagem de como encarar, porque a verdade é como, como dizia lá no Leviatã, "informação é poder" e de fato é. Então assim, se você não tem informação em mão, você não tem poder para tomar decisões adequadas e você vai por acerto e erro. .. Isso leva muito mais tempo, muito mais tempo.
Então acertar sabendo por que está acertando faz toda a diferença. Hoje de manhã eu falei sobre isso e falei sobre quem está mirando no alvo e quem está atirando ao léu tentando acertar tem uma diferença muito grande entre um e o outro, e isso se vê através de informação, sem dúvida nenhuma. E nós já chegamos nas nossas considerações finais. As considerações finais é o momento onde vocês podem falar sobre o que vocês quiserem
falar. Vocês podem deixar jabá, contato, podem filosofar, podem abrir seu coração que está aberto até anúncio, pode anunciar a bicicleta que está a venda que quiser. Fique à vontade.
Eu queria, considerações finais, na verdade, Acho que foi um papo muito legal. Acho que daria para ficar mais 05h00 aqui falando sobre essas ramificações.
A gente vai ficar até amanhã.
E depois a gente faz os cortes e vamos...
As 05h00, vamos colocar na versão paga na
Fica a dica aí. Já vou botar no backlog, vou votar no backlog, pra gente, pra gente trabalhar.
É isso, gente? Então, na verdade eu queria agradecer vocês, foi maravilhoso, agradecer a Dora mais uma vez pela pela parceria, pelo projeto e convidar quem está ouvindo a gente vendo a gente nos diversos canais, acessar o nosso YouTube e se cadastrar lá no YouTube da Alura, sempre tem conteúdo novo, a gente está colocando várias séries novas que falam inclusive do Tech Guide, desses caminhos de carreira em tecnologia.
.. Se tiverem no momento de se aprofundar em tecnologia, procurem aí a própria Alura ou FIAP, dependendo do momento de carreira, mas super importante de você está focado, focada ali em mergulhar, se não for agora, tá tudo bem, mais pra frente a gente se encontra em algum, em algum momento, mas contem com a gente, contem com a gente, estamos aqui para
ajudar vocês. Quem quiser me adicionar também no LinkedIn - eu não sou muito de usar redes sociais, mas LinkedIn eu ainda dou uma olhada de vez em quando - no LinkedIn eu to como Diogo Tolezano, então acho que também vou disponibilizar os links aqui. E é isso gente, obrigado pelo papo e foi super legal compartilhar um pouquinho mais da nossa trajetória aqui da pesquisa.
Muito bom! E agora? Agora a Dora, que não é a Dora, se não nunca consegui terminar uma entrevista. Que esquece tudo isso.
Eu queria agradecer. Na verdade, eu acho que tem duas coisas que vocês dois falaram, tanto Mr. Anderson quanto Diogo.
Isso de você ter a informação e o poder pra nós, na Vox tem um lado que é muito cruel, né? Quando um cliente contrata gente, a gente assina uns termos de confidencialidade, que assim tem cliente que a gente não pode nem colocar o logotipo deles no nosso site. A gente não pode mencionar que a gente trabalha para esse cliente.
Então é super generoso da parte da Alura convidar a gente para participar disso, que é raríssimo, porque muitas vezes são trabalhos tão estratégicos que é isso: ter alguém que te fala meu alvo é aquele para você atirar naquele alvo, você tem que fazer isso e isso, isso vira um pouquinho mais... Aquilo é um conhecimento tão valioso que as empresas grandes, por exemplo, que têm concorrentes do mesmo tamanho, vivem nessa competitividade, uma coisa meio voraz, e a gente fica sempre no anonimato.
A gente nunca pode divulgar os resultados e a gente faz vídeo, a gente faz documentário. Todos os resultados que a gente apresentou para a Alura foram apresentados vídeos dos alunos falando que isso é uma parte super importante, a gente acabou não mencionando, mas é muito legal quando você vê as pessoas falando nas palavras delas, no cenário onde elas estão, que em geral o cenário onde elas estudam, trabalham e tudo mais, a gente faz tudo isso, a gente quase nunca pode divulgar.
Então é muito legal. E eu queria agradecer não só a vocês, de terem disponibilizado esse espaço para a gente falar sobre isso, mas também a Alura, por ter tido essa iniciativa, que é uma iniciativa raríssima. E ainda acho, pra finalizar mesmo, já que é considerações finais, essa competitividade que a gente vê em outros segmentos do mercado, ela não é tão verdadeira no segmento de TI e isso é muito legal. Eu acho que seria legal vocês também lutarem para preservar isso, sabe?
Não é um mercado tão canibal e eu acho que tem muito a ver com as comunidades. Eu acho que a gente até mencionou isso no estudo, produz um outro tipo de agrupamento de empresas e de pessoas que atuam nessa área. Isso é raríssimo e é uma coisa super valiosa.
Bacana, realmente, que tem que preservar sim. Valeu gente! Muitíssimo obrigado pelo tempo de vocês e até a próxima, com toda certeza!
Beleza, é um prazer, tchau!
E esse foi mais um episódio da quarta AC Software Liderança em soluções para gerenciamento de TI. Se você quer sugerir um tema ou falar com a nossa equipe, escreva para podcast@podcafeti.com.br Tecnologia. Cafeína. Tecnologia.
