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Episódio 32 - Qual é o nosso papel nesse mundo?

May 07, 202012 minSeason 1Ep. 32
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Episode description

Texto e voz: Pra. Níssia Bergiante

[07/05/2020 – Devocional] Levítico 24 + Cânticos 4 + Atos 28:16-31

Acompanhar a vida da Dona Terezinha foi um privilégio (Dona Terezinha é um dos mais antigos membros de nossa congregação. Ela faleceu em 06/05/2020). Ela sempre tinha uma palavra elogiosa, mesmo cansada de seus longos anos, vinha arrastando os pés e tendo cuidado para não pisar nos cabos de microfone espalhados pelo chão. Eu sempre ficava preocupada que ela tropeçasse e caísse. Subia e descia os degraus da escada para o gabinete, bem lentamente, mas nunca se queixava. Cumpriu seu trabalho nesta terra, cuidando de todos aqueles que precisavam de sua ajuda. Uma vida de exemplo e dedicação à obra de Deus. Refletindo sobre tudo isso, fiquei pensando no nosso papel nesse mundo.

Porque poderíamos definir a nossa contribuição pela conjuntura. No sentido de: não fiz isso ou aquilo porque minha vida foi desse jeito. E usamos nossas limitações para também limitarmos o nosso trabalho para o Senhor. Com a vida de Dona Terezinha não foi assim, e certamente não é dessa maneira que devemos levar a nossa.

O devocional de hoje nos ajuda a perceber isso. Lembra que Paulo estava preso, sendo levado para Roma, para julgamento? E, como vimos no último devocional, o navio em que ele estava naufragou. O texto de ontem mostrava que ele e toda a tripulação haviam chegado até uma ilha chamada Malta. E mesmo lá, na pior circunstância, Paulo continuou falando do Senhor, e cuidando das pessoas. Vejamos em Atos 28:2

1Estando a salvos em terra, soubemos que a ilha se chamava Malta. 2Os habitantes da ilha demonstraram impressionante bondade para conosco. Prepararam uma fogueira e receberam bem a todos nós, pois estava chovendo e fazia bastante frio. 3Enquanto Paulo ajuntava um feixe de gravetos e os lançava ao fogo, uma víbora, espantada com o calor, agarrou-se à sua mão. 4Assim que os habitantes da ilha viram aquela cobra presa na mão de Paulo, comentaram uns com os outros: “Com toda certeza esse homem é um assassino, pois, tendo sido salvo do mar revolto, a Justiça não lhe permitiu continuar vivendo!” 5Contudo, Paulo sacudindo a cobra no fogo, não sofreu mal algum. 6Eles, porém, acreditavam que Paulo começasse a inchar ou que caísse morto de um momento para outro, mas, havendo esperado por muito tempo e observado que nada de anormal lhe acontecia, mudaram de opinião e passaram a exclamar que ele era um deus.

7Nos arredores daquele lugar havia uma grande propriedade que pertencia a Públio, o principal da ilha. Ele nos convidou a ficar em sua casa e, por três dias, generosamente nos recebeu e nos hospedou. 8Todavia, seu pai estava muito enfermo, acamado e sofrendo com febre e disenteria. Paulo, então, foi-lhe fazer uma visita e, logo depois de orar, impôs-lhe as mãos e o curou. 9Havendo ocorrido esse fato, os outros doentes da ilha vieram também e saíram curados. 10E eles nos prestaram muitas homenagens e honrarias e, quando estávamos prestes a embarcar, nos ofertaram todo o suprimento de que necessitávamos para a viagem. (Continua)

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