"Born To Run" de Bruce Springsteen, Ed. Elsinore
"Born To Run", autobiografia de Bruce Springsteen. Ed. Elsinore, Tradução Maria do Carmo Figueira e João Reis

"Born To Run", autobiografia de Bruce Springsteen. Ed. Elsinore, Tradução Maria do Carmo Figueira e João Reis
"Hamnet" de Maggie O'Farrell, novela histórica sobre o filho de Shakespeare, falecido aos 11 anos. Ed Relógio D'Água, Tradução de Margarida Periquito.
"O Ouro" de Blaise Cendrars, Ed. Assírio e Alvim, tradução e prefácio de António Megas Ferreira. A história do General Sutter que perdeu a fortuna por causa do ouro
"A Mais Preciosa Mercadoria" de Jean Claude Grumberg. Um conto sobre o holocausto. Ed D. Quixote, Trad. Luísa Benvinda Àlvares.
Dois livros com poesia do grego Konstantinos Kavafis: "Os Poemas", Ed Relógio D'Água, trad. Joaquim Manuel Magalhães e Nikos Pratsinis e "145 Poemas", Ed Flop , trad Manuel Resende)
Coletânea de Diários entre 1950 e 1962 organizada por Karen V. Kukil. Ed Relógio D'Água, tradução de Inês Dias e José Miguel Silva.
"A Invenção de Morel", escrito em 1940 pelo argentino de Adolfo Bioy Casares, Ed. Antigona, Tradução Miguel Serras Pereira
"O Meu Nome Era Eileen", primeira obra da americana Ottessa Moshfegh, edição Alfaguara, tradução José Remelhe. Ganhou o PEN Award e esteve na lista para o Booker Prize
"O Mistério de Edwin Drood" de Charles Dickens, Ed Relógio de àgua, Trad. Paulo Faria. Último livro de Charles Dicknes
Primeiro livro da "Trilogia do Cairo" do egipcio Naguib Mahfouz, Nobel da Literatura em 1988. Ed E -primatur. Trad. Badr Hassanein e Margarida Abrantes
"A Velha e Outras Histórias" de Daniil Harms, escritor russo falecido na prisão em 1942. Ed. Assírio e Alvim, Tradução: Nina Guerra e Filipe Guerra
Uma obra pioneira numa tradução de excelência. Pela primeira vez traduzida na íntegra em Portugal. O princípio da narrativa de viagem como a conhecemos, um «on the road» medieval para entreter e moralizar. Puro deleite.
É ums espécie de narrativa da fúria de viver, este livro onde o fundador da City Lights, o homem que lançou a geração Beat, conta a sua vida no momento em que faz cem anos. Num fòlego a partir de um café em S. Francisco.
Um homem regressa à aldeia dos avós para se confrontar com um interdito familiar. A viagem será um olhar para a infância e para o papel da memória na construção de uma identidade que parece, às vezes, fruto da fantasia.
Qause um milhão de mulheres combateram no Exército Vermelho. Aqui são elas que contam a guerra na primeira pessoa. A morte, o medo, a vida. Mais de 200 jovens russas ouvidas pela Nobel de 2015 num livro que é um marco.
Numa aldeia sem nome, num tempo que parece eterno, a estreia de um dos mais talentosos autores gregos usa humor, imaginação e crítica social em contos sobre gente de verdade e seres meio mitológicdas. Belo desconcerto.
Clássico assinado por uma das irmãs mais famosas da literatura, é uma espécie de biografia da protagonista Jane Eyre: selvagem, independente, insubmissa, perdida entre a moral e o desejo.
O interdito entre um casal é escrito pela mulher em missivas com um código: um segredo absoluto entre ambos. O íntimo e as indefinições acerca do casamento, da maternidade, do que fica para trás.
Um jovem inglês chega a Goa em 1963 e depara-se com o menos óbvio ou o menos visível da herança portuguesa no território. O prefácio alerta-nos para o mundo onde vamos entrar, um divertimento a desafiar todos os estilos.
Aos 50 anos, ainda a lidar com a perda dos pais, Manuel Vilas deixou (quase) tudo para escrever um livro onde dá sentido às memórias fragmentárias de um passado familiar que se confunde com a história de Espanha.
A história do século XX em 140 páginas num romance a que também chamaram «a história da estupidez humana». Tragédia e comédia, os grandes e os pequenos acontecimentos. Entre o burlesco e a sátira.
O livro que apresentou a Portugal a Nobel de 2019 é uma deambulação acerca do papel, do lugar, do olhar e da condição do viajante. Uma indagação sobre o que nos impele ao movimento. Para nos perdermos com o inusitado.
Emigração, classe, raça: quem somos quando crescemos num sítio que nos ensinaram que não é o nosso, mas a que sentimos pertencer embora não de forma completa? O segundo romance de uma jovem escritora a seguir.
Que este livro seja muito contagioso. Se o contágio se cumprir está feita a vontade de Neil Gaiman sobre este conjunto de textos de não ficção. Ele está no papel de divulgador a falar de livros e obras que o formaram.
O primeiro Nobel africano num romance que tenta entender os tempos a seguir à independência da Nigéria. Cinco jovens diante do paradoxo pós-colonial.
Um clássico que se adequa a cada tempo. Walden também poderia chamar-se a arte de viver com pouco. Do século XIX para o XXI, quando a ecologia ainda não havia sido inventada.
Roland Barthes morreu em 1980 após almoçar com Miterrand, atropelado pela carrinha de uma lavandaria. E se por detrás da morte estiver um crime? A incrível sátira sobre a última grande geração de intelectuais franceses.
Porque tem o planisfério no centro o território entre o Atlântico e o Mediterrâneo? Pergunta de partida para questionar a versão ocidental da História e como as rotas religiosas comericiais ajudam a entender o mundo.
Serão as mentiras das mulheres menos tácitas que as dos homens? A premissa é arriscada, mas vale um belíssimo "romance em episódios" de um dos nomes mais referidos para ganhar o Nobel da Literatura.
O poema fixou T. S. Eliot como um dos poetas mais originais de sempre. Publicado em 1922, é considerado o grande poema do modernismo, uma das obras mais influentes na literatura que a partir de então se produziu.