S07EP264 - Tem passo que é mais importante do que o caminho - podcast episode cover

S07EP264 - Tem passo que é mais importante do que o caminho

Feb 05, 202522 minSeason 7Ep. 264
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Summary

Neste episódio, Natália explora a angústia de se sentir perdida e a importância de dar o primeiro passo. Através da história de uma amiga, ela reflete sobre como muitas vezes questionamos a escolha do “melhor caminho”, quando o que realmente importa é a intenção e o movimento inicial em direção ao que nos faz bem. O ato de começar, mesmo sem certezas, é um alívio e um sinal de que algo já se transformou internamente.

Episode description

Não se esqueça que o passo que você está dando é mais importante do que o caminho que você vai encontrar. Até porque o melhor caminho, a gente encontra enquanto anda, enquanto testa, enquanto experimenta, enquanto se coloca na vida.  Acho que se concentrar no passo, garante - em alguma medida - que o destino já chegou. Porque o primeiro passo é o sinal de que algo já aconteceu. Já começou a acontecer, já se movimentou.  No meu livro, eu digo isso: não dá para andar e permanecer no mesmo lugar - e isso é um alívio. Depois do primeiro passo, algum movimento sempre acontece. Mesmo que seja só internamente, mesmo que seja só dentro de você - e esses movimentos que acontecem dentro da gente, sempre antecede todos os outros. Isso é uma das coisas que eu queria dizer a você e a mim hoje.

É por aí que vai o episódio dessa semana, cê vem? Nessa quarta no @‌spotify

edição: @‌valdersouza1 identidade visual: @‌amandafogaca
texto: @‌natyops

Apoie a nossa mesa de bar: https://apoia.se/paradarnomeascoisas

Meu livro “o medo de dar certo”: https://amzn.to/4gSg5SH


Transcript

Bem-Vindos e Experiências em Salvador

Oi, meu nome é Natália e esse é o do centésimo, sexagésimo, quarto episódio do Para Dar Nome as Coisas. Um podcast que nasceu para ser uma mesa de bar na web. daquelas que a gente senta e sente que não estamos sós. Um lugar em que a gente pode ser do nosso próprio tamanho sem precisar se esticar e nem se exprimir. Como é que você está?

Como é que estão as coisas para você? Como é que está o seu mundo dentro desse mundo? Como é que você está? Eu estou, gente, em situação de uma semana pós-salvador. Eu fui para Salvador a trabalho, participar de uma formação. Da revista que eu trabalho. E a gente chegou na segunda-feira. E até quinta. A gente ficou efetivamente trabalhando. E aí de sexta a domingo. A gente ficou pela cidade. E meu Deus. Segunda vez que eu vou para Salvador.

E como eu amo essa cidade, como essa cidade é maravilhosa, como a comida é maravilhosa, como a cultura é maravilhosa, como as músicas, enfim. Como a população é bonita, meu Deus. Toda vez que eu vou para Salvador, eu falo, ô cidadezinha para fazer o povo bonito, hein? Cara, todo mundo é muito bonito em Salvador. Meu Deus. Eu estou cansada.

porque é isso, né, a gente sai da rotina e faz uma viagem a trabalho, enfim, todos os cansaços que envolvem isso, mas ao mesmo tempo muito restaurada por essa passagem por Salvador, inclusive encontrei vários amigos de bar. tava num show do Afrocidade, e aí vários amigos de bar me pararam lá pra conversar comigo, e eu amo quando isso acontece, porque eu sinto muito o nosso encontro efetivamente acontecendo na vida real.

E foi muito bonito, assim, e aí no dia seguinte, no dia seguinte não, no sábado, né, começou a festa de Iemanjá e eu queria muito ver como que era essa festa. E aí eu também encontrei outros amigos de bar lá. Então, um beijo pra todo mundo que me encontrou, que veio falar comigo, que a gente pôde trocar, mesmo que rapidinho. Eu fico muito feliz quando isso acontece, me emociona muito e acho que é uma concretização também do que acontece aqui.

O Passo Mais Importante Que o Caminho

Bonito demais. Mas hoje, meus amigos de bar, eu vou trazer... Sabe quando você tá conversando com alguém e aí, durante essa conversa, algo acontece? Você acaba falando algo, ou você acaba ouvindo algo que te bate de um jeito diferente, assim, como se você estivesse falando aquilo para o outro, mas ao mesmo tempo aquilo te voltasse. Como se você estivesse dirigindo aquilo ao outro, mas aquilo te preenchesse em alguma medida também. Foi isso que aconteceu.

E é sobre isso que eu queria falar hoje, sobre uma frase que surgiu durante uma conversa. E sobre como eu acho que essa frase dialoga um pouco com a vida de todos nós, em menor ou maior medida, em menor ou maior escala. Eu acho que essa frase dialoga em algum... momento da vida, com a vida de todos nós. Então, eu espero que faça sentido pra você, mas que se não fizer, que pelo menos te faça uma boa companhia. Boa edição! tem um passo que é mais importante do que o caminho.

A Sensação de Estar Perdida e o Resgate

Imagina que você está se sentindo muito perdida. Você olha para a sua vida e a sensação que você tem é que embora você esteja no seu corpo, embora você esteja na sua vida, parece que tem algo desencontrado. Parece que tem algo desencaixado. E você não sabe exatamente o que é. E por não saber exatamente o que é, você também não consegue resolver. você não consegue encaixar de novo essa parte que está desencaixada, você não consegue entender que essa parte é um desencaixe mesmo e tudo bem.

Você não consegue saber o que é. Então você fica com a sensação de que você está perdida, mas ao mesmo tempo você está lutando contra ou tentando entender algo que você não sabe o nome. E isso complica muito as coisas. Até que um dia você vai tomar uma cerveja, ou um café, ou um suco de laranja com limão, e você encontra uma amiga. Mas não é qualquer amiga, é uma amiga que você não vê há muito tempo.

E nessa conversa com essa amiga que você não vê há muito tempo, vocês começam ali falando primeiro de amenidades, depois da vida profissional de cada uma. Depois do momento que cada uma está. Nas relações. Se estão solteiras. Se estão com alguém. Enfim. Vocês começam a falar ali. Sobre as relações que vocês estão vivendo. E em algum momento. Essa sua amiga começa a lembrar de coisas que vocês viveram juntas no passado. Ela começa a dizer... Cara, você lembra quando a gente dançava juntas?

Backstreet Boys na sala da sua casa Cara, você lembra daquela época Cara, que a gente trocava papel de carta E que você amava papel de carta Não, você lembra então Daquele momento em que a gente começou a comprar massinha, porque você começou a desenvolver seu gosto por esculturas? Você lembra daquela época que você era apaixonada por série, por filme, e você era a pessoa oficial de me indicar séries e filmes? Você lembra disso?

Nessa conversa com essa sua amiga, nesse momento que você está se sentindo perdida, desencontrada de você mesmo, nessa conversa com a sua amiga, ela começa a lembrar de coisas que vocês fizeram juntas no passado, de memórias que... Vocês dividem, por mais que você não se lembrasse dessas memórias. Ela começa a dizer sobre coisas que você amava fazer e que você sequer lembrava dessas coisas que...

estão tão vivas no corpo dela. Enquanto ela fala dessas coisas que vocês faziam juntas e que você era apaixonada, você vai relembrando essas coisas, mas você também vai lembrando que teve uma época que você fazia as coisas... sem pensar muito no pra que elas serviam.

Você não se importava se aquilo ia ter alguma utilidade, se você ia ter algum ganho com aquilo, se aquilo serviria para o seu desenvolvimento profissional ou te daria uma nova profissão, uma nova habilidade. Você começa a lembrar... lembrar a partir dessas memórias dessa sua amiga que teve uma época que você fazia coisas

Só porque aquilo fazia você bem. Só porque aquilo te fazia bem. E aí por isso, por essas lembranças todas que surgem nessa conversa com essa sua amiga, você sai mexida dessa conversa.

A Saudade do Passado e o Despertar

Como se aquelas lembranças tivessem bagunçado um pouco você por dentro. Começa a surgir, então, uma mistura de saudade com uma vontade de voltar nesse tempo. Mas também sem saber como. Essa sensação de saudade desse tempo e de desejo de voltar nesse tempo, como se fosse uma sensação de saudade de quem eu fui, persiste por algum tempo, persiste por alguns meses.

Como se fosse um rio represado. Como se fosse uma saudade que não tem pra onde ir. Que não tem como se realizar. Que não anda. Como um rio represado mesmo. E aí você chega a pensar até em algum momento que não há escolha, que não há o que fazer. que realmente esse tempo em que você fazia as coisas sem prestar atenção na utilidade, em que você fazia coisas que te davam muito prazer e que te preenchiam muito, você começa a pensar que...

Isso ficou no passado, que não há muita escolha sobre isso. Mas aí um dia, depois de muito tempo com essa sensação, você acorda e olha pra essa mesma situação de outro jeito. Você olha pra essa situação e pensa... Talvez há alguma escolha a ser feita aqui. Talvez eu não consiga mesmo voltar no tempo, eu não consigo recuperar quem eu fui, porque eu...

Ganhei mais anos e mais vida. E a maturidade acompanha muitas vezes um certo ceticismo. Mas há algo ainda que eu possa fazer. Há algo ainda que eu possa... Há alguma escolha que eu possa fazer nesse momento?

Tomando o Primeiro Passo e a Dúvida

Nesse momento, você se dá conta de que não dá mesmo pra voltar naquela época, mas dá pra ter, de novo, a sensação de fazer uma coisa que você gosta muito. Dá pra resgatar as coisas que você gostava de fazer e começar a fazer de novo. Então se você gostava muito de bordado, você decide voltar a fazer isso. Você vai lá e compra tela, compra linha, compra agulha e por fim, pesquisando na internet, você encontra um curso de bordado e você decide fazer esse curso de bordado também.

Você não tá ali naquele momento pensando no certificado, nem no seu desenvolvimento, você só quer ter um compromisso com aquilo que você ama muito. Você só tá pegando um caminho... Pra tentar se aproximar daquela sensação que ficou no passado. Aquela sensação que sua amiga trouxe à tona.

E aí você faz isso, você coloca todas as coisas que você precisa pro bordado no carrinho do site de compras e fica esperando ansiosamente pra tudo aquilo chegar, pra que você possa começar a fazer o bordado, que era a mesma coisa que você fazia na adolescência. Acontece que passados 24 horas da sua decisão, da sua compra, do seu primeiro passo, você começa a se questionar se era esse mesmo o melhor caminho.

Você começa a se perguntar, será que a melhor forma de fazer bordado era realmente comprar um curso? Será que eu deveria acompanhar as aulas pela internet? Será que eu deveria mesmo comprar agulha, tela, comprar esse tanto de coisa que eu comprei pra começar a fazer bordado de novo? Será que eu fui um pouco precipitada, um pouco empolgada demais? Será que esse foi o melhor caminho? A real é que...

No fundo, o que você quer é a certeza de que você escolheu o melhor caminho, de que você escolheu a melhor forma de voltar, o melhor método. Você tava se sentindo perdida e agora que você encontrou um caminho, você quer ter certeza que esse é o caminho. Que esse é o caminho que vai te levar pra fora dessa sensação nublada que tá dentro do seu corpo. Você quer ter certeza.

Você quer ter certeza se deveria fazer mesmo esse curso de sábado. Se era abordado mesmo a coisa que você deveria ter escolhido. Se as linhas que você comprou eram as melhores. E aí você fica nessa dúvida. Até o momento que alguém te diz que o que importa mesmo é que você estava se sentindo perdida e depois de muitos meses sem saber o que fazer, você conseguiu dar um passo.

A Essência do Movimento Inicial

E tem um passo que é mais importante do que o caminho. Essa história que eu acabei de narrar, eu mudei alguns detalhes para não expor quem realmente viveu essa história. Mas essa história aconteceu com uma pessoa muito querida e muito próxima a mim. Alguém que estava se sentindo muito perdida. e que decidiu resgatar coisas que fazia na adolescência e que depois de tomar essa decisão de resgatar coisas da adolescência, ficou se perguntando se era esse mesmo caminho.

se era essa mesmo a melhor escolha. Nessa semana a gente se encontrou... E ela me contou que tinha achado esse curso e tinha comprado, porque queria ter um compromisso com aquilo que ela amava. Mas depois de algumas horas, ela estava em dúvida se tinha sido a melhor decisão. E aí eu me vi escutando ela e me vi... completamente nela, porque eu me identifico muito com essa angústia de faz muito tempo que eu quero fazer uma coisa e aí eu decido fazer.

decido me movimentar, e aí fico me perguntando se esse é o melhor caminho, se esse é o melhor jeito, se esse é o melhor método, se essa é a melhor forma. Acontece como eu tava de fora na história dela, como eu tava vendo tudo de fora, e como eu acompanhei o tempo todo que ela se sentiu.

ou perdida, como eu acompanhei os meses que se seguiram, que ela falou, é como se eu estivesse com o Rio represado, eu não sei pra onde ir, é como se não tivesse caminho pra essa saudade de quem eu fui, é como se eu não tivesse escolha. Como eu acompanhei isso, quando ela me disse que tinha decidido comprar o curso, comprar a agulha, comprar a tela, eu fiquei muito feliz. E aí, pra mim, era muito evidente de que o passo era mais importante que o caminho.

Era muito evidente que... Não era sobre encontrar o melhor curso, nem sobre ter escolhido a melhor das estratégias, não era sobre ter cravado o melhor método, nem sobre ter certeza e convicção de que é o bordado que vai fazer ela feliz. Era sobre ela fazer algo por ela. Era sobre a intenção, sobre o movimento, sobre se disponibilizar a andar na direção daquilo que importava para ela.

E essa história ficou muito no meu corpo e ainda tá no meu corpo. Não só porque, como eu disse, né? Porque eu me identifico com essa angústia da pós-decisão. Mas porque eu fiquei pensando muito que eu acho que é importante dar nome aos passos, sabe? É importante olhar para esses primeiros passos que a gente dá e dar para eles a devida importância.

É isso, assim, é sobre olhar pros praços e dizer, não é sobre fazer o melhor curso, nem sobre escolher o melhor método, é sobre o movimento que eu tô fazendo pra me encontrar. Eu acho que...

O Poder Libertador do Primeiro Passo

Tem uma situação que acontece muito, que eu ouço com muita frequência, que são sobre pessoas, por exemplo, que vão começar a fazer terapia e que elas ficam muito presas tentando pensar qual que é a melhor linha. Ah, mas qual linha eu procuro? Qual linha é melhor? Eu faço análise ou terapia cognitiva comportamental?

Eu faço psicodrama ou eu faço terapia humanista? E aí eu acho que tem uma coisa, acho que primeiro é muito importante, não é importante, mas eu acho válida essa curiosidade, acho válida essa pesquisa. Eu acho válido esse movimento de querer entender e tudo mais, mas eu acho também que tem uma coisa que é não se esqueça que o passo que você está dando é mais importante do que o caminho que você vai encontrar.

Até porque o melhor caminho a gente encontra enquanto a gente está andando, enquanto a gente se coloca na vida. Eu acho que se concentrar no nosso primeiro passo garante, em alguma medida, que o destino já chegou. Isso que eu acho muito poderoso, assim. Porque o primeiro passo é o sinal de que algo já aconteceu, já começou a acontecer, já se movimentou.

Não importa se você vai fazer 10 aulas de bordado e descobrir que não era o bordado que estava faltando na sua vida, mas sim um tempo para descansar. O que importa é que agora você já não está no mesmo lugar. No meu livro, O Medo de Dar Certo, que vai ser lançado oficialmente agora, dia 10 de fevereiro, mas o link pra compra já tá aqui na descrição e já tá disponibilizado na maior parte das livrarias. Mas nesse livro que eu escrevi, eu digo exatamente isso. Não dá pra...

para andar e permanecer no mesmo lugar. E isso é um alívio. Depois do primeiro passo, algum movimento sempre acontece. Mesmo que seja só internamente. Mesmo que seja só dentro de você. E esses movimentos que acontecem dentro da gente sempre antecedem todos os outros. Todas as mudanças que a gente fez geográficas, emocionais, em relações, em trabalhos.

Todas as mudanças que a gente fez de, cara, a partir de agora eu vou colocar os meus limites, a partir de agora eu vou respeitar o meu espaço, enfim, todas as mudanças que a gente faz e que são concretas a olho nu, elas começaram antes internamente.

Por isso que eu acho que o primeiro passo muitas vezes é mais importante do que o caminho. Porque o primeiro passo é a concretude do movimento. E se a gente olha para o primeiro passo... dando uma intenção a ele, esse é o primeiro passo em direção à minha cura, esse é o primeiro passo em direção à minha...

Autoconfiança. Esse é o primeiro passo em direção aos meus sonhos. Esse é o primeiro passo em direção àquilo que eu desejo. Esse é o primeiro passo em direção a um lugar em que eu me vejo e me sinto grande, sem o vergonha, sem a culpa que me assombram. Quando a gente olha pro... primeiro passo, dando nome a ele, de algum jeito o destino já chegou, porque a gente já se colocou em movimento.

E pra finalizar, eu compartilho com vocês uma coisa que eu faço há muitos anos e que sempre me tira do espiral do será que esse é o melhor caminho? Que é uma frase que eu me repito. Aí eu vou mudando ela ao longo do tempo, mas todas as mudanças têm a mesma intenção, que é dizer, se não for isso, se não for bom, se eu descobrir lá na frente que não era isso, pelo menos eu libero espaço mental.

Pelo menos eu risco essa ideia da lista que tem na minha cabeça e abro espaço pra outra coisa. Isso aconteceu quando eu descobri... Quando eu descobri, não. Isso aconteceu quando eu decidi fazer academia de novo. Eu queria voltar a me exercitar. com exercícios de força e fazer musculação e eu fiquei pensando, será que eu vou gostar de personal? Será que é o ideal pra mim? E aí eu pensei, se não for isso, pelo menos eu tiro essa ideia da minha cabeça, sabe? Eu libero espaço pra outra coisa.

Essa frase eu também repeti quando há muito tempo atrás eu comecei a gravar textos meus na internet e eu pensei, será que esse é o caminho que eu quero me comunicar? E aí eu, pelo menos eu vou fazer. E se não for, pelo menos eu abro espaço mental na minha cabeça. Essa frase eu também me repeti quando eu fui fazer uma aula experimental de yoga. E acontece todas as vezes que eu decido fazer uma mudança na minha rotina. É isso, assim. Tem passo que é mais importante do que o caminho.

E se o caminho for ruim, e se o caminho não for o melhor, e se o caminho não for o mais adequado, a gente vai descobrir outro caminho andando. Mas... O primeiro passo já foi dado e em alguma medida o destino já chegou. Quando a gente dá o primeiro passo, algo se movimenta dentro da gente. E como eu disse, não dá pra andar e ficar parado no mesmo lugar. O movimento já aconteceu e isso é um alívio.

Reflexões Finais e Convites

Ai, que delícia de episódio. Tem coisa que eu digo em voz alta pra eu me escutar também. Espero que tenha feito sentido pra você. Espero que tenha feito uma boa companhia. É isso, meus amigos de bar. Esqueci de falar isso, né? É isso.

Espero que tenha feito uma boa companhia pra vocês. Se você gostou, se fez sentido pra você e você puder, quiser, conseguir compartilhar aqui nos comentários o que foi a frase que mais te marcou. Eu vou amar saber. Lembrando que o link pra comprar meu livro na pré-venda tá na descrição. que o lançamento do meu livro é dia 15 de fevereiro na Livraria da Vila, aqui em São Paulo. Eu vou amar encontrar vocês. O que mais, gente? As redes sociais do Pra Donar Minhas Coisas também estão na descrição.

E a gente se encontra na semana que vem. Um beijo e até lá.

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