NerdCast 1018 - Fallout 2: O Que Acontece em New Vegas... - podcast episode cover

NerdCast 1018 - Fallout 2: O Que Acontece em New Vegas...

Feb 13, 20261 hr 45 min
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Lambda lambda lambda e Viva New Vegas, nerds! Neste programa, retornamos ao mundo pós-apocalíptico de Fallout para falar da segunda temporada da série do Prime Video

Enfrente novos perigos, aventuras e baratas voadoras gigantes com Alottoni, Katiucha Barcelos, Carlos Voltor e Marcela Versiani e lembre-se... O que acontece em Vegas vira conteúdo do Telecurso 2000! NERDCAST NO YOUTUBE!

Acompanhe a publicação de novos programas no canal oficial do Jovem Nerd, e arquivo do NerdCast no canal oficial do podcast: https://youtube.com/@nerdcastjovemnerd?si=ITSiGd08IABGI8yL Oscar de Pijama 2026

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Transcript

Você está ouvindo Nerdcast. Lambda, lambda, lambda, nerds! Aqui é Alexandre Antônio do Jovem Nerd, finalmente o Nerdcast de Política Internacional. Aqui é a Catincha Bostelos e Ave Kaiza. Caesa. É verdade, é Kaisar, né? Caizar, é. Avecaiz, nossa. Os caras não sabem ler, eles estavam lendo o César Fala, o Cassino. Estavam lendo no russo. Comer uma casa sala de hoje. Aqui é Carlos Voltor e o Tempo é o maior predador de todos.

Carlos, o tempo é um companheiro. Isso é Star Trek. Eu tô usando o discurso do Picard. Aqui é a Marcela Genciani and I fui a única pessoa. Que foi visitar a Rover Den por causa de fológica e me empolguei pra caramba. Você foi na Ruver Dam por causa de fológica? Fallout? Quando a gente foi pra Las Vegas e eu falei, eu preciso ir na Rubertela. Aí eu consegui lá na Rubert, eu fiz que pulgar. Esses fãs de Fallout não encontrou nenhum gol ou mutante lá? Não, não, ainda bem.

Não, isso aí encontra fácil em Los Antes. Não, na verdade, os Guls de Las Vegas estão tudo na strip ainda. Tá todo mundo na strip, exatamente. Tá todo mundo de Elvis, de Romano. Muito! B Banners, estamos aqui para a balada, segunda temporada de Fallout. Que agora pra mim é telecurso.

Eu tava pensando, caraca, o The Boy vai ter que brigar muito, né? Pensar muito pra poder ultrapassar a realidade. Porque o The Boys tá sempre, né? Ah, ele faz aquela crítica da realidade, super exagerada, e aí a realidade vai sempre colando com o The Boys. Exato, exato. Vai ter que ser a caricatura da caricatura, da caricatura. Então, eu acho que já passou de The Boys.

A gente vão ver aqui, tá a temporada aí. Eu não sei como é que vai ser, mas a realidade já passou de The Boys e agora a gente está começando a colar com o falota. Porque até Canadá você não negou. A Marcela outro dia falou assim, caraca, lembra quando a gente falou de Fallout e, ai, nossa, o Oeste dos Estados Unidos anexou o Canadá. Haha, que legal, sci-fi. The Big 51, olha lá. The Big 51!

Exatamente. Cara, eu fico triste porque eu pensava: tipo, lá atrás a gente tava com a ideia de que o futuro ia ser idiocracy. Tipo, eu tô torcendo pra que seja idiocrace, do jeito que a coisa tá. Porque aí a gente vai pelo menos ter teto, né? Comida. Não vai ter que comer barata gigante. É, barata é gigante. Foi foda, tá, galera? Quando a barata gigante voa. Inclusive que é barata voa, mano. Aquilo ali é um medo muito primal, cara. É muito primal. Ele sabia o que estavam fazendo.

As definições de barata voa foram atualizadas. É. Nossa Senhora! Meus! Canelo! Muito bem, Zaga. Vamos para mais uma semana de e-mails e caneladas no Darwin Cass. Vamos. Anota aí que está chegando o Oscar 2026. E você já sabe, nós estaremos mais uma vez de pijama. É o Oscar. Oscar de pijama, nossa cobertura ao vivo do Jovem Nerd no nosso canal do YouTube, acompanhando o Brasil agora no páreo de cinco Oscars possíveis. Vamos torcer muito com quem é Zagal? Então, agora nosso cast.

Está completo, completamente revelado. Temos Catiuxa Barcelos. Exato. Max Valareso. Sempre. E a galera do DS- a letra chosta. A gente tem que fazer uma vinhetinha. Porque ele tá no concurso das vietinhas novas, né? A galera tá mandando vários estilos. A gente tem que fazer uma vietinha foda. Eu vou inventar uma. Cauê, calma. Não acho que de pijama a gente vai falar junto. É isso. Mas você é muito foda, desce a letra show e eu acho que é de pijama.

Confusão total! A gente vai estar juntos na mesma live, transmitindo a nossa torcida e o caos completo pra galera querer caos. Exatamente. Então vai ser o Oscar de pijama de letrinha show. Ok, ok. Tá isso. Adorei, adorei. Esse é o nosso título, Working Title. Excelente, não perca, é de. 15 de março de 2026, a partir das 19 horas. Isso é domingueira. Exato, no canal do Jovem Nerd no YouTube.

Torcida pelo Brasil. Exato. Está torcida pelo Wagner Nemoura, pelo agente secreto. Exato! E ó, preste atenção. Você vai lá no canal do YouTube de Jovem Nerd e já tá lá, já tá agendado. Sim. Já tem o link oficial onde vai começar, né? Então você já pode colocar o sininho pra você lembrar- pra você ter o hábito de ir lá no caso do Jovem Nerd pro cara. Essa live do Oscar, eu não vou perder. Vai ser foda demais.

Então é isso! Tamo junto! É importante deixar claro que não é a participação especial dessa ali. Não, é uma mistura mesmo. Exato, a gente vai fundir os dois programas. Fundir, fudeu os dois. Fudeu. A chance de você ver o Cauê de pijama, todo mundo juntinho de pijama. Aí já podemos usar a meia nem é um problema. Mas eu tenho a fada que eles gostam de ir pintado, tem essas maluquices deles. Então vai ser um. Bom, aí isso aí é uma coisa que cada um com seus problemas.

Cada um com seus problemas pra resolver. Se vocês quiserem pintar a joca. Será que o load é pintar o pijão no cu? Eu não sei. Aí se resolva. Mas é isso, não perca dia 15 de março, às 19 horas. Estaremos todos juntos acompanhando Osca de pijama! Letrinha show! É isso aí! Osca de pijama de letrinha! De letrinha show!

E ó, lembrando, volta às aulas agora. Você que está comprando material escolar, livro, faculdade, qual o que for, estante virtual, recada firma, você já sabe, entra lá, porque você vai encontrar os livros escolares, universitários, preços muito mais acessíveis. E ó, Dagal. Dá pra você buscar até pelo ISBN do livro? Porque, ah, eu quero encontrar aquela edição.

Edição exata, sabe? Tipo assim, a escola, a faculdade pediu aquela edição. Você pode procurar pelo USBN e achar a edição exata daquele livro, do que você precisar, e na estratégia você economizamente porque eles têm não só livros novos, mas Seminovos, né? Ou seja, você economiza muito mais, dependendo do que você está precisando. Usa o cupom faculdade para você garantir ainda mais descontos nos seus livros de dados.

Ainda bem a Zagal que o cupom é faculdade e não universidade, porque você. De novo, eu não saberia escrever. Você já sabe. Delica no post, não volta as aulas, sem dá uma olhada no estante virtual. Vá lá, economiza. E se você não quiser ouvir os recados e-mails do último Nerdcast, pode pular diretamente para 21 minutos e 55 vallos. arte dos fãs agora olha só que

Foda o Dom Azagal e o Cutulo por Matheus Farias mandou aqui duas versões maneiras, né? Uma mais realista, uma mais caricata, muito maneiro, mas as duas são muito. Muito foda. E o retículo Soares mandou um timelapse dele desenhando o Heliot.

O personagem da Zagal do Nerdcast FPG, o Western. Que ele adorou, eu falei assim, adorei esse personagem, ri pra cacete. E aí ele desenhou no papel o lápis, que é uma coisa que, né, a nova geração talvez nem saiba que existe. E ele, cara, fez em coloriam em aquarela. Ficou muito animado. Muito obrigado.

Foda, obrigado mesmo pelo carinho. Ficou animal. Tem o link aí pra você ver no Instagram dele. Manda lá um recado pra ele que foi muito bom. Valeu, Artículo Soares, muito bom. Estamos trabalhando na continuação. Se para muito breve, aguarde! E olha só! Cacete agulha, quero agradecer aos 10 que deram sangue e salvaram vidas. Essa semana, como Thomas Barbim, Vinícius Abita, Glauco Custódio, João Furlan, Rômulo Borrés.

Rafael Caveari, Vinícius Freitas, Pedro Ribeiro, Felipe Bastiani e Roger Lima. Muito, muito obrigado, galera. Sempre cedo a sangue, manda um selfie aqui pra nerdcast.com.br pra gente agradecer e Estimular todo mundo a sempre doar sangue, que é sempre necessário. Você salva vidas quando você doar sangue. E também mande seus e-mails sobre o Nedcast a gente discutir. Mande nossas caneladas, o que for para nadcast.br, que a gente adora ler aqui, como vou fazer agora.

Thaís Melo, 35 anos, bióloga, Cuiabá, Mato Grosso. Olá, gente! Escreva esse e-mail pra falar sobre o último Nashcast sobre mudanças climáticas. Desde que eu entrei na graduação lá em 2008, pensava numa forma de tentar melhorar o mundo. Ah, esses biólogos! Afinal, aí a gente...

A gente sabe que ninguém faz biologia para ganhar dinheiro, né? Pois é. Comecei a estagiar no laboratório de ecologia, trabalhando com zooplâncton de água doce. São bichos microscópicos que vivem em rios, lagoas e têm importância ecológica. Enorme devido ao seu papel na cadeia alimentar. Aliás, quem viu o Bob Esponja sabe o perigo que os plantos também querendo conquistar o mundo. Mas olha, eu não lembro se era isso que o planto queria. Eu sei que ele era.

Mas olha só. E os peixes se alimentam dos zooplancton e de forma simplificada. Enfim, completa a cadeia alimentar e é muito importante para todos nós seres vivos, não só para nossos queridos bichos. A ecologia é bem bonita. Ela é a ciência que estuda a relação entre seres vivos e o ambiente. Como a Camila e Emílio Maravilhosos explicaram bem demais. Mas desde a minha graduação, eu tinha o incômodo de querer fazer algo além da universidade.

Ecossistemas de água doce são extremamente ameaçados e a gente precisa de água, não é mesmo? Hoje, trabalhando como biólogo da Universidade Federal de Mato Grosso, entendi que o caminho para efetivamente conseguir gerar uma mudança na sociedade não é só dizer A gente precisa conservar os rios, a gente não pode poluir a água, a gente precisa disso, aquilo, fecha aspas, né? Porque ainda assim isso fica muito distante da realidade das pessoas. As pessoas precisam de alfabetização.

Esa ação ecológica, e é aí que eu entro. Olha aí. E se eu usasse os zooplancton, esses bichinhos que a maioria das pessoas nem sabe que existem. Traduzir o conhecimento acadêmico. Consegui publicar no final do ano passado um livro ilustrado, Infanto Juvenil, porém pensado para todas as idades, chamado Zooplankton A Vida Invisível na Água Doa. Disponível gratuitamente no link que tem aqui no post. Olha aí. Caralho, que foda! E ela ainda tem o Instagram zoopuntoinvisível.

Zo de zoolico, ou seja, évisível. Voltado para divulgação científica. Incrível! Agora a ideia é conseguir dinheiros para a impressão de mil cópias para distribuição gratuita em escolas. Públicas aqui da região, junto com o projeto de extensão, onde teremos leitura mediada do livro e observação de zooplancton no microscópio. É bem engraçado ouvir as crianças falando: eu gosto mais dos rotinos. E eu prefiro os cladóceros e copépodes. Tem que ler o livro pra entender. Não, não, essa cara que...

Que foda, gente! Sério, baixa aí! E se existe alguém que trabalha em algum tipo de instituição relacionada a isso? Isso, cara. Entre em contato lá através do Instagram com ela no arroba zoo.invisível. É muito legal. Vamos botar pra frente isso. Enfim, meio longo pra falar que tem gente fazendo trabalho de formiguinha por aqui e tentando ser otimista, esperançosa, acreditando no futuro melhor. Tá certo.

A sua ideia, Thaís, é muito compatível com o fato de que nossos cérebros absorvem muito melhor histórias do que dados, né? A gente sabe que dados é um negócio burocrático e difícil, você precisa ter um perfil. Psicológico voltado para alguns com dados, que é normalmente de onde vem todo o interesse científico, dos nossos cientistas, como você, mas para a população em geral, a gente

Científica, né? Você está falando de ecológica, mas científica em geral é muito importante para a gente absorver desde a terridade a importância da gente estar em sintonia com o nosso ecossistema, porque a vida no planeta não só nossa, mas a vida no planeta inteiro depende disso. Muito, muito obrigado. Que trabalho lindo! Tem link aí no post, apoia aí, usou o invisível, foda demais.

Luiz Freitas, 29 anos, médico São Paulo, capital. Sou fã do Jovem Nerd há anos e quero dar meus parabéns pelo último Netcast. Muito obrigado, querido. Quando a gente fala de mudança climática, o debate costuma ficar no- abre aspas, meio ambiente. Só que o tema central, pouco discutido, é outro: o clima já é um problema de saúde, está mudando como a gente adoece, vive e morre.

Tanto que, né, grande parte do nosso papo foi voltado ao papel da indústria, do capitalismo, da cultura, do consumo. Tipo, as mudanças não podem ser apenas sistemáticas e tecnológicas, elas têm que ser. Sociais e culturais. Isso que a gente debateu pra caramba. E ele fala aqui, não é à toa. Maiores revistas médicas do mundo têm publicado cada vez mais sobre isso, com metodologias robustas, com dados.

E ou proxies, algumas sessões inteiras dedicadas ao assunto, todos apontando sempre para o mesmo problema e direção. É daí que veio o conceito de One Health. Ou seja, saúde única, discutido cada vez mais no meio acadêmico, formado por um tripé independente, que é saúde humana, saúde animal e saúde ambiental. Mexe em uma ponta e as outras respondem. Na prática, dá pra ver isso em várias frentes.

Endemias e pandemias vêm se tornando cada vez mais frequentes nas últimas décadas. Nos Estados Unidos, arboviroses eram tratadas quase como uma curiosidade- a ponto de gerar erros bem grosseiros. Em séries médicas, tipo House MD. Dengue, por exemplo, já tem transmissão local documentada no Texas, na Flórida e na Califórnia. Sim, sim. Na cardiologia. E não é de agora, não. Não é de agora. Na cardiologia.

Ondas de calor mais frequentes se associam a mais mortes por doenças cardiovasculares. Uma meta-análise com 60 estudos encontrou que cada mais um grau Celsius Se associa a mais 20% do risco de morte por doenças do coração. Caralho! Lembrando, isso é uma meta-análise, ou seja, meta-análise é um estudo científico que pega diversos outros estudos científicos e tenta comparar as metodologias, os resultados.

Sejam na mesma categoria ou em categorias não relacionadas e tenta achar um paradigma, uma verdade científica, ou uma verdade científica que não foi ainda debatida, ou consolidar ainda mais o que esses estudos debatem. Então, isso é uma meta-análise de CC. 60 estudos científicos achando essa associação de mais um grau Celsius na temperatura global aumentar o risco de morte pudências.

De coração em 20%, cara. É sinistro. Na pneumologia, piora de asmas e DPOC, que é doença pulmonar obstrutiva crônica, o famoso enfisema, na opção, Na obstetrícia, mais bebês nascem prematuros. E aqui nem entramos na área de disruptores endócrinos e mudanças da nossa saúde, dos animais e do meio ambiente. A gente está falando só de mudança climática em si e os efeitos indiretos. Costuram tudo isso. Eventos externos atingem mais quem tem menos. Chuvas, alagamentos.

Perda de moradia aumenta o risco de doenças como leptospirose, que pode evoluir com insuficiência renal, necessidade de diálise, tiram energia elétrica. Estragam e encarecem comida, pioram a saúde mental, empurram famílias para um ciclo de vulnerabilidade que se retroalimenta. Sacou a cadeia de eventos? Porque ele está querendo dizer o seguinte: não é só a mudança climática, e sim os transtornos gerados por isso que geram consequências socioambientais e econômicas que vão colocar as pessoas em

Ciclos de mais vulnerabilidade a outros problemas. É, não é só que ficou mais quente ou mais frio. Não é só isso, entendeu? É todo um dominó que se retroalimenta, como ele falou aqui. Isso já está acontecendo. Somam-se ainda as evidências ligando poluição, especialmente partículas finas, a AVC e demência. Por isso que eu comprei aqui um desses detectores que detecta 16. Paradas de qualidade de ar e uma das coisas são as micropartículas, sabe? Que a gente respira.

Respira sem saber, mas elas vão se acumulando no nosso corpo e vai dando meada com o passar do tempo. Não é um problema que você vai ter hoje. Problema que você vai ter daqui a 20 anos, 25 anos, que vai diminuir a sua expectativa de vida, que vai te colocar mais vulnerável a outras doenças, etc. e tal. É ele dá aqui dois exemplos.

Para os próximos que ajudam a tornar isso mais palpável. No Rio Grande do Sul, a gente perdeu a produção inteira de seus sítios, história e sustento. E um solo que pode levar décadas para se recuperar. E no café. Tão amado pelo Jovem Nerd, e a segunda bebida mais consumida no mundo, perdendo apenas para a água, regiões tradicionais como a Alta Mogiana, em Franca, ficam mais expostas à espalha.

Extremos, geada, calor, chuva intensa, bagunçando o planejamento do produtor e empurrando a tendência de menor produção, endividamento e preços mais altos, como já vemos com o cacau. Porque tipo assim, lembre-se, o consumo não está diminuindo. A demanda continua aumentando, mas a produção está ficando mais escassa, mais problemática, mais cara. E aí, normalmente, o que acontece é? A indústria não pode produzir menos.

Aí ela começa a meter bosta no mercado, de pior qualidade. O mel, o problema é esse, aumenta a demanda por mel diminui, a gente está tendo uma crise com as abelhas também. Diminui a produção, aumenta. Então o que eu vou fazer? Vou não vender mel? Não, ou vai vender mais caro, ou vai meter um monte de melado, um monte de outras coisas. Aí vem o mel porim porim na roça. Exatamente, é isso. Quando você vê, você já tem uma geração que acha que tá comendo mel, mas tá comendo alguma coisa sintética.

Tá tomando melaço. Melaço, exatamente. E aí a gente vai chegar no mundo do Blade Runner, totalmente cyberpunk, onde o Dackrid pergunta pra Rachel: essa coruja é de verdade? E ela fala. Esse é o caminho, né? Aí continua aqui. Como cidadãos, o mínimo é trazer esse tema para perto: aprender mais, refletir, apoiar ações, pessoas, produtos e empresas coerentes.

Com o quadro atual. Cinismo, achar que não tem jeito, ou que é incapaz, ou que não ajuda em nada. Só favorece que prejudica cada um de nós e o planeta. Podemos mudar a Chave à opinião pública e conscientizar quem está ao nosso redor, ficar atento à poluição no dia a dia. É isso que eu falo. Não adianta só a indústria jogar a culpa ecológica pra gente, dizendo que não bote a sua toalha pra lavar no hotel, porque aqui a sua toalha planta árvore.

Ou, ah não, tente reciclar o máximo possível. Lembre-se, tudo que você... Pelo menos nos Estados Unidos, uma estatística... Sólida é tudo que a gente bota pra reciclar na coleta seletiva, tudo, todos os plásticos, todos os papéis, todos os papelões, tudo.

Só 10% é reciclável. No Brasil é bem mais, né? É mais? Por conta das cooperativas, né? Sim, então é na cidade. Aqui na Flórida eu sei que eu ouvi. Porque a coleta seletiva aqui, ela não é. Ela é tudo junto, né? Tudo que é reciclável vai no. Vai no mesmo. É, vai tudo junto. Então já existe a dificuldade de. Triagem. Exato. Que é o que as cooperativas no Brasil fazem. E eu vi que eles não têm processo de reciclar vidro aqui. Ué. Então eles só estão.

Guardando. Ah, tá aí. Pra um dia. Um dia, quando for barato, quando der. Foi economicamente viável, quando a gente Eles tiverem algum incentivo do governo aí, eles vão reciclar. Pois é, então, quando a gente recicla, é bom reciclar, mas é um paliativo, sabe? A gente não tem o poder de barrar com a reciclagem a quantidade de lixo que a gente produz. Inclusive, tem um documentário na Netflix.

Já que a gente tá falando desse assunto, eu recomendo muito. Deveria ter falado no programa, mas esqueci. Chama-se em inglês By Now. Ou seja, comprei agora, mas em português é A Conspiração Consumista. E ele é um documentário sobre listória. Sobre o lixo que a sociedade produz e que as empresas que fabricam seus produtos, nenhuma delas

Têm nenhuma responsabilidade social de pensar qual é o fim do ciclo da vida daquele produto. Então ninguém tem essa responsabilidade, ninguém guarda pra si essa responsabilidade. E tão poucos governos fazem o que podem, entendeu? Eu acho que alguns países. Tem em relação a pneu, alguma coisa assim, mas realmente. Ah, não, tem! Tem um negócio do pneu- que cada pneu que você faz, você tem que reciclar um pneu. É, mas é uma exceção, né? Mas isso, gente. Só vem com legislação.

É isso. Isso só acontece com legislação. A indústria não vai ser bonzia. E fiscalização. Exatamente. Punição, regulamentação. Legislação. Então o que acontece? A gente reciclar é legal, vamos reciclar. Mas assim, isso não vazava o planeta. A gente tem que se educar e exigir que os órgãos competentes.

Eles cobrem isso das indústrias. A gente tem que mudar. Tipo assim, o que a gente pode fazer para mudar? É trabalho de formiguinha mesmo. É o que a gente está falando aqui nesses e-mails. É a gente Passar essa consciência não só para Deus no nosso dia a dia, mas para na hora da gente votar.

O que esse candidato está defendendo? Ele está defendendo a indústria, ele está defendendo esse tipo de política que vai proteger o meio ambiente e, portanto, a humanidade como um todo, entendeu? É isso. E eu não tô falando de partido nenhum aqui. Eu tô falando do Tipo de luta que os representantes da sociedade estão falando pra gente: ó, isso aqui é a minha luta. Entendeu? É isso, é esse tipo de consciência. Isso é que muda. A gente precisa eleger representantes que estejam alinhados com esse.

Pensamento. É isso, gente. Então, trabalho de formiguinha pertence a todos nós. E quando a gente se junta, meu amigo, os gafanhotos percebem que o meio de vida deles está ameaçado. Aí o luz termina aqui: no fim, não é só sobre o planeta, é sobre cada um de nós. E aí, ele manda um PS aqui. Já tive o prazer de conhecer o Atila Caio Gomes, Sr. K. Portuguesa, Sr. Jovinete e o senhor M. Junto com as duas, em diferentes lugares, por puro acaso.

Ao longo dos últimos anos, caraca, ele é tipo o force gumpto jovem. Muito bom. Excelente. Sempre muito atenciosos e simpáticos. Parabéns pelo que construíram, Luz. Muito obrigado, meu querido. Tamo junto, cara. Muito obrigado por você ser um médico científico.

Porque a gente descobriu durante a pandemia que existe dentro da classe de médicos muita gente maluca também. Muito obrigado, seu médico consciente e, sobretudo, seu trabalho é muito importante porque você tem uma coisa, você tem a carteirada. Entendeu? Que as pessoas gostam de ouvir. Ah, o Luiz é médico! Doutor falou! O doutor Luiz falou. Obrigado. från Brooklyn och världens godaste börjare, med keddar, piclad rödlök och en legendarisk kurseros.

Max-appen. Kanske mer saftigt svensk nötkött. Leverera direkt Olha, eu quero falar o seguinte: quando estreou, eu não tava no hype. Tipo assim, pô, eu amei a série, a primeira temporada, eu amo o Fallout e tal. Mas aí, quando veio a segunda, eu sei lá, também aconteceu tanta coisa no final do ano passado. Mas quando eu comecei a ver. Todo aquele sentimento que a gente fala, Lauta é muito gostoso de ver, cara. Que é uma coisa dos jogos, né? Obviamente.

Super bem adaptado esse exagero over the top que eles fazem, né? De tudo. No sentido de que é uma série que não se leva a sério. Se você assistir. Silo, você vai ver uma série parecida com o Falotes, só que Silo se leva a sério. Silo é sério, é sério. Tipo assim, a história é séria, né? Como se fosse mesmo isso. Falautos, não. Fallout é uma grande piada, uma zoeira, mas que tem um-

Discurso bom ali, né? Sempre teve um discurso interessante, uma lore muito maneira, muito ampla. E eu até fiquei assim, meio confuso. Que a Marcela, por exemplo, sabe muito mais do que eu, jogou muito mais do que eu. E eu falei assim: quando tava assim lá no quarto episódio, Quinto episódio, eu até comentei lá no grupo que a gente tem. Olha, eu tô indo, mas eu não sei se eu tô conseguindo acompanhar, porque era tanta faca.

Facção sendo apresentada a cada episódio. Eu falo assim, gente, calma, desenvolve uma primeiro. É muita facção. Eu sei que o universo é gigante e que é muito maneiro- que cada facção é uma maluquice. Diferente, muito maneira de ver, mas eu fiquei com medo até de eles jogarem muita coisa no prato e a gente não conseguir digerir tudo, né? Esse foi o problema, né, dessa temporada. É, pois é, pra quem é fã, foi um praticamente.

Cheio, assim. Eu gostei muito mais dessa temporada do que da primeira, porque eu achei que eles botaram tudo junto, eles Juntar os outros jogos com o New Vegas e tal, e com a série em si, com a história da série. Muita referência, muita referência. É, muita referência. Mas eu não joguei New Vegas.

Então é o favorito de todo mundo, né? Todo mundo fala: ai caraca, eu tenho que jogar New Vegas, ninguém esperava nada. E aí, meu Deus do céu. Mas assim, realmente não joguei. Eu acho que, tipo, eu senti um pouco isso de pra quem não tá totalmente inteirado do lore dos jogos. Fica essa sensação de que é muita coisa sendo apresentada e também, assim, tem muita ponta sendo deixada solta. Fica uma vibe, não sei, não é que seja ruim, porque eu achei essa temporada bem boa, na verdade, tá?

Eu também. Essa segunda temporada, eu acho que ela foi. Eles meio que armaram o cenário pro que vai vir na terceira temporada. Então ela foi uma ponte. É, porque eu acho que essa temporada a gente foi apresentada a todas essas facções. No último episódio, você tem ali um exército. Chegando, você tem ali, vai dar início a uma guerra. Vai ser a outra a terceira guerra da NCR contra a Legião. E vai provavelmente envolver. Outros personagens ali, né? Não só a NCR, a Legion, a série tá escritada.

Expandindo pra trazer o enclave. Mas aí, por exemplo, eu não lembro tudo. Eu conheço esses nomes todos, eu conheço NCR, o Enclave, Common Wells, toda essa parada. Mas aí, como eu sou jogador mais Casual, eles falaram pra caralho de enclave e eu comecei a ficar puta, peraí, quem era o enclave? O que é? Por que isso é importante? E eu achei até que isso acabou levando pra um final de temporada mais morno. É, eu tive essa mesma sensação me. Bem mistério, bem mistério. Exato, eu acho que acabou.

Servindo muito mais quem é fã mesmo, infelizmente. Tanto que eu percebi isso pelo quanto eu expliquei de coisa pro meu marido quando a gente tava assistindo, sabe? Porque o Enclave, eles foram os vilões desde o primeiro Fallout. Porque o enclave é basicamente o Deep State que fala essa conspiração do Deep State. Eu acho que o Enclave só não aparece no Fallout 3.

Aparecem, eles estão no Product Security lá, é deles, o FV e tudo, eles aparecem. Mas eles não são o vilão principal da história. Não sei se é no 3 ou no 4. Tem um dos dois ou no 2. No 4, eles não são, porque no 4. É o Instituto que é o vilão principal. Eu gosto disso que eles fizeram- de colocar o encleve sendo citado em vários momentos- pra gente ficar com essa ameaça.

Solto aí, a gente tem que prestar atenção nisso, porque vai acontecer, vai aparecer em algum momento e tal. Mas eu acho que, às vezes, desenvolver um pouco mais isso em uma narrativa corrida, entendeu? Seguida por várias outras narrativas, eu acho que deixaria um pouco menos confuso. E eu tô dizendo isso.

Porque assim, pra mim não ficou tão ruim assim, porque eu assisti muitos episódios seguidos, né? Porque aconteceu comigo a mesma coisa que aconteceu com a Lê, que foi eu amei a primeira temporada, adorei mesmo, e aí quando chegou essa.

Essa segunda, por algum motivo, o hype não tava construído de um jeito que aquela era a série que eu queria ver exatamente no dia que foi lançado, entendeu? E aí eu peguei, esperei ali uns dois, três episódios, aí assisti dois episódios juntos, depois eu assisti quatro episódios juntos, então é muito mais.

É mais fácil não ficar confuso quando você tá vendo as informações uma atrás da outra, muito seguido, sabe? Mas assim, semana após semana, você vai perdendo ali, principalmente, tipo, você tá vendo outras séries, você tá vendo outras coisas, então. Vai ficando tudo muito complicado. Acho que é uma série que foi pensada de um jeito que parece que ela seria lançada, tipo da Netflix.

Tudo de uma vez? Isso é realmente uma parada que complicou essa temporada. Eu acho, principalmente pra quem não conhece. Eu acho que se eles ainda botassem as explicações do enclave nessa temporada, ia ficar mais coisa ali pra explicar que eles já não conseguiram. Acho que eles.

Porque eu acho que não precisava explicar o enclave. Vamos ter que explicar na próxima. É, na próxima vai ser explicado. A próxima vai ser totalmente focado no enclave. Mas essa temporada. Você sabe agora, pra quem não jogou o jogo, você sabe que o pessoal do alto escalando o governo tá no enclave. Mas você não sabe.

O defé aonde se estende, né? É, quem controla, quem tava mandando ali nas paradas, quem tá tomando controle dos experimentos, a princípio está no enclave. A gente vê o enclave na primeira temporada com aquele médico. Médico lá do Lógico. Isso, o Michael Emerson. O Michael Emerson, é, que apareceu rapidinho aí no flashback, né? Ele tava.

Saindo fora porque ele não queria matar o cachorro, justamente. E ele tava com o ator, né? Com a fusão a frio, né? Que foi um plot principal dessa temporada. E ainda tem um flashback. Que eles ainda estão contando, né? De como tudo aconteceu, a responsabilidade de quem causou o negócio, dele procurando a filha. Então, tipo, tem vários pequenos detalhes que estão sendo ainda apresentados.

Que estão complicando pra você mostrar muita coisa. Mas aí, justamente, Carlos, você começa a história lá com a Brotherhood of Steel tentando se unificar e aí começa uma. Porra, uma guerra civil dentro da Brotherhood of Seal. Aí você conhece um pouco mais da New California Republic, aí você conhece lá os legendários lá, os legionários lá. Aí você vê o cara do Commonwealth.

Que chegou lá, tipo assim, primeiro, pra mim não foi nenhum cliffhanger isso, porque isso foi o final do episódio. Eles estavam lá tentando armar um acordo de como é que vai funcionar, eu tenho uma fusão a frio, etc e tal. Aí chega o cara lá do Commonwealth. Chega sozinho. E aí, galera, cheguei! Sou o Coman Wells e acabou o episódio. E eu falo assim: beleza, eu sei alguma coisa de Fallout, mas eu não tô lembrando porque eu acho.

Achar isso importante. É, porque o comão Elton é do 4. Mas você entendeu que isso, pra quem não conhece nada, falou, isso não é um cliffhanger. Não é mesmo. Não, não é, não é um cliffhanger. Por isso que eu tô falando: depois de todas essa bateria de facto,

De pessoas diferentes, de interesses diferentes e tal. Aí você ainda nota por nome, ainda tem mais uma, um enclave. Aí fala assim: Caralho, eu não sei mais o que está acontecendo. Quando a Como Eff foi apresentada, é porque, naquela discussão que eles estão tendo ali na mesa, é citado em vários momentos que eles têm medo da Como Evo. Que eles estão se unindo para lutar contra Como Elf. Sim. Aí chegou esse cara que ninguém bota fé nesse cara. Ele sempre faz papéis duvidosos.

Je t'ai un peu de peine d'elle parce qu'il a dit dans une entreviste, dans un stand-up d'elle, qu'il achait que sa vie d'elle vou faire un film de Marvel avec Angelina Jolie. J'ai gagné la vie ! Ai, cara, ele fez Eternals, né? Foi canal. Foi Eternals. Aí ele fez um papel muito maneiro, mas super pequeno do Jedi Martin.

Marçal lá na série do Obi-Wan, que eu achei maneiro o cara que fica fingindo que ele tem a força, mas ele é só um enganador, etc. E aí agora o cara fez um micro-papel, tipo assim: puta, esse cara vai ser o cara que todo mundo tem medo, ele vai chegar. Sozinho, e aí depois vou morrer com a martelada na cabeça, e tipo assim, puta cara, vocês querem que eu tenha medo do Commonwealth mesmo? Mas aí que tá, eu acho que isso representa bem o poder da Commonwealth.

Porque quando você é poderoso, num nível que todo mundo te teme, você não precisa demonstrar esse poder o tempo todo. Mas eu acho que todo mundo ali entendeu, menos eu. Mas só chegar uma pessoa da Commonwealth ali já era uma parada bizarra. Porque, a princípio. Era uma reunião secreta. Então, alguém lá dentro entregou isso pra Como Elf. Tem um traidor ali, alguém que mandou isso pra Como Elf. Então, tipo, eles já estão. Caralho, como é que eles superam? Mas você entendeu, Carlos, que

Sem desenvolver nada disso antes, pra mim tudo isso é novidade e não significa muita coisa. Eles estão só falando assim: olha, preste atenção que vai chegar um cara de uma faculdade. Ação que eles têm medo. E aí eu, tá bom, eu vou acreditar. Não acho que ficou bem explicado o suficiente depois que todo o enredo se acaba se desenrolando ali. Você vai entendendo nas entrelinhas como que funciona isso, como que funciona o jeito que eles enxergam a Commonwealth e como que funciona muito por.

Por cima a própria comunidade. No episódio seguinte, tanto que o cara falou, né? Exato. Dá pra você inferir muita coisa, assim. É, mas ele funciona. Se você matar ele, você começa uma guerra civil. Exato. Só que eu acho que isso que o Ale falou faz total sentido. Sentido de esse negócio não é um cliffhanger. Ele chegar e dizer assim: ah, e aí, caras? Eu acho que a única coisa que me pegou desse cliffhanger foi mais. assim, eu não posso nem me colocar nisso, cara, porque eu não

Eu não sou o tipo de pessoa que não sabe nada do lore do jogo, entendeu? Eu fico imaginando uma pessoa que não sabe absolutamente nada. Então, não foi Kiff Hanger. A parada é a introdução de um novo personagem que você só. Tem uma parada, a única coisa que você conhece ali daquele personagem é que ele faz parte.

Parte da Common Elf, que aquela galera ali que tava na mesa temia. Agora, o quão importante é isso, o quão poderoso eles são, o quanto isso tem de desenvolvimento, não tem. É, mas eles terminaram o episódio assim, Carlos. Mas nessa parte eu acho que foi mais importante o matemático. E servido o propósito do Quintus naquele momento. Do que o próprio cara do Commonwealth chegando. O cara do Commonwealth foi pra quebrar aquela cena.

Tipo, quebrar aquele momento em que podia dar alguma merda pro máximo. É, quebrou. Só que eles terminaram o episódio. É, e esse núcleo- assim, fora essas partes que são muito, muito focadas no Máximo. E nos personagens mais próximos, esse é o núcleo que acho que prende menos, sabe? A gente só acompanha o Brother Huda.

Steel e a Common Elf por causa do Máximo. Porque depois que o Máximus sai da Gloderhood e vai embora, a gente só vai voltar pra ela quando ele volta. Exato, quando coloca o Quintus no centro do negócio, fica chato. É chatão aqui. O sentido da Brotherhood ela ter caído em meio que desgraça, assim, um pouco. Porque esses capítulos da Brotherhood que estão perdidos, espalhados, e porque como o Wells é lá de Boston, é lá da Costa Leste. that for him was a perspective.

perspectiva de tipo reunificar todas as porque tá tudo Eles são pequenas facções, pequenos grupos. Essa parte no roteiro é interessante in conceito. Ela funciona. Funciona em conceito. Eu tô interessada em saber isso aí. Eu tô interessado em saber o que aconteceu com a Brotherhood durante todo esse tempo, porque eles estão tão fragmentados, o que está rolando. Eu tô interessada nisso, mas eu acho.

Eu acho que a execução dessas partes assim de ah, vou fazer aqui um conselho pra tentar fazer isso, acho que não engajou tanto quanto poderia, sabe? Mas eu acho que a série realmente não engajou esse tópico. Como a gente tá falando, tem muita coisa que a série tá contando. Eu acho que a série só mostrou aquilo ali como uma base pra gente, principalmente da relação do Máximo, com isso.

Porque eu acho que tudo que a gente viu ali foi a relação do Maximus com a sua Brotherhood, acreditando que a Brotherhood era uma coisa nova, que era uma coisa que poderia mudar e salvar o mundo- salvar o deserto. Ele acreditava na causa, que era o que ele chegava desde criança quando ele via o NCR. Eu adoro o Maximus como personagem, cara. Eu adoro, ele é demais. Todas as vezes que ele interage com uma pessoa nova, que é uma figura de autoridade, você vê ele imediatamente se entregando pro.

Porque ele quer muito essa figura paterna, e ele quer muito ser apreciado, e ele quer muito fazer parte de um clubinho que alguém sabe. Abota ele, é muito massa, cara. Isso você vê principalmente naqueles últimos episódios, quando ele vê a armadura da NCA, que ele. Fica encantado, humilhando, emocionado, porque era a relação dele criança com aquilo, né? Aquele criança via a tropa andando e patrulhando a cidade, né? Cheio de Sams.

E aí, depois, quando ele vê a tropa chegando pra salvar ele, pô, aquilo ali era o que ele sempre tava sonhando. E é o que ele buscou na Brotherhood e não achou naquele momento, né? Ser um herói, né? Ele queria ser um herói. Mas é engraçado que essa armadura não existe no jogo. Mas imediatamente depois do episódio, a Bethesda lançou ela pro Fallout 76 com muito tempo pago de. Ai, Bethesda, vou te.

Vou te contar em visual. I know there's a war coming. The bombs will only be the beginning. O foco principal da história, acho que mais movimentou, foi da luz. Com o Copper. O Copper é o principal, né? Porque a gente passou praticamente a temporada inteira vendo a história do parque.

Passado dele, né? Ah, eu adorei. Ele é ótimo, cara. Ele segura demais a série, cara. Porra, ele é muito bom. É muito bom, é muito bom. E toda a transformação, cara, isso é muito maneiro, porque o paralelo que ele faz com Copper Howard. Sendo a Lucy do passado. Porque ele confia. É aquela que acredita na rua. Ele acredita. É muito legal. Justamente, eu acho que isso que.

Tornou essa temporada ainda mais interessante. A gente já tinha visto, né? E todo o flashback da vida dele antes e tal na primeira temporada. Mas assim, eu achei que é a parte mais interessante da série, porque a gente sabe tudo o que aconteceu, mas eu continuava. Super interessada em cada ida pro passado por causa da relação entre os personagens, sabe? Entre ele, a

É o carisma do ator, porque, gente, todas as vezes que o Cooper aparece, independente dele estar como Cooper Howard, independente dele estar como Gol, né? Todas as vezes a gente fica imediatamente preso na tela. Esses flashbacks pro passaram são. It's really cool. Some of the best parts. The best episode is very focused on it.

E também sabe por que eles apresentaram um outro elemento narrativo muito interessante, que não é dito, mas é percebido, obviamente, é que o personagem dele 200 anos no passado é muito diferente dele agora. Sim. São quase dois personagens diferentes. Enquanto ele tá ali sendo celebrado como um herói de guerra, o cara que pensa sempre no próximo, o cara absolutamente porra, cara, ele tá entre a cruz e a espada, cara, a esposa dele tá traindo o país, ele não sei o que.

O que é o Fábio? Você se importa com o personagem que ele é? E aí assim: Caralho, o que esse cara vai? Tipo assim, é muita porrada. 200 anos virando um bicho deformado, um caveira vermelha e tal. E o cara ficou totalmente, mas é que personagem interessante. Ele não é um personagem arrasto. Arquétipo, entendeu? Cara, isso é muito massa. Vai passando a temporada, as coisas vão acontecendo e você vai entendendo totalmente porque ele se tornou aquilo- até nas coisas que não são assim.

Ditas estão na nossa cara, né? Tipo, no final, ali, quando ele pega e ele fala, ele confia, ah, eu vou encontrar o presidente, eu vou fazer isso, eu vou fazer aquilo, e você sabe que deu tudo errado. Exato! Você sabe. Sabe que o que ele fez foi uma merda e você fica também desesperado como audiência, porque você fica, cara, então o que era que poderia ser feito? Por que esse cara fez? Tudo o que poderia ser feito, não importa o quanto eles.

Escala, não importa os contatos que ele tem, absolutamente ninguém podia fazer na verdade. A não ser que eu matasse todo mundo das companhias, da república, que mudaria aquilo ali. Porque a parada já estava num caminho que não tinha volta. Ele tava mostrando assim, cara, que o powers that be, né, assim, o Poderes do mundo já tinham decidido aquilo. Então não tem muito o que ele possa fazer. Ele tá mais testemunhando com a agonia da gente. Nesse lugar, sabendo o que vai acontecer.

Que sabe o que vai acontecer e assim, sentindo a Absolutamente incapaz de fazer qualquer coisa. Você sente por ele, e ao mesmo tempo, isso não absorve. Absolve a esposa dele no final das contas, porque você sabe que ela tá fazendo isso por causa da filha e da família e não sei o que, não sei o que, mas na verdade ela é aquela pessoa, o fing fica os meios e acabou, né?

Ela não é uma pessoa boa, no final das contas, mas você entende que até ele proteger ela, né? Porque você vê que no final das contas o enclave vai prender ele, em algum momento ele vai ser solto e ele vai ficar rotulado de pinco, né? De comunista. E ele vai perder o emprego e ele vai ficar em desgraça e não sei o que. Vai virar animador de festa, e aí você vê que é por isso que ele está divorciado da mulher. Não é porque eles divorciaram porque eles.

Ela precisou se afastar dele por causa do que ele. Se tornou por culpa do Answave, né? Mas ainda existem várias perguntas sobre serem respondidas disso, porque a gente sabe que ele vai pro Vault com a filha, porque ele vai pro cavalo levando a filha pro Vault. E o que acontece depois disso? A gente já não sabe. Mas eu acho que ele leva a filha e entrega pra Barbie. Porque eu acho que, porque ele caiu em desgraça, ele virou comunista, ele não tem ingresso pro Val.

Eu acho que o vote dele é outro. A gente ainda não mostrou. Lembrando que cair em desgraça virou comunista aos olhos do governo capitalista que estava planejando destruir o mundo com bombas atômicas. Você pega a mulher dele, a mulher dele. Tipo, fala exatamente isso. Ela tá fazendo isso porque ela também sabe que nada do que ela fizer vai mudar. Então ela tá tentando salvar a filha, salvar a parada. E a cena que ela é ameaçada no elevador- que é pelo mesmo doutor.

Que vai fugir do enclave no futuro. Nossa, cara, essa cena é tão legal porque a gente já torce tanto por ele. Olha a pessoa que salva um cachorro, automaticamente é o herói. E te dá um arrepio também, porque ele fala. But if you forget your place in the company, you'll die.

E ele fala de um jeito que é ameaçador. Só que a gente, como a gente já conhece o personagem, a gente sabe que ao mesmo tempo ele é a vítima e o algóz, né? Mas eu acho que naquela época ele ainda não era a vítima. Mas mesmo que ele não fosse a vítima nesse sentido, ele era a vítima do sistema.

Tema de qualquer maneira, né? Então eu passei a temparada inteira com a raiva dela e aí eu comecei a falar assim: caralho, ela também é vítima. No sentido de que ela foi colocada numa situação de que ela falou assim: Caralho, isso vai acontecer. Então eu preciso salvar a nossa filha. É a escolha lá do.

É, é isso mesmo. É, é uma escolha impossível, sim. Qualquer parada é uma escolha impossível, entendeu? Você vê que a parada não tem volta, porque até o bilionário, o dono da tecnologia e tudo mais, ele não tem a opção. Opção de não acontecer, ele tá construindo uma parada para se proteger.

O que já vai acontecer. Ele prevê a parada, ele sabe: não, vai acontecer, não tem o que fazer, eu não tenho como impedir. Também é o fato de falar assim: olha, o cara fala assim: o único jeito da gente garantir isso é a gente jogar a bomba. Tanto que o Emery. Que fala isso pra esposa dele falar lá na reunião. お疲れ様でした que é meio que a

Que é a desculpa de todo mundo pra, sei lá, desenvolver a inteligência artificial do jeito que tá desenvolvendo, sem freio, sem o caralho. Se a gente não fizer, eles vão fazer. É isso que estava escrito na carta ao presidente lá, assinada por um monte de cientista, pelo Einstein, na época da segunda.

Decidiram criar o projeto Marrata, né? Pra pesquisar meios de fazer uma bomba atômica. Era assim: se a gente não fizer, os nazistas vão fazer. E isso acaba sendo meio que a trama que eu entendi aí. Falei assim: olha, é isso, o mundo vai se consumir, a gente tá nessa guerra de recursos interminável.

A gente vai ter que controlar a parada. A única jeita de a gente controlar tudo é a gente apertar o botão no reset. É surreal e é como se a gente estivesse vivendo isso. Por isso que eu falei que essa merda é telecurso. Só não caiu bomba ainda. Mas Big 51. Tá chegando aí. Big 51. Virou América. Por isso que a Lloyd Falosa é muito. Apesar de ser essa zoeira, ela tá no trilho. Assim, não, é isso que tá acontecendo aí no nosso mundo há muito tempo. Eu acho que é uma zoeira, mas

Mas é angustiante do mesmo jeito, sabe? Porque toca no realismo de um jeito mais. Leve, não quer dizer que não toque do realismo também de um jeito muito doloroso. Exato. É uma zoeira dark, é uma zoeira. Sim, totalmente dark. Que tem um fundo também de realidade, né? Mas na próxima temporada a gente vai dar uma vertente aí bem mais forte. Forte para o fascismo com o enclave o enclave é bem mais forte nesse ponto. Na verdade, várias dessas factores.

Também elas têm teram o fascismo lá em vários momentos pra Brotherhood ou. Steel, a Caesars Legion, né? Todas elas. A menos fácil de todas é que é a detonada com a bomba nuclear lá que a gente tem que as 800, que é a NCR, que é a República da Califórnia, a Nova República da Califórnia. É a menos

Fascista de todas. É a que tá tentando recuperar o estilo de vida antigo. Tá tentando recuperar. Não, e eles estão tentando ser inclusivos, eles estão tentando incluir as pessoas, trazer as pessoas juntas, não tem. Eles eram os únicos. De todos os grupos que aceitavam os Guls. Mais uma vez, Falota é telecourt. Yeah. A gente vê isso ali naquele flashback do Máximus, né? Que é eles buscando água não contaminada. Então, tipo, eles estavam querendo.

Desenvolver novamente a humanidade, a sociedade, trazer as pessoas para viverem juntas de novo. Construir a parada de uma forma certa. O cara é muito deprimente porque o Hank, o Hank é um. Filha da puta mesmo, né? Eles estavam da boa, tudo bem. Eles estavam sem saber pegando água do volte lá debaixo. Ótimo, 33. Mas o negócio foi todo que ele explodiu o Shady Sands por...

Ciúme, né, cara? Absurdo. A gente jogando nos jogos, você sabe que Shady Sands foi nucada, mas você não sabe por quem. E aí, agora que a série conta, tipo, é muito explosão de cabeça, porque a esposa dele. Saiu do Vault por causa do negócio da água, porque ela descobriu que tinha alguém desviando água do Vault, e aí ela saiu do Vault 33 e descobriu cheio de Sands. E aí, ela entendeu que tudo que o Henk tava falando era uma mentira, e ela ficou, e ela levou, ela levou a luz.

E aí ele foi lá em cima, pegou os dois, deixou ela lá e explodiu a cidade. E ficou agindo como se, nossa, caraca, isso me doeu muito, mas na verdade ele tava. Deixando lá. Ah, lendo o histórico pra filha dele. É muito bom se pilates, cara. É, muito boa. Muito, muito, muito. Muito boa. Titulky vytvořil JohnyX Tchitkov, que eles eram casados lá. O Hank, mais jovem, mas ele não...

Não tinha uma posição de ultralíder como ele. Não, ele era um assistente. Não, ele era um bud. Mas todos os overseers são. Mas é que tá. Toda aquela galera congelada são todos desses subalternos. Só que o BUD é do enclave também. Esse que é o negócio. Então todos eles.

Só que eles não sabem, vários deles não sabem que eles estão cumprindo ordens do enclave. O Bud sabe, provavelmente, o Hank sabe e a Steph sabe, né? Eu entendi que o Hank era o overseas da vez- do 33, sim. Que eles estavam acordando um. Cada época diferente pra chegar até o dia do Reclamation Day, lá que eles vão, né.

Reconstruir lá a sociedade deles. Mas assim, quando o irmão da Lucy, que estava preso lá no Volto dos Congelados, ele decide: Ah, eu vou acordar todo mundo, porque senão eu vou morrer aqui mesmo e tal, e ele acorda todos os gerentes. اشتركوا في القناة اشتركوا في القناة

Mas não era. Não são, o tanto que o cara falou que ele comprava os almoços da galera, ele era assistente do Bud, né? Tipo, não tinha. É, e é uma galera que tá muito treinada a ser mandada, né? Então o Norman, quando ele começa a colocar ordem ali, é muito legal. Não, é chamando erício. Quando eles saem, eles ficam em desistência.

Desespero quando descobrem que o Bud tava morto. O Bud é daquele cérebrozinho. Sim, sim. O robô bem, tipo. Quando eles descobrem que ele tá morto, eles entram em desespero. Porque, fudeu, porque a gente não sabe o que fazer. A gente não tem a capacidade de pensar. A gente tem a capacidade de ser mandado. A gerência não sabe.

Gerenciar. É exatamente. Isso é realista, gente. Por favor. Quando o Hank decide fugir geral e ir pra New Vegas, é isso que eu fiquei um pouco confuso. Mas ele não decide fugir pra New Vegas. A Moldaver pega ele. A Moldaver entra porque eles fazem aquela invasão na primeira temporada que eles fazem.

O casamento daquela. Porque toda. Ele é sequestrado, né? Ele é carregado. Ele é sequestrado por ela. Ele não sabe. Aí depois, lá fora, ele decide: agora eu já tô na merda, agora eu vou seguir aí com o plano. Mas ele parecia que ele sabia tanto do plano pra ser um cara muito.

Muito suboternos, ele já tinha passado muitos anos ali. Ele passou 40 anos. Então ele já estava mais por dentro. Ele cresceu ali dentro. Tanto ele não tem tanto poder, mas ele já sabe o que está acontecendo. É mostrado claramente. Que ele era meio metido também, né? Naquela cena que a gente vê a Barbie em uma reunião importante, ele dizendo: Ah, disseram que eu podia entrar aqui e fazer as minhas anotações e tal. Então, essa ideia de que ele tava em todos os lugares.

Que ele sabia tudo o que estava acontecendo, só que ele passava desapercebido porque ele é meio abestadão, sabe? Mas é o que os outros. Outros caras estavam fazendo também, que nem o cara que falava, eu comprava os lanches do Bud, mas eu escutei sobre o. É, mas a Rádio Peão por 40 anos, pô. Não, não, ele deixou de ser. Ele passou a, tipo, a fazer as coisas na cara, aprender os.

A tecnologia que ele ficou fascinado, que era do controle, e aí ele tomou a decisão na cabeça dele de fazer a parada acontecer com aquilo. Até porque pode ser que ele mesmo tenha sido o cara. Que tenha sido responsável por botar o cérebro do Bud no robô. Também. O Bud era chefe dele. Do momento que tá acontecendo o passado, flashback,

A gente ainda não sabe quanto tempo vai se passar até a explosão. É algum tempo, porque pro Cooper virar animador de festa do caralho, a vida dele tem que ser diferente. Durante algum tempo, pra isso passar a ser um negócio normal. É, porque a filha não vai estar tão mais velha, mas vai passar uns dois anos, três anos.

Pode ter aí algum tempo em que ele vai se desenvolver toda a empresa. Porque eles crescem rápido e a cena dela, na explosão, ela estava pequenininha ainda, e agora ela já estava maior nessas outras épocas. É complicado. E aí a gente teve também nessa temporada, porque é foda, nessa temporada teve muita gente sendo o passado sendo apresentada, né? A Stephanie Harper.

Que só tem o olho agora. A gente tem o passado. Você é a mãe dela? Não, quem é a mãe dela? A Natasha Hessid, cara. Gente, não. A Natasha Hessid? Nossa, eu conheci na hora, porque ela tem essa sobrancelha muito. Da experiência? Da experiência, ela. A mãe da Stef. Cardias! Daí. Experiência, não sei se foi outro flashback agora. Caraca, linguinha, linguinha. Nossa, lindona. Nossa, ela era muito gata e a experiência foi. Meu Deus, meu Deus, marcante.

Não tem como não ser. Mas olha, eu vou te falar. Eu perguntei: mas será que ela é mãe ou é irmã? É, eu me perguntei: mas esse é um problema que role hoje tem há muito tempo, né, cara? Eu achei legal que eles ficavam mostrando o rank lá. Cara, na moral, pega todos os ratos de uma vez só.

Mas ele gostava do passeio de carrinho. Ele gostava do passeio, boa, boa, mano. Era a única coisa que ele podia fazer do lado de fora. É, ele tava botando os 10 mil passos dele no Pip Boys. Eu tô brincando, porque aquilo é pra deixar entender de que ele teste. ご視聴ありがとうございました

Explode, aí ele vai trabalhar no negócio um tempão, aí depois que ele terminar pra testar o próximo, ele vai buscar o outro rato, né? É, porque se ele buscar o rato e deixar o rato ali, ele vai ter que tomar conta daquele rato, vai ter que manter ele vivo. Eu acho que é pra mostrar, é pra mostrar que. Que ele tá feliz com o processo, sabe? É, ele tá curtindo o processo. Ele pega o ioiô, ele brinca. Essa foi uma. The link.

Forma de mostrar o início dessa Passar de tempo, porque ele pega o Yoyô pela primeira vez e ele está todo troncho. Que é que nem eu tentando jogar Yoi, né? É aprender uma habilidade que um dia você teve como criança. E aí, tipo assim, você vê ele todo troncho e aí vai passando as cenas e aí você vai ver que ele tá melhorando. Tipo assim, muito bom!

Marcar, passar de tempo, muito bom, muito bom. Não é só o vai-vende carro. A habilidade dele melhorando com o Ioiô vai marcar que a gente consegue colocar isso na nossa cabeça de que, ó, pro cara praticar Ioiô, tem que passar um certo tempo. Incrível, incrível. Não precisa nem falar nada. Só como um elemento extra ali na cena que foi muito bem pensado. Isso é uma parada maneira porque a gente tem aí eles.

Se deslocando por grandes distâncias no deserto, passando por certos momentos. E aí a passagem de tempo assim é muito boa, né? Pra gente ter uma noção muito maior de que passou bastante tempo. É auxiliado pelo espaço, né? É, exatamente. Aí, por exemplo, a Lucy e o Connor é gol ainda, já é gol, viajando pelo deserto. Pô, eles parando. Eles têm vários encontros. No caminho deles, aquela região inicial que mostra. Que é paralelo ao jogo, exatamente. Eu sinto.

Não só a história sendo super respeitada, mas assim até o passo do andar da história, das saídas. Quest que eles encontram de tudo isso, das grandes viagens, isso é muita vibe do jogo, sabe? E os detalhinhos mata dos Buds Buds falam: eu vou quero ficar. Caraca, muito bom! We need to craft a weapon! Muito bom! Muito jogo isso, cara. Eu tenho que craftar a weapon.

Cara, é muito massa quando eles pegam o que funciona no material original, que deixa a galera engajada pra jogar o jogo por horas e horas e horas seguidas. E aí eles colocam lá, é porque a vibe se mantém independente da mídia. É muito massa. Eu adorei que eles botaram o fixo. Il est un robot sexuel.

Ele é um sex bot de verdade no jogo. Foi uma coisa que eu sempre falei com o Marcelo, que adora esse personagem do He-Man lá, que é o Fisto, que ele tem um punho de ferro gigante, né? Dá soco, né? Até parece um trailer do filme do He-Man, né? E a gente sabe que não é pra isso que esse cara usa. Não é, batalha é o negócio extra.

Cara, você tá falando do He-Man e tem homens musculosos com óleo no corpo. E tem um cara chamado Pistol. É, cara, eles sabiam o que estavam fazendo. Eles sabiam o que eles estavam fazendo. Sabiam muito o que eles estavam fazendo. Cara, mas uma coisa que eu adorei nessa temporada, que eu gostei muito, foi o crescimento da personagem da Lucy. Ela passa por muita merda, tipo, ela ainda tá no início da temporada, com aquela sensação de que eu ainda sou aquela pessoa que vivia no vault.

Eu ainda sou boa, eu ainda vejo que tento achar o lado bom nas pessoas. A gente abre a primeira cena do primeiro episódio, é ela, tipo, negocia. Negociando com os caras, não, não mata, não, porque senão eu vou ter que matar vocês. Eu não quero matar vocês. Ela é personagem que usa o carisma ali nas negociações. E ele ficando puto porque ela só deu tiro na bunda, o tiro na perna, tiro no bunda. E isso é muito. Muito foda porque também lembra o jogo, porque no jogo você tem algo. Opção de você

Dar os tiros precisos. Isso. O Dink, né? O dinossauro do novo. O dinossauro também é muito maneiro. O crescimento dela. E aí ela passa por aquela cena dos. Porra, os escorpiões vermelhos. O escorpião vermelho foi muito.

Muito foda. Ela deveria ter tomado dano e morrido com aquele escorpião vermelho na cara dela. Verdade. Mas é legal esse desenvolvimento da Lucy também é muito massa, né? Você vê ela tentando manter uma aspas bondade de um jeito inocente, quase forçado- que não cabe no mundo real, porque ela entende que.

Que se não for daquele jeito, ela não é boa, ponto, né? Aí ela aprendendo nuance aos poucos enquanto ela tá errando e se descobrindo e fazendo merdas, merdas inacreditáveis, empatizando com o humor da galera quando tá full drogada, né? Naquela hora que ela. Tá drogada e disse: Ah, eu vou matar todo mundo. Meu Deus, que vontade de matar todo mundo. O pira matando os Kings lá, que estão tudo virou guru. A cena que ela salva a mulher lá dos

Skaisa, que era a escava dos Kaisa, que ela usa o último steampack nela pra levar e vai levar ela de volta, e aí ela chega lá e a mulher morre. É, cara, a gente com uma audiência fica impaciente. Tipo isso, né? Quando ela começa a fazer essas merdas, você fica tipo, minha irmã, você vai trair a pessoa que tá andando com você até agora por uma maluca. E aí, quando ela se lasca, você fica, poxa luz.

Presta atenção no que você tá fazendo, cara. Ele ainda fala pra ela no Golden Rue, motherfucker. Ela não Golden Rule, motherfucker. Aliás, serve de dica para vocês não caírem na armadilha que eu caí. No Prime Video, se você dá pausa e se você estiver vendo o computador, botar o mouse em cima da tela, então você vai ver que aparece o nome dos atores que estão na cidade.

Na cena, né? O ator e o personagem. Acho maneiro isso. Ah, e você viu uma policy? Não, não, não, não. Não porque eles só mostram. Eu fiz até o teste. Teve uma cena que alguém apareceu falando sem mostrar, só a voz, e aí. Só quando mostrou o rosto é que apareceu o nome ali nesse rolê. Eles botam na hora certa mesmo. Dito isso, isso acabou me dando um spoiler indireto. Que é quando por acaso eu passei o mouse ali na tela, e aí tava lá ela, Pernel.

Que faz a Lucy e a outra tava assim, Woman. Eu falei: puta, vai morrer. Ah, não nem não mentinha. A outra moça, ela. Aí a gente fazia, até quando ela. Tirou ela do hospital lá, eu falei: uai, não morreu? Quando ela morreu, eu falei, é claro, ela morreu porque ela era woman. Se a pessoa é woman, então, cara, não vai durar 5 minutos na série. É camisa vermelha total. Camilo é mesmo. Tão bem escritos às vezes que dentro dessa vibe surrealística,

Mas muito crítica do Fallout conseguem aprofundar com poucas palavras, né? Quando a Lucy tá levando, né, resgatando a mulher lá do hospital, né? E ela acabar terminando lá na Legião, ela Ela fica preocupada com a luz e fala assim: olha, ela fala assim essa frase. Eu não gostaria de ver você ser estuprada pelas pessoas erradas. Aham. Nossa, que...

Terrível, porque pelas pessoas erradas adicionam um nível de merda tão gigantesco ainda mais. A primeira parte já vai acontecer. É, tipo assim, você tá lidando com um mundo onde isso é o normal de acontecer. Você não quer. Que isso aconteça com as pessoas erradas. Sabe, a gente fale assim, caralho, que terrível. Mas que frase bem escrita para mostrar essa. Tipo assim, o que é a zoeira da série e onde a série tá falando sério mesmo, né? Porque apesar de ter sido colocado como uma frase bem.

Solta, é uma frase terrível. É só a gente olhar pra nossa realidade hoje, que, tipo, a gente sempre viveu num mundo em que a gente olhava pra certas coisas e imaginava: caraca, isso, porra, deve ter coisas terríveis acontecendo. E aí a gente olha pro mundo hoje e abriu-se. Tipo, várias e várias páginas que estão, coisas terríveis estão acontecendo. E não falo só de guerra, guerras sempre aconteceram, moras.

Destruição, mais coisas tipo nos bastidores de pessoas que a princípio ninguém acreditava, porque se fazia lenda, mas é só você ver os arquivos do Apple. É, tá todo mundo, tá todo mundo pedindo desculpas pros teoristas da conspiração, né? Que se conhecem. Caraca, a realidade é muito pior. Todo mundo, muita gente, tá? Mas tem acontecido isso. Eu sei que tem um lugar coming, the bombs. Eles fizeram muita dinâmica de duplas, né? Uma dinâmica de dupla, tá aí a série do Game of Thrones.

Esse subplot do clube da galera. O clube do snack? Eu não entendi o clube do snack. Sério, galera, o que foi o Clube do Snack? Achei, por que que eu tô vendo isso? Cara, não tinha propósito na porra do volte. E aí a mulher falou pra ele, a Betty falou... Faz aí um clube, e ele, tipo, resolveu fazer um clube dos inbreds, dos caras que nasceram no Vault. Como nasce no Vault? A galera tem que fazer miscigenação ali. Não, eu sei, né? Os irmãos ficam engraçados assim, eu não sei.

O que aconteceu foi que pro grupo ficar popular, porque na verdade ninguém ia naquela porra, só que pro grupo ficar popular, ele botou os snacks. Ele botou snack, e ele tava tirando os recursos do volte. É, mas eu achei que, cara.

Passou muito tempo pra mostrar que essa galera é só assim. Eu entendo o propósito narrativo de dizer que a galera de dentro do Vault tá descolou da realidade, já não tem noção do que é falta de recurso, que eles são completamente diferentes dos outros personagens que a gente vê e tal. Só que. Que cara passou muito tempo nisso, brother. E esse cara é muito irritante, meu Deus. De verdade, eu adoro todos os núcleos. Eu me divirto, vai indo pra cada núcleo e acho.

Super interessante. Mas o do Volto era o menos interessante pra mim porque eu não sabia o que tava acontecendo em momento nenhum. Porque até o cara que era o irmão dela saiu do voto. Então a única coisa que empreendia no voto. Quero ver. Caralho, não quer dizer que o cara fizeram isso. A porra na relação onde um homem branco hétero sim. No casamento. No casamento fake. E pior de tudo, com uma canadense. Com uma canadense, que são as pessoas mais gente boa do mundo. E matou o dealer.

Ai, cara, eu fiquei tristona, tadinho do Dylan. Ele que é uma pessoa que vive em corredores com arte empresarial muito bem feita, muito fofa. Empresas com branding fortíssimo. Em todas as séries o cara tá indo na mesma. Ele foi reportar ela pra ela. I know there's a war coming. The bombs will A Steph é uma personagem que eu achei curioso, que a gente não sabe muito ainda dela. A gente só sabe que ela estava fugindo da cidade lá do Ranion City. Mas o Ranion City era um campo de concentração.

Então ela acabou presa, né? Da época, então provavelmente da anexação do Canadá. Ela foi congelada. Sim, ela vai ser congelada. Ela vai ser congelada. Mas ela foge do Canadá, ela vai pros Estados Unidos, ela mata o cara da fronteira, depois mata o cara pra roubar a latinha de comida. E aí ela vai se infiltrar.

Um avóseteck. É, a alpinista social clássica, né, cara? Mas a frase da mãe dela olhando e dizendo assim: não pense neles como humanos, pense neles como americanos. Isso é bom do barco. Ha ha ha. Don't think of them as human beings. Essa eles fizeram o re shoot. Nossa, foi sinistro. Pra eles, e vamos inserir isso que vai ser legal. Não pense neles como seres humanos, pense neles como. Eu aposto que todo canadense hoje em dia gritou, né?

Adorou essa parte. Tenho certeza. Aí a Nete, que mora no Canadá, fala como é que foi essa cena aí no Canadá, se foi que nem gol da Copa do Mundo. E aí ela se casa com o Henk. Sim. Ela hoje um emprego na Voltec. E é por isso que ela vai ser congelada. A gente ainda não sabe todo o Trump do que ela fez, né? Dentro desse período, mas. Mas eu acho que ela sabe o suficiente pelo Henk.

Sim, claramente. Ali no final a gente vê que o alpinismo social dela levou ela a entender todo o funcionamento do negócio. Eu acho que para todos os efeitos, na verdade, o Henk considera. Ela é a esposa dele, porque a Rose era. Ele casou enquanto ela estava. A esposa do Baltic. Congelada, a esposa do Walt A Rose que é a mãe da Lucy Da Lucy do Norma, é Ele descongelou ela, provavelmente Pra essa tricentennial

O trade que rolava entre eles. A cada três anos, eles faziam a troca de volta 32 e 33 e casavam um com o outro, né? Que era o que justamente aconteceu com a Lucy na primeira temporada. O intercâmbio, né? O intercâmbio de volts, de dwellers. Então ela eu acho. Eu acho que ele descongelou ela pra isso. Por isso que ela tá mais nova do que ele, porque ele descongelou ela só bem depois.

É verdade, ela continua com a idade que ela tava nos flashbacks e ele tá mais velho. É, dois, três anos, né? Mas ela claramente é assim, a pessoa de confiança dele pra essas coisas. Mais sinistras e que vão se desenrolar no longo prazo, né? Na verdade, três anos, porque eu vesti. A vestida de noiva que ela dá pra Lucy estava com o nome dela, porque ela foi a noiva anterior. Ela foi descongelada three years antes da Luci.

Se casar. E aí, a parada que nesse final já teve o primeiro surgimento de um super mutante. Que também passou rápido demais, cara. Demais por quê? Por que eles botam ele na série e, tipo, quem? Mas é porque ele tá em trazer a guerra que vai vir logo depois. Por quê? Todo esse vault é o experimento do vírus.

Do Forced Evolutionary Virginia. Não, eu entendo isso. O meu ponto não é esse. Meu ponto é: como que eles colocam um Proluman pra aparecer por dois minutos ali na série, acaba a temporada, a gente vai ter que esperar, sei lá quantos anos pra ver a próxima temporada, pra ver isso se desenrolar. Essa temporada foi uma ponte pra tudo que vai acontecer. Porque vai ter guerra no jogo. A guerra é menor.

Aí cara, mas é muito distante ver uma pontinha do Ron Perman e depois nada vai acontecer. Nossa, dá uma machuca. Ele tem vários personagens no jogo, né? Ele faz a voz de vários personagens no jogo. E ele faz a voz da narração. É, é. Ele é muito brother do jogo.

Dos caras, né? Ele tá muito legal, né? É o narrador do Rio. Demorou a entrar de cabeça aí na série do Legal. Ele está demorando os caras da interplay lá atrás ainda. É, e como sempre, é a mesma maneira que o Romper é um quero que você não precise nem maquiar. Só fala assim: olha, aparece aí no set.

E tá tudo certo. Você é super mutante. É o super mutante. Porque ele é muito gigante. Ele é muito maneiro, cara. Ron Perlman. Ele é muito foda. Ele é muito. Mas aí você tem a Stephanie mandando mensagem lá no Peep Boy do Enclave, avisando. I se a fase 2 aí, dá início na parada. Faz o vírus funcionar, ativa esse vírus. Pra mim, eles vão ativar o vírus e a galera vai começar a se transformar em mutantes.

Sim, eu acho que justamente tem conexão com os chips de água da galera. Tem um vault que é isso, né? Que é só de supermutantes, num dos acho que é no Fallout 2. Não lembro se é no 1 ou no 2. E eu lembro que no 2 tem também um voto só de 10 calls, que tem um 10 call inteligente. Tem um negócio legal. Que ele, você vê pra curar o Cooper, ele coloca uma pedra de urânio nele, né? Sim, sim, que ele fala que é ruim pros outros, mas bom pra você. Porque o problema desse negócio é

Tirar a radiação. Aquela bombinha de ar? Não, a bombinha de arrasquinho. Ele tá o tempo inteiro procurando. É que aquela bombinha de ar é pra detox. da droga que a Lucy consumiu Isso é pra manter o lado feral dele, o lado. Controlado, né? Controlado. O cérebro dele normal. Quando eles encontram aquele Roger lá, aquele Gu que tá virando feral na primeira temporada, ele tá pedindo. Tu lembra que ele pede pra ele? É verdade, é verdade.

Gigantesco. Eu acho que ele vai ser tipo um desses ghouls especiais, assim mesmo. Tem um personagem que chama Jason Bright, que ele é um glowing one no jogo, no Fallout New Vegas, inclusive. E ele é todo brilhante, ele é todo verde, fluorescente de urânio. Só que ele não é feral. Porque ele conseguiu não ser ferial. Tem alguma explicação lá. E aí pode ser que o Cooper comece a.

Tipo, se encaminhar pra um negócio desse, tipo, de começar a brilhar, sei lá, se ele começar a usar. Nossa, vai ser crepúsculo demais se ele começar a brilhar. Brilha fluorescente, não é glitter. Uma pena, né, cara? Seria muito mais barato. Mas eu acho legal que tem um momento que ele sugere pra Barbie pra eles irem pra Bakersfield. E é uma coisa interessante porque tem um vault em Bakersfield, na lore do jogo mesmo- que é o Vault 12- a necrópolis.

Que a Valtec deixou de propósito não selar completamente, então entrou radiação e todos os habitantes do Vault viraram gols. Caraca. O que pode, na verdade, né, que a gente pode ver, talvez ele tenha ido pra lá. É, eu acho que. Que ele não pode ficar no mesmo vault da Barbie e da filha. Não, não, isso com certeza, né? De alguma forma. Management, né? Ele não era mais Voltec, ele não era mais família dela, eles estavam divorciados, então eu acho que ele acabou indo para esse vault.

Ele fala que sabe que a família dele está viva. Ele falou com uma certeza de que a família dele tá viva. Isso é se volte, mas as pessoas estivessem, tipo, virando ghouls, mas ao mesmo tempo se mantendo vivas também, entendeu? E ele soubesse. Não, não, mas eu acho que o volte de ghouls era o volte.

Que ele foi, mas o volte dela com a filha era um volte da Valtec de gerência. Só que ele não pôde entrar. Então ele foi com o outro. É, eu tô dizendo que quando ele encontrou o cartão postal, ele falou isso. Agora eu tô feliz porque eu. Sei que a minha família está viva. Ele falou no presente. Mas eu não entendi que o Cooper entrou num voto. Ele está falando que ele está 200 anos lá andando por essa merda. Não, ele falou que ele passou 200 longos anos, mas não explica necessariamente.

Que ele não faz parte de nenhum volte. Eu sei, mas é porque na minha cabeça, tipo assim, pode ser que eu esteja errado, então. Que ele ficou vivendo fora de volta esse tempo todo. E ele foi virando gol. E por isso que ele Enfim, mas eu tô errado? Será que ele foi para um vote? Não sei, não sei, pode ser também. Eu acho que as duas possibilidades podem ser. Pode ser que ele tenha vindo nesse volte, ou pode ser que ele tenha essa foto.

Tá ficado na Wasteland e virou o Google. Ou que ele tenha ido pro Vault e ele. E deu merda e ele não chegou nem a ser congelado, né? Virou no Gu, sei lá. É, eu acho que ele não foi congelado e eu acho que ele vai pra algum vault que, tipo, ele leva a filha, ele vai conseguir chegar em algum vault que.

Algum experimento pra se transformar nesse Gu que ele é. Porque ele não é um Gu comum. É, ele é um Gucial. Ele é um Go diferente. Não, e ele teria uma posição social ali pra passar por alguma coisa, né? Sei lá, eu acho. E os Voltes, cara, são grandes experimentos, né? Todos eles são experimentos pra alguma parada. Então, provavelmente, podem ter jogado ele pra algum volte de experimento que vai estar relacionado a isso. Essa que é a delícia do Fallout.

Que é um mundo vasco a cada volta para essa participação. Diferente, tem um milhão de coisas, é um mundo muito maneiro, muito vasto. Não, e tem tanto número que os caras podem inventar o que eles quiserem. É, não, é muito legal, cara. Essa é uma IP que pra mim pode ter mil temporadas. Spin-offs, etc. Eles anunciaram o quinto jogo já, tá? Acho que eles anunciaram o quinto jogo que vai pegar a

História da série. Calma, calma, Bethesda. Uma coisa de cada vez, Betesda. Ó, Todd Howard, segura a onda aí, Todd Howard, por favor. Tem um Elder's Cross pra eles entregarem antes aí. Então. 2023. assim é isso que vai parar a Bethesda ainda bem que tu sabe

Olha, vamos combinar que o New Vegas, que é o melhor jogo da série nova, né? Desde que a Bethesda comprou, não foi desenvolvido por eles. Olha aí. Ah, peraí, desde que eles compram. Não. O New Vegas foi desenvolvido pelo Obsidian, foi automatizado. Não, mas o Fallout 4 é D da betesa já. Mas não é o melhor, nem de longe. Já tá falando o melhor, o melhor, o melhor. Mas é, o fã favorite é o New Vegas, cara. Eu sei um war vindo.

A gente tem que falar do Macaly Cock. Ele deve ter uma participação maior na próxima temporada com a guerra, né? Porque agora ele é o Kai. Cara, mas ele não estava atuando. Tava terrível. Vocês viram isso? Tipo assim, ok, agora eu entendi porque o O Kieran que ganhou um Globo de Ouro, GOM, whatever, não sei. Sim, que é uma toa absurda. Tava péssimo.

Mas é igual o ioiô que tu falou, que tu fazia quando criança. Maluco! Ele parou de atuar, né? Mas assim, ó, eu gosto dele de. Eu gosto dele. Ele é um cara legal. Andou dando entrevista agora, disse que os filhos dele têm dois, três anos de idade, eles vêm. Esqueceram de mim e eles não.

Sabem que eles estão vendo o pai deles. Que ele fala assim: Você sabia que o papai é o Kevin? Ele fala assim: Não, eu sou o Kevin. Mas, enfim, acho ele super fofo. Mas caraca, cara, acho que foi uma das piores atuações ever. Eu acho que barrou a Anakin Skywalker de zero emoção. O cara não estava nem. Forçando ali, cara. Eu achei terrível. E, cara, sério, na moral, eu achei a Legião lá, achei maneiríssimo. Porque, primeiro, mais uma vez.

É telecurso, né? Ali é só botar uma forma laranja e você já sabe quem é essa galera. Bom, é uns capacetes de chifre lá do Capitólio. O maneiro é que as roupas deles ali, tipo, tinha muita coisa de futebol americano. Era uma mistura Eba, exato. De esporte. É a parada misturada. Não, ele chega e dá de cara com cara de armadura e óculos. Escuros, né? Tipo, raibão whey fairy. Irado, que visual irada. Então, que eu, que o Alexandre mais jovem, acharia ridícula. Ah, que ridículo, aí é demais, hoje.

Os cara fantasiados de Romano, de óculos, oucle o que assim. E hoje em dia eu acho ok, realista. Realista, documentário. Realmente, coisa realista também porque eu sou de onde eles estavam, porque eles pegam os uniformes dos jogadores. Americano e as fantasias da loja de fantasia de Las Vegas. De Las Vegas, lá do César Palace e etc.

Aqui nem os Kings, né? Que viraram a gangue do Elvis, que eles achavam que o Elvis era um deus. Mas então, dada essa zoeira, a ideia de tipo assim, o imperador, o César morreu, tá no meio ali e tem uma destruição. Uma disputa eterna de duas facções. De legionários disputando poder, ninguém consegue tocar no corpo. Aí quando os caras conseguem finalmente, o cara fala assim: Eu sou o verdadeiro César, o imperador Deus! A legião morreu comigo! Acaba comigo!

Que coisa maravilhosa! Aí o Makalical sai com aquele, sei lá, curso teatro lá ao vim só e fala assim: Vamos marchar para New Vegas. Together, we will reclaim the holy land that they call Vegas. There, we'll build a palace. Worthy of our empire. Kaisar's Palace Now.

Não foi tão ruim assim, aquela, respondendo com o emocional. Não foi tão ruim, tadinho. Foi risada com a piadinha dos Caesar's Pelas, cara. Foi bom. Eu amei, também sei. É muito ruim, sério, na moral. Mas o que eu quero dizer é o seguinte. Eu achei que, pra ele ser um líder que falou assim, porra, o cara.

Entrou na barraca com o corpo do antigo imperador e saiu dizendo que ele era o líder e, tipo assim, zero carisma. É isso, gente. Vamos marchar para New Vegas. É, ninguém tá questionado ali, me tirou um pouco. Mas eu falei assim, cara, essa galera é tão merda.

Todo mundo é tão merda. É isso, qualquer merda. Porque é só você olhar os candidatos a prefeito de São Paulo na última eleição. E aí você vem: é isso! Cara, é só você olhar os malucos. O 8 de janeiro e os malucos do 6 de janeiro nos Estados Unidos. É, exato. Exatamente isso. Então, Marcela, que merda que isso tudo está muito reclamado de que eu não posso nem reclamar que é um negócio exagerado demais e over the top. Não, é isso mesmo. Tá certo. É isso. É a realidade. Bem realista, sério.

Eu achei muito legal que a série fez uma parada bacana, porque eu tava. Lembra no episódio passado, quando a gente gravou, eu falei que eu tava curiosa pra saber o que eles tinham levado em consideração como o final do New Vegas. E eu achei super legal que eles colocaram várias. Coisinhas diferentes que deu meio que esse fogo of war valida todos os finais, ou qualquer dos finais que o jogador pode ter escolhido. Por quê? Porque o César ele está morto, mas

Por exemplo, no jogo, né? Esqueci o nome dele, acho que era a Eduardes. Cello, alguma coisa assim, ele tinha um tumor no cérebro. E você, como jogador, você pode curar ele, ou não, ou pode matar ele, ou etc. Por favor, quem jogou. Eles não especificaram como ele morreu. Eu achei legal isso, porque

Tipo, pode ter sido qualquer coisa. Quando eles mostram a cobertura do Mr. House, a gente ainda vai falar do Mr. House um pou mais pra frente, mas tem um robô, tem um securitron caído lá do lado do terminal dele, lá daquela tela dele, e parece. that is the Yes Men, which is also another finale of New Vegas.

That you could do. And the fact that the NCR ainda está presente, da Hoover De não estar ocupada. Então, tipo, eles deixaram aberto. I achei muito legal porque eles não cagaram no jogo de ninguém para fazer a história. Isso é legal. Pra mim, eu tô vendo como se fosse um cara que nunca jogou, apesar de, né? Porque eu nunca joguei nem o Vegas e joguei pouco de Fallout. Então, pra mim, eu tô tentando correr.

Curtir a série com o que eles estão me dando, sabe? De informação ali. E se mudar alguma coisa de lore, até que eu conheça e tal, eu não tô ligando muito porque eu acho que essa série tem que andar com as pernas próprias, mesmo porque é o universo.

Um universo tão vasto, mas como você está falando, mesmo assim parece que eles não estão querendo contradizer o universo do jogo, justamente porque tem tanta história pra contar que eles podem navegar ao redor dela, né? Não ia existe carinho, eles fazem. Com carinho isso. Eles não deixam essas referências piorarem no nível que.

Vai ser tão notado assim pra galera que não tem absolutamente nada a ver com o jogo, mas fica esse cuidado, sabe? Acho que o fã de Fallout há muito tempo ele quer também cuidar dessa série. A gente veio amar aí, caraca. É verdade. Você não fica com um coração quentinho. Respeitam o que você gosta, cara, e pelo motivo que você gosta, e fazem uma série tipo bem feitinha, com os roteiristas tendo os cuidados.

Sim, com os easter eggs lá pra quem quer. É muito legal quando fazem isso. Eu acho que essa série tem que ser aplaudida mesmo. Não é que ela seja uma série perfeita, não é que nossa, vai ser a série que todas as

As pessoas vão comentar em todos os lugares do mundo, em todas as temporadas. Mas, cara, é uma série muito boa. É, é boa. Cara, ela é uma série que funciona pra quem não conhece nada. Ela funciona. Você pode ficar um pouco perdido, pode ser muita informação, mas ela te dá toda a informação que você precisa. E pra quem. Quem é fã, ela tá respeitando tudo que quem é fã curte. Ela é gostosinha de assistir.

É uma delícia de assistir. É isso, é gostosinha. Ela tem uma vibe leve, né? Ao mesmo tempo que ela fala de assuntos bem pesados e etc. Acho maneiríssimo. E as músicas antigas lá dos anos 50 e tal, e todas muito bem escolhidas lá, com os temas sempre casam muito bem com o episódio, com o que tá acontecendo. Nossa, mano com tudo, com todo o inverso. Cara, no primeiro episódio.

Já toca Big Iron, que eu amo. Quando começar a tocar, eu vou amar. Nossa, muito bom. Caraca, a galera da trilha sonora sabe o que faz. E mesmo que tenha umas que nem fazem parte dos jogos, mas elas são dos mesmos cantores que eles usaram bastante nos jogos, e elas casam com a

Cenas, né? Bastante. Aquela música que toca quando os caras da Wasteland que o Hank já transformou com o Autobated Man lá, que ele tá com a miniaturização, que eles estão passando as coisinhas. Me lembrou bastante Plúribus também. Essa cena de novo. Lembrou demais. É um pouco desse contraste do que é extremamente terrível, opressivo, com uma leveza, né? Da as músicas trazem uma leveza e tal, e aí cria um contraste, né, de visual com

Um feeling dessa música que deveria ser uma coisa fofa, agradável, etc. Mas está acontecendo uma carne inficina terrível. Que é a que a série dos jogos faz também. O próprio Valt Boy, ele é todo bonitinho. Fentinho, fofinho, e aí ele sofre as maiores violências. Mas você mencionou o negócio dos controles. Isso é de New Vegas, o negócio do controle mental, ou é da onde? Eu acho que não tem essa parada escuta.

Especificamente no jogo. Não, não tem, né? Tem uma outra parada no jogo que é tipo uma arma que afetava a mente das pessoas e que, dependendo do que acontecesse, podia até explodir a cabeça. Mas controle mental, como tem na série, é uma novidade. Não, é novidade. Inclusive, esse negócio de miniaturização é novidade na série toda, assim, porque eles fazem questão de fazer os negócios gigantescos, bem retrô, assim. Mas eu gostei, achei legal, achei que É porque ele, depois disso, ó, eu mandei todo

Minha galera com o negócio mineralizado com o device de controle miniaturalizado. Eu mandei a galera pro Wasteland e tipo assim, agora você não vai saber quem é quem. Eu achei muito. Foda a ideia dele apagar a própria memória com o device para cooperar de alguma forma a humanidade.

Dele com a família dele, mantendo-se no plano e se tornando como ele não encontrou ninguém superior quando ele chegou lá, deixa eu ver se ele só mandou mensagem: ó, eu vou fazer, continuar o plano aqui. E aí, quando ele apaga propriamente e manda, né, todos os. Os caras dominados pela Wasteland com as ordens lá de 200 anos atrás para cumprir e ele sai, na mente dele sai do caminho, né? Ele podia ter.

Ter simplesmente explodído a própria cabeça, mas ele quis apagar a memória pra, enfim, pra. ou pra tentar ter uma vida normal e não ter como voltar atrás. Não tem como eles torturarem o cara nem fazerem ele falar como reverter isso e tal. Ele vai perder isso. Ou. Ele só tá fingindo. Passou pela minha cabeça que ele tá fingindo também.

Porque tem um momento que ele olha nos olhos dela quando ela começa a chorar e você acha ainda que tem alguém lá. É, porque talvez ela pague 100% tudo, né? Mas eu acho que a história se de propósito. Porque a terceira temporada a gente vai ficar inteiro sem caralho se desgastar, tá fingindo ou não? Eu tô achando que ele vai voltar lá pra dentro e vai pegar o Peep Boy. do Robert House, que o Cooper deixou lá embaixo. Eu acho que, assim...

Também ele fala que é completamente irreversível, né? Mas a gente não pode confiar. Mas ele fala que o nível de perda de memória é controlado por ele. Então, realmente, o Allen falou, bate, porque pode ser que ele tenha escolhido não apagar a memória dele naquele momento mesmo. Ele só Ativou os outros chips, os outros negocinhos. E outra coisa, nesse momento da série, pode ser que eles introduzam mais um player na próxima temporada- que é o Instituto, que tem os cinco.

Que tem o mesmo problema de você não saber que tem um monte de synthes. Então, eu comecei a desconfiar, porque eu não conheço toda a Laura, que esses aream os synthes que ele estava criando ali na. Ou é a partir daí que eles vão trazer os sintos pra não sei, meio que adaptando dessa forma. Eu não tava imaginando como duas coisas separadas, não, também. Você tava achando que podia ser a mesma coisa? É, exatamente, como se fosse a origem do que.

Vai ser do que de como a série vai trabalhar, entendeu? Ah, não sei se é. Mas é que nesse momento os sintéticos já existem, porque isso é depois do Fallout 4. Então, mas isso é uma coisa que é certa? A gente está considerando todos os eventos, a gente meio que. Está se inspirando e está. É, aí que tá. De acordo com o Todd Howard, a Timeline. Acho que a Má tem razão. Acho que a Má tem razão. Eles não fariam coisa tão diferente.

Do lore e do jogo, depois de ter se esforçado tanto pra manter próximo do que a galera quer mesmo, não. É, entendi, entendi. É, não, não faz sentido, não. É que ela revie meus pensamentos, né? Não tem, sou uma nova pessoa. Eu adoro quando ele pergunta pro cara: você quer perder todas as suas. É muito bom! É muito bom! Por favor, mentira seus membros. Eu acho que todo mundo que tá aqui, a gente ficaria balançado. Ignorance, isabliss! Cara matando um barato na. करा करा करा करा कर दो कर दो कर दो

Em cima da sex robot, e aí daqui a pouco, ah, mas você quer esquecer tudo que você já viveu? Aham, agora. E esse tipo de momento, pra mim, é os momentos de ouro da série. Tipo, o cara também falando lá o Como é que é o nome do outro Gu? O Télius. O Tédius, que é muito bom. O Tédius é muito bom, cara. O Tédius é incrível, cara. Eu amo o Tédius. Vocês sabem o que ele vai virar, né? Um centauro, eu acho. Um centauro. Ele vai virar um centauro. Quando ele perde o bracinho dele. Porra.

Você chegou a ver o Centauro? Não, acho que não. Você viu sim, acho que você viu sim, Ale. Você jogou o Fallout 3? Quase nada. Eram uns bichos que ficavam do lado dos supermutantes, que eles não tinham os braços, tinham uns tentáculos na boca. Tipo, eles eram todos os bichos deformados, assim. Porque eu acho que esse negócio que ele tomou era.

Acho que é o FV, acho que era o Force Evolutionary Virus nesse negócio que ele toma. Ele não tá virando Go, ele tá virando um mutante. É verdade, é verdade. Achando que tá virando gol. Ele tá virando um centauro, não tá virando tipo um super mutante e nenhum mutante normal. Ele tá virando um mutante que não tem esses bracinhos. Tô virando a pior merda que não me viu. Que merda, tá virando a pior merda. Tá virando o pior mutante.

Pra mim é um momento de ouro quando ele tá conversando com o Máximos lá na fogueira, e aí ele tá falando que ele nasceu no Jardim dos Ossos, né? No Boneyard. Ele falou assim: Não, quer dizer, eu nasci na parte merda do Jardim dos Ossos. The Boneyard? Not the shithole side of the bonyard? Eu falei, cara, que maravilhoso essa sutileza aqui, né? Você é bony art.

É que nem o Carlos vai saber melhor do que todo mundo, mas é comparativo, é verdadeiro. É que nem você fala assim: ah, eu nasci em Copacabana. Não, quer dizer, eu nasci na parte merda de Copacabana. Entendeu? Exatamente a mesma piada. Mas assim, de verdade, nessa conversa é o momento que a série também toca uma parte séria que eu achei foda. Eles estão falando lá que. Ah, eu queria dar isso pro.

O Paradinha lá, o. Como é que é o nome do negócio da fusão a frio? Fusão a frio. Fusão a frio. É, ele tá com aquele devicezinho, porque ele fala assim: vamos vender, caralho, isso aí é muito bom. Vamos vender isso, vamos vender. Vamos vender, vamos trocar. Não, não vou vender isso, caralho. Vamos só olhar o quanto é que dão, vamos só. Eu não só senti aqui o mercado, calma. Muito bom, cara. Eu falei: não, eu queria dar isso pra uma pessoa boa. E aí ele fala.

Eu seria uma pessoa boa se eu tivesse crescido no topo de uma montanha de comidas, suprimentos e num lar aconchegante e impenetrável. I would be a good person too if I grew up on top of a mountain of food and supplies and some cozy little impenetrable home. Nossa, que doce. Se eu não tivesse que esfaquear a pessoa só pra, tipo, passar pelo meu dia a dia, né? Exato, eu não teria que roubar, esfaquear, mentir o tempo todo só só pra viver. E o subir na vida dele foi.

Vai ser um primeiro um escudeiro merda da Brotherhood of Steel e depois. Ficar numa fábrica cheia de gul fazendo. Fazendo tampinha. Ele tá falsificando dinheiro. Ah, agora que eu entendi ele falando I make money for a living. I make money for a living. Ele falsificava as tampinhas, caralho. Puta que excelente. Porque não era de nuca-pola.

Sunset salsa parrilha, que é aquela breja merda que tem no jogo. Melhorou ainda mais o personagem pra mim. Mas ele fala, né, cara? Tipo assim: pô, se a gente vender essa parada e ficar rico, aí a gente vai ter os meios pra cima dessas. Pessoas boas. Cara, isso me pegou demais.

E é uma noção meio super ingênua, porque não é ter privilégio é que faz a pessoa ser boa. A gente está vendo aqui que justamente o oposto, né? Você vê muito mais pessoas boas sem privilégio do que pessoas boas com privilégio. Mas a frase escrita assim mostra pra eles.

Que ele não tem como ter outra visão de mundo. Ele não consegue achar as pessoas que têm potencial para ser boas, porque ele Ele falou assim: Eu sei que eu sou uma pessoa ruim, eu sei que eu estava explorando as crianças lá e falou assim, mas esse é o mundo. Que me deram. Aí dentro das possibilidades, ele é uma pessoa muito decente e fofa. Não é do exato?

Tem gente muito pior. Só que ele não consegue ver. Ele acha que ter o privilégio. Se a Lúcia é uma pessoa boa, é claro que ela é boa. Ela teve privilégio. Ela nasceu num voto, porra. É, existe um tipo de pessoa boa que só existe. Se ela tiver tudo desde que ela nasceu. É, mas é que ele não consegue chegar de outra forma, porque ele é toda hora obrigado a fazer coisas terríveis para sobreviver. Eu só poderia ser uma pessoa boa se eu tivesse rico.

Se eu tivesse diz, se eu tivesse num voto, alguma coisa assim. E a gente vê esse paralelo com a Lucy, tentando ser uma pessoa boa nesse mundo. E vendo como é difícil, na verdade, né? O que eu achei mais a camada mais interessante desse diálogo é que ele não sabe que você não precisa disso. De privilégios, nem de uma vida boa pra ser bom. Porque a gente sabe que não é isso. Mas ele não sabe.

Entendeu? Então eu achei isso muito foda, porque a gente tá mais informado que o personagem, mas o personagem tá sendo totalmente fiel à condição dele como personagem. Ele não enxerga mais do que ele pode enxergar naquela condição. Isso é muito foda. E que a série zoada, sarcástica, irônica, over the top, exagerada, toca no telecurso. A gente vê assim, caralho. Ela consegue ser profunda também.

Apesar da zoeira toda, entendeu? É, é um negócio muito sensível, né? Você pensar, tipo, na vida deles. Apesar da gente não ter assistido desde o começo a vida deles, a gente vê muito mais. Flashback do Maximus, né? Cara, você fica com o coração meio doendo, pensando em tudo que essas pessoas tiveram que viver pra chegar até ali, ainda tipo: caraca, é o pior mentiroso do mundo.

Sobreviveu como, entendeu? Fazer coisas terríveis. É uma pessoa que em qualquer outro ambiente seria o foforal, cara. E, aliás, tipo assim, voltando a ser gosta de visão, porque tem gente, tem privilégios, não quer dizer que é boa, faz o auto- indo lá para a crise lá dos snacks no voto 103 que é eles Ele começando a ter orgulho do privilégio dele. Você não pode fazer isso, a gente tá racionando tudo, caralho. Não sei o quê. Os nossos antepassados.

Foi privilegiadas. Vocês não têm rações extras só por quem eram seus pais. Ele fala assim: Não, na verdade, aqui ainda é a América. Então, sim, nós ganhamos rações extras porque quem nossos pais Foiem e estamos aqui por causa dos nossos pais e eu não tenho mais vergonha de falar isso. Ele fala isso, eu não tenho mais vergonha de falar isso. E é exatamente o que a gente está vendo agora. É, então, aí ela pensa de asa cobra, né?

Que pariu. Exato, porque as pessoas aqui estão falando que estão sendo racistas porque estão dizendo que têm direitos hereditários, os seus pais brancos, e elas não estão com vergonha de falar que são racistas mais. Você falou da atuação do Macaulay Cochran e eu queria falar da atuação do Justin Troupe, que foi sensacional, né? Ele é muito bom. Nossa, cara, ele de Mr. House. E a maneira que ele entrou nessa segunda temporada, né? A gente teve a troca de um ator que a gente.

Não sabia antes, né, como é que eles iam tratar isso, né? Eu achei que foi muito foda. Porque na primeira temporada é o outro ator que faz ele, né? Aparece sendo ele. E aí, nessa segunda temporada, a gente vê que, na verdade, o ator era realmente um ator.

Era um decoin que interpretava ele. Ah! Pra ele não fazer aparições públicas. Foi! No primeiro atentor. Lembra que quando a gente fez o trailer office, a gente falou que mudou o ator? Sim. E aí, no final das contas, mudou mesmo, mas de propósito. porque era o decor dele sempre foi desde a primeira temporada. Nossa, muito bom. Não, o Justin ficou

Ficou incrível no personagem. Esse é o personagem de New Vegas. Ele existe no jogo? Sim, é. É o Vegas. É o vilão, né? Então, como no joguei de New Vegas, pra mim tudo era novo. E pra mim foi incrível. Incrível, tô até o fato dele estar na interface do computador e aí ele entrar no Peep Boy ali do Cooper. É isso. Isso, cara, esse é o personagem que representa exatamente o tipo de magnata que faria isso acontecer também, né? Ele é baseado no Howard Hughes. Não, totalmente.

Mas é muito engraçado que vocês vão fazer. Que era uma modernizadazinha, mas ele é o Harold Hill. Total. E ele fala, inclusive, The House Always Wins, né? Que é a questionine dele no jogo. Eu achei isso super demais. Mas eu gostei do jeito. Que ele conseguiu pegar esse sotaque dos anos. 40, 50, que ele fala diferente. Com essa voz mais entonada, como o Howard Hughes falava também, o Disney, todos esses caras. É uma coisa muito de época, do jeito de falar da época.

Época, exatamente, não é muito maneiro porque o Cooper ele tem um sotaque um pouco mais forte, ele tem meio que aquele twang, né? Que eles falam de um sotaque um pouco mais do sul. Mais cowboy. Mais cowboy, é. É, ele ficou bem mais dentro dessa proposta. essa estetica antiga, né, dos anos 50, etc. Totalmente incrível. Me lembrou bastante até o cara do Bioshock também, né, o Andrew Ryan. Uma coisa que me deixa um pouco, nada de macho também, mas eu fico, poxa, podia aproveitar melhor.

είναι ότι οι πρόποιοι πιπιβοίς, που είναι ο πρόποιο πιπιπιβοίς που είναι ο πρόποιο πιπιπιβοίς που είναι ο πρόποιο πιπιπιβοίς που είναι ο πρόποιο πιπιπιβοίς που είναι ο πρόποιο πιπιπιβοίς που είναι ο πρόποιο πιπιπιβοίς που είναι ο πρόποιο πιπιπιβοίς που είναι ο πρόποιο πιπιπιβοίς που είναι ο πρόποιο πιπιπιβοίς που είναι ο πρόποιο πιπιπιβοίς που είναι ο πρόποιο πιπιπιβοίς που είναι ο πρόποιο πιπιπιβοίς

Que todo mundo que joga o jogo, né? Tem, né? Tipo assim, é o menu do jogo, tudo, tudo no é no Peep Boy, né? O mapa, as interações, tudo. Subir de leve. Tudo é o Pipoy, o Piboy é o celular do universo Fallout, né? E eu achei que, tipo assim, nessa temporada eles quase. Esqueceram da existência, né? Eles têm lá o Pip Boy, usam de vez em quando. É mais pra passar mensagem, etc e tal, mas, tipo assim, tipo, e achei maneiríssimo o Hank pegar o Pip Boy dourado, sabe? Tipo, como se fizesse um mundo.

Destruído e o cara se importa em ter um negócio de luxo, mesmo assim, sabe, diferente dos outros e tal. Achei maneta, mas. eu só fui sem Finalmente trouxeram o P-Boy pra série, que era quando o Cooper tava andando lá com ele com a interface. É, eles fazem umas inserções. Pontuais, né? Quando a Cláudia, aquela mocinha que ajuda o Norme, tá machucada, eles mostram o botboy machucadinho com os danos na perninha, no bracinho. É, e você vê assim, poxa, gente.

Explora mais isso é tão legal, isso é uma coisa única que vocês têm, nenhuma outra série tem. E eu acho que eles deixam meio enfim, deixar um pouquinho de lado. Se comer de lado mesmo. Mas também pode ser porque acho que eles devem ter pensado que também não cabia. Ficar mudando pro Pip Boy toda vez. Talvez eles acharam que atrapalharia muito a narrativa. É, sei lá, cara. Não era nem era tipo assim: estamos no deserto.

Foda-se, eles vão andar sem chapéu nesse deserto interminável e eles vão sobreviver. Ok, sabe? Eu não vou nem. Ficar tentando trazer um mérito de que, porra, como é que os caras vão cruzar o deserto assim? Foda-se, faz parte da suspensão de descrição da série, tá? Beleza, que no jogo também é assim. Mas, pô, pega! Faz a pessoa olhar pro Beboy e fala assim: ah, a gente tem que andar mais 40 quilômetros naquela rede.

Sabe, Josinho, alguma coisa pra dizer que aquilo sirve pra correr? Ah, entendi, tipo, olhar o mapinha. É uma linha de diálogo que não vai gerar nenhum trabalho a mais, mas que vai ainda ajudar a integrar os elementos do universo com o dia a dia deles ali. Vai entregar mais um fanservice. Para os jogadores, ai, eles usando pickball, que legal, etc. E ainda vai ajudar a gente aí finge que eles.

Atravessaram esse deserto e sobreviver. Sem nenhum tipo de argumento que, por mais besteira que seja, ela olhar no mapa e dizer mais 40 quilômetros pra lá- já te dá a noção de que eles. Sabem o que estão fazendo para onde eles estão indo. De quebra, usaram o Pep Boy pra isso, que é o que você faz no jogo, né? O tempo todo. Então, assim, isso achei boa oportunidade.

Mas não tira nada da série, porque a série é maravilhosa e ótima e amo. É que eu acho que é uma coisa que eles podem fazer, porque eu acho que nas próximas temporadas vai fazer falta essa construção lenta e de pouco tempo de tela, entendeu? Gente, o Peep Boy da Kat quebrou e ela teve que sair. Tem uma parada que a gente não falou ainda. Eu tava esperando desde o final da primeira temporada, que eles só deram o teaserzinho assim, deram o hint de que ia aparecer, né? Que eram os Deathclops.

Ah, os Death Claws. Pareceu pra caralho. Os Death Claws é a parada mais absurda do jogo, né? Que nos primeiros jogos é a criatura mais bizarra que tem. É o bicho mais sinistro. Que tem pra tu matar. Que, aliás, eles realmente contam isso na série, mas eles foram feitos pelo Enclave, né? Eles não são da Waste, né? A gente tem os Death Clos aparecendo na série no flashback, né? Que eles mandaram eles pro Alasti. Para a guerra, né? E até o Cooper fica surpreso, né?

Tipo, provavelmente ali foi o primeiro protótipo, o primeiro teste. Que eles estavam fazendo com aquelas criaturas, com os Death Clos. Que a ideia também viu o negócio deles serem tipo soldados. É, super soldados. De ser um monstrão que eles jogam no campo de batalha e desenhar. Mas a ideia era que eles Eles fossem controláveis, mas aí deu merda. E aí eles têm outros mutantes. Supermutante, tudo isso é tentativo.

De criar soldados, criar pessoas que sejam melhor pra guerra. Tudo com o FV, com esse vírus aí, né? Que tá lá no Vault 32, né? Então, mas aí, acho que nesse negócio de controle. I ask that eles estão meio que matando isso usando aquela maquininha lá, que bota na nuca as pessoas. A não ser que eles falem assim: ah, isso era um projeto de controle que não deu certo e agora só virou um monte de monstros mutantes. Porque eles têm agora um programa de controle que deu certo.

É porque isso estava separado. O projeto de controle pertencia ao Robert House. E eles não funcionavam 100%- tanto que a parada da cabeça explodia. O Hank é que aperfeiçoou agora isso. Sim, sim. Mas eu acho que inclusive isso deve ter sido algo, porque o Hank viu isso quando o Robert House apresentou pra Barbie naquela reunião que ele estava fazendo notação. E eu acho que ele tentou vender o peixe. Para o Encleve, o Encleve falou: não, larga essa porra que não vai dar certo. Tipo, esquece.

Mas ele conseguiu lá no bar, naquela briga de bar. Não, mas a cabeça do cara explode. Mas ele conseguiu controlar o cara que o cara explodiu os amigos dele. Mas depois o cara morreu, aí não adianta. Ele queria. ele quer um negócio constante, que tenha controle de uma população. Que eles não morram, né? Não, mas ele morreu porque o cara foi e aumentou o volume da parada até o cara explodir, não foi? É, pra ter o controle total.

Controle total e tirar a memória do cara. É, e o Henk só conseguiu a perfeição agora, né? Ele vende isso, né? Ele tenta vender isso pro governo, pras outras empresas, de qualquer forma, né? Ele faz a troca até com a Vault Tech. Ele quer fazer a troca com a Vault Tech. Pra pegar o da fusão a frio. Eu acho que é não. A Voltac comprou, né?

O foto escondido lá embaixo, e aí, acho que o Henk. A única coisa é que ele não tinha sido o cara encumbido de aperfeiçoar essa tecnologia, porque ele era só um lacaio mesmo. Acho que por isso que ele manda mensagem. Agora eu acho que ele está mandando mensagem pro Rancle falando: Eu quero que vocês considerem minha promoção depois que eu consegui o sucesso, né? E essa cena, quando vai lá embaixo, Que tem a cabeça daquela senadora congressista.

Coitado. Puta, cara. Ela só sofre, ela só sofre. Ela tentando resolver as coisas. Ela só se pode. Me lembrou daquela clone da Ripley no William Kill Me. Porque ela tem, você viu que ele fala que ela tem esse negócio do ISTP, né? Da personalidade padrão, né? Sim. E aí, tipo, usaram ela pra ser o processador do. Eu vou falar que em um certo momento eu fiquei com medo de.

Que o Hank estava querendo usar a Lucy pra ser a nova mainframe daquele negócio. Ele queria colocar o negócio na Lucy, né? Ele queria colocar nela pra controlar ela. Mas porque ela tava tentando levar ele pra justiça. Mas antes disso, eu acho. Acho que eu fiquei com um receio dele tentar ser a próxima cabeça. Eu já não achava que ele ia fazer isso, mas quando ela se recusa a tudo que ele propõe, aí ela, tipo.

Ele resolve controlar ela, botar o chipzinho nela. Ele falou que ele ia fazer, que ele ia pagar a memória dela na Wasteland e botar ela de volta no Vault, né? Pra terminar do Deathclaw, né? A gente teve lá a parada no passado, e aí a gente vai pra mim, eu acho melhor. Cena de luta e divertidíssima do Marcos. Máximos enfrentando os Death Closs. Caraca. Foi muito bom, né? E ele vibrando com as explosões. Porra, tava a gente jogando essa merda. Destruindo, explodindo monstro.

Até que acabava a munição e dava defeito, só começava a errar todos os tiros e aí. E tá cheio ainda, né? Tá cheio ainda. Porque a NCR chegou e eles estavam lindo ainda. Tinha um bom. A Strip New Vegas tem é tipo assim, toda tomada por Death Cross ou coisa da série? Não, isso acho que foi colocado depois. Tipo, tomaram conta. Mas o último layout?

Tá igualzinho o jogo, cara. Maneiríssimo, né? Tá muito maneiro, né? E você via que os Deathcloss estavam reproduzindo. Eles estavam reproduzindo. Porque tava cheio de ovos lá, de Deathcloss. Então, eu acho que capaz de aparecer na próxima temporada, o Alpha.

A Alpha, né? A Alpha e a mãe, né? São os dois, né? O macho e a Fêmea, que eles são enormes, né? Ai, são maiores ainda? Caralho. Você viu a cena, Alê? A cena final. Você viu a cena pós-crédito? Vi, vi, vi. Você tem ali o Quintus, né? Que vai virar Quintos do Churchillo. Destruidor. Então, mas aí, pra mim, a cena pós-crédita foi mais pra quem conheceu o ló do jogo, porque eu. Fiquei, mais uma vez. Ah, eu não sei qual é o foreshadow disso. É o Thanos aparecendo no final de Vingadores.

Não, então, mas aí ele no jogo é um big deal. Aquele robô que ele bota na mesa, aqueles planos que ele abre na mesa é um robô gigante do tamanho de um prédio. O Quentus não existe nos jogos. Ah, não existe. Ah, tá. Não, não, ele não existe. Mas o Liberty Prime é o que se você jogou o faló. Você jogou o Fallout 4, não jogou, Ale? Não todo. Por isso, então. O Liberty Time ele aparece no Fallout 4 e no Fallout 3. A Brotherhood of

Usa contra o Enclave, justamente. E no 4 contra o Instituto. Entendi. Mas ele é um robôzão mesmo- robô gigante. Mas esse aí, com quem falou, ele é o Alpha. Que mostrou na série. Não sei qual vai ser, que é provavelmente diferente. Não sei. Vai ser mais provavelmente mais sinistro que o. Porque até esse momento já teve outros Libras Prime, já teve outros combois. são bizarros.

Então, pra dar o balanço da guerra, a Brotherhood não tem o poder que a Common Elf tem. Esse robô é pra, tipo, virar a guerra. Então, mas o cara tava dizendo no início que eles tinham. Ah, não, a gente pode fazer fusão a frio e fazer mais energia do que. Toda humanidade já precisou, né?

Porque ele tinha fusão a free na mão dele e ele podia fazer aqueles fusion cores, que são as baterias do Power Armor, né? E do Liberty Prime. Eu não sei agora como ele consegue a energia pro, mas ele deve ter feito um monte. Porque uma parada que era que. Tipo, a série deixa muito por alto assim dessa parte. Você vê que a Brotherhood, todo aquela gal, o grupinho que chega ali para aquela reunião, todos eles estão com tipo parada que eles não têm esperto.

Não tem sobra, né? Não tem peça, não tem várias armaduras sobrando. Quando chega a Common Elf, o cara da Common chega não só com a armadura dele, mas com armaduras de. Reservas pra ele, no jato dele. Então, tipo, a Commonwealth tem muito poder. Pélico comparado com o que eles têm. Então, por isso que eles temem a Como Elfa.

Porque eles não têm tanto poder militar quanto a Como Elfo tem. Pô, mas se o cara tá com fusão a frio e pode fazer energia que ele quiser, pronto, o cara dominou o mundo. Aí ele tem que produzir isso e descobrir. Pra matar um robô gigante, pô. Eu não sei, a série já tá. Vai ter terceira temporada, isso já tá confirmado. Eu não sei se eles já confirmaram mais temporadas. A princípio, três temporadas, eles podem fechar essa história na próxima temporada, né?

Tipo, essa temporada inteira foi pra construir esse cenário, botar todas as facções ali nos seus lugares pra começar essa guerra. Este conflito, né? E aí a gente vai ter a guerra, vai ter os mutantes, né? Porque o super mutante também fala: tô aqui me preparando pra guerra. Você vai fazer par da guerra? Ele tá fazendo convocando pessoas pra uma guerra. É verdade. E não vamos esquecer que na próxima temporada vamos ter que.

Clancy Brown, agora de presidente dos Estados Unidos, ele só fez aquela pontinha, né? Victor Kruger. Pois é. O maior vilão da saga Highlander. Ele faz por trás do vilão muito bem, né? Ah, ele é excelente. Ele é maravilhoso. Ele é muito vilão, ele é muito vilão. E a gente vai ter o Roe Pearl também, pode. Porra! Os dois na mesma série, tá brincando comigo? Vai ser maior. O Clancy Brown fez participação nos jogos também. Sim, ele faz a voz de alguns personagens.

Porra, quero ter que ficar amigo dessa galera aí. Galera do The Brother, né? Pra fazer Ned KJP, porra, já botou um Ron Purman no Nash KJPG, olha que beleza. O Ron Purman já foi um Hellboy, já foi um Neandertal. Ser um mutante, pra ele é fácil. A Fera, a Velha Fera. A Fera. A Fera. Que era a série dos anos 80 e 90. Kalinda Hamilton, não era? Kalinda Hamilton, escrita por George...

O Martin. Verdade. Toma essa. Nossa, pode crer. Ele era roteirista dessa série bosta do Abel e a Fera com a Lina Hamilton Romperman. As histórias eram boas. Carlos, só você. Pra vir aqui defender a bela e a... Fera do Romper. A gente não tinha muita opção, mas eu assistia. Olha, Carlos, quando o mundo acabar em guerra nuclear, eu quero estar do seu lado, que você que vai manter minha sanidade mental, minha positividade hoje em dia, Carlos. A gente tem que ficar próximo de pessoas assuntadas.

Sim, pra gente manter a sanidade. Exato, exato, exato. Eu nunca deixo de sobreviver, mas. Carlos, você é as feroças da humanidade, Carlos. Este nerdcast foi. Radiofobia, podcast.

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