NerdCast 1006 - Como Era Bom o Cinema dos Anos 90 - Parte 2 - podcast episode cover

NerdCast 1006 - Como Era Bom o Cinema dos Anos 90 - Parte 2

Nov 14, 20252 hr 39 min
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Summary

A segunda parte deste Nerdcast mergulha nos inesquecíveis filmes dos anos 90, cobrindo produções lançadas entre 1995 e 1997. Os hosts revisitam blockbusters como "Waterworld," "Seven," "Coração Valente" e "Titanic," além de discutir animações como "Toy Story" e o impacto da "Retomada do Cinema Brasileiro." A conversa é rica em análises de roteiro, efeitos visuais e a relevância cultural dessas obras, culminando na constatação de que a década ainda guarda muitos tesouros a serem explorados em futuras edições.

Episode description

Lambda lambda lambda, nerds! Depois de MESES, finalmente estamos de volta com a segunda parte do papo delicioso e nostálgico sobre o cinema dos anos 1990!

Neste NerdCast, Alexandre Ottoni, Gaveta, Max Valarezo, Marcelo Bassoli, Eduardo Spohr, Tucano e Azaghal se debulham sobre CLÁSSICOS da nossa juventude, como Coração Valente, Waterworld, Independence Day, Titanic, O Advogado do Diabo e muito mais.

Mas com tanto filme bom na lista, será que conseguimos chegar ao fim da década, ou faz-se necessária uma TERCEIRA parte do programa? Aperte o play e verás!


A Própria Carne

  • Em cartaz em todos os cinemas da rede Cinemark no Brasil. Confira as sessões e produtos derivados do filme em: www.apropriacarne.com.br

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Mande suas críticas, elogios, sugestões e caneladas para nerdcast@jovemnerd.com.br


CITADO NA LEITURA DE E-MAILS:

Cachorro empalhado herói da Guerra do Paraguai


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ARTE DA VITRINE: Randall Random


EDIÇÃO COMPLETA POR RADIOFOBIA PODCAST E MULTIMÍDIA

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Transcript

Introdução e Patrocínios Iniciais

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do Nerd, aqui o Alexandre Antônio do Jovem Nerd, de 95 a 99, não sei se cabe no Nerdcast. Olá pessoas, aqui é Edson Gaveta, e não, não cabe no Nerdcast. Aqui é o Max Valarezo, e eu sofro com... um etarismo reverso nesse Nerdcast só porque eu nasci nos anos 90. É isso mesmo. Preconceito. Muito garoto, muito criança. Não viu nada. Aqui é o Marcelo e Toy Story é a história da minha vida. Tu é um boneco? Você não é um brinquedo.

Eduardo, existe uma diferença entre conhecer o caminho e trilhar o caminho. Aqui é o Tucano e tem que ter um Nerdcast só pra 99. advogando desde já. Tá fazendo propaganda de táxi, porra. Caralho, Dudu. Já tem patrocinador, hein? Já tem patrocinador esse... Maravilhoso, né, Dudu? Pô, gente, eu comecei a mandar o clipe pro Clayton. Me dá um pedacinho desse cachorro, por favor, cara. Aqui o Azaghal, eu acho que vai ter que ter parte 3, hein?

Muito bem, nerds! Essa é a segunda parte do nosso Nerdcast, onde a gente relembra os melhores filmes da década de 90. A gente começou fazendo com a década de 2000, foi um grande sucesso, a galera adorou. a gente foi na década de 90 e a gente viu que a gente era ainda mais feliz porque a gente só conseguiu falar até 95 não, até 94 94 no primeiro episódio tem um link aí no post e agora a gente vai de 95 adiante e eu não sei se a gente

vai chegar no vídeo. Não, é isso aí. E-mails! Canelada! Canelada! Muito bem!

Sucesso do Filme A Própria Carne

Mas acabamos para mais uma semana de A Própria Casa no Cinema! Vamos, jovem nerd. Porque a gente tá emendando a terceira semana. Isso é inacreditável. Caraca, galera. Sabe o que mais? Não é só isso que já seria foda pra caralho. A própria carne. é o filme número 2 do ranking dos filmes nacionais nesse final de semana. Caraca! Nesse final de semana, no final de semana passado, claro. Passado, isso. O pessoal não me diz que só tem dois filmes. Não, não. Tem um monte de filme nacional.

Na lista que eu recebi tem 10. Mas tem mais? Caraca, ele tem segundo! Ele só tá atrás de um agente secreto. Caraca aí! Puta que pariu, Ned Power! Isso é uma parada inacreditável. É o terceiro... melhor filme em média de público por cinema. Olha aí, a gente conseguiu grudar no Wagner Moura de algum jeito. Não é? Grudadinha na gente secreta. É muita felicidade, gente.

Que orgulho. Muito obrigado a todo mundo que foi ver esse filme no cinema. São vocês, exato. Que está indo ver no cinema, que foi mais de uma vez ver esse filme no cinema. Teve um cara que escreveu pra mim assim, eu tô olhando todo mundo, não dá pra responder, mas eu tô olhando todo mundo. E o cara botou assim, comprei ingresso até... minha sogra.

Se ela não for, eu vou de novo. Que legal. Excelente. Muito bom, gente. Obrigado, obrigado. Isso é a conquista de vocês, cara. Vocês foram no cinema pra curtir um filme de terror nacional independente. Gente, cutulesco, puta, que bom que vocês se divertiram. Obrigado muito, muito, galera. Pode continuar, hein? Exatamente. O filme ainda tá no cinema. Exato. Então, ó, se você tá na vibe de rever o filme, manda ver. Aproveita.

Porque ele tá no cinema, né? Muito legal. Chama mais gente pra ir, ó. Essa semana o Castanhari, que ele tava devendo ir porque o Castanhari lombrou, ele falou... Eu falei, pô, tu não foi na pré-estreia, caralho. Eu te convidei. Ele, ah, cara, eu marquei o dia errado na agenda. Cachorro comeu a minha agenda. Só que ele falou, a gente tá gravando antes do dia, que ele falou que foi quarta-feira.

Dia 12. E foi de galera. Foi com seis. Sério? Arrastou Cauê pro cinema. O Cauê precisa de bastante força de arrasto. Então obrigado, cara. Obrigado, galera. galera, foda demais, obrigado. Muito obrigado a todo mundo que tá falando o filme, espalhando o filme, levando gente pra ver o filme, revendo o filme. Foda demais. Isso é muito, muito legal de ver, é muito gratificante. Não, e esse titi, ah, tititi, pra já ver, aí a galera, porra, todo mundo...

falando pra cá e eu não vi, aí esse te ajuda. Exato, exatamente. Então, continue falando do filme. É isso. Se quiser fazer vídeo do filme, faz. Se quiser, né? Inclusive, isso é outra parada que o Nerdcast da semana passada foi... com o pessoal, né, terceiros, né, convidados, terceiros é horrível.

convidados terceiros que porra é essa terceirizados terceirizados convidados a gente não quis participar justamente pra eles terem espaço a gente aproveitar o nosso espaço o espaço do Nerdcast mas pra falar do filme de uma maneira é imparcial

É, porque senão eles vão ficar falando, ah, mas aí o cara interpretou isso, aí, ah, mas qual é a verdade? Não tem. A gente quer que os caras falem o que eles acharam e interpretaram. Agora é muito maneiro também ver a quantidade de vídeos... Puta, fora de... Podcasts, a quantidade de críticas, de textos, né? Caraca, o nosso filme está sendo comentado pelas outras pessoas. Isso já é uma vitória foda. Isso já é uma vitória pra caralho. Independente se a crítica seja positiva ou negativa ou...

em cima do muro, só de ter uma crítica. Exato. O cara foi no cinema, viu o filme e se deu o trabalho de comentar. Eu acho isso foda. Isso é muito maneiro. E tá sendo muito maneiro porque a maioria das críticas tá sendo muito positiva. feliz, então faça como Castanhar e faça como esses críticos, faça como milhares de pessoas fizeram aí durante essas últimas semanas e vá ver se você ainda não viu, vá ver a própria carne no Cinemark que ainda dá tempo, ainda está intacta

Inclusive fazer um pós-escriptum PS é pós-escriptum, não é? PS Porque não precisa mais peça, né? Porque hoje você pode editar o texto, né? Ninguém, exato. Mas, além de toda a galera que foi ver o filme que a gente comentou aqui, tem muitas mensagens também de pessoas que estão em cidades que não tem Cinemark. E que as pessoas não estão conseguindo ver o filme. Sim. E porra...

Porra, de novo, muito obrigado a todos vocês que queriam ver o filme no cinema, mas não estão conseguindo. A gente está vendo soluções para isso também. Vocês não estão sendo ignorados nem esquecidos. A gente vai trabalhar em soluções para isso também, galera.

Novidades Jovem Nerd: Livro e Podcast

Valeu, galera. Olha só, Azaghal, estamos viajando, mas vamos ver o trabalho. Caraca, maluco, eu não aguento mais. Sério. O time viajou. Aí o bom da viagem é que você gera histórias de viagem. Ah, sim. Não é? Não tem uma viagem que não tem uma história. Exatamente. Aí eu quero puxar aqui o jabazaço do podcast Histórias da Firma.

especial de férias da Deia Freitas do Não Viabilize. Olha! Que tem esse podcast contando sua perrengue de viagem, história de viagem. E é a temporada fechada, que são 12 episódios inéditos. São lançados toda quarta-feira, exclusivos. no Amazon Music. Olha só o Amazon Music aí, rapaz. É isso, é isso, exatamente. E as histórias são todas reais de ouvintes que, né, os ouvintes que mandam as histórias, etc e tal. E a ideia lê daquele jeito, enfim.

Se você não conhece, vá no Amazon Music e procure o podcast Histórias da firma. O especial de férias está saindo toda quarta-feira. Histórias e perrengues de viagem com o jeitinho único da Deia Freitas contando super leve, acolhedor.

cheio de humor. Se você vai gostar, tem link aí no post. E se você baixar o aplicativo da Amazon Music, você pode ouvir gratuitamente o Stories da firma, em especial de férias, além de outros podcasts exclusivos e 100 milhões de músicas e muito mais. Experimenta, tem link. e depois baixa o app do Amazon Music agora. Excelente.

E Azaghal, depois de mais uma década, vai sair o livro do Jovem Nerd. Na verdade, já saiu. Já saiu, já saiu. Tem gente já recebendo, tem gente já lendo, tem gente já publicando. Inclusive, eu até postei isso essa semana. Eu tô muito curioso. para os feedbacks, para ver o que a pessoa está achando do livro que o Rafael Pino escreveu para a gente. Mas o que é isso? Você está falando do livro Jovem Nerd Zerando a Vida, que é finalmente uma compilação de histórias.

sobre como começou o Jovem Nerd. A gente poderia falar biografia, mas não é uma biografia. Mas é tipo uma biografia. É tipo uma biografia. Porque não é só uma compilação de histórias. Ele acompanha um pedaço significativo das nossas vidas. Ele entrevistou todo mundo que... Ao longo dos anos. Há vários anos. Nossos amigos. Esse livro está tendo escrito há mais de 13 anos. Cara, é muito maneiro. Então tem os depoimentos, as histórias que foram misturadas e virou essa grande história das...

nossas vidas que se misturou com o Jovem Nerd. Exato, exatamente. Esse sonho. Porque o Jovem Nerd é o que é por causa das pessoas que fazem parte do Jovem Nerd. Exato. Que já fizeram e que vão fazer. Exato, exatamente. Então esse livro é um recorte. nossas vidas e da vida do Jovem Nerd. Tem bastante coisa que é inédita ali. Tem fotos de arquivo, fotos pessoais. Exato. Tem muita coisa da maneira. Só não tem treta com outro YouTube. Sempre que uma pessoa de YouTube...

lança o livro e tem treta. Não tem treta. É só coisa boa. É o livro da paz. Não tem a foto do Jovem Nerd de toalha. Não, isso pra quem tá no Nerdcast 1000. E pra todo mundo que tá no Reddit. Mas olha, gente, é um livro muito foda. Você tem curiosidade, é muito maneiro. A história é muito maneira aqui das nossas vidas, como elas foram modificadas por vocês também, através de todos esses anos. Então a gente agradece demais. Rafael de Pina, que fez esse trabalho incrível por 13 anos. Olha aí.

Culeano, o trabalho. Jovem Nerd Zerando a Vida já é disponível no site da Jambô Editora e nas principais livrarias do país. Exatamente. Então você pode comprar online, você pode comprar numa loja física ou você pode... comprar online em outra loja. Mas se não tiver na tua loja, tu pode pedir. Peça o livro na sua livraria local. Nerd Pai também pra isso. Chegar o livro já vai... Pô, que maneiro, cara. E tira foto, quer dizer, maneiro ver o nosso livro na livraria. Porra, porra, com certeza.

Tá longe aqui no ano. E vai ter uma tarde de autógrafo, né? Isso, a tarde de autógrafo. Atenção, nós estaremos já 2 de dezembro, às 18 horas, na Livraria Leitura do Shopping Marketplace em São Paulo. Eu, Azaghal... Rafael de Pino, Guilherme Deisvaldi, nosso editor, Leonel Caldella e Karen Suarelli. Olha aí, todo mundo vai estar lá. Só que é o seguinte, são senhas limitadas. Ah, sim. São 200 senhas que vão ser distribuídas.

no dia, mas se você não puder ir nesse dia, de 4 a 7 de dezembro o Jovem Nerd invade a CCXP e vai ter autógrafo todos os dias no stand da Jambô Editora procurar a gente lá. Os horários vão ser divulgados nas redes. Então segue a Jambu, a editora. Aí tem link aí no post. Fica ligado pra gente se ver, cara. Vai ser muito foda. Tem link na descrição pra você. Compra lá. Compra o livro.

Agora, fica ligado nas nossas redes sociais, porque existe possibilidade de a gente ir em outras livrarias também, em outras cidades, além dessa que a gente falou. Pode ser. Exato. Não sabemos ainda, mas pode ser. A gente tem algumas em tratativa, mas a gente ainda não pode falar porque não tá...

confirmado, mas fique esperto. Exato. Já leva o livro, já garante o livro. Se bem que aí o cara da livraria vai querer que você compre o livro lá, né? Que aí você vai chegar... Como é que funciona? Eu não sei. De verdade. A gente vai se ver.

E-mails: Histórias e Spoilers

Garante seu livro, eu te quis gote. Isso que é importante. E se você não quiser ouvir os recados e e-mails últimos no Nerdcast, pode pular diretamente para... 21 minutos e 11 clássicos dos anos 90. Henrique Silva, 53 anos, funcionário público no Rio de Janeiro. Muito bom. Olá, nerd! Já faz uns 10 anos que acompanho o Nerdcast. Pô, querido, obrigado, cara. O episódio sobre a Guerra do Paraguai foi especial pra mim. Ele me trouxe a lembrança de...

de uma história que, quando conto pra alguém, preciso segurar minhas lágrimas. É que, em 2017, eu visitei com o meu filho o Museu da Polícia Militar no Rio de Janeiro. Fomos atendidos por um oficial da PM que fez um tour pelo local, mostrando uniformes, armas, objetos... Uma peça da exposição me deixou curioso. Era um cachorro ali no meio do salão, mas estava empalhado. Ainda bem.

O que que é, cara? Eu não sei, fiquei meio assim. O cachorro que já morreu, pelo menos não vai morrer pra fazer você chorar, é isso? A história tem o cachorro morto já, você não precisa chorar. O oficial explicou que na época da Guerra do Paraguai, policiais de... do Brasil foram convocados para participar do conflito. Na rua Mata Cavalos, onde hoje existe o bairro da Lapa. Mata Cavalos? Tu que trabalhou na Lapa. Você nunca passou pela rua Mata Cavalos? Eu não conhecia a rua Mata Cavalos.

Não conhecia essa história, esse lore. Da Lapa. Hoje em dia existe o Bar da Lapa, né? Então havia um cachorro vira-latas que era querido na comunidade. Por incrível que pareça, o bicho acompanhou os combatentes para o front. Puta merda! Caraca, Billy. Não tão querido assim, né? Como assim? Ele era querido...

Ah, eu gosto tanto desse cachorro que eu vou levar ele comigo pra guerra? Mas o cachorro vai fazer o que com o cachorro? O cachorro vai seguir na galera? Não, gente. Alguém segura o cachorro no mata-cavalo. Não é possível. O bicho acompanhou os combatentes no fronte, lá no ambiente de mata fechada, escuridão, tiroteio, fumaça de guerra. O cão ajudou a encontrar soldados feridos. Por isso foi homenageado pelos militares com uma coleira adornada. Nas fotos em anexo dá pra ver o cachorro.

Pachorro empalhado que salvou tanta gente. Na latela do corpo está a marca do tiro que matou a... Parabéns pelo filme. Que orgulho ver uma produção dessas no Brasil. Caraca, valeu, cara. Olha só que história, cara. Já temos um personagem pro segundo filme. Ah, caraca! Boa, boa história, Henrique. Foda, foda. Fala pro Ian que ele vai ter que trabalhar com cachorro agora. Mas, gente, quem falhou esse cachorro?

Pô, cara, de 1870, cara. Meu Deus do céu, cara. A galera dele... Não sei, cara. O cara fez o melhor que pôde, pô. Tibor Raposo, 32 anos, compositor e artista audiovisual de Campinas, São Paulo. É com muito prazer que digo que evangelizei todos os meus amigos e os infernizei. assistirem a própria Carly no cinema. Aê! Porra, Timor! Foda pra caraca. Obrigado pela força, querido. Foda demais. Estava super empolgado com o filme e fui juntamente com a minha companheira com a energia...

de gostar já nas primeiras cenas. Obrigado, querido. E o resultado final foi muito positivo. Que bom! O filme me trouxe vários sentimentos conflituosos, mas todos muito positivos. Ao mesmo tempo que... Eu olhava com orgulho para a obra que vocês fizeram. Tudo que vocês fizeram e o esforço que toda a equipe teve está em tela. Isso é verdade.

A crítica é sempre válida para algumas coisas. Tudo bem, manda ver. Para citar alguns pontos, vale dizer que, como fã e compositor de trilha sonora, adorei a trilha do Govis. Porra, o Govis se superou, cara. Foi foda demais essa trilha. Entretanto, acho que a edição de som podia ter aproveitado ainda mais o silêncio, fazendo assim a trilha explodir em sua total magnitude. Muito bem. Eu sou sempre a favor do silêncio.

Eu trouxe vários silêncios para esse filme. É verdade, é verdade. O Ian queria música no filme inteiro. O Ian queria música no filme de Cabo Rabo. Todo. A gente deu a segurada. Mas foi obrigado, obrigado pela crítica. E agora ele tem um spoiler aqui, então se você ainda não foi ver o filme, você pode pular para o Time Jump. Lembra aqui o Time Jump, por favor, edição. 21 minutos e 11 clássicos dos anos 90.

Então vamos lá, spoiler de a própria carne, hein? Avisamos. Muito também se especulou sobre como o personagem do Jorge Guerreiro... o Gustavo, conseguiu sair ileso dos tiros no final. E mesmo sem uma perna, ainda conseguiu se movimentar com alguma facilidade.

Alguma entre aspas. Mas isso eu atribuo ao fator místico das coisas e não a uma possível preguiça de roteiro. É, na verdade é que se você prestar atenção no começo do filme e também tiver algum conhecimento histórico, o que não é obrigatório, mas...

a gente mostra como essas armas eram carregadas, né? Quando o coronel, logo na primeira cena que ele vê lá a bituca de cigarro e ele fica ressabiado, ele pega a arma e você percebe que ele coloca um paninho, né? A pólvora, um paninho e a bala pela frente. então você com essas armas dava um

tiro ou uma saraivada, se fosse um pelotão, e acabou. A não ser que você tivesse uma tropa atrás pra dar o segundo saraivada, enquanto a primeira tá recarregando. Então, no final, já que a gente tá falando de spoilers aqui, quando o maluco que saiu correndo dá um tiro, é isso.

E o cara errou. Exato. Aí ele só correndo, porque não tinha como carregar a arma na frente do cara. Exato. Então esse é o ponto. Agora, o fato de ele estar com a perna amputada, andando e tal, aí realmente ele é o nosso herói. Ele é o nosso herói. É o nosso herói como o Joe Mac... Kleine consegue andar com os pés todos retalhados de caco de vidro. Exatamente. E o Rambo consegue andar com um buraco de bala cauterizado no rim. O Tom Azaghal tomou tanta porrada que o coitado...

do Gustavo, meu amigo. O velhinho só aguentava. Tem um super... Não, mas assim, tem um negócio. Você pode colocar uma parada do Cosmo que isso acaba sendo uma carta meio coringa, etc. Mas assim, ele tem o avanço. vibe de herói, entendeu? Exato. Ele vai ser o herói. Mas teve uma pessoa que falou, e eu concordei, e agora já faz parte do roteiro, que o amuleto dele também protege. Exato. Existe toda uma linha de pensamento.

tá só desse lado, né? Porque você fica achando que vai ter alguma coisa, né? Mística ali e tal. E não, ele usava aquilo como, né? Uma chave pra abrir as correntes, né? Mas, assim, ele ainda é dito que é um negócio de proteção. Sim, sim. Mas, assim... A gente tá falando aqui que a gente tá conversando. É, a gente tá conversando, não tô dizendo que é isso não, entendeu? É, porque a gente...

Não, não, para. Você fala que o diretor pode ficar... O produtor pode ficar explicando o filme. Eu não gosto disso, por isso que a gente não gravou o Nerdcast de... A própria carne explicada com o Romariz. Não, a gente... Assim, a gente... Ah, gente. Tem certas paradas que não são ditas na nossa cabeça. Sim. Mas não é necessário que seja isso. Ah, não. Com certeza. Mas o fato de que o Gustavo é o herói... Ah, sim. Isso é uma parada que é... Tá ali, né, gente? Até...

Olha, já foi eu de novo. Na primeira cena, quando eles matam o coronel, você vê que aquilo incomoda ele, que não é algo que ele queria, né? Porque ele tem essa parada heróica dentro dele. Nenê é o super-homem do filme. Aliás, tipo assim... Não é só ele também, porque o Anselmo, coitado. Ele é uma puta surpresa quando de repente... Mas ele é traíra, né?

Então, mas o cara aguentou muita porrada. Ah, não, aguentou. E a gente tem um pouco de exagero meio, né? A gente gostou de fazer alguns exageros tarantinescos lá, explodir a cara do maluco, do soldado. O Aragão, né? O Rodrigo Aragão. até falou que ele gosta dessa parada exagerada. É, tem um pingo de exagero nas paradas. Então, tipo, no final, aquele tiro lá na cara do soldado, né? Exato. O Ian queria um buraquinho, não sei o que você tinha sugerido.

E eu falei, não, não. Tem que ser, maluco, um punho. Tem que ser a parada... Será que eu é invincible? Eu pus no Omni mesmo. É, mas é, porque aí virou uma parada maluca mesmo de terror, sabe? É, exato. E você, mais uma vez, a carta da loucura cutulesca, do horror...

Válida. Entendeu? Agora você reparou que a gente nesse filme inconscientemente arrebentou um monte de cabeças. Um monte. É muita cabeça arrebentada. O Anselmo bate a cabeça. Isso. Depois o Anselmo quebra a cabeça da garota. Explode a cabeça da garota. Exato. E depois o Gustavo explode a cabeça do velho. E depois o Gustavo explode a cabeça do velho. Caralho, é muita cabeça explodida, brother. Só o Gabriel que se deu o melhor nessa. Morreu que nem um passarinho?

E ó, último recadinho. Black das Blacks da estante virtual. Aproveita você que tá na vibe do livro. Momento perfeito pra você encher a sua estante aproveitando promoções de Black Friday. Exatamente. Milhares de títulos com desconto. Ofertas exclusivas no...

site do Estante Virtual e tudo, gente. Tem edição rara, técnica, didática, infantos, venil, ficção, não ficção. Tem livro pra todos os gostos, todos os bolsos, que é o Estante Virtual que a gente tá falando aqui, cara. Mais de 2.500 vendedores de todas as regiões.

do Brasil, cara. Você, ao comprar na gestante virtual, tá ajudando e apoiando os cebos e pequenos livreiros do país todo. Isso é muito maneiro. Isso que é a missão foda da gestante virtual. Não é só vender livro, cara. É fomentar o marketplace do pequeno livro. A campanha da Black das Blacks é a chance boa. Já tô falando aqui pra você. Vai ter livro didático pra comprar? Fica ligado. Livro didático não é barato, não. Aproveita o desconto. Estante virtual na Black das Blacks. Tem link aí no post.

Clássicos de 1995: Waterworld

Eu tenho que começar dizendo que 95 tem altos e baixos. Espera aí, eu ia fazer uma pergunta, a gente vai falar dos esnobados do programa passado? Não, não, não, esquece, já foi, já foi, para. A gente não vai passar de 96. Ah, porque 95 a gente tem... Por exemplo, Anjos Rebeldes. Olha, Eduardo Spor. Bota a musiquinha da Batalha do Apocalipse aí que vocês botam. O que seria de a Batalha do Apocalipse se não fosse Anjos Rebeldes? Não seria, né?

seria. E o amor sem puleirado. O que é engraçado é que esse filme, cara, a gente nem viu no cinema, né? Mas era o clássico das locadoras, né, cara? Era a época das locadoras também, né? Sim. Sim, bobando pra caralho. Mas esse é um filme maneiríssimo. Foi bem lembrado. Lembrar do Azaghal aí a cena do Christopher Walken em cima da cadeira, demonstrando toda a leveza de um anjo. Pulerado. Pulerado. Desafiando a gravidade, né? Muito bom. Me recorda, o Christopher Walken, ele era o Gabriel.

Exatamente. E o Viggo Mortensen era o... Lúcifer. Lúcifer. A mochila de criança. Áudio do WhatsApp. O áudio do WhatsApp. É o Conteúdo Vertical. Novo nome pro capeta. Conteúdo Vertical. É o Conteúdo Vertical. A dor do criador aí, ó. Porra, nem me fala. O pessoal pegou na minha perna porque eu fiquei fazendo documentação.

do set da própria casa e tudo na vertical. Me mandaram filmar na vertical! Eu que filmei algumas coisas na horizontal pra não ser tudo na vertical e aí depois eu falei assim, tá vendo? Não era pra fazer porra nenhuma na vertical. É isso, é o diabo mesmo lá no set.

A carne que ele falou, pegou na minha perna. Eu nunca ouvi falar isso. Pegou no meu pé, pegou na minha perna. Mas ao mesmo tempo que tem Andes Rebeldes, tem Waterworld. Que é um altíssimo, momento alto. Cara, vamos falar bem desse filme. Alto.

vai entrar nessa discussão de novo, gente. Mad Max na água, meu amigo. Você é o cara que... Eu não entendo. O cara que tava órfão de Mad Max, ele não aceitou ir da areia pra água. Não. Por que você não aceitou? Eu nunca entendi isso, Azaghal. Por que que... de cigarros. Eu sou a favor do tabagino no cinema. A quantidade de água com aquela quantidade de cigarros. Os caras literalmente jogavam...

Garro para as pessoas. É um filme massa, um filme massa. Cara, é foda. A trilha sonora é foda. Quando ele vai lá no fundo do mar mostrar a cidade para a mulher, é foda demais. A história é foda, eles procurando pela terra seca. Dennis Hopper. Smokers! Os caras falam português. Tugrego Azaghal. Puta que pariu. Tugrego é foda. Esse filme levou muito hate na época. Não sei se vocês lembram. A galera detestou. Detestou. Mas é até hoje, uai. Até hoje. Pois é. E eu defendo até hoje...

A gente tá deixando o Alexandre falar pra depois sair batendo nele, né? É isso? Não, total. Eu tô esperando aqui. Aquela fila, sabe? O pessoal batendo o porrete na mão, já esperando. Você reviu esse filme? Eu já revi muitas e muitas vezes. Muitas? Na fase adulta.

Não na sua adolescência. Faz alguns 15, 20 anos que eu não vejo. Kevin Costner com Guelhas, cara. Por que vocês não gostam disso? É bom. É bom demais. É muito Mad Max na água. Acho que a galera na época reclamou muito ou falou muito mal também porque eu leio...

Lembro que era o maior orçamento pra um filme da história e tal. Mas é porque eles fizeram merda, né? Fizeram filmar o filme no mar. Uma parada que a gente pode elogiar é que a premissa, pelo menos, é boa, né? Porque faz mais sentido o mundo ser inundado por causa da...

acimento global, calotas polares, era essa a premissa do filme, né? Outro dia eu tava jantando com o Rex, e surgiu esse assunto, tava eu, Caquinho, o senhor Caio e o Rex. Surgiu o assunto desse filme, a gente tava falando desse filme. E aí a gente botou no Google lá, se derreter todo o gelo da Terra...

e não sei o que, são 70 metros só que só, não só, né? Mas assim, não inundaria daquela maneira a terra jamais. É um filme! Não é um documentário essa porra, é um filme, brother! É, mas é, deu uma broxada pra gente descobrir o que. Não inunda nem o apartamento do...

Sr. K, cara, não chega nem lá. Mentira, curte o filme. Ó, quero saber onde eles falam assim, a premissa é boa, onde é que não é bom o resultado? Não, é bom, eu gosto. O cara lança um arpão no avião que fica girando e fudendo, e aí quando ele... O cara consegue soltar. Girando e fodendo.

Fica girando, o cabo fica preso, fica enroscando lá no mastro do barco dele, super barco. Aí fica, puta, fica super tenso. Aí quando ele consegue cortar a corda, cara, o negócio bem, cara, a cena vista de cima, muito, deve ter custado uma fortuna. A parada vem... no contrabalanço, porque ele soltou o cabo, aí o cara voa.

na água lá de cima, cara. É uma cena muito bem feita. É uma cena foda. Tem uma batalha final que não é uma plataforma, né? Uma coisa dessa. Era num petroleiro lá dos Smokers. Era num petroleiro, é? Um petroleiro. Caraca, o Jack Black tava nesse filme? Não. Tava, tava. Mentira. Ele é um dos capangas? Segurante, né? O quê?

A cena que eu acabei de escrever que é foda demais. Não, nem fudendo. Peraí, deixa eu entrar no YouTube aqui. Cara, como é que eu não vou mamar esse filme ainda mais? Peraí. Como é que eu não vou mamar esse filme? Eu tô falando. Eu acho que tu viu o filme. Girando e fudendo. vídeos, cara. Por isso que eu gosto tanto desse filme.

Seven e Os Suspeitos: Plot Twists

Já que tem controvérsias em relação a Water Road, tem gente que gosta, eu vou falar um aqui que eu acho que todo mundo gosta, que é o Seven, o Seven de 1995. Esse aí não tem como não, é muito bom. É o que acaba fazendo o David Fincher entrar no mapa.

num outro nível, assim, né? Sim. Apesar dele já ter entrado... Porque antes ele tava fazendo, se eu não me engano... Travis Pierce também, né, cara? Travis Pierce também, né? É, não, com certeza. E eu acho que até o Brad Pitt também fazendo papéis mais sérios e tal, também, cara. Tu sabe que o Brad Pitt salvou o final... desse filme, né? Porque na cena do... Eles mostravam, eles fizeram uma cabeça da Gwyneth Paltrow e tava lá, e aí o...

que foi o Brad Pitt que falou assim, cara, não pode mostrar. Não é pra mostrar. Nesse caso, foi uma escolha de não mostrar, porque isso fazia ficar mais agoniante ainda, porque valorizava a reação dele. Não precisava, não precisava. Não precisava, né? Não precisava, porque...

a reação dele era tudo, entendeu? Claro, a reação que vale, né? E a trivia continua, ele salvou, o Brad Pitt convenceu de não mostrar a cabeça dela, aí eles guardaram essa cabeça da Gwyneth Paltrow por anos e, sei lá, 20 anos, e aí quando eles fizeram o filme Contágio, eles usaram a cabeça da Guinness Potter que tava guardada lá há 20 anos pra ser a cabeça dela, que ela morre no início do filme, né? E aí essa cabeça que tava na caixa.

Então a gente viu. A gente viu, no final a gente viu. O massa do Seven é porque ele pega essa ideia do filme de assassino serial, mas ele meio que é um ponto de virada desse subgênero, porque ele começa a trazer umas coisas um pouco mais grotescas, cenas dele...

encontrando os corpos, é um negócio muito chocante. Nossa, esse filme é sinistro, é bizarro. Sinistro da Gula, cara. Gula é muito sinistro. A premissa, né, cara? A premissa dos Sete Pecados é muito foda mesmo. É muito bom. É uma parada difícil, porque... a reparar, quando a gente quer saber os sete pecados capitais, a gente sempre esquece um. Qual? É a vareza, porra, que a gente sempre esquece. Não, não, não. Depende do dia, você esquece um. A gente só lembra de seis e nunca são os mesmos seis.

Igual os sete anões. Os sete anões. Tenta lembrar o nome dos sete anões. Você sempre tem um pecado que foge? Então faz o teste. Não, mas aqui a gente tá em seis pessoas. Aí alguém vai lembrar de seis. A gente tá em sete. Dá um pecado pra cada pessoa certinho. Olha, boa, boa. Avareza. Gula. Luxúria. Puta, eu ia falar gula. Preguiça. Vamos por ordem. Luxúria, luxúria. Caramba, acabou. Inveja. Alguém contou? Não, gente, cada um vai falar um, porra.

Mas todo mundo falou? Eu não sei. Todo mundo falou. Se você não falou, tá faltando. Eu falei mula junto com gaveta. Eu e gaveta tamo... É, os baratos. Quase logo pra falar. Todos que eu falei era repetido, né? Ira, ira. Ira, porra. Ira eu falei, ira eu falei. Não é preciso. Faltou um. Vaidade? Luxúria, né? Não, não. Tem vaidade. É orgulho, né? Vaidade, orgulho. Enfim, a gente acabou de provar o ponto do Tucano. A gente acabou de provar o ponto do Tucano. Então vamos começar aqui, ó. Anão mestre.

Ah, não. Dunga. Dunga. Soneca. Soneca. Ai, como é que é o nome? Risonho, não. Como é que é? O Dengoso. Contador. Não tem um contador? Contador. O empreiteiro, o empreiteiro. Não, isso aí é Smurf, cara. Isso que eu ia falar, cara. Tô confundindo com os Smurf. O Ranzins é Smurf ou é anão do... Ah, Ranzins é Smurf.

É zangado, é zangado o que eu amo. É zangado, é verdade. O Ranzinza e Smurf. Papai Smurf é gênio, não tinha o gênio. Papai Smurf é gênio, vaidoso e Smurfete. E habilidoso. Habilidoso. Robusto. E o melhor é o Joca. Não, mas o que eu lembro são... Os caras não podiam traduzir Joker. É isso aí, é o Joker. Você tá de sacanagem que o Joker era Joker. Caraca, Alexandre, a gente falou isso há uns 15 anos atrás, cara. Ah, eu vou lembrar. Ele podia traduzir...

pra Jocoso. Jocoso, puta merda. E cojoca. Eu tenho uma surpresinha pra você. Um. O Seven, eu só quero falar o seguinte do Seven. Tem uma parte que a galera não presta muita atenção. Eu sempre fui muito ligado em trilha sonora, né? A trilha sonora do Seven, cara, é excelente. Eu tiro um CD, né? Pô, tem jazz, tem blues, tem... Cara, é muito boa também. Cara, o filme todo é o clima.

todo, né, cara, sombrio, né, aquele negócio da cidade, meio, cara, Nova York, sombria, é demais, cara. Sabe o que me lembra esse filme? A Vibe, o Angel Heart. Sim, é o coração satânico. O Seven, ele me trouxe uma, primeira vez que ele me trouxe essa sensação

no cinema, que eu vim ter depois com Seis Sentidos, que é aquele lance da virada e Matrix também, que é aquele lance assim, não adianta você explicar muito, você tem que ir pro cinema pra ver o que que é. Porque a grande pegada dele era a virada. Então, o filme todo é muito bom.

Mané Gaveta, você pensa o seguinte, eles investigam, investigam, investigam, não encontram assassino, a verdade é essa, né? E o cara se apresenta, né? O Kevin Spacey se apresenta. Então, não é um filme sobre investigação, é um filme justamente sobre um drama, né? Sobre... O cara ganha, né? O assassino ganha. Ele ganha. Tanto que o Morgan Freeman tenta evitar a parada ali, né? Fazer a parte do... Fazer a parte da história dele ali. O plano é se entregar, né? O filme ele deu tão certo... Obrigado.

outros. Ele era o investigador. Era os filmes de Alex Cross e tal. Era bem bem nessa pegada. Uma coisa que eu acho muito legal, eu fui rever Seven alguns anos atrás, e tem uma cena quando o Morgan Freeman vai explicar os sete pecados, aí ele pega um quadro, aí ele...

lista os sete pecados e ele lista paralelamente as sete virtudes, que era um detalhe que eu não lembrava. E pra mostrar que cada um dos sete pecados tem o seu equivalente de uma virtude, o oposto, né? Ah, ele tinha um equivalente? É, e aí quando você vê o filme sabendo...

dessas sete virtudes, você começa a perceber... Eu fiz um vídeo, inclusive, depois, quem quiser ver, vai lá no Entreplanos Procura Seven. Meu vídeo é sobre isso. Tipo, como você percebe que, da mesma forma como o personagem do Brad Pitt, ele acaba encarnando os sete pecados, o personagem do Morgan Freeman, ao longo do filme, ele encarna as sete... virtudes, todas elas você consegue perceber

várias cenas. Então você tem a humildade, castidade, generosidade, paciência, temperança, caridade e diligência. São as sete virtudes. Castidade é virtude? Castidade é virtude? O que está acontecendo? Não sou eu que posso esperar. escolhi esperar. Por resto, cara. Porque como cada virtude tem que ser o oposto de um dos pecados, aí a castidade é uma luxúria. Ele não disse qual é o melhor pecado, né? É mais virtude do que castidade. Castidade dos pecadores.

Vou perguntar. Luxúria é a vontade de transar? Ou tem mais alguma coisa? É a vontade de transar? É Michael Douglas Syndrome, tá ligado? Luxúria é o Michael Douglas. O TV Hopper lá. Aqui em Santos, na quebrada, a galera chama de pau louco. Luxúria aquele áudio lá, hoje é sexta-feira, de áudio maldade.

É isso? É dia de maldade. Só que todo dia é sexta-feira. No churro é terça-feira de carnaval, entendeu? É isso que é a parada. Os Sete Pecados do Capitão Ira, Inveja, Pau Louco. Esse que eu tava esquecendo. Essa é a pergunta que eu sempre esqueço, Paulo.

No filme eles não falam que o melhor pecado é a preguiça, né? Porque ela impede você de cometer os outros. A preguiça, eu vou te falar, eu concordo que a preguiça, cara, pensa bem. A minha preguiça supera a minha fome legal, cara. Exato, exatamente. Tá morrendo de fome, tu levanta da cama pra comer? Não, cara. Tu não consegue. Eu falo duas coisas.

100% gula. 100% gula. Deita que passa ou não funciona? Não passa. Eu levanto a comida. Não funciona, não passa. Não passa mesmo. Eu revi esse filme tem pouco tempo também e ele não teria funcionado hoje porque ele conta que você vai ver um cara e ele vai passar desapercebido. E por acaso esse cara é o Kevin Spacey. Agora esse filme já não funcionaria hoje. Mas é porque era o início da carreira dele, né? Era o início. Foi antes dos suspeitos? Mesmo ano. Olha, caraca. Já que falou aí...

citar, ou elaborar um pouco mais sobre Os Suspeitos, que é um filmaço também. É, outro grande exemplo de filme com reviravolta no final que entrou pra história também, né? Esse é um dos melhores filmes de reviravolta no final, um dos melhores filmes. Melhores filmes de crime. Melhores filmes de heist. Esse filme é um marco. Ele é um marco foda demais. Kaiser Souza. O filme que tem dois plot twists. Você acha. Claro que é isso. Claro que é isso. E de repente.

caneca, cai, Kobayashi, arabuta, cara. Kobayashi é foda, cara. Esse filme é uma obra-prima do cinema, cara. Um spoiler desse filme no Oscar do ano seguinte, porque a Marília Gabriela... que se disse até hoje. Amarilha Gabriela, porra. Amarilha Gabriela. Toca a música, toca aquela musiquinha lá. Ela é entrevistadora.

tava rolando o Oscar e ela tava comentando, acho que era na Globo eu não lembro, enfim, e aí ela tava falando de Seven e comentou ah, o Kevin Spacey que também é o assassino e porra porra Maria Gabriela, maravilhoso. E detalhe que isso daí é época pré-internet. Tu fala assim, ah, podia ter visto já que já passou um ano. Não tinha como, não tinha. Não tinha como, internet. Não tinha review do caos no YouTube. Quando tem a revelação do final desse filme...

E o jeito como eles filmam o pé do personagem. Nossa, demais, cara. Essa cena é muito boa, cara. Só, tipo, o pé mancando, mancando, mancando. E aí começa a andar normal, andar normal. É muito bom, cara. E a música. E a música, meu amigo. É foda. A música é de foder. E o detetive cai. na real, né? Vendo que ele foi enganado o tempo todo, cara. Muito bom. E você lembra quem era o cara que tá pegando o retrato falado no fax? Nossa, não. Ah, não mesmo. Jack Black. Não esqueci. Jack Black.

Exposito aí. Caraca! E o nome dele é Jack Baier. Quase Jack Bauer. Olha, é.

007 e Batman: Heróis dos Anos 90

Esse filme tinha um elenco curioso, assim, porque ele não era um elenco top tier, vamos chamar assim, de Hollywood, mas um elenco muito talentoso, né? Também um início de carreira do Benício Del Toro. Calma, calma, calma. Azaghal, Azaghal, tinha um Baldwin no elenco, então... Tinha.

Stephen Baldwin. É, vamos com calma. Hoje em dia é detrator pra caralho, né? Strangest thing. Ele fala quando ele tá com a faca nas costas. Cara, eu lembro de falas pra caralho, cara. Ah, esse filme tem benício de autor. É muito foda, cara. Quando eles ficam... Ele vai explicando, ó. Quando teve um assalto merda, teve alguma coisa, eles pegaram lá o... O nome do filme em inglês é The Usual Suspects. Ou seja, não é os suspeitos. É os suspeitos...

de sempre, os suspeitos comuns, né? De costume, inclusive em Portugal é, os suspeitos de costume. Os crimes de Kaiser Sosa, né, em Portugal. Acontece algum crime menor e aí a polícia... só pra mostrar serviço, pega um monte de bandido que ele já conhece e bota todo mundo lá e eles se conhecem, né, na detenção desse crime que nenhum deles estava envolvido e tal, claro, que era um plano do Kaiser Souza juntar essa galera, mas é muito maneiro como eles se juntam e aí eles ficam tentando

a pessoa roubou, né, o carro e o assaltante falou assim, give me the fucking keys, the fucking cocksucker alguma coisa assim, e aí cada um faz uma versão aí a versão do Benício Doutor é a melhor, eles ficam sacaneando olha aí E aí o Stephen Bond ele fica Give me the fucking keys you fucking ducks!

Cara, esse filme é... Ele é 100%. Cada minuto desse filme é foda. Mesmo que você não entenda a primeira vez que você viu, mesmo que você tenha tomado spoiler foda agora, é um dos clássicos dos clássicos. Não, porra... pra ver tranquilamente, com todos os spoilers do mundo. Nessa época aí o Benício Doutor era conhecido como o Brad Pitt com insônia, né?

é isso aí que ele parece o Brad Pitt só que tem uma mega olheira ainda pra completar o elenco além do Balder esse filme também tem o Gabriel Byrne que é um monstro que é o demônio também que a gente tava falando aqui antes de Lúcifer ele já foi Ele foi no Stigmata, não é isso? É Stigmata ou é aquele filho dos tempos com os guardas? Filho dos tempos com o Schwarzenegger. E a frase mais famosa dele no filme é...

Foda demais, cara. Foda demais. E o policial era o cara que eu acho o nome muito maneiro. Tem atores que eu gosto só pelo nome, nem me importo com a interpretação. Por exemplo, Yara Janra. Eu acho o nome maravilhoso, Yara Janra. Quem é a Yara Johan? É uma atriz brasileira que não me importa com o que ela fez porque eu gosto só do nome.

Caralho, ok. Assim como Chas Palmitere. Olha o nome, cara. É muito bom, cara. Mas, H, o que você acha de Narjara Turieta, então? Narjara Turieta é um excelente nome também. Excelente, excelente. Oh, what's in the bar? I'm just kicking away! Eu queria trazer aqui que em 95 também rolou um retorno de um personagem enorme na história do cinema, que é o 007. Desta vez com o Pierce Brosnan em GoldenEye, que depois foi virar um dos maiores jogos da história.

história dos videogames, entendeu? Então tem que ser... Jogava no fliperama isso aí. GoldenEye é bom, GoldenEye é bom, é legal. É legal. Ninguém aguenta mais, ninguém aguenta mais 007. Caralho. Mas o Pierce Brosnan tava mantendo aquela tradição do, sabe, meio que... O galante, né? O 07 galã. O galã, exatamente. Mas não tão sério assim, né? É, mas que era o caso do Roger Moore. Ele já não era tão sério que nem o Sean Connery. Era mais galhofa. E foi um ponto de virada, porque...

Antes dele foi o Timothy Dalton, né? Sim. Se eu não me engano. Que foi uma merda. Que foi super fracasso. E aí o Pierce Brosnan quando chega como 007, cara, parece aquele negócio tipo a escalação perfeita no momento certo de trazer de volta essa aura que Nick...

Tinha se perdido, de fato, nos últimos anos, assim. Pra mim, é muito especial, porque eu conheci... Como eu nasci nos 90, né? Olha aí, olha aí, galera. Eu conheci o conceito de 007 com o Pierce Brosnan, né? Então, pra mim, ele sempre foi meio que... encarnação definitiva, assim, ou durante muito tempo. Hoje em dia o meu favorito é o Daniel Craig, mas durante muito tempo eu ainda considerava o Peter Brosnan como uma essência. O comentário do Dudu foi o melhor.

O Fred, quando falam na Copa que o Neymar tá machucado, não vai jogar ele. Eita! Dizem que você acaba gostando do 007 e da sua geração, né? Que é o que acaba sendo mais marcante, né? Mais ou menos. O meu é Roger Moore e não tem como. É, mas tua geração, pô. É da minha geração. É, então.

Se vocês trouxeram aí uma franquia, vou trazer outra. É 95 Batman Forever. Meu Deus. Ó o Kilmer, né, meu? Ó o Kilmer. Bate bunda. É o do Jim Carrey. É o do Jim Carrey, é o do Jim Carrey. É o de todo mundo. Tá todo mundo aqui. Eu fui só pra ver o Jim Carrey no filme, porque eu tava viciado em Jim Carrey na época. Jim Carrey, Tony McDonald, Nicole Kidman, Chris O'Donnell, Drew Barrymore, Jack Black. A melhor cena desse filme é quando o Alfred fala

que o Robin fugiu com o carro. Ele, qual, sei lá, Bentley? Ele, não, the other car. Aí ele fala, não, sei lá o que? Ele, não, the other car. Really? No, sir. The other car. O Robin é o Chris O'Donnell, não é isso? É, ele fez nos dois filmes. E tem aquela famosa frase que, acho que é no segundo, na verdade, né? Tiveram dois, né, com eles? Sim, é, teve o Batman e o Robin depois. Não, não, mas aí não é o Val Kilmer.

É o George Clooney. Não, então acho que foi nesse que ele desce de uma coisa, tipo um surf. Isso. E aí, na tradução, ele falou, ah, eu tô maluco. Lembra disso? Ele fala cawabanga em inglês, porque era tartaruga ninja de Patucoto é lado. filme, desenho e tudo. Tocar uma banga era parada e, na época, no Brasil, a frase mais famosa era Ah, eu tô maluco. Da música. Nunca esqueci. Vi isso no cinema, meu amigo. Cara, eu sou da teoria. Vou falar uma coisa agora e vai gerar muita polêmica.

Eu sou da teoria que a gente nunca teve um ator perfeito pro Batman, cara. Falta aparecer. Perfeito, perfeito não. Eu concordo. Eu sou da época... que a gente teve o Christopher Reeves fazendo super-homem, cara. Porra, aquilo ali foi... Então a gente esperava um cara desse tipo, né? Os filmes do... Como é que é o nome dele? Michael Keaton. São os melhores filmes, na minha opinião. Mas Michael Keaton também não é o Batman, né?

E daí, o Val Kilmer, o George Clooney, depois o Christian Bale, que fez um trabalho bom, mas o cara, né? Enfim. Teve uma época que o Josh Brolin tava no ponto. Agora já passou um pouquinho, mas ele teve uma época que ele tava no ponto. Quando escalaram o George Clooney, assim, era meio consenso, putz, agora sim, porque ele era o galã, ele era um bom Bruce Wayne, é que o filme foi muito ruim. Sim, mas aí ele decidiu fazer o método Bobo Red de atuação.

É isso. Sim, exato. Batman Bobo Red. Exato, não deu, não deu. Ele é o pior, inclusive, né? Ele é o pior Batman, inclusive, de todos. A gente vai ficar sempre sonhando isso, né? Com os brawlings pra saber o que seria. Desculpa. Eu não sonho com isso, não. Tá maluco. Ah, ô, vai, sabe? Olha só, como a gente sonharia com o cara pra fazer o cable, o Clint Eastwood. Lembra que a gente achava que Clint Eastwood era o cara pra fazer o cable? Já passou do ponto agora. Acabou sendo o Josh Brolin.

Isso é o Cable, brother. É Batman do Kingdom Come. Aí até vai. Não hoje, né? É, hoje foi o Batman do Batman Beyond também. É, menos velho. Ele era menos velho.

Toy Story: Revolução da Animação

Deixa eu puxar o marco do cinema logo? Vai. Deixa eu entrar de pé com o Toy Story? Agora sim. Ah, por favor, por favor. Agora, quem discordar, pode sair da gravação. Eu quero falar o seguinte. Eu lembro quando eu fui no... Agora era testado de velho, porque eu lembro quando eu fui no cinema ver...

Eu e o baterista da banda antiga, maravilhosa, a banda Cristal e Luz, aqui no Rio de Janeiro. Ah, coisa bonita. A gente foi no cinema e eu lembro, cara, do nosso queixo caindo. A gente falou, caralho, meu irmão, a tecnologia vai tomar o universo. A gente achou a coisa.

mais inacreditável que a gente tinha visto na nossa vida. E é engraçado a gente rever o Toy Story 1 hoje, a gente vê que ele parece mal feito. Mas na época, cara, era, sei lá, a gente tava vendo a Mona Lisa sendo pintada na nossa frente. Sabe o que eu acho curioso disso, Gaveta, que assalta os olhos primeiro, é...

tecnologia, né, cara? Só que se você for analisar o filme, até, podia ser até mais tosco, mas o roteiro é muito bom, cara. É excelente, é excelente. Roteiro é, é inacreditável. Cara, tudo, a música, pô, você vê que as coisas que eles colocam as paradas no início e no final voltam. que não é você voar, cair com estilo no final, né? Aquilo é demais. Até as frases, tudo aquilo que emociona. É engraçado que acaba prevalecendo a questão da tecnologia, dos efeitos. É o que chama atenção.

Não adiantava nada, né, Gaveta? Pô, também ter uma boa tecnologia se a história não fosse tão boa. Que era um gancho muito perfeito. Mas foi uma parada que funcionou muito bem, que a Pixar dominou muito, que era de fazer os filmes, as animações que...

Todo mundo gostava de todas as faixas de detalhes. Porque Toy Story não só era uma coisa que era a vida de qualquer criança que foi ver o filme como criança, mas pra gente que já era mais velha e tal, era um fator nostálgico e todo mundo viveu essa vida de criança. desimaginação, etc e tal então é um filme que funcionou pra todo mundo, cara tinha um detalhe muito foda nesse filme que os adultos não apareciam era tipo Tom e Jerry, lembra? não apareciam as pernas e tal você via o Andy

você via a irmãzinha dele e tal, né? Mas, tipo, a mãe dele, a gente não via ela, né? Direito e tal. E uma coisa que eu gostava muito é porque ele brincava como eu brincava, meu irmão, a gente brincava aqui. Era assim, você tinha um monte de brinquedos diferentes, mas aí você...

fazia as histórias, misturava tudo pra formar aquela história geral, assim, que você tá contando na tua brincadeira e tal, né? Então isso identificou na hora, assim, com a galera que era criança e eles conseguiram pegar muito bem isso daí, né? Não, eu vou te falar, é nostálgico, eu não sou...

só pra gente, que já era um pouco mais velho, né? Como até pros nossos pais, cara. Porque, assim, se você parar pra pensar, eu vou trazer uma teoria aqui que eu já vi rolando, que é a história do Woody, né, cara? O Woody, a gente acha que é um boneco que o Andy adquiriu ali tem alguns anos e tal, mas no segundo...

do Toy Story, você descobre que o Woody é uma raridade, cara. É um boneco lá dos anos 50, que era a época dos cowboys, né, cara, e tal. E tem todas as teorias dizendo que o Woody pertenceu ao pai do Andy, cara. Então, a parada que você ainda é como mais velho, né, o...

nossos pais que gostavam de filme de Bang Bang e tal, até toca essa galera mais velha com essas paradas, né? Muito maneiro. É uma forma de refletir a mudança dos gostos. Você pega a geração dos nossos avós, dos nossos pais, que ainda passaram décadas vendo os faroestes Bang Bang, mas...

mas aí quando vem já a geração anos 80, e cresceu com Star Wars, e aí é o Buzz chegando para substituir o Faroeste. É muito isso pegar o interesse das diferentes gerações, e aí a minha perspectiva, quando esse filme saiu, eu tinha quatro anos de idade.

A gente sabe, Max, a gente sabe. Mas pra ver a magia que esse filme tinha pra uma criança dessa idade, porque você é muito inocente, né? Você ainda acredita muito quando você tem essa idade, você vê umas coisas no filme e você ainda não diferencia muito.

o que é fantasia e o que não é, né? Então, pra mim, quando eu vi esse filme, aí eu cheguei em casa depois e eu lembro de eu indo nos meus bonecos e falando, gente, vocês podem parar de fingir, eu sei que vocês... Ah, que bonitinho! Eu tava tipo... Não precisa mais fingir, pode brincar aqui comigo, pode falar comigo. Que legal. O filme me convenceu porque ele tinha essa magia, sabe? Mas Max, desde essa época eu não misturo mais os heróis com os vilões na mesma prateleira.

A história do Max me lembrou um cara que estudou comigo. Quando a mãe dele saiu de casa, ele foi na caixa de som da vitrola dele. Peraí, ela saiu de casa pra trabalhar. Abandonou o mercado. Abandonou o mercado. Foi no mercado, ele ficou sozinho em casa, porque nos anos 80 era assim, né? E ele foi na caixa de som da Vitrola, do aparelho de som, e falou, Simoni, pode sair daí. Minha mãe tá aí em casa. Simoni, caralho.

pro sonho dele, né? Esse filme, ele foi o primeiro de uma trilogia que é perfeita, né? Sim, é perfeita. O fechamento do 3 é emocionante, cara. É incrível. É foda demais, cara. Eu vou dizer que, inclusive, esse filme, ele

pra mim, ele foi o início da força motriz que veio a ser, que se tornou a Pixar. Não é só um filme bom, é ideias muito criativas, né? Se você sair, os brinquedos tivessem vida. E aí, todos os filmes que vieram depois eram isso, cara. E se você, o monstro, o bicho papão te assusta, não é?

verdade, ele precisa do teu grito e ele tem mais medo que você. Todos os outros filmes que vieram depois são meio que isso, né? São ideias geniais. Você tem o método da Pixar de escrever roteiro e tudo mais, se pesquisar, você encontra, tipo, são, acho que umas oito...

perguntas que você tem que responder. Se você pegar e aplicar isso no Toy Story, você vê que tá lá desde o começo, assim. É a semente do método de storytelling da Pixar, tá tudo lá. Então, mas, ó, eu tenho que dar, fazer justiça aqui à Disney, que a gente normalmente reclama que estraga tudo, esta hora, essa porra toda. A Disney salvou Toy Story, porque o roteiro original do Toy Story, primeiro que o Buzz era bem menorzinho, ele era um, tipo, não era a mesma escala do Woody, né? Ele era um...

Um bonequinho bem menorzinho e tal, de astronauta. Mas o Woody era insuportável. Ah, sim. Ele era muito invejoso, mas muito. Tipo assim, você vê que o Woody, no primeiro filme, ele é bem mais... do que nos outros, né? Ele finge que quando ele vê o Buzz, ele derruba o Buzz lá. Ele pega o braço do Buzz, que o Buzz tá baduda lá. Não, ele tenta matar o Buzz, né? Vamos lá. Ele joga o Buzz na janela. Não, não, não tenta matar, não.

isso acontece não. Ele tenta jogar o Buzz atrás da escrivaninha, sem querer que ele caia da janela. Mas assim, no original ele era muito mais terrível e ele era um personagem que a gente simplesmente não gostava dele, porque tornava o Buzz uma vítima completa e ele um bully do caralho. E a Disney...

nem que falou assim, galera, não. Não, porque não vai dar certo. O pessoal não é likable, sabe? As pessoas... O diaúdia. E era verdade. Eles deram uma maciada. Quase que não rolou. Não vão comprar o boneco, né? Eles não vão comprar o boneco. Eles deram

amaciada, mas que funcionou pro bem do filme pra caralho e do personagem, porra. E foi a melhor intervenção possível. Até porque você tem outros vilões, né, cara? Como é o menino lá, né? E é um filme interessante, assim, voltando pro roteiro aqui rapidinho, que é um filme sem...

Barriga, quer dizer, você não tem um momento que você fica entediado no filme, uma coisa leva a outra. É muito bom. Tem aquela cena lá que o Buzz vai lá pra casa, pega pra casa do moleque lá e tal, e tem aqueles brinquedos que você acha que são brinquedos do mal.

né cara, com aquela aranha e tal caralho, na verdade estavam sendo escravizados cara, e estavam sendo torturados sabe, e aí tem pequenas reviravoltas até nas cenas curtas sabe cara, então é, puta, demais pô, a cena da dona Marocas dona Marocas Você não entendeu? Viu, chapéu? Eu sou a senhora Marocas! Para com isso, pancha!

Olha só pra mim, não posso nem voar pela janela. O Buzz tá bêbado lá, chapado de chá, sei lá o que ele tá, e ele fica vestido de boneca, brincando com a irmãzinha do Cid, tá muito bom, cara. E pra muita gente que nem o... Max, que era criança, foi a primeira vez que teve contato com a voz incrível de Guilherme Briggs, que é uma coisa à parte a dublagem dele. Dito assim, mas é porque no inglês aí é o Tom Hanks, é o Uri, o Tim Allen manda bem no buzzer.

Retomada do Cinema Brasileiro (1995)

mas assim, é outra história com o Briggs é outro personagem é um personagem muito mais interessante pra gente então, assim, muita gente conheceu o Guilherme Briggs pelo Toy Story pela primeira vez foi, com certeza não, à toa, o Toy Story foi a segunda maior bilheteria Perdeu para Duro de Matar. Três. Duro de Matar, três. E, aliás, é fraco. Que foi bom. Não é o melhor, mas foi bom. Não, cara, você vem não crescendo, né? Porque o Duro de Matar...

matar um é excelente. Dois matar dois, caralho, é excelente também, cara, sabe? Aí tu chega no três e espera uma parada parecida. Mas foi uma coisa diferente, Dudu. Foi pela cidade inteira. Tinha Samuel Jackson. Isso não é desculpa, cara. Jesus! Aí o cara, seu nome é Jesus?

Não, é Zeus. Ele falou, ei, Zeus. Sabe? Coisas que a gente não esquece, cara. É bem decepcionante, cara. É bem decepcionante. Eu também não sou muito fã de Matar 3, mas 95, já que vocês estavam falando de animação, temos que destacar aqui também a animação. Ghost in the...

Sobe a musiquinha, por favor. Deixa eu só falar. Eu acho que vai ficar em 95, tá? A gente não saiu. Tem coisa pra falar de 95. Eu sei que a gente já tá muito tempo em 95, mas eu acho que pra mim não tem como falar de 95 sem trazer pro nosso... país também, porque 95 é considerado o ano que começa o cinema da retomada do cinema brasileiro, depois que a gente passou um tempão com o nosso cinema sucateadaço, não lançando quase nada. 95 sai Carlota Joaquina, que é meio que considerado pontapé, né?

que tá sem zero, né? Exatamente. E aí, pô, é importante porque, assim, eu não quero nem focar necessariamente nos filmes, mas eu queria pelo menos destacar que 95 é esse ponto de virada muito importante pro nosso cinema, porque quando começa, pô, os anos 90 pro cinema brasileiro, foi muito importante, porque...

E aí você depois tem, em próprio 95, você tem o Quatrilho, que foi indicado ao Oscar de melhor filme estrangeiro no ano seguinte. Sim, sim, sim. Você tem filmes que fazem muito sucesso com as crianças, então pra mim marcou muito o Menino Maluquinho, que é de 95 também. E aí você vai só crescendo.

pra depois pra frente ver outros filmes como o Central do Brasil e tudo mais, mas então pra mim acho que não tinha como não destacar o começo do Cinema da Retomada acho que é muito relevante lembrar isso agora também, porque a gente tá vivendo um momento do cinema brasileiro que, eu não sei vocês, mas pra mim

mim, relembra um pouco esse sentimento de quando a gente tava nesses anos 90 e vendo o Central do Brasil concorrendo no Oscar, né, e tudo mais. Então, pra mim, acho que é um déjà vu muito gostoso, assim, que a gente agora estreou o Agente Secreto, que muita gente acha que pode ter chance de...

pro Oscar também. E a gente ganhou o Oscar agora, né, cara? Finalmente. Exato, exato. Foi uma construção incrível. Começou aí, então, 95, né? A retomada pra chegar até aqui, 30 anos depois. 30 anos depois, exatamente 30 anos depois.

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What's in the bar? I'm just kicking away! The family that vacations together stays together. At least that was the plan. Except now the dastardly desk clerk is saying he can't confirm your connecting rooms. Wait, what? That's right, ma'am. You have rooms 201 and 709. No, we cannot be five floors away from our kids. Eh, the doors have double locks. They'll be fine. When you want connecting rooms confirmed before you arrive, it matters where you stay.

Mais Filmes de 1995: Diversidade

Welcome to Hilton. I see your connecting rooms are already confirmed. Hilton, for this day. Azaghal, coração valente. Então, o Max falou aqui. O Max achou que ele ia encerrar 95. Vocês estão queimando a largada, sabe por quê? Se a gente falar de Braveheart, se a gente falar de Coração Valente... Fudeu, fudeu, fudeu. É pra acabar 95. Só que tem Apolo 13, Tempo Contrafogo, cara. E Cassino em 95. Cassino, bem lembrado.

Tem Mortal Kombat, melhor adaptação de videogame. Porra, vai ser só de 95. 95, além, tem também Mentes Perigosas, Danger Mind, lembra? O Cúlio, a futura do Cúlio. Cúlio, exatamente. Na esteira de Coração Valente, Rob Roy. Nossa, ele leu nisso. Ninguém viu esse filme, Azaghal. Escondendo no bucho do cavalo, maluco. Ele copiou o Han Solo Exato, exato Isso aí tu viu Star Wars já De uma maneira um pouco mais agressiva Quando ele tinha os quatro estômagos Tem aqui, não sei se vocês lembram

of Time. Porra, muito bom. O Johnny Depp era o filme que era em tempo real. Predecessor de 24 horas, maluco. Em português o nome era Tempo Esgotado. Ah, eu lembro. O vilão era o Christopher Walker e aí ele acha... o Johnny Depp na rua, assim, ó, seguinte, aí ele sequestra a filha dele, bota ela no avão e fala assim, ó, só vou soltar tua filha quando tu foi matar essa pessoa que era candidata, né, política e tal. E aí o filme todo é em tempo real e é ele no...

é, ele dá uma arma na mão dele e fala assim, você tem que se virar e tem que matar essa pessoa, senão mata tua filha. Esse filme era tenso. Cara, esse filme é muito tenso, é muito maneiro, cara. Não sei, eu não vejo há muito tempo, mas na época foi um dos filmes mais alucinantes que eu vi, cara. Alucinante, cara. Alucinante. Bom pra Dedéu. Bom pra Dedéu. Tem 12 macacos. Antes da gente falar de 12 macacos e Braveheart, teve epidemia, lembra? Com Dustin Hoffman. Epidemia, caralho, nosso senhor.

Lembra? Muito bom, muito bom. Isso aí é na esteira do ebola. Suco de ebola no Zaire. Aquele rasmatisute amarelão que eles usavam, né? E epidemia, é só procurarem. Epidemia é considerado pela galera que é fã de cinema, talvez do Max Saiba, como opi... Pior pôster de filme da história do cinema.

Eu nunca ouvi falar dessa. Eu tô descobrindo agora. Procura aí. Pôster. Epidemia. Cara, é tipo assim, o cara que tava começando, botou... Você deve ter feito um filme no CorelDRAW, alguma coisa assim. Botou uma foto quadrada do macaco, uma do Dustin Hoffman...

É uma merda. É a morte do design. É o poster de epidemia. Ele parece aquele slide rápido de PowerPoint, né? Que o cara montou. Total. Uma merda. O cara montou rápido. Monta aí. Monta aí pra que a gente precisa. É muito ruim. Aquele é o poster. No poster tá escrito aqui, ó. Tem que manter a calma. Até isso.

Já é mensagem. Agora, o último vinho antes de a gente falar dos que importam no final de 95, a gente tem também, tem que citar aqui, que é muito merda, o Stallone com... Jumanji. Não, o Stallone com o Antônio Bandeira, que é assassino.

porra, não é merda não roteiro das irmãs Wachowski que elas mandaram tirar o nome dos créditos não quero assinar essa merda de jeito nenhum exatamente não são erradas e teve o hit, né, o Fogo Contra Fogo, que apesar de ser um filme bom, é uma decepção, porque era o filme que todo mundo esperava, primeiro encontro em tela de Daenerys e Patino, e quando eles é extremamente decepcionante, mas é um bom filme, com ótimas atuações.

O Val Kilmer, inclusive, espetacular nesse filme. Tem uma cena que, já no finalzinho do filme, a polícia quer pegar ele e ele vai encontrar a esposa, a namorada, não lembro, a companheira lá. E ela só faz assim com a mão, ela dá um gesto com a mão discreto e ele...

só no olhar, cara. Essa cena é fantástica. Mas você sabe, eu acho que o problema desse... O maior problema desse filme é isso que você falou, que era a expectativa de ver pela primeira vez o Patino e o De Niro em cena junto. Mas é porque os caras ficam... O marketing era inteiro isso, pô. Então...

mas aí essa expectativa, tipo, não teve a entrega e... Não teve. Não teve a entrega, pois é. É, se você fosse desavisado ver esse filme de nada, você ia gostar, né? Exato. É, porque tem boas cenas de ação, tem boas atuações, né? Os personagens são bons, mas o negócio que as pessoas...

queriam ver, porque o que estavam vendendo não foi entregue. E último agora que eu vou falar que a gente tem que falar, porque é um filme que talvez pra gente não tenha muita importância, mas pra muita gente tem, que é o Antes do Amanhecer, com o Intel Hawk e a Julie Deppley. Esse filme é um...

romance aí celebradíssimo, né? Tem continuações, inclusive, né? É, é o primeiro da trilogia do antes do Richard Linklater e que já é pega, porque com essa trilogia ele vai revisitando esses personagens, se reencontrando e passou o tempo, o mesmo tempo que passou na vida real, passou...

entre esses personagens nos filmes, e é uma coisa que ele vai levar depois pra Boyhood, filmando em tempo... Nossa, Boyhood é loucura, né? Então é uma semente também de um trabalho do Linklater, assim, que é muito importante, e que é considerada uma das melhores trilogias de filmes de romance.

Doze Macacos e A Rede: Sci-Fi

que tem, então é com certeza um enorme destaque de 95 Agora a gente pode falar de Doze Macacos e Coração Valente. Peraí, Apolo 3 a gente não vai falar mesmo, é isso? Porra, Apolo 3 é assim, só... Bom, Apolo 3 é um filme, se você não viu, a história é real. É real, né? É real.

Engraçadinho você. Não cai mais. Eu acabei de voltar na viagem. A gente foi lá no Kennedy Space Center, né? Ver na espação maravilhoso. E o meu filho, o Bernardo, seis anos, ele sempre foi maluco pra ser astronauta. Aham. Eu cresci astronauta, papai. Cresci astronauta. Puta.

Teve ficado maluco. Muito bom. Ele foi pra lá, a gente foi ver, não sei o que. E aí, em determinado ponto lá da exposição, você vê que tem uma parte lá que é homenagem aos que partiram. Que teve os acidentes e a galera aqui foi. E aí tem um pedaço do destroço lá da nave. Ah, sim.

da Challenger e da Columbia. E aí a gente foi lá ver os pedaços dos troços. O que é isso? Porque explodiu. Sabe aquele momento que ele olhou pra mim? Explode nave? Sim, meu filho. Ele mudou de profissão nesse momento. A astronauta pode morrer. Passou dois minutos. Eu não quero mais ser astronauta, não.

Professor. Mais, ó. Doze macacos. Filmaço de ficção cíntica. Filmaço. Filmaço. Atuações extraordinárias. Bruce Willis e... Brad Pitt. Brad Pitt. Caralho, cara. Brad Pitt é um dos papéis mais diferentes da carreira. era dele até hoje, porque ele já fez muita coisa diferente depois disso, mas até hoje se você ver o que ele faz em Doze Macacos é tipo, é um Brad Pitt como você não viu nunca na sua vida. Inacreditável, a musiquinha porra bate na cabeça, você lembra da hora do filme?

Caco do Latino, né? 12. 12. Não, mas é de verdade. É tipo, ele se inspirou em 12 minutos. Caralho. Esse lore é real. é foda, é um filme de viagem no tempo e é muito incrível porque os viajantes do tempo eles ficam malucos, eles esquecem como são deles, eles ficam perdidaços que os caras o mundo acabou, todo mundo vive underground por causa da pandemia

Eles sabem que foi artificial e eles estavam procurando, né? Mandando os caras não passar pra pegar amostras pra eles poderem trabalhar numa cura. E a maneira que eles falam assim, a gente não quer mudar o tempo. Já aconteceu. É impossível mudar. Porque esse é um filme daquela que... Filme de viagem do tempo que...

Aconteça o que acontecer, já está escrito, já está. Você não pode mudar, já faz parte. Vingaduras Ultimato. E o Terry Gilliam trabalha muito bem como ele explora esse negócio de todos os viajantes do tempo já fazem parte da história, inclusive o Bruce...

Willis arrancando o dente. Puta merda. Esse filme tem um negócio de você até um certo ponto, você não sabe se ele tá louco ou se ele é realmente o viajante no tempo. Isso é muito bem conduzido ao longo do filme inteiro, cara. Você fica desesperado. Você começa com ele

no futuro, mas você depois começa a falar assim, mas será que o cara não tá viajando com essa porra toda na cabeça dele mesmo? E é muito legal porque, tipo, o filme do Terry Gilliam, ex-Monty Python, que depois foi fazer os próprios filmes e tudo mais, uns filmes mega aloprados, ainda com uns toques de humor.

O único americano. É, o único americano do grupo, exatamente. Ele fez Aventuras do Baron de Montyhausen, fez Brasil, o filme. Agora ele reclama do Steven Spielberg, né, Max? Ele anda reclamando do Spielberg aí. Ah, não, ele reclama do Spielberg há muito tempo. Desde a lista de Steven.

Gilliam tem uma treta com o Spielberg? Eu não sabia disso. É, ele não gostou do jeito que o Spielberg retratou o Holocausto em A Lista de Schindler. Ele fez críticas muito públicas em relação a isso e tal. É um filme que o Terry Gilliam pega e leva pra um... Ainda tem umas maluquices meio estilo Terry Gilliam mesmo, mas ele...

consegue trazer um pouco mais de densidade dramática pra esse filme, em comparação com os outros que ele fez, que faz, na minha opinião, ser o melhor filme que ele dirigiu, então. Ah, sem dúvida. É uma puta ficção científica, e uma releitura muito boa de um corta-metragem francês, chamado...

Lá GT, do Chris Marker, que é todo feito só com fotografias. É um dos melhores cortas-metragens já feitos. Ele é muito, muito bom. E é o mesmo conceito, só que aí ele pega e transforma isso num filme mais hollywoodiano. Mas fica a dica aí, Lá GT, do Chris Marker, pra quem quiser depois conferir.

De onde veio. Bom demais. É, tá lá até nos créditos de abertura do filme. Vocês estão falando do Brad Pitt que ele, na verdade, ele interpretou diferente. Mas eu vou falar que nesse filme ele descobriu o que ele faz melhor. Que é quando o papel dele flerta com comédia. Não, e quando ele é meio...

Meio maluquinho. Quando ele faz galã, é uma bosta. Exatamente. Mas quando ele é meio maluquinho, ele manda bem pra caralho. Então, quer dizer que você não gostou de Lendas da Paixão? Não, esse é o único que é realmente bom. Calma, como assim ele é uma bosta? Lendas da Paixão é bom, é bom.

cabelos. Cara, que é doce no soco. Encontro marcado. Encontro marcado. Não, encontro marcado é ruim, cara. Ele fica lambendo aquela colher de... Eu gosto disso. Nossa senhora, cara. Manteiga de amendoim. Olha a lacívia, qual é o pecado... ¡Gracias! Luxúria, sei lá. Mas é a luxúria de quem tá vendo, né? Não dele. Ó, antes de falar de Braveheart, eu tenho que citar aqui, senão o Jovem Nerd vai esquecer do filme que ele gosta bastante, A Rede. É maneiro o filme. A Rede, Sandra Bullock, The Neto...

Primeiro filme de internet, assim, que falava de internet. E, cara, na época era uma puta viagem. A gente gostava de computador. Aí ela clicava num pi no cantinho da tela. Aí, brrr, sabe o seu segredo? Eles apagam a identidade dela. Tudo isso era muito fixo.

científica, e a gente já ultrapassou pra caralho, The Net, cara se a gente ver de novo hoje, a gente vai ver que todos aqueles conceitos que eram uma viagem porque a internet estava acabando de começar a gente estava entendendo ainda o conceito do que era a internet, e do que que era essas coisas

numa rede, na nuvem. Não tinha nem esse conceito, né? De eles poderem apagar a sua identidade, fazer você ser procurado, etc. E cara, ele resume isso muito bem e é muito real. Hoje em dia a gente já ultrapassou muito o que era futuro no The Nerd. Ó, já que a gente falou The Net, só vou citar Johnny Mnemonic. Vai, meu Deus.

Cara, em vez de você citar essas paradinhas, a gente não fala logo de Cassino, cara. Cassino 95? É 95, Cassino. Caralho, fudeu! É, a gente falou um pouco no programa passado que a gente falou de Goodfellas, né? Caralho, Cassino. Pra mim é Cassino e Goodfellas é... duplinha de filmes mais fodas de máfia do escocese. É foda demais, cara. Puta que pariu. Cassino é uma obra-prima. É outra obra-prima, cara. Exatamente. Até histórica, né, cara? Pra mostrar aquele período lá dos anos 60, 70, depois 80.

máfia dominava lá Las Vegas, etc. Dominava? Não, não, não. É porque depois, até no final do filme, ele fala que entra as corporações, aí vira um negócio assim, não que a máfia tenha. É outra máfia. Só é outra. É outra máfia, exatamente. Mas é que era a máfia... sabe, martelada na mão. Os caras não fazem mais isso. Os caras não martela tua mão mais. Martela tua alma.

Eu não vou arriscar, não. Só pra dar uma de chato, eu revi esses filmes recentemente. Eu confesso que eu gostei mais de Goodfellas, bem mais do que do Cassino. Ah, eu também acho. O Cassino, agora que eu revi, ele parece um pouco acelerado demais.

Cassino? É, eu tive assim, eu não lembrava disso, aí eu fui rever, a edição dele é muito doida, aí tu pensa assim, tu lembra daquela cena que ele tá chegando ali no cassino, na entrada? Mas aí o filme todo é nesse ritmo, eu fiquei meio, é foda. É, não entendi, parece...

tudo muito clipe, é isso? É, eu achei, era uma época que o Escocia estava testando. Eu não lembrava disso, eu tive que rever esse filme agora e eu, caraca, eu não lembrava dele ter esse estilo meio videoclipe o tempo inteiro, assim, o tempo inteiro. Então, mas...

montagem das mortes e prisões no final é sublime, porque, porra, toca House of the Rising Sun e aí começa a cair todo mundo, os caras vão bater, cara, as cenas são tão fodas, os assassinos entrando, o cara passa pela porta de vidro, vai pra presença, toma...

tira o voto, não sei o que, aí o outro prende o cara, aí quando ele, você tá preso, fulano de tal, aí o cara tem um ataque do coração, aí o De Niro fala, drop dead, right there, tipo assim, morreu na frente dos caras da FBI, porque não aguentou ser preso, mas é assim, mas é uma sequência foda, assim, mas é claro que...

sequência do Goodfellas é muito melhor, né? É bem mais foda. É com Leila, né? Tipo, puta, cara, vai matando tudo caralho. Mas tem um padrão de filme de máfia mesmo, né? Você tem isso em... O que eu tava falando da edição era... Só nesse filme específico, e nem é nele todo, porque tem várias cenas muito boas, é que eu senti no filme inteiro. É tipo você ver um filme do Edgar Wright, parece que o filme todo é um grande clipe, assim. Caraca, sabe? E olha que eu sou apaixonado por essa editora.

do Scorsese, ela é absurda. É Thelma Schoonmaker. Ela é foda demais. Ela é foda demais, mas nesse eu senti que ela tava testando um ritmo muito acelerado e eu fiquei, cara, em alguns momentos pode respirar. Pode respirar. Tanto que os filmes dele hoje em dia são mais lentos. Eu sou o editor da Nutschat.

Coração Valente: Épico e Memórias

Coração Valente Aí explodiu Acabou o programa Agora aguenta o coração Cara, talvez seja um dos filmes perfeitos ever, cara. Porque apesar... Calma, calma, calma. É um dos meus filmes favoritos. Top 3. Então. Calma. Se tiver o top 3 de todos aqui, ele tá... Já é... É top 10 de muita gente. Cara, o filme tem, ó. Vamos começar por baixo. Person...

Personagens icônicos. Tem um monte de personagem foda no filme. Você não precisa se identificar só com o William Wallace. Você pode identificar com o Berserker. Você pode se identificar com o Maluco. Você pode se... É muito foda, cara. Tem um monte de personagem. A história, cara. A trilha sonora. A traição.

O sacrifício. O filme é arrepiante. O final, cara. Quem não ficou tripicito quando ele diz a Freedom no final, cara? Porra, the prisoner wishes to say a word. The prisoner wishes to say a word. Nossa, só de tu falar, eu já arrepiei aqui, cara. Quem foi que fez melhor esse ano esse discurso pré-batalha da história do cinema? Não vem trazer a história real aqui, Fernando. Não vem, a gente já fez honesto.

pra isso. Não é isso, não é isso não porque não pode misturar, é ficção baseado em fatos históricos mas é ficção, total. Mesmo porque a batalha principal, a gente falou no outro Nerdcast, é de Sterling Bridge e eles tiraram Meia década ainda pela frente, vambora. O problema é que esse papinho de que eles podem tirar a minha vida, mas nunca a minha liberdade, olha o que que virou. É, pois é, mas o problema não é do filme. Esse filme, ele alimentou toda uma...

galera interpretando errado isso. E não pode falar que foi coincidência, porque olha o que virou o Mel Gibson, velho. Pois é. Mas então, eu, por exemplo, eu não vi esse filme no cinema, mas eu lembro até hoje como eu descobri sobre ele, né? Então, foi um fã... No Fantástico. No Fantástico, porra. Depois de ver o clipe do Michael Jackson, é isso? Então, era o Fantástico. O do Guns N' Roses. Falando que o filme vencedor de cinco Oscars, Mel Gibson diretor, eu falei, que?

Mel Gibson, diretor, como assim, né? Porque a gente conhecia ele. É, isso era uma novidade pra gente, né? Máquina Mortífera, né? O Maverick e tal. Caraca, como assim e tal? E aí, cara, porra, quando eu assisti, tanto é que assim que eu consegui, eu fui... eu viajei pra Escócia, assim, eu falei, porra, anos depois, né, obviamente, mas eu queria muito ir... O selo babaca, por favor? Não, eu queria ir muito pra Stalin ali... Mas peraí, o Tucano, você não esteve na Escócia também?

chegou na imigração, o cara perguntou o que você ia fazer na Escócia, o que você disse pro cara da imigração mesmo? Eu não fui pra Escócia porque eu vi um filme e falei, ah, eu tenho que ir pra Escócia. Mas quando você chegou na imigração, o que o cara falou e o que você respondeu? O guarda perguntou, me viu aquele ser turístico, né, de todinho de taquetel? Roupa de snowboard?

Pegando em Edimburgo, ele falou, o que você veio fazer na Escócia, cara? Aí eu falei, whisky, Highlands, William Wallace. Aí ele, welcome. Eu tenho uma foto minha no Instagram do lado da espada que foi usada pelo William Wallace, no monumento de William Wallace.

Wallace lá que tem. Mas você foi pra Escócia pelo whisky ou pelo filme? Eu fui pelo filme, cara. Eu queria conhecer lá a região, muito foda. Pega a vanzinha lá pra ir pras Highlands, o cara bota a música do Coração Valente. É muito foda. Você tá falando desse negócio de apresentar...

o filme. Comigo foi a mesma coisa. Um amigo meu, ele foi primeiro no cinema e ele voltou de olho arregalado. Gaveta, tu não tá entendendo, Gaveta. Eu acho que eu acabei de ver o filme mais perfeito da minha vida. Foi impactante. Ele tava abismado. Ele falou, cara, esse filme tem tudo.

Gaveta, é um filme, ele tem ação, ele tem drama Gaveta, ele botou tanto na minha cabeça Eu fui no dia seguinte e agradeço ele até hoje, obrigado aí Eu tinha um VHS gravado da TV, da Globo Em português, dublado, e eu via quase todos os dias Não cara, as cenas de ação do filme

Eram fenomenais na época. A gente ficava, caralho, maluco, como o cara faz isso? A cena de traição. Nossa. Nossa. A cena do Mel Gibson. Quando ele olha a cara do Robert E. Bruce, a cara do Mel Gibson. É, é. É perfeito essa cena. Essa cena é perfeita. Essa cena é perfeita. Porque você vê uma pessoa que ele ganha... O cara explodiu todo mundo, cara. O cara tava lá... E aí ele vê a traição. E aí o espírito... Você vê o espírito dele quebrado ali, cara.

E aí o cara senta no chão. Porra, antes disso ele entrando de cavalo na reunião dos caras lá. Porra. Com a flail. Antes não, antes não, é depois. É depois. Não, não, é depois na vingança. Ah, é depois, é verdade. Ele entra na torre com... Mangual, Morningstar, né? Não, Morningstar não. Não, porque não tem espeto, né? É Flail, é Flail que é Mangual, né? E ele começa a caçar todos os nobres que traíram eles, né? Com Robert DeBruce, né? Eu pausei, na época eu pausei bem na hora que...

Troy é um boneco muito mal feito, mas é tão rápido que ninguém vai perceber. Porra, não faz isso. Eu nunca parei pra pensar nisso. Mas é porque antigamente os filmes não eram pra ser vistos como a gente tem hoje, pausa, essas coisas. A ideia é que os caras editavam um filme pra ver no cinema, onde ninguém ia pausar.

1996: Pânico, Space Jam e CGI

Se bem que tinha VHS já naquela época. É, não dê em pause no final da própria carne. Quando você dava pause no VHS, ele ficava todo... É, tu não conseguia ver direito. Exato. Cara, tem um lance nesse filme que eu gosto no final ali mesmo, que a princesa ali, né, ela vai no ouvido do rei, como que ele chama, Tucano? Edward Longshanks. Longshanks, é. E aí ela fala que ela tá grávida, só que não é do filho dele.

E a linhagem dele vai acabar. E aí você fala, caralho, é o filho do William Wallace, caralho. E ele não consegue nem falar, né? Ele começa a tossir. Ele fica... Ele tá morrendo. Exato, exato. É uma vingança fodida, né? Tipo assim. Isso também é demais. 96 pra mim tem um que é essencial, que é Pânico. O filme que reviveu o Slasher depois que o Slasher tava sendo considerado já um negócio já super menor. Tipo, todo filme de Slasher aí.

todas as franquias já com seis, sete filmes, todo mundo cansado. E aí vem o Wes Craven com o roteirista Kevin Williamson e faz um filme pra comentar justamente isso, pegar todos os clichês e fazer um filme de slasher que comenta. É um negócio que é realmente um...

é um filme que ele realmente é um capítulo importantíssimo da história dos filmes de terror porque antes disso você não tinha isso de filme metalinguístico de terror que tá comentando diretamente sobre outros filmes de terror, sobre os clichês

e ao mesmo tempo aplicando esses clichês pra subverter, é um negócio de louco e que funciona muito bem até hoje. Era um pouco terrível, né, Max? Não era? Sim, com certeza, porque ele queria tirar sarro do Slash ao mesmo tempo que venerava. Ele tá tirando sarro, mas isso é legal.

Porque o terror volta e meia ele se reinventa dessas formas, sabe? Você vê essas paradas de found footage e aí depois, né? Esse que comenta a próxima metalinguagem e tal. A gente vai inventando um monte de novas fórmulas e funciona. E o...

Pânico foi muito marcante mesmo. Foi um sucesso tão grande que ele conseguiu dar uma revivida no Slash nos anos 90, porque aí depois veio na esteira do sucesso, aí veio tipo, eu sei o que vocês fizeram no verão passado, Lenda Urbana, nenhum chegou aos pés de Pânico, mas...

deu uma boa revivida durante um tempo e pô, e agora, hoje em dia o Slasher voltou à moda mais uma vez e praticamente todos esses filmes Slasher de franquia grande, você vai ver o que eles fazem hoje, é exatamente o que o Pânico começou a fazer em 96, é tipo, eles estão lá auto...

conscientes comentando que é o reboot do reboot da continuação do Caralho A4 e tudo mais, e quem começou isso tudo foi Pânico. É um negócio revolucionário. O senhor está esquecendo de Candyman, de 92, que voltou, que era o cara das baratas, lembra? Não, é isso aí. Marcelo 96 tem o filme do maior jogador de basquete de todos os tempos perna longa perna longa Michael Jordan levou os Luna e Tunis pra jogar

basquete, foi muito bom. Não é um dos melhores filmes da década? Space Jam tem que estar aqui, cara. Não, pra ir, cara, Space Jam foi gigante. Pra quem era uma criança da minha idade nesse filme, velho. Me ajuda aí, Gaveta, porra. Eu sou parceiro pro Michael Jordan, acho. muito foda, mas até eu não gostei muito nada. O que é isso? Olha o nosso Robert Bruce. O filme de basquete que eu gostava dos anos 90 é Homens Brancos Não Sabem Enterrar. Isso é um fumaço. Eu não sei nem que ano que é.

nada para esse filme. É bom, é bom, é bom, é bom demais. Não, pô, e esse é o filme que apresentou para toda uma geração essa ideia de você ter um filme que mistura atores live action com personagens animados, não é o primeiro, obviamente. Não, não, não, não, não, para, para, para. O garoto... Tu vai jogar na minha cara. e o Roger Rabbit uma selada para Roger Rabbit eu não estou dizendo que foi o primeiro eu estou dizendo que apresentou para uma nova geração mas aí você que nascesse antes

É, é raro pra você, Max. Que isso? Não sei que nada. É raro de antes, rapaz. Ainda digo mais, você renega o filme que apresentou também a mistura de live action com bonecos. Eu não tô renegando nada, você tá colocando pra onde eu vou, cara. Lógico. os crimes da rua. Ah, não. Eu não aguento mais. Eu não aguento mais tocando.

Pelo amor de Deus. Esquece esse filme, cara. Pelo amor de Deus. Vocês estão falando aí de tecnologia. Eu acho importante falar dessa época, porque a gente está passando por um momento fundamental no cinema, que era o início da era digital. Exatamente. rede, internet, mas a gente tá começando a ter a computação gráfica no cinema. Ainda tospinha, né? É, é assim, a gente teve o Jurassic Park antes, mas nessa época, em 96, saiu um filme horroroso. Já sei. Passageiro do futuro. É, mano.

Nossa, eu fui ao cinema ver essa merda. Ele é ruim, mas ele era uma coisa... Era os caras usando computação gráfica pesada no filme. É porque é essa época que todo mundo achou que realidade virtual era a parada do momento. Tanto que até no assédio sexual do Michael Douglas e Demi Muir tem a porra da realidade virtual. O cara vai abrir os arquivos...

com a luva, com aquela merda. Era loucura. É bolha, é bolha, né? É tipo inteligência artificial hoje. Exato. Mas o Passar do Futuro, ele tem um final bom, que o cara se junta, a mente do cara acaba virando virtual, o cara se funde com a máquina, e ele fala...

assim, quando isso acontecer, vocês vão ouvir todos os telefones da Terra tocando ao mesmo tempo. É como se fosse uma viagem dele, megalomaníaca, e no final eles acham que mataram o cara lá dentro do computador, e aí começa a tocar o telefone, e de repente o telefone aí... e mostra o mundo inteiro tocando telefone e o filme termina. É bom o final. Um filme merda pra caralho. É um bom final. Não, não é merda. O efeito deixou ele terrível, né? Se você for assistir o filme hoje... Meu Deus!

Independence Day: O Clichê Bom

é o Hans Donner sem textura horroroso eu vou ser o chato, mas esse filme é de 92 gente Quebrou a regra aí, ó. Não, não, não. E eu acho que a gente falou dele no episódio passado. Falou sim, pior que falou. Puta! Tu entendeu, Max, por isso que a gente tá fazendo esse programa? Eu sou um cara com 46 anos pra fazer 47. Esse programa aqui é pra velho que esquece.

que fala as coisas e fala de novo. Eu te entendo. Foi mal. É porque esse filme tem um 2 em 96. Tem um 2? Tem. Nossa senhora. Que ninguém viu. O nome desse filme é bizarro em inglês, né? É The One Mermaid. É porque... Ele era o cara que cortava a grama deles e eles usaram ele como cobaia. Então vamos aproveitar e falar de filme merda bom. Vamos. Que é o Independence Day. Eu acho que é o grande blockbuster do ano. A maior bilheteria de 96. Foi a maior bilheteria. É um filme que...

é crichezaço, cara. Se você ver hoje, você não... Porra, não aguenta ver, mas na época eu adorei. Eu não gosto demais. Eu sou a única pessoa que não gostou desse filme no mundo, será? Você não gostou? Você não curtiu nem como o filme... Porque assim, o Roland Emmerich, ele é um diretor...

esses filmes de Hollywood de catástrofe, né? Ele fez Godzilla depois, ele fez Godzilla 2000, né? O Dia Depois de Amanhã. O Depois Depois da Manhã, aquele 2012. Ele faz todos esses filmes. Mas ele foi muito legal porque a ideia do... Isso aí é meio que a ideia do Pânico, que é uma metalinguagem de puxar, palavras dele, do diretor, de puxar todos os filmes B dos anos 50, 60 de alienígena, etc. E juntar isso num filme...

super produzido, e aí a cena da Casa Branca sendo destruída, vendeu o filme pra caralho. Vendeu. Coisa que tá acontecendo esse ano também, o Trump tá lá destruindo a Casa Branca. Inclusive, Alexandre, vocês já notaram que eu assistia muito fantástico, né? Eu lembro até hoje... A Morte do Domingo. Quem não assistia? Hollywood tem um novo astro de ação e ele é negro. Will Smith em The Transcendence Day e tal. Chamadas de fantástica. E aí mostrava lá a Casa Franca sendo destruída.

Mas ele de fato foi lançado nessa época, né? Sim. E aquela cena clássica, né? Welcome to Earth, né? Quando dá o socão no... Irado, irado. O que eu particularmente gosto desse filme é que o principal herói, ele se chama Russell, é bêbado e já foi abduzido. É verdade. Era o Ian Malcolm, né, cara?

Ele não tá falando... O Russell era o piloto. Ah, é o piloto, é o piloto. É verdade, é verdade. O piloto velho, né? Randy Quaid. Randy Quaid, que virou um maluco, maga do caralho também. Ele faz a cena maneira, que ele no final... Hello! I'm back! Oh, boy! Mas o que é determinante é o vírus, né, que eles implantam no sistema. Aí é o Ian Malcolm, Dudu, é o Ian Malcolm. O Randy Quake, ele é o que? Primo do Dennis Quake? Ele é irmão do Dennis Quake. A genética é uma parada curiosa pra caralho.

Ele é irmão do Dennis, mas a família foi toda pro caralho. Só o filho que salvou. Mas assim, é um filme maneiro, porque ele é galho. Ele não é pra levar a sério. Quando o alienígena pega lá o Santista Maluco, que era o data de Star Trek, e aí o Bill Poole... Mano, o presidente galã. Ele fala assim, o que você quer que nós façamos? Aí ele...

Isso é bom, cara. Aí a câmera vai, não filma mais o que ele tá falando através do cientista telepaticamente, né? E aí a câmera primeiro filma ele, né? Colado no vidro, né? Com tentáculo do bicho em volta do pescoço. E aí quando ele repete... Ah, ele dá um close na cara da alienígena lá dele. É muito maneiro, cara. Isso é um filmaço. Aí o presidente pergunta, esse vidro é prova de bala? Aí o cara, não. Nossa, aí é muito...

Aí os caras começam... Aí, América! Fuck yeah! Tinha um lance que eles eram tipo gafanhoto, assim, né? O modus operandi deles, dos alienígenas, era de enxame. É o filminho de soft power americana... Aquele clichê, nós vamos vencer os alienígenas no nosso dia da independência, sabe? E aí os eles que descobrem a solução lá do vírus. Aquele negocinho, você sabendo disso, é um filme divertido de ver, cara. E no final, o Will Smith...

você ainda fala assim, eu não prometi pra você fogo de asfície, aí mostra lá todos os destroços da nave mãe caindo. Porra, bom demais. Ah, muito bom, vai se foder. Bom demais. Uma coisa que eu acho massa de Independence Day é que os filmes de desastre, eles...

Tim Burton, Drogas e Boyle (1996)

já vem de décadas de antes, mas o que o Roland Emmerich faz com essa cena da Casa Branca é muito legal, porque é, tipo, pegar e trazer o desastre pra um símbolo patriótico dos Estados Unidos, apesar do Roland Emmerich ser alemão e tudo mais, ele saber de pegar esse símbolo.

americano e transformar isso no centro da catástrofe, é muito legal. E eu fico pensando, é o tipo de coisa que nunca seria filmado nos anos seguintes depois de um 11 de setembro, por exemplo. Segurou real, né? Justamente porque é um negócio que...

que dramatizou, inclusive, o cinema americano, que não quer saber dessa ideia de pegar um símbolo americano e mostrar sendo destruído. Então, é um filme que também acaba sendo uma joia do seu tempo, nesse sentido de imaginar como é que é um desastre de um símbolo patriótico. e tudo mais, então é uma cena muito boa dentro de um filme que não é lá

grande coisa, mas a cena da explosão da Casa Branca é muito boa. Tem uma cena que é muito boa também, que é a galera com o cartaz em cima do prédio. Isso. Welcome. Exato. Me leva, me leva. Meu sogro ia estar lá, com certeza. Ah, não só seu sogro, cara. Aí ia estar eu, o JP, o Mário Gracioli, todo mundo. Ó, nessa pegada de alienígena, em 96 teve Marte Ataca também.

Esse sim é zoado de propósito mesmo, né? Filha sonora do Danny Elfman. É, como sempre com o Tim Burton, né? É, e os alienígenas... Sou uma graça, cara. Muito bom. Cara, eu vi o trailer desse...

filme passando na televisão quando eu era criança e eu demorei muito tempo pra ver esse filme porque eu tinha medo de verdade desses alienígenas, cara, eu ficava apavorado. É porque eles são meio assustadores mesmo pra criança, porra. Mas esse é um filme que muita gente na época viu e achou ruim porque não entendeu a pegada, né? Não é possível.

filme que é zoado. Não, cara, isso aqui não é pra se levar a sério. Eu vi, gente, muita gente falando que era sério. Tanto que muita gente odiou esse filme. É o pior filme do mundo. O que o Wilson falou? Não vai ser zoado jamais. Ele não tinha total pegada daqueles filmes até o coto.

É, de filme B. É, de filme B. É, dos anos 40, né? Uma homenagem moderna ao filme B. É o Elliot, do E.T. Ah, é? Aquele moleque, sabe? Qual é o grande, cabeloso, que descobre o negócio da música? É o Elliot, do garotinho do E.T. É isso, caralho. Não, tinha o Jack Nicholson nesse filme. Eu acho que ele também fez. Pronto, falei. Você tá de sacanagem. Ele é o soldado que explode logo no início. Caraca.

Ó, eu queria puxar um filme aqui que se eu não lembrar ninguém vai falar dele, que é ruim, mas eu gosto. Cobra Plinski, em Fuga de Los Angeles. É uma merda, cara. O Fuga da Vossa é tão bom, né, cara? É, pois é. É bem ruim, meu. Sabe por que ninguém ia lembrar? Porque é uma merda. cara, não precisava tem ele surfando no posto eu vou chamar um aqui que é alternativo, parece que provavelmente todo mundo viu aqui, e é muito bom Crane Spotting Danny Boyer

bom demais na época eu era um cara muito anti-drogas eu falei, não quero ver esse filme de drogas mas você já viu depois? não, então, eu vi até quando o cara se enfia dentro da privada eu falei assim, caralho, esse filme não é pra mim não aí eu parei de ver e eu nunca mais vi então, esse filme é pesado, principalmente para quem usa drogas. É uma parada muito foda, cara. É muito pesado para mim. Aí tu parte para ver um filme explodindo a Casa Branca, explodindo tudo.

sendo abduzidas, mortas. Não, mas o cara se drogando é pesado demais. Não, mas, pô, o Gaveta, nesse filme, tu viu, né? Eu vi há muito tempo e eu esqueci. Sabe aquele filme que eu... Eu esqueci. A galera fica drogada, fica doidona durante dias e tem um bebê. A cena do bebê é pior. O bebê morre. Acho que foi no do bebê que eu parei. Eu acho que foi isso, que eu parei na do bebê. Essa cena do bebê é pior. A cena que é engraçada desse filme é quando ele deixa cair um ácido dentro da privada.

E aí, tá doidão viajando e entra dentro da privada. Mas o do bebê é pesadíssimo, velho. É pesadíssimo, é. Só pra lembrar, é de 2000, mas que também é nessa pegada, é o Hacking para os Sonhos, cara. Nossa, esse é pesadíssimo. Esse é pesado para caralho também. É, mas é outra pegada mesmo.

Esse aí é pra, tipo, te traumatizar fodido. O Trainspot, ele é meio traumatizante, mas ele tá mais interessado na lombra mesmo. Ele quer se divertir com a lombra também, sabe? E, tipo, mostrar que tem a parada que é trágica e tudo mais. Só que não é essa vibe.

necessariamente você sai de transporte. E é um filme importante porque é o filme que colocou o nome do Danny Boyle no mapa, né? O cara depois vai fazer uma carreira com os filmes mega variados indo de extermínio a quem quer ser um milionário. Então, tipo, é um filme que, pô, foi um divisor de águas na carreira do... do Danny Boyle e que não é o grande diretor que fez sua obra prima, mas esse aí é um dos melhores dele, com certeza.

Um Drink no Inferno: Cult Clássico

96, um drink no inferno. Era esse que ia puxar. Everybody be cool. Everybody be cool. You. Everybody be cool. You. Porra, eu falo aí, lembra da cena, do close. Puta, muito maneiro, cara. Rafinha Baixo tatuou o corpo inteiro por causa desse filme. É, eu te falo que gerou mesmo uma tendência, cara. O tribal ajudou pra caramba. E olha, e aí o Azaghal tem que se curvar aqui a informação que esse filme, apesar da gente sempre associar o Tarantino a esse filme, esse é um filme do nosso...

nosso odiado amigo, Robert Rodrigues. É uma brotheragem, né? É uma brotheragem. Pois é. Com George Clooney, porra. Não, é muito legal porque é um filme que ele começa, você falando que é um filme de raiz, os caras fugindo, é uma coisa meio psicosa.

ele começa com uma história e você vai seguindo aquela história. São dois filmes de um só, né? Exato. Exato. E aí, de repente, muda tudo. Mas é maravilhoso, cara. Só uma raia que apareceu para o mundo nesse filme. Não, é a coisa que eu mais lembro desse filme. Salma Hayek, exatamente. O Tarantino também, te garanto. Até hoje, né? Nunca esqueceu. Inclusive, ele escreveu... A Salma Hayek não, a Pandemônio. Satânico Pandemônio. Tem o Titi Marim. Tem o Titi Marim. Passe, passe, passe.

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Um Drink no Inferno: Desfecho

É um filme que você vê ecos dele até esse ano, um dos melhores filmes do ano, foi o Pecadores. Você vê ecos de Endrico no Inferno nesse filme, cara. Totalmente. Totalmente inspirado, cara. Depois que a gente ficou sabendo do lance do Tarantino com essa parada de pé e tudo mais...

né? É meio constrangedor ver essa cena, eu confesso, eu assisti o filme recentemente. Então, agora, eu também acho, eu também acho, Marcelo, fudeu essa cena. Eu acho meio bizarro demais, assim. Você sabe por quê? Eu vi outro dia uma entrevista com a filha da Uma Thurman, e ela tá falando assim, ah, quando você...

Quando você fez o Era Uma Vez em Nova York, o que a sua mãe, que já trabalhou com Tarantino, qual foi o conselho que ela deu pra você? Aí ela, não tira o sapato. Caralho. Aí eu não consigo mais ver essa cena da mesma forma, cara. Eu acho agora muito...

Muito bizarro. Não, dá pra ver até ela chegar no Tarantino. Aí você tira, você pula tudo. Ai, cara, que tarado. Que tarado. Puta merda. É foda mesmo. Mas é muito louco como o filme vira aí o Max ou o Dudu citar aí o Pecadores, né? Eu não sei se é inspirado e tal, mas...

é muito semelhante, assim, né? Essa pegada no final ali, que vira uma carnificina desgraçada. O filme tava numa pegada e vai pra outra e tem a ver com vampiros e tudo mais, né? E tem aquele lance no final que é a pirâmide asteca, né? O bar era numa pirâmide asteca, né?

É isso? Caraca, eu não lembro. Isso, é, não é. Eu também não lembro disso, não. Quando o sol nasce, né, e tal. Ah, o bar do Deuco de Ferro? A câmera abre assim. É uma pirâmide, acho que é no México, né, que os caras vão, né. Isso, isso. A câmera abre e aí vai mostrando, é tipo um penhasco grandão. E aí é tipo...

tem meia pirâmide, porque a outra metade tá enterrada e a parte de cima, que é aquela casinha que tem, né, quem já lembra das pirâmides azteques, aí tem aquele mesmo que era o bar, né, ali onde eles vão. Tem os personagens maneiríssimos no bar, quando começa a loucura. Sex Machine, cara. Sex Machine. Isso é muito bom. Isso é muito maneiro essa loucura, cara. O cara tem uma pistola no pau e metralha no vampiro, cara. Esse é maravilhoso. Esse é pau louco. Esse é pau louco.

Missão Impossível: Franquia de Ação

Ó, 96 Missão Impossível Olha o menino Tom, hein Arrumou um filme, uma franquia de ação pra ele Eu nunca vi um filme do Missão Impossível Nem eu, cara Sério? Não, pera, pera, pera Temos duas pessoas aqui que... nunca viram nenhum filme de Missão Impossível? Nunca vi, cara. Impossível. Ah, pô, pelo amor de Deus, é uma das melhores franquias mais consistentes de ação. Cagou no final, mas é bom pra caralho. Essa não é aquela que o Tom Cruise...

bate lelê, embaixadinha com uma pistola? Não, não, não, não. Esse é o dois, que é do John Woo, que é outra estética, outra parada. O primeiro é do Brian De Palma, cara. O primeiro é bom demais, cara. Ah, o Brian De Palma é maravilhoso. Ele pendurado no chão, assim. Sim, sim. A cena dele pendurado. Qualquer clipe que mostre os maiores momentos de Hollywood, essa cena tá nele, cara.

Missão Impossível 1 é muito bom, muito legal, mas a franquia como toda é impressionante, cara, porque Missão Impossível era uma série que a gente assistia, que a Globo ficava passando coisa velha e tal, e era uma série interessante, mas datadíssima, né? Azaghal, Azaghal. Eu sei que você tá elogiando porque tu é amigo do cara. Double handshakes. Agora a gente é produtor igual, né?

Então a gente tem que manter a política também. Colega de trabalho, né? Colega de trabalho! Eu só vou aceitar ouvir essa comparação de quando você aparecer correndo que nem um maluco nem a própria carne doce. Isso realmente nunca vai acontecer. sabe como chama isso? corporativismo mas cara a parada do Missão Impossível é que ele transformou uma série que teve seu momento na sua época e tinha lá suas paradas maneiras né a fitinha se você aceitar essa missão isso já era

a série. Não é a parada que eles criaram pro filme, né? E as máscaras e tal. Mas ele incorporou tudo isso nos filmes ao longo dos décadas, né? Que tem missão impossível. E transformou, cara, numa das franquias mais bem sucedidas da história do cinema, cara. É muito...

impressionante. Até a trilha, né, Dave? A trilha também já era dessa série, né? Sim, então ele não pegou a série, usou só uma ideia e transformou em outra coisa. Não, ele manteve a parada original da série, sabe? Toda a identidade do que era a série, do que fez ela ficar famosa. E expandiu, e ficou maior que a série. Ficou muito maior. E essa época tava tendo esse boom de transformar em séries antigas, anos 60, 70, em filmes, né? Você tinha lá Charlie's Angels, né? As Panteras. Provavelmente.

Tem mais filmes do Missão Impossível do que teve de episódios da série. Provavelmente tem. E vocês sabem que tem uma curiosidade que a trilha sonora, ou esse pam, pam, pam, pam, é código morse. É um código morse, é muito foda isso. Código morse que... M e I, né, de Missão Impossível. O Feijão falou aí de cenas icônicas da história do cinema, de história do Hollywood. Tem outra cena de 96 que só Maurício de Nassau tinha conseguido fazer, que é uma vaca voando. Twister? Twister!

Twister, Jerry Maguire e Comédias

O Twister é maneiro. Foi um desses filmes que marcou bastante pelos efeitos visuais digitais. Ainda estava naquele trem do Estão no Futuro, do Jurassic Park e o Twister meio que veio. Ele é antes de 95? Não, o Twister é 96. das maiores bilheterias, Independence Day, Twister e Missão Impossível. E acho que esse filme deve ter criado toda uma geração de caçador de tempestade, brother. Igual Jurassic Park com o paleontólogo, certeza. Foi gigante na época, foi muito grande.

Teve um reboot, uma refilmagem, não sei, uma continuação. Agora mesmo, 24. Ao qual o Jerry Maguire levou agentes esportivos também a trabalhar. Show me the money. Show me the money. Pô, mas esse filme é muito bom, cara. É de 90 e pouco aí também. É o 96. E esse filme é tipo uma comédia romântica. Que, sei lá como, foi uma comédia romântica que explodiu pra fora do público.

de romântica, né? Esse filme é muito legal, mas o mais impressionante do Jerry Maguire é a foto recente do Tom Cruise com o garotinho e o garotinho é avô do Tom Cruise hoje em dia.

Professor Aloprado e Evita

Tá mais velho que o Tom Cruise, o cara. Eu quero falar também de um filme que foi uma refilmagem, um remake, que é o Professor Aloprado. Nossa, muito sucesso na época. Ed Marsh. Eu não consigo esse, não consigo. Desculpa. O filme do Ed? Não, eu gosto do Ed Murphy, eu gosto dele pra caramba. Professor Aloprado, especificamente, eu tô muito preso no J.R. Lewis, cara.

A Jerry Lewis realmente é bem melhor. Não, é outro filme, é outro filme. É, foi uma outra experiência. Mas esse é uma das comédias que eu mais gostei dele, confesso. Eu gostei bastante do professor Aloprado dele, do Ed Murphy. É uma das boas pra mim. Quando ele tá magro, no original não era magro, ele era só um...

Ele era tipo o Clark Kent e ele virava... É, ele era abestalhado. Abestalhado, todo super nerd, nerdão, etc. E ele ficava confiante, etc. O cara bebia, era isso, basicamente. A porção era isso. E fumava, fumava. Não, não, ele é isso. Ele tomava um goró e ele ficava confiante nessa parada. Mas no Professor Loprado, eles já brincaram com aquele negócio das maquiagens, etc. Tinha efeito visual também. Vem da babá quase perfeita, né?

Lá quase perfeita, exatamente. O Ed Murphy leva isso ao extremo, né? Ele quer fazer 300 personagens do filme. É, no Príncipe de Nova York. É ele contracenando com ele na barbearia. Será que ele recebe o salário dele multiplicado por número de personagens que ele faz?

Ele tá economizando dinheiro da produção. É diário, é diário. Ele tá economizando dinheiro da produção, mas o cara fica 12 horas sentado pra fazer aquelas maquiagens. É que nem aquele filme independente, o filme de trash, né? Personagem, fulano, personagem. É sempre o mesmo nome, né? Anderson Gaveta, eu fazia o mesmo teste, era o meu nome repetido mil vezes. Eu vou puxar aqui um filme só pela piadinha que teve na época. E é um filme da Madonna. Evita. Evita. Vocês lembram da piadinha? Argentina.

Fantasia e Terror: Dragões e Leões

A época era... Vocês foram ver o filme da Madonna? Não, então evita. Ah, vou falar sério essas piadinhas. Vou trazer um filme bom aqui, ó. Coração de Dragão. É bom, esse é bom. Nossa, sim, ó. Ah, vai se foder, os caras me criticam por gostar de Waterworld e o cara vem...

falar de coração de dragão é bom. O que não é bom é coração de cavaleiro. O coração de dragão é excelente. O dragão tem a voz do Sean Connery. Em português é amigo a Falabella. Nossa, cara, eu lembro que eu vi esse filme, acho que... língua espetacular, alguma coisa assim. Eu lembro que eu chorei com esse filme, cara. Esperando o dragão falar calabouca Magda toda hora, cara. Calabouca Magda! Eu vou te dizer que é um filme, pra hoje, seria um

filme regular, só que pra época, cara, a gente tinha muita falta de filmes de fantasia. Carência, carência. Então a galera do RPG foi em massa assistir, cara. Na época era legal, hoje o efeito é meio datado. Meio? Totalmente. Mas na época realmente era legal. Mas na época era bom, mas eu não gostei. Porra, o dragão que chega e pega a lança, bota aqui debaixo do braço e se joga no chão. Porra, sensacional, velho. E aí ele vai fazer um golpe e o lago é raso, né? É.

Muito bom. E a trilha sonora boa também. Agora, outro filme com criaturas que é muito bom mesmo. Não é que nem em 95, que tinha uns filmes inacreditáveis, mas é um filme muito bom que é Sombra e Escuridão, cara. Ah, pô, também. O filme era o preferido da minha avó. Cara, eu tô achando...

Eu acho até que eu fui ver contigo, David, eu acho. Eu acho. Era também a nossa carência de assistir, assim como os filmes de fantasia com o dragão, assistir os filmes de era em vitoriana por causa do nosso jogo de Mask of Red Death, né? Então a gente foi assistir muito por isso também. O filme é baseado no fato real. Ah, foi você que falou, Tucano. E os leões atacavam porque tinha o dente quebrado. E aí não conseguiam atacar bichos grandes, atacavam gente que é mole, né? É mais magrinho, né?

A Ilha do Dr. Moreau e Fargo

é mais fácil, corre menos, né? Ó, também na pegada de Ghost in the Darkness, A Ilha do Doutor Morro. Eu gostava desse filme pra caramba. Eu gosto ainda, na verdade. Faz um tempo que eu não assisto. Eu não vi, eu li o livro, mas é aquele com o Marlon Brando?

Alombron e Val Kilmer. Anos 90, muito Val Kilmer, né? Eu achava muito maneiro a trilha sonora, a identidade visual do filme e as maquiagens das criaturas, cara. Eu achava maneiríssimo. Pô, eu nunca curti muito essas criaturas antropomofizadas e aí eu não fui ver esse filme, não. Achava meio...

Ah, é o coelhinho gigante, coelhinho humano. Ai, que coitado, doutor Morroa. Que ideia. O doutor Morroa era um desgraçado. De coitado era um desgraçado. Não, eu sei que era um desgraçado, mas eu achava que não combinava, que eu achava que era uma coisa meio de criança, sabe? Humano, bicho. Poxa, o contrário.

Cara, eu tô olhando as maquiagens e lembra muito as maquiagens de um filme pra criança dos anos 90 que era Guerreiros da Virtude, que era um dos cangurus ninja. Ei, caralho, então. Eu tinha uma cisma com essa porra. Eu tinha uma cisma com esses bichos.

Não, tem curiosidade aqui de Ilha do Tomorrô, esse filme foi um pesadelo de produção. Porra, imagina, tinha o Marlombrando, porra. Pode, Marlombrando, uai. Se tem Marlombrando, vai ter. Exato, claro que vai ser um pesadelo. Eu vi aquele documentário do...

Val Kilmer, e ele fala que ele foi fazer esse filme achando, pô, eu vou trabalhar com o Marlon Brando, vai ser foda, não sei o que lá. E foi um pesado, não pra ele particularmente, mas porque o Marlon Brando odiava o diretor do filme, não fazia nada, o cara mandava, era um caos nos bastidores.

E teve essa peculiaridade aí. Então, mas o Alquilme foi inocente, hein? Porque, pô, a essa altura, Marlombrando já era famoso por ser um cara extremamente difícil de trabalhar, cara. Pelo amor de Deus. É, o Copala falou aqui no Apocalipse Now. Ele falou assim, ah, você tem que raspar o cabelo. Ele não vai raspar.

o cabelo nem vai se fuder que eu vou raspar o cabelo. Aí, tipo assim, um milhão de anos depois, o estresse faz ele, tá bom, acho que eu vou raspar o cabelo. Tipo assim, basicamente isso. É, esse cara é impossível. Marlon Brando era impossível. Era impossível, ele era impossível. Não, não, pera, pera. Tem Fargo.

Fargo: O Humor Sombrio Coen

O pessoal já falou duas vezes de Fargo. O Fargo tem que estar no meu vídeo. Filmes absurdos. Todo mundo fala que eu não vi. Eu também. Tem série, tem tudo. Nunca vi Fargo também. Eu queria saber qual é. a parada do Fago, brother. A série é fraca, mas assim, o filme é muito bom, cara. O filme é muito... Ele é a definição do como é o humor mórbido dos irmãos Coen, porque os irmãos Coen são esses caras que conseguem alternar muito bem entre o...

puta de um drama cabuloso e forte, e um filme de comédia, mas é sempre uma comédia que, tipo, você fica pensando, eu deveria estar rindo disso? É, sim. E Fargo é a essência disso, é um filme que pega uma ideia de filme de suspense, de investigação criminal.

mas vai se apresentando uns personagens tão esquisitos, com umas performances tão boas. Frances McDormand, tá um absurdo nesse filme. Eu acho que ela até ganhou o Oscar por esse filme. A policial grávida e tudo mais. É um filme que te prende pelo suspense, mas você fica rindo dos personagens esquisitos.

mas tem umas coisas bizarras de morte e de mutilação que você fica, eu não sei se eu deveria estar rindo disso, é muito bom, cara. Onde os fracos não tem vez, vocês viram? Onde os fracos não tem vez? Sim, claro, porra, é demais. Então, é bem a mesma pegada.

Tipo assim, é um filme violento, de crime, mas tem aquele maluco, aquele cabelinho bizarro, né? Vensola, né? É, o Vensola. Então os irmãos Coen tem essa pegada aí, meio... É, mas é quando o Kemi, depois de ler, né? A morte do Brad Pitt é engraçadíssima. Cara, é incrível.

É um tiro no meio da cara que ele toma. Eu nunca vi esse filme, eu só vi pelo Nerd Player, quando o Gaveta botava... Toda hora eu falei, caralho. Boa, cara, essa cena é muito engraçada, porque ele tá escondido, ele não sabe o que fazer, ele só abre um riso. Oi!

Edward Norton e Outros de 1996

A gente não tá acostumado a ver o Brad Pitt morrer de forma imbecil, assim, né? É, muito bom. Ainda em 96 tem As Duas Faces de Um Crime, Primal Fear. Uh, bom demais. Ó, o início avassalador. de Edward Norton. Porra, cara, esse filme é incrível, né? Foi um desses de plot twist. Vocês têm noção qual é o primeiro filme desse cara? Primeiro filme, longa-metragem do Edward Norton? Sério? Não. Ele mandou muito bem. Mas o cara, ele já chegou com dois pés na porta, assim.

anda muito bem. É um filme de um crime que o cara foi preso, aí o Richard Gere passa a ser o advogado de defesa dele e ele convence o advogado e todo mundo de que ele tinha dupla personalidade, né? E que outra personalidade que tinha matado...

e não ele, ele faz tudo porque ele foi abusado, porque ele era coroinha de igreja, ele foi abusado, o caralho e tal, e aí desenvolveu essa personalidade pra mascarar o trauma, pra fugir do trauma, etc. E aí, cara, no final, ele faz aquele teatro de filme de advogado.

Filme de advogado, é de tribunal, né? De julgamento. Isso, é filme de tribunal. Mas com o Eduardo Norto, ele foi indicado aqui, eu tô vendo... Agora o Gaveta falou. Cara, primeiro filme do cara indicado ao BAFTA, Globo de Ouro e Oscar. E levou o Globo de Ouro, mano. É, puta merda. Levou o Globo de Ouro, foi indicado... melhor ator iniciante. E aí, no final, ele entende que a versão malandrona, que uma versão era toda gago, tudo tímido, introspectivo, e outra era tudo, é, matei mesmo.

mas filha da puta e tal. E aí no final ele vê que era um... O cara tava fingindo, né? Ah, então nunca existiu um Roy, que o Roy era o malandrão. Que ele achava que o garotinho, que era todo timidinho, tava interpretando o malandrão. Aí ele falou assim, não, nunca existiu...

o Aaron. Ele era o malandrão desde sempre. E ele fingiu que ele era o... Então, assim, esse aqui é meio que um plot twist que você acha que... Não que ele não tivesse o trauma, mas que ele matou o cara pra se vingar. O cara que abusou dele. Mas é maneiro. E ele, pô, deu um show. É do Anoto. Vale a pena.

filmaço. Ainda em 96, Slippers. Slippers é maneiro. Porra, filmaço, cara. Esse é um dos que eu esqueci. O Kevin Bacon é o chefe da FB. É, o Kevin Bacon, Robert De Niro, Brad Pitt. Caralho. E Dust Hoffman. Não vi esse canal. Robert De Niro.

ou é um padre de gente boa? Eu lembro da capa desse filme, mas não lembro desse filme. Como é que era o nome daquele cara que achava que ia ser o novo Tom Cruise e nunca foi ninguém? Jason Patrick? Jason Patrick! Que isso aí! Ele é o principal! Eu não sei o que aconteceu na carreira...

Nunca aconteceu. Os garotos estão aprontando e pegam o carrinho de pipoca e jogam de uma escada de metrô. E aí o carrinho vai e mata alguém. Isso, é. E aí são presos. É o pro reformatório, né? É, o carcereiro da FEDEM lá é o... É o Kevin Bacon, que é o filho da puta. Muito bem, mas é muito simples. Pesado. Ó, tem um filme aqui ainda, 96, que eu gosto muito, que é o Kingpin, Estes Loucos Reis dos Boliches. Hã? Woody Harrelson. Ah, não, o filme de boliche do Woody Harrelson.

Larry Flynt e O Fantasma

Bill Murray e olha só, tocando Randy Quaid, cara. Não! Strip Cheese. É de 96 esse filme, cara? 96. Também outro que o Fantástico falou pra caramba. Ela tava com uma coxa gigantesca, lembra? Exato, tomou bomba. Ainda em 96 tem aquele O Povo contra Larry Flint. Ah, esse filme é bom. Woody Harrison fazendo, né, o dono da Hustler Magazine, Larry Flint.

Larry Friedman participou do filme. Ele faz o juiz. E a Courtney Love faz a mulher do Larry Friedman. Em 96 foi um ano de filmes mais pesados, mais densos. Pra contrabalancear, vou falar aqui que em 96 foi lançado o Fantasma com Billy Zane. Puta merda. Caraca, esse foi bomba. Esse foi bomba. Eu não sei o que você tentou contrabalancear aí. Não, porque eu não sei se vocês lembram. O Max talvez não, embora eu tenha lembrado. Max, crimes em happy time, tá?

O fantasma, a história em quadrinho no Brasil, o fantasma é vermelho. Vocês lembram disso? Ah, sim, mas em vários países era diferente a cor. Então, mas era vermelho por um problema de gráfica aqui no Brasil. Porque ele sempre foi lilás, né? O roxo.

1997: O Quinto Elemento e Face/Off

E aí, isso é o problema? Não, é legal que dá pra fazer vários variantes de boneco, né? Quando lança assim... 97, vamos lá. 97 eu vou jogar na cara aqui que tem quinto elemento. começar a história. Puta, cara, Quinta Elemento é um filme histórico também, cara. Putz grila. Esse sim é Luc Besson. Essa fórmula dele, tipo assim, que filme que eu tô vendo? Exato, exatamente isso, cara. Mas esse é um filme de...

É uma galhofa do cacete. É uma comédia. Volta-se a ação. Entra o Ruby Ross. Caralho, o que está acontecendo? E é maravilhoso, cara. É muito bom, cara. É muito bom. É uma dessas experiências do Luc Besson que só o cara poderia fazer. Muito autoral esse filme. Muito foda. Tá, tudo bem. Eu tô aqui pra ser a pessoa pra tacar fogo mesmo. Eu sou a única pessoa do mundo que não gostou muito desse filme. Pronto, falei. Falei, foda-se. Larguei. Que, Gaveta? Gaveta, você tem que...

voltar e você ter que rever com esse conceito de, tipo assim, peraí, esse é pra ser um filme confuso mesmo. Explique-se. Na época que eu vi, talvez eu não tenha entendido o termo, a parte... galhofa dele. Eu só achei ele demais. Só achei ele... Ah, cara, a gente é muita coisa, viu? É uma escolha. Ele é pra ser demais. É uma escolha ruim. É, mas... Eu vou te dizer que eu concordo com gaveta, cara. Ih, caraca.

O filme é incrível, não acha incrível. Eu não julgo, porque na verdade eu confesso que eu não entendi nada do filme, cara. Então a culpa talvez seja minha. O filme é incrível na mesma pegada do que o, sei lá, o Independence Day. é incrível, entendeu? Você reserva isso, porque ele é uma mistura. Mas que dá certo, cara. Cara, a cena da Cidade Vertical, quando a perseguição do táxi, acho mais alucinante de Cyberpunk que eu já vi na vida. É muito legal, cara. É tirado de... inspirado no Moeb.

os cara que fazia os quadrinhos. O total. É muito bom. É a forma como eles constram em cidade. Mas eu não tô falando que o filme é ruim de maneira absoluta. Eu... me pegou. Ele tem uma estética, uma linguagem muito forte. E é um filme extravagante nesse sentido. É como o filme é vendido e o que você espera do filme, né, cara? Eu tava esperando alguma coisa cyberpunk, talvez ficção científica e tal. Mas aí você vai ver o

filme, você pode mudar a sua perspectiva. Sabe aquele lance, assim, é que nem você vê um comediante, volta e meia, tem vários comediantes famosos, aí você pega um comediante, todo mundo acha graça, e você não consegue achar graça dele. Sim. Por mais que você fale assim, eu sei que essa pessoa é engraçada, mas eu não consigo achar graça dessa pessoa. É, tudo bem.

É meio isso, assim. É, conta essa. Total. Eu vou puxar outro aqui porque é um filme que eu adoro e eu acho que muita gente aqui não vai gostar. Mas é o Face Off. Ah, esse eu gosto. Esse eu gosto. Você pode não gostar hoje. Na época, todo mundo gostou.

até hoje, cara. A cena é que eles estão na prisão brigando e o cara tá... Ele é policial, mas ele tem que ser bandido. O Nicolas Cage dá um show, mano. É show, é show. Esse filme é show. É, esse filme é maneiro. E esses filmes de ação, cara, do John Woo, eles também...

Eles também prepararam um pouco para o que viria com Matrix em 99. Já estava se criando uma galera que gostava muito desse tipo de coisa, de filme, de ação, corrida e tal. Então, enfim, encantou uma galera aí. Não, mas que vai um pouco além do...

normal que a gente tá acostumado, sei lá, com máquina mortívia, essas coisas, entendeu? Exatamente. Ele vai serpenteando em vários estilos. E o quinto elemento é este filme também. Você entendeu? Ele é um estilo do Face Off. Mas é mais, é mais. Ah, é mais porque... talvez tenha mais palhaçada. O único que eu fiquei gritando lá na prisão. Porra! Maravilhoso. Ah, mas vai. Mas tem a ver. Eu entendi. Eu gritei com ele. Mas a premissa, você não pode só transferir a pele do rosto e ficar...

Porra, cada um tem uma... O osso do crânio é diferente. Não tem como ficar igual, cara. É muito galhofa. Hoje em dia, todo mundo fica igual. É só fazer a harmonização.

Ação e Sátira: Verhoeven e Stallone

Aquela cara quadrada com o beijo. Vira todo mundo o Lula Molusco. O Molusco, aquele beijo do doutor Marim. O jovem Ernesto tá sendo incoerente aí. Primeiro ele fala pro Max não se ligar, porque as águas da geleira não iam cobrir o mundo inteiro.

defendendo Waterworlds, agora fica encrencando com o fato de que um filme troca a cara do outro. Eu não tô encrencando, eu gosto, eu só tô dizendo que isso é tão galhofa, quantas maluquinhas você falaram que é galhofa demais no Quinto Elemento, isso é tão galhofa quanto essas paradas, você acha?

demais no quinto elemento. Não, mas acho que a gente não criticou a galhofa do quinto elemento. O que a gente criticou foi não ter entendido a proposta e não ter curtido mesmo. Ninguém aqui tem problema com o filme galhofa, não é essa a questão. Imagina eu, o cara que já fez um milhão de filmes trash, falar de galhofa dos outros.

Falando em filme galhosa, eu não vou deixar passar aqui só pra citar o Conner porque tem aquela cena do meme dele Excelente Conner O careca cabeludo, porra, muito bom Eu quero lembrar que 97 foi o ano que tivemos dois filmes de vulcão nos Estados Unidos. Ah, mas isso é um padrão, né? Inferno de Dante e Vulcano. É, Inferno de Dante é mais legal, né? Nenhum dos filmes de vulcão é bom, cara. Eu gostava do Inferno de Dante e o Pierce Brosnan não era isso.

O Tommy Lee Jones. O Tommy Lee Jones falando, faça um quadrante. Exatamente, é isso que ele fica falando. Bota aqui os negócios de barreira de contenção. Perímetro, perímetro de oito quilômetros. Tem a cena do maluco pulando na lava e jogando o outro assim, lembra? Nossa senhora, é muito ruim. Eu prefiro Daylight do Stallone do que essa merda.

filme sério, drama, que chama Copland. Nossa, horrível, fui ver no cinema. É pra baixo, é depressivo. Fui ver no cinema também, saí mal. Falei, caraca, que filme pesado. Saiu mal porque o filme é ruim. Não, mas ele tem também, ele é ruim. Mas ele tem um... Que o Stallone engordou pra fazer o filme, tem umas paradas assim, né? Mas ele tem um clima pra baixo, né? É, porque ele era um cara que... Ele era cop, né? Ele era policial de rua e ele sempre quis ser um policial investigador e tal.

até aí o lutador do Mickey Rourke é super pra baixo, mas é incrível o lutador é bom pra caralho é um filme massa Aronofsky Cara, eu tô com medo de falar porque a galera não tá gostando dos filmes que a gente tá trazendo. Mas eu vou trazer aqui Starship Troopers do Wolverine. Esse aí, Tropas Estelares, precisa entrar nesse Nerdcast.

Uma das melhores sátiras produzidas em Hollywood. Esse eu não entendi na época. Esse eu não entendi por muitos anos, até entender. Mas hoje você entende ele, Alexandre. Hoje eu entendo, hoje eu entendo. Hoje eu sei que é um filme genial.

meio estranho na época e quando eu vi depois, mais velho, eu achei ele incrível. Eu já sou diferente, eu gostei na época e depois nunca mais vi, então... A época que a gente era adolescente, na época que foi o cinema, pra mim era só um filme dos caras atirando nos insetos e era extremamente violento. porque o Poverhoven só faz filme super violento, né? Robocop, Total Recall, essas coisas. Nudez. Banheiro misto, Tucano.

O cara lembra do banheiro misto. É lógico. Porra, eu lembro da Denise Richard pilotando aquelas naves fudidas. Estadestróia fudida. Então é isso que tu lembra da Denise Richard. Eu lembro que nessa época era muito... fã da Denise Richards. Eu falei, porra, foda demais. Ah, só você era fã dela. Só você. Mas assim, o Paul Verhoeven, ele é um dos grandes, ele é um gênio. E ele é o cara que transforma roteiros de qualquer coisa em...

em roteiros brilhantes antifascistas. E o livro do Starship Troopers, que eu não li, mas eu li a respeito, é um livro muito fascistóide, entendeu? Exatamente. Isso é uma das coisas que eu acho foda nesse filme, é que ele é um exemplo, assim, de, tipo, quando a gente tá falando... falando de, sei lá, adaptação. Ah, tem que ser fiel ao espírito do original. E Star Troopers é a exceção a essa regra. Ele é o op...

Ele é o oposto. Ele pega o livro original e fala assim, eu vou fazer tudo oposto do que você defende no livro original. Exato. Ele vai e mostra a merda que é esse... Cara, eu fui muito atual. Você vê o Estágio de Troopers hoje e olhar... tudo que está acontecendo geopoliticamente, essa ascensão da extrema direita, todas essas paradas, está tudo lá. Os insetos não são insetos, gente. Não é sobre insetos essa porra desse filme. É uma sátira, né?

É um massacre. Eu estou fazendo a minha parte! Tanto que o Helldivers 2 é completamente, no jogo, né? É completamente a vibe disso, sabe? Vamos espalhar a democracia pela galáxia, etc. Eu acho que o... o Poverhoven, ele tem, a gente falou que ele é genial, realmente, ele tem um problema, talvez, a gente comentou isso até em Robocop, os filmes dele, a galera que assiste, a gente assistia antes da idade que era pra assistir, realmente a gente entende de outra forma, né, então...

É um policial, é um filme de ação, um policial robô e tal. E aqui também, pô, eu jogava, quando eu assisti esse filme, eu já jogava Starcraft, que é exatamente tropas estelares, né? Tem os insetos. Os Ergs. Os Space Marines, que vem de Warhammer 40. mil e tudo mais. Não, arrumei quarenta mil, cara, não passa vergonha que a galera de arrumar, desculpa aí. Não passa vergonha não, cara.

Desculpa, o lance é que não dava pra saber se realmente foram os insetos que atacaram, provavelmente não, os caras só arrumaram isso de desculpa pra criar todo um movimento de invasão espacial e tropas e crescer a indústria bélica. tudo mais, né, enfim, e criar aquele, era uma desculpa mesmo, né, o ataque a Buenos Aires, lembra? Buenos Aires, aí morte. Buenos Aires. E aí tem o maluco de How I Met Your Mother lá, que ele é o dos amigos da galera, porque era um grupinho de amigos, né.

Era tipo o Nerdcast, assim, realmente, né? Cada um foi fazer uma parada lá no... É, que ele era o telepata lá. Não vacilo. Tem a cabeça grande mesmo, né? E aí... Não, porque eles eram três amigos. Era o Rico, ela, a Denise Richards e ele, né? Eles eram amigos antes de se alistarem. E aí eles viram, tipo, os três viram pessoas importantes, né? Na batalha, enfim, tal. Não, e a frase final, quando eles pegam o cérebro, né? Ele fala, he's afraid! Aí todo mundo, yeah! It's afraid!

Gattaca: Ficção Científica Profunda

Porque não é sobre derrotar o inimigo. Ele tem que estar se cagando do poder imperial, né? Enfim, é muito foda. Esse filme é foda demais. Nessa pegada sci-fi aí também, em 97, tem gata. Porra, esse é um filmaço. Filmaço. que é pouco conhecido. Pouco conhecido de verdade? Porra, todo mundo tem que ver esse filme. Esse eu nunca vi. Tá vendo a nós? Eu também não. Que isso, gata canando. Esse filme é o que trata realmente de eugenia. É isso. É um filme...

onde as pessoas que têm grana, elas programam geneticamente, editam geneticamente seus filhos pra eles terem os melhores gêneros, pra estarem, sabe? Pra ser tipo a Sidney Sweeney. Tipo a Sidney Sweeney, exatamente. Tipo os gêneros, exato. E é o que acontece, é um filme muito inteligente, muito maneiro, muito à frente do seu tempo, que ele fala desse mundo eugênico, onde só as pessoas que são geneticamente editadas, né, acabam criando, né, uma pessoa de segunda classe, né? Só que é não de...

A gente fala assim, tem uma lei, existe uma lei que ninguém pode contratar baseado na genética da pessoa. Mas ninguém conta o que acontece. Quando você vai, abre a porta para entrar na sala para ser entrevistado, você deixa o seu DNA lá, eles pegam o DNA, fazem um teste, fazem...

que não é editado geneticamente, sabe? Tipo assim, aí não contrata o cara. Ele vai ter uma doença daqui a tantos anos. É, é, é. Aí o Ethan Hawking era um cara que nasceu, o sonho dele era ser astronauta, era ir pro espaço e tal, isso aqui, só que ele jamais, isso não fazia parte da... realidade dele. Ele não tinha bons genes, entendeu? A crítica. Ele nasceu natural, entendeu? Não nasceu no suco. Aí, o Jude Law era um cara que era editado geneticamente, sei lá, que era astronauta, só que...

Ele ficou paralítico, sei lá. E aí ele passa a vender a urina dele, etc. Toda vez que ele fazia teste, ele conseguia deschavar e usar a urina, a sangue e tal. Tudo do Jude Law. Nossa, eu lembro que tinha uma cena que ele usava o teclado e depois ele vinha com o aspirador. pra não deixar material genético e tal. Cara, é muito foda esse filme. Foda demais. Atual, vale a pena.

Jackie Brown e Advogado do Diabo

Um filme que a gente falou outro dia. Jack Brown. Ah, Jack Brown de 97. O filme mais curioso do Tarantino. É muito diferente. É o menos aclamado também, né? É, por isso, assim, ele é diferente, assim.

esse aqui, ele não escreveu o roteiro? Não foi um lance desse? Não, o roteiro era adaptado, não é o original dele. É o que é diferente, normalmente os roteiros deles são originais, né? Mas é legal que ele traz a pegada da Black Spolitation, que era nos anos 70 ali, né? Inclusive a atriz que faz, a Jackie Brown, ela era uma...

uma estrela dessa época, desse estilo de filme. Exato. É a Pan, como que é? Pan Greer. É a Pan Greer, exato. Tem a obsessão do Tarantino por pés também nesse filme. Sempre, né? Ele só faz filme pra isso. Dudu, a gente chegou a essa conclusão exato Ó, 97 também tem um filmaço chamado A Colônia. Puta, muito ruim. Não, certo? Não, não acredito, não acredito.

Não tá falando sério, não tá falando sério. Agora, falando sério, o advogado de Diabo é de 97, hein? Então, eu ia deixar isso pro final, você ia queimar a lagada, porque tem outros filmes aí. Não, tem outros pro final. Tem outro pro final? Tem, tem Titanic, porra.

Ah, eu sou mais advogado do diabo, me desculpa. Eu tô maluco porque advogado do diabo foi um filme que é assim, caralho, esse filme é pra Oscar. E aí, não foi nem citado. Não foi citado. Eu tô maluco, não é pra Oscar esse filme? E tem atores pra Oscar, né, cara? Vários, né? Um ponto é, eu adoro o Divulgado do Diabo, mas o Keanu Reeves, toda vez que ele abre a boca nesse filme...

Eu perco dois anos de vida. Eu vejo pouco porque ele é péssimo. Efeito salsicha, hot dog? Nossa, muito hot dog. Cada vez que eu vejo esse filme, Alu. Ele é muito overactive. nesse filme. Eu adoro. Pra mim é maravilhoso. Mas eu acho que numa visão de prêmio, o filme não se sustenta nesse sentido. Enquanto o Al Pacino tá um louco, carnavalesco, girando e gritando com a mão na água benta, fazendo linguinho caralho, o Mocano Reeves tá que nem um lobô...

falando as colas decoradas, sabe? Sem expressão nenhuma. Eu tenho a sensação do Jovem Nerd. Esse filme, pra mim, é um dos melhores que eu já li na minha vida. E ninguém fala muito dele, tanto assim. Ah, não, esse filme é bom. Não é bom, ele é maravilhoso. É maravilhoso.

que eu gosto muito mais desse filme do que grande parte das pessoas, sabe? Não, é melhor pensar no elenco do filme, assim, é melhor o filme da Charlize de Londres. Cara, eu vou te falar que eu gosto pra caralho desse filme, uma das coisas que as pessoas pouco falam desse filme é como é que ele vai não crescendo, né, cara? Porque...

a gente sabe que lá no final tem um componente forte e sobrenatural. Mas pra chegar lá, as coisas vão acontecendo aos poucos, cara. Os caras trabalham com questões mentais, loucura, entendeu, cara? Sim. E vai pirando e tudo vai pirando. Vai pirando e vai se degradando, né, cara?

Tem toda essa questão dramática do cara ir abandonando a mulher pra dar mais atenção ao trabalho. E no final, cara, eu não fiz nada. Tava tudo na tua mão. É isso. Mas você queria mais um caso. Mais uma vitória. É a vaidade. Mas tem a cena da linguinha lá, como é que é o capital? Elevador. Caraca, mano. Eu gosto do filme. Eu curto esse filme, mas eu acho que se o Al Pacino realmente não...

fosse o diabo. E é porque tem o lance dele ser o filho dele. Não, não. Ele queria que o Ken Reeves transasse com a filha dele. Isso, pra gerar um anticristo, né? Peraí, o Ken Reeves é filho do diabo. Com a mulher. Então, um incesto. É o diabo, maluco? Ele é filho do Alpatino com aquela mulher. Com a beata lá de igreja. Exato. Super beata. É que tem umas cenas muito marcantes, cara. Essa do elevador que ele faz linguinha foda. Quando ele tá na igreja e bota o dedo na água benta.

muito maneiro. Não, cara, o cara no começo defendendo o cara que ele sabia que era um abusador, lembra? Que depois ele sabe. Ele se liga e depois tem mais, depois ele faz isso de novo, com aquele outro cara que mata a mulher. eu acho, lá em Nova York, sabe? Então, mas isso tudo que você falou, Dudu, ele se vendendo mesmo pro trabalho, pras causas, esquecendo a família, esquecendo a mulher, ela se mata, né, no filme e tal. Isso tudo é muito foda mesmo. Eu acho que nem precisava...

não ser realmente o diabo e ser pai dele e querer ter filho dele com outra coisa, sabe assim? Eu acho que esse final meio sobrenatural é a parte que eu não gosto muito no filme. Eu amo aquele diabo over actor dele no final. É muito bom, é muito bom.

Advogado do Diabo: Debate Filosófico

sobrenatural, ele é necessário pra ter a volta no tempo, cara. Que, inclusive, é um recurso usado também na última Tentação de Cristo, que é bem parecido mesmo. E na Batalha do Apocalipse! Olha, cara, Deus bom! Exatamente. Mas tem que ter essa culpa espiritual. Acho muito maneiro. Sim, é muito irado. Mas sabe o que eu acho mais valioso desse filme? É porque ele faz uma crítica muito...

e que é muitas vezes invernizada por essa delicadeza de não questionar a fé das pessoas. E é quando ele descreve o Deus, que é o antagonista dele, né? Ele é o diabo contra Deus e tal, não sei o quê. E é claro... o cara é o diabo, o capiroto, etc. Mas ele descreve esse Deus que é o Deus das religiões abrahâmicas, que é basicamente o mesmo Deus das tradições cristãs, judaica e islâmica, que é um...

Deus muito tribal, que é um Deus que exige obediência, que é um Deus que exige sacrifício, sangue. Sacrifício é um Deus que beneficia os seus fiéis e pune os outros todos, né? Não, mas no filme ele não fala isso, ele fala um negócio de obediência, ele quer seguir regras, né? Não, não, ele fala assim, Deus, ele é um sádico, ele coloca as regras em oposição. É, na visão do diabo, né? Então, mas na visão do diabo...

Diabo, que na verdade é o cara que se rebelou contra aquela descrição de poder, entendeu? Eu sou o Todo-Poderoso, eu dito as regras, e se não for do meu jeito, vocês vão se fuder. E aí, quando ele fala que ele é um sádio, porque ele tá levando essa... discussão ao seguinte patamar. E a fala do filme, ele coloca as regras em oposição. Ele fala assim, eu te dou todos os instintos do ser humano. E aí eu falo assim, você vai poder sentir o gosto das coisas. Sabe, tipo assim...

Look, but don't touch. Olha, mas não toque. Toque, mas não prove. Sim, sim, sim. Prova, mas não engole. Isso é muito bom. Don't swallow. E aí ele tá dizendo o seguinte, que ele fala assim, esse cara criou tudo isso porque ele quis criar dessa forma e ele quis criar esse circo. Ele levanta pro céu, ele fala assim, ele tá rindo pra cacete de vocês aí se fudendo e tal, não sei o quê.

sofrendo e devendo obediência. Aí ele falou assim, eu tô aqui desde que a coisa toda começou. Eu nutri todos os sentimentos que os humanos foram inspirados a ter. Então ele falou assim, não tô dizendo que ele tá certo do que ele tá falando, mas a crítica dele pertinente a essa descrição...

desse Deus tribal, ela é valiosa nesse sentido. E se não fosse um filme sobrenatural no final, quando o diabo tava, né, fazendo esse rant todo contra Deus, você ia perder esse tipo de argumentação que é muito maneira no roteiro. Ele faz sentido, né? Você pode não concordar com ele, mas você...

Mas ele faz sentido. Ele faz sentido nessa ótica, entendeu? Tipo assim, o que você quer afinal, entendeu? Eu poderia falar isso que ele falou, mas só que não ia ter a carteirada de que tá lá desde o começo. Exato. Ele conhece o cara desde o começo. I'm a fan of man. I'm a fan of man.

Mas ser humano é justamente isso. Você tem os instintos animais que todos nós temos, só que a gente tem que viver em uma sociedade. Então você tem que se tolir, se controlar, porque senão você vira um maluco. E acho que a sociedade...

determina. E essa crítica, ele faz-se do diabo. Ele é o cara que se rebelou e tá livre, né? Cara, lembrou agora o nosso Terra, o Seixas, né? O livro da lei que falava isso, né? Que era o 666, né? Faz o que tu queres, que é tudo da lei. Por isso que... Por isso que...

Crowley falava que era o diabo, justamente isso, porque não seguia regras sociais e tal, e tem tudo a ver com essa parada que ele falou lá. Então, mas você entendeu que a parada é o seguinte, se você não for do meu clube, você vai queimar para a eternidade. Sim, mas o clube é o clube do sempre.

humanos, né, cara? Não, não. O clube de aceitar aquele Deus como seu senhor. Não aceitar Deus, aceitar as regras sociais. Mais ou menos. Quem não é cristão, quem não acredita em Deus, em tese e aqui nada no inferno. Regra social, você tem que aceitar, senão você não pode.

viver em sociedade, não tem como. Não, eu sei, mas isso não tem nada a ver com a religião. Entrando por um debate filosófico, você acha que você tem que acreditar em Deus? Não, não. Tem uma religião para seguir as regras sociais? Não, não, não. Mas isso é inserido dentro do contexto religioso porque...

Advogado do Diabo: Produção

ele é o diabo, e aí o Ken Reeves é o filho dele. Ele pega isso pra fazer a alusão, né? Talvez parte desse roteiro ser muito bom de Advogado do Diabo, um dos roteiristas é o Tony Gilroy, que é o roteirista de Andor. No!

Nossa, mãe do céu! Dentro de outras coisas. Esse filme tem uma coisa muito merda. Presta atenção quando vocês forem ver. Esse filme é muito bom, mas tem uma coisa muito merda. Tem um chroma key escroto nesse filme, cara. Não duvido. Presta atenção quando vocês forem ver de novo, se forem ver.

Estão numa sacada, numa festa lá em Nova York. Ah, na sacada. Cara, é muito merda esse croma aqui. Inclusive, eu vi o filme comentado e o diretor fala Putz, você realmente ficou escroto pra caralho. Tinha o que a gente fazer e tal. antes lá, das estátuas transantes, é bom, é bom. Isso é maneiro, é.

Claire Danes and Matthew Rhys star in the new Netflix series, The Beast and Me, as ruthless rivals whose shared darkness will set them on a collision course with fatal consequences. The Beast and Me is a riveting psychological cat and mouse story about guilt. Justice and Doubt. You will not want to miss this. The Beast in Me is now playing only on Netflix.

Donnie Brasco e L.A. Confidential

Ô Azaghal, nesse mesmo ano tem outro filme do Patino que é muito foda, talvez você tenha visto. Doni Brasco. Ah, eu ia falar desse. Porra, muito bom. É filmarço, cara. Não confunda com Doni... Como é que é outro? Doni Darko. Doni Brasco é até um...

Acho que é muito bom. É uma história real, inclusive. É Patino e Johnny Depp, né? Johnny Depp. Que ele é infiltrado, não é esse? Isso. O Johnny Depp é um policial infiltrado na máfia e é um filme tenso pra caralho. Pra caralho. É interessante. É a relação dos dois.

e vira uma merda pra todo mundo no final da história, né? É, porque o Johnny Depp é o policial, ele tá se infiltrando na máfia e quem vai introduzir ele na máfia é o Al Patino, que fica amigo dele, tipo padrinho, né, dele. Isso. Pra fazer ele o... Um Mageman, né? Só que a parada é que esse filme mostra...

bem, assim, o lado do policial. Porque, assim, ah, eu sou um policial infiltrado e eu peguei esses caras. Não, não. Você vira um dos caras. Não tem como não. Você passa a fazer o que eles fazem. Isso seja da sua índole ou não. É a maneira de você...

sobreviver, de você estar vivo lá. E do outro lado mostra o lado do mafioso, que é um cara que já tá no final da carreira, já tá mais devagar e que se fudeu porque apresentou pro céu pros caras. É um filme maço, cara. Tem apresentações fodas. É um filme já completamente feio.

diferente pro Al Patino, por exemplo, em termos de situação. Já que a gente tá falando de filmes de crime, cara, acho que a gente poderia falar do Lovangelo e Cidade Proibida, cara. Porra, filmar. O filme que me surpreendeu muito, cara, quando eu já tinha ouvido falar...

Eu não sabia que se passava dentro de um contexto histórico da época, né? Dos anos, acho que é 50, se eu não me engano, né? E é um filme bem noir, né, cara? Então, acho que é um filme noir da nossa geração. E, porra, Russell Crowe, porra. É um daqueles raros filmes que contrariam aquele lance. Quando tem muito ator famoso... É um raro exceção a essa regra aí. Filmaço mesmo. Faz muito tempo que eu não vejo filme, eu até revê. Filmaço, fodido. E a Kim Bessie ganhou um Oscar por nada, né?

Ela falou, oi. Tinha o Kevin Spacey. Ela era mulher fatal, né? Mulher fatal. Mas nessa época a gente tá entrando na polêmica do Oscar aí, que eu vou falar no próximo ano. Mas daí você já tá vendo a sombra dessa polêmica. Que explodiu o ano seguinte. É maneiríssimo, que ele é um tug, né? Um policial, mas é violento pra caralho. Isso que eu achei maneiro, porque ele, enfim...

Não me cabe julgar, mas... Exatamente. Exatamente. Ele é meio irritadinho, né, cara? E o outro cara, esqueci o nome dele, é o ator famoso, que fazia... Gaipiz. Gaipiz, que era o certinho, né? Era o Tang Cache. Tang Cache dessa geração.

Beijos que Matam e O Cubo: Suspense

What's in the bar? I'm just kicking away! Vou falar em filme de crime. Tem um filme de crime que tem a ver com o que falaram aí no começo desse episódio, que é o Morgan Freeman de investigador. Que é o Beijos que Matam. Beijos que Matam. É muito bom também.

também, tinha, não tinha isso? Isso. É, toda essa sequência aí de filme de investigação. Assim, não é um filmaço, mas é aquele filme legal, você que gosta desse filme de investigação, é um Seven, assim, uma grande reviravolta assaladora, sabe? É um filme de investigação, mas é legal. Tem um filme de 2017 que eu gosto bastante. É a ficção científica, O Cubo. Porra, bom pra caralho. Ah! Um expoente dos filmes independentes. Bem, bem indie. Muito bom. A galera tá numa prisão.

que é um cubo, uma sala em forma de cubo e tem uma escotilha no centro de cada face, de cada parede parede, teto, e aí quando eles entram, eles estão em outro cubo e aí de repente eles veem que os cubos eles se rearranjam estivessem dentro de um mega, sei lá, cubo mágico. E tem umas armadilhas, a galera vai morrendo. É uma galera que acorda na prisão. Acorda sem saber. É muito maneiro. A parada mais interessante desse filme é o início. O filme todo é bom, na verdade.

sim, mas você começa nesse mistério você acorda com o personagem, tá dentro de um cubo e você não sabe nada, exato não sabe nada que tá rolando, é muito interessante muito maneiro esse filme, ó, eu queria puxar um aqui, pra mim, é um filme perfeito porque ele se propõe tudo nele é bom

Homens de Preto: Humor Sci-Fi

os atores, os efeitos, a ação, o humor e tal, que é Homens de Preto, cara. Porra! O insetinho voando na abertura, o insetinho vem vindo, vem vindo, aí você vai acompanhando ele durante todo o lettering inicial do filme, aí... ele simplesmente esmaga no para-brisa do carro que está trazendo os imigrantes ilegais que são alienígenas. Um deles é alienígena. O termo é alien, porque a palavra alienígena não quer dizer...

fazer extraterrestre, sabe, que a gente tá acostumado. Alienismo é uma coisa que vem de fora, né, de onde vai ser, qualquer parada. Então o termo é alien. Eles usam, inclusive, né, quando a polícia para, eles usam. É, exatamente, a gente tá procurando e ligam eles, fazem essa piada.

Tadinha, que agora não tá mais muito engraçado. Exato, atual, inclusive, a parada. Mas aí o cara era aqueles alienígenas vestidos de façade humana. E o Tommy Lee Jones, o recrutamento do Will Smith, que ele é um policial novo. lá de Los Angeles e tal, tá todo vigoroso e tudo mais, né? O conceito do apagador de memórias, né? Putz, tem muita coisa legal. Então, o Men in Black, ele foi um filmaço, mas ele é a versão americana...

Do Doctor Who. Ele é completamente a vibe de Doctor Who. Então quem via Doctor Who não era novidade. Não concordo, cara. Não, você pode não concordar, à vontade. Mas você pode estar errado também. É bem diferente, cara. Pode não concordar, mas você está errado. Então, sabe por que é bem diferente? Porque essa versão americana do Doctor, eu estou falando da parada que também tem um pouco de Douglas Adams aí. Porra, total, tem muito. Que é essa parada desse universo onde...

O lore do universo, ele é tão vasto que você pode colocar qualquer coisa ali e vai funcionar. Você vai ligar aquilo com alguma parada da humanidade, etc. Que é o que o Douglas Adams fazia, que é a base do que é o Doctor Who. É claro que não é igual, tipo assim...

Só estou referindo do Dr. Wu. É, porque tem Viagem do Tempo, Dr. Wu, né? Assim, tem uma loucura, né? Mas é essa loucura desse multiverso que tudo cabe, tudo funciona. É muito coringa, entendeu? E por lidar com alienígenas, com essas paradas aqui.

o Man in Black, ele fica só no conceito do alienígena. Ele não vai viajar um tempo, coisa interdimensional, essas paradas e tal. Mas, eu conheci o Man in Black antes de ler Douglas Adams, antes de conhecer Doctor Who e tal. Então, ele foi uma estrada, tipo assim, caraca, que coisa incrível. Tanto que a parada da...

tá no cinturão de Orion, não faz sentido. Mas eles falam isso no filme, inclusive, né? Exato, não, justamente, eles falam no filme e aí tem todo aquele negócio, ah não, Orion era o gato e tinha uma galáxia dentro de uma joia que, a barata que... Edgar, Vicente Donofrio. Que é o nosso querido rei do crime, né? E no final, aí o nosso, nossa galáxia está dentro da bolinha de agudo. Maravilhoso. Isso é Douglas Adams pra caralho. Isso funcionou muito. Esse final é incrível.

E tem um lance muito legal que eles estão começando a investigar, né? E aí o Tommy Lee Jones vai na banca de jornal e ele fala, não, não, vamos pegar esses jornais mais pelegos aqui que tem. Isso, que os jornais de teoria da conspiração se analisam. Exato.

É verdade, o resto era tudo teatro. Tem uma cena que eu acho maravilhosa, que é quando eles estão fazendo o exame, né? Aí tá lá o Will Smith naquela cadeira de ovo e tem todos os militares, aqueles caras fodão, os caras escrevendo na coxa, apoiando o papel, furando o papel.

Isso, é maravilhosa essa cena. Ele puxa a mesa, cara, e a mesa é pesada, e vai fazendo aquele arranhando o chão, e os caras ficam olhando pra ele, tipo assim, ali e vê que o cara pensa fora da caixa. Fora da caixa, exatamente.

brincadeirinhas de roteiro, muito bom. E uma parada que eu acho maneiro do Men in Black foi justamente trazer essa que já era uma lenda urbana, essa parada dos homens de preto, né? Que a gente ouvia desde a história do Ross ou tal, aí os caras foram explorar isso, pegaram a lenda urbana e fizeram...

Teoria da Conspiração: Impacto Social

filme muito maneiro. Por falar em lenda urbana, tem mais um filme de 97, do nosso querido Mel Gibson, que é Teoria da Conspiração. Puta que pariu! Olha o que esse filho da puta fez com o mundo. Eu lembro do trailer, na época que os traileres tinham narração, né? Tipo assim, algumas vezes uma de suas teorias estava correta. Aí eu fiquei chocado porque o Patrick Stewart faz o vilão, né? Tipo, o Capitão Picado era o vilão da parada. Não, não, não.

O personagem do Mel Gibson era o Jerry Fletcher. Jerry Fletcher. Quando a gente fez aquele ARG da HN, lembra? Eu lembro disso. O nome, a gente tinha o blog, quem assinava era JFK, que era Jerry Fletcher Knows. Muito bom. Nem lembrava que é dessa sigla. Muito bom, muito bom. Eu tô lendo aqui que tem um cientista político que diz que observou que esse filme apresentou pra uma parcela significativa da população a teoria do Deep State que...

controla o governo americano. Exato. Um desfavor. O mesmo desfavor que Arquivo X fez. Pronto, podem me bater. Não, não, não. Aí, pronto. Arquivo X, não. A única coisa que eu lembro desse filme é que o meu... Gibson ficava pegando todos os exemplares do apanhador no campo de centeio e sumia com os exemplares.

Ele botava palito na porta pra saber se tinha entrado ou não. É porque tinha aquele negócio da palavra-chave do negócio Constantinopla. Essa é a conspiração. Ele era um assassino dormente. Esses assassinos que sofriam uma lavagem cerebral, hipnose, o cara...

caralho, e aí esquecia tudo, e aí quando o cara ouvia, não era isso, ele ouvia uma palavra, ou qualquer coisa que era um gatilho, e aí ele via a programação toda dele, ele virava um assassino, sei lá, o cara que matou o Kennedy, era um cara assim... Meio sornado invernal, exatamente. Tinha todas aquelas palavrinhas que trigavam a lavaria cerebral do cara. Hoje em dia, o que triga é Make America Great Again. Essa triga é a lavaria cerebral da galera.

O Mentiroso e Guerreiros da Virtude

A gente não tá lembrando muito dos filmes dele, mas esse é um dos meus favoritos, do Jim Carrey, O Mentiroso. Porra, um dos melhores filmes de comédia que eu já vi na época. É muito bom. Caralho, qual é esse mesmo, cara? Eu confundo com o advogado. mentir. Ele faz uma promessa, ele não pode mentir, aí ele fica...

O filho dele, no aniversário, ele vai assoprar. E aí ele faz o pedido que o pai não minta mais. E aí ele fica incapaz de mentir. É muito bom, cara. Eu vou falar, eu já falei disso aí num vídeo, porque eu amei esse filme, porque foi a primeira...

vez que eles deram um propósito pras caretas do Jim Carrey. Tu via ele em Ace Ventura, era... Não, no máscara também. Não, no máscara também, mas fora da maquiagem, pra mostrar a cara dele, ele não podia fazer aquelas caretas. E aí eles inventaram uma desculpa pra ele fazer. caretas e combinou. Foi perfeito. Foi perfeito. Essa dele tentar mentir e não conseguir ficar... Caralho, cara, eu ri de chorar.

tanto nesse filme, onde só de ficar sem ar, cara, esse foi um filmazzo, cara, muito bom. Guerreiros da Virtude, que você citou, é de 97. É de 97? Olha aí. Esse aí é daqueles filmes que não sei nem se ele saiu no cinema, porque... aqueles filmes que é tipo de infanto juvenil, de fantasia de portal, que passava sei lá, na sessão da tarde. Nossa, era muito especial pra mim. Guerreiros da Virtude? Guerreiros da Virtude é sobre um moleque que ele tá fugindo do...

os bullies lá, e ele entra numa fábrica, e ele cai num negócio de água, e ele vai parar num mundo de fantasia, e nesse mundo de fantasia tem uns cangurus ninjas, e aí cada um dos cangurus... Ah, não, não, bicho humano não gosta, já sei qual é. É, não, então é... Puta, cara.

A Vida é Bela, Boogie Nights e Anastasia

E é com uma maquiagem, assim, é bem perturbador. Mas esse aí, cara, eu lembro que me marcou muito, eu adorava. Em 97 tem... Todo mundo gostou desse filme, e hoje em dia acho que ninguém mais gosta, que é A Vida É Bela. Foi um Oscar, né? Ah, foi bom, foi bom o filme. Foi bom, foi bom, eu fiquei...

relacionado com esse filme. É, mas a gente descobriu que... Ele ganhou do Central do Brasil, né? Ganhou do Central do Brasil, a gente ficou com raiva, pois é. Não, mas o problema que a gente descobriu com o Roberto Benina era exatamente aquilo, que ele não tava falando. Exato. Eu acho que é isso aqui, porque ele era...

suportavelmente chato. Tu fala, caraca, esse cara é assim, maluco. Então, 97 tem Central do Brasil, né? Central do Brasil, porra. Central do Brasil é 98, não é? Central do Brasil é 98. O Vida Bela pulou, acho que um ano pra concorrer, eu acho que foi um lance desse. Porra, ainda roubou. Pra fechar aí, 97, antes de vocês trazerem aí Titanico, tem Lost Highway, né? David Lynch. Sim, é mesmo, de 97. Está na perdida. Sim. Olha, o Gênio Indomável também. Gênio Indomável, cara.

O filme é de 97. O filme que estiveram no verão passado também é 97. Mas isso aí é uma bosta. O filmão 97, antes da gente ir pra Titânico, que pra mim eu tenho que mencionar, é Bug Nights, do Paul Thomas Anderson. Nossa! Nossa, é muito bom. Não pode crer, esse é um filmaço, cara. Filmaço, sim. E é muito doido, a gente tava falando de Cassino agora há pouco, né? É o filme que o Paul Thomas Anderson emulando um escocésio sem ele nem perceber. O próprio Paul Thomas Anderson fala...

que, tipo, só anos depois que ele foi olhar o filme de novo, ele, caraca, é mesmo, né? Eu tava super imitando o Scorsese e não percebi. Sendo que a abertura é basicamente a cena do Copacabana. E, assim, não tô querendo diminuir o filme de jeito nenhum. É um filme que eu gosto pra caramba, mas... que eu também gosto pra caramba justamente porque ele canaliza sim uma energia Goodfellas cassino cabuloso mas levando pra uma outra direção é muito bom

Ó, eu queria puxar aqui pra fazer valer aí a lembrança de uma geração inteira, uma animação que não era da Disney, apesar de ter tido Hércules em 97, que é Anastasia. Não, não, não, não, não vale, não vale nem lembrar. Não vai. Boa, a galera gosta. Legal, era legal. Que isso? Como assim não vale? Mas bom. Não, o filme Red Scare do caralho, o cara começa assim, o comunismo nos trouxe a fome, o comunismo nos trouxe... Caraca, eu não lembro disso. Caralho.

E faz a gente ter empatia por família real, velho? Imperial? É, que porra é essa, cara? Mas aí metade dos filmes da Disney você vai descartar, né? Mas esse não é Disney, mano.

Titanic: O Fenômeno Global (1997)

de Titanic. Ah, chama aí o Titanic. Titanic é um filme que talvez engane muitas pessoas que falam assim, ah, uma das maiores bilheterias da história. Ah, mas é só um filme de amor e tal. Eu acho um filmaço. É filmaço também. É maravilhoso. Eu gosto demais. Excelente, cara. Excelente.

É, o filme funciona do início ao fim, cara, é isso. O roteiro não é nada demais, mas o filme é um evento. É igual a Pocahontas, né? É um evento. Não, não, Pocahontas é um avatar, porra. Pocahontas. O James Cameron abora Pocahontas, né, cara? Mas o filme é um evento, velho.

Cara, eu vou te falar que eu gosto do roteiro, assim, não tem nenhum problema, não. O roteiro não tem furos, mas ele não tem nada genial, um subtexto absurdo, não. Mas ele funciona, né? A história em si do Naufrágio do Titanic já é, por si só, um troço espetacular, né? Mas olha só, pensa no seguinte A história do Jack e da Rose Se não tem o Naufrágil Então o filme, ok, de Sessão da Tarde Sim, mas o filme é sobre o Naufrágil É que nem você fala assim, se você vê O filme sobre Jesus

tiver a crucificação, é só um filme de um cara maluco falando com a galera, entendeu? É vida de praia, hein, pô? É vida de praia. Exato. Tem crucificação na vida de praia. Tinha um professor meu que falava que pra exemplificar quando você tem uma grande... ideia na publicidade e alguém quer tirar, ele falou assim sabe que o roteirista do King Kong apresentou lá o roteiro pro estúdio e os produtores falaram, nossa que roteiro maravilhoso, mas tira esse macaco não tem nada a ver

Cara, eu falo isso direto em aprovação de cliente aqui. Às vezes tem cliente que, ah, agora adorei, só tira o macaco. Tira o macaco. Eu queria contar a história do naufrágio, mas ele precisava de uma história que a gente se identificasse com o personagem. Senão ia virar só uma tragédia. Um documentário. Mas olha só, eu lembro de uma sensação muito forte da época.

isso em 97 que é o seguinte não é nem só o fato de ser real ou não é o fato deles conseguirem mostrar na tela do cinema imagens realistas parecia que você estava vendo o naufrágio porque todo mundo imaginava como era o naufrágio do Titanic e você estava vendo a representação dele Os efeitos já chegaram num ponto que te enganava. Então, dá um senso de escala. Historicamente, minuto a minuto, o negócio lá do capitão, do barco, perfeito. Uma reconstrução. Ele era muito fascinante por isso.

lembro, cara, que esse naufrágio, né? Ele era um grande acontecimento da história da humanidade, né? Ainda é, né? Sim, mas assim... Mas foi, né? Foi impacto na época. Não, foi, mas assim... Sem trocadilho intencional. É que logo na sequência, tipo, uns anos depois...

Teve o 11 de setembro, então talvez a gente tenha virado um pouco a chave pra uma grande tragédia nesse tamanho, assim, né? Mas eu lembro que minha avó falava assim, não, porque era o maior navio e antes de afundar alguém falou, eu não lembro quem, tipo...

nem Deus afunda esse navio, e aí, sabe assim? Tá no filme, tá no filme essa frase. Ah, tá no filme, eu não lembrava que tava no filme, mas assim, era uma coisa que eram conversas que aconteciam. Todo mundo sabia que tinha naufragado o Titanic, que era o maior navio que já existiu e tudo mais.

Então, trazer essa história à tona do jeito que ele trouxe, com aqueles efeitos e aquele realismo, ele afundou lá, criou uma piscina gigante, afundou partes do cenário. É muito grandioso, o filme tem essa parada.

isso é uma das coisas que faz o filme ser especial também, porque o que o James Cameron fez com o Titanic ele fez um resgate de um tipo de filme que Hollywood não fazia há décadas, que é o romance épico que é o que eles faziam na época de E o Vento Levou, Assim Caminha a Humanidade, Doutor Divago, que era uma tradição de você pegar essas histórias de amor muito intensas com um grande evento histórico como Pano de Fundo, que se amarra com a tragédia dos amores e tudo mais.

é uma coisa que sumiu de Hollywood durante décadas, e aí o James Cameron consegue trazer isso com Titanic, e aí amarra com isso. Sumiu depois também, né? É um dos últimos grandes romances épicos, então, só que aí...

ele consegue também trazer esse épico, assim como esses épicos também eram épicos no sentido de você ter grandes cenários e tudo mais, o James Cameron também consegue atualizar isso com os efeitos especiais que o Gavito estava destacando e tudo mais. Então é um outro capítulo importante para um subgênero.

Titanic: Detalhes e Naufrágio

Era muito específico que tava abandonado Até hoje se discute se cabia O Jack naquela porta Não aguento mais Ele participou já desse Ele tem um Não é um documentário, mas tem um vídeo Tanto com o Mythbusters e depois ele fez de novo e realmente cabia, como a gente já esperava. Não, mas tem uma cena cortada que explica isso, já viu isso? Que é um cara que tenta subir, ele, ó, sai daí, o DiCaprio, o Jack, ele ameaça o cara, sai daqui, sabemos que essa tábua não dá pros dois.

Ou todo mundo vai morrer ou você sai daqui. Ah, o cara vai embora. Só que essa foi uma cena cortada do filme que explicaria pelo menos no universo do filme que não dava duas pessoas ali. É, bom só lembrar historicamente que o Titanic, por isso que a Sasha foi o Max que falou que a avó...

lembrava e tal, o navio ficou durante muito tempo perdido na fossa, entendeu, cara? Então, durante anos e anos e anos, o Titanic era só uma lembrança, assim, que criou toda uma mítica em volta disso. E eu acho que foi recentemente, acho que nos anos 80... se eu não me engano, por aí, que conseguiram filmar tudo, entendeu? E aí virou, porra, já trouxe mais interesse. Primeiro de setembro de 1985. Olha só, careca. Não, que acharam, né? Acharam. Mas o James Cameron fez expedições lá pra filmar.

Pois é, então ficou durante anos numa fossa lá embaixo e ninguém sabia nada do navio e todo mundo se perguntando como é que esse titã tinha afundado. Eu gosto muito do lance da joia, dela ter guardado a joia, não ter afundado junto. Que velha filha da puta Você gosta disso Você gosta dela jogar A velha já era dela, né, cara? Ela faz o que ela quiser com essa porra, né, cara? Você é a favor de herança, Alexandre? É isso, hein? Mas é engraçado que a galera faz aquele... Mais do que a análise...

lá, se cabia ou não na porta e tal. Essa análise, tipo assim, peraí, peraí. Ela passou por isso, aí depois você vê as fotos dela, ela casou, teve filha, não sei o que, teve toda uma vida, e aí de repente ela morre e ela volta pra... ficar a eternidade com o cara que ela transou uma noite só, tipo, o one night stand dela no Titanic antes da parada afundar, sabe? Imagina a experiência de vida, velho, sobreviver ao naufrágio da parada. É, a culpa de não queira, sabe?

pra que que a tua mulher vai depois que ela morrer, porque não vai ser pros seus braços. Se você já morreu... Várias paradas, a bandinha tocando... Sim. Roda demais. Roda demais. Dizia que aconteceu, né, mesmo, né? Sim, que eles tocaram ali. que não sei até que ponto, mas que tocaram. Mas assim, você viu que recentemente eles fizeram um scan 3D do Titanic lá no fundo inteiro, né? E aí eles fizeram um monte de novas análises e tal. E aí uma das análises dizia...

que, tipo assim, a casa de máquinas lá que ficava lá atrás, os geradores, eles têm evidências que eles estavam funcionando quando a parada afundou. Então, eu não sei se tem algum relato que diz o contrário, mas o cara tá sugerindo que as luzes do Titanic nunca apagaram. Caralho. Puta, mas a hora que apaga...

no filme é foda demais, cara. É fudido na hora do filme, mas é interessante, né, essas releituras. Mas assim, tem os casos que acontecem, né, então o Jack fica preso, aí ela pega o machado pra cortar as correntes, e aí tem aquele casal de senhores que fica na cama pra morrer.

morrer. Nossa, aí todo mundo ficou na merda com esse casal. O James Cameron, ele sabe muito contar essas pequenas historinhas dentro da história maior, assim, que eu acho foda demais. É, isso é verdade. Eu gostava muito de um filme quando eu era moleque que era o Destino de Poseidon. Sim. com o Ginny Heckman e tal esse lance de naufrágio eu já curtia pra caramba o destino de Poseidon não era de Poseidon desculpa professor professor mas aí porra

Era bem diferente, mas era um naufrágio, assim, de um navio grande e tudo mais, né? É que o navio de repositor, ele vira, né? E a galera quer sobreviver lá. Eles têm que descer pra subir, né? Essa que é a parada. É muito maneira a ideia. É muito foda. Isso era clássico do Supercine, vestido...

Conclusão: Década Incompleta

Poseidon, Inferno na Torre. É isso aí, Dudu. Poseidon, Poseidon. E aí, gente? Quantas horas a gente programa aqui? Ainda tem 98, 99. Tá fodido. Puta, chega, chega. Então vamos fazer um programa de 98, 99. A gente não chegou nem em 98. 99 tem muita coisa foda, cara. 98 pra caralho também aqui. 98 tem Ronaldo tendo piripaque na final da Copa.

isso aí dá um nerd que é inteiro mesmo joga um nerd trazendo futebol é isso esse é o plot twist do final pode acabar o programa mesmo Este Nerdcast foi editado por Radiofobia Podcast e Multimídia As a raider scavenging a derelict world, you settle into an underground settlement. But now you must return to the surface, where arc machines roam.

If you're brave enough, who knows what you might find? Ark Raiders, a multiplayer extraction adventure video game. Buy now for PlayStation 5, Xbox Series X and S, and PC. Rated T for Teen.

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