com pessoas: "Vais voltar à Rádio?" - Ana Markl - podcast episode cover

com pessoas: "Vais voltar à Rádio?" - Ana Markl

Jul 01, 202558 minSeason 1Ep. 198
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Episode description

Vai ser um dos vossos episódios preferidos, porque é a Ana Markl.


Ela lançou o livro “Do Outro Lado do Tempo” — lindo, divertido, intenso. Está aqui: 🔗 https://tinyurl.com/ana-markl-livro


Falámos de imensas coisas:

📚 livros

🛍️ vinted

🌀 menopausa

📢 anúncio “pró-vida”

🎯 desafios para a Ana se desenvencilhar

🥖 e, o mais importante, pão.


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🎭 Tenho novo espectáculo em Lisboa dia 7 de Outubro.


🔗 Todos os links estão aqui: linktr.ee/joanagama

Transcript

É o podcast, não sei ser. Ah. Olá, tenho vos entregue bons convidados ou não, assim, tal, tal. E vocês têm ouvido, vocês têm seguido no Instagram, vocês têm sobrevivido e é isso que mais mais interessa. Eu tenho aqui algumas recomendações para vocês. A terceira vai.

Vai vos deixar malucos? A primeira é, obviamente, o meu espetáculo, dia 7 de outubro, no villaret chama se não sei ser, é comédia, é stand up comedy, mas feito de improviso, que parece ser um contrassenso e se calhar é apareçam 7 de outubro. A segunda recomendação é se jogar em mímica, por favor, não continuem a repetir o mesmo movimento, como se a pessoa percebesse está bem, estamos a fazer pássaro. AA outra pessoa não percebe e de repente isto, isto, isto não

ajuda e não vale. Só assim uma recomendação que me ocorreu, não porque tenha jogado recentemente cá em casa, a última recomendação que eu tenho para para vocês é um filme e órgãos relântimos, um realizador grego. Calma, calma. Eu não sou o Rui tendinha, até porque eu não acho que stand up seja uma preguiça como ele disse no. Num podcast do do expresso, um dos primeiros filmes dele, doctuve é sobre o poder

autoritário. A seita é uma família que vive de acordo com uma espécie de seita e que tentam não preparar os os filhos ao máximo para para saírem de casa. Mas já que falei de mímica antes, o Miguel e eu estávamos a ver este filme e, de repente olhei para uma cena e pensei, pá, isto não é falseado, isto não é falseado. E como devem? Saber.

Existem vários métodos de representação, alguns em que se falseiam as ações, as emoções, outras que são mais de não têm mesmo que sentir, têm mesmo que levar com a Chapada na fronha. E há uma cena em particular que eu vi e pensei, pá, não isto, isto. Isto foi a Sério? Isto foi a Sério. Só pode ter sido a Sério. Fui à internet e efetivamente houve um momento em que um dos protagonistas espetou um alter na fronha e ficou coberto de sangue do próprio sangue dele, um alter na fronha.

Assim está em frente. Fica assim uma recomendação, uma reflexão também do que é que será? AA representação e tudo mais. Portanto, o filme chama se doctuth e órgãos lantimos e fica aqui isso EE aproveitei também aqui para subir aqui um bocadinho o nível de recomendações, porque hoje temos a magnífica Ana markl falámos sobre tudo e mais alguma coisa falámos sobre pão, sobre vintage, sobre a conjetura atual. Falámos também sobre perimenopausa e menopausa,

maternidade. E mais coisas que eu agora não me lembro, porque o que é que oiçam não é? Acho que acho que é que é muito isto. Ana markl é verdade que vais voltar a fazer rádio? Não, não é. Ah, então então eu faço uma pergunta para agarrar as pessoas e invento e afinal, não é verdade? Pá. Não é verdade. Quer dizer, não quer dizer. Pode vir a ser verdade. Eu vou. Saber x é um x. Foi? É só, é. É a partir de um x para cima. É só dizerem e. De um horário.

Para baixo é de um horário, para baixo é pá. É isso mesmo, um horário para baixo ou para cima, consoante a perspetiva, eu voltar a fazer. Amanhã. Não contem comigo para fazer manhãs em lado nenhum na rádio, na televisão, numa padaria. Isso não. Não contem pá, porque eu apercebi me do quão obstrutivo aquilo era. Para mim é mesmo. Mas sim, estamos bem de manhã já não estamos?

Não estamos bem, estamos bem. Eu por acaso no outro dia falava com o Rui Maria precisamente sobre isso, Hum Hum EE ele está e estávamos a partilhar essa dor horrível que. Nós devíamos fazer um almoço só de Malta das manhãs. Ah, sim, sim, Mariana Alvim, tudo, mas mas devia ser a Malta que não faz manhãs. Mas espera a cena para todos. Juntarem e dizerem tipo, Ah, que bem que estou.

E a Mariana depois passava. Se só que a Mariana tem um trajeto ainda mais engraçado que é saiu das manhãs, foi para as tardes e agora voltou às manhãs. Estou quero imenso saber o que é que percebes que. Loucura? Não não consigo sequer imaginar. É um XO, que é que é um x? É um x, só pode ser um x. Porque eu não? Consigo. Mas é um xzão, porque, no meu caso, espera. No meu caso, só se fosse uns x atos que era para. Tem mesmo que ser para ir cortando um bocado ir. Cortando um bocado.

Olha, eu lembro me quando fazíamos manhãs que estavas com grandes dores de cabeça, que sofrias para caraças depois acho que vieste a descobrir que era Pery menopausa, que eu tinha um bocado a ver com isso. Ou não quer? Dizer, as dores de cabeça sempre me perseguiram. Só que, mas foi mais intensa. Acentuando EE de forma mais aleatória. Sabes que? Estou a ficar velha também ando com imensas dores de cabeça.

Iá, tosse, perdão, imensas dores de cabeça sempre quando o anel vaginal deixa de fazer efeito, porque estou mais sensível à queda de estrogénio, porque estás mais perto dos 40. É isso, amiga, é isso, é isso. Não prepara te porque a periminopausa é um longo caminho, não é? Começa devagarinho, provavelmente já estás. Há, mas não angustia. Te não angustia nada. Mas eu não tenho o PIP e grisalho mas. Mas se tivesses, o pipi grisalho tira os pelos.

Mas tens já tens pipi grisalho. Não dou grandes hipóteses para fazer depilação o? K, portanto, não não sabes se há aquele mais assim ou se há aquele mais. Não, eles estão assim, estão misturados uns nos outros. São pessoas que. São. São são pessoas que são muito gregárias, percebes. Acho assim muito, muito, porque. Podia saber assim, um gueto de não, mas não há. Estão todas muito misturadas, felizmente, mas são mais de parte deles públicos. As hipóteses agora estão públicos.

Agora não são públicos, são bastante privados. Já foram mais públicos. São outros tempos, outras vidas. Então, não, não tenho canita envelhecer. Não me canita muito a envelhecer na medida em que eu não, eu não eu. Outro dia estava a fazer este raciocínio que é, eu gostava. Às vezes, penso assim, eu gostava de ter cuidado melhor do meu corpo quando tinha tipo trintas o. Que é que andaste a fazer? Fazer mais ginástica, pá. O que é que andei a fazer?

De de fumar muito, a beber muito, sei lá, com essas coisas que as pessoas fazem. E a dormir pouco, essas coisas todas. E só que eu penso assim, eu não podia ter vivido de outra maneira. Eu não tinha maturidade para apreciar a saúde. Pronto, não. Percebo, percebes é bom, percebo e naturezas e merdas a. Natureza sempre apreciei, mas. Sim, mas durante o dia. E estava na natureza, provavelmente a estragar me toda a. Fumar com uma letra exato. Imagina Ah, tão lindo isto.

Sozinha não havia manif ninguém. Nada, nada. Não se passava nada. Só eu sozinha. E agora que chegou esta fase da minha vida, não é? Eu tenho, tenho 46 anos, isto não é brincadeira nenhuma, já estou mais perto dos 50. Pois é, e penso assim, é pá AAA, menopausa propriamente. Eu estou em mais do que perimenopausa em agosto, declara. Se a morte. AI é porque são x dias, é 1 ano. Um ano? Um ano sem sangramentos? Sim. Sim, sim.

E eu deixei de ter em agosto. E então quando eu percebi tipo, Ah, isto agora vai mesmo acontecer? Pá, pensei. Sim, senhor, pode ser coisas boas. Estou a pá. Tenho que estar atenta ao meu corpo, não é? Porque se não quero ficar com osteoporose toda torta, toda. EEE, geralmente ficamos um barril. Pronto. Se ficarmos aquelas mães rotunda. Exato, não é por acaso que tem essa. Ora aí, está aí que eu já uso. Porque lá está por aí. Somos mães. Podemos usar o que quisermos. Ora isto, mas.

Mas pronto, é pá sentir que tenho que não quero barrilar, portanto, enfiar nutricionista com essa consciência. Não quero ficar cheia de dores como a minha mãe nas costas, com os ossos todos desfeitos. Portanto, comecei a treinar 3 vezes por semana. Ferro puxas, ferro. Puxo, ferro, pus, ferro, Marco, porque nas. Fazes peso morto. Foi, foi uma, foi a minha médica mesmo que disse, ela disse assim. Já tive aqui a ver os seus exames dos ossos, não têm de osteoporose, mas têm a osteoponia.

Que é que é a Mini? É entre Câmara, não é da osteoporose. E eu disse assim, doutora, o que é que eu faço? E ela puxa, ferro. E vais? Ao ginásio ou é em casa? Não é em casa, então? Mas em casa não aumentas os pesos estás? Aumenta aumento. Eu comprei um kit daquelas da Sports a Ah, cara. E já vou na Sports a um não da Decathlon. Ninguém, ninguém te paga para dizer isto. Não é da interspor? Não da Manuel Sport em Santa

Cruz, a Sério. Na Decathlon, comprei uma para as malonas a se. Encher? Sei. Sei que na pandemia, escutou? Sim, tem. 20 kg aquilo. 20 kg, tudo junto ou tem um algo? Tem 20, tem 20 kg. Separado. Separado, que é para ir juntando coisa e mas tem uma PT, não é? Portanto, isto não tem uma, tem uma programação, senão ficava lá com a mala só ganhar para OEE tu e tu está. Estou nem a estou a evoluir. EE estás a ficar a certinha. É pá. Vou dizer que sim. Está a enrijecer, está a enrijecer para.

Ela, mas. Mas o caminho, pá. Eu fiquei contente de ganhar consciência e só ganhei consciência porque envelheci. E se este é o preço a pagar, é envelhecemos. O melhor é pá, mas isso é eu. Eu trabalhava com a Filipa galrão e a Filipa sempre treinou todos os dias, desde que eu a conheço. Calma, não, sim, calma, mas eu lembro me de gozar com ela e assim, pá, isso é ridículo, isso é um problema, isso tens problemas de autoestima? Tens não sei quê.

Ela não, para mim é uma terapia. E é importante para mim e não sei quê. E eu, pá, vai te foder, tipo, e agora? Eu treino todos os dias. Pois é. É só mamo, bifalhão. Mamo bifalhão, mamo choca pique, pois está bem. Choca pique, não mamo. Percebes até por causa de glúten, tu estás velhinha no glúten também? Mas o glúten não tem a ver com isso, o glúten tinha a ver com com prevenir dores de cabeça, porque cortei nos alimentos

inflamatórios. Era para ver se conseguia controlar a intensidade das dores de cabeça. E começaste a injetar o brufen corta o. Brufen não é? Tomava já. Onde é que isso já vai? Não, eu já estava nos omingues ultimamente. Tenho estado tem estado controlável. Mas a verdade é que eu faço muitas excepções, porque eu adoro pão, pão. Pão é vida se. Me aparece um pão assim, vais ao restaurante. Me parece uma cesta com um pão mesmo daquele pão. Pão mesmo bom e um molho.

Aquele pão de aberrace ri, por exemplo, aquele sementinha, aquela sementinha. Vais para semente ou não? Não. Aí eu, na barrace, ri qualquer coisa até pode ser uma esponja. Vou lá molhar no molho. Sim, sim, sim. Uma esponja, imagina? Aquelas cor de rosa. Sim, sim, pois não é. Para não comer pão, chuchava uma. Esponja do mar e vem e vem, mas é pão é tu gostas de pão. Pão de pobre ou aquele pão massa, mãe, agora gosto.

De olha, gosto de todo o pão na verdade deste fresquinho deste fresquinho assim a fazer crock anquinho. Pão de forma já não. Consigo, não, isso não. Pão Japão de forma. Isso já é para quem não gosta de pão. Iá. Isso é só para quem quer encher o bandulho, mas para outro dia fui ele e comer o restaurante do mercado. Puseram me uma broa à frente, porra, uma broa linda, uma broa. Manteiga ou comes broa? Seco aí, lá está, cortei nos lácteos também. AI, Ana, mas.

Estou bem porque eu já. Não, ainda bem, estás bem, mas e agora? Apetece te e estás no sofá? Estás a ver um big Brother, Brother, Brother, o que é que é puta? O que é que o que é que vais mamar? Vou mamar? Posso, por exemplo, vou mamar aqui uns um mix torrado. Calma, mas não é tudo. Sim. Porque depois, imagina, bebo, jola, jola em casa a ver o big Brother luta. Não isso, não isso. Isso era só deprimente. A ver Oo Cláudio assim, Ah, quem

é que vai sair não sei quê? Sozinha não, domingo à noite. A comer caju, EE tremo se pá. Tremo, se também gosto, como? Tremo se é vida. Não tem caloria, também tem pouca. Caloria tem mais prota. Tem muita prota, é verdade também também meto muita. Já meti mais prota na minha dieta. Mas, espera, tu estás a ler prota natural, estás a fazer prota dessa, a prota do pó. Mas só ao pequeno almoço assim, hoje comi uma paponga de cima de aveia.

E puseste prota pus lá prota e brota com sabor ou a. Prota não brota sem não tem sabor, mas não tem açúcar. O meu problema é o açúcar das protas, que me enjoa muito, que sabe mal. Pois é que eu às tantas, depois de uma vez, já fica assim. EIA, nojento, nojento, não são? Ninguém me paga para dizer isto, são aquelas. Não vais para os não, vais para as cenas do milhões. Não, não por. Ser pouco natural ou por ser o gajo? Não por ser o gajo. Iá percebo. Não e já EE também.

Me cortou a cena ainda. Usei um desconto de uma celebridade qualquer. Para achava que aquilo era do unas. Como foi? O primeiro gajo? Eu pensei fogo. Mais uma cena com o unas unas já teve, frango? Já teve. Frango se calhar, se calhar até me pensei, isso não é pensar. Este gajo deve ser dono disto. Pois é, mas não, não é. E depois, pronto. E depois, quando Miguel começou a mostrar. A sua, as suas. Opiniões em todo o seu Esplendor. Eu aí, bem, já não consumia,

então não faz diferença nenhuma. Tu terias interesse em falar com com pessoas desse espectro ou seria qualquer coisa como pá? Não, não estou para. Isso. OK. Ou seja, eu tenho, eu tenho interesse, por exemplo, se eu for. Eu claro que todos nós nos cruzamos com pessoas fora da nossa bolha, mas não muitas, até eu não. Cruzo, eu não saio de casa. Sei lá, vais ao cabeleireiro,

vais ao à mercearia. Se uma pessoa com quem eu tenho alguma relação é pá. E eu até tenho relações boas, sei lá, com a com a minha cabeleireira, ou com a esteticista, ou com com a pessoa do café, ou com não sei quê. Se se se a pessoa disser assim, estou a pensar, é votar no chega. É pá. Eu tenho interesse em perceber as motivações dessa. Pessoa é isso, é isso. Não é convencer, não é não. Não tenho interesse em. Perceber de onde é que vem essa pronto. Se for militância é pá, aí já

não tem interesse. Ah, não, claro, claro. Eu acho que se for uma conversa sensata. Exata é isso? Ainda que seja com uma pessoa cuja opinião não nos parece sensata. Mas acho que, por exemplo, tanto tu como eu somos muito interessadas em pessoas, em tentar perceber, sim, sim, a personalidade e empatia, acho que. Que acho que é interessante. EEE eu acho que está aí um

bocado. Acho que foi o Rui Tavares que disse que é. Se nós estivermos mais abertos a perceber essas pessoas, é a melhor forma de combater. Ó pá, claro, porque o problema foi que nós antagonizamos muito antagonizamo nos os 2 espectros, as 2 pessoas que andam assim um bocado à à torreia à massa nestas questões. Fomos reativos, não é? Fomos. Muito reativos EE, isso se catou muito. Pá o ódio, EE não deixou grande margem para haver diálogo.

Isso é verdade, porque se bem que eu acho que isto é uma conjetura um bocado incontrolável e global que nos ultrapassa. Mas eu eu acho que que a solução passa muito mais por haver. Há essa compreensão da motivação do outro lado, mas não quando há claramente incitamento ao ódio e à violência e. Claro, e é a melhor. Desrespeito dos direitos das mulheres e das minorias e et cetera, pá. Aí já não há, está. Tão grave está tão grave. Está tão grave? EOO não apoio que está a haver à cultura.

AA junção de tudo no Ministério. Sim, pá. Está. Não está? Enfim, sim, há muitas coisas. Eu agora tive sessão com a minha psicóloga e uma das questões porque passámos foi mesmo de. Pá do mundo está muito ansiogénico, não é? Tipo, e tu? Tu estás a lidar bem com isso. Eu lembro me da da Catarina Barreiros, aquela ambientalista fenomenal que ela chegou a falar da eco ansiedade, exato. Ficou tanto por dentro de um assunto. Tu és muito sensível a estas coisas, lês muito, sabes muito.

Como é que tu? Como é que tu estás a conseguir separar te. Disso estou estou te a fazer um grande esforço para dissociar, que é aquela expressão que se

usa, que se usa hoje em dia. Que não é bem alienares te mas é conseguires viver a tua vida sem sentares sempre com com o coração num cesto pá. Porque eu penso muitas vezes que se eu soubesse o que sei hoje, ainda hoje estava a ver uma notícia No No Instagram da sic ou que era da sic notícias que dizia, Oo discurso de ódio, os crimes de ódio e incitamentos ao ódio e à violência aumentou 200% em Portugal.

Foi uma coisa assim. E eu estava a pensar, porra, se eu soubesse que o mundo IA ficar 200% mais merdoso do que já era, não tinha tido filhos? Pá. Não tinha isso que eu IA porque não sei porque. Por outro lado, estás a ser ativa na mudança, estás a criar mais uma pessoa para o. Eu agarro me muito a isso, mas ao mesmo tempo penso assim, é pá, sim. Mas daqui até se eu operar, realmente haver condições, passou para a uma mudança. Eu acho que isto tende a piorar bastante e. É um ciclo, não?

É, e a minha sensação é tipo. Eu só tenho vontade de o fechar na minha bolhinha não posso porque não quero que ele também seja em burro. Sim. Mas, mas, mas tenho esta pá. Tenho que pensar muitas vezes, tipo um dia de cada vez. Se bem que um dia de cada vez, uma pessoa que de facto, mas depois olhas para trás e pensas, ei, é o que já mudou nos últimos anos. Sim, sim, sim, sim, está a acontecer. Mas a verdade é que está a acontecer, mas é muito pior, OOA

antecipação. De toda a porcaria que está para vir e que está para vir e que vem que está a acontecer neste momento, a antecipação do isto nada vai ficar pior. AI isto nada vai ficar pior é muito pior do que tu. É pá, já estares emergida na merda. Não só na que existe, como na imaginas que vai existir,

portanto, pelo menos apaga esse. Pensamento de situação não é mudemos de conversa, mas conversa sim, sim, eu pronto, pegando nisso de manter o teu filho na tua, na tua bolha, eu acho e sei que és uma pessoa bué fixe bué. Sensível, bué, empática e que talvez tenhas dificuldade em dizer que não algumas coisas ou já estás melhor nisso. Não tenho, nunca foi uma questão. AI, não, não. Então deixa me apagar aqui o exercício todo que eu tinha, então.

Mas espera, eu vou dar te aqui alguns cenários, espera, e tu dizes me. Como é que se conseguias ser? Ah, não. Mas espera dizer não. Ah, tu estavas a falar não é dizer não ao meu filho. É dizer não de forma. Geral dizer não às. Pessoas, agora, agora estou melhor. Já foi um problema? Já, mas mas sim, já foi um problema. Então, mas espera, não vamos. A isto vamos. A isto, vamos a isto, vá. Vou estar aqui alguns cenários, então em quero saber como é que?

Está bem, está bem, eu gosto. Disso é irmã de um amigo teu. OK. É cabeleireira e tu foste lá para ser modelo de de um corte de cabelo. Ficou uma trampa, ficou terrível. E ela pergunta, Ah, o que é que achaste? Estás linda? Ah, não, eu acho que hoje em dia já dizia assim, não, adoro. Mas, se calhar, tenho que me habituar. E depois penso, exato, dizia, não adoro, mas isto vai lá. Não é um não. Isso é bué tipo um equilíbriozinho da piça, ou é?

Tatto não sei. Não sei que ao mesmo tempo, não é eu, eu, se eu me presto a esse teste, eu tenho que me responsabilizar um bocado, percebes. Verdade. E nesse sentido? Isso não me sujeitava que era o que realmente aconteceria Era Eu não me sujeitar. Não é sim, sim, AI não posso,

não. Posso amanhã para sempre, exato, vou ter dores de barriga neste dia, esta hora para sempre, portanto é a minha forma um bocado de me responsabilizar, pá, porque imagina teres assim, Ah, É Ela nunca cortou o cabelo a ninguém quer fazer um teste? Então vá, vamos a isso e depois só estúpida esta porcaria que me fizeste, pá, não, não faz sentido isso. Parece um Piá sabo humilhado. Fiz a de é tipo. Respira, responsabiliza, te tipo. Pronto, não adoro, mas.

Mas iria ajudá la se tu fosses honesta? Então, mas ser honesta era dizer isso. Não adoro ela. Ela estava com esse da que era lindo. E ela, se calhar, tinha tirado um curso de cabeleireira e eu não, não é. Portanto, ela tinha o seu sentido estético, certo? E, portanto, é subjetivo, é aquilo que estás a querer. Dizer, eu IA até um bem subjetivo. Portanto, eu não dizia assim não, isto é taxativamente. Uma merda de um penteado. Dizem só não adoro, mas

eventualmente acabei. Foi por me habituar e dar se aqui faz, se assim o. K, próximo cenário. O teu filho diz te, aos 16 anos, que está a pensar ser militante de um partido de Extrema direita. Como é que é? Como é que fazeres? A certeza que as coisas já tinham corrido muito mal até então, portanto, não, não. Já tinha um vidinho assim em casa, porque é. Que estás a deixaste de bigode dele? Nada, nada. Como assim, como assim? Chiça, eu acho que isso não

podia ser surpreendente. Se não eu estava a ser uma má mãe, de certo? Se isso me surpreendesse assim, tipo. Então. Então, ainda ontem, estavas na festa do bloco, porque é que tens? Porque é que tens sangue nas tuas botas? Exato, nas tuas DOC Martens de biqueira Bastos. Portugueses é com s. Que horror, o que é que eu fazia? Ei, eu nem consigo imaginar o que é que pode levar.

Falava muito com ele, falava muito com ele, mas eu sei que ele não IA querer falar comigo, não é porque tinha 16 anos e. Pois há aquela cena de os gajos, tanto se pode identificar connosco como querer exatamente ser o contrário. Mas mais ou menos, eu acho que isso não é bem assim. Mas não vai para a nenhumraria. É pá. Eu acho que uma coisa é tipo haver rutura geracional. Outra coisa é ver mesmo. Pá, quando há mesmo assim uma cena, quando sais completamente, fora completamente, mas assim

uma forma. És adotada? Gritante, não? Acho que acho que se calhar não, a relação não era. Não tinha aquele, não era. Boa? Sim, eu acho que sim. Acho mesmo. Uma coisa é tipo o meu filho chegar e dizer assim, era estranho, mas vá. Não tem mais JSD, nada de errado. Atenção, não sequer estou a comparar, mas só por isso é que pronto. Toda a gente sabe uma família de esquerda. E ele dizia, eu dizia, está bem

pronto, vou ser economista. Estou a pensar até em em 1 dia ser primeiro-ministro, pá pronto. E eu dizia, pronto. OK, outra coisa é tipo, aí já era uma cena, aí já era tipo, temos que sair ao psicólogo. Eu pergunto te isto, porquê, porque uma? Tu consegues, pronto, és mais velha do que eu. Eu, às vezes não consigo deixar de ser empática e passar para a responsabilização das pessoas. Agora, num, num, como tudo geral, OK, percebes, tens um gajo, que é que é absurdo, que é

um cretino que gritou contigo. EEE, eu eu sinto género. Bem, este gajo está a passar. Para um mau bocado, coitado. Não sei quê depois toda a ajudá lo, mas penso assim, fogo coitadinho Na Na Na tu tens essa empatia, mas pronto, se calhar afastas te e nunca mais estás na nesse ambiente é pá. Sim. Mas consegue tu pensas? O gajo é cretino ou pensas? O gajo é coitadinho. Eu, eu penso, eu, eu, eu. Eu não penso que é coitadinho. Certo. E também não, não é coitadinho.

Exato, não, sim, eu faço um exercício às vezes que é tipo, como é que foi a infância desta pessoa? É isso, é isso eu faço. Até fui ouvir outro dia o um podcast, uma série pequenina do observador, podcasts de sobre AA vida do do Elon Musk, tipo, para perceber o que é que se tinha passado para aquele gajo, sei como era. E é pá, a infância de letra horrorosa, é super. Ela celebrosa tipo, ele IA para Campos de férias, o pai mandava para Campos de. Férias que era tipo.

Tropa exato e já me perderam. De férias é merda mesmo? Que fosse para cantar com um bayá já me tinham perdido, mas aqueles era era para dar a corrida, tipo incitavam ao bullying. Tinhas que andar à porrada para conseguir comer é pá. E depois o pai era super abusivo. Depois ele era bullying na escola, levava porrada de meia-noite. Eles fizeram lhe a cara uma vez, o pai ainda ocupou a ele.

Depois dava lhe tipo, punha ele e o irmão de pé durante horas, só ouvido o pai AAA insultá Los durante 3 horas, tipo pumba, pumba, pum, uma Manaus abaixo, pá. E além disto, passava se num apartheid, não é? E o gajo via pessoas a ser assassinadas assim à sua volta? Então é o tamanho ou é coitadinho? É iá EE isto tudo sendo autista, não é? Pronto, por um lado, pode ser. Hã? Não sei. Às vezes poderá haver traços que não sei por acaso. Vou entrevistar uma.

Que o defendiam. Sim, que talvez criasse ali uma Barreira. Não sei. Eu vou entrevistar em breve 11, mãe de um autista, Carina e acho que vai ser interessante nesse aspeto interessante. Mas sim, coitadinho ou coiso? Portanto, não chega a ser coitadinho, chega a ser. É uma besta. Exato, eu não posso desculpar o que ele, o que uma pessoa faz no presente em função dos traumas do passado, porque tu podes

passar por traumas terríveis. E no outro dia falava disto No No voz de cama com a Tânia, que era. As pessoas dizem assim, é, levei porrada quando era pequena e estou aqui impecável, espetacular. Não estou traumatizada, pá. Porquê? Já passou o trauma, não pensou muito sobre isso, não é? E já não leva pancada. Está contente com a sua vida? Pronto, está tudo. Certo.

Se essa pessoa viajasse no tempo, no momento em que levantaram a mão para lhe encher de porrada, se calhar ele, se pudesse fugir, fugia, não ficava a levar essa porrada, não é? Não é não era tipo AI, porque eu mereço. Exato, lá está. Não, porque vai ficar tudo bem no futuro. Portanto, eu vou aqui sujeitar me a levar essa sova de cinto. Mas há pessoas que têm traumas e que e que processam os traumas de uma forma diferente e que.

E que pá. Há pessoas que que se vingam dos seus traumas, a sendo traumas sobre os outros, há pessoas que que os processam. É pá de uma de uma forma mais de com mais autoanálise EE, de uma forma mais sensível, vá já não sei onde é que eu queria chegar. Ah, pronto isto para dizer, não podes desculpar um gajo que faz merda no presente em função de coitadinho que infância que teve, mas podes pelo menos não

ter vontade de lhe de lhe bater. Que eu acho que já é ótimo que sim, fizesses o exercício de não, este gajo foi é pá pronto. Tipo o Elon Musk, não é este gajo foi maltratado, não teve amor, não teve pá, foi vítima de bullying na escola, foi sabe se lá o quê de de elogio doméstico, pá. Ou seja. Sim, sim, tu. Podes pensar e ter essa empatia, chegar a esse ponto que é, não é coitadinho, mas é. Este gajo passou por muitas merdas, se calhar para ser para estar a dizer o que está a

dizer. O que não implica é que ele não seja um cretino. Na mesma, portanto, é um bocado os 2. Eu tenho de tenho de aprender um bocado isso. Mas pegando neste nesta parte da conversa, o que é que tu juraste a ti mesma é que nunca irias fazer sendo mãe. Para mim era gritar que é uma coisa que eu tenho de aprender a fazer, que é, eu estou no espetro de um fado e tenho que parar, tenho que parar, porque às vezes é preciso ser assertiva e a minha bitola da da

assertividade é tão baixa. Falta aqui um bocado o não. Claro que não é, não é isso. Mas na minha cabeça, tudo aquilo que passa o drunfo é pá passado. Eu não grito, eu não grito. Não, não é o é é o deixar de ser doce, percebes às vezes. É pá. Eu digo, eu digo não assim de cara feia, tipo pá, não. Pois. É isto, tipo pá? Não, Manuel, não podes fazer isso. EE depois a seguir, já até que explico porquê estás aquele fica ficar ao pé de mim não é tipo

ficar tipo eSIM o quê? Já não gostas de mim e eu não filho. Eu mesmo, quando estou a olhar contigo já não detaste abaixo, agora já não não gostas. Inscrevi te no canto de férias. Não, mas tipo eu, eu mesmo quando estou, por exemplo, a ideia de discutirem casal para mim é um bocado. Ah, sim, sim, sim, sim, também também. Nisso não acontece. Batem portas. Eu tinha amigos que era que

chamavam nomes uns aos outros. O que tem casal chamavam se nomes quando discutiam e depois a seguir, estava tudo bem. Eu penso assim, porra, não chamo nomes a ninguém. Olha, falando em trauma, é um bocadinho, pois lá está resolução, a falta de de análise as. Pessoas acham que quem não discuta é fã, é, é fã, é, é mole, é, é, é eco nicha. Mas então o que é que tu juraste? O que é que disseste a ti mesmo? Pá eu quando for mãe de certeza que Oo arrear, não é, é?

Pá se bater claro, bater gritares e. Pá. E o composto também o, ou seja, eu sou eu tenho muita linguagem de amor, mas sili sili assim, parva não é aquilo tipo, agora vamos comer ali, está bem, mas. Por outro lado, fazes desenhos para eu levar na mexer para as escolas. Todo o miminho e digo coisinhas fofas, muitas, muitas e beijinhos e adoro te. Mas a que se é condescendência? Ah, já sei.

É uma coisa que já sei. Lembrei me agora por causa da condescendência, nunca isto ainda vem aí, este esta fase da vida dele, não é? Mas, tipo, passando para a adolescência, nunca lhe vou dizer isso, é só uma fase. Isso eu jurei a mim mesma, que é das coisas que eu me sentia mais afrontada quando era miúda. Era quando a minha mãe dizia assim, isso é uma fase bem pensava mesmo, tipo. Pá, pá, não estou mesmo nada a ser vista se tu. Fores adolescente e morreres, amanhã não é uma fase.

Foi o fim da tua vida, puta. Esta ideia de que as crianças e os adolescentes são todos uns estagiários para a idade adulta e que a idade adulta só é que conta, pá. Dana me muito. Olha, vamos para o teu livro. Ah, vamos, não tenho aqui. Também não, não é, Ana? Ei, tem que dar quando formos a brace, ri. Eu também posso comprar. Não, mas eu? Gostava de dar, eu compro. Eu gostava de dar, eu gostava de

dar. Uma das coisas que toda a gente vai dizer, o mesmo livro é lindo, a tua autenticidade. O exercício faz nos levar também para a nossa própria adolescência. É bom conhecer te melhor, é bom saber, pois apesar do nosso imaginário sobre ti ser muito esse, tu já deteste tanto de ti que não surpreende, surpreende alguns pormenores, o primeiro beijo, esse esse grau de pormenor sempre tão. Pensava. Muito, sim, não. Mas a forma como tu contas é é musical também. Percebes têm.

Nem nem interação também com o com o desenho da. Cristina é pá. É isso que eu te IA dizer, é isso que eu te IA dizer não desvalorizando, mas que desenhos? Não desvaloriza nada, porque, pelo contrário, eu acho que as 2 coisas acabaram por se fundir completamente. Fenomenais é com os desenhos, tipo fiquei. Pá ela. Ela fez um trabalho incrível porque nós não nós nem sequer

vivemos no mesmo país. Ela vive em Londres, ela está emigrada e pá. Eu mandava lhe o texto e ela IA trabalhando o texto e eu, quando voltava, parecia que o texto tinha ficado mais rico. Percebes através da imagem. É espetacular. É uma obra de arte. É mesmo. Vai além da da da literatura. Tu estás a ver aquilo e é tão comovente a ver quanto ver o desenho. É o ritmo que ela que imprimiu, pá, está, está mesmo, está muito fixe. Pá nós vivemos agora na era do do kobo e tudo isso eu tenho e

mas acho que este livro. Não tem? Crucial tê lo tê lo e senti lo e aposto que a gramagem é do caraças e. Isso eu já não sei dizer, mas eu só disse que não queria páginas brilhantes. E é exato. Matosinho, porque aquilo acaba por sendo da pinguim. Não é que é uma editora mais mainstream. Acaba por ter assim uma pinta indie que eu queria que tivesse pronto. Porque. Porque também é. OE, porque senão fica, ficava é facilmente se fosse outra pessoa

a escrever esse livro. Sem essa, sem essa autenticidade, ou se fosse escrever com com uma perspetiva mais comercial ou de posicionamento, facilmente se tornava desinteressante o livro sabes? Li o grande dilema, que eu acho que não não é resolvido pelo livro, mas que era muito difícil de resolver. Era a ideia era chegar a adolescentes. Não é aquilo é editado por uma editora juvenil, por uma chancela juvenil. Eu não sei se chego ainda.

Estou para perceber, pronto. O livro saiu há pouco tempo. Ainda estou para perceber se chego ou não chego, porque os adolescentes leem pouco, EE leem outro tipo de de coisas. Mais ou menos. Sabes aquilo que eu estou a assistir com a minha filha? É a cena do agora. Tenho medo de estar a ser incorreta, mas não sei se é mangá. Ou se é mangá? É mangá, ou seja, muita ilustração. Pois é. Verdade tu, aqueles, aqueles romances, mais aqueles que há aí dos 2 putos o stop Hart.

O stop sim e não sei. Quê? É livros. É ali os gajos, a mamar. Sim, é gays. Não, aquilo é. As novelas gráficas estão a ter um grande, é isso. Sim, sim, não. Isso o teu livro encaixa? Se encaixa? Encaixa. Só que os miúdos vão muito por tendências. Hum, Hum, tiktoks e coisas. Mas assim, e o meu livro é um bocado no meio, no meio disso, tipo, é português? Não é Coreia? Exato, mas pronto. A ideia também, sendo que o objetivo era chegar aos adolescentes. A ideia foi sempre chegar aos

pais também. EE através dos pais, talvez chegar aos filhos e promover aí uma ponte entre entre ambas as gerações, porque eu acho que estão muito. É pá, estão, quer dizer, estão sempre. É histórico. Não é que os adolescentes se tentam libertar muito dos pais, mas que os pais. Pá nunca se devem sentir afrontados com essa tentativa de libertação, porque. É só mais um cordão umbilical. Não é? Eles continuam a precisar de colo. O colo tem que surgir de outra

forma, não é? Não é não é um colinho assim com outra. Por mim era na boa, com barba, pois, pois, exato, nem quero pensar nisso. Ya, então como é que é escrever uma coisa simples, tu que lês tanto ao longo? Da mas eu só sei ser simples. Não eu. Eu ontem estive com uma amiga nossa e ela atribui um grande peso à escrita de um livro que tem que ter determinado, determinado a credibilidade tem de ter. Tudo bem que tu não és cientista

nem especialista, certo? És tu a ser tu, mas tu que gostas muito de literatura e de não sei quê, como é que não sei quê? Olha dessas merdas. Pá e dessas merdas para aí. Tu sentes te bem ou seres simples, ou foi um exercício que tiveste de fazer, de valorizar também? O momento, então, estou a ficar sem bateria no computador? Vou ligar, está bem? Não. Eu acho que uma coisa não tem

nada a ver com a outra. As pessoas têm uma ideia quando não estamos a falar atenção de lá está de escrita científica ou de escrita de especialidade. Que isso tem uma. Linguagem a dizer, olha sapos e merdas exato. Sapos e merdas. Só partes e mamar na boca, não. Eu acho que há muito esta ideia de que tu, para mereceres escrever um livro, tens que ter uma certa solenidade e pomposidade no teu discurso e não sei quê.

Pá. Eu agora convidaram me para chegar uma peça de teatro e eu tipo, toda toda aburrada, porque eu tenho tu sabes que até almoçámos almoçámos sobre este assunto. Estou toda burrada porque é teatro. É teatro, não é? Mas o teatro não tem que ser teatro é a literatura não tem que ser. A literatura? Exato, exato. É pá.

Pelo contrário. Eu, eu há livros que eu adoro, super complexos a nível de é pá de estrutura, de história, não sei quê é pá que se leem assim num fogo, porque são muito simples, muito ao, ao. Mas pronto. E depois? Depende. Há pessoas que gostam de radiobinhos. Eu pessoalmente, como leitora, também não gosto radiobinhos radiobinhos. Que é isso? De tipo. Ah, barroquices. Barroquices rococó, sim, sim radiobinhas. Não será uma questão de ego esse tipo de.

É pá, pode ser de ego, pode ser uma questão de defesa, de não dominares tanto. Questões de estrutura. É um blazer da? História exato. Então metes um blazer chique por cima para disfarçar essas fragilidades. Eu acho que existe muito isso, chama se pretensiosismo, não, mas existe.

Acho que é uma defesa, é pá, é isso, não é que as pessoas são movidas para esta ideia de que é pá, de que tens que ser muito bom, e as pessoas acham que ser muito bom é, é mostrar os ouros todos e não é não é às vezes AAA, verdadeira arte no sentido de craft, de de um texto. Deve estar muito mais invisível, muito mais nas entrelinhas, muito mais na eu. Para mim, não deve ser na forma que está. A genialidade não está tanto na forma. Há muito mais do que a forma acaba por revelar?

Sim, sim, a forma permite revelar. E nesse sentido. Mas isso foi um exercício que tiveste de fazer para ti mesmo, acho que. Foi o jornalismo que me OK que mencionou isto. Eu, eu fiz poemas foleiros, como toda a gente na minha adolescência. Tenho ali guardados, mas eu, mas por outro lado, também os diários também podem ter ajudado, porque eu escrevia muito Oo stream of conshores, não é? Eu escrevia muito sem pensar quando era miúda. Sem pensar, sem corrigir.

Os meus diários eram mesmo? Só para mim não eram. Não tinha nenhuma. Não, não sabias que iam. Que iam ser? Editados eSIM. E odiar IA me passar lhe a cabeça. E isso também te dá um certo treino de escrita, não? Não, não, não demasiado autoconsciente, não é. Mas depois também passei por aquela fase em que queria escrever livros e, se calhar, aí já IA assim, repimpava mais a escrita e depois o jornalismo fez me ser super sintética, cada vez mais sintética, cada vez mais sintética.

Desbastar, desbastar, desbastar e acho que já desbastei tanto que agora até tenho alguma dificuldade em ser analítica a escrever. Tipo, adorava escrever um romance, mas a ideia de encher um livro de palavras. Eh pá, tem uma. Sugestão tão, tão difícil. Entrevistei no outro dia a Patrícia Muller, sabes quem é? O sei perfeitamente. E ela escreve a metro, pois escreve a metro não há parva, mas a Patrícia ela emerge e pois, mas a. Patrícia tem uma cena ótima que

é? Ela vive da escrita já há muito tempo. Da escrita. De novelas e de sim é como. Para nós, fazer rádio é é fazer. Sim, é fazer. E a escrita é é super, super, o músculo mesmo. A ideia de AI ainda agora não estou inspirada AI agora não tenho as condições. No site abrir folha. Pá. Abrir folha e fazer. Quem me dera. Isso eu não consigo ainda. Agora não estava a queixar a minha terapeuta também. Que é, eu preciso de ter de

escrever por atacado. Eu preciso de saber que tenho. 5 horas pela frente para escrever, porque se eu souber que tenho meia hora, não começo sequer. Ah, claro, pá, mas a. Realidade da ansiedade, depois não crias. Não crias um lugar para escrever, não inventamos isso. Isso Proust, big breda, não, mas o gajo forrou o corte com cortiça e pronto. Lá e Na Na, na, só com o seu metro. Lá está pergunta.

Eu noto que desde que deixaste de fazer manhãs, pelo menos é a minha impressão que estás mais colorida. Ah, estás mais cabelo, mais escuro, mais não sei quê roupa mais na, na, na, na, na, na. Tu sempre foste assim, só que não tinhas tempo. Convívio com Tânia graça saída da depressão perimenopausa, o que é que se passa? Várias coisas, uma que por acaso está a falar isso com a Inês Lopes Gonçalo, outro dia que ainda faz manhãs, não é?

Tempo, tipo, eu aprendi a pintar os meus olhos por ter tempo de manhã, e então comecei tipo a comprar sombras, bué cores e não sei quê. Outra coisa muito importante, vintade a vinta pá. Isto mudou mesmo a minha vida, porque eu sempre gostei de roupa muito. IA dizer flausina. É. Flausina, sim, mas é vistosa. Ah. OK. Vistosa. E lembro me pá. Eu lembro me que tive um casaco que eu perdi e adorava. Mas foi há muitos anos que era um casaco de napa cor de rosa pá.

Eu usei aquela merda, tinha os meus 20 e tal, eu usei aquela merda, até bom dia, enfim, é vaporoso numa noite de copos. Vai tudo lá parar. Hoje em dia vais encontrar um gajo qualquer no Tóquio. Com o casaquito. Cheio de de beata. Agora, o que é que acontecia? Eu sentia que isso era sempre uma exceção, até porque era difícil. Tu comprares roupa que sai um bocado da das tendências e as tendências com o tempo.

Isto é mesmo verdade? E não sei o que é que explica isto e não sei se isto também é uma questão política que merece a reflexão que é. As cores desapareceram do do vestuário dos homens nem se fala. É verdade? Porque o meu marido tem muita vontade de ser também. Flausino e vistoso. E às vezes vai e não há nada. É Boring, Boring, Boring, Boring. Nem a Springfield. Que horror pá essa quando tentam ser mais gajos. Igual para gajos. Acho que há, acho que há.

Mas quando tentam ser, não é mais coiso? Sim, é esquisitos. Ficam me assim. As marcas ficam loucas, tipo quando tentam ser um bocado mais extravagantes. Sim, sim ou sim ou sopas e na 20 tu consegues? E na 20 tu consegues coisas que não não encontras em lado nenhum, até às vezes de lojas que existem camas de de coleções dos anos 90 ou 2. 1000 não sei quê. É pá. E isso EE por tudo tem meia. Isso foi e sem provocar danos no planeta. E ainda podes vender, pá, ainda

podes vender. Eu tenho, eu tenho ali umas sacadas para vender também. Isto aconteceu me esta semana. Uma peça custa 15, eu ponho 10 lá, os 30% não sei agora quanto é que é. E a gaja põe 14. E eu ponho 10,05 é pá porra, isto já não, já nem quero a peça estás. A ver estou só, estou só a. Curtir e a gaja tipo depois põe 14 outra vez e eu 10,10 e às tantas a gaja começa se a passar isto não responde assim bem, se não tem interesse em comprar a peça, eu também do género, eu

tenho merdas para fazer. Exato, notificações. Isto é o quê é passiva, agressividade de comércio. É o quê? É. Gosto muito disso. Peri menopausa também ajuda? Muito? Pois é, isso era interessante. Eu gostei da minha pergunta. Vamos responder? Também contribui muito para isso, porque a ideia de tu estares a envelhecer, no meu caso, faz me sentir mais gaiteira, porque faz me sentir isto é verdade que é. Eu já não estou no campeonato da do gajedo.

Calma, não estou a dizer isto que desprezando, me não é o mesmo campeonato. Não tenho não, não. Estás interessada? Sim, sim, sim. Interessada? Não, certo? Pá. Imagina se eu trabalhasse em televisão ou se fosse atriz? Se.

Calhar mesmo com a minha idade, ainda estava fixe e se calhar ainda IA estar em angústias para manter um bocado aquela identidade que tu construíste com base no teu aspeto físico é pá eu. Eu estou a. Cagar e então, a partir do momento em que eu me estou, a cagar e pá, isto é muito libertador e eu tenho muita pena que esta cabeça não não não fosse assim, há 20.

E 5 parte chegaste aqui na mesma, isso é. Verdade. E eu penso sempre mesmo em relação a este livro que é a Ana que escrevia aqueles diários. IA ficar tão feliz se chegasse a Ana que podia ser. Parece vestida, só tem da mesma maneira e com o cabelo igual. E tipo. Iá e melhor ainda, porque furar o nariz, que é uma coisa que eu sempre quis fazer, e só fizer eu. Também. Mas foi sim, sim, sim. Sabes que ler o teu livro foi? Li numa assentada também é bom ter livros assim.

Estavam ontem a ler no telefone, tenho que preparar A Entrevista, o favor desta merda, sabes como é que é também já passaste lá, claro, mas é é tão, tão bom ler o teu livro. E uma vez estava a falar com o meu psicólogo e uma vez, várias, alguns, vários anos, ou então. Estavas a falar com ele nunca. Sim. Então fomos, fomos fumar. Exato. Fomos jogar a uma. Palma 2 fumar sim, sim sim esta gaja. Quero tomar um cafezinho ou não vai uma Bica? É isto. Eu estou a pagar este tempo ou

não exercício. Depois, ele começava a falar te de ti, própria de ti. Sim, como se tu não fosses, tu sim. Olha, tenho uma paciente. Estou a dar agora aqui 11 paciente estúpida. É burra a gaja é burra, a gaja é não sei quê, mas houve uma vez que eu que eu disse, Ah, acha que isto no sentido de humor Na Na, na, na Joana, isso é copping, mas arranjou maneira de

fazer dinheiro com isso? Isso é ócio, me e no fundo todo aquele over Thinking e isolamento, paixão pela música, comunicação, sofrimento, incompreensão. Ana, tu vives de ti. Neste momento, vives da tua cabeça, da tua criatividade, da tua sensatez. É verdade isso? É isso. É uma boa frase que não esquecerei. E não é só tipo tornares te uma pessoa incrível, não é isso? Tu és claramente tudo aquilo. Pá é o teu trabalho, é verdade, mas. Mas isso coloca me em em termos

de identidade profissional? É. É confuso para mim. Eu às vezes penso que gostava de receber um ofício tipo tipo tu. Tu és uma estudiosa da comédia e sentes isso às gostas de ir ao fundo. Não gostas. Sim, sim, gosto, mas também gosto de não ir, que é para conseguir fazer. É claro, e porque tuas naturalmente tens graça. Pronto, sou, sou. Sou um rato, sim. Um parto cheio. Dante regote. Mas deviam nos pagar tantas marcas que deviam estar.

Aqui agora, foda. Se não, este é o segundo podcast em que estou a falar de. Espera, lá está. Vá, enfim, enfim, Portugal. E vocês é que sabem. Pensei que. Estavas a ameaçá Los do género. Não, não, senão vou a Portugal, mas. Sinto, mas vives de ti. Mas mas às vezes fico assim um bocado, tipo, o que é que eu faço com isto? Agora? Fiz. A fazer tudo. Agora fiz um livro. O que é que eu faço mais? Pois a voz de que a matéria sou eu é verdade. Tipo, as tuas, as tuas.

Mas depois contratam me para quê? Contratam me para ser para seres tu pá. Venha aqui ser neste palco. Sim, sim, tu és uma artista, é o que é, o que se passa aqui. Tu eu acho que às vezes podes ter a tendência para pensar, sou todologa, não tenho nada, não sei nada. Super uma, eu sei que mais. Sim. Não, tu, tu és, és, és tudo, não é? Tu gostas, tu vê se pelo trabalho que estás a fazer no teu Instagram, todas as tuas valências pessoais que são ricas, percebes tudo aquilo que

tu dás. Ainda no outro dia estava a falar com a Tânia sobre isso, a forma que tu, como tu respondeste a um gajo qualquer, diz, Ah, tens um nariz. Não sei quê, não. Sei que mais. Tipo tu deste nem foi Chapada de luva branca. Não era, foi isso. Estava a fazer um bocado o ensaio sobre estes ódios. Sim, do género. Estamos juntos. Está tudo bem. Tomo gatinhos, não sei quê, de pá, tu és uma. Uma pessoa que contribui mesmo EE que trazes imensa Riqueza só por seres não. E essa Ana?

E essa Ana, eu acho que ficaria, acho é acho que é bom ela não ter sabido disso. Pois iá. Acho que é bom. Não é? Sem dúvida, sim, sim, sim, porque é aquela cena assim, eu não, eu não queria ir lá atrás dizer lhe porque estás a. Pensar para o caralho deixa mesmo pacha. Olha, fiquei super angustiada por teres perdido aquela carta. É pá. Para onde é que aquilo foi parar? E isto fica aqui um teaser para o para o livro. Que eu falo no livro que tristeza e pá. Quem encontrou essa merda deve

estar no OLX ou na vintage. Pá, eu eu eventualmente posso estar perdido em, ou seja, eu não perdi na eu acho que metia a no lixo sem querer. AI meu Deus, iá pá e isso. É ato falhado, eu? Ainda tenho metade da carta. Mas aquela metade da carta já não tinha graça nenhuma compartilhar no livro. A primeira metade era era engraçada um. O primeiro, o que é que estás a ler? Ah, estou a ler 2 livros pronto

agora. Só que é assim um chama, se the Summer beford darkness the Summer beford the Dark the Summer beford the Dark assim é que é que é da Doris Lessing e que eu comprei na vintage porque tu tem meia lá, está AI, perfeito, e ainda por cima não se encontra em lado nenhum. Portanto, livros também é altamente compram lá a vida

mesmo. E eu comprei porque é um livro que foi referido num artigo de substeck pela Miranda de gulay, que é assim uma ídola que eu tenho e que escreveu um dos livros que eu mais gostei nos últimos tempos, que é o wallforce. E ela falava. Tirar notas, Malta, ela. Chama se de 4 tem a edição portuguesa também. Hum, Hum. E a Miranda de gelay falava desse livro. Não sei se foi a merda de gelay ou outra seguidora dela, porque aquilo com muita gente a conversar lá no chat do

substeck. Mas é é um livro também sobre AA, menopausa e hiperimenopausa, ou seja, sobre esse o dono da vida de uma mulher. Só que a só que a escrita da Doris Lessing é assim um bocado mais espesso. Espessinha e falar de. Perimenopausa e utiliza a espessas. Não queria nada, sim, mas o melhor com coágulos é pá. Que horror. Mas o pior mesmo não é isso, porque aquilo lê, se muito bem, eu estou a gostar muito. É que a letra é muito pequenina e eu estou a ficar muito velhinha dos olhos.

Pronto, cubo e cansa me pois. É no Natal? Deram, deram, mas porque é que? Mas se calhar não estava lá ou estava caríssimo, porque eu fui lá procurar também. Então, mas filha? Depois falamos, depois falamos. Agora estou a fazer uma pergunta. Espera, deixa me só dizer mais um. Mas te aconselho muito. Deixa ver, é isto. É, vende, é. Eu vou te explicar como é que é, é, sabes quando tens febre, tens frio?

Não é tipo, estás ali a descer de febre, depois Tomas o comprimido e de repente vem um calor a suar. É isso? E depois passa o outro livro. E isto é porque estou a falar contigo. E também vais gostar deste livro. Chama se Water about man é de uma tipo que é a Caitlyn moran, que é uma jornalista. Super. Cómica é uma jornalista super cómica.

Que escreve muito sobre mulheres e feminismo e não sei quê, mas depois chegou à conclusão de que precisava de falar também sobre homens, porque perguntavam lhe muitas vezes. Então, o que é que eu digo? Ó, ó. Fazia sessões sobre os livros feministas dela sobre mulheres, e depois as mulheres diziam, tipo, então o que é que eu digo, ó, o que é que eu posso acontecer ao meu filho? O que é que eu digo ao meu marido? E ela diz, não me engano, nada, esta luta das mulheres.

E depois de repente pensou, não, isto é estúpido, não temos que falar sobre os homens. E aquele livro fala é pá, é hilariante, é e super, super no ponto mesmo. Super bom para abrir diálogo entre mulheres e homens sem agressão, com muita empatia. É esse o. Passo, como tudo é esse o passo? Olha, boa, boa recomendação, boa recomendação. Não sei, obrigada pela recomendação. Se calhar é uma merda e não vou gostar, mas. Não acho que vais, acho que tu

vais. E a última é a última pergunta para fechar, depois disto tudo, que trash. É que estás a ver agora? Olha, cocó. É que estás a ver agora. Vou te dizer uma coisa muito triste. Não tens visto? Eu, por causa da menopausa e por não poder tomar hormonas, foi me recetado, tu sabes, estou a dizer a quem não sabe ainda. Já falei disto em muitos, muitos sítios. Com a Júlia, com a Júlia e tudo. Foi receitado o antidepressivo

das hormonas. Chamo lhe assim entre aspas, que é o antidepressivo que se dá às mulheres em menopausa que não podem fazer. Terapia. Hormonal não é substituição. E então é uma coisa assim, uma boazinha, muito coiso, pá. E mudou muito a minha vida. O que é que sucede? O meu consumo de teste está muito associado à à ansiedade. E esta antidepressivo melhorou bastante os meus pensamentos invasivos e et cetera, e estabilizou me bastante. Portanto, tenho consumido muito

menos, muito menos. A única coisa que eu de vez em quando deito o olho é mesmo ao big Brother. É ao big Brother, ao big Brother, mas é, é pá. Mas já é assim só mesmo. Mas é a sequela. Já é pá terrível, são as pessoas que estão todas aos gritos. Não há applot, não há nada. É só pessoas aos gritos e aquilo já me, já não me serve, já não me. Percebe? Eu estou a rever Doctor House. Ah. Pá ótimo, eu gostava por acaso. Vá, estou a adorar, ó pá, estou a adorar.

É sempre a mesma. É sempre Lupus, é, não, é sempre sarcoin 2 SES AI. Não era sempre Lupus. Não é sarcoin 2 SES? E ele é autoimune ou é infeção ou é bacteriana. Mas sabes como é que se fica? A saber, através de uma punção lombar. Sempre, sempre uma punção. Lombar sempre ou ir à casa dele ver se tem, se tem? Fungos não dispensa sempre pá maravilhoso. Maravilhoso, maravilhoso. É verdade. Vamos terminar pronto, dar almoço à minha filha. Amo te profundamente também.

Eu, Joana, vamos almoçar? Vá lá, sim, embora. Não, não. Isso vocês não estão. As pessoas que estão a ouvir não estão a perceber. É que isto custa muito estas 2 pessoas saírem de casa. Seja. Procurado. Pois é, eu estou tão bem aqui, sabes? Será que podemos almoçar por aqui também? Imagina, vou buscar ovos. Não, mas não espera, mas mandamos vir do Uber Eats a mesma coisa. Sim, iá e eu digo assim, eu olho e penso assim, o que é que tu

queres? E dizes o que é que acontecéssemos à Paulista iá, isso é ótima ideia. Vá. Iá. E gravamos e gravamos e gravamos. EE fazemos o podcast pelo almoço da Ana e da Joana, encontramo nos mensalmente. Parece me bem, não nos encontramos. Pá, está resolvido. Iá e queria também dizer te que toda a gente com quem eu falo ou que o teu nome surge, surge em conversa. Toda a gente fala de ti com com um brilho.

Oh. Eu espero, eu espero mesmo que tu que tu saibas saibas disso, que eu sei que é uma coisa que não que não fazes propósito nem nada, mas as pessoas, pá, vim te mesmo por aquilo. Tu és e toda a gente te aprecia e tu és pá. Continua assim, miga. Obrigada, mica, a Sério. Obrigada. Beijinhos, beijinhos. Pronto, a Ana Marco está. Ela é incrível, não é? É uma das minhas pessoas

preferidas. Comecei a trabalhar com ela, a coisa de 1 ano e tal, quando fez as manhãs na antena 3. EE eu pensava erradamente, fui eu a presunçosa, que é uma pessoa tão completa, tão culta. Talvez não fosse tão sensível e sensata e não tivesse paciência para os outros e para ouvir os outros. Ainda para mais. Mas é, sou apaixonadíssima Por Ela. Aliás, até agora só tenho entrevistado ou conversado com pessoas que me dizem alguma coisa.

A partir de amanhã, já não a partir da próxima semana, em que o convidado é o comediante Paulo Almeida. Ele já não me diz nada, não o adoro, não gosto dele, não o respeito e por isso vai ser uma entrevista incrível. Não esqueçam que 7 de outubro no villaret vou ter um novo espetáculo. É o primeiro espetáculo de não sair ser no vilaret. Até agora tinha escutado todas as salas no Lisboa comedy Club. Bora fazer uma cena maior, Bora fazer uma cena diferente, que é sempre diferente, mas.

Vamos aumentar a escala e conto convosco já agora até para a semana é o podcast não sei se.

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