É dia 30, dia 30 de abril, no Lisboa comedy Club. Este podcast vai ser ao vivo e o que é que é? Este podcast é um aglomerado de coisas, portanto, quando eu digo que é o podcast ao vivo, é um pá, não é? É um é o que for. A verdade é essa. Não sei se. Vou ouvir-me esquecer. Bilhetes à venda nos locais habituais podem seguir o link que está no meu Instagram. Venham, venham lá, sou de 11, EUR 12, podem ver. Isto era uma coisa que me faria
ir que é? Podem ver a cara das outras pessoas que também ouvem o podcast, e que que também julgam que isto é uma ótima forma de de gastar 10 minutos de quando em vez isto far-me-ia ir a Sério que sim, a Sério que sim. E isso e também já agora, depois do espetáculo, isto começa às 9 da noite. Depois do espetáculo, ainda podem subir e assistir a outros colegas meus a fazerem stand up comedy que já estão tão oleados a Malta aqui de Lisboa que vai
lá muitas vezes testar texto. Tem, é. Comediantes residentes, portanto, que já têm um andamento ainda maior. Por isso. Bem, isto é preciso uma fraca autoestima, ao ponto de estar a vender o meu espetáculo com aquilo que podem ver a seguir, mas a Sério, a Sério. Vai vai valer a pena. Não sei ser ao vivo, dia 30 de abril. No Lisboa comedy Club, bilhetes à venda nos locais habituais.
Entretanto, se estou bem da minha saúde mental, não tenho estado, não tenho estado ao ponto de ter o meu corpo muito, muito preso, de me terem voltado, sintomas de não sei. Não sei como é que se diz, detenção da mandibola-ortícula ou mandibla outemporal, que é o sítio onde os maxilares encaixam. Parece que eu tive isto quando tive Oo desmame de drogada da do tabaco que fui tipo o sim. Tipo assim, não, não ando fixe, não ando fixe.
Quer dizer, eu mentalmente eu sinto, Bora caraças é mais uma, vamos embora, vamos dar a volta a isto, mas depois o meu corpo ressente-se um bocado. Eu já passei por isto uma vez, quando a minha vida profissional mudou muito, de rompante, ainda que não tenha sido a. Unilateral, portanto, foi, foi
consensual, foi. Eu precisei de sentir que tinha controlo novamente na minha vida e, portanto, quando consegui primeiro a parceria, o primeiro trabalho fora do meu âmbito habitual profissional, aí sim, chorei e pensei, OK. OK, dá para viver de outra forma. E estou. Acho que estou um bocadinho à
espera disso. Bom, mas tendo isso em conta, e talvez por a minha cabeça andar também, a tentar distrair-se por outros mundos, ando a fazer uma coisa que não costumava fazer, que é a mim, nerva-me solenemente. A ver desonestidade, bem bem. No geral, eu não sou uma pessoa desonesta, posso ser uma pessoa que utiliza a hipérbole. Posso é assim? Sou uma. A tirar o som do telefone, isto é, isto é, do do mais ralé que há, utiliza a hipérbole. Posso posso dourar a pílula?
Posso às vezes introduzir pormenores que não estava que não estavam inicialmente, mas não é mentira, sou como disse uma contadora de história, ai o caraças, agora não sei tirar o som da merda de um telefone, está tudo bem com a minha saúde mental, ainda por cima é o meu ex-marido quantas mensagens seguidas 4 é tudo dentro tu denter pronto. E então estava eu a dizer. Que tiri, tipo, então pronto. É isso. Muito boa tarde.
Eu não, eu não costumo fazer isto, não sou desonesta e não é que seja pampão queijo queijo comigo é assim e que me irritem os outros, mas enerva-me, particularmente quando não estamos todos a jogar com as mesmas regras. Isto é claro que os. O número de seguidores no Instagram é importante e a mim, indica-me que poderei estar. Numa num sentido ascendente ou decrescente com o meu trabalho.
E dá-me alguma indicação do que é que as pessoas que me seguem poderão gostar ou não gostar, ainda assim daquilo que eu tenho usado para me contextualizar? Eu sigo músicos que têm muito menos seguidores do que eu, mas que enchem auditórios do CCB, enchem, sei lá, hard rocks, hard rocks, não, hard Club até coliseus e não tem nem metade dos meus seguidores. Portanto, isto é assim, algo. Bastante, como é que eu hei-de
dizer relativo? No entanto, tenho conhecimento, como é óbvio, trabalhando nesta área digital há alguns anos, que é um dos critérios que os clientes ainda têm em conta para adjudicar trabalhos que poderá ser e que e que deve ser mediante a sua estratégia, se for o maior número de de alcance e não conversão, sendo que aqui conversão significa a proporção de contacto com a divulgação do produto, mas torná-la.
Numa venda, ou seja, eu digo que este creme é bestial, este creme é incrível, mas eu falo tanto de cremes que bata, pronto é este, é este creme, mas não quer dizer que pensem, olha, este foi o creme que a Joana falou, então vou já comprar, percebem? Então existe muita tendência também de micro influencers, que são pessoas que têm muitos, muito poucos seguidores no Instagram, mas que têm uma taxa de compressão mais alta, porque esse público tem uma proximidade maior e uma relação então mais
mais. Íntima. Com com quem faz a página. Posto isto, irrita-me solenemente ver contas de pessoas que, para mim, não fazem sentido ter tantos seguidores. Pá, não é? Mas não é raivinha de quem me dera ter 100 e tal 1000 seguidores, não, não é. Deixe-me é andarmos todos a ser estúpidos. Agora eu não sei, eu não sei se as pessoas em questão, estou a falar de várias apresentadoras portuguesas, que é mesmo assim eu estou.
Eu estou a pôr o dedo na ferida. Se elas são as pessoas que o fizeram, 447000 não faz sequer sentido. E esta mulher, atenção, tem um talento incrível, mas não faz sentido nenhum. Se estas pessoas o fizeram propositadamente, ou se tiveram uma agência que lhes prometeu, porque andam em umas agências assim digitais andam, quer dizer, só conheço uma que promete resultados e não sei quê. E depois entra aqui numa é bem a agência do mal, digamos assim. Que para mostrar resultados.
Mostrar viabilidade? Arranja aqui umas ferramentas meio merdosas para aumentar os seguidores. O que é que muitos dos clientes e das agências não estão ou para aí virados para verificarem as coisas ou ensinados? Vá a alerta para para o verem esta pessoa em particular, basta abrir um bocadinho o Instagram, que se vêem vários seguidores que nem sequer partilham a língua geral. Geral da da página, esta pessoa não traduz nada para inglês nem
parar. E tem aqui vários seguidores árabes, que seguem 5000-6000 contas que só têm uma publicação. E quando eu digo vários, o Instagram agora faz uma espécie de micro seleção dos seguidores de uma pessoa inicialmente. Depois podemos ver mais, ver todas as sugestões e aparecem outras, e aí podemos ver praticamente todas, não depois podemos ver assim, podemos ver
para aí, sei lá, em 447000 consigo ver. 3000 e aqui já me aparecem para aí 30. 30 pessoas que são claramente contas falsas, vá. Na minha opinião ou pessoas que seria muito muito esquisito que tivessem alguma coisa a ver com isto, pá, honestamente? Uma conta com 5 publicações, 93 seguidores e que segue, 1138. Pá as pessoas que a seguem são pessoas também de do mesmo género, com poucas EE.
Como é que isto faz-me sentido? Qualquer coisa como como é que uma pessoa se sente quando fecha uma parceria, quando é convidada para terminadas coisas? Porque a percepção digital dela foi completamente alterada. Estamos a falar de pessoas que têm 11 posicionamento nos média tradicionais, a maior parte delas. Outras nem sequer têm nos média tradicionais e começam a aparecer assim. Pá é é irrita-me. Isto é uma subversão, subversão
completa da da das coisas. E agora confesso-vos aqui uma coisa, havia uma pública, havia 11. Publicidade há uns tempos de carrego aqui, melhor o teu Instagram, Instagram aumenta os teus seguidores, pá. Isto estava super curiosa porque pensei que poderia ser uma aplicação que me desse algumas técnicas para melhorar isso, ou seja, que horário expõe, que duração devem ter os rews. E não sou analfabeta nessa questão, mas.
Assume que me poderão sempre faltar várias coisas para melhorar e para melhorar, especialmente com o mínimo de trabalho possível. E instalei a aplicação, fiz o tri out mode, pá e, de repente, sem eu ter percebido que era isso que IA acontecer, comecei a receber imensos seguidores. Já não digo recebi para aí 20 de contas que não eram portuguesas e, quando eu digo portuguesas, nem eram portuguesas do Brasil mesmo, eram árabes, eram Americanas, eram tudo que que
eram. Claramente contas de de bots eram contas falsas. Ou então outras pessoas, tipo aqueles esquema, que recebíamos em mensagens há uns anos do.
Há uns anos do segue a minha conta, que ganhas 1000 followers, segue, não sei quê, não sei que mais que é o social publy acho que é assim que se chama pá e eu estava AA mandar mensagens a dizer não quero isto, eu não quero nada disto eu não pensei que isto IA acontecer e não sei quê, não sei que mais, mas ainda assim dá para reverter, ou seja, dá para dizer, parem com esta merda, por amor de Deus que eu não quero ser dessas pessoas EE, não me cobrem, não me cobrem dinheiro
porque era o triyout, mas tinha que se avançar com o cartão de de crédito e eu fui newr claramente agora esta Malta e isto aconteceu-me há uns anos havia uma senhora que tinha uma parceria. Eu era mais como é que eu hei de
dizer? Mais recente, No No, no Instagram, tinha uma parceria com o mesmo centro de beleza de estética que eu tinha pá. E eu é que tive de alertar a senhora mais velha, porque essa senhora que tinha a parceria, não a dona do cabeleireiro, tinha para aí 100000 seguidores e só para aí 200 é que eram pessoas, isto é, eu acho que é enganar, que é enganar os outros, mas, acima de tudo, acho que é revelador do caráter da pessoa que é inacreditável agora. Provavelmente essas pessoas
também não terão conhecimento. De alguém que lhes poderá ter tomado conta da conta, um agente ou qualquer coisa, e que terá feito isto, mas isto eu acho que isto tem tem de ser pronto, vou a esta agora, vou a esta, esta então é bem provável que tenha. Hum-hum, claro que me apetece dizer, mas já já tenho alguma idade para não para 120000 seguidores. Vamos lá ver. Já tenho alguma idade para não arranjar aqui aqui. Stress? Espera aí. Está-se a apertar melhor.
Está está oi? Não acredito que esta pessoa a siga, mas tudo bem. Mas segue, acho que isso não dá para Ah, pumba, está ó pá, é impossível, é impossível esta pessoa, não, nem sequer não. Ah. Isto dá-me dá-me uns nervos Malta, dá-me. É como para mim, é como andarmos a pagar com notas falsas que durante algum tempo há Malta que acredita nesse valor, mas no final de contas, alguém que descobre que aquilo é falso EEEE imensa gente andou a ser enganada por aí.
Além de levantar ou de diminuir? Ah, já mudou de pois, já mudou de agência, além de levantar ou diminuir, de alterar, de de de mudar aqui o valor de mercado para coisas que são completamente ficcionadas agora. Se isto me enerva a nível do meu posicionamento e não sei quê, pá, honestamente, não, porque era aquilo que eu vos estava a dizer dos artistas. Se eu gostava de ter mais seguidores, pá, claro que sim, gostava de fazer melhor a minha autoestima.
Posso ser cínica. E dizer, cínica, hipócrita. Vá e dizer, como disse há 2 segundos que os seguidores não importam, pá que não importam. Mas eu ficava, acho eu mais satisfeita, se tivesse mais seguidores, apesar de ter estudado e saber que AA insatisfação é sempre a mesma, independentemente do número de de seguidores que se tenha ou da fama que se tenha, que há vários estudos sobre isso, vários
livros sobre isso. Liam, que costumo falar aqui várias vezes, que é de chama-se happy e que é dum dum dum mentologista. Como é que se diz? Agora não me lembro daqueles senhores que que vê merdas da mente, mas é é filósofo também. Portanto, corta, corta e dá uma pessoa interessante. Happy book, acho que se chama deron Brown. Agora não encontro, deron Brown
é o do não é happy happy man. É isso, eu tenho ali o livro e depois digo-vos, não me apetece ir levantar e pezinhos e não sei quê, pá. Mas isto isto ainda por acaso gostava de saber se vos enerva também, ou se estão num estado mental que acredito que sim, é válido que pensem pá deixar estar. O que é que tem a ver com isso? Enerva-me Malta enerva-me enerva-me mesmo é como se estivessem a pôr gasolina no carro de outra pessoa. Imaginem que o carro não explodia, mas pusessem sempre 5
EUR de água. É. É aquele Mini Mini desonesto que que que me enerva. Quem está a ouvir este podcast e que me conhece bem, está a pensar, é, e aquela vez que tu, quando tinhas 13 anos, não pagaste-me uma garrafa de água num ou nesse bar, e eu só quero um bar do género, pago aquilo que acha eu. Jeito pá, acho nada é uma garrafa de água da macro não há, não há, mas eu tinha 13 anos, estava a testar os meus limites.
Deixem-me em paz agora isto, isto e nós, e gostava de saber a vossa, a vossa, a vossa opinião pode ser um dos assuntos. Que que podemos falar? Sim, podemos falar, pode ser uma relação bilateral no espetáculo do deste podcast ao vivo, dia 30 de abril, no Lisboa comedy Club, em Lisboa, claro, para já na avenida de loulé, ao pé do liceu Camões.
Vocês sabem, não é? Se não sabem, também não é Google, e bem me me, às 9 da noite os bilhetes estão à venda, há o link no meu Instagram, portanto, vemo-nos lá eu acompanho a venda de bilhetes, portanto, sempre que vocês compram um bilhete, eu recebo um e-mail e eu fico. Coisa que estas apresentadoras. Pá. Convidaram bem, não interessa, não posso, lá está este. Esta é a cena deste podcast ao vivo.
É que há coisas, meus amigos, que eu só digo no podcast porque não posso, não posso deixar aqui e dizer, estão a ver, estão a ver. Pronto, está dito. Não sei assim.
