#51 - Agora vou ser terapeuta holística. - podcast episode cover

#51 - Agora vou ser terapeuta holística.

Feb 22, 202414 minSeason 2Ep. 51
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Episode description

Não me obriguem a dizer o nome da conta da menina. Acho que ela faz isto tudo por amor e, na volta, daqui a uns anos, toda a gente quererá fazer um healing não sei quê. Mas, para já, não consigo. Não consigo.

Transcript

Hoje estamos aqui a experimentar uma coisa diferente que é, eu estava farta daquele ecozinho aqui no podcast, porque uma pessoa, quando faz rádio, apercebe-se da falta de qualidade do resto do trabalho, não é não é tipo a Malta ouve-me. Lá ao fundo está tudo bem? Não, eu queria que. Um som perfeito. No entanto, tenho conhecimento que tenho uma sala com alguns metros quadrados e já não tenho idade para me enfiar dentro do armário. Não é? Toda a minha vida tem sido, percebem?

Sair do armário a nível consciente? Portanto, não me vou enfiar no armário, porém, mantendo a minha dignidade. Neste momento, estou debruçada em cima do microfone. Mas tapada com uma manta. O som está a ser ligeiramente diferente nos meus ouvidos, um pouco mais baço. Sinto que estou a forçar um pouco os graves da minha voz, para sentir que fura, que é que fura, que pica, que estala, que são tudo expressões de rádio muito engraçadas, de rádio ou de som, ou o que quer que seja.

Noutro dia aprendi esparguete. Quando estava a fazer as manhãs da 3, noutro estúdio, estava lá um técnico. Começámos anão sei porquê, a falar sobre onde é que se põe, o quê? Não, não nesse sentido. Noutro, ele vira-se pá porque depois é é isto, fica ali o esparguete todo e o esparguete todo o esparguete. Então é como se chamam aos cabos todos juntos, é o é o esparguete, pelo menos é como aquele senhor, se se se. Não é dirigir, não é porque não vai falar com cabos, mas foi

muito isso. Portanto, estamos aqui a tentar melhorar o som. E agora, o melhor, aí está. Ora, aí está o quê? Vamos ver se isto resolve. O que é que eu vos quero falar hoje, guys. Então, hoje queria falar-vos de uma coisa que que já há muito me pesa e que a vocês todos também vos pesa, e que nós temos de. Acho eu ai não, espera aí antes disso, caraças, onde é que está o meu telefone? Eh pá. Ainda bem que não o tenho porque, senão se calhar, IA fazer. IA ser má pessoa.

Descobri uma conta, descobri uma conta de uma rapariga muito querida, muito amorosa. Que elabora comunicações com os animais, comunicações de de aura. Ela ela comunica com os animais. Diz assim, tão animal, o que é que tu queres? Mas acho que é para dentro. E o animal depois diz, e as pessoas ouvem o que ela diz e de repente fica tudo bem com os animais. Então os vídeos que que eu tenho estado a ver dela é, é como?

Como como falar sobre isto? Ela a dizer, esta gata ali tinha uma energia muito bonzinha, Ah, este cão já sei, este cão não é? Comecei a comunicar com ele, fiz uma comunicação com ele e disse-lhe, como é que estás miminho? Porque acho que era o miminho Oo nome dele, e ele disse, não me chames miminhos chama-me Boss pá.

E de repente veio a saber se que afinal o cão andava muito mais enervado porque lhe chamavam miminho e a postura dele era mais de Boss, portanto o que ele queria era mudar de nome. Reparem a cena. A minha cena é. Eu sou uma besta, tudo aquilo que aparece de novo, ou pelo menos isso acontecia assim, dantes eu ria-me, não é só comer vegetais, ganda burro, tem a mania que é alternativo, não sei, yoga yoga é para tonto e cheia, drogam-se todos, não sei

quê. Eu sou claramente preconceituosa e burra, e este provavelmente é mais um dos casos. Eu adorava que isto de falar com os animais e que os animais fizeram um contrato de alma connosco, pá, tenho que passar isto à Joana Marques, mas eu não quero destruir a vida desta menina. A menina é mesmo querida? Que os animais fizeram um contrato de alma há muitos anos. Connosco com o mundo, não é celestial. Não sei. Tem que ouvir mais de mostrarem

aquilo que nos falta, trabalhar. OK, portanto os nossos animais mostram-nos aquilo em que nós precisamos de crescer, de trabalhar. Concordo que a beber com isso por todas as relações trazem ao de cimo aquilo que temos de melhor e de pior e de não sei quê. Não sei que mais e os animais não são, não são exceção, por exemplo, adotem um gato recentemente, têm um bebé que não é um bebé mãe, ele já tem 10 anos em idade humana, pronto, não deixa de ser estúpido que está neste momento.

O barulho é de quem está a lavar a loiça na cozinha, mas infelizmente acho que não estará a lavar a loiça na cozinha, mas. Leva-me, então, à conversa que eu queria ter comigo convosco a ouvir que é. As etiquetas, pá. As etiquetas que que nos damos e que nos deram. O que é que fica na nossa cabeça e o que é que molda a nossa personalidade. Por exemplo, eu tenho vindo a pensar. Nos últimos dias eu trabalhei.

Eu trabalhei durante muitos anos em rádio, muitos mesmo. 14 há uma cena assim e agora já vai em 16 ou 17? Não sei e tenho alguma dificuldade na minha cabeça de me pôr outras etiquetas em cima positivas. Portanto, na minha cabeça, parece que o meu main job será sempre ser locutora, e que o resto é o que vem pronto. O resto são trabalhos. É um bocadinho o que a minha mãe me me diz Na Na minha cabeça e depois há outras etiquetas

também. A cena de sloth chaming de eu ter tido muitos namorados quando era mais nova, tive aí uns Revenge pornzitos não sei quê, portanto, a etiqueta de puta, a etiqueta de gorda, porque também me sempre foi dito, estava gordinha demais. Não sei quê, não sei que mais ou a etiqueta, que sou muito desastrada, que sou muito distraída que. Estico aquilo. EEO problema das etiquetas é esse é, não só nos faz. Limitar a nossa ação. Dentro dessa dessa bolha, não é

que é? Ah, eu também sou uma puta quer dizer, não, não, vocês percebem o que é que eu estou a dizer? Não tenho ouvintes burros, não é?

Não tenho tenho ouvintes burros toca a sair tudo lá para fora, eu não quero os ouvintes burros aqui, mas isso determina as nossas escolhas, não é o facto de dizerem que eu não tenho jeito nenhum para EVT não me apetecia dizer trabalhos manuais depois de ter dito puta, faz com que depois, quando eu tenha de fazer esse tipo de trabalhos, eu penso, pá, e realmente não tenho jeito nenhum e sou muita desastrada Na Na, na e nem sequer me dou espaço para evoluir nesse campo.

Vou pá, só me lembro da expressão inglês profecsie, mas não é. Não era isso que eu queria dizer, mas como acredito que sou uma merda, vai realmente haver um resultado merdoso porque não acredito em mim o suficiente para tentar ou para melhorar e por isso, a. Ando aqui a tentar ou vou tentar a partir de ontem?

A desconstruir etiquetas sobre a minha pessoa tem um pouco a ver com aquilo que eu também falei convosco num dos últimos episódios, aquele do ido, ego e superego, e o epoquê, aquela expressão grega que significa, pá, simplesmente deixarmo-nos de julgamentos, criar um espaço livre. Um espaço seguro. Quero quero questionar etiquetas, nomeadamente as más, porque as boas eu tenho algumas, sou. Ai Joana, mas vais dizer? É pá, vou, vou dizer, a Malta do nosso elogia o suficiente a si

própria. Sou, sou. Engraçada ai, parece que estou a concorrer ao big Brother. Acho que não consigo mais. Sou inteligente. Tenho bom coração, é pá, não há maneira nenhuma, nenhuma. Disto não ser péssimo, não consigo, não consigo. Mas vou tentar porque. Foda-se. O Kiko cabrão partiu. Mas vou tentar porque? Vou tentar o quê? O gato partiu-me o quê? Kiwi tem de inversar vidro, esperem lá, a minha mãe bem me diz para eu não comprar, como é que é?

Pratos de faiança que partem-se. Logo foi um prato de faiança. O que evitem razão, tive a comer comida chinesa e o prato, o prato tinha comida chinesa e ele foi lambuzar o prato, e o kiwi tinha razão, tinha razão, estava a dizer, pá. Quero deixar-me dessas dessas etiquetas, isso não nos permite evoluir, não é recentemente. Tenho cruzado com. Vem da área do humor e eu tenho a ideia de que as pessoas do humor têm de ser engraçadas também ao vivo.

Mas realmente não têm a mim aborrece-me imenso que não tenham e que não sejam. Mas até que ponto é que o facto de eu me considerar engraçado ou de estar a viver segundo essa etiqueta não faz com que todas as minhas interações sociais estejam mais longe da minha autenticidade? Para eu estar a tentar cumprir essa. Essa ideia estão a perceber ou não quem é que eu sou, para onde é que vou? Quando terá custado aquele prato, na feira da luz? Ando ando nisto, sabem?

EE, estou a ficar sem ar porque estou por baixo da da manta. Em breve vou dizer-vos, vai haver um não CC ao vivo, porque eu já fiz um espetáculo de não sei ser, mas não sei porquê, a transformei numa espécie de solo de stand-up, não é isso que vai ser, vai ser pá, não me apetece nada dizer aqueles clichés da merda, tipo vai ensinar IM um gethering vamos estar todos juntos, todos os no ICC. Vai ser um encontro de Almas

perdidas. Ah, tem de ver a outra, gaja caraças vou buscar o telefone ou não? Eu sei. Vocês disseram que sim. Espera aí. Eu vou. Eu espero. Esperem lá. Não que a vida é crua, esta é a verdade da vida, é uma pessoa ir buscar o telefone, pá, quer bué. Só que deve estar nas últimas pessoas, que eu que eu segui, pá eu vou ter que tirar a manta. Assim, a nova música do Guilherme Duarte com a mimiqutte, metiro muito giro, muito giro. Então esperem lá, não é o gajo dos animais?

Eu vou ao meu perfil e faço seguir. Mais vezes apresentados nos feeds, aparece aonde aparece. No fim, é a senhora dos Cavalinhos e dos que chatíssimo. Ainda hoje estive a ver um vídeo sobre isso. Espera aí, vou parar aqui um bocadinho para vocês não estarem a apanhar. Uma seca não. Vou para já dizer o nome da conta que não tenho coragem. Menina, mas muito querida, é uma terapeuta holística que é a terapeuta, humano, animal, comunicadora, intuitiva, cura,

healthing, Diamante angélico. Leituras paralelas e aura só para fazer cruzamento já não dá. Ora, ela fez. Mas ela tem sido, Ah, espera. Só para colher os nossos don's? Ferem, esperem, queremos a conversa que ela fez com a fisga, com o Mickey. Acho que vamos para a fisga. E vem. Trazer-vos um pouco. Não vou pôr do início. Vocês merecem.

Vocês merecem, espera. Para quem não me conhece, a sua Cade sou terapeuta, converso com animais e árvores e venho trazer-vos um pouco de uma comunicação que eu fiz neste caso, com uma cadela a fisga e foi muito engraçada esta comunicação. A humana procurou a minha ajuda porque tinha-me mudado de casa recentemente e era a primeira vez que ela estava a viver sozinha com a física. Como a fisga tem aqui algumas algumas questões de ansiedade.

A humana queria perceber se ela estava bem, se era preciso fazer alguma coisa para ajudar neste processo de adaptação. E quando entrei em comunicação com ela, ela disse-me, assim sabes, eu gostava mesmo muito de ter um animal para me fazer companhia. A física. OK, então qual é o animal que tu gostavas de ter? Há quem não? Ficou pensativa? Eu perguntei, então, física, não sabes qual é que é o animal que gostavas de ter? Para te fazer companhia.

E ela disse-me, assim sabes, eu estou a pensar porque na minha cabeça vieram 3 animais, vem um cão, um gato e um coelho. Ela disse, eu estou a pensar, porque se for um cão, eu vou ter que dividir os passeios. E lá na rua eu quero a minha humana só para mim. Portanto, eu não quero dividir nada. E se for um coelho, eu não sei se vou conseguir resistir à. Aqui ao meu instinto de caça, então se calhar pode ser perigoso.

Ou seja, no meio disso ela percebeu que o que ela gostava era de um gato, então eu perguntei que tipo de gato é que ela queria se queria um gato, bebé adulto, mas fêmea, sim, porque os animais têm este tipo de. Conjunto sabem, ai se têm. Este ligar melhor a nível energético. Quem é que tem esta missão também com a sua? Área com a. Casa, et cetera. Eles têm todo esse conhecimento dentro deles, então ela escolheu um gatinho, bebé macho.

Quando a edição humana, ela riu-se e disse-me assim, fogo. Como é que é possível ela saber que eu andava à procura de um gato para adoção? Ou seja, a humana já estava a sentir este chamamento de de querer adicionar este membro à família, um gatinho bebé. E então esta foi a validação que ela estava à procura. E eu disse, isto é só para vocês saberem para tu saberes neste caso, o quanto vocês estão conectadas. Pá, hã? Vocês não estavam olha aqui, vivem para aqui agora e

desligou-me a gravação. Isto também estou muito a conectada. Vocês não sentiam que a fisga estava mesmo à à procura de uma de 11 gatinho bebé? Eu sinto que isto tem muito para dar pá, só que tenho, vou. Vou ver. Vou ver o que é que o que é que extrai daqui. Eu é pá. E se eu fizesse um podcast só com chalupas? Tipo bué. Cínica, só com gente maluca, tipo a gaja que não acredita em merdas e começar aí.

AA, entrevistar tipo Malta. Joana e as etiquetas chamas te chalupe aos outros, oi, isto é um podcast é de mim, para vocês, e mansinho. Não sei. Sim. O que você esqueceu?

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