#50 - Nunca bebi álcool como deve ser. Será que é agora? - podcast episode cover

#50 - Nunca bebi álcool como deve ser. Será que é agora?

Feb 19, 202411 minSeason 2Ep. 50
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Episode description

Não faço puto de ideia porque é que estou a publicar este episódio. É claramente um pensamento ainda em embrião, a ser parido deveria ficar numa incubadora durante 12 meses, mas aqui vai. Se precisarem de ajuda a processarem os vossos pensamentos, lembrem-se da app HiWell :) https://hiwell.app/gamajoana e o código de desconto JOANA20

Transcript

Vamos falar de álcool, vamos vamos falar de álcool. Joana vais falar de álcool, vou falar de álcool e consegues dizer álcool, sem parecer parvo agora então não consigo dizer álcool. Claro que consigo dizer álcool, álcool a álcool emia álcooltra álcool. Hoje vamos falar de álcool, vamos. Quer dizer, eu vou agora. Em lidar, meus amigos.

Isto porquê, porque, por vários motivos, um deles foi por causa do episódio anterior, a melhor consulta do mundo, que me lembre, fiquei a par de várias coisas, entre elas a diferença entre i de ego e superego, i de uma coisa mais impulsiva, mais animal não refletida, superego mais refletido de sempre, o mais julgador, o mais preconceituoso, EOI ego é uma mistura chamemos-lhe, maturidade entre uma coisa e outra, espécie de de. De cozinhado de cozinhado,

equilibrado, equilibrado e saudável. Ora, tendo isto em conta e também outras coisas, tenho falado com o meu psicólogo, com o meu não é com o vosso, o vosso até pode ser da, vejam lá, se me importo, i wel é uma aplicação que eu tinha, que eu tinha em que vocês, depois de se inscreverem e de dizerem aquilo que querem trabalhar em vocês mesmos, aquilo faz umas perguntinhas a dizer, Ah, com o que é que te estás a debater? E vocês com isto e com aquilo,

OK? Então deixei cá ver e eles fazem com um especialista credencial para vos ajudar, um psicólogo que vos vá ajudar com o código Joana 20 podem ter acesso. 20 muito bem por cento de desconto, e aproveitem porque têm várias facilidades, nomeadamente não terem que sair de casa e não andarem as apalpadelas à procura do melhor psicólogo para vocês, visto que a Hi Hi, how are You I well faz esse trabalho. Ora bem, foi com o meu psicólogo, por acaso hoje não

tive consulta. Fiquei assim um bocado lixada, porque já tinha feito aquele trabalho do pensar, pensar o que é que vou dizer hoje, o que é que não vou dizer, e até tinha algumas coisas para dizer, mas outra das coisas que eu tenho falado com o meu psicólogo é o quanto. É pá, estou farta de falar dos meus traumas, foi por isso que acabei com o outro podcast. Eu psicoterapia, quero seguir em frente. Já tatuei numa das costelas uma palavra que a minha mãe me dizia na outra das costelas?

Que que que que o que eu tatuei foi um pino de bowling, ou 2, porque um acho que é um porque eu jogava bowling com o meu pai, portanto eu quis fechar isso, quis fechar o coitadinho com o teu apoio puto, mas é claro que isto continua a ter efeitos, não é? E um dos efeitos que teve, independentemente agora de analisar as causas, porque isto tem de haver várias fases, fases na vida e mesmo que eu. Depois, lá volte, agora não me apetece.

É graças ao tal superego, a essa racionalização muito muito afunilada da realidade para me proteger ou então para fazer match com aquela que me foi transmitida ao longo da minha infância. Eu, de certa forma, não tive, além de outros fatores, como disse a epígrafe, oportunidade de expandir o meu eu, ou seja, sendo que o superego estava sempre a dizer, está quieta, pá, o que é que estás a fazer? Beber é para alcoólicos. Fumar é para drogados, por acaso

fumar? Fumei bem, mas erva é para drogados, qualquer para drogados, então ainda há aqui muita coisa que eu não faço questão. Nunca experimentei, cocas. O que é que eu, o que é que eu já erva? É muito isso ai, depois aquelas coisas que que a Malta fuma debaixo das arcadas do do liceu. Mas tirando isso não, não fiz nada. Álcool. Agora álcool sempre foi um tema um bocadinho difícil na minha vida e eu não sei bem explicar

porquê. Sei que provavelmente tem a ver com a sobredisposição cinematográfica e tudo isso nos filmes. AA questão das pessoas, do alcoolismo, das desgraças que daí advêm, as persagens que são

caracterizadas. Através disso, portanto, eu sinto que ainda somos, obviamente pós-, waron drugs, não é, e que isso nos afeta muito e que só agora é que estamos a abrir um bocadinho o espectro para ver os lados mais positivos da alteração de consciência, sendo que eu não incluo necessariamente o álcool numa droga que altere positivamente a consciência. Mas eu não sou ninguém, eu não costumo beber, raramente bebo anão ser recentemente. O quê, Joana? Tu estás a andar de opiniões e

de postura? Acho que sim, não tenho a certeza. Então, fazendo esta desconstrução no psicólogo, eu. Estou a tentar pôr em prática. Época época é um estado de não julgamento absoluto? De tudo aquilo que esteja à minha volta, OK? Ah, então mas se é assim, vais começar a formicar com um coala, quiçá, quiçá. E no outro dia fui almoçar fora com o Miguel e com os amigos e era claramente 11 almoço de amigos que gostam de vinho e sua esposa.

Sendo que eu estava incluída na banca das esposas, eu tinha a hipótese de não beber, mas pensei, embora beber, Bora entrar na cena. Joana não sejas preconceituosa e não sei quê, porque acreditem que não bebendo e vendas, outras pessoas a beber é mesmo muito, muito complicado. Não sei, eu acho que o problema também é meu, acho que, caramba, há aqui não é um intermédio. E é essa a questão é que não tem havido um intermédio na minha vida.

Para mim, beber um bocadinho já era entrar num grupo de pessoas. Que que se está um bocado a borrifar para a sua saúde. Eu não vos sei explicar neste momento a minha perspectiva mudou tanto, bi polaridade, não, isso não é bipolaridade, mas que não, não vos sei. Bem, ora, pensemos em conjunto, pronto, qual é que é o meu problema? Qual é que era o meu problema com álcool? Uma das coisas continua a ser o meu problema é a forma como o álcool está imiscuído Na Na nossa cultura.

Ou seja, parece que se as pessoas não beberem ao jantar, que têm de dar uma explicação, porque é que não estão a beber álcool. Uma coisa que está tão intrínseca a tudo aquilo que é convívio, que me enerva um bocado e enerva-me também ao ponto que as pessoas depois se sirvam dessa muleta para fazerem coisas que não sentem ser capazes ou para se automedicarem. No entanto, na sexta-feira eu estava super ansiosa, estava a ter um ataque de ansiedade, estava a jantar com o Miguel.

Eu pensei, venha de lá esse vinho, deixa lá ver o que é que as estão a perceber. E então? Tenho. Eu não gosto de vinho, eu não, não há assim nada. Mas se calhar é porque não reconheço. É, é, é que a minha questão é, até que ponto é que um eu estou a expandir os meus gostos e aumentar AO meu conhecimento? Não é a minha expansão do eu, digamos assim, ou até que ponto é que eu estou a assoberbar-me com uma pressão desnecessária para me integrar?

Numa sociedade com a qual eu não me identifico, isso é fazer de mim muito especial. Não é que é eu. Eu estou AA fazer uma. Quer dizer, como se eu não fosse a sociedade, não é. Mas não sei bem o que é que ando a fazer. Sei que neste fim de semana fomos de escapadinha romântica que bebi ao jantar com o Miguel. Miguel diria, pá, aquilo não foi beber nem nem meio copo de coco, ih, caraça, nem meio copo nem nada. Foi. Bué da fixe, meu não, não é nenhum monstro, não é? Não é é um bocadinho.

Ai, só que tenho a cabeça feita com aquele tal superego que me diz, álcool é droga, droga é álcool. E eu já vi tanta gente alterada a fazer tantas figuras tristes. Agora foi na adolescência, pá. No entanto, eu já vi pessoas a caírem. Adultos, todos tortos, sem conseguirem falar a arrastarem-se como é que. Lá está é ganhando maturidade também, não é? EE é percebendo pelos comportamentos das pessoas que isso tem mais a ver com a pessoa do que com o álcool, certo?

Não é eu lá por andar aí, muito cretino a andar a 190 na autoestrada ou anão a parar nos semáforos, não quer dizer que o carro seja uma porcaria. Quer dizer que a pessoa que Ah olha isto ajudou-me, obrigado, eu própria, por esta ajuda, quer dizer, não há que condenar o álcool porque o álcool é só uma ferramenta, uma coisa que está à nossa disposição. Mas há que retirar conclusões às vezes.

Mas é que eu aí estou a julgar as pessoas, porque eu sou sempre a favor de aquela pessoa, se se destroçou toda pá eu sou eu sou intragável, eu sou mesmo intragável, aquela pessoa. Se se destruiu toda é porque está com um problema na vida dela. E vocês vão dizer, não, não pode só estar na boa, poderá poderá só estar na boa.

Não sei, meninos, este é o eu não queria gravar este episódio, confesso-vos, eu estou muito pouco produtiva, eu estava ali a pensar em vídeos para gravar, não me surge nada e é tão raro eu ficar sem ideias, tão raro, não sei o que é que se passa. Será que é da ressaca deste fim de semana ter bebido 3 ou 4

copos de vinho? Seja como for, se estou a gostar de ter esta oportunidade de recalibrar coisas em mim, ou seja, não fechar já a porta com o eu sou assim, eu sempre fui assim e vou ser assim e ter bem melhor, conta e saber que posso. A crescer, melhorar-me e, acima de tudo, divertir-me mais. Não quer dizer que isso passe pelo álcool. Aquilo que eu estou a dizer é. Questionar-me sobre as époquê

sabem époquê. Eu já tenho prosa o quê escrito, escrito no braço, agora, époque, e estou a 1 cm de tatuar uma coisa em em chinês, isto é, isto é grego? Não é, mas chinês, chinês é é a minha cena. Iá, não sei. Será que vou?

Não sei, não sei. EE essa olha aí, não sei ser, juro que não foi de propósito, juro, juro, juro, Ah, já agora ando a perguntar ali no meu canal de Transmissão no Instagram. Se alguém iria ou quem iria um evento ao vivo do podcast não sei quê, não sei que mais tenho saudades de falar para um público, para o meu público, para vocês. Respondam aqui. Ou então por aqui, ou seja, no Spotify, Spotify tem ali 11 sitiozinho para responder a perguntas.

Podem responder isso ou então enviem-me para o meu Instagram, está bem? Pá, pois não sei, este não é? Mas vá, vamos, está tudo não é isto também não posso só trazer conclusões e vamos pensar todos, vamos pensar todos aqui um bocadinho, pode ser, então vá. É isto, eu pensei, vocês pensaram até amanhã? Não sei se. Assim.

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