Acabei de levar com uma bola de badalo no focinho. E não chorei de fiz aquilo que eu odeio que os homens façam assim estou a generalizar e vai haver muita generalização neste episódio. Aviso, já que foi, não não ignore, ignora. Ou seja, não quis lidar com a dor, não quis enfatizar não nada, quis só ignorar e seguir, olha, pronto, levei com uma bola no olho, não estou a ver nada. Perguntei só ao tipo com quem eu estava a jogar, se estava a sangrar ou se não estava a sangrar.
Ele disse, pá, estava vermelha, é um olho e o Ah, giro, então Bora lá continuar a jogar. E jogamos e estou um bocadinho assustada porque nem é questão de ver ou não ver. É, não me apetece andar aí, com o olho todo inchado, como se tivessem. Dado aquilo que eu mereço, percebem que é uma grande abofa. Manda uma ganda a bofa, mas bom por motivos um episódio bastante aborrecido e detalhado na edição anterior em que falei de sucesso na série que acabei de ver.
Acabei de matar o mosquito, que é que achamos disso? Não me sinto culpada pá, formigas, formigas já me começo a sentir culpada, formigas já porque não há motivo nenhum para matar formigas, anão ser que estejam dentro de casa e estejam com demasiada confia. Não há, não há motivo nenhum. E eu no outro dia estava a caminho da rádio, eu vi formigas no chão e pumba, pisei, é só é só cortino da minha parte foi só cortino. Se alguma Formiga estiver a ouvir, peço imensa desculpa adiante.
Adiante. Eu saí da consulta. Com o meu psicólogo no outro dia. Isto foi antes de sair a aplicação em Portugal. I will quinch que é uma aplicação onde vocês têm acesso aos melhores especialistas, psicólogos, de acordo com as vossas necessidades. Imaginem que querem trabalhar mais, sei lá, concentração. Relações amorosas com a família, pessimismo. Ó pá, o que quer que seja vocês, no início, quando instalam a aplicação, perguntam. O que é que vocês querem trabalhar?
E depois, mediante a vossa resposta, fazem, é como se fosse 11, não digo um Tinder, porque se calhar, pode ser processada por causa disso, da parte do Tinder, porque a Malta de da é bué da fixe. E então vocês dizem aquilo que precisam e é feito um match com o psicólogo perfeito para vocês.
Ainda assim, têm direito a 15 minutos de uma conversa com esse psicólogo sem pagamento para ver se gostam da pinta do do tipo ou da tipa, portanto, e depois fica aquele silêncio esquisito, se calhar fica ou se calhar fazia até amanhã e depois tem um. Houve um questionário a dizer, então não gostou porquê tinha buço, ora, bem, aí está bom. Então tenho só este meu psicólogo porque foi antes da iwell.
Se não, obviamente que preferia não levantar o cu do sofá e usar 11 zoada, ou que parece uma zoada para esse efeito. No entanto, então uma psicóloga é incrível, é mesmo pá, perfeito é perfeito para aquilo que eu que eu quero, que é tratar de mim, mas com muita curiosidade à mistura, tentar perceber o
motivo das coisas. Tem uma vertente psicanalista que me interessa bastante, EE que acabo por me divertir a pensar sobre mim, ou seja, vejo-me como objeto de de observação e não só necessariamente um vejo-me como um instrumento para perceber a realidade e para me divertir mais do que apenas eu própria. Não sei, não sei se aqui mais do
que apenas se se aplica, mas. Ele tem-me dito várias coisas, não numa de revelação, ele não é não é uma pessoa que diga IA, Joana, olha, já sei, sabes o que é que é? Não pensamos em conjunto, ou pelo menos dá-me a entender que sim, esta Malta é muito esperta, e. E propôs-me coisas para pensar que me fizeram muito sentido, nomeadamente a minha aparente incoerência entre ser uma pessoa extremamente. No sentido em que não bebo álcool, não fumo, drogas, não saio à noite, não gosto de
viajar, não, não, não gosto. Pá isto. Muito que se diga e depois ter o outro lado infantil e. Mais libertino também, muito presente, que é o estou-me a cagar, que é a minha reação a essa. A esse sufoco. Que eu faço a mim mesma? Um sufoco que eu chamo-lhe de sufoco agora, porque sinto que perdi muita da minha identidade ao julgá-la com tanta força.
Que deixei de saber ser. Ou seja, eu odeio quando as pessoas fazem isto, que é, estão a falar normalmente depois, no final da frase, se riem, mas ninguém achou graça que deixei de ser. Olha aí, está. Ou seja, por exemplo. Ainda no outro dia, entrevistei o Diogo Faro e a namorada. A propósito do amor, quero beijar outras pessoas. Um espetáculo que eles têm agora em cena, que vão estar ainda em Lisboa e depois vão estar no Porto. E que fala sobre poliamor.
Relações não monogâmicas e não sei quê que é na minha cabeça. Como é errado sentir-me atraída por outras pessoas? Enquanto estou a namorar, não me sinto atraída por outras pessoas enquanto estou a namorar. Naquele sentido de pá, não, não faço, não quero não. Não, não é não, não, não vos sei explicar, não, não entra quanto muito. Se entrasse, tinha de fazer uma dissociação da minha pessoa e não sei quê. Mas se se não inibe-me muito.
Enquanto que, se eu se calhar não tivesse esse lado tão condenatório, provavelmente sentir-me-ia, atraída por outras pessoas, decidiria decidir, decidiria o que é que queria fazer em relação a isso. E provavelmente teria empatia pela pessoa, pela pessoa com quem eu tivesse numa relação. Para, OK, normal, sentirmo-nos atraídos por outras pessoas, mas não fazermos nada em relação a isso ou queremos fazer em relação a isso? Só que eu estou num polo tão.
Fabricado e não diria púdico, porque vem de um sítio de julgamento, mas construído para autoproteção que pá às tantas, não tenho IDE, OK, não tenho IDE, assim é que é então o que é que se passa, sendo este psicólogo na vertente psicanalítica e gostando, eu também muito do trabalho que eu conheço, do Freud, havendo algumas coisas que eu disse que eram perfeitamente imbecis, mas que contextualizando. Pronto. Era. Era o que havia, não é? Mas vou explicar-vos aqui uma
coisa, caso não saibam o IDE. E de deixem-me ver IDE Freud. Então este isto, apesar de ser.br. Então, vá, o Freud disse coisas, não é pronto. Então é isso, temos o consciente, o consciente e o inconsciente da mesma maneira que temos Oo, ego e o superego. Então, OID significa que é o lado mais instintivo? O lado que que nós não, não pensamos tanto são as nossas
pulsões ou o nosso lado. Eu diria, não mais infantil, porque isso já já tem aqui uma significância da minha parte, mas o lado mais animal, mais mais primário. Mais. Não sei, simples, mas. Menos menos pensado, ou sem ser pensado de todo depois do lado oposto, oposto que eu vou oposta. E a Malta que levava a Malta ao poste?
Foda-se essa Malta, enfim, o superego depois é o contrário disso, ou seja, temos o lado da pulsão do género apetece-me, tipo caraças, vou agora meter coca e ficar acordado durante 20 dias e não sei quê. Do outro lado o superego diz, porco é burro por coca. Lá está, estão a ver o meu pôr coca durante tanto tempo, vai fazer-te mal e provavelmente
deixar-te-á viciado apesar. Apesar não tendo ainda alguns efeitos, não é AA, curto, médio, longo prazo, Na Na, na, na, na, na OK. Portanto, temos o lado, o lado não pensado, o IDE. Temos o superego que é tipo o polícia que é, não vais fazer isso, que isso é drogado, e depois temos o ego. Entre os 2, temos o ego, que é a parte mais organizada do nosso cérebro, a parte que consegue fazer o intermédio entre o superego e o ego. E consegue. É o que nos dá maturidade,
digamos assim. É o que nos dá esperteza. Não a esperteza saloia. Necessário, necessariamente, mas pegar. Naquilo que temos no frigorífico, nos restos, em vez de deitar tudo fora e mando vir uma pizza pensar, OK, vou fazer uma sopa, com isto tudo, espera, tudo não deixa-me. Ou seja, é como se fosse 11.
Terceira fase de ser. Não é que que Eu Acredito que o instinto seja instintivo, não é, portanto, o primeiro, depois o superego, nalgumas, isto, se calhar, determina depois a personalidade, ou vice-versa, o superego nas outras, e o ID pronto, o IDE, não o fogo, o ego. Portanto, vamos, vamos por por por fases, temos o ID, que é em baixo, é como se fosse o mais puro dos inconscientes. Ok, temos o ego, que é um pouco da da está ali entre a
consciência e a inconsciência. Existe ali uma mistura equilibrada, isto é a minha interpretação. Depois temos o superego, que é o cúmulo da pirâmide, que é super fechado, seja muito neurominded, EEE que faz julgamentos muito, muito graves sobre tudo e mais alguma coisa? Ora, uma das descobertas que não que nós fizemos, ou que pelo
menos. Gostámos de ir por aí na última consulta é que infelizmente ou felizmente, ou porque não existe muito infelizmente em psicologia, quer dizer, se for violada e não sei quê, acho, ninguém vai dizer, Ah, foi para aprender, não é isso, mas ou seja, já disse isto noutros episódios. EE acredito muito nisto, que é aquilo que agora nos está a fazer mal ou que que nos está a retirar. Ferramentas são ferramentas que nós tivemos no passado, que nos fizeram bem e que agora já não
são necessárias. Portanto, convém limpar, é como se tivéssemos o desktop cheio de merda e temos de tirar alguma merda, não é? Estar outra merda porque senão não encontramos nada e então pelo meu copy mechanism eu não tenho ego, não tens ego, só fazes podcasts sobre, não é isso, vamos, vamos só relembrar. O ego aqui neste conceito é o mediador entre o julgamento absoluto de nunca ir beber.
Quem bebe são os alcoólicos e vou foder-me toda hoje à noite porque me estou a cagar para tudo OK pelo meio é bebe só uns copos está na tua, pronto eu não tenho este está na tua. O que me levou à pergunta se? O meu legado, diagnóstico bipolar também advirá das. Ausência de de maturação do do do meu raciocínio, assim, seria resolúvel apenas por esta apenas não que isto é muito importante e é muito complexo, diria.
Mas construindo ou reconstruindo esta parte do ego, será que a bipolaridade manter-se-ia promete ao Google? E disse que sim, filho da puta, portanto, mas nem tudo é o que está na internet. Pronto muito bem, tenho pena. De esperar ter de esperar até segunda para falar com o meu psicólogo mais sobre isto. Se não fosse trair, não sei se é ou não, até me inscrevia na iwell.
Eu adoro fazer estas pontes, que é uma aplicação incrível, onde vocês podem encontrar os melhores especialistas, melhores psicólogos para aquilo que querem trabalhar na vossa vida. Em vocês mesmo estamos a falar mesmo de especialistas credenciados. Saquem a aplicação IOLE ainda se utilizarem o código Joana 20 caives um caive ai caio-vos não consigo cai-vos cai-vos um elefante em cima da mesa. Não têm 20% de desconto, que é fixe.
Tipo, se o meu psicólogo me dissesse, olhe a partir de agora, como usou o código Joana 20 tem 20% de desconto, eu dizia fogo, então quero 2 consultas por semana, portanto aproveitem que isto é do caraças mas estava eu a dizer, fui procurar se a bipolaridade tem ou não cura, dizem que não, mas ainda há tanta coisa para descobrir, não é? Eu sinto que isto é um ponto-chave.
Saí de lá mesmo caraças, porra, então é isto, por isso é que eu que eu vou do agora, nunca mais como açúcar, para caguei para isto e mando vir pá, ando louca com uns uns iogurtes, uns wills ou lá o que é que. Depois mete sei lá, tudo quase que pareço que meto, karandahe ou quê pá, esta descoberta para mim foi, não vos sei explicar, saí de lá mesmo, pá, é isto é
mesmo? Isto tenho mesmo de de trabalhar isto, e isto vem de muita coisa, eu acho, porque depois eu saio da consulta e venho toda pump-dup, e a e a fazer associações muito rápidas em relação a tudo isto advém também da minha necessidade de agir e de orientação, portanto, vou para aquilo que me protege, mais que é o exagero, seja eu não confiando em mim ou não tendo referência de moderação, prefiro proteger-me. A ser polícia lixado e isto é
muito interessante. EE se calhar também é importante para eu ser uma pessoa mais mais feliz e agradável e integrada na sociedade, e talvez um dia passe a saber ser ou pelo menos a aceitar o meu não saber ser fogo, né? Então façam terapia, isto não é isto, isto, são anos e anos de terapia em cima e mesmo assim continuo a descobrir coisas sobre mim própria. Por exemplo, tenho um caroço, não tenho nada, estou outro. Será que não é muito privado? Não vou falar sobre isso porque não tem.
Beijinhos e aproveitem hy well é a aplicação tem o link. Na Na legenda, sim, beijinhos. Depois tenho mais coisas para contar. Não sei se. Eu esqueço.
