#42 - Bati com o carro (outra vez). - podcast episode cover

#42 - Bati com o carro (outra vez).

Jan 22, 202417 minSeason 49Ep. 42
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É "muheres a conduzir", é! A cena é que bato a estacionar, portanto... calminha.

Transcript

Ora, pôs no Instagram hoje se criam que eu falasse sobre ter batido com o carro ou de de já não saber ler e surpresa, querem falar sobre o facto de eu ter batido num carro, faço. Já aqui, o spoiler que é vou mimar-vos, vou mimar-vos-vos com esta informação, eu já bati. Tantas vezes com um carro que me estou a cagar para o carro, vocês não, eu. Eu, neste momento eu raspo com o carro numa parede ou ou até num num esquilo e não vou ver, não vou ver.

Pensei assim. Olha, seja como for, primeiro não tenho dinheiro para arranjar segundo este carro já está. É pá. Está todo amarfanhado. Parece mais daqueles daqueles pedacinhos de papel de celofane que nós tirámos que é aquilo quando, quando, quando fica tudo mhmh, vocês tentam tirar a minha ou aquela fita cola que vocês pensam assim, Ah, isto não é preciso eu fazer aquela

pontinha. É sempre importante fazer a pontinha, mas depois, quando fica agarrada, fica um ali com a unha, assim dá. Não dá, é a mesma coisa com o meu carro que nunca não quero saber com o meu carro. O meu carro é é para bater, sabem? É um bocadinho como aqueles pais que compram um excesso para dar ao filho. Toma lá este chasso toma lá. Há inchaço, muita baratos, muita atenção. Há Malta que se queixa de não ter carros, mas eu já vi carros

a 100 EUR. Agora, se calhar trazem problemas, nomeadamente não poderem entrar em Lisboa para. Não é se as Datas forem anteriores. anão sei quê, não podem, que é de repente, Lisboa acha que é uma discoteca?

Olhe, desculpe lá, desculpe lá, mas tem acima de não sei quantos anos, não pode entrar, não pode entrar que isto é só para para gente que ainda não está fértil sequer você faz barulho a andar, você deita, fumo não o queremos em Lisboa, que é mesmo assim Ah, mas oferecem-me um carro porque eu não tenho dinheiro para outro

um carro melhor não. Portanto eu não posso vir para Lisboa a pé. Ah, mas eu tenho 80 anos porque é o que eu com 80 anos posso entrar e o carro não porque o carro deita, fumo mas eu também fumo. Mas que que a teoria é esta? Argumentação às vezes, quando a Malta está a discutir, existe muito esta argumentação não é da

treta. Por exemplo, eu não deixo que a minha filha ao domingo beba leite com chocolate antes de ir dormir, porque eu já lhe disse ao fim de semana, há leite com chocolate, mas durante a semana, à noite, não há leite com chocolate, porque não lhe vou espetar açúcar para a.

Para a Mona, não é? Eu quero que a miúda adormeça, às vezes até até ponho lá valdes-espero que até anda de lado um beijinho para o activete que põe toda a gente a dormir desde 1912, se calhar dantes era mais vinho e whisky. E então a minha filha disse. Assim, mas espera domingo ainda é. Fim de semana, portanto, na prática, ainda posso beber leite? Eu não. Domingo já é dia de.

Aulas, não é? Domingo é segunda, segunda é que é dia de aulas e ó, pá, Irene domingo já sabes que não e ela diz, mas sexta-feira dormi em casa do pai, pelo que não tive direito a 2 dias de leite com chocolate, como é? E eu está calado, está calada, não quero saber o que é que tu pensas, está calada ela então posso comer um tablerónio não posso pôr um tablerone dentro do leite não, não podes, não podes pôr que é que eu? Fique assim.

Bater com o carro, estou-me a borrifar, estou-me a borrifar

claramente. É assim quando era o carro da minha mãe, andava muita nervosinha por todo o lado, então aprendi a tirei a carta ali em Oeiras e não, não sei porquê, mas os instrutores de condução acham que Ah, isto para aprender, é tipo aquela Malta que atira aos filhos para a piscina e agora nada, senão neste caso era primeira aula ou segunda, vamos para a marginal marginal ali da da linha de Cascais, que não tem espaço suficiente para 2 carros, temos

de estar encostados. Ao passeio ou aos tipos do outro lado, muita. Da ansiedade não é muita bem, vamos embora. Oo carro cabe não? Então quem é que paga? Nós, nós é que pagamos por acaso? Não sei quem é que paga, porque supostamente, nós pagamos um seguro.

Não sei quê, cheia de nervos, autoestradas, não sei quê vamos conduzir com não, mas esperem para estacionar, para estacionarem em sítios fáceis, não sei porquê faço um l está bem fácil você um l porque é que não estaciona você, você está aqui também porque é que me obrigam a mim a estacionar porque é que eu tenho de estacionar o carro e estou a aprender a conduzir não é a estacionar, vamos lá ter calma. Pá, e quando andava com a carro da minha mãe?

Andava cheia de medo. Acho que bati logo uma primeira vez à saída da garagem, porque a Malta tem garagem. Mas a única vez que eu bati seriamente foi houve uma vez que usei o carro, não foi para sair à noite, mas foi para sair de noite e quando estava a estacionar lá está, bati com a traseira a do carro não é minha que eu sei onde é que a minha

traseira anda na árvore. É pá, eu pensei isto vai dar-me imensos problemas, isto vai, eixe vou vou levar sarapitola isto vou exhe vou-me pôr a pôr aqui a cara para dentro, vou-me pôr a andar. Em redopio, em camiões de baixo, então vejam lá o que é que o meu cérebro decidiu fazer, entrar em negação, pensei assim, bom, daqui a uns tempos não vou andar mais de carro porque a minha mãe nunca me vai deixar andar de carro. Não tenho dinheiro para um carro

não nada. Portanto, vou dar aí uma voltinha e fui dar uma voltinha, gastar também o depósito a pensar. Assim eu enchi o depósito. Nunca mais vou conduzir. Vou. Gastar o depósito, vens um lá, depois pensei, não vou dizer à minha mãe, pode ser que ela não note e há 1 m de porta metida para dentro assim, pá, parecia, parecia, imaginem. Ter uma mamã cheia parecia uma mamã vazia que é, ou alguém que ainda falei com um amigo meu a dizer, como é que isto se mete

para fora? Olhe, vais à vais à oficina, eu não vou à oficina nenhuma, nem sei o que é que é uma oficina e pedes para que eles com um desentupidor ponham isto para fora. Oh, Oh meu amigo, tu sabes lá

onde é que me estou a meter. Pronto contei à minha mãe stresse stress, stress e depois comecei a bater só com o meu carro ou ainda bati com o dela, não acho que ainda bati com o dela, é verdade, bati mais vezes, bati sim, senhora, quando fui a uma entrevista à entrevista para entrar Na Na mega FM na altura estava super nervosa, não sei porque é que não fui de. De transportes, acho que era

para treinar, mas eu não. Eu não queria ficar daquelas pessoas que têm carta e depois não conduzem que ficam com a miaufa. Então tentei e na altura ainda não havia Google Maps e não sei quê. Então andava toda stressada com onde é que é?

Onde é que sai, onde é que vai, eu não encontrava o sítio onde era para estacionar ou como é que IA para o largo de Camões e dei por mim ao pé do Rio, a tentar fazer marcha atrás num sítio que não tinha espaço, então raspei, oi, 80 carros para fazer marcha atrás, depois pensei, o que é que eu digo às pessoas? Não vou dizer nada às pessoas, vou andando e senti-me mal com isso, mas estava em stress, até porque tinha A Entrevista e queria chegar a horas depois.

Nem no largo Camões, que é uma piçada para estacionar, essa é outra que é tudo bem. Querem pôr mais carrinhos para ganhar mais dinheiro ou para haver mais espaço para as pessoas? Eu não façam esta merda de colar os carros uns aos outros, dêem espaço.

Eu, na maior parte das vezes, nem de lado consigo sair, tenho que sair por cima do carro, eu saio, ponho-me em cima do carro, escorrego pela frente, às vezes até tenho bolsos nas calças com aquelas mardocas risco o carro todo, o que vale é que me estou a cagar estão a perceber. Eh, pá, eu raspei o carro todo. A estacionar, mas não foi noutro carro, foi num num Pilar. Pilares para quê? Para quê? Pilares ponham só nos cantos. As tendas aguentam-se só com os

cantos. As mesas aguentam só com os cantos para que é que tem de haver pilares, a meio do parque é só para me foder a cabeça. Então risquei a pôr o carro no mar. Já atrás eu sabia pôr lá o carro à frente, depois a sair e depois a entrar outra vez e pá. Eu pensei, tenho que ir embora e pensei, olha, está aqui, está raspado, está raspado e vou. Depois, o resto das vezes vem sempre em estacionamentos ou ou quê é isso? Eu acho que só não bati uma vez em andamento, mas também o outro

homem. Foi energúmeno esta merda do quem bate por trás é quem paga, tem muita lolada, mas não acho assim tão bem. Por exemplo, estava a entrar para a ponte 25 de abril um dia às 6 da manhã. IA buscar a minha filha ao Algarve e queria lá chegar bem cedinho para lhe fazer uma surpresa e estou a entrar para, para, para a via antes da ponte para a estrada e tal, um velho estacionado. Na? Na entrada? Estão a ver aqueles desvios em

que supostamente se perde. A prioridade está lá, um gajo estacionado, sem sinalização, sem nada. Eu sei que aquilo é para perder a prioridade, mas quer dizer,

são 6 da manhã. Eu estou a ver se vem alguém, depois entro, não estava a olhar para lá para ver se entrava alguém, estava lá um cabrão estacionado, desculpem quem bate por trás paga, então este gajo está ali estacionado, então vou estacionar também no meio da a 5, assim, arranja-me um para-choques todo vou estacionar, olha onde é que está bom está aqui, não tenho de andar para a frente nem para trás pôr 4 piscas para quê? Estou a gastar eletricidade para

quê isto? Eletricidade agora está. Para estacionar para o estão a perceber ou não. Mas por acaso o gajo foi fixe? Fui falar com ele, disse, ei,

grande merda. E ele EIA grande merda, mas já estar pronto, EIA vamos embora que sou linda e fomos o caminho todo para o Algarve. Eu a dizer olha o gajo e o gajo olha o gajo a acenar um pelo outro, mas acho que diz e é nesta não fizemos uma declaração amigável, mas ficámos amigos que não deixa de ser engraçado que a humanidade tenha chamado a um mútuo acordo de vamos participar o sinistro e quem é que é o culpado e não? Como declaração amigável, quer dizer que. Há muitas vezes que não é

amigável. Há Malta que se passa dos cornos. Então você vinha pela esquerda, eu vou pela direita, então você me atrasado. Como se alguém quisesse bater como se não é, e há sempre um culpado. Caraças, não me lixem.

Não necessariamente o. Ah, mas tem de deixar-me a distância de. Segurança está bem, tenho que deixar uma distância de segurança, mas faz-me lembrar como no outro dia que vos falei do mangalho, que era um amigo meu, o Tiago Santos. Oi, se calhar, não devia ter dito o nome que quando estávamos a fazer o teste de culpa era o gajo travava, está bem, então eu bati por trás, tenho que pagar, não, o gajo da frente é que é um energúmeno e mesmo assim temos

que discutir. Não temos que discutir, bateu, bateu. Bateu, bateu. Vamos falar, vamos, somos amigos, não somos? Fazemos uma declaração, fazemos não devia ser uma declaração amigável, devia ser uma declaração, porque o ser humano devia ser mais sensato. E se andamos a bater uns nos outros com os carros, temos, é de ter calma e continuar com o nosso dia. Estão a perceber, estou muito entusiasmada, peço desculpa, então à saída de um parque no

outro dia. Tinha de pagar o parquímetro, o parque, um parque subterrâneo, e chego lá e. Disse não multibanco. Não há multibank porque também não vale a pena pôr. Não é porque as pessoas que tratam das máquinas não são elas que têm que pagar. Portanto, não há multibanco, não há multibanco. Está tudo bem, não há multibanco. Então, lá fui a um café em frente ao parque e disse assim, olhe, deve ser a 15ª pessoa que hoje vem pedir-lhe moedas. Pode-me dar moedas, toma aqui e ele?

Sim, senhora, pode ser só que quando eu tinha ido ver se dava para pagar, eu estacionei o carro em frente à máquina, que é para as pessoas poderem passar na mesma e não IA descer e voltar a subir. Mas que é isto? Vocês pensam que eu sou quê? Um Balanço é, vamos lá. Então estacionei ali, encostadinho de maneira que não sei quê quando estou a sair, que é mesmo assim esqueço-me que estou em cima de outro carro e que o meu carro está.

Um bocadinho à frente, então vir e lixei a traseira do lado esquerdo direito do outro carro. Pá, confesso que houve ali 10 minutos, não 10, não, 10 segundos. É que eu pensei, é pá-me a cagar, não é ninguém, sabe? Por isso havia câmaras. Por acaso, houve um gajo que estava lá, mas que desolhou do género, isto é contigo e eu está bem, é pá. Não, não e não.

EE aqui, onde entra Deus estás a ver estás que és tu que é isto, isto se eu for cabra isto volta pronto volta para mim falta para nem é por uma questão de humanidade é, vou-me lixar, vou-me lixar, a minha filha vai ter bolhas nos pés e eu vou ter um pálipo. Não sei, vou.

Vou ter de dizer si bemol e um ovinte vai ter que me corrigir como já aconteceu, então deixei 111 papel e pensei, vou deixar o papel o mais escondido possível que é para não me irritarem, que assim ele desaparece, ninguém vê, eu pus, vi isso vi-se, então pensei não, isto também é nojento Joana, estás a ser péssima pessoa, não vais pôr no vidro da frente, porque se a pessoa pensa que é o professor Katmandu, mandu e depois também não lê, então enrolei num canudinho e pus na maçaneta do

lugar do condutor. Mas sem antes ser estupidamente manipuladora, escrevi lá, olá, 777 smile. Desculpe, bati com o carro no seu, que tristeza peço imensa. Desculpa o meu número de telefone é BBB 77.

Desculpe novamente a pensar, pá, quem vir isto vai pensar coitadinha da miúda fiz AAA letra mais quase que até pus bolinhas nos is para pensar Ah, coitada da rapariga que até põe bolas nos is coitadinha pá dei o meu melhor segunda-feira ninguém me liga, está tudo terça-feira estou a falar estou a falar sobre isto na rádio. Até tenho um vídeo sobre isso, se calhar põe-me e de repente, recebo uma chamada. Já perceberam onde é que isto vai dar?

Não é uma merda quando se conta histórias assim, em que a meio a pessoa já sabe. Já toda a gente percebeu, mas depois temos de acabar a história. Se não acham que temos 11 AVCA meio ligam-me, eu digo, já vai, agora estou a trabalhar, de repente saio. Olá e olá. Quem é que você é? Eu sou a Joana. Olá Joana, sou a senhora, a quem você bateu no carro e eu alegadamente ela não? Não. AA parte traseira ficou bem lixada. Olá Joana. Então está tudo e ela está. Está tudo e pronto.

Muito bem. Lá, fizemos uma declaração amigável que achávamos nós que ainda estávamos nos anos 70 e tínhamos de nos encontrar uma com a outra que ela disse, eu vou ter contigo a qualquer lado eu, bicho. Obviamente que se fui eu bater, mas a pensar, Ah, por favor venham ter comigo se fui eu a bater, obviamente tenho de ir até contigo e de repente ela diz as palavras mágicas, isto já dá para ser feito pela internet. What passei-me passei-me dos carretos? Sabem?

Sabem o que é que são os carretos? Também não sei, mas passei-me da cabeça. E assim foi. Fizemos tudo pela internet. Será que é este vídeo em que eu estou toda fanfa? Deixa lá ver, estava de frente, dei ali uma primeiro, quem é que inventa os parques de estacionamento apertados? Porque é que não há lugar para todos. Estás a ver. Não há ali uma OK, não é como,

como no nas páginas. Pronto, obrigada, Tiago fala, fala com as pessoas de direito, estava a sair e raspei ali na parte de trás e confesso, foi sozinho ou foi noutro carro? Foi agora percebi-me que iam só estar a ouvir repetida a história, portanto. Não é só as manhãs que é para depois quando chegarem aqui, ser tudo novidade, um beijinho para a Joana. Ficámos muito amigas.

Não ficamos, eu nunca cheguei a vê-la, mas eu disse-lhe assim para também ver se tinha alguma simpatia quando ela me ligou, quando eu lhe retornei a chamada bem estava mesmo agora a falar disso aqui nas manhãs da antena 3 do género, ai a Joana gama da antena 3, ó menina, faz rádio, pois eu oiço a comercial e eu vá um abraço. E assim ficou resolvido. Eu gostava de mandar arranjar o meu carro, só que acho que o preço de mandar arranjar o meu carro, que é um renaulting azul

bebé. Ser equivalente ao preço de um carro, digo, eu gostava de ter um carro. Malta, que esteja a ouvir quer ter um carro, quer ter um carro e não pode ser leasing, porque o dinheiro de um leasing é é quase o meu ordenado todo o teu boicote. Mas é é imenso. Dinheiro é para aí 200 EUR por mês. Não digo que compense. Vocês não têm que ouvir isto. Eu quero um carro, onde é que está o santo-car ou o santonar ou o minocar, quando é preciso, fico aqui a aguardar Patrocínio, Opel.

Fiat 500, não, 500, não, 500. Não que eu queria viajar sem aquele dinheiro, tudo, mas fica aqui. Um pedido a stands que me dêem carros ou empréstimos durante um ano, o Nuno markl, o Nuno markl tem carros, porque é que eu não posso ter carros? É só porque não sou um génio da atualidade. Acho mal. Acho mal um beijinho e cuidado para não baterem com o carro, especialmente por trás.

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