#29 - Pagar a 90 dias? 🖕 - podcast episode cover

#29 - Pagar a 90 dias? 🖕

Dec 12, 202321 minSeason 2Ep. 29
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A 90 dias já me habituei. Odeio, não entendo, mas habituei.

Agora........ "quando o cliente nos pagar"? Expliquem-me onde é que isto é aceitável, pff.


Nós pagamos logo o vosso investimento no espectáculo deste sábado na Boutique da Cultura. Há Mamos de Boca ao vivo ( o nome de outro podcast meu e com o Pedro Alves), bilhetes à venda aqui: www.linktr.ee/joanagama

Transcript

Bom dia, boa tarde, boa noite, sejam bem-vindos a mais um podcast, não sei ser desta feita, que é uma expressão que eu adoro. Em direto também para o Instagram, apetece-me abrir aqui o canal de de distribuição, porque somos os mesmos 2000 desde o início. Nada contra 2000 já se enchem muitas coisas, nomeadamente um rabo, estou. Estou doente, estou em casa. A minha semaninha de férias vai ser passada. Os primeiros dias em convalesles não consigo dizer porque sou,

não é cepinha de massa, mas. Estão a dizer que sou xana, porque são os pais e as apostas dos amigos, mas pronto, estou em com com. Não é convalescencia durante a primeira metade da semana, depois vou ter atuações. Já me disseram, Ah, vem na mesma. Olha, vem com uma máscara com COVID ou sem COVID vem com uma máscara e só tiras para comer e para dormir. Eu ré, eu. Então vou atuar na quinta-feira

no Casino da Póvoa. Gostava de saber quem é que lá vai estar, porque é porque é para adaptar o meu texto, porque se for para velhotes, que geralmente é a Malta dos casinos, não vou estar a falar do hot to handle e coisas do género, a sexta vou atuar numa tenda incrível, gigante magnífica. Em Almada chamada tenda feliz, onde irá estar também Ana bola. Isto é tão surreal como eu ontem ter sabido Teresa Guilherme foi ao espetáculo voz de cama da Tânia graça e da Ana markl. Mas são.

Pessoas, não é? São pessoas andam aí e também precisam de ganhar o seu, senão, acaba tudo no calcitrin. Acaba tudo a dizer ai, dói-me os ossos. Dói-me, não sei quê. E depois no sábado tenho mamos de boca, espetáculo esse para o qual estão convidados. Claramente, os bilhetes estão à venda na bol.pt mamos de boca, ou então podem ir ao link da minha bio link da minha biom

para para comprar, sou eu? O Pedro Alves é um podcast, caso vocês não conheçam em que nós respondemos a 36 perguntas de um estudo que, alegadamente, depois de responder essas 36 perguntas, o casal apaixona-se. Pedro Alves e eu estamos a tentar que isso aconteça, não com muita força, porque temos os nossos parceiros, mas estamos a pôr isso em prática ou nem por

isso. Entretanto, se no Instagram quiserem começar a fazer-me perguntas, pode ser, podem e eu transfiro aqui para o podcast, portanto, estão a perceber, é uma Ah, é assim, me pareço ainda mais careca? É uma labarismo de conteúdo, estão a ver, vocês dizem eu ponho aqui, eu ponho aqui, vocês dizem tenho várias coisas para falar convosco primeiro que me irrita hoje Ah, eu sei que isto é um clássico da comédia dizer eu irritei-me eu irrito-me e não

sei quê. Mas irritei-me irrita-me quando as pessoas na rotunda não é o fazer pisca ou não, é claramente até por uma questão de acidentes, quem está dentro da rotunda tem prioridade. Não podemos entrar à parva, não é do género. Ah, vamos embora. Fafão e entra na mesma. Claro que há sempre aquela pessoa do Ah, isto ainda dá tempo. Isto ainda dá como se fossem aqueles 23 segundinhos de entrar dentro duma rotunda, que fossem mudar a vida dessa pessoa para

melhor. Agora podem sim é ir dessa para melhor, mas o pior nem é a questão de falecer ou não é? A focinheira da pessoa a entrar na rotunda tipo. Mete nojo de sabendo que está a fazer merda. Merda pura, porque está aí contra o código da estrada e está a pôr em prática a pôr em causa a minha existência e a dela e quiçá de outras pessoas. Então passa pela rotunda, mas evita manter contacto visual do género. Fiz merda, não estou cá, não estou cá pá que infantilidade. Que. Que ridículo.

Irritou-me, irritou-me, assumam assumam, se querem efetivamente, entrar numa rotunda, a palhaços à parva. Encham o peito, dêem a cara. Estou a perceber daí a cara que eu entrei na rotunda porque quero porque posso, porque mando e estou-me a borrifar para a vossa existência. Não é assim. Há cagunfas não é? Não comecem ai que eu entrei numa rotunda e não sei pá e ainda houve outra na mesma rotunda. Tudo bem que eu posso estar irritada por estar doente.

Caguei, mas tenho razão na mesma tenho, tenho, tenho ou não tenho tenho razão na mesma que é um gajo ali ali na rotunda da buraca só para e já não chega eu ter de passar sempre pelo meu trabalho antigo. Quando ando aqui ao pé de casa, depois na rotunda da buraca, estava a ir buscar uma encomenda. O novo livro do Eddie isad, o novo não um o meu novo livro, que por acaso é sobre o Ed isar.

Estou um ótimo comediante. E nessa mesma rotunda do outro palhaço, um gajo, eu digo passo passo, não é porque está na rotunda. Esse gajo estaciona na rotunda. Estaciona, estaciona na rotunda, pára, estaciona na rotunda. E mexe no telemóvel, a meio da rotunda. Encostou-se à faixa mais de fora, mas. Onde? Onde é que isto? Desculpem primeiro há. Voices, não é? Depois, quem é o gajo que? Este mundo, amigos, não me venham dizer com merdas que é a nova geração e não sei quê.

Eu também já não sou da nova geração, mas estacionar numa rotunda ou entrar numa rotunda, a filha da puta são pá boca cheia, bem sei, são coisas que me enervam além desta coisa que não sei se já disse aqui na gravação ou se disse aí no direto do do Instagram em exclusivo, que agora vai deixar de ser, mas esta merda de pagarem 90 dias eu estou lixada com esta empresa EE pá, não, não concordo que 90 dias pronto já é merda é uma prática comum, já todos demos o rabo para isso.

Vamos aceitar QB enquanto me apetecer. Agora o passado, 90 dias ainda não lhe podemos pagar porque não recebemos do cliente. Pá, vão, vão percebes? Se fosse uma agência com apenas um cliente, eu perceberia. Eu percebo que o dinheiro esteja dividido entre orçamentos para cada departamento e não sei quê, mas acredito zero que a agência tenha o dinheiro. Que conta, não é, senão como é que pagava os empregados, como é que havia cafezinho na sala?

Acho que também há uma reputação a manter, não é? Não é por andarmos todos aqui à procura de dinheiro e a precisar de dinheiro que que o criador? O último da fila é que tem de levar sempre na. Não é não, não. Eu não tenho nada contra levar na por acaso não gosto muito de levar na regueifa honestamente, talvez tenha de tratar disso No No senhor das hemorróidas, para ir foi complicado, mas não acho bem, não acho. Bem, não, não. O que é que eu tenho a ver com isso?

Foi o que eu lhes disse, eu passei o. Recibo à agência, não passei ao cliente, portanto, vão-se lixar. Vocês que têm de vocês é que têm de me pagar meu. Pá, e por isso é que eu agora faço 50% de adjudicação no momento da adjudicação, 50% depois, quando efetuo o trabalho, mas mesmo assim depois lixa-me e dizem ai não e eu, pá, quero 1500 No No na conta ou não quero pronto, mas isto é Sério,

profissional meu. Não devia haver um sindicato que se calhar há de do influenzing que é mesmo assim para tratar destas porras, porque senão vou fazer aquele clássico de enviar aquele e-mail que no meu caso até poderá não ser mentira. O que é dizer atenção. Atenção, porque na ausência de resposta eu vou acionar os mecanismos legais necessários e

a família toda de direito. Meus amigos, eu, eu solto o cão, eu sou solto, cão, tenho parceria, estão a perceber, tenho parceria legal, pá esta merda. Enerva-me caraças. Imagina imaginem tipo, dá-me, dá-me vontade de, não é? Questão de me. Emprestarem dinheiro como estás a dizer? Não, não tem nada a ver com isso. Felizmente tenho tenho dinheiro suficiente para sobreviver e para ter um microfone e para ter um Mac e para estar a falar convosco e não sei quê é uma questão.

De princípio? Porra, se realmente não existe liquidez ou lá, o que é que se diz para ter negócio? Não. Se tem um negócio ou arranja-se. Outro modelo, esta porra enerva-me agora também estou a falar contra mim, se calhar devia ter dinheiro suficiente para não me estar a irritar com estas porras, mas é o princípio na mesma é aquela coisa de parecer que emprestei dinheiro a um amigo. O amigo não me devolve e eu tenho e eu. Tenho que pagar, tem que me pagar, acabou. Tem que me pagar.

Rotundas, dinheiro e o que é que houve mais? Havia mais qualquer coisa que eu queria falar convosco. Vi um filme, muita giro que enviei, na newsletter que vocês não devem ter subscrito, porque vocês são umas merdas, imagina e tratar assim as pessoas? Ré re, que se chamam o método perigoso. É um filme muito giro, que fala sobre adivinhem vocês, psicanálise, psicologia e essas coisas todas. É um filme, não é assim tão antigo quanto parece. Tem a Kerry and.

Que mostra malucos e não sei, eh pá, é muito giro, é muito giro. Adorei ver, mas é mais para pessoas que tenham interesse de psicoanálise, que é uma das coisas que eles defendem a perceber o trabalho de Freud Young e não sei quê. Foi muito, muito giro, um método perigoso. Vejam para além disso, estou a ler o page boy de de eliot page. Que é uma biografia muito interessante, muito autêntica, muito genuína daquilo que 11 homem transexual passa.

Para se assumir, apesar de eu não gostar dessa cena do assumir, não é? Parece que tem um segredo e que têm de contar, não é isso, mas o seu processo de de. Não sei, não sei como é que se diz. Não quero estar aqui a, mas pronto, muito bonito para para isso também vai na onda do Eddie Wizard, que é um comediante muito particular, que vocês também poderiam investigar outras coisas interessantes. Pá.

Ontem estava a falar com o meu psicólogo e há aqui uma coisa interessante que é eu utilizei para sempre nas minhas sempre, aliás, nas minhas discussões. E na minha vida para conseguir dormir, eu não ter pensamentos obsessivos. A cena de só de não existir uma verdade não existir uma realidade à la Carina, podem fazer perguntas, façam perguntas, não é pá. Ih, eu estou bué irritada.

Desculpa. Ah, de de não haver nenhuma realidade, ou seja, que a verdade seria uma justa posição das perspetivas de todos os intervenientes. Mas eu tenho uma psicólogo, estava a dizer que que existe sim, uma verdade que existem 3 realidades, pelo menos a minha, a tua e a verdade. Isso está-me a enervar um bocado, porque se assim é, eu nunca sei quanto é que me aproximo da verdade ou não. E nas discussões também não sei

quem é que tem razão. Ah, mas isso é muito dicotómico não devia estar a centrar-te nisso tu centro-me no quê? Não é queria recomendar já agora outra série eu não sou ninguém para recomendar nada, mas sou. Ainda vá não roteiro, que seria o arrotar a meio de uma gravação de um podcast e no Instagram, mas uma série que eu adorei, que se chama the affair. Não sei se já viram alguém, viu? The affair? É uma série muito boa, em que AA mesma história é contada da perspectiva de cada interveniente.

Ou seja, imaginem, há uma gaja que curte na praia com um gajo não entender. Na perspectiva dela, ela estava com um vestido amarelo e foi ele que lhe põe que lhe põe. A mão na perna vice-versa. Vice-versa, pá, o Henrique estás a Sério, curtia, curtia, bué quando passava à vichy na mega obrigada por acompanhar o meu trabalho. Mas aqui entre nós, não. Não escolhi a vitchi para para passar Joana, você já passou com quantos psicólogos? Ora uma quando tinha 13 anos, outro quando tinha 20.

Outra na altura do meu divórcio, ou seja, 30 e tal. Essa foi mantendo. E psicanalista a seguir, conta como psicólogo e este, agora, portanto, 5 psicólogos e um psiquiatra. É muito, não é?

É muito, mas gosto de pensar que é. Olha esta tatuagem que eu tenho aqui No No braço que vocês não podcasts, que não estão a ver, mas que diz para os outros che que é a palavra grega para tipo, auto auto melhoria, tentativa de melhorar pronto coisas por aí. O Josefa de Óbidos ei, é a Josefa. Ouvidos, Josefa, estás a gozar isto no Instagram apareceu uma rapariga chamada Josefa de Óbidos, a dizer que me viu no cais a rir. Quando é que volto lá? Hei-de lá voltar um dia.

Ei, ei. Agora, Josefa de Óbidos era há-de ser uma personagem qualquer histórica portuguesa marcante, mas quando eu andava no liceu Maria Amália, em Lisboa, era onde a Malta IA comprar erva. Era? Era aí, olha, vamos à e, aliás, a betaria da minha escola tinha tanto tanto pavor dessa dessa escola que acho que era muito xungaria e não sei quê, que. Houve uma vez as minhas amigas e eu inventámos o boato que a Josefa, a pintora, obrigada que a obrigada.

Obrigada, que a Josefa deby dizia o Maria Amália se IA unir, se iam fundir pá, deviam ver o pânico, o pânico que que havia que havia por por se juntar AA chungaria. Por falar em juntar e chungaria e não sei quê, estou a ver também um documentário sobre a Segunda Guerra Mundial na Netflix. Interessa-me imenso pela questão histórica. Não sei. Não vos sei explicar porquê, sou perfeitamente inculta e durante toda a minha adolescência. Juventude, o quer que seja,

reneguei história. Tive história na faculdade, tive história na escola e pá, nunca consegui nutrir algum interesse, mas ultimamente tenho conseguido e até até tenho lido biografias e coisas do género. Tenho tenho gostado muito. Agora, esse documentário da Segunda Guerra Mundial, que está muito interessante, até porque dá uma perspectiva mais. Próxima das coisas, no sentido em que foram buscar testemunhos de pessoas ainda vivas sobre, pois sobre os acontecimentos e

exigem. Existem várias filmagens dessa altura, não só da perspetiva do sei lá, do dos aliados. Mas como dos japoneses, e não sei quê e. Pá e decidiram colorir as filmagens. Portanto, aquilo que nós vemos deixa de deixa de ser alguma coisa que passou antes, não é como se houvesse uma distância higiénica do Ah isto. Isto foi noutra altura, foi noutro tempo, e de repente vemos ali seres humanos tão próximos de nós que não foi assim há tanto tempo.

A verdade é essa, mas sempre me pareceu a cometerem esse tipo de de atos que nós já sabíamos da da propaganda de Hitler e que que as pessoas envolvidas não. Pá. Não, não tinham muita noção daquilo daquilo que estava a acontecer do terror. Não é assim que funciona muita a propaganda, a manipulação e blá blá blá, mas aquilo que me foi

mais triste. Mas que aquilo que me fez já responde, já responde aquilo que foi mais triste para mim foi ver a capacidade que o ser humano tem de se adaptar às circunstâncias. Por exemplo, eu quando morava na casa de de parte da minha família, sabia que não estava a ter uma existência agradável, mas só quando saí é que me apercebi o quanto é que ele me estava a fazer mal. Mas nestas filmagens vemos soldados a rirem e a brincarem. Tudo bem, eram momentos para aliviar a tensão, mas.

Caramba, o ser humano realmente tem tem esta capacidade EEE isto que nós fazemos não é de de nos apercebermos quanto quando estamos num determinado meio da gravidade desse próprio meio que são pronto, é isso, é o erro da daquela perspectiva, das relações tóxicas e tudo o resto. É um documentário interessante, não acrescenta nada, percebe àquilo que nós possamos saber haver a dissiopedia ou em carta, mas mas gostei, é assustador, é assustador, gostei. Para para.

Está aqui um rapaz a perguntar-me coisas. É comum sentir que um psicólogo nos ajudou, mas que agora não está a conduzir a grandes progressos. E é skin. Eu não sou perita de todo em psicologia, eu gostei muito e portanto. Está aqui uma rapariga a responder-te mais abaixo, e concordo que é. Pode acontecer o psicólogo não combinar contigo, pode acontecer estares numa fase em que demora

mais tempo a fazer progresso. Pode acontecer, por exemplo, tu estares a chegar a uma fase da tua terapia em que estás a enveredar por assuntos mais gostosos, mais difíceis e, por isso, estares a autossabotar-te por causa do desconforto em ires um bocadinho mais longe. Não sei, não sei, é só aqui uma ideia, mas isto é. Pelo menos é só um exercício, é só um exercício criativo da da minha parte, claro, tenho aqui uma pergunta, no sítio das perguntas, no Instagram.

Bom estar a ouvir buchwan Michael friend once me in bad boa tarde, pronto OK, obrigada ou si, este rapaz, o ossi Anna Mark e o e o Tiago Ribeiro recebem muitas mensagens dele e eu também, diariamente. Eu já me questionei se ele seria

maluco. Eles garantem-me que não, mas não percebo um beijinho ou assim, todos os dias, mensagens daquilo que ele come de não percebo, juro que não percebo e também não percebo porque é que me farto de receber reals de pessoas que não conheço, eu ainda os vejo do género, Ah, isto tem, será que tem alguma coisa a ver comigo, não tem, eu recebo reels de carros. Não tenho nada para para dizer de carros. Ai, filhos, já são 17 minutos. Acho que já está bom. Se não deixo de ter lá.

Conteúdo para os outros episódios, anão ser que como falta um, agora acrescente mais uma coisa. Acho que vou ter de adotar um gato. Pá, não acredito que a agência funerária tondelense aderiu aqui ao direto e tem a cara de uma pessoa como, como logo espero que seja uma pessoa ainda viva. Por outro lado, espero que não, porque seria muito mais engraçado. Olá, agência funerária que maravilha, que maravilha adorava, adorava. Agência funerária tondelense.

Se puder, faça um direto comigo e vamos falar aqui um pouco, remover Ah, não dá. Inscreva-se aqui no direto, por favor, quero muito falar com a agência funerária tondelense. Bom, quero adotar um gatinho, quero já disse à minha filha. Portanto, agora vai ter que ser. E não sei que associações, nem nada, vou ver. Já sei que é super gato. Eu já tenho super gato, super caro, já tenho um.

O castrar e não sei quê custa-me bué castrar animais e esterilizar estou a retirar-lhes o direito de de procriação não é tipo é a mesma coisa de que se me fizessem a mim mas já sei que é pior para a saúde deles pelo menos tanto quanto nós saibamos agora não ser encastrados e também não vão ser de casa, portanto vão fornicar com quem não é. Mas vou dar a pílula. Não sei, mas pronto, em breve teremos aqui um novo membro na família, um patudo que já agora

parem de dizer patudos obrigado. Na verdade, a minha opinião é que toda a gente deveria ter a experiência com um psicólogo e ajudar a todos neste mundo, claro. Helena é verdade, sem dúvida alguma que beneficiaria Kelly, se já conseguiu perceber que tu ajudas muitas pessoas, eu me vejo em muitas situações que tu falas, já ouvi todos os teus podcasts, Ah, que querida. Obrigado Patrícia. No Jardim de Oeiras eles têm muitas ninhadas para dar.

Ah verdade, olha fumava serva aí no Jardim, no Jardim de Oeiras e curtia-se com gajos ouvi dizer. Explicado nos primeiros dias, diz aqui a Paula, mas é bom para fazer companhia ao menino com ao menino, ao menino Jesus, à menina sim, eu percebo. Eu já tenho um, eu já tenho um, mas faleceu a outra e estamos a ver se ocupamos esse vazio que é triste e curioso. Psicanalíticamente bom, vou só despedir-me aqui do podcast se nós quisermos continuar a conversar, conversamos por aqui.

Jardim do oras tem muitas histórias, depois tem já lá, vamos. Entretanto para vocês que estão a ouvir aqui o podcast, desculpem o barulho, estava a mudar o microfone de de sítio, o não sei ser obrigada, isto não vai ser frequente, eu não vou estar sempre a gravar com o Instagram, até porque não me estou a dar 100% da atenção e depois podem estar a sentir-se mel liderados eu não pago para isto eu não pago para ter para ter um podcast também não pagam

não pagam. Podem é apagar e apoiar o nosso trabalho, a mim e ao do Pedro Alves para ir ver este sábado, dia 16, na boutique da cultura, em Lisboa. Mamos de boca a gravação do podcast que vos falei há pouco e também com outras coisas, nós estamos a pensar em muita coisinha para acontecer muita coisinha, não? A Sério, pensámos, não, não estou a dizer isto só para não

sei quê. Sábado às 9:30 boutique da cultura em Lisboa os bilhetes à venda no link do meu Instagram, ou então embol.pt, põe mams de boca, está bem, beijinhos. Não, certo, sim.

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