#168 - Hoje sou bebé e dormi num hostel. - podcast episode cover

#168 - Hoje sou bebé e dormi num hostel.

Sep 17, 202414 minSeason 2Ep. 168
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Bilhetes para Porto, Coimbra, Braga e Lisboa aqui: www.linktr.ee/joanagama

Transcript

Hoje sou bebé, hoje sou muito bebé. Quem é bebé sou eu que sou bebé. Hoje sou muito bebé. Quem é bebé sou eu que sou bebé. Quem é bebé?

Quem é bebé. Se eu eu que se eu bebé AI, que bebé que o se eu que o bebé o bebé eu faço 38 anos hoje nasci precisamente há coincidência faço 38 anos e nasci há 38 anos pá, isto realmente é dos astros uma pessoa está aqui de repente começa se a aperceber dos números e principalmente vendo Lost sim, uma série de há 40 anos uma pessoa EIA os números estão por acaso eu tenho uma cena que era. Alguém na minha vida me comunicou que sempre que olhava para o relógio eram e 31 minutos.

E aos 31 minutos essa pessoa achava que era o avô dele, que estava a comunicar com ele. E eu comecei também a ter. Essa não é cacofonia, é coki, miki é coki miki commiti tem copaca de olhar e estar sempre 31. Pronto. Os números têm um significado. 38 ainda tem um bocadinho de significado da minha cabeça, porque spoiler, pessoas jovens que estejam para aí e que ainda achem exato, que ainda achem a expressão jovem como algo extremamente ofensivo aos 38, ainda não nos sentimos velhos.

Não sei se alguma vez nos iremos sentir velhos. No entanto, eu sinto que há aqui todo um engodo no facto de no meu cartão de cidadão. Aparecer, provavelmente primeiro de Eve, porque não me sinto nada de Eve para a Irene. Come lá, olha o que evita a comer o vai, pô lo no teu quarto para de laqueda. Eu estou a gravar um podcast e agora aqui é o frestarinho. Olha o que evita a comer o queijo fresco outra vez. E pronto. 38 anos, 38 anos.

E senti que pela primeira vez tive uma espécie de erasmus. Na semana passada, estive a semana de quarta até domingo no Porto, estive completamente sozinha, completamente sozinha, fui em stand up, mas como não tenho a gente de momento, já estive com a gente, já não tenho a gente, estou, como já vos disse várias vezes, sozinha e isso traz. Muita cena fixe. E uma delas é esse sentimento de empoderamento no teu, não é no meu, OK?

No um sentido de empoderamento, de pá, que nada me poderá fazer mal porque eu estou comigo, percebem? É muito. Eu estou comigo. E foi interessante porque foi precisamente anteontem a 2 dias de fazer 38 anos que dormi a primeira vez num hostel. Aos 38 anos, contem isto a amigos meus saudáveis. Eles disseram, eu agora não tenho andado para ir a um hostel. Engraçado, vai isto agora um hostel quando eu já não tenho paciência para isso?

Pá, foi horrível, horrível. Calma, já me estou a julgar, tipo a Betinha, a burgessinha, não é? É isso que vocês estão a pensar, pois mas não tem a ver com isso. Eu até até vos é pá na boa no dia a seguir nem tomei banho, até passei só uma água pelo pipi, lavei o dente sim, lavei o dente, mas nem tinha toalha porque fui apanhada de surpresa. Não era suposto eu ter ido para o hostel, só que o grandessíssimo hotel onde eu estive o 00 hotel lod, só marquei. Está bonito.

A pedido de várias famílias, deixei ficar no espirro. Era o que tu querias. Não era ir querias que eu deixaste, deixasse o espirro pronto. Zero box slot. Marquei se até dia 14. E afinal fiquei até dia 15, enganei me e enganando me não tinha sítio onde ficar porque Porto está a berrotar por tudo aquilo que é sítio minha nossa senhora. Então fui dormir a um sítio incrível chamado cats hostel hostel porque te faz hostel hostel. E lá estive no quarto com 5 marmanjos.

Um rapaz indiano muito simpático, estava a tirar o master em geston, um senhor com portador de dificuldades de locomoção, e digo isto porque o senhor estava no blist de mais de baixo, graças a Deus, mas sempre que se virava de um lado para o outro, fazia um chinfrim do caraças que eu estive quase para a noite. Dizer assim, olhe, desculpe lá ou sorry Lee, don't do like. Mas pronto.

Depois apercebi me que realmente o senhor devia estar a fazer um esforço gigante para se virar de um lado para o outro. E depois havia um tipo que eu não me apercebi bem da nacionalidade, mas digo vos, já que até podia ser tudo que de manhã achava que achava que ninguém ouvia puns, achava eu. Só não digo peido porque está aqui a minha filha e parece mal. Ah, pois é, nós nós não estava muito bem. Eu quase não dormi porque tinha medo de ser violentamente

violada a dormi vestida. Comprei uma frigideira e pus entre as pernas. Estive ali a dar o meu melhor, até dormir de fones, porque havia lá um senhor que parecia ter engolido um porco. Eu não percebo como é que estas pessoas que de certeza que já tiveram alguém na vida delas a dizer que ressonam para caraças que vão para estes sítios de de dormires coletivos e vão para lá a chinfrinar? A chinfrinar do nariz que parece uma traineira e o que me Lixa tivesses comprado tampões é filhos.

Então se eu vou para um hostel é porque não tenho dinheiro para ir para um mais caro, não é? Ainda tenho gastar dinheiro em tampões, não. O senhor é que devia fazer uma cirurgia ou nariz, ou devia usar 11 fitinha Vileda de um lado ou outro do focinho, que é para ver se não respirava, ou então pôr almofada por cima da cabeça dele durante 3 minutos só para ver como é que lhe fica a cor azul na face.

Não dormi nada, foi horrível. Mas esse senhor que estava no beliche, à frente no primeiro andar, fartou se de de de a expressão que eu digo e que não fica nada bem é cagou se toda a manhã inteira. Só que aí diziam assim, Joana cagar, não é dar pum, está bem, mas é. É uma palavra javardona para aquilo que eu quero dizer, porque não é dar pum, isto não é dar um fato, não é ter um descuido, é cagou se violentamente. Estava ali mesmo, pá, pá, pá, pá, pá, pá, pá, pá, pá sim, quem não? Gosta?

Do quê? De dar pumas? Está bem, filha, mas não queria ainda por cima uma pessoa que eu não conheço. Já das pessoas que eu conheço, os únicos que eu suporto são de umas pessoas que eu cá sei, de uma pessoa que eu cá sei. Que. É, não conheço ninguém, AI não sei se vocês ouvem. Não, adeus e pá, foi terrível, foi uma experiência terrível e depois eu não sou nada social e assim que entrei lá No No lodge,

Ah, tu vais adorar isto. Aqui somos todos muito sociais, temos a happy hour lá em cima que podes ganhar uma bebida se quiseres dançar, temos karaoke também aqui conhecemo nos todos e eu, pá, eu quero só sair da minha atuação no Porto, chegar aqui, pousar as minhas cutículas. Pôr uns grandes fones e acabar de ver um filme que me arrependido de ter começado, que é o ugliss na Netflix. Ótima premissa, demasiado lua vermelha e quero. Quero só sentir que amanhã continue com o mesmo número de

de de de filhos. No fundo, era isso. Senti que o lençol de cima estava lavado, senti que sim, senti que sim, mas uma pessoa não, não pode pensar muito, que é a Malta que fica germófoba e essas camisoph fica porque também pensa muito. Se uma pessoa começa a pensar muito, então encontra esperma e cocó nos corrimãos dos dos centros comerciais. O que é que estará aqui? Se uma pessoa se cuspire, o que é que acontece? A quantidade toda de micróbios, diz.

Esperma é algo que é a forma como tu sabes, não sabes. Ah, OK, então a pilinha do homem põe, esse mim tinha espermatozoides. O sítio onde está a águinha, onde estão os espermatozoides, é o esperma. Há muito esperma. Quê no mundo? Qual sítio? Não, não que as pessoas às vezes têm as mãos sujas e às vezes de esperma e às vezes os senhores dos laboratórios, quando estão a analisar corrimãos dos centros comerciais e não sei quê, vão ver.

E à cocó, à esperma, por acaso? Sim, pois por isso é que convém sempre lavarmos as mãos. Não, não que tu tenhas esperma nas mãos, mas caso haja esperma nos sítios. Então, Irene, isto vão tirar te vai é melhor. Jesus CPCJ, isto é informação, meus amigos, informação a mais não sei quê, não é? Ah, Tik, toca a problema de falarem com os pais. Ninguém disse, olha, falem menos com os pais, porque assim sabem menos da vida.

Há pessoas que sabem muito pá. Não sei como é que me sinto em publicar aquilo que acabou de acontecer, mas o que é que eu vos dizia a dizer? Odiei, odiei.

Experiência acima de tudo, porque eu tenho realmente um grande pânico em acordar pessoas quando estão a dormir e por isso a cena de acordar e deles ainda estarem a dormir e ter que me vestir e pentear e não sei quê, foi uma dor gigante, porque sofro muito AA fazê lo. E então mesmo à noite, eu cheguei às 3 da manhã depois de uma atuação e eles estavam a dormir e tinha que entrar e Na Na Na odiei, dei ter dormido com a roupa com que fui atuar, que foi do género.

Não quero fazer barulho, não quero nada. EE foi uma experiência OKOK. Aquilo que eu gostei, no entanto, foi podes parar de fazer barulho, já comeste, nós vamos sair daqui a 5 minutos, saímos daqui a 5. Irene vais arrotar a queijo fresco. Também podes também vais arrotar a queijo fresco para o taekwondo? EE, uma coisa que eu gostei muito no hostel foi a parte. Ah, tirando a parte de Acessibilidade, foi a Acessibilidade efetivamente aquela pessoa com dificuldades motoras.

Tinha ali não só um hostel com elevador, um chuveiro com aqueles apoios de de lado, a própria sanita também. Havia também uma ajuda para ir para a cama e para sair da cama. Portanto, fiquei muito satisfeita com isso. Achei também interessante que houvesse tantas pessoas de terceira idade nesse nesse hostel das 21 ou o Porto está tão cheio ao ponto dos turistas séniores? Até eles quererem ir para um hostel ou então está a dar a

volta, estão numa de, não é? Ah, o que é que um gajo precisa? Havia mesmo, havia mesmo velhos de bengala No No hostel pá. Eu estou tranquila com aliás, quer dizer, não sei porque se é Malta aos 3040 já se caga feio No No bliche na parte de cima eu não quero imaginar como é que é estar num quarto misto com sexagenários, mas isto sou eu. Está bem.

E agora? Não era ótimo que este podcast se chamasse, mas isto sou eu porque acabava com mas isto sou eu, mas isto sou eu. Rui se estiveres a ouvir este episódio. Este ainda não é o episódio que é para ti. Eu faço anos e foi uma prioridade prioridade para mim falar sobre isto no meu dia de aniversário. Mas no próximo episódio falarei sobre a minha estadia, a minha recente tour pelo Porto nos Carvalhos, em em Vila do Conde. Vai comer π?

O que é que estás aqui a fazer em Vila do Conde e em castelo da Maia? No castelo da Maia, não sei como é que se diz e aí falarei de ti, Rui, olá, Rui, depois já vos conto quem é o Rui para me darem uma grandessíssima prenda de anos e aquilo que têm de fazer. Meus amores sabem o que é muito

bem, então façam, já fizeram? Então vá no link do meu perfil no Instagram. Estão os links para comprar os bilhetes para a tour do não sei ser, dia 16 de outubro no Porto, no ferro comedy Club, 17 numa avia em Braga, leiria, dia 18 na sala Jaime Salazar Pacheco, e dia 25 de outubro em Coimbra, no grémio operário de Coimbra. Depois volto a Lisboa, dia um de novembro, no Lisboa comedy Club. Os bilhetes estão então no link do meu Instagram, comprem. Os bilhetes, diz Irene.

Ah, e vocês estão super, super convidados, como a minha mãe faz anos, como vocês sabem, não é? São super convidados a dar me preto. Exato, ratola, mas sim, o dinheiro que vocês contribuírem para esta causa. Reverterá também a favor de Irene. Um beijinho. Façam isso por mim. Pá, não lhe paguei, nem vou pagar. Devias pagar.

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