Não sei se... Antes de vos apresentar o meu convidado que está descrito no título deste episódio, deixem-me só relembrar-vos que, ator de Não Sei Ser, sim, sim? O que é que achas? Não sei, sim? De Não Sei Ser, está aí! Muita animação! Sem convidado especial. Sem convidado, obviamente, obviamente, porque a especialidade é da casa.
Dia dezesseis de outubro no Porto, dezessete de outubro em Braga, dia dezoito em Liria, dia vinte e cinco em Coimbra, os bilhetes estão à venda na Ticketline, mas está no link também do meu Instagram. Agora falamos de coisas bem mais interessantes e bem mais sérias que não a minha masterclass de podcasting que acontece em setembro em Aldivelas, também podem passar pelo meu Instagram, vão ser várias horas, seis horas acho eu, só falar de podcast desde o início até ao fim.
Estou-me a sentir num programa de amanhã, em que de repente há esta pausazinha para anúncios. Amanhã temos de fazer, porque amanhã vou à Júlia. Achas que se calhar, não sei, acho que eu podia fazer um episódio e dizer aquilo que achei de mim, sem tu ouvires. É que podcast mais um biguista inteiro. São todos. Vou fazer um podcast sobre aquilo que eu penso sobre mim, na entrevista que foi sobre mim, e depois tu fazes um podcast sobre mim, sobre a entrevista que viste sobre mim, na
entrevista que eu dei sobre mim. mas acho que é uma ideia, logo se vê no entanto, nós temos aqui algo que nos une sem ser apenas este amor incrível é que a porta da rua é a serventia da casa Tu odeias isso? Não odeias? Odeio. Mas porquê? Não sei. Primeiro porque durante muitos anos... E aqui o microfone. Durante muitos anos não percebia o que é que era. Era tipo, pá, é para bazar e para bazar. Mas não percebia o que era a porta da rua. É muito complexo. E o que é dizer servente?
É servir? É tipo, olha, ofereço-te a porta para sair. É ofereço. Tipo, olha, isso aí é de borda. Ah, já ias dormir sem esta. Não tem nada a ver, é só... Mas olha, por falar em dormir Aconteceu, novamente Há pouco começámos a ver um episódio de Lost Estamos na quarta temporada Episódio... Quinta? Quinta temporada Episódio dois ou três? Três? Dois Isso, bora ver E por acaso Adormeci mais cedo neste Eu adormeci aos quinze Ou dezoito E costumo adormecer quando?
É aos vinte e cinco, vinte e oito. Que é quando eu quino. É, tu quinas. E porquê que achas que eu adormeço aos vinte, vinte e cinco da série? Por causa dos números. Vá. Estou a brincar. Não, porque aquilo tem uma narrativa, tem uma economia de cliffhangers. Tens de ver também que foi uma... Foi uma pera, cliffhangers. Os meus ouvintes nem todos sabem. Sabem, sabem. Então vamos pesquisar. Tu sabes que ninguém é assim. Triglinho Faria Amparo.
Ora bem, servente de... Porta da Rua, servente de... Não sei ser. Olha... Olha, porquê? Então, tens de ver outra coisa. Que é? Esta série, quando foi feita, era numa altura... Ainda pode ver o outro mês. Era numa altura em que não havia Netflix e essas coisas todas. Então aquilo passava em televisão. E tinhas vários momentos de anúncios. Tinhas para aí quatro... alturas de anúncios, então eles têm de fazer aqueles momentos para te cativar, para tu continuares
depois dos anúncios. Achas que é isso? E tu ficas ali numa altura, ainda não há aquele fim, estás ali no meio, estás ali... Certo. E agora... Isto dava na RTP II, Lost. Dava, mas com muitos episódios de atraso em relação à América. Eu tenho um amigo, por acaso, tenho saudades dele, que é o Paulo Soares, e quando ia à casa dele, ele estava sempre a ver Lost na RTP II. Sempre?
Sempre. Calhava, porque ou no mesmo dia, ou na mesma hora, ou o que é que era... E eu pronto, com o meu sentido e humor característico, estou na floresta. Estou sempre na floresta, deixa-me adivinhar. Estão perdidos na floresta. Ah sim, mas eles não estão sozinhos. Não estão sozinhos perdidos na floresta. Andei imensos anos a evitar ver esta série. Não sei bem porquê. Acho que foi porque foi uma onda na altura que... Foi tipo Game of Thrones na
altura. Sim. Toda a gente, ei, eu tenho que ver, e a pedra de papel... Acho que foi a primeira série que pôs as pessoas mesmo viciadas para o parque nem louco. Não, acho que a nossa geração foi aquela que ficou mesmo a
malta em binge-watching mesmo. Hardcore. binge watching dos cliffhangers dos easter eggs não disse easter eggs mas neste podcast pode ser palavrões mas não palavras em estrangeiro é que desculpa para os estrangeiros é só porque é mesmo o Miguel é o meu namorado boyfriend e ele tem um podcast que se chama vale o que vale cá em casa não somos muito confiantes pois não Não sei ser, vale o que vale.
E ele explana por lá toda a sua intelectualidade musical, cultural, usa palavras como pistáquio. Já tivemos esta conversa, Jona. Continua. É Pinóquio, é Pistáquio. Pronto. E então o que é que acontece? Esta é uma das séries preferidas de Miguel. Eu comecei a ver a série sozinha. Paguei o Disney+. Aconteceu. E agora está no Netflix. Está nada. Vou cancelar o Disney+.
Então, a Irene está a ver A Irene está só a ver Netflix Não, mas ela vê os filmes da Disney Mas isso está no Pobre TV Não está nada Andamos a brincar Posso quase acabar Também é verdade, mais um motivo para acabar com a Disney Plus Acabou, olha Acabou Acabe com a internet Acabe, manda o podcast Por pombo-correio para o Spotify E ele que entra, faz assim Olha, é uma das tuas séries preferidas. É. Tanto que tu motivaste-me a vê-la. Ah, vê-la às vezes o Loss, não sei o quê.
Olha, giro, está aqui no Disney+, comecei a ver. Quarto episódio, estavas tu assim... Não, não foi no quarto. A espreitar. Não, espreitei, mas só te acompanhei ali no décimo oitavo. Décimo oitavo, já estava ali todo a morder-se todo. Bora ver, bora ver juntos. Eu odeio ver coisas com pessoas... No geral. Não, eu odeio ver coisas com pessoas que já tenham visto, porque independentemente delas estarem todas fanfarronas, eu
vou sentir que estão. E não gosto de estar com pessoas que sabem mais sobre eu, sobre aquilo que eu estou a ver, do que eu própria. Mas não é por uma questão de competitividade, é de género. Não estamos os dois no mesmo ritmo, não estamos os dois no mesmo pace. Aqui pode-se dizer pace. É, pace. E quando fazes um pace, sabes como é que é? É um pacemaker. E então, isto estava-me a enervar. Porquê? Porque o Miguel é também bastante expressivo. Gosto de ver coisas com emoção. Não, não.
Tu vês coisas com emoção e estás a ficar emburrinhado. Gosto de deixar a emoção invadir. É terrível. Sempre que há um cliffhanger, ou então, como podemos descortinar o seu significado, é um mini final abruto. Mas é que cliffhanger é tão bonito a palavra. Eu sei, mas as pessoas não são obrigadas. As pessoas não são obrigadas a saber o teu inglês. Nem toda a gente tem um avô que é dono do British Council. Tá bem, mas agora começava a
espalhar esse boato. O avô de Miguel é dono do British Council e por isso é que ele está a espalhar inglês por todo o lado que é para obrigar a malta a matricular-se. Eu vou dropping some hints e depois a malta... Continua. Pronto, e então esses cliffhangers surgem sempre com um som cortado tipo... Não é? Tipo um swoosh, assim, muito rápido. E o Miguel reage a isso fisicamente. Claro. Estamos ao lado um do outro. Mas os sons são vibrações. Posso falar? Estamos ao lado um do outro.
Eu estou até submergida. Enquanto estou acordada, há aqueles bons vinte minutos. E depois continuas submergida. E Miguel faz, reage com o corpo. Faz assim, ao mesmo tempo que dá o som de gente. Cagando na merda. Porque isso é magia. Antigamente o cinema era isso. Mas não és tu quem vai determinar a vibração que eu recebo fisicamente. Porque eu não paguei... Tu é que não terminas a minha também. Miguel, eu não paguei para estar num daqueles assentos que tremem
a ver um filme. Eu não estou na Disney. E levar com água. Eu não quero cinema a quatro dias. Quando estiver a chover na floresta também não quero que me cuspas para a fuça. Estás a perceber? Eu não quero efeitos especiais. Então andamos aqui... Não vai bem, porque às vezes o Miguel já deixou de fazer, mas eu já tenho saudades que ele faça, mas não quer que ele faça, então faço eu. Olha, é uma loucura. Tem de ver, tem de ver.
Explica, eu gostava, porque eu acho que ainda não aprofundámos isto o suficiente, ainda há pouco aconteceu. Eu estava a acabar de ver o episódio que tinha adormecido a ver, enquanto tu jantavas, jantou para isto em dia, e eu tinha o telefone ligado, e estava a fazer um scroll, e tu olhaste para mim e disseste, não estás a ver?
É pá, claro, com um ar de reprovação, porque magoa muito quando estamos a mostrar um filme ou uma série a alguém de quem gostamos e a série nos diz muito e as pessoas estão tipo... Então, mas espera, isso não é da responsabilidade da série? A série é que me devia agarrar. E agarrou, tu é que às vezes gostas de divergir. Não, vamos lá. É a série divergente. Miguel, isto aqui não. Tem que haver limites e esse é um deles. Está bem. Não há cada... enfim.
Repara, tu amas esta série. E porquê que amas esta série? Dá-nos tudo agora. O microfone é teu, Miguel. Não é? Não. Mas podes usar. Não, acho que é uma série que tem muita complexidade, tem muitas camadas. Não, e está bem feita. Agarra em vários níveis. Gosto a nível de profundidade de personagens. É das séries mais bem feitas que já vi.
Gosto da maneira como está construída de... contar o tempo presente e cada episódio depois foca-se numa personagem e vai contando em flashback momentos passados dessa personagem gosto de e depois de todas as temáticas que levanta é uma ficção científica muito humana de pessoas para pessoas o conceito deles é de pessoas ok e o que é que eu nem sei o que é que fiquei só a ouvir-te falar Mas não é a minha série preferida Minha série preferida é outra Que eu vou tentar rever
com a Joana Mas está muito difícil Está difícil porque ela tem rejeitado Que é Sopranos O primeiro episódio é logo uma hora e tal Uma hora e quarenta Vamos lá ver aqui Vamos pôr aqui os pontos nos jotas Mas atenção Há aqui uma questão Eu estou na boa para ver cenas grandes Na boa Tipo episódios grandes estão muito bem Tu é que não aceitas que se veja aos pecados.
Ah, claro que não. Pronto, eu tenho, e reparem, eu adormeço aos vinte e cinco de Lost, o ritmo de Sopranos não podemos dizer que se eu me sentar em cima deles que chegue ao orgasmo, não é? Agora, eu não vou poder adormecer a meio, porque senão fica lixado, senão depois não vê comigo. Eu não fico lixado, não, mas eu acho que podemos ver. Não, mas ficas todo furibundo. Porque faz sentido, Joana. Aquilo está feito... Nunca. Aquilo está feito de uma forma para... Fecha.
Cada episódio fecha entre si. Eu fecho também os olhos quando eu quero. Eu tenho um arco de narrativa também que é... Vamos ver. Amanhã continuo. Isto é, para mim, repara, eu acho que tu tens aqui um problema cerebral. Depois perdes as referências do episódio. Não perco. Eu não tenho referências. Esqueces. Não, mas as referências do próprio episódio, que já passaram, e que, entretanto,
depois há um... Eu acho que tu não tens o mesmo talento que eu, e certamente que muitos dos meus ouvintes partilham o mesmo talento, que é, tu lembras-te... Quando nós víamos o episódio dos morangos do dia anterior no próprio dia antes de dar o novo. Ou seja, à terça dava outro segundo e depois é que dava outro terça. Eu fazia para fazer tempo, porque já sabia o que é que acontecia. Só se eu chegasse cedo da praia.
Pronto, foi praia. Estão a ver, andava eu a trabalhar nas obras, este menino na praia. O vento brito e descansa. Na praia do British Council? Antigamente. O British Council tinha uma praia. Era uma beach. Tinha uma praia na comporta. Beach, beach, beach. Na comporta. Em cerzedelos. Esqueci-me o que é que estava a dizer. É por isto que eu não faço... Eram os morangos. Ah, os morangos. É um bom comparativo. Além de saber que eu sei reproduzir, porque está cá uma
cá fora... Eu sabia reproduzir-te o episódio praticamente na totalidade, estamos a falar de setenta por cento dos diálogos, no dia a seguir. Eu tenho, efetivamente, muitos problemas de memória. Dar nomes a animais também. Podemos fazer um episódio sobre isso também. Dar nomes, no geral, de espécies. Não é dar nomes. É chamar os animais pela sua espécie. Não é chamar. Não é dar um nome. É designar. Atribuir. Não é atribuir. Já está atribuído. Pois é. Pronto, eu disse que o Bip-Bip
era um peru. É um peru. O grande disse, que animal é que é o Bip Bip? É um peru. Um peru. Sabias que o João Catarré foi sondado para ser o Tony Soprano? É verdade. Só que ele rejeitou. Ele rejeitou. Disse que não. E recomendou o joguinho da Almeida, mas depois eles também recusaram. Acho que houve ali um problema de comunicação. É João Catarré. E ele, ah, então avançaram com o telefonema e não era para ser. E eu conseguia reproduzir-te os miangos no dia a seguir
tranquilamente. Eu, quando paro de ver um episódio ou um filme, eu consigo, a minha cabeça recorda-se de tudo. De tudo onde eu parei. Tenho só de ir até lá. Então vamos experimentar isso então. Vamos experimentar isso, mas com sopranos não. Pá! Miguel, eu estou a ver, estou hot to handle. Vamos com calma. Eu estou constantemente a ser bombada, bombardeada com interesse. Mas aí tens gajos bons. Soprano, pronto.
Soprano é o Tony Soprano, não é? Que anda para lá todo zangado e começa no dentista e tem um carro e não sei o quê. Não é dentista, é psicólogo. Sopranos não é máfia. Mas você é psicóloga. Ai, que bem. Tem uma cena muito interessante com psicologia. Nem aparece a psicóloga. Ele começa logo, não, no início, no primeiro episódio, começa a ser logo bombardeado na porcaria do consultório. Começa logo a ver. Eu lembro. Não te lembras porque não viste.
E lembras-te de tudo. Eu lembro-me de tudo. O consultório da psicóloga até tem daquelas persianas que a escola pública da minha filha agora tem, nas janelas, aquelas que fazes tipo... Sei, aquelas que tens tipo dois fios, um que é para... E se não puxas bem vai-te ao lado, em oblico. E fazes assim com o dedo e saem caracóis de pó. Sei, sei. Saem assim papufes. Papufes de pó. Como é que é o escritório da psicóloga por dentro? É assim. Não, mas qual é que é a cor das
paredes? Eu imagino assim, é madeiras. É madeiras, de cor é que é o sofá onde ele está sentado. Que vai ser assim um verde escuro. Acho que é para o cinzento. Ao cinzento, verde escuro, cinzentado. Agora, pergunta-me assim, há quantos anos é que foi a última vez que tentaste ver sopranos? Vá. Diz lá. Diz tu? Não, pergunta tu. Eu só digo depois de perguntares. Como é que se diz sopranos em inglês? Sopranos? É sopranos, não é? Aquela é uma família italiana. Então, é sopraniti?
Pá. Pá, Miguel, pergunta lá. Quando é que foi a última vez que tentaste ver sopranos? Foi há doze anos. E ainda me lembro... Não tinhas maturidade, Joana? Não tinha maturidade. Sabes lá? Há doze anos. Há doze anos já estava casada. Ainda andavas tu em... Estavas em Las Vegas. A descobrir-te em Índias e não sei o quê. O que é isto? Barra inverso. Espera aí. Fizeste só uma barra. Estou toda curcumida, não dormi nada. É o quê? Eu não consigo escrever. Primeiro episódio, Sopranos,
psicólogo, psicóloga. Imagens. É verde É um verde Madeiras E olha a persiana, só que eu achava que a persiana era Portugal Ah não, são das outras Este é outro nível Está aqui a psicóloga, vê-se E vi uma série também muito assecante Jennifer Malfi Também nesta altura desisti desta e fui ver outra que era igual Mas disse que é passada em Filadélfia Depois vão para o céu e são anjos e fornicam todos uns com os outros. Não é um clássico qualquer. Sei, sei, sei. Sabes? Sabes nada.
Já vi, é muito boa. Sabes que essa peça é um... Não é peça, é uma série. Sei, mas essa série... Espera, tu com a minha descrição chegaste? Cheguei, cheguei. Cheguei, cheguei, cheguei. É o Angels in America. Sim! Angels in America. Muito boa. Maravilhosa. Eu acho tantas... É que a arte... Está bem, na altura tinha vinte e cinco anos quando vi aquilo. Eu olhei para aquilo e pensei,
deixem-me ir. deixem-me ir eu preferia ver o Masterchef Australia que é bem fixe também ou a TLC, não é média é outra que também como é que se chama aquela, a criança?
Anibubu, preferia ver a Anibubu e a senhora a tirar sarro debaixo dos tetos do que estar a ver Angels in America Angels in America é muito bom vejam que é muito bom eu vou ver a imagem disto Angels in America é um clássico eu acho que vou vomitar tens Al Pacino é uma peça como estás a ver meninos só o genérico olha mas sim é verdade existe um lado surrealista gráfico e fotográfico bastante interessante eu não percebi que era gays e sida Sim, aquilo era uma altura em que começa a sida
e política. Em que começa a sida. Olha, isto é antes de sida, depois era sida e gays e sexo, bué da gays, bué da gays e bué da sida. Epá, é ótimo. É mesmo muito boa a série. Pronto. Se tiverem a oportunidade, vejam. Então, mais depressa, eu revejo Angels in America É pequena, são para aí dez episódios Ora, aí está, chama-me de ursa Os sobranos são quantos?
Os sobranos são quantos? Não são eles, não estou a dizer os episódios Cada season tem treze Está fora de questão São quatro seasons Vê, vê Mas são só treze Lost são vinte e quatro Só nas últimas é que não Olha lá Tu estavas a falar aí da densidade das personagens no Lost. Gandalol, digo já, series. Já estás, Joana, é só... Seasons, é seis. Pronto, é seis. Está aqui o senhor a dizer que é seis. É visitar. É seis, é seis. Pá, Supremes é a melhor série de
semana. Não acho que haja assim tanta densidade de personalidade no Lost, desculpa lá. De personagens? Não, de personalidade, de personagem. O Jack é só um gajo que está bué farto de si e que promete coisas a toda a gente e fica todo fanfo porque... Não, eu prometi tirar as pessoas da ilha. Ai não, que eu prometi salvá-la. Isto é Jack. É Jack. A Kate é. Sou muito rebelde, mas muito linda. Fran Pessoa também era. Ai, eu sou bada maluco, sou bada pessoas.
É só isto também, Fran Pessoa. Não sei qual é a identidade que aquilo tem. E o Sawyer? O Sawyer também está sempre só zangado a fazer aquela... Não faz mais nada. Tem problemas de família incríveis. Incríveis. Diz-me qual é o nome, sem ser o cast principal, de personagens, daqueles últimos personagens. Qual é que é? A personagem mais ou menos secundária que te deixa todo louco, todo pingão. Que eu curto bem. Sim. Como assim?
Sem ser Sawyer, Kate... Não, sem ser só de... A personagem fixe que gosto muito de Desmond. Mr. Echo. Mr. Echo. Mr. Echo. Pronto. Gostei muito dela. É isso? Não sei, pá. E Desmond. Desmond tem aquele ar assim meio... E desta segunda vez estou a gostar cada vez mais do Said.
saí, o Miguel perguntou-me qual é que eu papava e eu, temos Sawyer atenção, que já foi lida em vários fóruns que muitos homens descobriram que eram gays a verem essa série por causa do Sawyer é uma situação, fecha a citação e é situação também eu não papava Sawyer digo-te já, porquê?
eu não posso estar a ser exigente mas tenho melhor em casa e os ombrinhos dele são para baixo, parece um equilátero Um gajo para ter tanta sexiness de cara Não pode ter aqueles ombrinhos Que parece que é um esquadrinho Agora não regressa às aulas E tu, de todas, quem é que tu foram fadas? No fundo é todas Não, é Kate, é Kate Todas, não é nada de todas Julia também é bem fixe, mas é Kate para mim É a Kate? E mais? Não, fazia outras. A mãe do Hurley? A mãe do Hurley nunca.
Não, para ver como é que é. Nunca, nunca, nunca. Enquanto que tinhas um gajo baixa? A Charlotte, acho interessante. Qual é a Charlotte? É esta ruivita que apareceu agora. Ah. Não, mas claramente é a Kate, é a minha preferida. E a sua? A Sun? A Sun. A Sun. A Sun, sim, é fixe, mas não me põe louco. Quem é que põe, Miguel? Kate. Não, não é essa a resposta. Quem é que põe louco? Mas sopranos, vamos lá falar sobre sopranos. Bem, sabes quem é que não vai soprar hoje? És tu!
Foi muito lindo este final, não se esqueçam de comprar bilhetes e temos de voltar a falar sobre isto. Quando vires sopranos, podemos fazer um episódio só sobre sopranos. Eu não percebo, qual é o teu prazer? De me enfiar séries pela goela abaixo. Isto é pequeno. Eu não vou ver coisas antigas. É tudo a preto e branco. Eles é que pintaram por cima. Esta atriz é fenomenal. Eddie Falco. Lorraine Branco.
O Michael Imperioli. Tu já viste o Imperioli no... No White Lotus. No White Lotus, que tem imensas referências também aos Sopranos. Na última season apareceu o carro do Tony Soprano no meio de uma... Quando é que se estreia? Bem, não interessa. Severance... Polly! Esta é a minha personagem preferida, o Polly. Ainda bem que ele está a apontar, que é assim que funciona. Amanhã vai, Júlia! Se vocês estiverem a ouvir isto hoje, dia três é amanhã.
Se estiverem a ouvir amanhã é... Hoje vou à Júlia. Se estiverem a ouvir dia cinco de setembro é, ah, ontem fui à Júlia. E se estiverem a ouvir dia vinte e sete de agosto de dois mil e vinte e cinco? Dia quatro de setembro de dois mil e vinte e quatro fui à Júlia. Muito bem, Joana, tu és genial. Ainda bem que dei esta aqui para tu se mexeres. Não vou desligar, agora tens de ser tu a acabar. Não, não, não! Diz às pessoas. Diz adeus às pessoas. Adeus pessoas. Pronto, é o Miguel.
