#162 - Vou ao Alta-Definição. - podcast episode cover

#162 - Vou ao Alta-Definição.

Aug 27, 202413 minSeason 2Ep. 162
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Maijómenos. Uma espécie.

💥NOVA TOUR💥

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Transcript

Não sei se... Hi, little guys! You like and join? I like and join! Sejam bem-vindos a mais um episódio em grau! Sabem que eu estive a ouvir o Batata Quente, o podcast do Miro com outro rapaz, que eu não me lembro do nome, mas que vou conhecê-lo daqui a pouco, e reparei que eles têm um entusiasmo incrível a apresentar o podcast deles no início. E agora, o excelentíssimo, o incrível, o maravilhoso... E eu é só, então, malta, como é que é?

Portanto, não consigo, não consigo fingir este entusiasmo. É um palco, é um palco ainda lá, vai porque... Ah, por falar nisso, não imaginam, fui eu uma... Estou com a mandíbula toda lixada, tenho ATM. Só que não sai nada. Tenho uma disfunção temporomandibular maxilar, que é abrir e fechar a boca e doer. Ah, para a próxima? Ou andas a... Pronto, dói. E a senhora lá do dentista, onde eu fui a dentista especialista em oclusão, disse, ah, e drogas? E eu não trouxe. Não, disse drogas.

Ah, drogas não, quer dizer, fumei umas gansitas. E ela, cigarrinhos para rir não contam. E eu, temos, e ela, temos. E eu, já, enrolei essa. Bom, eles são muito entusiasmados. São, não disse que estão, com a minha ida. Nesta semana recebi dois convites em cima da hora. O que, para quem é convidado para entrevistas no meio, dá logo para ver um cheirinho a cancelamento de alguém antes,

sabem? Convidaram-me para um programa, não interessa de onde, porque seria falta de classe dizer, mas pronto, para um programa de uma pessoa que eu não estava aí, que já foi ao programa dela para ir umas três vezes, e já está bom, que agora é outro, mas é igual. E, ah, pode vir, é depois da manhã. E eu, ah, não vou conseguir. E quando uma pessoa responde a dizer que não vai conseguir ir a um sítio, parece que existe todo um manancial de...

Como é que se diz? De obstáculos à ida quando existe aqui só um que é não quero. Não quero. Não me dá jeito. Não me serve para nada. Pronto. Recebi este para podcast do Miro. Também foi de ontem para hoje, acho eu. Mas aí estou boa da fixe. É um sítio onde eu quero ir. Já tive o prazer de privar com o Miro. Aliás, já lhe dei boleia no meu carrinho para levá-lo de... do Tagus Parque de Porto Salvo até ao Colombo para ele mamar uns hambúrgueres, só para terem noção do nosso grau de

intimidade. Foram aqueles vinte minutos de viagem em que eu estive que nem louca a preencher os vazios, a conversar imenso com ele porque não conseguia lidar com a falta de intimidade que nós tínhamos. Tínhamos ido atuar ao Tagus Parque, uma atuação que depois não nos pagaram. E... a mim não, pelo menos. Pronto, o podcast do Miro, vou na boa, é um podcast que me faz lembrar um bocadinho de Maluco Beleza, tem ótimas condições de filmagem, o que vos diz muito.

Por acaso não consegui encontrar no Spotify, só no YouTube. Tem imensa gente de Angola a ver, o que é giro porque também sei que há muita gente em Angola, não sei se de Angola, mas em Angola... a ouvir este podcast, portanto, um beijinho para vocês e até logo, ou então, já sabem, podem passar pelo YouTube e ouvir, ver o podcast de Batata Quente com o Miro e com o Zezé, que é outro rapaz, que não tem um olho, ou que, pronto, assim, já sabem quem, ele goza com isso, portanto,

estou à vontade. Aceitei também, minhas queridas pessoas, Estou aqui toda cheia da medo e super arrependida. Estive uma hora a telefone com uma jornalista. Uma hora e tal com uma jornalista a preparar um programa onde irei em breve. Em breve, um daqueles programas de entrevistas de vida, tipo alta definição, só que sem ser alta definição. Com pianada, uma apresentadora a perguntar. Então, e nascer? Foi muito complicado. Como é que foi nascer?

Como é que foi respirar? No que toca o nariz? E a sua mãe? A sua mãe falava consigo? Não falava? Você fazia opinião quando começou a fumar? E vou a um desses programas e estou super nervosa porque só recentemente acho eu é consigo estar no poder de conseguir equilibrar o que é que me apetece dizer do que não me apetece dizer. Não, porque apetecer-me dizer apetece-me sempre tudo. que é de género. Eia, pamba! Mas para isso já tenho a psicóloga e já tenho este

podcast. Mas, então, tenho medos. Tenho medos porque a minha vida envolve outras pessoas e não quero estar a, não é? Não vou estar a dizer que o meu tempo... Mas estou nervosa porque é como se tivesse de ser a minha própria agente, filtrar um bocado. Estive ao telefone com a jornalista, boiada fixe, boiada impecável, que é um perigo porque uma pessoa está ali quase a deslizar para o cru e não pode, tem de ter cuidado. Então, acho que tive cuidado.

Mesmo assim, já disse coisas que me arrependi, mas... Eres o Arereze. Vamos ver como é que corre para a semana, depois digo-vos qual é que é o programa, porque eu sei que estão aí malucos, malucos para ver. Ah, então é com a Fátima Lopes, é com a Júlia Pinheiro... É o da Praça da Alegria? Ah, o da Tânia Ribas de Oliveira? Não sei. Terão que aguardar para... E vou ter... Tenho de enviar trinta fotos da minha vida para a pessoa. Trinta! Que é para pintar.

É para pintar. Isto quer dizer que é para aparecer no ecrã. E hoje... Ai, não posso dizer. Graças! Não posso dizer. Sei que nestes programas fazem uma espécie de teaser, não é? De minha apresentação de convidado. e que geralmente é hiper, hiper, quer dizer, hiper, meio depressiva. No meu caso vai ser qualquer coisa como ela é a alegria dos vossos dias no podcast Não Sei Ser, faz stand-up, desde não sei quê, talvez a conheça da rádio, mas a sua vida nem sempre foi fácil.

Joana Gama, a bipolar e obesa na cabeça dela. E depois entro eu à apresentadora. Então, como é que está? Estou super sua fã. Que não sei como é que eu vou lidar na presença daquela pessoa. Porque aquela pessoa, a meu ver, é incrível. Mas... traz-me ali reminiscências de uma pessoa da minha família. E eu acho que vou ficar meio a starstruck, mas também vou ficar um bocado... O que é que queres? Queiraças? Mas estás a perguntar merdas a quem? E se disto algo...

Eu adorava ir para a entrevista com essa malanda. Mas tens alguma coisa a ver com isso? Então e tu? Então e tu? Responde lá tu a esta pergunta. Mas o que é que tu achas que... Depois tive de reagendar o Gelinho, que neste momento, se vocês forem ver o tal podcast do Miro, tive o conhecimento... Se forem ver o tal podcast do Miro, eu estou com o gelinho a meio. É como se tivesse metade do reco de fora, naquelas calças de cintura descaída que eu via antes, que a malta usava a fisga.

Pá, estou com o gelinho a meio. Mas cortei a unha, não é como aquelas pessoas que deixam o gelinho crescer e a unha também. Não sei para quê. Portanto, eu cortei, isto mais para quem perceba de manicura, eu estou a cortar a unha. em que o gelinho está a crescer, o verniz gel, que é tudo uma palavra que com os meus problemas de dicção fica ótimo, que é fui fazer o gelinho ou não, fui fazer verniz gel. Fiz verniz gel e estou a cortar a ponta da unha, sempre, sempre,

sempre, sempre, sempre. Portanto, o que é que acontece? Vou ficar com uma unha à francesa só cor de rosa. Interessantes estes últimos quinze minutos. Bom, estou nervosa, estou nervosa com a entrevista. Foram perguntas que, pá, estive ali com medo de deslizar e é interessante que a jornalista disse assim, ah, tu pareces uma pessoa tão comunicativa, mas depois parece que estás aqui. É preciso ter cuidado, filha, que está muita gente envolvida.

Ah, então, e casaste por amor? Para responder isto. Ah, então, e divorciaste-te por amor? Então, a tua filha, o nome é Ed, estás arrependida? O teu namorado tem algum defeito? Recomendas? Percebem? A pessoa tem de estar ali, porque depois os gajos vão puxar. Por exemplo, eu meti numa para ver se agarrava ou não. Ah, pronto, já estive com homens e mulheres. Hum, mulheres, mas por acaso não esmifram muito. Foi só mulheres? A que nível? Pronto.

E eu disse, ah, foi para funfar. Foi para funfar, sim, mas também namorei uns aninhos. E eu assim, o quão incrível vai ser isto para a entrevista? Depende. Depende se a apresentadora for pegar. E eu duvido tanto, duvido tanto que ela pegue. Vai ser tão interessante. estou cheia de medo e depois tenho medo, mas isto é parvo porque eu tenho podcast em que estou a chorar tenho onde o Psychotherapy em que eu até pensei em apagar o episódio mas nunca o farei, percebem?

Nunca o farei E tenho outro também sobre o pós-parto, algures na internet, que também estou a chorar que nem louca, a dizer que estava no cúmulo, no cúmulo de um baixo. Pois claro, que irei falar da minha bipolaridade, então como é que é ser bipolar? Às vezes não é. O pós-parto, como é que começou no stand-up, como é que foi fazer rádio. E eu ao contar isto, a jornalista disse... Acho que temos aqui uma boa entrevista. Também acho que nunca disse o

contrário a ninguém, não é? Olha, este telefonema foi uma bela merda, digo-lhe já. No que toca à entrevista é merda. Se você vier é para me buscar um café que não quer nada disto, não é? Mas, olhando para trás, tem sido uma história gira. E eu não contei nem metade. Mandei ali um, ah, não sei o quê, pensei em suicidar-me, que é para também dar aquela relevância, sabe? Mandei um, ah, sempre fui engraçada. Mandei um, a relação com a minha

mãe, giro. Mandei um ser mãe... estamos, rádio e giro não sei, acho que me portei bastante bem, vamos ver o que é que a incrível apresentadora com quem eu estarei vai puxar não sei e é engraçado estar no lugar da malta que sobem a pianada que perguntas é que me irá fazer e o seu primeiro dente de leite sabe onde é que está então a menina fingia ter uma gêmea na escola Sentiu-se sozinha durante a sua infância. E eu...

Vai ser engraçado. E depois partiu com... E se calhar depois, não sei se está para sacar aquilo da neta ou não, que há povisões, há canais que são bastante restritos em relação a isso. Mas depois era giro eu fazer um extremamente desagradável comigo própria. Ai, eu só espero que a Joana... Ai, agora deixem-se... Quietos. Quietos. Ai, é que vou... Ai! O que é que eu ia dizer? Olha, vou falar de mamilos que sangram no próximo podcast, em princípio, no próximo episódio,

não do Miro, não vou escalar. Olha, mamilos, falemos de mamilos. Tour, é verdade, há toda uma tour, não tenho que falar disso convosco, não é?

Não sei vender o meu peixe, por acaso era interessante a tour vender o meu peixe, dia, dia, dia, dia, dia, dia, dia, dia, dia, dia, dia, dia, dia, dia, dia, dia, dia, dia, dia, dia, dia, dia, dia, dia, dia, dia, dia, dia, dia, dia, dia, dia, dia, dia, dia, dia, dia, dia, dia, dia, dia, dia, dia, dia, dia, dia, dia, dia, dia, dia, dia, dia, dia, dia, dia, dia, dia, dia, dia, dia, dia, dia, dia, dia, dia, dia, dia, dia, dia, dia, dia, dia, dia, dia, dia, dia, dia, dia, dia, dia,

dia, dia, dia, dia, dia, dia, dia, dia, dia, dia, dia Dezessete, Braga, Mavi, está tudo ali já. Dia dezoito, Leiria, pá, não estava à espera, malta. Coimbra, vinte e cinco de outubro, é aquele clássico, aquele clássico do Grémio. Vai ser fixe e também dia um de novembro em Lisboa. E tenho uma novidade para vos dar em breve. É só sobre a minha vida, vocês não vão pensar, mas estou entusiasmada por falar convosco sobre isso. entusiasmada e cheia de medo que no fundo é a vida de

todos nós, não é? é um oscilar entre o entusiasmado o medo e nas pessoas normais o nada beijinhos, até amanhã, bilhetes à venda na Ticketline e também no link do meu Instagram, comprem lá, eu recebo aquele lembrete e é tão bom quando recebo a dizer pipipi, comprou um bilhete oh, doceiros, hoje vou mandar vir da Globo Ré Ré Ré Ré Ré

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