Vamos, diz ele. Quem é que está cá? Está cá, dagu Silva, qual é que é o teu? Apelido Silva é péssimo dagu ou Daniel ponto. Mas tens apelido, não gostas de dizer? Apelido não tem o que seria. Silva? É mesmo? Silva estás a gozar, não? Estão nada a gozar. Eu acertei. Estás a gozar, não estou a gozar. Eu. Tu não foste ao Instagram, não conheces? Ah, então é daí que vou. Quem estás? A trabalhar é daí que vem ai, desculpa, eu estou doente, vais ficar ou não?
É tão doente? Hã, vais ficar na mesma, ficaste ofendido e vais embora. Não volta aqui, um sol muito bonito na tua janela. Vou ficar aqui a apanhar o. Celinho buraca é o sítio ideal para o bronze. Não sei se já perceberam. Caso não tenham percebido, estamos aqui todos reunidos em torno de dago, eu tenho-vos falado dele nos últimos episódios, porque temos uma noite incrível pela frente, dia 29. Novembro às 9:30, aonde, Joana? Grande da. Yeah, isso é verdade. Mas isto não é por acaso.
A primeira vez que vi dagu a atuar pronto. Dago, mas é verdade, tu sentiste ou não, tu consegues ver, tu consegues ver nas pessoas, quando é que estão a ser honestas ou não. Não consegues? Não, ainda não. Ainda não quando eu te parabenizei, mas quando eu te parabenizei pela tua atuação e mostrei mesmo. Foste? Não, não é, querida, é mesmo, fiquei mesmo estupefacta. Este gajo não. Quem é este gajo que na minha ótica, como eu, não estou? Não?
Não atua muito e não sei quê surgiu de nada na minha cabeça e me matou esta cena toda. Quem é este gajo que chega aqui e que de repente tem um andamento do caraças? Não me lembro dessa noite, mas acho que correu fixe, correu
bem, é? Pá correu bué da bem e mesmo que não corresse, eu acho que pessoas dos showbizes já conseguem ver quando é que a ali talento ou não, e quando é que é um dia mau, quando é que é um dia bom, tipo EEE, dá para ver que tu tens um talento incrível e mas a tua viagem não começou agora é que essa é a cena que eu olhei para ti, como quem é este cabrão? Mas tu já vens de uma longa data de já tens uma carreira gigante em espetáculos e merdas ou não? Gigante, estás-me a chamar aqui a cena.
Não, mas andamento estavas a estar aqui em França, ninguém que esteja a começar, começa em França. Comecei a França, tipo, estive alguns anos em em França a trabalhar em saint-reump, como o rosto bailarino. O crebian é o pá, Leon Francisco é quase só EE foi muito giro, foi muito giro. Como é que isto? Aconteceu. Tu és dono, tu és do Porto, sou do Porto OKE de repente, de atayres de.
Damares de evoluir pá como artista que eu estava a dar aulas de dança e depois enredetei-me blue fitness para conseguir ter algum algum em campo para ter, para ter dinheiro para viver, não. É lá, mas OPT, pois. Não, não estou a dar aulas de grupo E tudo mais. Tipo do início. Do início, ouve lá, aeróbica. Excetiva. A dança dança. Dança, OK? E então deu-me ali um grito do Ipiranga, e eu pensei, não, eu quero mais, e então vou arrumar a capital. Pensei que era onde?
Oportunidades, Hum, aquela satura em dança? Sim, e evoluir um bocadinho mais com bailarino e descobrir mais como artista, o que é que eu tenho para dar e o que é que eu quero ser? Na verdade, confesso-te Joana gama, irei aqui para os nossos. Os carros ouvintes do José está com o metro. Há Wow. Isso, pá. Sim, não sei se é. Uma boa. Frase é muito, não é? Não sei se é. Em francês? Mas em português, também em francês. Em inglês, desculpa, o note To Be how not To Be.
To Be i not To Be to. Be capital. Lá, e usei um bocadinho a licenciatura também, porque como o álibi para pisgar-me de do Porto ficta foi um processo duro, afastei-me da família dos amigos, mas ó, pá, fui em busca. De fez-se bem. Fez-me bem, fez muito bem, sinto que cresci como pessoa, como artista e depois fui-me. Fui-me naturalmente pela ordem da vida. Fui mesmo. Isso é verdade? Fui-me. Fui-me. Como é que eu hei de explicar? Fui indo por vários, por vários
caminhos que me deram. Ah, eu gosto disto, eu estou a gostar de fazer boost, eu estou a gostar de de ser bailarino, gosto de fluir de forma, deixem-me fluir e quando dou por mim, estou a encontrar cada vez coisas que me dão prazer na área artística que eu jamais tivesse no Porto, acho que teria arriscado. Sim, apesar de no Porto haver um cenário grande de de stand-up, neste momento estavas. Com no Porto. Grande, ou seja, comparar com.
Devia ser muito maior, não acho. Infelizmente, não acho grande. Grande no sentido em que, por exemplo, enquanto o stand-up teve um bocadinho morto, cá em Lisboa, o Porto continuou, continuou a dar cartas mesmo. Esqueci-me do nome do do Eduardo ferro, o ferro do pinguins e não sei quê. Ou seja, estão coisas a acontecer lá em cima. Como é que, como é que surge aqui o stand-up na tua vida? Surge com na pandemia. Eu tirei, eu tirei um curso online, estava a fazer pop-up da minha cara.
O curso também tiraste do? Da bangk, pois sim, do Paulo que a Malta tem vergonha de dizer, mas acho que foi um pouco. Bonito é uma atitude, acho que não tem. Eu não tenho neste momento, não tenho rigorosamente nada a falar sobre Paulo Oliveira. Tratou-me bem, tratou-me com. Respeito a mim também. Aprendi com eles depois, obviamente que fiz a minha pesquisa pessoal e, mas não tenho rigorosamente nada. Foi bom para mim e se não fosse o Paulo, sinceramente, se calhar nem sequer estaria.
É isso, é isso. Tu sabes, a perceber foi o começo. Foi um começo para mim. Termoral a ti própria para experimentar uma coisa, mesmo primeiro fizeste uma formação, mas nunca formação fosse merda. Já tinhas uma base. E essa formação deu-me, deu-me validou-me, entendes? Já no curso, os alunos também começaram AA. Achar piada ao que eu estava a dizer ou tens que levava aos textos que nós fazíamos e foi muito interessante, porque de repente eu penso, se calhar.
Viagem, se calhar estás só a ser otário em não em não buscar comédia, e não acho que há stand-up e vamos aí. Segue aulas. As galas correram muitíssimo bem e eu pensei, ai tu queres ver que já devia ter começado? Isto há, olha. Isto queres ver tudo isto. Vais este tapete muitos anos, gama, muitos anos. De de de. De querer fazer comédia, séries sim, sim. No hosting eu lançava assim umas umas larachas para a praça. Na parte de apresentador de
roast de cabaret, espetáculos. Mas não era comédia pura, percebes? Piscar de olho are m. C, exatamente exatamente é mesmo isso um piscar de olho, então senti que isto preciso mais disso. Estou um bocadinho pensado, que digo, és tão engraçado, esta esta cansa um bocadinho e estou tipo assim, está bem agora o que é que foi? O que é que eu faço? E depois também olhas à tua volta e as pessoas, as pessoas que dizem que tu és engraçado não são as mais engraçadas que
tu conheces. Isso é uma merda ai depois tão divertido e tu pensas, pois. Mas tu. Também não és assim tão divertida. Ai, não eu nem por acaso não, não, não, não vais desta forma. Amigos meus mesmo eu sou mesmo tu. Não sou tão métodos que me já na cama, sim, mas. Mas ainda assim, tenho amigos meus que realmente também são muito engraçados. E diziam-me isso, só que daí é dizerem a risca, arrisca à risca, claro, foi giro. Joana foi giro, estou a gostar imenso deste, deste trajeto EEE
que sinto que quero mais. E quando tu olhas quando tu olhas para para as outras pessoas, porque eu sinto que o percurso que. Isto dá uma entrevista, ou é ou é uma partida do nosso espetáculo, estás a ver. Não é um bocadinho. Eu quero dar-te a conhecer também para as pessoas perceberem a nossa dinâmica OKE conhecerem o homem por trás da persona. Bonito. Percebes? Estamos aqui apesar de nenhum dos 2 largar a persona aqui, já sei o que é que vai acontecer, mas.
Vamos, vamos. O que é que eu teria? Ah, aquilo que eu sinto nos comediantes hoje em dia é que têm todos assim, uma espécie do mesmo caminho. Entram inseguros, mas com com piadas muito duras, que é para eu posso estar cheio de medo, mas estou cheio de, portanto, vou falar aqui de de merdas. Que tipo humor negro ou mais pesado ou vou tentar controlar? Não sei quê e não senti sem. Tu estás a fazer um caminho completamente diferente. O que é que achas que que te distingue dos outros?
O que é que tu tens diferente? Da generalidade eu posso dizer-te que é para não não ser tão por. Favor. Pá fiscalidade, por exemplo. OK, sim, sem dúvida, sinto que a bagagem da dança e da da, da, da, da pá, teatro físico e tudo mais me ajuda em palco, sem dúvida, e sobretudo, porque é de uma maneira, é uma forma silenciosa que que a mim, isto é super presunçoso, mas não, não
me custa. É tão fácil que que é uma coisa quase que eu nem sequer consigo controlar o não estar a fazer isso exatamente o não estar a ser física em palco, o não estar a transmitir uma história através de movimento, através de expressões através de sabes e. EE é muito, é muito giro pessoal pensar ai, como é que te conseguiste aquilo ou assim, coiso? Que parte? Exato. Responder ao vídeo.
Ah, aqui OKE automaticamente o movimento vai para ali, o corpo puxa-me e depois que já sei que há aquele preconceito de ai no stand-up, não precisas de usar tanto o corpo, não precisas de dar o microfone e. Tudo, mas essa merda que. Enjoada, mas essa. Estás a ver, acho que. Existe, há, há. Existe muito aquela cerimónia do teatro da piça do monólogo, que estão todos a debitar uma coisa e que não. Primeiro que não se estão a dar às pessoas, não é que tem de haver uma proteção entre o
artista e o público. Parece que, mas há uma generalidade nisso. Atenção. Mas que se for bem feito, é espetacular. Claro que sim. Mas se eu tenho esta ferramenta e faz parte do mesmo, eu é que eu não. Eu não sinto Joana que coloquei em movimento Na Na comédia para ser mais, sem dúvida, mas o que eu quero dizer, ai vou usar esta ferramenta, vou partir. Não, não tem nada a ver.
Eu automaticamente quando estou a criar texto e quando vou AAA, trabalhar o texto antes de apresentar, mesmo mesmo antes de testar. Eu sinto mesmo que o meu corpo me está a puxar para movimento, porque senão não, não consigo ser, eu não sou quieto, eu não sou uma pessoa quieto em palco. Certo? Eu tenho PHDA. Temos TVA história um bocado TDAH de TikTok, somos todos diagnosticados de THD. A sabes que toda a gente tem ZP ZPTP2 ritalinas. Olhem, eu não quero saber, mas
estou aqui. Para dizer que amanhã há mais, se quiserem ouvir, oiçam, se não quiserem ouvir, ouçam o meu podcast, por favor, que eu já tenho agora um podcast para além, que ninguém saiba porque ainda não tenho fama, vou ficar igual à cardiby e pronto. Como é que se chama? O português blá blá blá, com acentos no ar e reticências. Tchau. Um, certo, sim. Porque o esquecido?
