#159 - Estou pronta para beijar na boca! - podcast episode cover

#159 - Estou pronta para beijar na boca!

Aug 14, 202421 minSeason 2Ep. 159
--:--
--:--
Download Metacast podcast app
Listen to this episode in Metacast mobile app
Don't just listen to podcasts. Learn from them with transcripts, summaries, and chapters for every episode. Skim, search, and bookmark insights. Learn more

Episode description

Calma! Já sabemos que toda a gente tem herpes, mas o episódio vai por outro caminho :)

Encontrem o vosso sem andar às turras, saquem a APP HiWell aqui https://hiwell.app/gamajoana- e tenham um desconto magnífico com o código gama20


By the way:

💥NOVA TOUR💥

🎟️ Bilhetes aqui: www.linktr.ee/joanagama

📍Lisboa

📍Porto

📍Braga

📍Leiria

📍Coimbra

Transcript

Estou sozinha em casa, Miguel foi para paredes de cor, como qualquer adulto de 38 anos, e a minha filha também foi para paredes de cor. Ah, não, está na casa de uma amiga, depois vai ter com o papá, que também é um amigo, e eu estou aqui livre, fresca e solta, pronta para... Por acaso eu lembro -me que quando acabei uma relação

qualquer, já não sei quem é que foi. Acho que isso diz muita relação, que comecei a ouvir uma gandanita com a Páboa Vitara, que é livre, leve e solta, pronta, Páboa e Jânio também, lá lá lá lá lá, vou andar aí. E depois meti -me na outra relação, que é isso que eu faço. Por acaso, e não me farto de dizer, e eu agora namoro com Miguel para já quatro anos. Quatro

anos de isto, que sorte que ele tem. Mas não foi, não era o que eu quisesse, eu andava aí no início da pandemia a rasiar tinda e tal, até fui parar ali um casalinho que queria namorar amigos. Não namoro com casais, porque eu sei como é que... E fui o unicórniozinho, agora namoraram amigos, eu não

faço... Não, vamos dizer... Mas entretanto, já tinha usado o código da Vibrolandia do UNAS, numa de... Pá, pandemia, não vou andar aí a chafordar, também fechei a loja, estou farta de relações, relações, relações, mesmo. E então vou só arranjar aqui dois ou três vibradores para pôr todos no mesmo sítio, ao mesmo tempo, e depois fins que estou a parir e assim revivo o meu

trauma e curo -me. Mas entretanto, conheci Miguel, eu já o tinha conhecido, já tínhamos atuado juntos, que ele fazia stand up e me tinha lhe achado graça, tinha lhe achado graça. Mas calma, nem ele parecia interessado, e eu também tinha casais para aviar. Por que as pessoas depois acham que é esgana de maluca? Por causa destas confissões. E como é que é feito desse

casal, pá? Eu acho que saí do grupo, quer dizer, concretamente saí do grupo, mas nós tínhamos um grupo que era... Porque eu achava que não devia conversar com nenhum deles em privado, que era para respeitar toda a dinâmica do casal. Eu nem tenho contacto. Acho que fui... Oi, este gajo. Este gajo? E, olha este gajo. Joga tênis? Não, está só a frente do humor. Pronto, e então, eu já tinha

fechado a loja, só que entretanto aconteceu. Quando uma pessoa não procura é quando acontece, portanto vou deixar de procurar ganhar dinheiro para ver se me metem no rabo. Hoje estou mais animada. Não sei se reparam, tenho andado assim meia chocha nos últimos dias, e isso tem a ver com muita coisa. Eu não percebi porque... Mas desde a semana passada, que andava a sentir -me pouquinha. Minha autoestima não é uma coisa,

porque é além, não é? Porque tem alguma noção da vida, e porque a vida é isto e aquilo. Mas estava a sentir -me ainda... Estava paranoica. Por exemplo, fui fazer um tratamento com uma pessoa, e a pessoa parecia estar a gozar comigo. Mas isto não faz sentido nenhum, nós temos uma relação ótima, porque não há nenhum motivo para estar a gozar comigo. Fui fazer de pelação definitiva na axila. Isto é bom, malta. Isto

já foi aqui. Há cinco dias e ainda nem sequer estão a dizer hello. Não, quer dizer. Já está um bocadinho de perseguinho. Mas ainda assim... Ah, amigos, é que é malus a todos. Alguém disse isto anos, né? E também tinha um bigodinho. Depois, o que é que foi? No dia a seguir estava super stressada. Tinha a minha filha a brincar sozinha no quarto, como ele

foi, como só ele faz bem. Eu fartei a brincar sozinha no quarto e acho que é por isso que sou tão criativa. Mas eu senti -me péssimamente com isso. Depois de sábado, tive um almoço com os colegas, uns amigos, uns grandes amigos do Miguel. E eu estive constantemente a tentar incluir -me, fazendo -me valer da minha vida. Eu também sou fiche. Olha

-me para mim, também sou fiche. Divertindo para caráças, mas tinha sempre essa necessidade insordina, essa consciência de me estar a ouvir e pensar, João, não faz sentido nenhum o que é que estás a fazer. Depois também achava que o Miguel estava chateado comigo, mas não estava para a minha cabeça. O resumo que eu consegui fazer de mim próprio, eu fui. Tu achas que é escocó? Então, de repente, tu achas que é

escocó? Só que, na segunda -feira, já estava eu a ter um ataque zíto de ansiedade, que até se reparava para o exterior. Estava malta lá em cima, aquela malta que agora está presa no espaço durante mais um ano. Espero que não lhe acabem as bolachas. Isso, isso, isso é que um gajo não quer. Eu já estava a ter um ataque de ansiedade. Até o Miguel reparou disso, a tua voz está diferente. Eu

acho -lhes porque? Porque é que achas que está? Ele pagou -me o almoço e eu comecei a chorar. Vejam só como é que eu estava, mas nesse dia tinha terapia. E, portanto, eu estava, primeiro, quando uma pessoa precisa mesmo, não lhe apetece ir. É uma coisa que é, pá, não apetece nada falar sobre isso, não apetece, só quero estar fechada no meu quarto, ou na casa se tivesse sido repetada por alguém. Mas

lá fui. E a primeira coisa que eu entro no escritório, que é coisa que vocês podem não fazer, que é vocês podem fazer terapia em qualquer lado que vos apeteça, porque podem fazê -la online com a app... Hap! Com a app Hywell. É uma aplicação maravilhosa, onde vocês podem escolher o vosso psicólogo através de uma entrevista de 15 minutos. Vocês é que fazem entrevista, não há cahmerdas, não é perceber, é, de onde é que

você é bem? Mas você é filho de quem? Podem escolher o vosso psicólogo, e só vos são apresentados psicólogos que estejam

alinhados com os vosso objectivos. Existe um inquérito inicial, um quiz, um quiz inicial, a perguntar o que é que vocês querem melhorar na vossa vida, e depois imagina, quero melhorar a minha aptidão para fazer o Rochao Chao, e apareço -vos um gajo que é ótimo em a Rochao Chao, e de repente vocês ficam anos e anos de brincar, a falar sobre a Rochao Chao. E o que é fiste nesta

terapia? Saca em aplicação a Hywell, e tem um desconto, tem um desconto com o meu nome, porque há malta que faz merdas com a Prosis, para comerem a Mendoim e pôr a Mendoim onde quiserem. Eu dovos terapia, percebem? Falem de influência consciente, influência que realmente muda o mundo. É isto, é isto, Joana Gama,

percebem? Vão aqui a Caption, não só no Spotify, mas também nas outras peletas formas, e saquem a aplicação, carregem o link, pelo menos que assim a malta da Hywell continua a investir, isso é bacana, porque é muito bacana. E

utilizem o código que é fiche. E não pensei, no verão não apetece a cena, é, venham a rentrer, e todos nós temos a vontade de começar setembro com aquela cena de ano -vida nova, ou não, só sou eu, que eu fiquei naquela cena da agenda escolar em setembro, que inicia e fazer terapia uma ótima resolução de rentrer. Portanto, começem a fazê -lo, Hywell, link está na Caption, e o

código também, aproveitem o código. Fui à terapia, então, assim, mal entrei tanto o meu psicólogo como o meu psiquiatra, medem logo a minha energia, isto não deve ser comigo, deve ser com todos os pacientes, mas foi, o que é que se passa hoje? O que é? O facto de eu ter ido nua também não ajudou. Sentai -me, o que é que se passa? Eu olho, estou na merda, não lhe sei explicar, mas estou

na merda. Então, mas está na merda porque? Eu disse que acabou e coroças, eu acabei de dizer que não sei explicar. Não disse, olhe, sinto -me mal, sinto -me com fracalto a ostia, mas estou aqui num dia repleta a ansiedade. Então, mas quando é que isso começou? Eu disse, ai, o carasso, se eu soubesse, eu sabia o que era. Não,

mas diga lá, tente lá perceber. Então, lá fui ao Google Calendar ver onde é que começou o mambo e tinha começado o mambo quando a minha filha voltou do pai. Ora, bem, isto o meu cérebro nunca quis, de facto, ir ver quando é que começou o estresse. Portanto, eu estava num, mas não sei, não sei, não queria saber. O cérebro tem os próprios mecanismos de defesa também, e quando estamos embaixo, não nos apetece ir refundir

e recalcar em merdas de género. Portanto, reparei que foi quando a minha filha voltou do pai, e ela voltou assim com uma energia carassas, que se fosse eu tinha levado -me umas lamparinas, mas em vez de estar cá em casa numa de pai, esta gaja, precisa de lamparinas, pensei, pá, bora para um jardim, bora pago -lo bem que é, vamos, um pouco, um pago bem que

é, que é assim que se diz. Vamos passear, vamos ver patos, e não sei o que, que isto passa, e não sei o que, não sei o que mais, e

ajudei -a a mudar de energia, e sim, energia. Eu lembro -me quando era mais nova e a malta falava de energia, eu pensava, ah, ah, ah, ah, mas eu percebo a sendo da energia, de disposição, vá, falemos de disposição, que é para vocês não irem, quem, quem que esteja aí vomitar para cima de um arbusto. Arbustos que cheiram a gana, sabiam

disso? Há mesmo, a vez fui para um hotel em Abre, e cheirava -me boé a gana, e, e, e

então, o que é que isso fez? Isso fez com que isso interviste a minha filha depois a brincar no quarto sozinha, e eu teria ido ao quarto e estar de pé, olhar para ela sentada no chão, eu até disse ao Miguel, pá, ela está a brincar sozinho, que é um dos meus maiores sonhos, porque estimula a criatividade, significa que estou a fazer um bom trabalho, ela tem independência, está a

aproveitar o quarto como espaço próprio, o que é fiche, porque geralmente está na sala, e, e eu estava a dizer a amiga, pá, estou muito contento por ela estar a brincar sozinha, mas sinto -me tão

mal por isso, sinto -me mesmo muito a mal. E então, estava na consulta, comecei a ver que isso tinha voltado, que isso tinha acontecido quando ela tinha voltado do pai, e contando o resto dos eventos, como é que me senti no tratamento, no almoço, com o Miguel, conseguimos chegar à concorda, e também com alguns sonhos à mistura, tinha sonhado que, o que, que eu tenho isso tudo

anotado no telefone, mas também não vos vos estar a chatear com isto, porque uma psicóloga também é psicanalista, e então é engraçado que os sonhos ajudam também a interpretar como é que me tenho sentido, e a propósito disso, li recentemente sobre a interpretação dos sonhos de Freud, que ao invés daqueles volumes todos do livro original, ele decidiu fazer este livro assim mais que a noxa para quem vá,

para quem vá no metro, que ele pensou muito nas pessoas que vão no metro, e realmente é muito interessante servir -me dos sonhos para interpretar aquilo que nós estamos a sentir, a fase em que nós estamos, claro que existe aqui alguma dificuldade de credibilidade relativamente a isso, porque parece uma cena fora do plano terreno, mas é fabricado pela nossa cabeça, e portanto tem sempre uma reis na nossa

cabeça, independentemente do surrealismo. Isso ajudou -nos a interpretar que uma problema foi que esta questão com a minha filha despertou em mim um problema recorrente ao longo de toda a minha vida, que já não me apetece a abraçar, não apetece a chorar nele, que é o meter sentido incompreendida, não vista abandonada sozinha durante a minha infância à delocência, que não teve ninguém que olhasse para

mim, descodificasse o meu comportamento, e pensasse ok, esta repriga precisa de contenção, precisa de um abraço, precisa de repassear, e era julgada pelo meu comportamento imediato, o que eu percebo, o que eu percebo perfeitamente, porque é inervante, é inervante, está a vontade de puxar logo a mão atrás, e acho que isso diz muito sobre a minha

vida. Portanto, fiquei contente por mim, por ter conseguido tomar essa decisão, mas fiquei triste por mim por não ter tido ninguém que o fizesse, e uma pessoa que não tenha tido alguns anos de análise, entrar aqui numa espiral, numa espécie de paixão pela depressão e pela tristeza, pela victimização, que é compreensível das primeiras vezes, nos primeiros anos, até se passar esta fase,

que acho que só passei para aí há uns anos, sim há uns anos, não, foi passando aos poucos, não houve um dia em que, ah, não, mas foi um dos grandes temas da minha análise ao longo dos anos, e agora não apetece nada, não apetece nada entrar aí pela victimização, mas reparei o quão fácil é pegar nesse gatilho e isso começa a minar toda a nossa vida, é interessante, e por isso estou mesmo

muito grata por fazer terapia, porque me ajudou a perceber aquilo que estava a passar comigo e por que estava hiperparanoica com tudo aquilo que estava a acontecer à minha volta, também poderá haver aqui pensamentos compulsivos, ruminantes, obsessivoites, como diz o meu psiquiatra, ainda assim, existe um trigger para eles e é importante perceber o trigger, depois de se perceber o trigger, entra

-se numa fase que é, pô, ok, estou a sentir isto, como é que eu evite sentir isto e entra -se numa fase mais obsessiva, igualmente obsessiva, aliás que é, ok, estou assim, porque estou assim, estou assim, então não posso estar assim, como é que se faz para estar assim, e depois de muito tempo, chego sempre à conclusão que tenho de cuidar de mim, ou seja, tenho de voltar a dormir como deve ser, comer como

deve ser, beber água, apanhar pelo menos 15 minutos de sol por dia, fazer um passeio na floresta, em poder, não é claro, nem toda a gente tem vida de freelancer e bom para vocês e bom para

mim também. E depois, cuidando dessas coisas todas à minha volta, não consigo meditar ainda, não sei fazer isso, a cabeça volta a centrar -se um bocado, porque esta narrativa, numa pessoa que não tiver essa oportunidade de fazer terapia, ou que ainda não tenha feito terapia, poderia minar por completo a minha cabeça durante meses, queria fazer com que as decisões que eu tomasse seriam na base

desse desconforto interno, ou seja, não me sentir mercedora, e essas decisões com esporcaria a minha vida, a lá a longo, imaginem que esse sentimento de não me sentir mercedora faria com que eu começasse uma relação com uma pessoa tóxica que não crescentaria nada de positivo à minha vida e que depois eu teria dificuldade de largar por trauma de abandono, o que

era que fosse. De repente, por não ter pegado neste assunto, por não ter conseguido estar consciente, por não ter essas ferramentas, a minha vida increncava -se durante mais não sei quanto tempo e iria aprender da maneira mais complicada que era no corpinho, o que é que se estava a passar, e por isso estou mesmo muito grata, a mim própria, por fazer terapia. E aconselho -vos mesmo a fazer

a terapia. Vocês podem pensar, ok, não tem dinheiro, tudo bem, tenho desconto aqui na Hywell, mas percebo que ainda assim, podem ver pela legenda, saquem a aplicação, tenho o meu código de desconto, mas percebo que ainda assim terapia parece algo que é super caro. No entanto, e isto eu tenho aprendido com outras coisas na minha vida, que é, pá, eu às vezes fodo, às vezes fodo 100 euros na Zara.

Mesmo quando sinto que não tenho dinheiro, pá, preciso daquelas caças, não tenho caças daquela cor, não sei o que, e de repente fodo 100 euros, quando esse dinheiro poderá dar tipo duas consultas, uma consulta de 15 em 15 dias, e eu acho mesmo que parte de nos tornarmos adultos e

continuar a trabalhar nisso, é priorizar as merdas. E aquilo que eu vos quero dizer é, fazer terapia é mais do que estar a queixar -nos à frente de

alguém sobre aquilo que nos acontece. Existe muito aquela cena de, ah, mas não tens amigos, pá, os amigos não sabem direcionar a conversa, não sabem interpretar aquilo que nós estamos a dizer, são super úteis e eu preciso de retomar o contacto social, porque estou por mim a desabafar com toda a gente mesmo com pessoas com as quais não tenho qualquer proximidade, tipo, pais que tomam conta da minha filha

de vez em quando, e os amigos são hiper importantes e têm que trabalhar nisso, mas um psicólogo, pá, é a mesma coisa que tenho, já sei, se vocês quando vão ao médico, né, quando departem à perna, sim, mas não é só, imagine um mecânico. Um mecânico é diferente eu falar com um gajo, um amigo meu que tem interesse em carros e olha, o gajo quando arranca faz, ah, é, faz, ah, deve ser do

radiador. E, pá, então vou trocar o radiador, perder tempo, que não era o radiador, se calhar até vou um mecânico menos honesto, que até me dá a merda de um radiador, porque até deve ser uma peça fiche, perdi tempo, o carro continua na merda, o tempo continua a passar e eu não ando com a vida resolvida, portanto, vão a quem perceba dessas coisas, né, Hywell consegue mesmo encontrar o psicólogo mais

adaptado àquilo que vocês querem melhorar e é fiche

viver. Isto é uma coisa que só consegui com força de vontade, com fé e, que fé, ah, mas contrapeia no bucho, portanto, vejam lá esses senhores na Zara, ou esse X que andou a gastar a mandavi merdas da Glovo, quando podiam, até se eu adoro Glovo, mas quando podiam estar a comer ovos em casa, que não custassem tanto, e assim conseguem poupar um dinheiro para uma consultinha, aproveitem e

rentre para pensar nisso, desculpe, engajuei -me com o meu próprio cuspo, se fosse que o cuspo de outra pessoa era mais quesito. Eu sei que de vez em quando aqui no podcast tem episódios mais sérios e episódios mais parvos, eu pessoalmente, na minha própria opinião, prefiro os parvos, mas fazendo um episódio praticamente diariamente, agora não tenho conseguido, porque tenho a miúda em casa e nem sempre

consigo ter largura cerebral para o fazer. É difícil manter aqui o lado cómico constante da questão, ainda para mais, sendo uma pessoa extremamente volátil, um movimento imenso de disposição diariamente várias vezes ao longo do dia, se calhar isso é normal, mas no meu caso eu noto mais porque sou eu, mas eu pretendo dar aqui uma volta e trazer mais humor aqui para a rubrica, porque é isso que vocês querem, não

é? É isso, vocês seguem, seguem, uma comediante que também querem humor ou não, e assim vendo muito melhor atura, vocês pensam, aí a voz, espetáculo da Gaja e a Gaja vai se pôr a promover a Highwell. Não vou pagar xe euros para ouvir a Gaja a promover a Highwell, como ela está a fazer agora, que é a Highwell, que é a

aplicação. Não, não, o intuito nesses espetáculos é mesmo de fazer -vos rir e usar -vos para me divertir também, portanto assistam à atura, é fixe, podem até andar atrás de mim na FlixBuzz, porque vão dar por vários sítios, Lisboa, Porto, Coimbra, Aveiro e Aveira na Líria e Braga, e isto, a Sistema já está escutada em Lisboa, adoro dizer isto.

Outubro temos 16 no Porto, 17 em Braga, 18 em Leiria e 25 em Coimbra e 1 de Novembro

em Lisboa. As biatistão no link do meu Instagram, mas também podem ir à Ticketline, vão à Ticketline, mas é, escrevam Joana Gama, ignorem Joana Gama pianista e vejam os links que estão lá em meu nome, e a Ticketline é boa de agir, eu vou ver todos os dias quando é que alguém compra bilhetes e Lisboa está em grande, estou sempre a receber notificações, ah mais uma pessoa de Lisboa, enhenhen,

Porto, Coimbra, Leiria, está morto, eu sei que é a gosto, mas está morto, portanto tem sinais de vida e eu recebo os emails de na altura, é fixe, é fixe, até me podem mandar uma DM, já estou pedindo muito, não é? É dizer, ela fio a comprar o bilhete e eu fico, ah mais uma pessoa de Lisboa, está

tudo bem com a minha autostima, não está? Um beijinho e até amanhã, porque eu estino sozinha, por isso eu consegui gravar coisas.

Transcript source: Provided by creator in RSS feed: download file
For the best experience, listen in Metacast app for iOS or Android