#158 - Anime ou Manga? - podcast episode cover

#158 - Anime ou Manga?

Aug 13, 202411 minSeason 2Ep. 160
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Episode description

É muito isto. Aprendi muito numa feira oriental em Almada. Que sorte.


💥NOVA TOUR💥

🎟️ Bilhetes no 🔗 www.linktr.ee/joanagama

📍Lisboa📍Porto📍Braga📍Leiria📍Coimbra

Transcript

Não foram à feira oriental de Almada em Corroes, olha o que é, como é que não foram à feira oriental de Almada ou de Corroes e não sei, a minha filha já tem

idade para sugerir planos. Quando lhe chegam links de mambos, não sei como é que ele chegou a um link da feira, da feira, o que eu estava a dizer que era dois ebres, da feira, feira de Almada, fafara, é porque a internet já começa a ajudar, a ajudar a vida, mas também a desajudar, porque para Margem Suleim a gosto é não gostar de viver uma vida em pleno. Ora, lá fomos à feira, foi feira que? Vou

ouvir. Piii, pii, pii, isto fui eu a ir atrás ver como é que não foram à feira oriental de Almada, confesso que não tinha grandes expectativas, não pensei que fosse um dia tão bom na feira, mas foi bué da ficha imensa calor, havia um bebidor que fui, tomei partido desse bebidor, e isto não quando olhei em torno do bebidor e a água que saía era fomfa, era castanha, era meia cinza, chega cá aça,

não sei o que, dia a seguir, água contaminada em estubo, e me disse a gente toda sença, eu, que lá me

vai dar uma, mas não, o meu corpo é o maior. Lá fomos imensas banquinhas, eu estava à espera, pah, chamem -me do quiserem, mariza o quiserem, eu achei só que era uma banquinha da pisa que ia vender um porta -chaves do picaço, não gostam das pessoas que pegam numa palavra cuja pronunciação, a pronuncia, sim, está mais do que estabelecida e chocá a pique, picaço, almófada, ninguém, e então, mas não,

foram várias bancas com vários apetrechos, como sempre, uma feira é para comprar coisas, e assim fizemos, dê um orçamento a minha filha e as pessoas compraram a minha filha, foi assim que foi, várias coisas da anime e de manga, ainda tenho que me instruir e perceber qual é a diferença entre uma e outra, nem se é manga ou manga, já estava eu aqui, eu gozar com a pronuncia das outras palavras, mas

esta é difícil caraças, não me lixem, porque é que há de ser manga, se as coisas têm uma origem oriental, manga ou anime, entendo as diferenças entre manga, ai não, ele tem mesmo assento e anime, então ficamos aqui a saber, um manga, um manga surgiu no Japão a partir da junção entre os vocabos fênantes e fênantes, porque me tem aqui os caracteres deles, ainda bem, que pode ser traduzido como imagem ao pintura, portanto

é um desenho, é uma espécie de desenho improvisado, no entanto nós no ocidente, são os quadradinhos japoneses com o tradicional sentido de leitura da esquerda para a direita, pronto, tá, não é? E agora o que é que é um

anime? Não há muito consciência sobre a origem do termo, está a leitura de, ah garanças, pode vir do inglês animation, mas também pode vir do francês anime, chupa, então isto até faz algum sentido, é o desenho animado produzido no Japão,

ok, manga, quadradinhos, está feito. E a Irene Landau, para ali, cultura oriental, está muito presente agora na infância e na adolescente desta geração alfa, que vos falarei num próximo episódio relativamente aos seus vocabos, ao seu novo linguajar, mas o melhor deteiria desta feira foi

ver a diferença entre esta feira e comicon. Houve na mesma pessoas vestidas como personagens, mas não havia, não sei se era por ser Almada, bom dia Almada, mas havia só um semisforço, enquanto na comicon era gente a sério, como ilfou, estamos a falar de coelhos vestidos de cima a baixo, nem conseguiam respirar, eu acho que as pessoas já estavam mortas, eram mexidas com o cordelinho, aqui em Almada havia uma espécie

de, olha filho, tu faz assim vestido, mas vais de chinelos normais, eu não estou, e a ver se ninguém te vê, eram perucas da loja sempre em festa dos anos 90, a roupa era uma mistura entre, imaginem, calções da Nike e depois uma tixerta, um kimono, parece que estavam usando roupa da tia que tinha ido à China recentemente e que trouxe um kimono, olha, isto pode ser anime, isto pode ser tipo anime ou

manga e cavamos nós, pá, engraçadíssimo, porque não há nada mais cómico do que um meio compromisso, tudo bem também pode ser moda, siga agora duas Instagrammer super irritantes de moda que é a Katnaba, não sei, e a sério, e outra também que parecem estrangeiras e combinam roupa que não tem nada a ver, mas como são magras, fiquem -lhes super bem, mas neste caso, eu sinto que deveria haver um commitment de, ok, estou

mascarada aquilo que tem uma serra, pá, há um gajo, há uma personagem, que é uma motocerra, é uma pessoa, só que a cabeça é uma motocerra e estava lá um gajo que as pegou em caixas de seriais, e eu estava com a cabeça uma merda assim e fez uma motocerra de nesquik e chocapique e andava lá com uma motocerra, de um lado para o outro para o que eu e depois para o aixo, tinha um pijama da primarca

e aquilo que eu achei foi, este commitment ou ausência de um commitment total foi super cómico porque havia mal -tavistido a tipo Songo Kuzi, pá, mas depois tinha todo um vernáculo associado e uma forma de falar, que não condizia minimamente, que estava uma tipo vestida de coelho ou de corómia, ou uma coisa assim, assim, eu já sei demais, e dizia assim, olha lá, Ruben, mas

tu achas que isto é o que, vais -te -te tirar uma

fotografia, e eu fico aqui o que, é fazer o que? Eu, ah, que maravilha, isto é o poder da internet unir toda uma cultura, a chamada Aleia Global, e é a maneira como as várias pessoas, nas várias localidades depois abraçam essa cultura geral, que é o Ruben foi tirar uma fotografia vestido de moto -cerre, e a sua amiga, talvez a Patrícia, estava a sentir sozinha, vestida toda ela de uma peruca azul com

umas sandálias da primarca, que é assim que se diz, primarca, a dizer ao Ruben, então, como é que estamos,

como é que é? Pá, que maravilha, dava a minha filha de um lado para o outro a comprar na banca de uma senhora um pequeno negócio, portanto, que é aquilo que eu gosto de contribuir, após pequenos negócios, e a senhora fazia crochet com personagens de anime e de mangá, e é que era muito giro, porque claramente a senhora está a ser aconselhada por alguém que perceba do assunto, olha, faz isto só que

depois não tem a pronúncia certa para as personagens, então ela agora ia fazer um amongos, que é um amongas, é um amongos, depois tinha ali também o picasho, lá está essas coisas, e pá, que fantástico, porque ela disse, ah, se comprar uma rifa, depois podem sair skitters, skitters, sim skitters, para colar nas coisas, tiras e tipo, é skitter, é autoculante, ah, que doçura, e depois aquilo

que o meu é feito à mão, pá, lindíssimo, atenção, é um arte maravilhoso e que esteve imenso, mas depois os olhos da senhora ainda não se sabe bem por os olhos no sítio, e então a minha filha veio para casa, com um daqueles bonequinhos, estava a brincar, tirou um bocadinho um lado para o outro e os olhos foram de samba, de repente o rei do polvo ficou sem olhos, ela olha para aquilo assim, isto é, isto é assim, e o

filho é o que é, mas olha, agora pode expor os olhos de tortos para ver como é que ficam, e lá nos tivemos a rir com o polvo estrábico, foi muito engraçado, mas próprios, a Câmara Municipal da Almada, Corroios e a sua Feira Oriental, que eu sei que vocês estão a ouvir este podcast, bom bebedor, muita atenção, bomba -boletí e foi uma manhã bastante razoável a ver pessoas metade de moto ao serra, metade de

panado. A faca do sura. Venham ouvir -me falar sobre estas coisas, aquilo que eu faço no espetáculo é, com outra energia, porque não tenho pessoas a dormir em casa esta hora, é pegar nas coisas que me aconteceram durante a semana, ou sobre o último mês, ou até durante o meu passado, desde que tenha que ver, e faço um espetáculo personalizadíssimo para esse dia. É

irrepetível, porque é mesmo assim. Também podemos argumentar, dizer que não existem repetições, porque nada consegue ser brutalmente idêntico, mas a cena nunca faça a mesma coisa, é completamente diferente, só acontece uma vez, portanto, se me tiverem visto uma vez, podem ir sem medo que não vai acontecer o mesmo texto, porque não há texto, é muito isto. E querem então convidar -vos a

irem à minha torre. Lisboa está esgotado dia 27 de setembro, mas abri agora a data de 1 novembro, Porto 16 de outubro, 17 Braga 18 de Leiria, 25 de outubro, Coimbra, portanto os bebedos estão à venda no link do meu Instagram, e se por acaso ouvirem falar da Feira Oriental de Almada, não se esqueçam que eu fui à feira, e que foi de veras engraçado. Um beijinho, tenham o ótimo gosto.

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