#157 - Ando a ver Lost. Já viram? - podcast episode cover

#157 - Ando a ver Lost. Já viram?

Aug 07, 202414 minSeason 2Ep. 157
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Mítica série numa ilha em que está a malta toda oleosa o tempo todo.


💥NOVA TOUR💥

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📍Lisboa📍Porto📍Braga📍Leiria📍Coimbra

Transcript

Deve ser totalmente sincera. Totalmente. Eu tenho uma grande dificuldade, que é ver séries que toda a gente está a ver no momento em que toda a gente está a ver. Houve só uma ou duas que eu... Este eu sinto que está a falar comigo, uma delas foi Baby Rangier, mas geralmente... Por exemplo, Game of Thrones, só vi... Pueee depois. Pueee depois. This is us, Anatomy of Grey... Eu sei, há toda aqui um espólio, não é? De

séries quietitas que eu andei a adiar. E esta foi uma delas que é Lost. Há de haver aqui vários ouvintes cuja idade não combina com o que será esta série. É uma série de 2007, portanto já lá vão alguns anos. É uma série de televisão norte -americana, de drama, fantasia e ficção científica, que seguiu a vida de sobreviventes de um acidente aéreo numa

misteriosa ilha tropical. Após o avião que viajava de Sydney, Austrália para Los Angeles, Estados Unidos caírem a algum lugar do acidente pacífico. Ou seja, este é a sinopse. Vou repetir e reformular o que é que a Malta gosta de fazer para parecer mais

ilucuente, e eu não sou exceção. Avião, ganda merda, pfff, cai em todos, ilha, não sabemos onde, alguns sobreviventes, entre eles o grupo principal, no início que é um médico, uma gás -javoa, um gás grosso, assim, meio mal -desposto, um indivíduo cujo filho e ele não parecem ter uma ótima relação, dois coreanos, que é mesmo assim, um senhor

que... Estou a tentar não fazer referência a coisas que vão além do primeiro episódio. Um senhor que se nota pela sua physicalidade alguma diferença relativamente aos restantes e que tem uma personalidade bastante humorística, é capaz de ser o cómic relief da série, ele e o gás grosso mal -desposto. Ora,

e o que é que se passa? Estão numa ilha em que têm de sobreviver, portanto, limparam com o hortelã, fazer fogaixos, fazer tendas, e se é agir de se ver, é também agir ver qual é que é a postura de liderança ou não das várias personagens num coletivo, ver ali um bocado da psique, a legada psique é do ser humano naquelas condições, aquilo que os criadores Jeffrey Lieber, JJ

Abrams, Damon Lindelof, pensaram que era expectável, ou quiserem criar ali, e existe aquela dualidade entre praia e floresta, sente que praia parece haver mais algum conforto por haver visibilidade ao long e depois haver ali a limitação do mar e na

floresta é tipo what the face, what the face. E toda a série é passada então a descobrir a ilha e a confrontar, a espera que sejam salvos, e a confrontar o ilínculo, o ser humano aqui, que existe uma representação com os perigos externos, a sua própria capacidade de lidar com o medo, qual é que é a reação de sobrevivência, literalmente neste caso, aquele instinto de fight, flight, feite, or freeze, e

confesso que estou a gostar no sentido em que é uma série de ficção científica, eu, por labriguí -se, achava sempre que ficção científica tinha tido a ilha, e dizia não sei o que, mas apercebe -me que a ficção científica, muitas das vezes está ligada a uma condição mais filosófica do conteúdo, menos imediata, é óbvio que nós podemos sempre retirar de lações de conteúdos, sejam eles quais forem, mas neste caso, os filmes que

eu tenho visto de ficção científica, hoje séries, por exemplo, Severance, é toda uma reflexa, mexe com nós que vai até às entranhas, ficamos a pensar nisso, Black Mirror, também considera que é de ficção científica, isso eu considero é porque são coisas que mexem com nós, que mexem com o nosso estoma, que parece que dão conversas para jantar -nos as conversas calmas, e o Lost dá um bocadinho isso,

interessante porque sendo uma série do início do 2000, é giro ver, por exemplo, as roupas, havia aquelas calças de cintura descida, em que parecia que todas nós tínhamos um quadrado como corpo, que é engraçado, tipo meio Shakira, que é um bico, está ali a meio, e depois é até a farfa, até a pincelheira que as calças ficam, meio cowboy, que depois fazia com que o rabo fosse apenas um rego,

aquilo para no rego, depois muito top de mangakava para a senhora, até há pouco tempo usava isso, depois os braços, é giro ver também, o casting foi feito e a intenção, creio eu que cada personagem terá para ver uma representatividade, e também haver ali um clima sensual e sexual para atrair os vários públicos, e se nerva um bocado, que é o facto de serem todos oboeda grossos dentro do seu tipo, a gaja principal

é boeda grossa, o gajo médica é boeda grossa, é o gajo bonzinho, depois é o boeda grosso que é tipo um rego, é rebelde e se irrita um bocadinho, isto é o que é o Phenomenos Spice Girls, mas é uma forma de, e sinto que é uma série que tem a estela do mais filosófico do que é que seja, é normal que há aqui algumas personagens tipo, tipo, que para agredar o público também, mas também para as pessoas sentirem

identificadas e ficarem com a aguinha, ficarem umidasinhas por estarem a ver. Pá, muito engraçado, muito engraçado ver esta série, é viciante, uma pessoa nem nota que passaram 40 ou 80 minutos, não, 40 há 48 minutos, assim, aqui é de cada episódio, existe bastante repetição, porque como existe aquele, aquele comportamento sobrevivência,

é muito, onde é que vais? Eu tenho que ir, eu prometi que iria salva -lo, mas espera, se tu vais, então eu vou contigo, estamos

juntos nisto? Não, não estamos, tens que te proteger, eu vou levar a arma, não, as armas não podem ser para todos, espera, temos de partilhar isto com tua gente, ou não, tiva com a memória, eles vêm atrás do meu bebê, eu não vou deixar que eles venham atrás do teu bebê, salvem -se, vou salvá -los a todos, tensão aquele árvore, que animal era aquilo, por que que há esse animal aqui na ilha,

por que que ainda não tiveram salvar? Oh meu Deus, aquilo é sinal que nos vem salvar, eu acho que vi ali uma bota da tropa, foda -se uma bota da tropa, chamou a gás que tem um pau gigante para nos salvar, mas espera, há armas sim, mas aquele gás é claro que tem de haver água potável para a malta sobreviver por acaso, encontram boa água potável, boa, que é o mesmo sítio onde tomam banho, não

entendo que se foda, não é? Sarro, sarro para dente, ah, até faz bem, embora partam -se comer fruta, eu só vejo vantagens de estar naquela ilha, honestamente, boa da papaya, boa da manga, e não é daquela que vem da avião, é manga pura que

está ali, o que é que há mais? Há uma coreana que tem um jardim de ervinhas e merdas, portanto um gás que se quiser fazer chá, também está totalmente à vontade, o que é fantástico, depois, bronze, não é? Boa da bronze, um gás pode

apanhar só lá à vontade, o que é que há mais? Não há rede, portanto aquela cena do, ah, e agir ver este alemóveis antigos, o 0x1868, a malta tipo, boa, ah, eu tenho um telefone, ah, não há rede, o que é

excelente? Há boa da rede nas árvores, por um gás pode descansar à vontade, não tem que ter um emprego, lavar roupas, seco, ou num instante, porque está calor na ilha, e há uma cena muito a físca, é como é uma ilha tropical, começa a chover do nada e eu adoro ver a malta apanhar chuva, parece -me uma boa, tipo, joado vivo, que ah, estamos à chuva, mas não interessa, temos de seguir este

trilho, por onde é que ele terá ido? E choveu, está tudo em papá sado, mas mesmo assim ele foi por aqui, porque encontraram uma folhinha da pisa que estava meio partido, então sabem por

onde é que o gás vai? Hum, olha este palco ficou aqui meio em esse, esse, a perforar nisso, que anda, é esse que tu mandas, está -se bem, tu vais, então eu também tenho que dizer, toma aqui uma papaya, não posso, mas como uma papaya que faz -me aos indistintes, já está a fazer demais, pah, mata, as pessoas comem tão bem naquela ilha que no que toca a estrome é fantástico, pós -herdinga

coreana, então aquilo está tudo, é como na vida, está tudo ligado, mas sim, confesso que tenho alguma reticência em ver as séries quando as pessoas estão a ver, é muito absurdo, porque quem acha que não se rege pela moda e faz o contrário, está na mesma reger -se pela moda, mas não me apetece, a primeira vez que me consciente disso foi com Game of Thrones, que estava, tipo, e o banquete vermelho, e logo

no primeiro episódio, e apá, cala isso, eu não quero, não quero, não quero estar aqui nesta merda, não quero estar a falar sobre, e rita -me, que estejam todos nesta merda, mas depois vi a série, fiquei bastante, que é sério, fiquei por um lado, bastante contente, porque consegui papar tudo seguida, que é o que dizem os nossos pais, papo é tudo, papo olha os meninos com fome, estava aflado as

pessoas da ilha, por outro lado, papo, e é sério, é boa da ficha, Game of Thrones é boa da ficha, até a parte em que é o gajo escrever a partida e já é um bocado em xeixorissa, desculpa, apá, é o que é? É o que é em xeixorissa?

Lóso, também a ficha, mas são seis temporadas, vou na segunda, tem havido alguns desenvolvimentos, mas os desenvolvimentos, what a fake, demoram um bocadinho acontecer, até lá, por acaso, tem a liberdade de ir fazendo humor com isto, gozando, com estereótipos, com os diálogos mais simples, com os comportamentos mais previsíveis, mas estou curiosa para saber como é que isto desenrola, apesar de, é uma coisa que me

fode, como isto já aconteceu há imenso tempo, eu ouvi dizer, tive acesso a várias considerações de pessoas que acho que eu tenho acesso na altura, aliás, agora já não são minhas amigas, exatamente por causa disso, que o finalista ia aquilo, e isso também sempre me fez pensar, ah, não vou ver, esta série está no Disney Plus, eu sei sacar merdas, mas não tenho dito paciência, acho que o

Disney Plus é giro, porque se a minha filha vê brancas -neve, e pequenas -sareias, e a Belio Monstro, o que é giro, pá? É que ele ainda está, temos de ter calma com a cena do Disney, é que ele é giro na mesma, se não se fiz, era uma ilação generalizada dos desenhos animados para a nossa vida, que eu acredito que nem todas as crianças pensam, ah, se aquela princesa se casa com o... ah,

calma, tenho tudo um bocado de calma, não é? E o facto de uma criança pensar há um príncipe encantado para mim, se que até faz com que seja um bocado mais seletivo e apanhe menos doenças, vamos ter calma, tá? Vamos todos... pá, agarrem -me, agarrem -me que o estúbio é da calma. Lost, giro, para ver, já viram? O que é que vocês acharam?

Quero saber, mudaradamente, não me deem spoilers, não... se calhar nem quero falar sobre isto, olha, vai -se a saber, e o que eu quero saber e comentei no Spotify acima de tudo é, como é que vocês se dão com esta questão de verem as series,

séries, quando toda a gente está a ver ou não? Ou seja, é uma cena mais minha que soubou da rebelde e boé, quase que devia usar tipo rastas e... é, é, é um conceito rebelde e de alternativo, tem que ser um bocadinho atualizado, se calhar, devia sair de casa. E vou para a tour, não é?

Não sei se isso conta, mas a tour este ano temos Lisboa escutada para setembro, mas há nova data, um de novembro que está a vender, portanto, amigos, não pensei, ah, este é novembro, depois eu logo vejo, mas não lixam -se, que é mesmo assim, tem Porto, Braga, Leiria e Coimbra, os bêedos estão no link do meu perfil e de maneiras que é isto. Um beijinho e até amanhã! SUB02

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