#156 - Lembram-se deste gajo? - podcast episode cover

#156 - Lembram-se deste gajo?

Aug 06, 202417 minSeason 2Ep. 156
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Episode description

Estava tão feliz pela minha lista de Discover Weekly esta semana no Spotify... acho que estraguei tudo!

💥NOVA TOUR💥

🎟️ Bilhetes www.linktr.ee/joanagama

📍Lisboa📍Porto📍Braga📍Leiria📍Coimbra

Transcript

Para quem mora junto, pode ser que perceba melhor aqui a minha questão, que é o Miguel Bazou, foi para o seu dajantar com um amigo, leite branchar, quer chegar às 7 a um sítio e basar pelos vistos, eu estava aqui a planear, a minha noitinha estava aqui a planear, estar ali um bocadinho a ver os Jogos Olímpicos, mandar a ver comida, minha minha minha, depois gravar o podcast, depois ler umas coisas,

depois mandar ver umas coisas da Témure, mas não chegar a mandar porque eu sou rata e não gasto dinheiro com merdas, depois fico lá no carrinho, depois um dia se me apetecer, manevir ou não, a preler, para estar tranquila e eixe -se não quando, duas horas depois de sair, aqui vou eu para casa. Ainda bem, muita atenção, ainda bem, mas eu tenho apreciado, como desde sempre aliás, muito bem o meu

tempinho. Neste caso, eu não consegui fazer nada porque estava constantemente a ser inoldada por esta sensação de que a qualquer momento

ele poderia chegar. Eu estava a fazer alguma coisa, não vou, Miguel e eu brincamos a dizer que isto é o limbo, que ai, ele vem, depois não vem, depois voe, depois concentra -me, depois é uma merda, depois faço, depois não faço, e não sei o que, então estive, sei -se, duas horas no Rio de Ferro a ver um Instagram aqui, outra ali, naquela dupa, tenho de aproveitar que ele não está cá para trabalhar,

não, não, não. E agora que recebi a mensagem, pensei, bom, por momentos vou gravar um ponto, quem é esse mundo, quem que eu vou falar?

Disto mesmo, porque arte é muito isto, arte é muito aquilo que não é que nos acontece, mas que acontece e que nós fazemos com que seja nosso, e por isso mesmo venham fazer arte comigo nesta tuz, que se avizinha a partir de setembro, dia 27 de setembro, no Lisboa Coma de Clube, essa data já está escutada, depois tem 16 de outubro no Porto, 17 de outubro, Braga, 18 de outubro, Leiria, 25 de outubro, Coimbra, 1 de

novembro, Lisboa, venham fazer arte canasque. Ora bem, hoje estou a ler um livro do Frédéric Rou, acho que é assim que se diz, que se chama Caminhar, e eu pensei, fiz, um livro sobre caminhar, achei que era uma espécie de reflexão filosófica, até porque diz, não sei que é filosofia, uma filosofia na capa, e estou a ver está isto, a explorar coisas novas, há também um livro por aí que é a vida das árvores, e

que explica como é que as árvores comunicam entre elas, tem ziorno, e achei que este livro era interessante, até agora está a doer, amigues, está a doer, porque o senhor não diz na capa que, ah vou falar imenso do Rousseau, e do quanto o João Jacques Rousseau, que estava de passear, desde os 16 anos para um lado, 16 anos para o outro, e estava frio e passeava, ficou sem perna, ai desculpei o spoiler

link, e nunca mais chegava a perna de pau, e ia e chegava, e depois gostava de uma ama, depois não sei se papou ama ou não, o livro era sobre caminhar, não era sobre o João Jacques Rousseau, portanto, fiquei ali um bocado a zambuada, no entanto depois intervalo ali com alguns ensaios sobre a beleza de caminhar sem destino, o de ambular, o que eu se assim perdei, pedrei dizer, e não sei se é por causa disso,

mas também por causa do outro livro, que eu andei a ler, que é o caminho espiritual do artista, eu sei, eu sei que o nome é péssimo, e parece que em Libo é da Soja, mas é um livro bastante respeitado a nível internacional, e que uma das dicas que dá é que o artista faça uma caminhada pela natureza uma vez por semana, e para além disso, como na semana passada fui e vim, fui e vim de levar a Irana ao

British Council, reparei que as minhas pernas caíram bem mais desudas, as pernas estão cada vez bem mais desudas, e pensei, bora caminhar meu, tu andas a escutar -te a correr, ficas com os pés todos fãfos, os joelhos começam a agruñir, vai andar, desfruta, vai, corre miga, não, não corras, anda miga, então eu fui para Monsanto e estava a ouvir canções na lista as descobertas da semana em que vocês são confrontados

com a vossa escolha na semana anterior de estilo, eu na semana anterior tinha ficado aqui bem aviciada em Kate Bush e na música Army of Dreamers, que é do Caráxas, mas eu não fui a Kate Bush por causa da série, eu fui a Kate Bush porque é Kate Bush, me apareceu por como faz lembrar do 2 que é uma boate no autódromo de Cascais Destryl, e então a minha lista de descobertas da semana esta semana está,

ta face, ta face, o que é que ela quer, o que é que ela não quer e depois aparece um padre, eu só estou contente por não me aparecer Edward Mayer, enquanto não me aparecer Edward Mayer estou tão bem com isso, porque eu gostei muito de, vocês lembram -se,

eu acho que era... Stereo Love com a Vika e o Golina, oi filhos o que eu vendi isto na mega e aqui, este era tipo ATB mas com um bolero, espera que vem lá ao fundo oh pau, eu adoro, ta me to arrepiado agora vai estar na minha lista, caraca, agora vai ser só Edward Mayer, pera ai, agora quando começa a vir o acordinho é que eu gostei, é que ele vem lá do fundo, é não é? ou

não? mas vem sim, pera ai, pera ai, ta na hora do... agora é a parte do sol da Vika e o Golina, acho que não, pera ai, pera, pera, ele vem, ele vem ah, pera ai, não eu não gosto desta parte, esta parte é merda, eu não gosto quando é o Golina, eu gostei quando é isto, quando o gajo esta lá ao fundo ao acordeão, pera, pera, pera só Quase! É mesmo! To de acordo e eu quero! Tunk Tunk Tunk Tunk! Abaix!

Queом RompassIM migador Falei aquelas noites, falei não, não, e não quero pra você, e não quero isso. E então fui andar a ouvir a lista da semana, que não tem a doer de maia pra já, tem soap and skin, tem The Maldi Peaches, Drag Star Romeo, Sfogadze, Walk Stayler, Michael Cera. Michael Cera. Michael Cera? Este caso não é um ator, então mas agora faz canções, mas isto é assim, uma pessoa faz, uma pessoa faz Michael

Cera. Cera. Ator e música nadilse, olha, é o Michael Cera, mas eu conheço o Michael Cera, já vi coisas com ele, eu sou superbaldes, ah, o Juno é daqui que eu conheço. Fez a salsicha parte e ele tem aqui uma cena que eu não

adoro comédias, pá. Seguro, depois faça um episódio sobre isto, não, não, eu e comédias, pá, não sei, não gosta, é como aquelas pessoas dizem, não gosto de humor, é pá, o humor de comédias, meh, meh, meh, meh, meh, meh, meh, meh, meh, meh, meh, meh. Fui andar, ah, isto tudo que eu to, oh Michael Cera, é

que, pá, não fazia a minha ideia. Tenho John Lennon, tenho Goten Project, que é uma versão da Edward Maia, tenho Wetleg, tenho Nagolhou Bayuki, tenho Cat Power, tenho Janis Joplin, quando eu sinto que a vida está finalmente a retomar o percurso que eu sempre deveria ter tido, é quando

passo de ouvir Edward Maia para Janis Joplin. Ah, ela é mais uma destas que Janis Joplin, não, não, nunca fui, tensão, eu sempre ouvi foi fogo Janis Joplin e eu calma, vi isso, claro que é ótima, mas nunca tinha ouvido nada. Agora que entrou aqui, tens, tens, tens, como sei, um, temos, ela tem uma música que eu havia no final da discoteca para um dia, quero Tokyo, um, um, quero

Mercedes Vans, Mercedes, exato, veja. Isso é isso que eu estou a fazer, não posso fazer isso. Eu odeio este Zindo e do Zindo Cávez honestamente. Todos! Caminhei 5 km para esfridar a Leo Green House, que é um café lindíssimo, que é ali na serfina, a parte da serfina, no Monsanto, para quem é de Lisboa é um jardim da nossa infância que tinha tendas de índios que agora continua a ter e como está a habitação em

Lisboa, provavelmente moram lá pessoas dentro. Vamos passar? Bem, sabe que era Miguel já que estava a chegar. E então esse café é brutal e lindíssimo e cheguei lá, mandei um grande Apple Pear, que é um Green Apple Pear, que é um sumo que eles têm de amassade, bem ruim que por menor, não é? De repente parece que os clássicos da literatura começam a descrever as prosselanas, esse é que é esse e ninguém quer saber.

Encontrei dois grandes amigos, além do Miguel ter ido lá a ter a procuramos um casal verdadeiro dentro da casa, encontrei dois grandes amigos com quem eu já trabalhei, que têm muitas

soldados, porque só quem está dentro é que sabe. E é verdade essa, porque nós trabalhávamos 8 horas todos os dias juntos, todos os dias, tínhamos de resolver conflitos dentro da casa, havia momentos de refeição, havia momentos não sei o que, de diversão, de bestivais e estar com eles é como se fosse voltar a estar comigo própria. E percaso achei curioso que

não... Eu acho que gravei no episódio anterior a dizer que nos entaram, onde eu tinha estado, como tinha percebido a minha evolução a nível personalístico, de postura, a nível social, em que não estive tão presa à minha persona, ali fui eu mesma, mas fui eu mesma há 10 anos. Bem engraçado, bem engraçado. Mas chegou ali uma parte da conversa que me fez lembrar uma das pessoas com quem eu estive, fez uma promessa

há muito tempo de nunca falar mal de ninguém. Eu ponho -me a falar mal de alguém. Eu falo mal das pessoas, eu não vejo... Não é mal, é falar de pessoas, cujos comportamentos eu não compreenda, ou como tenho a innervada, e acho que tenho todo o direito a fazer. Não vejo porque aqui se faça de mim menos boa pessoa, acho que é uma atitude normal humana fazer -o, desde que não seja para prejudicar -o

intencionalmente. Imagina, que me perguntam, quem é que tu achas que é muito algum para este trabalho? Eu não vou falar da personalidade da pessoa, se calhar devia, mas vou dizer, esta pessoa tem muita capacidade para isto e isto e isto. Mas se eu disse, rapaz, essa pessoa um dia fez -me não sei o que, eu posso desabafar, carasas. Isso faz nenhuma pessoa. Agora

não... Eu compreendo a filosofia bonita, bonita e candida, de não se falar mal de ninguém. E acho que energéticamente faz muito sentido, porque sentes, se calhar, médio e longo prazo uma gratidão maior em relação ao universo e minha, minha, minha. Mas eu acho que falar mal, ou falar bem, é uma... Queria ligação entre as pessoas até poderá criar uma espécie de consciência do nosso comportamento e do

comportamento do outro. Pode ser uma aprendizagem para todos, a uma união. Eu não vejo isso como ser mal. Claro que não vou dizer, ah, ele violou aquele palhaço, se não violou. Mas eu posso dizer, pal, o gás parece me ter um bocado arde violador. Isso é mal. Se a outra pessoa é que você é, olha, a Joana disse que ele parece ter um bocado arde violador. Eu

digo, pá, diz -se, pera. E, pá, e às vezes fica a pensar, eu acho que sou fiche, enquanto pessoa, que não é, mas, pá, falar mal. É falar livremente, agora não vou... Ai, não te posso dar a minha opinião, pois? E fazer aquilo de quem não quer falar mal, mas quer dar e entender, fala e que não gosta, pá, não tem cu. Por que se tem? Mas

não tem cu para essa merda. Portanto, não é aquela cena do, ah, ela faz, faz e diz o que faz e ela é muito pimba pimba. Não é isso. É. Eu não acho que a que o esquisse... E não é bem que o esquisse aqui, é só dar a nossa opinião relativamente a uma

pessoa, seja falar mal de uma pessoa. Acho que é uma atitude não paternalista, no sentido em que a pessoa que nos está a escutar, pode fazer um cruzamento de informações entre a minha personalidade e a informação que está a ter e perceber o que é relevante para ter em conta, não ter... O que é isto? Não podemos falar dos outros, mas o que é? E os médicos, os médicos têm

muito isso, não posso falar mal de meu colega. E não podemos falar... E depois andamos todos a ir a médicos de merda de vez em quando, porque ninguém fala mal do colega. Ah, faleimos carasas. Mas isto são os meus 500. Os outros 500, os vossos 500 podem ser durante a turca, começem em setembro. O setembro já está a escutar, tem Lisboa, mas tem 16, como eu disse, no Porto, dia 17, em Braga, numa

avi. Há 18 em Leirinha, na Serra Salas, Jem Salazar, Sampaio e tem também em Coimbra, no Cremio Operário de Coimbra, na semana seguinte e novamente, dia 1 de novembro, no Lisboa, com a de Cabo. Estava tão lindo Lisboa, com a de Cabo, porque é uma cria. Os bilhetes na venda, não... Estou

a suar, boei, vocês não têm noção. Vocês também são obcecados com fechagem nelas por causa do calor, e não sei, para não há paciência cá em casa. Eu sou boeta em mar condicionado, estou dizendo que eu peguei. Eu peguei o ar condicionado e estou bem, mas há quem cá em casa, seja... Fechagem da cozinha, é que são duas da tarde, às 2 e 31 temos de puxar a da sala. Às 2 e 41 temos de abrir a da cozinha e deixar a

entremiada à meio no forno. Não há paciência. Já está a venda no link do meu perfil no Instagram e já agora, se estiverem ouvir isto, dia 6 de agosto, é bastante provável, sete, é bastante provável que vejam aí coisas minhas, novas, na internet, em colaboração com uma das minhas marcas preferidas. Estão loucos? Também eu. A minha questão é boa, será que a Enquilha barriga nos vídeos? Será que a t -shirt branca me

fica bem? Será que pela ilustração da t -shirt estar um bocadinho mais abaixo do que aquilo que eu faria vai parecer que tem as mamas descaídas? Será que o calor que eu passei no metro do Lisboa vai ficar evidente na minha face e a maquilhagem que terá escorrido? Será que dei demasiado o meu lado mal da cara para a

câmera? E vocês dizem, Joana, essa insegurança toda, há de bem de tu ser uma pessoa que julga bastante os outros e, portanto, isso deixa bastante evidente que é uma pessoa que se julga demasiado. Depende. Depende se levamos a sério ou não isto, que é a vida. Caminhem em direção ao sol.

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