#151 - Surtei. Episódio maníaco (acho eu). - podcast episode cover

#151 - Surtei. Episódio maníaco (acho eu).

Jul 18, 202421 minSeason 2Ep. 151
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Aproveitem a app HiWell para surtarem cada vez menos como eu :D (saquem aqui: https://hiwell.app/gama-joana

com o código de desconto joana15. Este não dá para prota, mas dá para uma cabeça mais saudável :)


Pode ser que surte nas próximas datas. Venham ver o acidente, aha.

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Transcript

Quem é que é bipolar é no continente. Quem é que é bipolar é no continente. Quem ouviu o episódio anterior vai ouvir este se quiser, desculpe -me pensar. Ah, tá toda f... Achavam que eu não tinha coragem de dizer fudida? Ora está que é? Várias coisas. Estou muito animada comigo própria porque finalmente fui entregar em comendas da vintage. Não é plug. Plug também é para pôr... Não é o caso, não está a

falar de coisas para pôr no rabo. Mas sim vendo coisas na vintage é fiche porque acaba por ser imbecil. Às vezes patrocínios meus itens por 10 euros e estou a vendê -los a 10 euros. Portanto corta a corta e tem de ir ao sítio, ao ponto de recolher em comenda. Mas um gajo vai se divertindo. Giro, giro, giro, giro, giro. Tive um sonho, pessoas. Claro deixe isso por outro episódio. Mas posso dizer -vos que inclui

uma criança morta por baixo de um hedredon. E isto está a ter a ver com alguma coisa com a criança interna e não sei o que. A criança... A minha filha não está em casa se não se quer não escrever este post -it. Criança morta, ela podia achar que era um plano de baixo do hedredon. Portanto, mas não falemos sobre isso. Falemos sim sobre saúde mental. Calma, calma, calma. Calma, calma. Não,

isto não é tipo... Nojência sobre saúde mental. Amanhã vamos falar sobre a questão da igualdade dos copos monocromáticos. Não sei onde. Não, quero partilhar convosco um momento bastante infeliz que aconteceu na semana passada antes da atuação do Alive,

que tem que ver com o ter surtado. Ora, esta expressão, tal como eu entendo o surto, visto eu ter sido diagnosticada de bipolar, bla, bla, bla, bla, bla, bla, um surto para mim é um momento em que eu me descontrolo, não me reconheço em um próprio comportamento e que isso afeta o momento social que eu estou a ter causa danos, danos de alguma maneira, ou seja, a minha performance profissional é

afetada, o meu convívio com amigos e colegas, a minha relação homorosa e sortei -me toda. Ah, Joana, mas tu não estás dronfadinha, estou, mas o facto de andar a dronfar -me com medicamentos não significa que não precise terapia. Então, mas não estás a fazer terapia e mesmo assim surtas? Filhos, calma. Isto é um trabalho, é um processo, a terapia não é um milagre, no entanto, ajuda tanto. E

vou explicar -vos porquê. Se por acaso já tiverem tido exemplos na vossa vida, amigos, pessoas que tenham passado a parecer bastante mais sãs, ou que tenham sentido que a vida delas tenha tido um avanço, um ajuste, ou seja, aquela pessoa que sempre pareceu talentosa, mas parece que a vida nunca correspondeu, ou que sempre parece uma pessoa fista, mas não

conseguia arranjar ninguém. Estão a perceber este tipo de coisa, de qualquer coisa de vos estranhar ali em um desajuste e depois tenham resolvido essa questão, é muito provável que tenha feito terapia, ou que tenha descoberto uma forma de terapia. Estou a falar de conversar com um psico, algo, mas meditação, andar pela natureza, esse tipo de coping também são muito

interessantes e podem ser com existentes. No entanto, queria dizer -vos que o facto de eu fazer terapia não faz com que eu fique 100 % fiste da cabeça. Ajuda muito. E vocês têm uma acessão descontina incrível na

Highwell, que não façam essa cara. Na Highwell, que é uma aplicação que vos põe em contacto com psicólogos que tenham interesse pelas áreas que vocês queiram melhorar, resolver na vossa vida, e vocês podem felizmente selecionar o psicólogo que mais gostam. Tenham acesso a uma entrevista para eliminar, para ver se curtem a pinta do gajo ou da gaja, se respeitam, se não respeitam, porque a

primeira impressão também interessa. Uma vez fui um psicólogo, quando lá cheguei, estava de sunga. É mentira, ai que engraçada que eu sou, mas aproveitem este 15 % de desconto na app Highwell, que é nova cá em Portugal, mas não é nova no resto do mundo. Vocês têm a vantagem de conhecer pessoas que tenham uma inclinação pelos assuntos que vocês queiram trabalhar na vossa vida, mas também a vantagem de estarem a

fazê -lo online. Significa isso, não só terem maior facilidade em marcar consultas de acordo com as vossas disponibilidades, mas também não andar a arrutar euros por causa de gasolina. Vou te disser um bocadinho. Já está, é pigarriar. O termo técnica é pigarriar. Na

legenda deste podcast tem lá o link e é isso. E contem -me, eu tenho que receber mensagens voces a dizer que começaram, que experimentaram, fico mesmo muito, muito, muito, muito, muito feliz, porque não só dá beijinhos ao patrocinador e pensar vamos continuar a apoiar o trabalho da Juena, mas também faz -me sentir que não estou aqui a falar para... Em 2024 não posso utilizar terminadas para cretinos. Para cretinos. Ora,

falamos então dessa noite. Eu estou muito melhor desde que faço terapia. Vocês podem ouvir um outro podcast de meu psychoterapia em que eu valia uma evolução até eu ir a um psiquiatra na minha saúde mental, ainda para mais que ele foi durante a pandemia, o que fez com que as coisas ainda ficassem um pouco mais empoladas. Mas eu... A minha saúde mental tem

melhorado visivelmente ao longo dos anos. Momentos com terapia, momentos sem terapia, momentos com uma determinada técnica, outros com outra. Fiz hipnose clínica, fiz MDR, fiz psicanálise. Neste momento estou a fazer psicoterapia e psiquiatria. Está sempre te giro, está sempre

te giro. No entanto isso não me torna imune, até porque a questão da cura, aquela cura que nós fantasiamos que um dia vou ficar 100 % perfeito, a meu ver é uma ilusão e é bastante doloroso pensar assim, é aquela questão do Nirvana, vou tornar -me

santo, calma, calma, vamos ter em calma. Aquilo que eu acho que estamos a fazer ao pensar nas coisas e a tentarmos melhorar a nossa vida é efetivamente isso, melhorar a nossa qualidade de vida e também melhorar a qualidade de vida das pessoas que estão à nossa volta, aos nossos filhos, aos nossos amigos, dar -nos mais oportunidade de sucesso e de ajuste relativamente ao nosso potencial, portanto faz mais

sentido de viver. É isso. O que é que aconteceu? Para eu me sentir bem, isto não é valido para toda a gente, eu acho que sim mas não posso afirmar -o porque não sou especialista, para eu me sentir bem, para eu estar bem, eu tenho de encontrar um equilíbrio dentro das minhas necessidades básicas funcionais, tenho de ter xixi efeito, é verdade, mas o sono é um fator que me

influencia muito e o stress também. Portanto a partir do momento em que o meu sono esteja desregulado, que pode ser causa e consequência de um surto, não consigo ter uma sensatez tão boa, deixo de ter flexibilidade, deixo de ter capacidade de ouvir os outros e de poder integrar outras opiniões, sou muito de uma percepção da realidade, o que dá ali um bocado não é paranoia, falando de forma leiga e

nesse dia inteiro eu estava muito stressada com o Alive, quero me dizer a seguir, o Miguel e eu tínhamos tido um desentendimento que não é nada, nada, meu costume, meu costume ser até bastante monocórdica e com aquele tom de psicólogo chato de género. Bom, o que eu estou a dizer é, pá, passei um bocado, confesso que me passei um bocado, obviamente depois pedi desculpa, uma relação

também a isto. Fui a toar, estava claramente maníaca, a bipolaridade é caracterizada por isto, por estes dois lados, a fase depressiva, fase maníaca, podem ler um bocadinho sobre isso, que é

interessante, pois há vários tipos, não é? E eu estava maníaca, fui a cantar cornice, isto é uma overdão, até ir para a atuação, mesmo aos berros a curtir, é a chá que cantava para caráças, que eu era mesmo a maior, não estava confiante com aquilo que ia fazer, porque ia fazer muito texto novo, que tinha escrito nesse dia às 6 da manhã e o cérebro funciona de forma mais criativa, há noito, segundo

dizem, mas eu de manhã estou mais operacional, portanto as coisas deveriam ter corrido melhor, mas tudo aquilo que eu escrevi de manhã, depois não fez assim, tanto sentido era como se tivesse escrito em hieroglifes, hierogli, hieroglifes, hieroglifes, deve ser grife, porque é grafia? Grafia?

E era o grigo. E então a minha cabeça estava ali um bocado de zanzas, chego lá e há um momento que despoleta ainda mais este meu lado maníaco, além de estar desangada, estar numa... Pó caralho, toda gente, pó caralho, não sei o que, estar ansiosa numa live é só uma merda, a mãe é vou falhar, não sei o que, à atuação hoje, é, só tenho texto novo, escolha, tenho texto novo, vou bombar, vou

não sei o que, não, não, não, chego e tenho boé comedientes lá à volta. E eu quando estou à pé de comedientes, ou normalmente o estereótipo de comedientes, quando estão juntos, estão em raio, estão todos a mandar piadas, ver quem é que tem mais graça, de forma saudável, tipo jogo, mas é raro vulnerabilizar -nos nos momentos para a atuação, ou

quando somos muitos. Depois conseguimos construir uma relação mais interessante e mais profunda, porque temos essa dualidade, não é, da pessoa, essa dualipa da pessoa em palco, e depois também da pessoa que sofre.

Mas então estava a vacalhar de uma maneira, tá, tá, tá, manda a boca, já é, é, é, é, é, boa da presente, a chamar a atenção de toda a gente, para parecer um macaquinho, com a de porra, é, é, é, é, é, só faltava ter massas e, e, e bolinhas, e para fazer malabarismos e, sei lá, sabe, parece o bobo de cortes, esporadíssima, achar que estava a divertir toda a gente, por ter feito

trapi e fazer trapiar tanto tempo, eu estava a ver macer, o que também é um bocadinho, um bocadinho chato, e poderia eventualmente, dado essa consciência, ter amenizado o meu comportamento, mas não

me apeteceu. Confesso que houve ali uma consciência, mas não me apeteceu, pensei, pá, que se foda tudo, eu quero estar aqui na boa, quero divertir -me, lixem -se todos, eu quero divertir -me, bora, bora, bora comi, boa da pizza, boa é boa é boa, não conseguia parar, eu estava a comer mais do que gordos, vão a perceber, tipo, um gordo comeu ali, metade de uma pizza, não sei o que, e eu, pá, é

de graça, pumba, pumba, pumba, pumba, sobremesa, pumba, já estava bem joada, pá, pá, pá, pá, pá, continuaia a comer, para isso também falta de controle de impulso, nere, nere, antes de ir atuar, como eram vários comediantes, pá, deu -me um down, ou seja, já tinha gasto tanto da minha energia, tinha dormido pouco, estava chateada com Miguel, um chateado que passa para uma coisa física

em relação ao mundo, que é já no vídeo é uma merda, mas eu me fico, é, fico, tipo, velho, estás a ver, estás a ver só tudo, estás a ver, e, então, antes de atuar, sentei -me assim num banquinho e fiquei como se estivesse com uma moca gigante, perdi a energia toda, depois, para recuperar a energia, fui para a Palco e tive de buscar um pouco mais essa energia maníaca que não consegui, e então tive de buscar outros

sitios em mim, tipo, a raiva, a fúria, e fazer stand up com raiva ou fúria resulta que haver, no sentido em que fica esquisita, as pessoas ficam desconfortáveis e acham que está a ser um espetáculo altamente planeado, por outro lado, eu perco o controle daquilo que estou a fazer, e em vez de estar a ter graça, pelo meu trabalho, estou a ser

awkward, e não gostei desse sentimento. Portanto, um gajo surtou, reparo por esta ausência de consciência, nesse dia, porque é que tantos as pessoas tinham opinião que tinham de mim, que a Juana é grande da maluca, que a Juana sai muito à noite, que a Juana não bate bem, claramente não batia, mas eu não percebia porque eu sentia que estava só entre ter as pessoas, estava só a ser fixe, mas realmente

é um comportamento que é desalinhado, não por ser especial, não por ser neurodivergente, não é nada isso, é obviamente esquisito, é um comportamento obviamente esquisito e perturbador. Ok, não naquele sentido de ser introvertido, ou o que, falar menos, não sei, mas é uma pessoa muito laude, que fica mesmo estérica, não é uma palavra que se adora dizer, não é, para a mulher, já dá a história e

a connotação, mas fica -se mesmo, é outra cena. Agora, ponto positivo nisto, além de eu me ter percebido o que estava acontecendo antes, não me percebia, tive capacidade de reconhecer o contexto e de poder resolver situações, quando eu estolisei as coisas ao Miguel, nós namoramos há quatro anos, portanto temos as coisas mais ou menos faladas, ele conhece, eu conheço, mas ainda assim há que tratar

as pessoas com respeito, amar o outro significa reconhecer quando se age mal e eu não tenho

problemas em pedir desculpa, acho eu. Consegui contextualizar junto as pessoas como tinham contratado para atuar, pá, não estava nos meus dias, apesar de já ter estado a rever à atuação e não foi assim, então, tão má, desculpem, vou tentar não bucejar, mas é interessante, depois tive a consulta com uma psicóloga e vimos, começamos a falar de quais é que são os indicadores para saber se uma pessoa

está sane mentalmente ou não, e isto é uma coisa que acho que não é transversal a toda a gente, mas uma das coisas é esta, é a capacidade de pensar sobre aquilo que aconteceu e ter consciência disso e pegar nisso e fazer melhor, isso foi o que me aconteceu, ou seja, na quinta -feira foi uma noite que emocionalmente eu senti como desastrosa e desajustada e sábado consegui perceber o que é

que eu não queria que acontecesse, o que é que eu queria melhorar e, efetivamente, provavelmente, a atuação no live correu melhor também por causa desse desempenho no dia anterior, e isto é um crescimento ao longo de muitos, muitos, muitos anos, isto parece simples aquilo que eu estou dizendo, ah, não tem que estar mais maluquinha, pá, mas é muito difícil, é muito difícil, nós termos consciência

destas coisas ainda para mais sozinhos primeiro, porque nós, enquanto seres, não temos um espelho de

nós próprios, não é? Nossa visão está sempre enviesada, é sempre parcial e eu não estou a dizer que nos tínhamos em grande conta, estou a dizer só que a nível de perspectiva não nos é favorável para estarmos mais aproximados da realidade e depois é importante estarmos em relações com amigos ou connamerados, ou o que seja, para termos um espelho e termos alguma mais informação sobre nós,

dado o impacto que tem no outro, também para deixarmos ser tão egocêntricos e podermos pensar no outro, fazer coisas pelo outro, e também depois é interessante ter um psicólogo, alguém que tenha formação, eu diria mais psicólogos do que coutos, já sei que têm uns estressos mentais para resolver, que nos consiga, além de dar um espelho de nós mesmos, que graças ao seu interesse pela área, ao seu estudo, à sua formação,

consiga dar -nos algumas indicações que nos permitam

pensar de forma mais... não é correta, é útil. E esse surto poderia ter sido algo que eu recebria de forma muito triste antes, quando eu pensava que a cura era uma linha constante, ascendente, mas há altos e baixos que é necessário que usaja para... não estou a ter aquela conversa tipo gandizinho da pisa, mas é... este baixo, apesar de ter sido um baixo, foi completamente diferente de todos os outros e sinto que não

matei em gorda, para... noto bem, mas sinto que estou tão melhor da cabeça pela forma como lidei com isso, como consegui gerir isso depois e agora falar sobre isso e isto tem tanto a ver com terapia. E já falei com alguém que diz, ah, mas uma pessoa andar na terapia não está

a ter o mérito de se ajudar. Malta, há pessoas que fazem terapia ou que vão para a terapia e que não fazem avanços, ou porque não estão preparados, ou porque a ligação com o psicólogo não é melhor, há psicólogos malos, há psicólogos que são merda, há pessoas que não têm capacidade de entender também o que é que se faz numa terapia, há outras pessoas que têm traumas gigantes que

provavelmente até as coisas começarem a resultar demoram imenso tempo e o demorar imenso tempo é super relativo, não é? Eu faço terapia desde os meus 13 anos, ONEI 9, portanto o que é que é resultar? Tem vindo a resultar? Já não me quero matar? Já consigo amar? Agora estou numa fase mais de... depois um dia falo -vos sobre isso, sobre uma questão que eu estou a lidar agora e que estou a tentar

melhorar. Vocês também, tenham consciência disso, bora ser feliz, sério, quem esteja desse lado ouvir -me a pensar, pá, não faço muita questão de castar, os dias são todos iguais, isto pode ser diferente, as pessoas que são felizes não são estúpidas, que era aquilo que eu pensava, aproveitem, fazer terapia não é barato, mas tem aqui um desconto na Hywell, a tal aplicação digital, que nos liga a

psicólogos e que tenha uma inclinação para as áreas. Existe um quiz no início, por onde o que é que tu queres trabalhar na tua vida? Você experiense e depois faz match ali com o psicólogo e ainda podem escolher se se identificam com o psicólogo ou não, portanto aproveitem a Hywell link que está na descrição deste episódio. Surtei, mas estou toda cont... qual

é que é a possibilidade? Pai, eu tenho que vos falar daquele sonho, fica para amanhã, o sonho da criança morta de baixo de um metro, também tenho que falar disso ao meu psicólogo. Acabei de ler um livro da Dulce Maria Cardoso, o Chão dos Pardais, estou a tentar ler um bocado mais coisas em português, porque não quer ficar daquela mata que só lê coisas em estrangeiro.

Dulce Maria Cardoso foi uma escritora de quem o António Costa Santos, que é um jornalista que eu gosto muito e com quem trabalhei na Antena 3, disse que ela escrevia bastante bem e foi

verificar e adorei, adorei. Não sei como é que é possível que uma pessoa, eu não conheço a trajetória da vida de Dulce, não sei se quero conhecer, gosto também de criar aqui alguma distância para não me perder nessa ligação com a realidade e a ficção, mas a forma como escreva, a forma como descreva as coisas, é incrível, é

poética apesar de ser brosa. Recomendo, leço muito rápido, são vários capítulos, é um livro em que existem várias histórias e é uma narrativa de alternância e de encaixe. Portanto, é muito giro. Dulce Maria Cardoso fora agora para a praia, tem uma capa gira da Tinta da China, aproveitem que é fixe. Lê -se bem, vem com um marcador giro. Eu sei que isto é estúpido, mas para mim importa. Sobre o que não é estúpido,

pessoas e aturas. Lisboa está quase a escutar, obrigada. Dia 27 de setembro, não sei ser ao vivo, em Lisboa. Depois temos Porto, dia 16 de outubro, 17, Braga, 18, Uleiria, 25 de outubro, em Coimbra, estou a tentar fechar a veiro para breve. E é isto, mesmo muito grande. E avalia em este podcast, comecendo um podcast fixe. Se faz favor. Não sou faz -te rapia, mas a autoestima continua. Não,

não, não. Não sei ser. Não sei ser.

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