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#148 - Desculpa, não vou conseguir.

Jul 11, 202412 minSeason 2Ep. 148
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Para mim, a melhor desculpa para desmarcar algo.


💥NOVA TOUR💥

🎟️ Bilhetes: ⁠⁠⁠www.linktr.ee/joanagama⁠⁠⁠

📍Lisboa - 27 de Setembro - Lisboa Comedy Club

📍Porto - 16 de Outubro - Ferro Comedy Club

📍Braga - 17 de Outubro - RUM by Mavy

📍Leiria - 18 de Outubro - Sala Jaime Salazar Sampaio

📍Coimbra - 25 de Outubro - Grémio Operário de Coimbra

Transcript

Mais um dia em que combina algo com alguém e não me apetece ir. A uma da tarde tenho um jogo de tênis e ando louca com tênis, louca, louca, deixei o pádel porque lesões nos pés, credo, parece que sou uma perigrina. Não, mas a sério, como aquilo tem muitos arranques para a frente e para trás e isso,

que ao meu checo de peso, chece. Fiquei com os pés todos fãfos e no tênis existe mais delucação lateral e então ainda não lixei os pés do lado do lado. E marquei a estar o jogo ando louca com tênis, mas não me apetece pá. Ontem fiz uma cesta demasiado grande e estou dormindo

pouca agora à noite. Minha vida do caraças, não é? É, é, é... A sério que estou grata, eu lembro -me de uma vez estar com Pedro Alves, um comitêndo com o qual eu tinha o podcast Mames de Boca, e que somos amigos e estávamos no sofá aqui em casa antes de gravarmos um episódio e estaram assim, pá, ando mesmo... ando mesmo a mil, pá, estou

mesmo debaixo d 'água, está muito a grave. Depois de repente olhamos um para o outro, pá, estamos no sofá aqui já, não faz sentido nenhum. E agir, e agir essa noção do tempo que nos falta, da quantidade de enorme coisa que temos para fazer, eu acho que a pressão funciona muito como um

espartilhamento do tempo. Como vos disse, vou atuar sábado no Alive, amanhã no Domino's Comedy Club, que acho que é no Teatro Barraca, e isso faz -me barulhinho assim na cabeça, eu acho que tenho a mesma pressão que fazer uma tese.

Sabe quando as pessoas que fazem tese estão assim, ai, eu estou ali a arrastar, estou a fazer a minha tese, bastam fazer uma tese, eu percebo que isso ensina muita coisa no que toca métodos de investigação e compromisso, mas o que é que se fazem depois às tese? Eu já ouvi falar de tese super... como é que eu ia dizer, específicas, tipo, o estado mental das tartarugas para andarem para trás, alguém

usa isso depois? Ou é só fazerem com que os alunos passem por esse martírio, por essa investigação? Não sei, por acaso não percebo muito bem, eu lembro -me de, não sei porquê, tinha um exemplar da tese do meu pai, acho que da tese do

outroamento. Olha aqui o flexing, que era sobre merdas e era gigante, estava -me também encadernado e pensei, pá, é isto, termodinâmicas, uma coisa acima, o pai é engenheiro químico e não sei o que, portanto, ficou lá em casa, tem um exemplar da tese lá em casa, será que alguém tem aquela tese em casa e pensa, pá, sim senhor, o mundo ficou efetivamente

melhor com esta tese. Tenho saudades de estudar, pá, mas estava -me a dizer, não apetece jogar tênis hoje, grandes dilemas desta vida, porém, como um andeloca com

tênis, eu sei que depois me vai saber bem. No entanto, enquanto estava aqui a pensar se ia ou se não ia, lembrei -me de uma coisa que faço ultimamente nos últimos anos, que é quando quero desmarcar alguma coisa e não tenho uma relação muito franca com essa pessoa, pessoas assim mais, no âmbito do conhecido, do que o amigo, os amigos eu costumo ter uma relação bastante, bastante franca,

honestamente, acho que é uma das minhas mais valias e pensei, pensei não, lembrei -me que uma grande maneira de desmarcar coisas é dizer, pá, hoje não vou conseguir. Que não é mentira, imagina, e vocês estão efetivamente preguiçosos, não vos apetece ir, preferem ficar a ver aquele documentário do homem que tem mil filhos, ou o documentário dos putos no TikTok que dançam para aquela seita do Sevanem?

Oh, Sevanem, vocês têm de ver essa série, eu adoro séries de seitas e de cultos e não sei o que, então, TikToks era se que dançavam e havia um gajo de uma igreja que começou, ah, amigos, anda aqui para a igreja, que está aqui muito aqui, depois de repente vocês fazem TikToks, ah, eu alheio, arranjei uma empresa para gerir e depois, imaginem, 50 % dos vossos ganhos são para, pronto,

são para a produtora, porque estão a pagar, depois 10 de um fazer uma contribuição para a igreja, se não vão para para o inferno, mas tudo tranquilo, depois outros 10 são para a renda da vossa casa e outros 10 são uma contribuição para a

organização em si da fuck. Comecei a seguir uma gaja que ainda não saiu da seita no Instagram, isto é, gira, porque são coisas reais, ainda por cima recentes, e ela continua lá na seita a dançar, a dizer que Deus é bom, Deus é bom, e faz -me imensa confusão que isto coexista, o documentário é sobre os pais, a tentar salvar os putos lá da igreja, sobre os dizeres, gravações do gajo da

igreja, a dizer, ah, é inferno, vocês continuam assim, é inferno, porta -on -se mal, vão para o

inferno. Ah, é maravilhoso como nós precisamos de aderir algo que nos faça sentir pertencentes a esta questão da religião, é, sempre me deu muito pano para mangas, para pensar, é claro que foi um dos primeiros códigos de diética e percebe que, isto é o que, brilhete, acho que foi um amigão, e percebe que seja qualquer coisa tipo, ah, acordei o amigão, estou a sentir mal com isso, são 7

e meia da manhã, e percebe que seja uma coisa bonita que, num grande cenário, seja tudo sobre o amor,

mas depois deixa de ser, não é? Em implementação, ou seja, a intenção é fantástica, mas depois é muitas vezes corrompida, ou interpretada de outras formas, eu conheci a recente, conheci, não, estive à conversa recentemente com uma pessoa que andou na Uniclégia de Freiras, que disse que tinha recebido um exemplar de qualquer novo testamento, que as Freiras ficaram desangadíssimas com isso e

que queimaram os livros à frente dela. E agora, se a religião deve ser responsabilizada pela natureza ignorante das pessoas que a praticam, acho que não, mas bom, adianto, documento a ar e me digiro sobre Tiktokers que dançam, não me lembro do nome, mas há de estar nos mais vistos da Netflix, que andamos todos a ver a mesma merda, mas desculpas, não consigo educar aças, não vou conseguir, porque é

uma resposta bastante evasiva que implica a incapacidade pelo que cria ali na conversa uma espécie de malta. Isso não é para perguntar, porque se eu quisesse dizer realmente aquilo que me impede de dire fazê -lo, eu diria, é como um bocado motivos de força maior, vocês depois não ficam à

frente do café a perguntar, mas com motivos. Ainda agora a Tyler cançou para o Live, ia dizer ótimos ao Live, porque sou um dinossauro, e puseram aquela de Arlo Parks, que deve ser muito achato, olha, a Tyler cancelou, se quiseres ver tu que estava aí, na próxima acho que a Tyler também é negra, portanto até parece, olha tiramos uma, pomos outra, não sei se isto foi correto da minha parte de dizer, que

se fosse, e se calhar a Tyler disse, não vou conseguir ir, se calhar existe um motivo de saúde, qualquer isto aqui, deixa eu ver. Tyler cancels shows. O cansel do water singer está se tornando a biocancelista na pós -média social, e revelou que ela está se tornando com as lastias de infecção de uma infeção. Pronto, uma infeção, é isto. Pronto, não diz qual, está assim, vai editar a cancel shows,

a Ninjory. Pronto, também é bom, olha, estou alusionada, não vou poder ir, mas aí a pessoa pode dizer, olha, mas eu vou ter contigo, não destreces, não, deixa, a minha alusão implica estar de cuecas o tempo todo. Para não é brutal, não vou conseguir, acho fantástico. Mas hoje, hoje não vou dizer ao Paulo que não consigo

ir jogar, acho que me faz bem, honestamente. Tenho um projeto, ontem disse, recebi uma mensagem de uma marca com a qual já trabalhei, fiz um projeto muito engraçado, não vou dizer qual é só para uma questão estratégica, porque isto para as marcas, a estratégia é importante para os concorrentes, não saberem o que é que é, não poderem antecipar e bababá.

Estou entusiasma, disse -me, a pessoa da marca fez um teaser, um teaser, que foi, bem, estamos aqui a pensar num novo projeto contigo, está às 7h30 da noite. Isso que há foi por isso que eu não dormi tão bem aqui.

Ai, graaaanças! E uma pessoa que trabalha assim neste meio ou com marca já sabe que não pode ficar muito entusiasmado, porque muitas coisas não vão para a frente, outras coisas não são aquilo que nós pensamos, já me tentaram entusiasmar para projetos para o bono, não fiquem entusiasmadas com projetos, até posso fazê

-los, mas não fiquem, hei, é para o bono. Depois também outra coisa que o pessoal tem de lidar, eu tenho uma celebridade, uma pessoa suavejamente conhecida do grande público, que está constantemente a dizer que vamos trabalhar juntos e nunca acontece, mas eu permito -me ficar 5 % entusiasmada, sempre que isso acontece e ainda ontem lhe enviem uma mensagem de malta, como é que é? Nada, zero, porque é que essa

pessoa me entusiasma? Se calhar devia dizer, olha,

afinal, não vou conseguir. Ficou redondinho, episódio, ficou impressão minha, compreem lá bilhetes, mas é a Lisboa 27 de setembro, não sei se é ao vivo, este mesmíssimo podcast, que não é bem um podcast ao vivo, sou eu a ser, não se abente ser, depois dia 16 no Porto, 17 em Braga, 18 em Leiria, depois de outubro, atenção, depois dia 25 em Coimbra, estou a tentar fechar a veiro, estou agora a tentar

o despaço. Até falei com a pessoa de telefone, a pessoa disse, é só a jovem nega, não, não foi assim, isso já sou eu, não, foi, está a falar isso aqui, a Joana quer marcar uma coisa no vosso espaço, e a Joana concorda, depois no final, Joana, Joana que é, a Joana que é, ah, eu ouvi a Tnantina 13, pronto, agora já lá não estou, daí estar a marcar. Espetáculos, beijinhos.

Asquece -me dizer que o link para os bilhetes está na link tree do meu Instagram, está lá no link da Vio, portanto não precisam de ir à Ticatelain, escolher, escrever Joana Gama e depois aparecer a pianista.

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