#129 - Afinal continuo a ser doente mental. - podcast episode cover

#129 - Afinal continuo a ser doente mental.

May 22, 202424 minSeason 2Ep. 129
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Se isto é a minha vida dia-a-dia, imaginem um espectáculo :)

📍Coimbra - 5/6

📍Lisboa 18/6


Bilhetes à venda aqui: ⁠⁠⁠www.linktr.ee/joanagama

Transcript

Eu não queria dizer nada, mas eu acho que já é um abuso. Eu não tenho nada a ver com isto, mas acho que existe realmente um limite. Um limite que não pode ser ultrapassado, estás ultrapassado, estás de ficar em cima do limite e eu estou a ver isto, só que a questão é... A liberdade é tu, meu amor. Tu

faz aquilo que... mas há consequências. Mas há consequências e elas vão acontecer e depois não quero que venhas para aqui chorar e dizer ai tio, ai tio, porque eu não vou, tio... Olá. Como é que vocês estão? Como é que vocês estão? Ah, expressa a triperinha, vejo tanta triperinha nos stories que agora sempre me cago triperinha. E não uma tripinha, ainda bem, que isso já foi com o parto. Sempre...

Ah, está intenso. Pai, está, acabei de acordar, o meu cérebro está todo fanfão, está de género. Então, mas afinal, não era para dormir, algo... Tô aqui, estava aqui tão bem, estava já o ácido láctico, láctico. Estava aqui na pernufa, um por outro, assim, meio a marinar e agora de repente tu acordas, me? E não é para ir fumar, amigos, não fuma a nove meses, um fachavor de parabéns aqui para a minha

pessoa, nove meses, pensei que fosse mais. Até nisto, um gajo está pronto para deitar abaixo a sua autoestima, que eu pensava que era muito mais do que nove meses, mas não, eles há nove mesinhos. E hoje são, é tão difícil deixar de fumar que... Já deixei de fumar várias vezes? Não, é muito fácil deixar de fumar, eu deixo de fumar

tantos dias e depois volto a fumar. Que, no verão do ano passado, quando eu deixei de fumar, eu tinha dores nos maxilares de desmame de nicotina. Eu nunca fiz drogas, porque o meu trabalho sempre foi outro, mas aqui com um caixinho, caixinho de quem está nervoso, sabem, um caixinho, nem conseguia fechar a boca de nervos, de nervos que um gajo... Bem,

atenção, atenção, muito obrigada. Tenho aqui, eu só venho aqui pedir, mas hoje venho agradecer. Quero agradecer a toda a gente, às dezenas e dezenas de pessoas que já compraram um bilhete para a data de 18 de junho em Lisboa. Vocês, vocês, incríveis. Muito obrigada. Eu, pronto, estou aqui mais ficada na data que vem primeiro, mas de repente fui ver como é que estava a situação em Lisboa e em Lisboa, quer dizer, um gajo

em Lisboa tendo de outra forma. Um gajo até em Coimbra, vou lá, boa tarde, boa tarde, em Lisboa, como é que é? Reinha Joana, esgotem -me -la isto que está -me a fazer bem à cabeça, porque eu ando muito mal, é disso que vos vou falar hoje. Mas entretanto, só para relembrar, então, um dia 5 de junho, no Grêmio Operário de Coimbra, não sei se era ao vivo, dia 18, no Lisboa Comedy Club, apreciem -se, porque eu

tenho pessoas que não falham. E, é pá, e amamos de boca aí pelo meio. No dia 6 de junho, em Lisboa Comedy Club, se gostar ainda ouvir esse podcast comigo com Pedro Álvos, vai ser a última vez em que estaremos juntos, e esse ele ainda não sabe, mas assim que acabar o podcast,

eu acabo amizado com ele. E, por isso, aproveita imensa coisa a acontecer, e ainda bem, porque é este meu trabalho, e é por vocês que faço isto, e isso quer dar mais para mim. E ainda nem sei bem como é que vou por isto. Sabem que eu sou muito pró, nem sei como é que poderá haver contra, mas que sou muito pró a fazer -se terapia, ao toco em simento, eada, eada, eada, mas, nesta última semana,

tenho estado desangada com isso. Tengo estado... atenção aos ouvintes mais sensíveis, aqueles que choram sem ser com a Lácia, e tenho estado, pá, pô, caralho meu, foda -me há anos nesta merda, é curar, é psicóloga, é psiquiatra, é livre -me da pice, é mais isto, e como bem, e como mal, e acorde -se de acorde -terra, agora tem a merda das páginas matinais, e não sei quem ainda está toda

fodida dos cornos. Sim, não tem sido fácil, os últimos dias não tem sido fáceis de tudo. Não sei se pior para mim é para as pessoas que me rodeiam, que são mesmo pessoas reais. Não sei se isto é uma parte de uma diagnóstica, mas não envolve pessoas imaginárias. Imagina, é ver uma espécie de competição entre umas doenças e outras, uma espécie de rostro. Mas eu não imagino voz, é, de certeza aquelas gargalhadas

que tu ouvis no espetáculo. Mas eu sou ebipolar, não sabes por pilhas. E então fui no tal cruzeiro, experiência magnífica, e não sei que, e acabei na altura por fazer um story ainda quando não estava mal a falar da Highwell, a Highwell, muito bem metida, a Highwell é uma aplicação que vos junta psicólogos indicados para aquilo que

vocês querem trabalhar. São consultas online e que têm um desconto de 15, 15, 15 % se utilizarem o meu código. Descarreguem a app Highwell e façam as consultas, ficam mais baratas. Se comprarem todas na vez, tem acesso a esse desconto. Se comprarem só uma, tem acesso a esse desconto. Uma única vez, portanto, encham -se consultas nesse bandulho

e aproveitem. Mas então fiz esse story a falar da Highwell e escrevi lá, eu não menti, porque na altura estava a sentir isso. Escrevi lá, vai ainda bem que faça terapia. Neste momento estou grata por não me sentir ansiosa, por não estar a estragar a experiência a todos aqueles que estão à minha volta, por não estar sempre nagging. Nagging é tipo Karen, sabem que é?

Tipo, é na Paula que eu tenho vez em quando no meu Instagram, que é estar sempre a dizer ''Vai estar feito isto, vai estar feito aquilo, porque é que não fizeste.'' E que a terapia me tinha permitido desfrutar de uma esfera estejando tudo para ter ataques de ansiedade e tudo o resto e afinal foi mentira. Não na altura em que eu disse, na altura em que eu disse

ainda estava vitoriosa, acredito. Ou então já não tanto daí me ter lembrado desse copy, mas ainda não tinha assumido para mim mesmo, acho eu. Desde há uns tempos que não anda a passar assim um bom pecado. Não sei se tem problemas mentais, mas às vezes é difícil reconhecermos quando é que a poeira se começou a instalar novamente. Eu sei que um dos pontos que me deu muito stress, muita ansiedade foi a saída da

Antena 3 por causa da questão do orçamento. As coisas ficaram um bocadinho mais difíceis e ter que me atirar, ter que me fazer a cena, coisa que eu gosto e acho que sou boa a fazer, que é ''Tung, é o que? É o que?'' e ''Fase?'' e

vamos a isso. Mas isso trouxe me nervos, porque faz com que tenhamos de raciocinar a vida e raciocinar a própria vida quando estamos metidas no centro do tornado ou no olho do furacão, assim é que é, coitado. É complicado, daí é terapia.

Então só para contextualizar, eu nem sei bem a altura em que eu estou tão stressada, que parece que nasce em mim um ódio, uma vontade de espancar, isto não é humor, de espancar a pessoa que tem ao meu lado, que é inacreditável, inacreditável. É... Sabem alguns surtos que já vimos em filmes de alguém ter uma faca na mão, em vez de desfaquear só duas vezes e ir à sua vidinha,

perde -me há tempas para faquear outra pessoa. Tipo, pá pá pá pá pá pá! Nessas alturas, eu tenho uma vontade tão grande de gritar, de bater, de... sinto que vou surtar a qualquer momento, mas que como tenho mais ou menos noção da minha existência, e isso... pronto, não estou num espétero alargado, avançado, não precisei dizer, eu consigo sentir essa pulção e não pôr em prática. E acho que esses sentimentos

de... É de repulsa, sabe? É de repulsa, é de... É mesmo de nojo, é ódio, é... Ah... Parece -me mesmo bater na pessoa. E nós usamos estas pressões no dia a dia, como a leveza, que agora sofre as consequências. Ah, bem, mandava -lhe um banano... Não, eu mandava mesmo um banano. Eu punhamei efetivamente aos gritos, e os gritos seria... Aburreria a pessoa o dia todo, e eu tenho noção disso e não

quero ser assim. Não quero ser assim, porque... Ah, a vida é suposto ser uma coisa fiche, e porque já tenho noção dentro da minha cabeça que isto é um problema que é meu. Isto não quer dizer que as pessoas não me estejam a dar motivos para me nervar. Mas daí, a sentir tudo aquilo que eu sinto, acho que aí que entra a parte do descontrol, do desequilíbrio.

E estava a falar com o meu psicoalgo na segunda -feira sobre isto, que senti isto recentemente, no contexto, e consegui fazer um paralelismo com todos os outros contextos, onde já senti isto, e eu nunca o tinha feito, né? Andei até hoje a pensar, bem, esta pessoa irritou -me mesmo ao ponto de me irritar, bem, esta pessoa

irritou -me mesmo... Bem, e às tantas, né, fiz ali um... E me irrite com as pessoas, irrite -me sempre de uma forma, e pergunte -lhe, ó Pedro, mas isto também é aquilo que eu estou a sentir também a normal, e ele disse, não. Então nem toda a gente faz isto, não, Joana, nem toda a gente faz isto. E isto, por um lado, deu -me... Estou a ser mais sincera com

você que possível. Deu -me uma cena de, ah, então, ah, ainda sou doentinho, ah, que especial que eu sou, ah, é minha deficiência querida, é que de paciência, por um lado, pensei, ah, ainda estou toda afudida, ainda estou toda carcomida. É, pai, pensei mesmo que isto era normal, imagina, hein? Vocês têm uma discussão com

alguém. A vossa cabeça não vai logo para nunca mais querer falar com ela, querer que ela se ponha nas putas, e não sei o que, querer que ela faleça, e na na na. E eu faço isso, e nunca achei que isso fosse desagradável. Agora, o que é dizer? Pô, se você se agradava, claro que é. Mas de outra pessoa, não

souber, acho que não. Mas isto é muito duro, porque, como já sabemos aqui, no cara de ouvintes, nós somos um ser total, significa isso, nesta nomenclatura que eu acabei de arranjar, que, pai, não estou lembrada a palavra, meu, aquela palavra com os joguinis, os jogurtes, os joguis, que é tudo, uma cena que é tudo, ah, isto agora é tudo, não é tipo, não é cabeça, não é corpo, é tudo. Eu sei que vocês estão indo

no carro a dizer, é holístico. É isto, é holístico, é capaz de ser holístico. Pronto, que é o meu corpo recente, se imensa com isto. Quando eu estou assim, fico super tensa, os músculos ficam muito, muito, muito tensos, que foi exatamente isto, que eu disse na frase anterior, e não consigo

estar sequer fisicamente perto de alguém. Eu vejo, porque existe uma espécie de remanciamento relativamente ao espétero autista, que acho que tem outro nome socialmente mais correto, e irei identificar,

que são todos gênios, e eu não sei o que. E então há muitas séries sobre isso, e por isso é que eu vou utilizar esta nomenclatura, apesar de saber que estou a generalizar, que é. E eu tenho muita dificuldade em proximidade física, em intimidade, e no sexo, chuchu, eu falo disso quando me apetecer, não são vocês que sepam aqui com merdas, é o podcast das benas, é o podcast das

pessoas em que as benas respondem a merdas, calminha. E nessas alturas então, não consigo, não consigo mesmo, é como se eu não estivesse ensinada a dar abraços sequer. Portanto, aqui, e eu disse isso a uma psicóloga, sinto uma autista, quando alguém me tenta dar um abraço. Portanto, o que é que eu sinto nestas alturas como está a minha cabeça? Como

está a minha cabeça? Sinto que o tempo torna -se muito mais curto, sinto um sufoco gritante da minha garganta. Não há tempo para nada, tem que ser capaz de tudo que me transforma numa gaja resábia por se sentir e como é que se diz? Não é inofensiva, sem ajuda? Sem helplessness. E então começa a auto -vitimizar -me, de gênero, só eu, ninguém me ajuda, porque ninguém percebe aquilo que eu preciso,

estou sozinha nisto, estou tão cansada. Tudo aquilo que as outras pessoas façam, que não vai no sentido daquilo que me poderia fazer sentir melhor, é merda. É merda dizer em sá, hoje estás mesmo bonita, eu penso, me meto bonita no

cu, porque isso não me ajudem nada. E o desajuste entre aquilo que estou a sentir e o exterior, o ver a pessoa que está a ser uma das pessoas que está a ser receptor desse meu ódio, nojo, desconforto, essa projeção de negatividade, ver essa pessoa animada ainda me dá mais dinheiro a ver, esquece, estás mesmo aleste daquilo que eu estou

a passar. E a reação que já não estou na fase do que é que as pessoas adivinham aquilo que eu preciso. Mas sim, nesta vez, tive também complicação em explicar aquilo que eu sinto, em nível de casal, estamos a aprender a lidar com isso

também. Mas vem de um lugar de mesmo muita dor, mas mesmo muita dor, é da criança infantil, está bem caralho, já sei, puta da criança, mata em uma puta da criança, já não posso ouvir falar, mas vem um desconforto gigante que possívelmente antes de estar medicada ou quer que seja, isto puderia desaguar no momento depressivo, mas que o pior de tudo é sentir sem ter -me desalinhada do resto da

vida, sem ter -me incompreendida porque estou desalinhada, sem ter -me culpada por estar a roubar o dia, o momento, a energia, a boa onda às outras pessoas. Acho que eu não deve ter o direito de o fazer. Lá para estar assim, eu não

posso responder de torto a minha fil... Claro que não sou um robô, mas não posso tratar mal a minha filha, não posso tratar mal a meu namorado, não posso ter respostas de tortas a amigos, eu não me acho nesse direito e não quero fazê -lo. Depois, tenho exemplos na família de pessoas que não fazem esse filtro e eu não quero tornar -me nessas pessoas.

Tenho sempre muito medo de parecer maluca, toda, sei lá, a minha capacidade de articulação e de discurso, acho que sempre foi uma maneira de me proteger, mas então também não me dou

espaço para ser um bocadinho menos normal. Ou seja, o chorar não faz parte da equação, o pedir ajuda não faz aqui muito parte da equação e toda esta dor que eu tenho armazenada em mim, e a atenção que já usei esta terminologia de dor, mesmo porque me sentia inoffensiva, ok? Me sentia injustiçada pela vida e maltratada pela vida. Não é isso que estou a dizer, que estou a dar um nome a

aquilo que eu sinto, apenas. Esta dor toda que eu tenho faz com que eu não consiga realmente ter relações de intimidade com outras pessoas. É como se houvesse aqui uma espécie de fabricação criográfica da relação com os outros, em que os meus sentimentos são autenticamente desnoínos. Eu quero, efetivamente, saber como é que corre o primeiro dia no trabalho desta pessoa. Eu quero saber como é que

corre a operação. Eu lembrei -me disso e quero estar presente. Mas existe alguém em mim que faz como, por exemplo, eu não consigo desabafar com as pessoas sem serem modo stand up. Eu não me fragilizo. Eu não falo de um assunto sem antes. Sem saber que tenho a capacidade de falar dele de forma inteligente. Então, não estou de uma fase boa. Sinto

-me a pouco grata à terapia. Penso, no entanto, em como é que eu estaria se não fossem os anos de terapia em cima e já estive em sítios muito piores, com raciocínio defensivo do seu quisermos matar, matem, e coisas de género. Mas eu não vos quero passar nada que eu não sou vossa mãe nem sou vossa parceira sexual. Mas há dias em que um gajo está revoltado e cansado com esta história e da terapia em que parece que

não existe luz ao fundo do túnel. É pássica, há nada no fundo do túnel para que por uma luz. Mas eu agora sei que isto vai passar, que eu tenho força para aos poucos ir sabendo lidar com isto. Transformo isto num desafio também, mudei minha alimentação toda, vi aquele documentário sobre o indistindo da Netflix e todo tipo a gamificar a minha alimentação. Estou a fazer desporto de uma forma um bocadinho menos

obsessiva para dar mais lugar ao descanso. Mas às vezes estou só cansada de pensar e de fazer e de cuidar e na na na e queria só o que é que eu quero? Pensei só que queria só colinho, mas depois também não quero. É

duro. Porque este tipo de sentimentos e de sintomas surgem isto, não é só humano, o psicólogo disse que não e realmente eu tenho um diagnóstico, surgem quando menos precisamos disso, ou seja, quando o stress aumenta, aumentam as dificuldades a... Mas é isso, que eu quero dizer -vos que estamos juntos, se calhar demasiado, se puderem

afastar, agradeço. E que, mesmo que há dias em que parece que a atrapia não funciona, funciona, caráças, porque eu estou a ter capacidade não só de reconhecer isto, o que se está a passar como de explicá -lo a quem me... a quem me rodeia, tenho consciência do que está a acontecer e consigo lamentar o meu comportamento, e olha, eu reconheço que tem estado assim, expliquei -o à minha filha, quando fui um

bocadinho mais viemente, numa das vezes em mim, noto -se muito quando eu mudo o tom, porque eu não tenho um tom... nem sequer acertivo, a verdade é essa. E só isso já dá a esperança, já dá para um gajo não se crematar, porque sabe que isto é uma fase. E depois, por consigo, dar a

outra fase. Quem é que estão... Ok, então vamos dormir melhor, vamos alimentar -nos melhor, vamos fazer um bom desporto, é saber que se tem uma... uma deficiência, pronto, que nunca pensei muito se isto algum dia ficará perfeito.

É, mas a perfeição não existe, está bem, mas não ter estas fases, mas a verdade é que eu não tenho tido tantas estas fases, portanto, foi que uma vez uma psicóloga me disse que é a cura... Não sei se lhes chamaria a cura, mas o desenvolvimento pessoal em prol de dias mais pacíficos, não é uma montanha, não é uma reta,

é... uma espécie de espiral. Não sei, agora não faz sentido, mas tem altos e baixos e volta atrás, volta à frente, só que é tipo o Daude Jones, eu acho que já vos falei disto que se tivemos a ver ao pormenor parece que não sobe, mas depois ao longe veem grandes diferenças e... e para não deixem de ir à terapia, porque faz mesmo uma diferença gigante, mesmo que hoje esteja num dia

como eu, ok, vai caralho, paguei minha mim para fazer terapia, que os outros é que estão talvez mais

problemas, que é mesmo assim... Portanto, aproveitem já agora o desconto na Hywell, Joana 15, saquem a aplicação Hywell, usem este desconto, tem acesso a psicólogos, especializados, ou seja, que tenham interesse e que tenham estudado e que tenham vontade de trabalhar os assuntos que vocês querem e que identificaram na vossa vida como assuntos queiram melhorar e fazem no... em casa, online, onde vocês quiserem que tenham um

dispositivo eletrônico com ligação à internet e... é pai, é fiche, e é fiche ter aqui uma noção da vida porque senão transformámos -nos naqueles de nós que têm um avô que era só um velho refilão no Cefa uma tia que estraga os jantares toda a gente, um pai que não consegue viajar com nós por causa dos ataques, da ansiedade, portanto, faça o vosso papel, não se andem só aí a queixar das vossas infâncias, quebrem um

padrão, toma lá quem mesmo assim, ta flove n 'escolo. É... E... Cê

me douta? 5 de junho! Lisboa... não, vá, agora tu consegues, Joana. 5 de junho no Grêmio Operário de Coimbra não sei ser ao vivo, dia 6 de junho, há Mamos de Boca, em Lisboa, e dia 18 de junho, esgotem -me esta porra que é menos uma data que eu tenho que dizer e isto, eu tenho uma garrada isto com unhas e dentes, mais unhas que dentes porque a vida já se faz sentir por este lado,

esgotem -me 18 de junho, se faz favor, no Lisboa, Coma de Clube, não sei ser ao vivo, para não andarem a papar bilhetes e, tipo, atlânio, né, que vai, tem um link no meu... no meu perfil. E pronto, eu sou uma pessoa simpática e positiva, não se esqueçam, só que adiz assim, e este foi um deles. Beijinhos!

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