Eu hoje, o espetáculo não sei ser ao vivo em Lisboa, estou demasiado entusiasmada só para ter a inoção. Este é o meu tom às 7h30 da manhã. Estou muito feliz. Até porque há aqui um novo investimento no espetáculo, antes eu trabalhava como a
produtora, que assegurava um poucas coisas. Agora estou sozinho e tido a investir, vamos ter cenário, vamos ter coisas que vocês se calhar vão tomar por garantidas, porque vão estar incluídas softly nos espetáculos, mas das quais me orgulho bastante. Ainda ontem estive aqui a fazer um trabalho criativo -senor, sendo que não sou sonoplasta de maneira alguma, mas fico bastante orgulhosa do resultado. Isto
é a primeira data, que é em Lisboa. Normalmente os comedientes fazem ao contrário. Primeiro andam pelo país inteiro e só depois vão para Lisboa, já com o espetáculo mais afinadinho. Eu estou a fazer ao contrário. Estou a começar por Lisboa para afinar e ir para o Porto. Pessoas do Porto vão ver um espetáculo ainda melhor que o de Lisboa. Aparecem
-se a comprar os vossos bilhetes. Já sabem que eu recebo no e -mail que vocês comparem os bilhetes e ontem isso aconteceu. Acordei da sesta, fui ver o e -mail. Obrigada por terem comprado bilhetes. Ainda foram algumas pessoas, estraguei um dia com mim e comprei os vossos bilhetes, que eu tenho uma notificação praticamente imediata, façam isso e aproveitem um espetáculo melhorado de 7 de maio nos
airboxlodes no Porto. Para quem é de Coimbra 5 de junho, lá estarei com o espetáculo já rodado duas vezes, por isso será ainda melhor que o do Porto e duas vezes melhor que o de Lisboa. Pronto. Olá Lisboa, não fiquem tristes porque também vai
haver novidades em breve. Não sei se estão a par, mas saí das manhãs da 3 de recentemente, há coisa de um mês, terminou o projeto no qual eu estava incluída e agora esta semana arrancaram as novas manhãs da Antena 3 com Alexandre Guimarães, Inês Henriquez e também Luana Dubem. É um programa que eu ouvi ontem. Acordei até mais cedo para ouvir, que estava a ouvir hoje. E estou muito feliz comigo própria porque estou tão
contente por eles mesmo. Alexandre já o conheço desde o início da carreira dele, também conheço a Luana desde o início da carreira dele enquanto comediante ainda aqui, já tenho feito muitos outros trabalhos que envolvia sem criatividade. Inês não conhece tão bem, mas
eu sinto que é uma aposta incrível. Alexandre está na mesa, significa isso que está nos comandos da sonorização da emissão, fica ali com um trabalho um bocadinho mais físico de motricidade, mas nem por isso, ele falha a criatividade e o welcoming. A Luana estica a conversa
para lados muito, muito mais criativos. Quando as pessoas estão à espera que o assunto já tenha acabado, Luana vai lá e tira mais qualquer coisa e consegue tirar a Inês daquele lado mais tímido
que ela poderá ter. Por isso recomendo a toda a gente que oiçam as novas manhãs da Antena 3, todos os dias das 7 às 10 na Antena 3. E isto faz -me sentir que eu nem sei porque é que haveria de estar resabiada, mas de certa forma o meu projeto acabou também para começar o deles e, numa altura menos boa da minha vida, eu poderia sentir
ressentimento. Tem relação ao Alexandre ou à Luana em particular, porque ela também é humorista e, portanto, parece que vai ocupar o meu lugar. Primeiro, não vai. E segundo, é um projeto completamente diferente. Eu estou genuinamente feliz, não só por mim, que ganhei imensa saúde mental e voltei a trabalhar de acordo com as minhas próprias termos, que também é uma coisa que me agrada muito, mas também porque
acho que é um projeto que tem ainda mais para dar. É um projeto que foi pensado desde a origem, vão ter muitas coisas pelo meio, vão ter reportagens, vão ter participação da Mariana Oliveira, por exemplo. E
é tão bom sentir que estou bem. Eu acredito que, numa outra altura, numa outra fase desta Joana, numa outra altura da sua carreira até radiofónica, iria muito mais com esta questão, iria questionar -me relativamente ao meu talento, ao meu trabalho desempenhado no ano em que lá estive, comparar -me aos meus colegas o que é que eles têm mais do que eu não tenho, estou extremamente em paz e digo
-vos que estou mesmo muito, muito feliz por eles. Acho que vai ser um projeto muito, muito giro e que vai dar aqui um tom diferente à antena 3, que vai ser refrescante, mais estruturado e ainda mais interessante, por isso estou mesmo muito feliz. E fico mesmo muito satisfeita por estar bem de cabeça.
Ou não, ou estou tão mal, que eu nem me apercebo como é que eu estou e engolia aquele comprimido da positividade das pessoas que me nervam selenemente. Que é, ai é, então não sei o
que, oh pois, mas olha ao menos não sei o que. E eu não sou essa pessoa, acredito, vamos lá ver como é que isto corre, pelo menos não tive vontade ainda de matar ninguém recentemente, mas estou feliz por ter chegado a este lugar de paz, de tranquilidade, também ajuda a sentir que já não queria fazer mais parte daquele projeto, que realmente se não me identificava assim tanto com a rádio, o
horário, apesar de eu continuar a acordar as mesmas horas neste momento para fazer as minhas merdinhas, aquele horário deita muito uma pessoa abaixo e, no meu caso, que gosto de falar, gosto de comunicar, é muito difícil dividir ideias e espaço com uma pessoa que também ocupe o seu espaço, ainda para mais que uma antigua idade dentro da empresa, é difícil chegar ali a um encontro saudável de espaços
e de ideias. Portanto, foi uma experiência muito
fixe, foi muito fixe voltar à rádio. Eu também considero que isto seja rádio, confesso, não é por não estar no FM, que não se fala com pessoas e que não existe um microfone e tudo o resto, até acho que existe uma grande proximidade aqui nos podcasts, que se assemelha aos programas de altura, até sinto aquela questão, por exemplo, nos parece também à noite na Rádio do Seixal, em que se fala
diretamente com o OVIN, tem que existir uma liberdade de expressão a 100%, porque eu também senti que a ver na Antena 3, não senti grandes limitações, a não ser no que toque a subjetividade, o que é que é bom gosto, no que toque, lá está, no que toque, no que toque, há o humor, mas gosto mesmo muito de fazer rádio e, para mim, rádio também é fazer aquilo que
eu estou a fazer. Agora, aquilo que eu vou fazer hoje à noite, estou super indesesmado, eu quero partilhar coisas com vocês, que, por exemplo, a entrada do espetáculo que eu estive a fazer, eu vou ser envolva -vos da Filipe Galrão e também uma música de Baby Keenie, Kendrick Lamar, tenho que dizer isto baixinho, não vá ao senhor, por sarm -me, que é uma típica que usa 15 segundos da minha música, legalmente
só pode até, mas acho que não o vou fazer, que é também para explicar um pouco a vossa curiosidade, senti que não vão dizer uns a uns outros, tenho que ir ouvir o jingle da abertura do espetáculo da Joana, mas estou mesmo feliz por ter sido eu a fazê -lo também, é uma coisa que, da qual me orgulho que sou resourceful, ou seja, pá, é preciso aprender a imprimir isto, não sei o que, a fazer
não sei o que para não sei onde, encontrar ba -ba -ba, tenho uma ideia, ou seja, consigo fazer as coisas sozinhas, se calhar muito porque tive de o fazer, se calhar muito porque não queria incomodar ninguém, ou porque sempre fui a pessoa das pessoas à minha volta, que era capaz de perceber mais sobre os assuntos sobre os quais eu precisava de ajuda. Manda aí uma tosinha de alergias pelo mãe, e conseguem
sentir uma tosinha de alergias. O cenário, parte do cenário, que quem for hoje a Lisboa vai ver, é feito pela Cucca. Quem é Cucca? Cucca é uma amiga da Diana Nicolau, essa grande atriz que teve em cena o desconfortável este ano, e que acho que ainda vai
continuar a ter, é uma peça maravilhosa. Quem goste do meu trabalho também vai gostar da Diana Nicolau, ao contrário, não sei se será verdade, mas é uma peça em que ela é bastante genuína, bastante autêntica, em que faz uma viagem pela sua cabeça, e que a partilha, pelo menos aparentemente a 100%, num cenário com physicalidade, sem barreira, um espetáculo desenhado por ela, em que ela intervenha em tudo, em
que ela teve mão em tudo, mesmo trabalhando com pessoas espectaculares como a Cucca, que eu vos falei agora, ou também contenente, acho que o roupé foi feito
por ele. E a Cucca surgiu porque pediu contacto à Diana Nicolau de alguém que me pudesse ajudar com o cenário, fui com uma ideia preto -fenida, também porque o orçamento não é gigante, e a Cucca foi incrível, ela conseguiu num curto espaço de tempo ajudar -me a fazer o projeto, entregar -me o projeto e é super simpática, por isso Cucca, no futuro, colaborei com a Blu, colaborei muito mais
contigo e estou muito feliz por estar rodeada de pessoas fichas. Vou filmar o espetáculo, portanto, ponham -se bonitos e bonitas. Se alguém tiver algum problema em ser filmado, por favor faça -se acompanhar de uma declaração para esse efeito. Talvez eu pendure, ou colo uma folha a dizer que o espetáculo vai ser filmado. Não sei. Legalmente, não sei se será necessário, pelo menos nunca o fiz em
um espetáculo, mas pode ser interessante. E vou ter ofertas! Eu já vos disse isto, vou ter ofertas, vocês não têm noção de quem vai acontecer, ainda não abria caixa que chegou pelo X -X -X -X, não sei ao certo quantas ofertas é que vão ser, mas posso dizer -vos que são ofertas que vos vão proporcionar grande prazer. Será que ela vai oferecer dildos? Será?
Adentro já que não sou muito fã de dildos, não gosto de brinquedos sexuais que se assemelhem a pilas, pila para mim não existe, para mim existe caralho, sabe? E caralho, visualmente para mim não é interessante, é que ele vai -uda, aquele
não é, será zetro -sexual. É pá, sim, não acho que, por não achar visualmente interessante, que esses, percebem, esses assim particular, que imaginem, se esse senhor aí tivesse uma voz era como é que é mal, estou aqui para dar cabo desta situação. Eu gosto mais de um, está -se
bem ou não? Bora aí, bora aí. O resto, o resto tem um bocado, sabe, é como aqueles fetiches malandros de, eu gosto de um homem sujo que está no jardim, todo dia de verdade, e que vai todo suado. Não, não, não, não, eu quero, eu quero limpeza, quero saúde, não quero sarro, e quero, e quero... Como é que isto vai cá parar? É o que vocês vão pensar hoje à noite, depois das ofertas que eu tenho para
vocês. E vou ter um código de escudo, pá! Eu, eu não sei se não estou aqui a destruir a barreira entre comediante, comunicação e influencer tudo no mesmo ponto. Sente que não sei, a má fada de caster existe, ela acha que não é comediante, mas ela tem imensa graça. Má fada de castro, peço, peço desculpa. Até
logo, à noite, estou desejosa de vos ver. Já agora passei também pelo meu Instagram, porque eu tenho feitos certos de gravação do podcast por lá, e assim podem ver como é que eu estou vestida, como é que eu sou antes de lavar o cabelo logo pela
manhã. E também portanto, eu me arrebrica agora, que se chama As Gordas, que é aquele formato tradicional de jornal, mas que eu tento dar o meu twist e é uma coisa pequenina, portanto, apoiem também esse meu projeto, pode ser que seja interessante, é uma maneira que eu arranjei de dinamizar o meu Instagram, sem ir para o lado mais TikTok e dançóqui e noqui -noqui. Tá
bem? Beijinhos! Até logo e porto não me desaponte, tem que é ai. Esperante, esse guy é por isso que não compra. Tanto quanto eu...
