Bom dia, bom dia seus amiguinhos da ONCE, eu estou a ver, vos estou, estou... Ahahahahaha! Por causa existe um fórum só para a Mata de Rádio. Para a Mata de Rádio, o que se interessa por Rádio? Que há muitos locutores que estão lá, produtores, Mata do Són, não sei o quê, que ninguém diz quem... Tá tudo bem? Ninguém diz quem é que é. Então é muito engraçado, vai lá toda a gente ao Pinar, dizer comidanças ovo e tal
e tal. E eu inscrevime, chame a amiga da ONCE e desvendei logo quem é que era, porque o avó alguém comentou em relação a mim. E eu disse, ah, obrigado muito simpático, não sei o quê, o quê e de repente pronto. Calaram -se, nunca mais será um grande coisa a meu respeito, porque dizem sempre, a nossa colega de fórum, a amiga da ONCE. Pronto, e eu não percebo porque as pessoas não se iam de assumir, talvez para fazerem
críticas ou comentários mais livres, mas pronto. Adiante, seus amiguinhos da ONCE, bom dia. Estou a gravar isto a uma sexta -feira de manhã, deixei a miuda na escola, esta primeira semana com a miuda, sem estar de férias e sem estar a fazer manhãs, tem sido incrível. Esta liberdade, ninguém paga. Mas literalmente, ninguém paga esta liberdade. E por isso mesmo estou a
fazer aqui um reordenamento de orçamento. Ah, mas antes de falar sobre isso, obviamente, até faz todo o sentido, quero vender -vos os meus espetáculos. Portanto, dia 30 de abril está quase, falta um pouco os bilhetes. É no Lisboa Coma de Club, este podcast ao vivo, não sei ser. Os bilhetes estão a vender na Ticketline e também na Ticketline. Hello Porto, dia 17 de maio, nos airboxlodes, ali no centro,
também vai ver, não sei ser, ao vivo. E os bilhetes, lá está estão a vender na Ticketline. Espero poder ver -vos. Há novidades em breve também de um outro espetáculo em Lisboa, não sobre não sei ser, mas concentrem -se primeiro nesses, nesses porque estes sou eu sozinha e divido -se menos. Estão a perceber ou não? Pronto, por isso é que há muita malta, tipo, que é só uma
pessoa em palco que dizia, não, o David foi seco. Que é só ele mais uma caixinha, é só para serem a mamar do budget. Ah, a perceber ou não? O Kim Barrera já leva malta. Agora já leva malta. Mas esperem, então vou falar -vos daquilo que vos quero falar, mas primeiro vou botar aqui o Noiserve. Só se seja. Parabéns, Noiserve. Ele fez antes e ele, não sei
se eu vou podcast. Então, não sei se vos disse recentemente, mas durante a semana anterior e esta semana, tenho feito, não diria um esforço porque tem sido ultra gratificante, mas
tenho dado mais atenção às minhas amizades. Primeiro, porque tenho medo que a minha cabeça frita agora, como dessa, de rotina, por estar mais aflita com a reorganização do meu orçamento, por ter saído da rádio, mas também porque estava um tempo, tenho saudades das pessoas e tenho gostado muito de
estar mais atento à vida das pessoas. Ou seja, tenho gostado, por exemplo, no outro dia, só porque um amigo ia ser operado no determinado dia, fiz questão de me lembrar e de lhe desejar boa sorte para a operação, sempre que, em princípio, esperamos que a sorte não tenha nada a ver com operações, mas e tenho gostado disso, tenho gostado de fazer com que as pessoas sintam mais aovidas, mais notadas e de
forma gratuita, porque eu acho que é muito difícil que alguém, no meio da vida delas, neste momento tenha essa vontade em relação a mim, que é, como
é que eu não sei o que é? Se é exquisito, ainda no outro dia, uma amiga está à grávida e eu decidi marcar na agenda a primeira consulta do obstetricio que ela vai ter e quando lhe dissiste, porque ele pergunta ah consulteira na próxima segunda -feira, eu sei que ela, como é que
tu sabes, e se é exquisito? E eu notei na minha agenda e ela, é pai, eu sei, mas acho que é querido, se não tivesse sentado na minha agenda e me lembrasse, e se é que era exquisito, mas ouvir as conversas, fazer perguntas, estar mesmo presente, fazer uma escuta ativa, faz com que, imagina, ainda a última vez que eu estive com essas pessoas, eu consigo fazer perguntas muito mais
interessadas, ah, ok, o teu filho no outro dia tinha isto, como é que ele está agora? Lembra -me que estávamos a pensar em fazer isto, conseguiste
fazer isto, não conseguiste? E agir como as relações evoluem de outra forma, não é aquele café só em que uma pessoa faz o emotional dumping, não é igual, ah, eu não sei, imagina, já, estar com os amigos só para desabafar, não sou muito disso, mas quero ser, quero passar a ser, e
estou a tentar ser também, porra, não é? Também, desfogo, também tem de servir para isso, apesar de eu achar que não substituam, claro, um psico ou algo, mas tem sido muito giro, estive com, sei lá, pessoas que vocês conheçam, Filipe Agarra, Amaria Seixas Correia, Rita Camarneiro, tenho estado também com outros amigos meus de outras paragens, com o Ricardo, com Miguel, com Renata, e muita, não
é? Renata, Renato, pois é um Miguel,
Renato. Bem, não interessa, tem sido mesmo maravilhoso, não só para me lembrar a mim própria, da qualidade de amigos que tenho, porque eu diria que a nossa qualidade enquanto pessoas, ao nosso valor enquanto pessoas se mede muito pela média das pessoas com que nós nos damos voluntariamente, digo voluntariamente, porque podemos ter colegas de trabalho que são em urros, e acho que isso não deve
entrar para a média, mas e eu tenho realmente pessoas muito valiosas na minha vida, com valências completamente diferentes, e como estou a marcar isto um bocado de enfiada, até criei erbricamente ao Pagamo Amoso, porque lá está o orçamento, e não sei o que, porque eu gosto muito, muito de pagar coisas às pessoas, fico mesmo grata quando almoço com elas, estou mesmo tão feliz como apetece retribuir, quero
agradecer à pessoa, e para mim o pagamento surge aí, que é, pah, boa, fiz, estamos juntos, estou contente, deixe -me pagar. Então acho que agora que eu preciso, gosto que sejam eles a pagar, mas que eu tenha também a vontade para lhes dizer, não tenho dinheiro, pague -me o almoço, e assim tem sido. Na próxima semana também vou estar com mais malta, e é
engraçado que assim vou almoçar fora. E as pessoas estão a parar, as pessoas estão a parar, só aceitam se quiserem, mas tem sido maravilhoso, tem marcado em sítios, isto é outra coisa que há muita malta, que dá muita atenção à comida, e eu percebo perfeitamente isso, conheço foodies, inclusive a mulher, mas eu preciso de um sítio bonito, eu preciso de ambiente, eu preciso de, porque só estar a comer um
grande arroz de feijão, não é esse cara adoro muito, não me perian -se, preferir um sítio com sol, um sítio com janelas grandes, um sítio com mesas que não tenham papel, não, não, perante, só um bocado, mas coisas que me façam sentir... Bem, a comida faz sentir bem, certo, mas eu preciso do
Feng Shui, o Feng Shui, eu preciso disso. E é engraçado que, ainda ontem quando estava almoçar com a Felipe, Felipe Galrão, estamos a falar sobre várias coisas, e foi a única conversa em todas as pessoas, em todas as conversas que têm tido com os meus amigos, em que fomos imensas vezes ao telemóvel, tentar encontrar uma resposta para as
perguntas que estávamos a fazer. Não sei se vocês me seguem no Instagram, em princípio sim, mas uma das stories que puse até foi a Felipe Galrão, e eu digo Felipe Galrão, perante, pera, não sei, aquelas pessoas do colégio que dizem, ah, a Sara não sei o que, o Miguel não sei o que, dizem sempre os apelidos quando só há um na turma, mas foi ela assegurar uma anatomia de uma pila, isto
porque estamos a falar em vasectomias e como é que isso fazia, sua espermia de todo fã, fosnomia, e depois falamos também das injeções naturais de testa austrônaco, quando uma mulher está grávida, como é que se definem os cromossomas e quando, e agir ver, falamos sobre livros, não sei o que, coisas que também falei com o Miguel, depois com a Maria a conversa é brutal, mas é completamente
diferente, depois têm casais com filhos, que levam os filhos, tem, pá, muito fiches, e eu orgulhava -me um bocado, não preciso de ninguém, sou muito antisocial e não sei o que, e sim tenho que fazer um esforço enorme para quebrar, para quebrar a minha rotina do nada, ou seja, de estar em casa, de estar aqui a falar com vosco, de ir a rotar fitness, xeriais, a ver uma série qualquer, mas estou
numa completamente diferente e tenho lido mais, e se deixe -me super feliz, acabei agora de ler o The Corsair of Love do Alan de Buton, talvez faça um episódio só sobre isso, mas pode ser interessante para alguém que esteja desse lado, é um dos meus autores preferidos, autores ou autores, autores preferidos, e aquilo é giro, mas já li tanta coisa dele, e aquilo não foi dos primeiros livros
dele, mas ainda assim já, já não me surpreendeu muito, mas acho que é um livro muito interessante.
Bom, posto isto, eu quero dizer -vos para aproveitar, em um bom tempo, sei que muitos de vos, trabalham em empresas que têm de picar o ponto, isso foi uma das coisas que me fez, não querer continuar na empresa onde eu estava há alguns anos, porque tinha de picar o ponto, só tinha uma hora de almoço e fazer um trabalho criativo nessa prisão, é para qualquer pessoa, acho que não faz
bem honestamente, mas esse tipo de automatização, transformar -nos um escravo por conta de outro, talvez um dia tenha de voltar a fazê -lo, as necessidades poderão falar mais alto, mas agora que estou deste lado, o lado da luz, é fixe a meio do dia almoçar, estar com calma, poder ir treinar antes, e não sei que aí mesmo que depois, no dia a seguir, tenha de me levantar às 5 da manhã para despechar
algum trabalho, antes da minha dar a corda a ar antes de levar à escola, depois posso fazer uma sesta, ou seja, existe todo um elástico que uma pessoa pode ir puxando, pode ir pondo, de um lado e do outro, é muito de ir fazer esta gestão, e eu tinha
muitas saudades. Ah, mas quando trabalhavas nas manhãs, já me tenho na 3, trabalhavas a sinta, das horas, não, mas estar 3 horas em direto e estar a gerir a minha relação com outros colegas, e comigo próprio, no trabalho, e expectativas, e não sei o que, a energia ia um bocadinho, e é um bocadinho
embora, confesso. Agora estou, pelo menos nesta fase, não acredito que esteja maníaca, porque acho que estou só em modo, bora, estou enciazmada, tipo, aqueles professores chatos de ginásio, e do cinque, seis, sete, vai, vai, da, da, acho que estou só a trabalhar, estou a garantir que estou feliz, que estou equilibrada, e acima de tudo uma palavra que eu não dava valor nenhum antes, e nem sequer
percebi que estou grata. Estou boa, da grata, tenho amigos boa, da fiche, tenho muita sorte em ter -vos também ao ver este podcast, porque no fundo estou só a ser eu e há pessoas ao ouvir. É, pá, é uma das grandes vantagens dos tempos modernos, mas é giro saber que tenho esta quantidade
de pessoas que me ouvi, que me quero ouvir. Pá, é fiche, no fundo, vocês são, é que, quando eu falo com vos, eu não vos sinto um conjunto de pessoas, eu sinto -vos uma massa querida que tem algo interesse em ouvir -me, e depois é neste espetáculo os que eu gosto de vos ver, de saber quem é que vocês são, de ver as vossas reações, de depois receber as vossas mensagens no Instagram, a dizer, ah, gostei muito
daquela parte, ou odiei aquela parte, não, geralmente os meus ouvintes não são assim, em pessoas desagradáveis, mas no final, se não tiver vergonha de como tenho corrido o espetáculo, vou lá fora, estou um bocadinho com a Malta, é fiche, e é assim que esta relação se torna real, percebe -se, nós tanto estou só a escrever o meu diário, mas é muito bom saber que estou a falar com vos, e gostava mesmo
de vos conhecer, a questão aqui do espetáculo à parte, acho que é mesmo um hipótese para um gathering saudável, saudável no sentido em que acho que seria esquisito estar a combinar com vós com o encontro no jardim que iria começar a parecer, tipo, seita, tipo aquela Malta Pai, eu ando a seguir Malta no Instagram, a seguir não a ver, aparecem, porque quando gostam de lixo, ai que horror, quando
gostam de uma coisa esquisita, depois aparecem os mais vezes, né? Pai, então agora estou com essa ideia do jardim na cabeça, e como é que se faz a mudança? Pá para uma seita, no fundo,
no Instagram, como é que isso se faz? Portanto, não querem que encontras um jardim, vamos ter uma relação fiche e saudável, apareçam dia 30 de abril no Lisboa, Coma de Club, faltam muito poucos bilhetes, faltam tipo 14 bilhetes, e no Porto, no Porto faltam mais, porque só obri a bilheter esta semana, no Zero Box Lod desdia 17 de maio, aquilo é no centro do Porto, e é por causa de uma tela boa
da ficha, gostam de me derumir lá sempre que vou trabalhar ao Porto, os bilhetes também estão à venda na Tic -Atlânea, e gostava mesmo de se conhecer porra, eu acho que uma das coisas que é fiche do trabalho que eu faço e que tenho feito, não só neste podcast, mas ao longo do meu trabalho digital nos últimos anos, é que eu vou sendo eu, e portanto vocês conhecem -me mesmo, e daí eu ficar muito envergonhada
quando estou com vocês, porque vocês sabem tudo sobre a minha vida, eu não sei nada sobre a vossa, mas quero saber, não é ficar -me de maior a falar sobre como foram abandonados pelos vossos pais, que é aquilo que eu faço e vocês o venham ver sem cuédo, mas quero conhecer os pais, isto é mais disso, se for um tango, e take a stu -tut hangouts, o que é que
vos queria dizer mais? Mas nada, sou devota para a semana, dê -me feedback, sigam o podcast aqui no Spotify, no Apple Podcast, dêem estrelinhas ou no Google Cast, e não sei o que, estrelinhas, sigam, que é para deixar de fazer postos no Instagram e Stories, a dizer, ah, já se eu não vi episódio, pá,
não precisamos estar sempre, não é? Se vocês fizerem isso é muito mais simples, menos lixo, no meu Instagram, estrelinhas, porque há boa malta que se irritou com este podcast e faz sentido, mas precisamos de vocês, esta magnífica equipa constituída por mim, precisamos de vocês no Spotify para compensar ali os 4 ,5, não me enerve, não me enerve, e é isso, um beijinho muito grande e
que tenha um ótimo fim de semana, ou se estiverem ouvir isto na outra altura de uma outra semana, qualquer era pá, aproveitem, aproveitem a vida, porque não, não é isso, aproveitem o bom tempo se for verão, primavera, aproveitem o mau tempo, que também é fixe para fazer coisas, um chazinho, beijinhos.
