Ainda não vos fiz saber que a quarta não gostou de publicar podcast, porque entretanto tem havido ainda um podcast de mamas de boca à quarta -feira. Portanto, invias -te de estarem num darem internet com Joana Gama, um podcast, outro podcast, como faz o Pedro Alves, o meu colega, do mamas de boca, a tecido da quarta -feira também vai me dar aqui uma folguinha. Não vos dou a folga a divulgar
os espetáculos que vou ter em breve. A Lisboa está praticamente escutado, tem apenas para ir 10 bilhetes. Para o Lisboa Comedy Club dia 30 de abril, este mesmíssimo podcast ao vivo. É só hipócrita, só hipócrita você estarem a ouvir isto, seguirem isto durante algum tempo e depois há um espetáculo e pensam... Portanto, deixem -se de coisas, apareçam. Apoiem este projeto, apoiem a mim também. Quanto ao Porto? Sim,
senhora. Olá Porto, bom dia. Como é que vocês estão? Vou estar aí dia 17 de maio, não só para uma conversinha de uma determinada loja de cultura que depois vos divulgarei oportunamente, mas também para um espetáculo. O dia 17 de maio, não sei se... Pode esperar que vi. É o gato. 17 de maio o
podcast Não Sei Ser Ao Vivo no Zero Box Lodge. E é isso, os bilhetes estão à venda para ambas as coisas na Ticketline .pt. Assim é que é. Hoje vamos falar de amor. Amor. Amor. Amor. Não sei se... Amor. Amor. Há várias coisas que eu quero dizer hoje. Uma delas esta questão de sofrer por amor, que é muito popularizada desde sempre na literatura, na televisão, no canal Caras...
mas, se caras não é? Isto de sofrer por amor, eu não acredito muito nisto honestamente, porque eu sou muito romântica no que significa a nível de corrente de vida e não necessariamente flores e não sei o que é pelo rabo acima. E eu acho que esta questão de sofrer por amor não existe, não existe, nós sofremos por nossa causa. PAPÁ!
Por quê? Por falta de desconhecimento próprio, por causa das nossas causas genéticos, sociais, ambientais, que nós não sabemos e ver um amor saudável. É claro que existe uma curva de aprendizagem, aliás, uma curva é um camilo, um camilo de aprendizagem. No entanto, não podemos pôr as
culpas disso no amor, não podemos. Quer dizer, sofre -se por amor no sentido em que quando se constrói uma relação, existem altos e baixos, temos de nos adaptar à outra pessoa, temos de impor limites e isso pode ser doloroso, não é? Mas aquela coisa de sofrer por amor, de esperar pela pessoa ideal, de ele estar com a mulher, nunca vai deixar. Isso é um problema nosso, nosso? Vosso, que eu agora estou fijo.
Mas é um problema nosso, acima tudo é nosso porque existe uma frase de alguém, who cares, que se diz, we get the love, we think we deserve, deserve. E eu acho que é muito isso. Eu sou apenas uma pessoa, não sou psicóloga, não sou nada que se pareça, mas já se faria muito por amor ao longo da vida. Agora, estou bem melhor ao longo dos anos, não só por mérito pessoal, mas também mérito pessoal, porque fiz
terapia e faço terapia. Uma das formas que vocês têm de fazer terapia é muito, muito fixe. Chama -se Hi Well, uma nova aplicação aqui em Portugal. Vocês podem ter acesso aos melhores psicólogos especializados naquilo que vocês querem trabalhar em vocês próprios, na vossa vida. E graças a mim, tem desconto de 20%. Pa, quem, quem é que vos dá a descontem psicólogos? Digam lá, ah, eu assim tenho
desconto em Prota, tá bem. Mas o que é que é a Prota ser cabeça de, não é? Joana Vint na app Hi Well, vocês têm acesso a isso na legenda deste podcast. Mas até lá, enquanto não fizerem terapia, eu sinto que vão sofrer muito mais por amor, porque estamos a aprender em direto, não é? É um bocadinho como estarmos a fazer uma cirurgia de
sem, sem, sem, sem haver anestesia, não é? Deixa ver se isto funciona, deixa ver se isto funciona, deixa ver isto não funciona, acupém minha, acupém minha. Essa é outra coisa que eu tenho vindo a trabalhar, que é olhar para as situações e pensar, ok? E se a culpa não for minha. E depois, e se a culpa for um bocadinho minha. E assim vou, vou, vou
equilibrando. Eu tenho pena que isto do trabalho pessoal, do trabalhar as emoções, tenha ficado tão, tão simplório, ao ponto de eu falar sobre isso, mas também haver tanta gente a falar sobre. É que eu vou contra mim, porque eu não percebo destes assuntos, isto ao falar sobre eles, mas depois há coaches que até fazem um curso de 5 minutos pela internet na Macedónia, que também é vestais, e também falam
sobre isso. Mas eu acredito muito, muito nisto, que é nós temos a nossa autostima e tal, isso não se coma às colheres, não há tipo uns cereaisinhos de autostima, mas nós podemos trabalhar nisso, se quisermos trabalhar, se, o que não quero dizer que tínhamos capacidade para fazê -lo sozinhos, daí a terapia, e fazê -lo sozinhos não
acrescenta nada, honestamente. Portanto, nada como fazer uma terapia zita, para termos uma, porque a questão é, os nossos raciocínios podem ajudar -nos obviamente a termos uma vida melhor e a crescermos mais, mas nada como uma visão exterior e de alguém que tenha técnica, conhecimento, para não nos deixarem verdade -nos, para o mecanismo de defesa que prejudiquem o nosso raciocínio, ao ponto
de no nosso processo de melhoria pessoal, estarmos, enterrarmos -nos ainda mais noutros raciocínios que mais tarde têm de ser desconstruídos. Portanto, eu acho que é um bom boost. Não sei se vocês sabem, mas eu adoro psicanálise, eu adoro essa vertente psicanalítica, é óbvio que há imensas coisas que estão desatualizadíssimas, Freud fez afirmações completamente absurdas para o contexto atual. No entanto, é essa a minha
visão das coisas mesmo. Antes de ler Freud, eu já tinha assim uma paixão por querer conhecer as causas das coisas e Freud mistura
muita coisa que que que me apaixona. Nomeadamente, esta questão de, quando nós somos bebés, eu acredito que a relação que os nossos pais têm com o NOSCO, a forma como eles atendem as nossas necessidades ou conseguem prever as nossas necessidades ou o prazer que têm em fazê -lo, isso vai editar muito o nosso grau de frustração em relação à vida, à nossa autoestima, a médio e longo
prazo, mas também aquilo que nós sentimos que é o amor e o longo da vida, vamos tentar desconstruir essa questão ou evoluirmos de forma a ter outros inputs que consigamos desconstruir, não é aquilo que nós vivemos anteriormente, mas é aquilo que está na raiz, portanto acaba de ser a principal influência, diria, naquilo que nós achamos de de nós próprios e não só quando somos bebés, mas também
quando somos crianças, a relação entre as pessoas que estão lá em casa uma com outra, também set de
tone, não é? Ah, isto, ok, é normal não se tocar em tanto, é normal não se rirem, é normal não darem beijinhos na boca, é normal ver esta passivo agressividade em casa, e daí, por exemplo, estar tranquilíssima relativamente ao divórcio, porque creio que é realmente a melhor coisa para para a nossa família foi, porque cada um tem a oportunidade de ser feliz e isso sentimos que é a melhor coisa para a
nossa filha, que é ter essa noção de amor saudável, visto que os pais estão numa relação saudável com outras pessoas apaixonados e felizes e portanto eu quero que a minha filha tenha essa fasquia para ela própria, porque existe uma coisa, pelo menos o que diz o meu psicólogo, que é telescopia geracional, que é uma espécie de laxidade, de repetição do padrão dos nossos pais, porque são os
nossos pais que nos passam isso, não é? E depois de nós não desconstruímos, vamos atrás desse padrão e é engraçado que engravida é aos 27 anos, tal como a minha mãe, não precisa, o 27 aqui não é por causa de Marte estar alinhado com o CITROEN, não é nada disso, mas por acaso foi aos 27 anos, divorciei -me também quando a criança era pequena e é engraçado que antes de ver uma
consciência, oportunidade para ver essa consciência, porque eu não estou a mandar vir ou apontar o dedo às pessoas que não tenham tido ainda capacidade de fazê -lo, eu estou a fazê -lo todos os dias, há muitos anos, mas vai fazendo efeito -camelo, não
é? A cura não é uma ascenção, é assim, vamos, mas no geral vai subindo, é tipo bolsa daude Jones, não percebo de bolsa, mas pronto, e então há muitas pessoas que se mantém agarradas esse conceito inicial, tem que saber, isto é uma crença minha, baseada também em psicanálise, daquilo que eu li, blah, blah, blah, lá, há muitas pessoas que ficam agarradas ainda ao estilo de parentalidade que
tiveram, não estou a falar de correntes de parentalidade, mas disponibilidade emocional, crenças dos pais para responder às necessidades do bebê, que muda provavelmente de bebê para bebê, há bebés mais exigentes do que outros, há pais que têm mais disponibilidade do que outros, mas depois ao longo da vida estão a viver esses padrões e é muito aborridia aí que se sofre por amor, imaginem dois
bebés desses, agora já com alguma idade, disputarem um com o outro para ver quem é que tem mais atenção quando precisa de atenção, de atenção, ou mesmo que haja um bebê de 30 anos mais saudável, um bebê de 30 anos menos saudável, isto fica uma relação completamente equilibrada, porque isto quer muito, quer muito e isto só está a dar, a pesar de precisar, e aí isso sofrer por amor, eu acho que é
essa desigualdade e acho que temos de nos responsabilizar um bocadinho por esse trabalho que é necessário ser feito, o que é chato, porque estamos numa posição de fragilidade, e aí temos de arranjar motivação para deixarmos de estar tão frágis, ainda que seja normal, acho eu no ser humano precisarmos uns dos outros, somos um ser relacional, precisamos de espelho para saber quem é que nós somos, o que é
que temos de melhorar, precisamos de dar também, não é só andar à chuja, mas eu acho que nós devemos autorresponsabilizar também, porque assim na depor no outro, o outro é um cavajeste, o outro não me diz nada, não me responda às mensagens, nós temos também uma obrigatoriedade nisso e acho que fazer terapia é uma coisa que nos ajuda violentamente, há vários tipos de terapia, já estive
com vários tipos de psicólogos, vocês por exemplo podem encontrar, aquilo que mais precisarem na Hywell, que é uma app, como já vos disse, incrível para terem acesso aos melhores psicólogos, e online, online significa isso não a não a perder tempo para rabiar aí do lado para o outro, online e com desconto de 20 % se usarem uma código joana 20,
ok? Tem uma consultazinha de 15 minutos, tranquilo para ver se vão à bola com a psicóloga ou não e depois fazem a vossa vida, mas sim nós temos responsabilidade nisso de de sofrer por amor, não quer dizer que sejamos estúpidos ou o que quer que seja, não significa que temos ainda um longo trabalho pela frente e teremos para a resta vida acredito eu, não acho que há joanivelo
boss, não acho que isso aconteça e não acho que haja uma escala para toda a gente, acho que há uma escala para cada pessoa, mas aí sim temos de ser nós, porque só estamos com alguém que nos dê, que não nos dê aquilo que nós queremos receber se fizermos questão disso e não é questão disso muitas das vezes não existe consciência, é isso temos de ter força para ter essa consciência e vocês dizem
ter terapia é uma cena cara e não sei o que, estou num processo em que tenho de registar a minha vida financeiramente e psicóloga é uma das coisas que tem que ser ponderada, tem que ser diminuída, portanto percebo perfeitamente pessoas que estejam nessa situação, mas eu acho que é preciso termos essa força e termos capacidade para ter esse ângulo também de nos responsabilizarmos por
aquilo, não é que nos aconteça a questão é essa, nós temos muita aquela questão de de de de victimização do isto só me acontece a mim, isto só não sei o que é só a mim, só a mim calma, existe um motivo, eu não estou a dizer que não existam variáveis completamente não controláveis, não é que o universo não sei o que é, mas muitas das coisas somos nós que nos inscrevemos em
determinadas situações que aí sim poderá ser por fatores ainda inconscientes e portanto que não consigamos atribuir a nossa responsabilidade, mas acho que deve ser sempre uma variável que deve estar aqui assim atrás da orénia que é o que que eu fiz para contribuir para isto, nem que seja para que no futuro consigamos evitar estar em situações semelhantes e não estarmos num padrão constante, muito
já falei sobre as pessoas emocionalmente disponíveis que às vezes somos nós e às vezes esquecemos disso que é o outro está emocionalmente está bem mas se claro tu também estás às vezes só que não consegue se ouvir ao ponto de de conseguir comunicá -lo isso é é é é fixe é fixe quando se comunica não é olha não estou preparado para uma relação não sei que é só que depois o bebê em nós vai editar
como é que nós reagimos a isso não é que a rejeição de género pronto eu sou um macha e por isso é que não mereço ou existe aqui uma incompatibilidade de timings ou eu também não quero estar com uma pessoa que esteja emocionalmente disponível quem sabe se um dia estará entretanto vou vou ao sand aí vou andando roda no ar é pá acho acho que é que é muito isso e nós nós por causa desse processo que nós estamos a
desconstruir de sermos bebés e precisarmos de um outro tendemos creio eu e quando eu tendemos é eu mas também como faz essa leitura é é expectável que eu deduz a isso de todo lado né nós tendemos a fazer da outra pessoa o nosso pai ou a nossa mãe no sentido em que essa pessoa tem que garantir a nossa segurança o nosso conforto o nosso entretenimento que nós não temos de mastigar a
realidade porque essa pessoa mastiga por nós e passa -nos já essa realidade mastigada portanto há muitos nós que nem sequer tem espaço mental ainda para para ter espírito crítico e se explica muita muita coisa aqui não é muita impulsividade nas nas opiniões pouca liberdade pessoal para mudar de opinião para nos informarmos coisas desse desse género e viver a vida nesse estado primário nesse estado
urgente bem é é muito duro ainda sofre -se por amor não é bem por amor é por ainda não termos conseguido fazer essa essa desconstrução que é é duro é duro é bastante bastante duro mas acredita em que vale a pena ainda no outro dia fui tomar café com uma amiga e ambas olhamos uma para o outro estamos de uma relação relativamente longa não são 40 anos mas já já são alguns anos e olhamos uma para o outro e
dissemos eu ainda estou apaixonada tu ainda estás apaixonada eu também estou não fazia a mínima ideia que isso podia acontecer eu já estava conformada que ambas já estávamos conformadas que ao longo do tempo as relações fossem pronto ficassemos só amigos e é verdade no dia a dia existe muita aquela cena da dupla da dança não é tudo faz a sopa e às tantas perto saliam um bocado mas continua apaixonada e já
passaram anos a paixão também muda não é aquela paixão de mas existem momentos de contemplação em como nós não estamos tão obcecados pela satisfação externa das nossas necessidades que conseguimos ver o outro de forma mais independente e se permite -nos estarmos grados namastem vamos é incrível não sofram por amor ou vejam isso vejam isso como um como um sintoma de que precisam como todos precisamos de
trabalho pessoal de desconstrução e podem podem absorver isso de várias maneiras que estarem atentos alerta interessarem -se por isso deduzirem isso dos desabafos dos vossos amigos e tentarem fazer uma leitura menos parcial tentarem ver a situação perceb estarem atentos à vossa própria relação ou relação amorosa ou relação com vocês mesmos ou terem terem uma visão helicóptero das coisas porque eu sei
que é muito difícil a altura de nossa vida a delocência a que doi tanto tudo que nós estamos só no momento é isto que eu consigo que eu sou capaz mas quando houver essa brecha ou quando sentirem que isto puderá fazer -vos bem e aí saiam do automático votem votem votem pensem e vocês têm responsabilidade na na vossa própria vida o que não quer dizer que vocês sejam os vossos heróis e que
tenham de fazê -lo sozinho sozinhos não tem nada a ver com isso tem a ver com cabos a vocês também mudarem isso pelo menos foi isso que achei de mim própria e tenho tido sorte sorte trabalho lá lembro novamente há dois espetáculos neste momento podcast não sei ser a venda tem em Lisboa dia 30 de abril no Lisboa com a de clube faltam poucos bilhetes poucos quer dizer para minha cabeça é muitos
são muitos porque eu gostava já que tivesse gostado mas são poucos mais que 10 30 de abril no Lisboa com a de clube e porto vamos a isso não me irrita em vocês estão sempre dizem que vem quando é que vem espada não é não é vai então também há venda na ticket line o espetáculo no porto do não sei ser ao vivo dia 17 de maio no zero box lodes apareçam beijinhos e até amanhã
