#104 - Ser freelancer: é bom viver de rabo apertado! - podcast episode cover

#104 - Ser freelancer: é bom viver de rabo apertado!

Apr 04, 202415 minSeason 2Ep. 104
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Tal como prometido, aqui está :) Quem é freelancer, ponha o recibo no ar!

Transcript

Hey, guys! Hi! This is Marnen's in the wildsacaribais! Double set! I'm on the road! Mota, acabei de fechar aqui duas coisas. Dia, olá por, todo dia 17 de maio na Fnaco de Santa Cantarí. Quem, quem? As pombinhas da cantarina. 17 maio na Fnaco de Santa Cantarina. Lá estarei para uma mini conversa, ali naquele sítio, a pé da pastelaria, pelo menos caia em Lisboa, é assim que fica ali a cheirar a pastéis. Ali,

uma pessoa a tentar falar ao mesmo tempo. E depois disso vou ter um espetáculo no zero box lounges, há o, não sei se era o vivo, os bilhetes ainda não estão à venda, mas irão estar, que isso a manhã, avisar -vos -ei. Agora, um que já está à venda. Olá Lisboa, dia 30 de abril, no Lisboa Calma de Club, não sei se era o vivo, os bilhetes estão na Ticket Line. Oi galera, quando está?

Desenvolver um novo problema, um novo vício, estou viciada no passo social. O que é que é que a gente diz? Então o que é que se passa? Há muitos anos, há muitos anos a bicha sou eu, para quem não sabe, há muitos anos andava de passo, de um lado para o outro, porque mora em frente a uma estação e uma trabalho era noxiado, portanto não fazia sentido nenhum ir de carro.

Depois fui sugerir -me ir morar para a casa do respectivo marido na altura, que não dispunha de transportes e portanto comecei a andar de carro de um lado para o outro. Depois de ser mãe, depois de ser... É, e então agora finalmente que voltei a ser freelancer, cruidura, voltei a comprar o passo social.

Acho que a sensação de liberdade, que a sensação incrível de não estar a contribuir dinheiro para as gasolineiras, é para isso não preciso de estar a conduzir ali, bomba. E aí, sal, sal, sal, sal. Vocês já repararam que se inumerarem coisas, por muitos significantes que sejam, parece que estão cansados? Fui lá, abri a porta de freio

e fico. Tirei o pacote de leite, desenrosquei a tampa, fui buscar uma chave na... desenrosquei o leite e... e bebi. E respirei enquanto bebia. É, pai, tu ando numa de... sabem como quando nós vamos ao bufete e pão -me assim, ah, isto tem de fazer valer os 20€, bomba, bomba, bomba, bulimia provocada, não é? Durante... neste caso é o seguinte, 30 e tal euros pelo passo, aí eu vou chuxar ali, chuxar mesmo, é que se

pressa ali, bomba, bomba, bomba, bomba. Sinto que este podcast está... não está, está... está um bocadinho. Bom, então ande aí de um lado para o outro, todas as chuxas. Todas as chuxas. O que é fico porque anda a ver pessoas, ando... indo ontem, fui jogar tênis. Sinto -me sempre constrangida quando vou jogar tênis, porque tenho... é que eu perco ao sete ainda, dos anos 90, do assim, vou achar que eu

sou beta. É pá, são 60€ por mês que eu pago para jogar tênis, é assim, ser tão beta, ah, 60€. Fiquei na sede, vai dar um bocado ao mesmo, a metade. Durante. Agora que já estamos resolvidos das voces merdas. E depois voltei de jogar tênis, de comboio também. E fui giro ver a reação das pessoas, ao facto de, eu neste momento, não possuir

um buraquinho entre as coxas. E não só é para estar equipada de jogadora de tênis, sendo que uma amiga acabou por percomentar, um amigo virgemiano. Agora falava de signos, agora de repente era boa signos, eu. E costa tênis, disse que ter uma raquete de Wilson numa mexela da head, que era impensável e que não estava

a deixar dormir. Compreendo perfeitamente. Mas isto para dizer o que, que hoje vamos falar sobre as vantagens de ser Freelancers, que têm imensas. E atenção, eu não deixei de ser Freelancers, mas como comecei, durante um ano e tal, a ter um rendimento previsível no final do mês, eu sinto que deixei um bocadinho ser Freelancers, apesar de estar a recíveis verdes. Eu estive durante 14 anos numa empresa, e só comecei a

passar recíveis. Uma primeira reciva foi quando eu trabalhei a vender aspiradores. Aliás, nem passei, nem abria o atividade, pedi uma senhora

para passar o recivo, foi muito simpática. Mas, então, comecei um blog de maternidade, enquanto estava de licença de maternidade, comecei a fazer algum dinheiro, e quando surgiu uma conversa relativamente a um desajuste de expectativas, de subida de carreira e consequentalmente, houve aqui alguma liberdade, a parte de uma indenização de tantos anos de casa,

para sair, visto que tinha um rendimento paralelo. Um rendimento paralelo, que tinha, naquela altura, um ritmo bastante aceitável, e que me permitia, efetivamente, viver. Sente que existem algumas despesas, sobre as quais eu tenho algum privilégio, portanto, quando eu digo permitir viver, não inclui aqui algumas despesas, que a maior parte das pessoas têm, nomeadamente, se calhar uma renda de casa

extremamente alta, que é o costume. Então, laça aí, e se implicou uma coisa muito interessante, mas que já tinha estado a desenvolver e que já tinha um trabalho paralelo na rádio relacionado com isso, que foi começar a ser proativa nas minhas propostas a marcas, a isso ser proativo, além de responder, e elaborar planos de comunicação também, pensar em ações, arranjar contactos, e pressionar as

pessoas para responder, vou pressionar, vou insistir,

vou não sei o quê. Esta vida do accounting e de criar ações é muito interessante, porque existe uma cultura de urgência gira, apesar de não estarmos a salvar vidas de pessoas, existe uma espécie de multi -tasking, que revela um pouco de desrespeito pela própria área, no sentido em que cada pessoa acha que pode fazer tudo, que é o meu caso, e assim, que posso ser accounting, posso ser

estratégia e posso ser criativa. Sente que nesta escala também não é assim tão grave, agora numa escala maior sim. Significa também estar atento, por exemplo, campanhas na televisão, os sites de marketing, mais e publicidades e coisas de género, que é para também aproveitar alguma onda de oportunidade para fazer essa

comunicação. Então, para além disso, já tinha começado a trabalhar há alguns anos na minha expertise para stand up comedy, voltei a posicionar -me como tal, fazendo alguns espetáculos aqui a Clar, retomar contacto com colegas, e passei a ter aqui algumas mais valias onde eu pudesse retirar algum conforto financeiro. Já acabo, Irene, já podes ligar a televisão daqui a

nada, faltam só alguns minutos. E isso fez com que eu tivesse autonomia financeira, como é que eles tipos dizem no Instagram, mas que senti -se um maior controle na capacidade que eu tinha de ganhar dinheiro, ainda que não se controla nada, obviamente, mas que existe aqui uma motivação acrescida de trabalhar para mim própria, de estar a construir a minha marca, o meu posicionamento e de não

ter ouvido outras pessoas relativamente a isso, ter como feedback o sucesso ou não o sucesso de uma ação

e ter que ouvir, escutar para adaptar. Como vos disse, os meus rendimentos não precisam de ser astronómicos, até porque o meu estilo de vida nunca foi astronómico, sinto que na rádio recebia aqueles, sei lá, menos de 1 .500 euros e há muito dinheiro por aí, malta, há muito dinheiro a voar e de um lado para o outro, numa ação mínima, quando tinha o blog, ganhava as mil e tal euros e podia ter uma ação

a duas. Portanto, aquilo que nós às vezes achamos que é seguro, que é receber aquele ordenado que, em princípio, não será muito avantajoso, muito avantajoso, muito avantajado, é facilmente entre aspas com metade com uma ação a duas. Isto, claro, está -me de uma falar de um determinado meio em particular e do meio de comunicação barra comédia. Agora, não sei como é que é nível de freelancing de design, de ilustração, de

escrita, não precisei falar disso. Agora, posso dizer -vos que a nível de vantagens práticas para a vida é a cena de acordar e decidir ir trabalhar imediatamente ou não é uma das maiores liberdades que já alguma vez tive. Não que a minha motivação mude muito, mas às vezes não me

apetece. Ou seja, preferir nadar primeiro, preferir apanhar um bocadinho de sol, posso efetivamente aproveitar os momentos em que me sinto mais criativa para criar consigo ao longo do dia desdobrar -me outras tarefas que me dão prazer. Imaginem que quero que a Irene, neste dia, jante uma quiche, possa ir a meio do dia ao supermercado comprar os ingredientes e preparar qualquer coisa para deixar

já o jantar alinhado. Tenho o dia todo para marcar um treino, para marcar um café, um almoço, sempre que o trabalho criativo depende muito desta organização e desta quantidade de sítios onde nós podemos ixuxar prazeres e inspiração. Isso é uma liberdade gigante, especialmente para alguém que assegneça a toda a

gente. Hoje em dia, tenho algumas complicações no que toca a ansiedade, a nervos e alguma dificuldade também a trabalhar em equipa, confesso. Por causa disso, e isto é uma coisa que me nerva, que é em todos os projetos onde eu entro, eu sinto ou tenho sentido que sou a pedra de toque dos projetos. Ou seja, sou a pessoa que faz mais força para criar, para

inovar, que estou mais disponível. De vez em quando, para mexer o rabo nem por isso, é vamos a pena fiel fazer o que... Isso nem sei, mas sou uma pessoa que não se cansa a

trabalhar. Tirando as atuações que eu fico esgotadíssima no fim e que quando são empresariais, ou seja, atuações para empresas ou que eu tenho a descrever minutos para um tema em particular, e se exige esforço psicológico e físico também depois no dia da atuação. Mas tirando isso, tenho realmente muito prazer em criar, em montar ações,

calma, e em desempenhá -las. Portanto, eu sinto que para sermos freelancers, temos que ter uma espécie de perfil já adaptado a essa situação, uma espécie de hustling, algum multitasking, ou possibilidade interna de criação de vários negócios, uma espécie de segmentação, eu tenho stand up comedy, tenho escrita, tenho, sei lá, tenho ali algo mais

lidado para me safar em coisas. Por exemplo, eu reparo em algumas pessoas que me rodeiam que não têm tanta capacidade de, sei lá, de inserir uma tabela no ar de eu vou a internet, faz como inserir uma tabela no ar de eu faço como não sei o que, como trabalhar no illustrator, como trabalhar não sei o que, seja, sou ágil e esse desenrascância, que é essa palavra tão portuguesa que

estou farta que digam isso, acho que é aquilo que nos

possibilita ser freelancers. Outra é também a extrema qualidade, ou seja, a partir de momento em que vocês são excelentes, eu acho que saindo de uma determinada empresa, depois já terem alguns contactos e portfólio, isso fará com que seja magnífico construir em um vosso próprio negócio, até por causa do Passapalabra, do Word of Mouth, e de estar no top of mind e essas coisas.

Mas grandes vantagens, sou muito mais feliz desde que sou freelancer, mas sempre aberta novas possibilidades, como é óbvio, um rendimento frequente, traz sempre muita alegria, agora um que não vos ocupa o dia todo e que não vos retira o

espaço mental. Se quiserem fazer algumas perguntas, porque eu sinto isto, porque quando não fui freelancer, o freelancing primeiro começou a ser um admirável mundo novo, que parecia muito distante, repleto de medo, de insegurança, mas eu estou deste lado e estou fixe. Portanto, é sempre uma sugestão. Alé, Aran, queres dar alguma coisa? Bom dia! Bom dia! Então? Chega aqui mais ao microfone. Senta -te uma cola para ter de

mais espaço. Não aditar a comer parede. Paz estar. Tenho que parar ali qualquer coisa. O que queres dizer às pessoas? Para irem ver as minhas espetáculos? Bem, isso não é tão importante da minha vida, mas... Não é? Então não te achas que veio dinheiro? Pô... Então o que queres dizer? Quanto é lá? Não sei. Pronto, então desejam bom dia às pessoas? O que você acha? Bom dia! É,

Irene, é minha filhota. Fica aqui o apelo, então, para eu alimentar a Irene, para vestir e para comprar coisas no Japanese Market. Não é? Ah, queres fazer um cadê -sema? Não, não, não. Faz lá, faz lá. Ela adora aqueles vídeos de ASMR na internet. Eu não adoro. Eu ponho tuos fones e brincas um bocadinho. Peraí, deixa -me só fechar o podcast e depois te fazer ASMR de rato um bocadinho. Não sei. Não, não sei. Não

sei. Tchau!

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