Olá amiguinhos, bom dia. Quero agradecer muito o facto de vocês terem respondido em massa ao meu apelo de ontem a falar-vos do meu espetáculo, que é no dia 30 de abril no Lisboa comedy Club, em Lisboa. Vai ser este podcast ao vivo. Ontem eu disse-vos que consulto obsessivamente a bilheteira para saber quantos bilhetes é que vendi ou não. E caso não tivesse vendido nenhum, ficava a minha vida é
uma merda, não sei quê. E caso tivesse vendido algum, ficava entusiasmadíssimadíssima, que foi aquilo que aconteceu ontem. Vendemos eu e vocês, compramos vários bilhetes para o espetáculo e fico mesmo muito, muito feliz, muito entusiasmada. E não que isso garanta a qualidade ainda superior do espetáculo, mas faz com que eu fique ainda mais feliz de estar em palco que depois de uma avaliação ao longo dos últimos dias, até por causa da minha recente saída da rádio, me tenha percebido.
E tenho tido a certeza que é onde eu sou mais feliz, o formato onde eu sou mais feliz. Portanto, muito obrigada. Se quiserem escutar o espetáculo, falta muito pouco. Os bilhetes estão à venda na ticketline. Não sei ser ao vivo este podcast pronto que vocês tão bem conhecem em princípio EE é isso agora, começa agora é que começa o podcast está bem? Não sei se. À semelhança de ontem, pus no Instagram, o que é que vocês
gostariam que eu falasse? Se das vantagens de ser freelancing, freelancer de. Ou de, de, de, de, de daquilo que eu falei ontem que foi exatamente, Ah, excesso de peso exato. Hoje voltei a fazer 11 sondagem e a pergunta foi, AA minha experiência com a biografia de Michael mcckenter ou a desapareceu isto aparece-me só o meu boneco? Que chatice. Qual é que era o outro? Bom, Ah, a trashdie trash TV que eu vejo ou que via sem, sem sentimento de culpa.
Neste momento está a ganhar a biografia do Michael mcquenthy. Mas eu tenho a certeza que tanto o tópico do freelancing como o tópico de trash TV irei falar sobre eles em breve. Deixem-me só aqui anotar. Tenho uma caneta em cada canto da casa, ora, trash TV, amigos e levo-os a Sério. Freelancing ainda quero-vos falar em breve sobre a festa de aniversário da minha filha, que tem os pais divorciados, e eu, que também tenho os pais divorciados e não sei quê.
Como é que? Como é que é lidar depois tantos anos com com uma família fragmentada, fragmentada? Entretanto, se vocês tiverem mais ideias, estejam à vontade, podem enviar-me pelo pelo Instagram. Por e-mail, o que vocês quiserem, que eu leio com toda toda a vontade, portanto, be my guest.
Entretanto, ainda sobre aquilo que eu estava a dizer do espetáculo, se vocês estiverem a ouvir este podcast ao longo de todo o nosso país, se tiverem ideias de um sítio onde eu possa atuar e onde faça sentido, porque têm mais pessoas que ouçam este podcast digam-me que eu posso, posso ir aí, estou cheia de tempo, ir aí trabalhar, não, vou só ir para a Bica. Bom, falando então sobre a biografia de Michael mccken, tyr, para começar, porque é que estou a ler uma biografia?
Eu dantes era a pessoa que só lia livros técnicos de psicologia, filosofia, fotografia, coisas do género, porque me incomodava muito ler livros que eu sentisse que não me ensinassem algo diretamente. A ficção e o romance enervavam-me porque estou, quer dizer, estou só a ter acesso às fantasias dos outros. Isto parece-me uma perda de tempo, não é? Não, não faz sentido nenhum. Mas recentemente, recentemente, já há algum tempo, há alguns
anos. Comecei também a ganhar gosto nisso, o prazer pela evasão, o gosto pela pela ficção, pela pela literatura no geral, pelo processo de criação e também por tudo aquilo que ainda. Desperta em nós, não é a inspiração. A reflexão sobre a nossa vida. Relativamente a isso, há um livro que ainda não acabei de ler, que se chama the corse of love the Allan de botão, que é uma mistura entre ficção, psicologia e, ou seja, livro técnico e ficção que é muito, muito engraçado e que recomenda
toda a gente. Anão ser o nome em português, mas deverá ser. Nem sei se há em português. Honestamente, deixem-me ver porque um gajo vai ver, percebem? Eu, vocês não precisam é de espera aí. Não. Até agora não. Não há em português, mas um livro muito giro e estou a gostar de de retirar as minhas conclusões. Ou. Antes, pelo contrário, levantar mais dúvidas.
Quando leio ficção, agora encontrei aqui um gap interessante que é, em vez de estar só a ler livros técnicos de comédia ou de produtividade, também é uma coisa que que me interessa. Tenho vindo a comprar algumas biografias de comediantes. Estou aqui a olhar para Jimmy carp forem lafter é de isard beliven me This Is a book do demitri. Li também o the rach show do Crazy x girl Friends muito giro uma biografia muito engraçada contada de maneira estrambólica que há semelhança da cabeça
dela. Aconselho-vos essa série barra musical eu sei também odeio musical, musicais e comédias musicais aconselho-vos vivamente para conhecerem melhor não só a cabeça de uma pessoa borderline, mas também o impacto que tem na vida circundante. E o que é que isso implica? O que é que isso implica? Ou seja, o que é que se pode contar de uma pessoa assim, como é que se pode? Ajudar compreender uma pessoa assim, quais o impacto?
Os impactos? Bom, este gap que eu estava a dizer é, estou a ler algo real, não é sobre outra pessoa, não sobre mim, mas sobre o metiê que me interessa e que, portanto, que me vai ajudar. A conhecer melhor o meio. Não digo o meio nacional, mas eu não sou. Como é que eu hei de dizer tonta, ao ponto de achar que o meio da comédia é assim tão diferente em todo o lado? Calma, claro, claro que sim. Na medida em que. Em vários sítios, várias velocidades, histórias
diferentes. Mas Eu Acredito que as pessoas que fazem comédia poderão ter algo em comum umas com com as outras. Nem que seja a tendência suicida de ir para palco sozinhos e estar em frente a centenas de pessoas, milhares, até milhões. Até neste caso, neste que não é o meu, mas do Michael mccken EE esta biografia que eu acabei de
ler, então do do rapaz. Mostrou-me mostrou-me isso mesmo, é claro que nós procuramos sempre validadar as coisas que pensamos à. Não é isto funciona um bocado assim, daí as pessoas que são racistas a serem cada vez mais racistas. Mas queria falar-vos um pouco deste Michael mccentier, não sei se conhecem um comediante britânico que agora também é host de talk shows e coisas do género, mas começou com stand-up puro e duro, começou a encher arenas e tudo o resto. Ora, o que é que se lê?
Nada entre linhas Na Na biografia, porque ele é bastante claro, é bastante direto. Ele começa até este livro, o. Funny life, fun your life? A dizer pá. Não sei como é que é possível eu estar a escrever um livro se só li 2 livros na minha vida. Isto deixou-me assim, Ah, Jesus, Jesus, isto vai contra. Um preconceito em relação ao qual eu sou bastante vocal, não é que é este? Esta necessidade de rotelar as pessoas como ignorantes, em vez de curiosas. Há quando não leem, não leem
tanto assim. Para mim é uma coisa que que eu considero mesmo mesmo importante, ao ponto de quase me autoflagelar por por por ler pouco, não como uma obrigação, mas de sentir que é uma janela para sair de casa e posso estar dentro de casa, portanto, é me é-me bastante útil. Foquei-me foi sempre muito numa questão monotemática ou do automática, e é isso bom. Ele começa por ser bastante
honesto em relação a isso. Aliás, ele é sempre brutalmente honesto ao ponto de chocar quando ele deixa escapar alguns laivos mais egomaníacos. Ou seja, ele questiona sempre sobre o seu talento. Morre sempre de medo, antes de qualquer iniciativa um pouco mais megalómana da perspectiva dele proposta pelo agente, o agente dele, que também era o agente do Jimmy carr e do Michael Ross. E o Jeffrey Ross, Jeff Ross, assim é que é. E que lhe deu a mão, digamos assim.
E a partir daí a vida dele começou a acontecer. E aqui entra um bocado a reflexão sobre o papel dos agentes na vida dos comediantes em Portugal. Creio ainda estarmos numa numa fase muito inicial desse processo. Tanto que os próprios agentes sinto que ainda estão a construir a sua própria fonte de
de contactos. O seu nome não é. É um bocadinho, como quando quando sai um filme novo dos mesmos criadores de. O livro o autor de o mesmo autor de neste caso, ainda, ainda, ainda estamos, acho eu a construir aqui nomes, contactos, porque é uma. Eu sinto que é uma área que só se está profissionalizar desta forma, mais mais recentemente, não é isso?
Vê-se também, como já falei algumas vezes, na importância que se dá às artes visuais que que divulgam espetáculos ou mesma construção de marca pelos próprios artistas. Parece que existe 11 espécie de. Desistência até. Em que se começam a fazer projetos com uma fotografia maravilhosa, com filmagens incríveis, com um pensamento estratégico, alalong e pronto, isso começa a acontecer por cá e no qual me tento inscrever rapidamente.
A importância desta gente para o para o Mickey foi incrível, porque sendo este um comediante com problemas de autoestima, apesar de ter provas de que funciona em palco, essas provas, então isso stand-up, acho que funciona muito assim. Nós somos. Tão bons quanto o nosso último espetáculo, especialmente na nossa cabeça. OKE, quem seja, mesmo inseguro, mesmo que tenha sido muito bom no último espetáculo antes do próximo espetáculo, já está a
achar que é uma merda. Portanto, nós precisamos de alguém que nos apoie e que nós respeitemos. Para sentir que que somos capazes de de ir mais longe e aqui o mais longe é. É o rebentar, que é um termo que se usa muito na comédia rebentar Michael mccentire esteve muito, muito, muito tempo à espera de rebentar tinha. A esposa tinha um filho pequenito moravam num apartamento bastante bastante pequeno, não havia espaço para todos. Mais tarde conseguiram trocar de
casa. Ainda endividados, tentaram um apartamento ligeiramente maior, mas quando lá chegaram, OA casa de banho era partilhada com outro andar. Portanto, mesmo este Mac antire que nós vemos hoje em dia que parece um tipo resolvido, um bocado abatido, cinto que que não é uma pessoa que tem a espinha, não é que que está completamente bípede? Sinto que há ali muito cansaço, muita tristeza. Não diria uma depressão latente, porque não conheço a esse ponto, mas sinto que não há ali
confiança. Mas estava a dizer que, entretanto, ele é tão honesto, tão cru No No livro, tão sem merdas, que quando mostra um comportamento, um bocadinho mais nhonhó, menos como é que eu hei de dizer? Mais mais frivo chocou-me quando ele começou a falar de carros e comprei um carro e fui com este carro e este carro é incrível, comecei a pensar. Eh pá, ufa.
O que as pessoas mudam ou o que? Mas isto já é um preconceito da minha parte, porque eu não sei se se ficasse rica, o que é, em que é que eu gastaria o meu dinheiro? O que é que me daria prazer? Não, não faço a mínima ideia, porque nem sequer tenho prazeres que sejam caros. Hoje em dia vou vou a uma loja ou vou a outra loja e gosto de comprar canetas e cadernos, portanto, que. Sinto que que não, não, não, não me conseguiria conhecer.
Mas é, entretanto, ver como é que a vida lhe aconteceu tão rápido a partir de determinado momento. Mas que a corrida até encontrar aquele agente magnífico foi muito, muito dolorosa. E que mesmo depois de ter rebentado, isso vem com uma responsabilidade enorme.
Porque a partir do momento em que se está lá no topo, sendo que este topo é ser o maior no Reino Unido, porque na altura ainda não tinha partido a América, que é uma expressão que ele utiliza, break American. Faz com que exista sempre um conjunto de expetativas em torno dele, não é tanto dele próprio como do agente, como do público em em geral.
E, portanto, sempre que fazia uma participação fora daquilo onde ele sente que tem mais pé, que é o stand-up deixava-o muito inseguro e não corria bem, que era fazer parte de de um júri que depois chegou a fazer do brittan sgot Talent, mas foi despedido por Simon calling ter participado nalguns talk-shows não é talk shows, aqueles aqueles programas de de mesa redonda em que há vários comediantes a opinar sobre coisas e não ter corrido nada bem mais tarde ter tido.
Um evento em que foi praticamente gozado por toda a gente nos bafta works. E aquilo ter deitado abaixo profundamente. E é engraçado ver quando uma pessoa recua um bocadinho, ver a carreira de alguém e ver que o sucesso foi feito de fé. Fé engolida pelo próprio artista, dada pelo pelo seu agente ou para pelo seu par pelo seu circuito de de apoio. Não deve ser fácil para pessoas fora do do meio saberem como apoiar as pessoas aqui.
Tia, esposa dele foi. Vai tendo um papel crucial em tudo isto, especialmente com a personalidade de comecentre tem que é um bocadinho, um bebé grande, existe 11 altura em que ele vai com o único fato que tem uma reunião importante do agente, acho eu com uma, com uma editora, não sei se foi com ABBC one, e o facto que ele tinha a ver estava sempre a abrir-se e ela disse, pá, por amor de Deus, não leves esse fato, atenção à braguilha, atenção à braguilha, atenção à briguinha.
Ele disse, achas que me vou esquecer? Não sou nenhum estúpido, obviamente que se esqueceu da briguinha e foi um momento cómico cómico, mas que o deixou perfeitamente envergonhado e foi mais uma facada no.
No seu ego e é engraçado. Engraçado, é engraçado ver aqui alguns estratagemas também, no que toca a agenciamento agressivo nesta escala, obviamente, cá em Portugal, nem sei se dá, dá ainda para brincar a isso, mas o agente dele quis, que é que é um agente mítico, que agora não me recordo o nome, que é o Alan Adam, eu já, já vou, já vou ver. Bom, isto é um livro, não dá para fazer controle. F, mas leio um livro que é muito interessante, mas essa estratégia agressiva é muito engraçada.
Eu até cheguei a enviar um print ao meu ex-agente Nuno pires, a dizer pá a pessoa. A pessoa que eu conheço quer que mais capaz de o fazer. Serias tu que era Oo que. Agente queria arranjar o também era, como disse agente do Jimmy carr. Queria arranjar um bom book dele para o mcentire para escrever uma biografia. E então convidou a editora que estava interessada nisso, que era a Penguin, e, entretanto, também aliciou outras editoras para irem falar sobre o Jimmy carre.
Portanto, o que é que acontece? Essas editoras ficaram todas juntas no lobby, a olharem umas para as outras e a sentirem que estavam a competir umas com as outras e, portanto.
Com com a vontade de fazerem o melhor diálogo possível por estar lá, a concorrência é pá, isso é é magnífico, é magnífico e a cena dele ter muitos contactos, esse tal agente era era incrível despindo o Mackenzie de qualquer responsabilidade relativamente às decisões da sua carreira, dando-lhe essa Liberdade. Houve uma altura em que o Mackenzie até disse, quer fazer 11 talk show, um TV show e o e o Alan disse, pá, não te metas nisso, na, na, na, mas às tantas
ele disse, pá, mas Bora, Bora e ele, OK, tu é que sabes, vamos, vamos embora, pá. O tipo tornou-se. Um dos comediantes mais bem sucedidos de 2012 ou uma coisa assim, o comediante que mais vendeu em 2012 é é magnífico deixa-me ver em 2012 the high s grossing stand-up comedian in the World, o que vendeu mais DVDs, que foi uma parvoíce. Pá. E, no entanto, é um gajo bastante humilde, apesar de andar de Bentley, de de ferrar. EE dessas coisas, eu quando digo que quero ter sucesso na
comédia, eu quero sentir. Sentir-me legit apesar de não saber quando é, quando é que isso chega ou quando é que não chega e ter dinheiro para não me preocupar o que é que é ter
dinheiro para não me preocupar? É embora a Madrid para o mês que vem, OK deixa-me só ajeitar aqui as coisas e vamos a Madrid que não é uma viagem cara, mas que é só estar tranquila com isso, percebem estar estar na boa, o meu carro está todo amolgado, nem digo comprar um carro novo, digo só mudar, melhorar o carro, tirar aquelas aquelas, a moda delas, nem que fosse com com. Um desentupidor de canos. Sei lá, caiu no outro dia um vaso em cima da secretária de Miguel.
Tem um buraco, pá. Comprar uma secretária nova ou tentar recuperar isto, esse tipo de coisas, quero. Não necessariamente ter uma casa muito melhor, não. Nada disso. Mas gostava de de que é quando quando a comédia começasse a pagar efetivamente as minhas contas, eu acho que me sentiria e a ler esta. Ler esta biografia e todas as outras que eu tenho aqui para ler, fez muito bem, porque me fez sentir. Que as pedras no meu caminho está? Não estão no meu caminho por ausência de talento.
Estão sim. Talvez por falta de fé, por falta de um sistema de apoio. Inegávelmente útil à minha volta. Eu sou muito apoiada pelo Miguel, por amigos. O pires era uma pessoa que que me encorajava mesmo muito e no qual eu Eu Acredito, sobejamente, mas falta aqui. Falta aqui 11 sistema. Não sei se é estar com mais pessoas ou ou o que quer que seja, mas o próprio Michael mcchentar não, não era uma
pessoa muito sociável. Eu tinha um amigo que era o Paul, com quem IA para todo o lado e era uma pessoa que era a sua dupla cómica. E talvez eu precise disso, talvez eu precise disso. Mas bom, extremamente útil ler esta biografia. Tenho outras biografias para ler, mesmo fora da comédia, a da sobre a Natália Correia, o dever de deslumbrar, que são biografias gigantes porque são pessoas e nós não somos especiais.
No sentido em que as nossas lutas, ainda que o tempo tenha mudado ou não a nossa vida interna. Há de ter as suas, as suas semelhanças. Não é a nossa rebeldia, a nossa timidez, os nossos medos. Isto não Há de Ser nada original, mesmo que o mix seja. Mas é giro ler mais sobre outros seres humanos para não só conseguirmos relativizar, mas também sentirmos aquela pretensa, mas para sairmos um bocadinho nós próprios.
E esta foi fixe. Michael mcquenthy a funny life recomendo-vos também os solos dele que estão na Netflix, porque é um estilo diferente de stand up. Que é menos panos, panos, panos, panos, panos. Eu sinto que há ali um storytelling com muito talento em prom to envolvido. Claro que existe escrita, claro que tudo o resto. Mas eu sinto que há muita coisa sacada do bolso e acima de tudo, o gajo é engraçado sem seguir as regras, aquelas regras do by The Book, do do humor matemático e o
quer que seja. Existe carisma, existe um status baixo, existe um self the picting humor. Não sei se é assim que se diz, mas identifica um bocado a Conan, o Brian e. Eh pá e é e resulta. Sentimos amigos dele. Pronto, é isso. E se calhar é para aí que eu também gostava de caminhar. Obrigada por ouvirem este podcast. Mais virão. A tendência deste podcast é ser
diário, porque. Não sei ser e há sempre coisas para falar sobre isso e já sabem, então em breve falaremos sobre aqueles temas que que estão prometidos. Traz TV, freelancing e também famílias fragmentadas, faço-me feliz, comprem lá. Os bilhetes estão à venda na ticketline, dia 30 de abril, no Lisboa comedy Club. Este podcast vai ser ao vivo. Retribuam todo o amor que eu vos dou aqui praticamente diariamente e venham conhecer-me, não é porque não beijinhos. Um Eça, sim. O que o edifício?
