#101 - Adeus Antena 3 👋🏻 Até já, rádio! - podcast episode cover

#101 - Adeus Antena 3 👋🏻 Até já, rádio!

Mar 25, 202427 minSeason 2Ep. 101
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É bom enquadrar e ficar-se entusiasmado com estas mudanças na nossa vida. A terapia ajuda muito! Aproveitem a HiWell e os 20% de desconto se usarem o código Joana20 :) ⁠https://hiwell.app/gamajoana⁠


Foi o final de uma relação muito bonita que ficará para sempre nos meus ouvidos. Aprendi muito e ensinei nada, como em tudo o que faço, ahah.



Transcript

Eu estou bem, estou bem. Vai, vai se andando numa nova fase da da vida, como sempre, como se diz em relação às crianças e em relação a tudo o resto, tudo em fases. Olá, obrigada por ouvirem a este podcast. Já foram 100 100 episódios. O podcast tem sofrido algumas mutações ao longo do tempo. Inicialmente queria fazer mais comédia. Talvez agora surja de novo. Eu reparo que há fases. Em que a comédia me sai mais naturalmente em podcast e em blogs e coisas do género.

Isto na década passada. E depois há outras fases em que estou mais introspetiva a. Mais observadora, mais aquilo que vocês têm ouvido. E talvez a comédia volte agora, talvez. Vamos ver. Vocês querem comédia? Vocês adoram comédia? Então apareçam, apareçam no podcast ao vivo. É este podcast, o não sei ser. Dia 30 de abril é uma terça-feira. No Lisboa comedy Club, em Lisboa, os bilhetes estão à venda nos locais habituais. E se estiverem apertados de dinheiro, porque ao final do

mês, pá, são 12 EUR. Também não é por aí. Além se juntarem em casa, é dinheiro que poupam até ora. Vamos lá a isso. Hoje tenho um anúncio para vos fazer. Não sei se é relevante para vocês, mas para mim é. Vou deixar a rádio novamente. Fiz rádio durante muitos anos no grupo Renascença, comecei em 2007 e acho que fiz. Sei lá, 12 ou 14 anos de rádio? Não, não sei, não tenho muita noção de tempo, mas foi mais do

que uma década. Seguramente comecei pela mega e identificava-me bastante com a mega na altura em 2007. Depois a mega passou por uma fase de de dance music que comecei a ficar ali, um bocadinho, um bocadinho esganada. Já não era a minha coisa. Depois começámos a promover muitas festas de DJe, não sei quê, também não era a minha área. Fui convidada para o café da manhã antes disso.

Para as, ou seja, manhãs da RFM na altura com o senhor chamado José Coimbra e Carla rocha, foi um grande elogio para mim. Não queria ir porque para mim a relevância ou o prazer de fazer rádio nunca esteve na quantidade de pessoas que ouviam, mas sim no quantas podia divertir. Sempre foi esse o meu objetivo, que apercebi-me na mega, que era esse o meu objetivo sempre que comunicava como é que uma rádio temática musical? Pouco tempo de fala conseguia, aí enfar.

Qualquer coisa que fizesse com que as pessoas sorrissem e sempre é isso. É isso que me faz, é isso que me move profissionalmente, é quase tudo aquilo que faço. Depois, então, fui para ARFM para esse projeto. Foi muito ambicioso, convidarem-me para isso. Eu não, como vos disse, não estava particularmente entusiasmada. Foi foi difícil porque entrei para um programa já muito estruturado, um programa que era líder de audiências há muitos, muitos anos.

E há 10, acho eu, e entrar para esse projeto com 2 pessoas que tinham essa experiência e que alegadamente estavam a incluir agora uma nova pessoa, uma pessoa com muito pouca experiência em rádio, a para melhorar o projeto. Acho que foi ali complicado gerir e não sei não. Não fluiu assim tão bem. Não consegui. Não sei se não consegui, mas claro, isto é sempre tudo. Não é bilateral, não foi incrível? Para mim, a experiência, porque pá, é complicado.

É complicado entrar ali numa lógica de grande intrsamento entre aquele casal e também adaptar-me a uma rádio diferente, apesar de nunca ter sentido grandes limitações, as pessoas diziam-me como é que é trabalhar na Renascença? Deves ter vários limites por ser uma rádio católica, e sim, cada vez há menos limites. E noto isso pelo trabalho da Joana Marques. Eu, como ex-funcionária, fico muito chocada que a maior parte das coisas ali passe.

No entanto, sempre, sempre senti essas algumas dessas limitações com naturalidade. Ou seja, eu acho que quando fazemos parte de uma empresa que defende determinados valores e que se assume publicamente como tal, nós estamos a ser estamos a concordar com eles, pelo menos AAA comunicar de acordo com os mesmos. Portanto, nunca senti uma restrição à minha Liberdade. Nem nem nunca foi complicado para mim, sempre. Aceitei como um desafio até à

minha. À facilidade do humor que eu poderia desempenhar, ou seja, era interessante dar a volta e. E foi. Foi muito interessante. Mais tarde, depois, quando voltei para a Maggie, fiz manhãs com o Paulo, o Paulo Pereira. Foi foi o melhor projeto em rádio que eu tive. Foi das coisas mais naturais, mais fluídas, que mais me diverti, que. Pá. Foi mesmo maravilhoso, com aquele peso de fazer manhãs em rádio que vocês já devem ter ouvido. Falar é muito complicado.

É acordar muito cedo, não sei quê, mas foi maravilhoso. Foi um programa com o meu nome, o que era pá, o que é bastante inovador. Como? Em rádio. Não adorava essa ideia. No entanto, eu me ali bastante margem para conseguir coordenar o programa, a fazer mesa, que é uma coisa importante, é a rádio e que confere ali alguma autoridade. E também pronto, lá está coordenar conteúdos, ter um. Ter ali 11 papel de decisão final. Mas sendo que o Paulo Pereira e eu tínhamos o mesmo sentido de

humor, era tudo muito fácil. Mais tarde, Guilherme Fonseca também fez parte do programa. Gostei muito de trabalhar também com ele a nível de de construção, de de sketches, EE de humor. Foi, sei lá, acho que foi o meu late Night show foi. Muito muito fixe, mais tarde engravida. Saí do ar. Quando voltei, o lugar já tinha sido mais ou menos ocupado por outras pessoas que faziam mais sentido para a rádio. Voltaram a colocar-me a seguir e mais tarde foi eu a pedir para sair, porque não? Pá.

Se eu não já não me identificava com promover badoches. E é badoche festas às quais eu não IA. Não sei, sentia que os meus colegas tinham um tom completamente diferente do meu e que eu estava desatualizada e sempre fui. Apologista de saber sair. E então pedi para sair. Comecei a ficar mais dentro da da parte interna da rádio, que sempre gostei muito de comunicação de marca, desenhar ações especiais para outras marcas, trabalhar, fazer a ponte com o departamento comercial,

criar anúncios. Há muitas coisas que vocês provavelmente não saberão do que é que eu estou a falar, mas também não me sinto honestamente. Mas gostei muito de trabalhar No No back Office, sempre trabalhei, sempre fui das pessoas em rádio, que tinha mais do que uma função, porque. Honestamente e sem querer ser. Depreciativa ser apenas animadora, pareceu-me sempre muito. Unidimensional.

Ou seja, para mim, dizer só as horas e o nome das músicas que vêm a seguir e algumas informações é algo é algo pobre. Ou seja, não, não me faz feliz. Não tenho sempre de acrescentar qualquer coisa. Sinto que. Gosto que as pessoas fiquem a ouvir as emissões que eu conduzo com curiosidade para aquilo que vão ouvir a seguir e que fiquem surpreendidas e não mudar apenas o tom de voz de uma emissão para a outra, já que a maior parte das rádios agora tem uma

playlist. Portanto, para mim é essa a missão é criar conteúdo surpreendente e que tenha um impacto nas nas pessoas desejavelmente o riso e que as anime lá está. Eu acho que é um animador, deve animar e um. Lutor deve locutar e eu não. Locução não. É claro que gosto de fazer vozes para anúncios e não sei quê. Mas esse tipo de de trabalho não é a minha cena, esse trabalho mais tradicional.

E acho que é um trabalho. É um trabalho que faz sentido ao longo da emissão, que não faz sentido nas manhãs e que que faz sentido nas manhãs, aliás, mas que ao longo da emissão também pode ser feito, só que de outra forma por isso. Por exemplo, agora que que acabou o projeto das manhãs, onde eu estava inscrita na antena 3? A Ana markl e o Tiago. Fazia sentido humor aí.

E eu e eu soube fazê-lo. Não sei se é adequado ao target ou não, mas, pá, eu não distingo assim tanto o target de umas de umas rádios para as outras, porque noto que existe sempre algum. Como é que eu hei de explicar alguma diversidade, não é? Por exemplo, na antena 3, nós temos a ideia que as pessoas são muito cultas. Que compreendem tudo aquilo que que é que é transmitido? Mas depois, as manhãs tinham acesso também a um, a um público menos, menos erudito. Portanto, a minha.

Postura trabalhando numa rádio de de serviço público, até porque não conseguia ter outra postura. Não tenho assim tanta. Tanta informação genérica, cultural da minha vida genérica, ou seja, de cultura no geral e de cultura em particular, de cinema, de artes, eu gostava de desempenhar o papel da pessoa Average que estava a ouvir esses conteúdos, que é para facilitar. A vida de outras pessoas que que estivessem a ouvir um bocadinho como o hospital público

académico. Não é que os gajos vão lá experimentar coisas e. E esse papel acho que é um papel nobre, mas que lá está. Devia enervar bastante as pessoas mais cultas, como dizia António Costa Santos, porque acabava por ser uma quebra de ritmo, não é a explicar algumas coisas e. EE parecer que não me adequava àquele mundo, ao mundo das pessoas que têm essa tiveram ao longo da da da sua existência. Essa Liberdade de tempo, de espaço, essa curiosidade, essas referências.

E conseguirem falar delas com naturalidade, uma das vantagens que eu que eu tive ao trabalhar neste, neste projeto, nesta rádio. Além de conhecer os meus colegas apaixonei-me pela Ana Marco, acho a uma mulher, nem a mulher é uma maravilha. Acho que devia ser considerada património mundial e foi das melhores coisas que estas manhãs me deram. Tal como voltar a fazer rádio.

É engraçado como uma pessoa se despe determinada profissão quando deixa de a praticar, mas que quando volta, nota que está tudo lá na mesma. É como voltar a rever um velho amigo que não alimentámos essa relação. Mas que depois reparamos que Ah sim, nem por isso as coisas mudaram assim, tanto engraçado, estamos juntos na mesma, as piadas são as mesmas. É giro e voltar a fazer rádio

foi muito giro nesse aspeto. Outra coisa foi conhecer pessoas como o António Costa Santos, que são pessoas que também abraçam. Essa perspectiva de serviço público é uma pessoa que é. Vaca maravilhosa. Sou completamente fascinada por António Costa Santos, uma pessoa que das pessoas que me dão menos medo em envelhecer, ou seja, eu nunca conheci muitos velhos que não fossem velhos, cansados e resmungões. E o António Costa Santos também não é assim tão velho.

Tem idade dos meus pais, mas já não me envolveria emocionalmente com ele romanticamente, porque a diferença de idades é bastante. Ele é casado, que parvoíce. Que explicas? E vive cultura com humor e com humildade. EEE por isso e também por conviver com o Tiago Ribeiro e com a Ana markl. Aprendi muito, aprendi muito a nível de cultura, das das referências, da da paixão que eles têm e do quanto isto é natural neles. Relaciona isto muito também com o Miguel.

Miguel, meu namorado, também é assim e gosto de estar rodeada de pessoas que me ensinem coisas. O meu melhor amigo também é assim. Gosto, gosto muito disto, gosto. Acima de tudo, gosto muito de aprender. Acho que é uma postura que é que é nobre e que traz de propósito na vida. Não é ser, ser humilde, aprender, deixar os outros aprenderem, transmitir a mensagem. De forma cativante e eficaz. E trabalhar neste projeto foi muito, muito interessante. É muito.

É muito engraçado ter esta experiência em 2 modos de rádio completamente diferentes, de trabalhar numa rádio privada que sobrevive de audiências e, portanto, existe um objetivo concreto para o qual as pessoas têm de trabalhar. E existe essa preocupação, esse sofreguidão, de criar projetos para serem patrocinados por marcas, de estudar formas de de falar que tipo de conteúdos, ou seja.

A personalidade ou o pessoal poderá ser um bocadinho negligenciado em prol desse objetivo e torna-se então um desafio fazê-lo passar entrelinhas. Mas existe, comparativamente com o serviço público que eu, que eu tive acesso, uma missão coletiva muito engraçada, uma espécie de gamificação do trabalho que depois, apesar das audiências não serem algo que que se respeite totalmente pelo método de. De de recolha de dados não ser

muito fiável não que o barbaré. O barém e essas instituições não estejam a fazer um ótimo trabalho, mas não se consegue medir tangivelmente assim tão bem quanto as pessoas ouvem de determinada rádio. Durante quanto tempo? É as amostras são, não é? São complicadas tudo o resto. Mas é muito interessante estar a trabalhar numa rádio que corre para uma meta e depois numa rádio que. Que se auto saboreia. Uma rádio que transmite cultura com uma missão mais. Mais centrada para fora, no

sentido em que. Em que querem mostrar mundo? Através dos seus conteúdos, seja muitas rubricas a falar de cinema de. Teatro de música. EE, uma curadoria. Não geral. Ou seja, apesar de acho eu não se definir 11 target à partida para para o projeto, acho eu. Existe um trabalho direcionado para um determinado grupo de pessoas, que são as pessoas que que querem abraçar mais cultura na vida delas. É muito giro, muito giro é muito giro. Ver, ver a diferença, ver a calma, ver.

O tipo de personalidades e a sua adaptação às várias missões. Existe um maior individualismo num num lado do que no outro? Não. Não consigo generalizar. Não é não, mas o individualismo positivo por cada pessoa tem a sua contribuição a dar para para o projeto. Foi muito engraçado, foi muito engraçado.

Foi uma experiência muito engraçada, mas à semelhança de outros projetos dos quais fiz parte e de outras fases da minha vida, em que, por exemplo, ter a minha filha numa escola que não foi incrível e que não IA ao encontro daquilo que eu desejava. Só quando saiu dessa escola, quando tive a oportunidade de a tirar nessa escola e que vi o quanto me estava a pesar nos ossos.

Na Na respiração, na no sono. Porque o ser humano tem uma capacidade gigante de de relativização, de de adaptação, especialmente quando existe na cidade. Não é sempre bom ter algum dinheiro, certo? Ao final do mês, especialmente a desempenhar um trabalho que se gosta e que e que que é divertido, não é? Mas agora que sei que o projeto vai acabar, sinto um Alívio gigante em voltar. Ao meu estado anterior de. Freelancer. A mais mais free e estou muito

desejosa que. Que acaba esta minha participação neste projeto é saber sair. Existiu aqui uma espécie de, além de terminar o projeto, porque realmente sofreu muito ao longo do tempo, a entrada de uns, saída de outros. As manhãs da antena 3 não têm tido assim tanta constância quanto isso dos seus participantes, que não têm sido que eu não acho que seja

necessariamente negativa. Acho que refrescar as coisas também é importante e não sei até que ponto é que é necessário criar um projeto de origem com outros nomes para. Para sentir que é um projeto de jeito. Que acho que é interessante. Mas, de facto, muito. Estou muito aliviada por sair. Estou muito entusiasmada com esta nova fase e muito grata pela oportunidade que tive, que

foi mesmo magnífica. Foi a convite de Ana markl e acho que Tiago Ribeiro, também no início, achou alguma graça à minha, à minha, à sugestão da minha entrada. Depois teve que haver vários ajustes. Como? Como é natural e. É pá desejosa desejosa é saber sair. Houve, então, esse desajuste, creio eu. Do meu sentido de humor e da da rádio que eu gosto de fazer, e daquilo que é o universo antena 3, não.

O género de humor e aquilo que eu gosto de apresentar e aquilo que me corre nas veias não é o mesmo da da identidade da antena 3. E, portanto, é tal como outros projetos que acabam naturalmente, neste caso, o projeto vai acabar em si, mas, por exemplo, sítios de onde saí. Como sidekick do Maluco Beleza, sidekick da prova oral sair. Da mega do ar existe uma timeline, não é? E das relações amorosas também, e é bom saber sair em em grande.

Em grande, no sentido em que é preciso enquadrar estas coisas na cabeça, não ver como um fracasso, não ver como uma rejeição, ver sim como algo bonito enquanto aconteceu mais um desafio em que se aprendeu mais pessoas que que se conheceram, voltar a fazer rádio acima de tudo. E tenho alguma tristeza de tudo bem que só tenho 37 anos e ainda falta acontecer muita coisa na minha vida. Cheguei alguma tristeza em pensar que quinta-feira será o último dia que. Farei FM.

Mas já tinha feito também passos com isso e tal como diga muita gente, eu não sou geek da rádio, como por exemplo, Tiago Ribeiro. É o Tiago? Tem. Pá tem uma paixão incrível por este meio. É mesmo uma pessoa que vive, que respeita, que investiga, que sonha, que que se sente. Rádio, eu sinto mais a comunicação. 360 gosto de comunicar em podcast, gosto de comunicar digitalmente, gosto acima de tudo comunicar em

palco. Acho que tem sido a minha forma mais livre de ser e mas tenho alguma pena, tenho alguma pena de. De baixar a via. No meu caso, de desligar o botão do meu microfone e de? E de dar um tempo à rádio, espero eu. Espero eu ou não, lá está, não sei, não sei o final de uma frase, acho que de uma fase, acho que traz sempre alguma nostalgia. Portanto, queria.

Queria só exato fazer essa referência do quão é importante saber enquadrar saídas e o quanto a terapia, a psicoterapia faz parte disso e tem feito parte disso para saber sobreviver e contextualizar mudanças de forma positiva e produtiva. Se vocês tiverem a passar por uma fase desse género aconselho-vos, vivamente a instalarem a aplicação iwell, que é uma aplicação nova onde vocês podem fazer terapia digitalmente com. Psicólogos adaptados às. Às coisas que vocês querem

trabalhar em vocês, não é? Ao invés de irem um bocado pela recomendação de um amigo ou não sei quê, porque é importante encontrar um psicólogo que faça fit com. Com aquilo que vocês precisam para também ser útil? EAI Welle, faz isso? Uma plataforma que já tem experiência noutros países, que chega agora a Portugal e ainda por cima tem desconto. Se utilizarem a Joana 20, o que é muito fixe, porque terapia às vezes pode ser uma coisa

bastante cara. E se se conseguir baixar o preço ainda melhor, lá está serviço público também é que as pessoas tenham acesso à terapia gratuitamente a. Existem alguns sítios onde poderão fazê-lo, mas se puderem. AI Welle, é incrível. É um serviço muito interessante que muitas pessoas já estavam à espera e que vos poupa tempo em deslocação que que além de ser bastante prático é é muito útil. Portanto, se há quem a iwell código Joana 20.

E aproveitem para tipo, em vez da vida vos acontecer, vocês fazerem acontecer a vida, calma Chagas Freitas. Mas é muito isto, é muito isto é, é delicioso encarar estas mudanças como novas oportunidades. EE, para ser que existe um renascimento da da vossa pessoa. EE, estou entusiasmadíssima com vários projetos que estou a pôr em marcha, e é como se. Tudo voltasse ao zero, mas com uma Riqueza ainda maior por ter feito parte deste deste projeto.

Portanto, obrigada às pessoas que que me têm ouvido na antena 13 e que me irão acompanhar doravante. Obrigada aos. Seguidores e ouvintes deste podcast e pessoas que seguem o meu trabalho e que ouviram também a antena 3. Obrigado ao Tiago Ribeiro, à Ana markl e Emanuel Silva, as pessoas com quem eu convivi. Ao longo deste ano, diariamente e que tiveram que me aturar e que eu tive que aturar também e pá. Acima de tudo, obrigada. Rádio foi mais 1 ano muito

divertido. Ah, obrigada também à direção da antena 3. Não é por me ter dado esta oportunidade, mas acima de tudo, obrigada, rádio, porque foi bom voltar a vê-la, a ouvi-la neste caso, a fazê-la e será sempre uma parte muito importante do do meu coração e da minha pessoa. Portanto, um beijinho para vocês. Venham assistir ao meu espetáculo ao vivo, porque é muito engraçado esta esta passagem do áudio para aldeão do

áudio para o físico. É muito giro e é giro ver como se adapta hoje, como é que as pessoas se adaptam aos vários formatos. Venham ter comigo. Dia 30 de abril há Lisboa comedy Club. Não sei ser ao vivo. Os bilhetes estão à venda nos locais habituais. Um beijinho e até amanhã?

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